Eduardo Rios Neto é o novo presidente do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A indicação do ministro Paulo Guedes (Economia) foi confirmada nesta 4ª feira (14.abr.2021) em um comunicado do próprio instituto.
Rios Neto é demógrafo e atual diretor de Pesquisas do IBGE desde 2019. Antes disso, foi pesquisador e professor universitário na área de economia e demografia em universidades brasileiras e dos Estados Unidos. Ele também presidiu a Abep (Associação Brasileira de Estudos Populacionais) de 1998 a 2002.
O demógrafo vai substituir Susana Guerra, que deixou o cargo na última 6ª feira (9.abr). A economista pediu demissão em 26 de março. Segundo o órgão, a decisão foi por motivos pessoais e de família. Em nota divulgada na época, o IBGE havia dito que ela seguiria no “cargo até a transição para o novo presidente a ser indicado”.
O pedido de demissão de Susana foi feito 1 dia depois de o Congresso reduzir verba do Censo 2021, levantamento que coleta dados detalhados sobre a população. O IBGE esperava ter R$ 2 bilhões para a pesquisa. Mas o relatório do Orçamento, elaborado pelo senador Márcio Bittar (MDB-AC), reduziu o valor para R$ 71 milhões (3,5% que foi estabelecido pelo governo). O texto ainda não foi sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro.
O novo presidente do IBGE terá o desafio de conduzir o Censo 2021 com a verba de R$ 71 milhões ou adiar novamente a realização da pesquisa. O mapeamento da sociedade brasileira deveria ter acontecido em 2020, mas foi adiado por causa da pandemia.
Rios Neto já se manifestou a favor da realização do Censo 2021. Em artigo de opinião (para assinantes) assinado em conjunto com Susana Guerra, em 22 de março, no jornal O Globo, ele pediu que o corte da verba fosse revisto.
“Sem o Censo em 2021, as ações governamentais pós-pandemia serão fragilizadas pela ausência das informações que alicerçam as políticas públicas com impactos no território brasileiro, particularmente em seus municípios“, escreveu na época.
Na terça-feira (13), o Secretário de Turismo de Parnamirim, Daniel Américo, se reuniu com proprietários de empresas que compõem a associação Viva Pirangi para discutir ações de melhoria para a região. O objetivo principal é estratégias no primeiro semestre para fortalecer e alavancar a área turística no município.
O titular da pasta municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico, comentou sobre importância da associação, disponibilidade e apoio da Prefeitura em incentivar as ações que promovam o turismo no litoral.
“É importante a criação da Associação Viva Pirangi. Está unindo os empresários em prol de um bem comum. A ideia da Setude é exatamente fomentar as ações propostas por eles, onde a Prefeitura tem todo interesse em apoiar. Contamos com o aval do Prefeito Taveira, e temos o interesse de alavancar o turismo de Parnamirim, uma das medidas é o apoio às associações”, disse.
A reunião aconteceu no Restaurante Barramares, em Cotovelo. Na ocasião, p secretário apresentou aos empresários algumas ações que a Setude tem planejado para o Litoral, entre elas, eventos turísticos, como também investimentos permanentes na infraestrutura turística.
Os empresários abraçaram as sugestões e se mostraram satisfeitos com as propostas do Poder Executivo.
O programa que marcou a vida dos potiguares na década de 90, agora volta em um novo formato, mas com a mesma essência. O Aqui Agora entrou na casa dos telespectadores durante muitos anos, e deixou uma marca, através de um jornalismo real, mostrando os fatos como aconteciam, e sem arrodeios. Era uma época onde a tecnologia não favorecia, e mesmo assim, o programa se destacou por muito tempo.
Depois de quase duas décadas, a superintendência do Sistema TV Ponta Negra de Comunicação, teve a ideia de trazer de volta o programa, dessa vez na 95 Mais FM. O 95 Aqui Agora, estreou na última segunda-feira (12), na apresentação dos jornalistas e radialistas, Analyson Miqueias e Karol Dantas.
Além da rádio, o programa pode ser acompanhado através do YouTube e Facebook da 95 Mais FM, de segunda a sexta, das 18h às 19h.
“O 95 Aqui Agora, nos traz uma memória afetiva muito forte. Afinal, foi um jornal que realmente fez jus ao nome. Onde aconteciam os fatos, ali estávamos, para mostrar aos telespectadores. Eu sentia falta de um programa de rádio com esse estilo. Um certo dia, me lembrei do Aqui Agora, e decidi trazer a mesma ideia, com um jornalismo ágil, com respeito ao ouvinte e prezando sempre pela credibilidade. Nos primeiros dias do 95 Aqui Agora, já senti que será um sucesso”. Enfatizou Micarla de Sousa, superintende do Sistema Ponta Negra de Comunicação.
O Senado aprovou hoje (13) o Projeto de Lei Complementar (PLP) 10/2021, que estende até o fim deste ano a autorização concedida a estados, Distrito Federal e municípios para utilizar, em serviços de saúde, verbas remanescentes de anos anteriores dos fundos de saúde. Essas verbas devem ter sido repassadas pelo Ministério da Saúde. A matéria ainda precisa de sanção presidencial para ter validade.
Esse projeto altera a Lei Complementar 172, de 2020, que permitiu que cerca de R$ 6 bilhões ociosos ao final de 2019 nas contas dos fundos de saúde de estados, Distrito Federal e municípios fossem alocados em ações de enfrentamento da pandemia em 2020.
Para o relator da matéria, Esperidião Amin (PP-SC), o projeto é generoso, tendo em vista que os gestores de saúde e assistência social terão mais liberdade para aplicar os recursos “que não foram poucos e que remanesceram”.
“Isso mostra que 2020 não foi um ano com recursos escassos para saúde e assistência social. Tomara que neste ano possamos ter esse atendimento prioritário para salvar vidas”, disse o senador.
A campanha de imunização contra a Covid-19 no Rio Grande do Norte vai seguir com a recomendação de intervalo de 14 a 28 dias entre a aplicação das duas doses da vacina CoronaVac, segundo informou a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap).
Atualmente, a Sesap informou que continua valendo a recomendação enviada aos municípios na nota técnica mais recente, do dia 2 de abril. Mas pede preferência para aplicação da segunda dose no período máximo – depois do 21º dia.
“Ressaltamos que é de extrema importância que os esquemas vacinais com a D2 (segunda dose) sejam completados até a 4ª semana (de 2 a 4 semanas) após a dose inicial. Orienta-se que a D2 seja administrada, preferencialmente, levando em consideração o intervalo máximo (4 semanas)”, diz a nota.
Em Natal, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informou que não recebeu nenhuma recomendação do Ministério da Saúde e seguirá a atual – com a aplicação a partir de 14 dias. A pasta disse que, se o Ministério da Saúde orientar um novo período entre as doses, “seguirá as recomendações e atualizações do MS”.
Segundo o diretor do Butantan, Dimas Covas, o melhor esquema vacinal ocorre quando as doses são aplicadas com o intervalo máximo, de 28 dias, entre elas. Ele explicou que os testes foram feitos com intervalo de 14 dias porque, deste modo, os estudos de eficácia poderiam ser concluídos mais rapidamente.
“Nós já havíamos orientado que o melhor esquema vacinal é de 28 dias. Com os [testes em] profissionais de saúde foi feito de 14 [dias] pela situação da exposição deles e para obtenção mais rápida dos resultados do estudo. Mas o melhor esquema vacinal é de 28 dias, porque a medida que você espaça você ganha eficácia. Então uma eficácia já em 28 dias fica acima de 62%”, disse o diretor do instituto.
O estudo que mostrou maior eficácia com maiores intervalos entre as doses, divulgado neste domingo, é uma espécie de complemento da fase 3 dos testes da CoronaVac. No estudo de fase 3, anunciado em janeiro, o Butantan calculou que a eficácia global da CoronaVac foi de 50,38% com intervalo de 14 dias entre as duas doses. Já no estudo publicado neste domingo a eficácia foi de 50,7% com intervalo de até 21 dias entre as doses e chegou a 62,3% quando o espaçamento foi de 21 a 28 dias.
A cientista Natália Pasternak, doutora em microbiologia e fundadora do Instituto Questão de Ciência, disse que a eficácia maior com intervalos superiores já era esperada pela comunidade científica.
“Isso já era esperado. O motivo de usar só 15 dias no espaçamento entre primeira e segunda dose nos testes foi para acelerar o estudo, porque tinha muita urgência nos resultados, mas já era esperado que o espaçamento maior desse uma resposta melhor. Foi isso que eles observaram neste pré-print, que com um espaçamento maior do que 21 dias, ou seja, de até 28 dias, você consegue ter uma resposta maior de anticorpos nos idosos e uma eficácia maior da vacina”, explicou a pesquisadora.
O intervalo ideal é de 28 dias entre as doses, segundo o diretor do Butantan, Dimas Covas. O pesquisador disse que, ainda que o intervalo possa ser de 14 a 28 dias, “a medida que você espaça as doses você ganha eficácia”. Um estudo do Butantan mostrou que a eficácia da vacina foi de 62% com intervalo de 21 a 28 dias, contra 50% com intervalo de até 21 dias.
O governo do Rio Grande do Norte recomenda atualmente intervalo de 14 a 28 dias entre as duas doses, indicando que deve haver preferência para aplicação da segunda dose entre 21 e 28 dias. Na capital Natal, a prefeitura também orienta a aplicação da vacina entre 14 e 28 dias.
É recomendado retornar pra a segunda dose no intervalo de 14 a 28 dias da primeira dose – mesmo que seja depois da data marcada no cartão. Os postos de saúde podem orientar a pessoa a voltar na data marcada, caso ela procure o serviço antes do dia determinado no cartão, mas não podem recusar a aplicação se ela procurar o posto após a data marcada no documento.
Especialistas recomendam que se cumpra o prazo de até 28 dias entre as duas doses, pois é o tempo em que se há comprovação científica da eficácia. Em caso do prazo ser ultrapassado, a recomendação é ir com maior urgência possível para receber a segunda dose. “Pela nossa experiência sobre o sistema imunológico, é possível postergar por uma uma semana, 10 dias no máximo 15 dias, mas isso é esticando a corda, porque depois do prazo do estudo, gente não tem segurança”, explica a imunologista e professora da UFRN, Janeusa Souto.
O intervalo entre a vacina da Covid-19 e a vacina da gripe deve ser de, no mínimo, 14 dias. Portanto, se a pessoa tomar a vacina da gripe no dia 1, deve esperar até o dia 15 para receber a vacina da Covid-19, ou vice versa.
A pessoa pode se vacinar em outro local se não puder comparecer no posto onde tomou a primeira dose da vacina. É recomendado que a vacina seja aplicada no mesmo município.
Eficácia da CoronaVac aumenta com intervalo maior entre doses, indica estudoPesquisa comprova eficácia de 62,3% da CoronaVac
Um estudo clínico sobre a Coronavac divulgado neste domingo (11) mostrou que a eficácia da vacina é maior do que nos resultados iniciais divulgados entre dezembro e janeiro. O estudo foi feito pelo Instituto Butantan, que produz a vacina em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.
Segundo artigo científico encaminhado para revisão e publicação na revista científica Lancet, uma das mais respeitadas do mundo, a eficácia para casos sintomáticos de Covid-19 atingiu 50,7%, ante os 50,38% informados inicialmente. Ou seja, a vacina reduz pela metade os novos registros de contaminação em uma população vacinada.
Segundo o estudo, a eficácia da CoronaVac pode chegar a 62,3% com um intervalo de mais de 21 dias entre as duas doses da vacina. O estudo diz, no entanto, que a eficácia mínima da vacina já aparece na segunda semana depois da primeira dose.
O índice de eficácia global aponta a capacidade do imunizante de proteger em todos os casos – sejam eles leves, moderados ou graves. O número mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e também pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é de 50%.
Resultados finais apontam que eficácia da Coronavac é maior do que mostraram os estudos iniciais
Os resultados também apontaram que para os casos que requerem assistência médica a eficácia da vacina variou entre 83,7% e 100%, quando o estudo preliminar que subsidiou a autorização do uso emergencial do imunizante no país indicava entre 78% e 100%.
Participaram do estudo, feito entre 21 de julho e 16 de dezembro de 2020, 12.396 voluntários em 16 centros de pesquisa brasileiros. Todos receberam ao menos uma dose da vacina ou placebo. Desse total, 9.823 participantes receberam as duas doses. Ninguém morreu por Covid-19 durante o estudo.
“Esse estudo corrobora o que já havíamos anunciado há cerca de três meses e nos dão ainda mais segurança sobre a efetiva proteção que a vacina do Butantan proporciona. Não resta nenhuma sombra de dúvida sobre a qualidade do imunizante”, afirma Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan.
O STFpode transferir os casos para Brasília e, ao mesmo tempo, anular o julgamento da Segunda Turma sobre a parcialidade de Sergio Moro.
“Uma decisão que contemplasse as duas posições deixaria a situação de Lula ainda indefinida”, dizem os lulistas da Folha de S. Paulo. “Embora ele mantenha os direitos políticos, podendo se lançar candidato, ficará aberta a possibilidade de sofrer novas condenações, em especial no caso do sítio de Atibaia, que o retirem novamente da disputa em 2022”.
Os juízes de Brasília, como se sabe, estão muito mais sujeitos a pressões políticas do que os de Curitiba – sobretudo quando essas pressões são feitas pelo governante de turno. E Jair Bolsonaro tem interesse em tirar Lula de 2022.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, não cumprirá o atual prazo de 1º de maio para a retirada das tropas ainda presentes no Afeganistão, mas estabeleceu nova data: todos os 2.500 soldados sairão do país até 11 de setembro.
Será o 20º aniversário dos ataques da Al-Qaeda aos Estados Unidos, fato que desencadeou a guerra no Afeganistão.
Em 2001, o então presidente George W. Bush enviou soldados ao país para derrubar seus líderes talibãs apenas algumas semanas depois dos ataques de 11 de setembro.
Naquele ano, havia 100.000 soldados norte-americanos em solo afegão. Cerca de 2.400 foram mortos no conflito.
Em 2011, durante a presidência do sucessor de Bush, Barack Obama, a força militar norte-americana localizou e matou o líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden, no Paquistão.
Com uma invasão do Iraque liderada pelos EUA em 2003, ordenada por Bush, os EUA começaram um período de duas grandes guerras simultâneas.
As tropas norte-americanas deixaram o Iraque em 2011 sob o mandato de Obama, embora algumas tenham sido realocadas sob o mandato de Trump em resposta à ameaça representada pelo Estado Islâmico.
Já a retirada de tropas do Afeganistão será anunciada por Biden nesta 4ª feira (14.abr.2021). O presidente já vinha sinalizando que provavelmente perderia o prazo negociado por Trump e pelo Talibã, porque as dificuldades e a possível insegurança que a medida causaria trouxe impedimentos à meta original.
Mas, na própria 3ª feira (13.abr.2021), a inteligência dos EUA reafirmou as preocupações sobre as perspectivas para o novo governo se Biden for adiante na retirada das tropas.
“O governo afegão lutará para manter o Talibã afastado se a coalizão retirar o apoio. Cabul continua enfrentando reveses no campo de batalha, e o Talibã está confiante de que pode alcançar a vitória militar”, diz a avaliação enviada ao Congresso.
O Talibã, que foi deposto do poder em 2001 pelas forças lideradas pelos EUA, disse que não participaria de nenhuma negociação até que todas as forças estrangeiras deixassem o país.
“Até que todas as forças estrangeiras se retirem completamente de nossa pátria, o Emirado Islâmico não participará de nenhuma conferência que tomará decisões sobre o Afeganistão”, disse o porta-voz do Talibã, Mohammad Naeem, nessa 3ª feira (13.abr.2021).
O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, e o secretário de Defesa, Lloyd Austin, também devem informar a decisão aos aliados da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) nesta 4ª feira (14.abr.2021), em Bruxelas.
O líder republicano do Senado, Mitch McConnell, criticou a decisão de Biden.
“Terroristas estrangeiros não deixarão os EUA em paz simplesmente porque nossos políticos se cansaram de levar a luta até eles. O presidente precisa explicar ao povo norte-americano como abandonar nossos parceiros e recuar diante do Talibã tornará a América mais segura”, escreveu no Twitter.
Embora sucessivos presidentes dos EUA tenham tentado se livrar da questão do Afeganistão, as crescentes preocupações com as forças de segurança afegãs, corrupção endêmica no país e a resiliência do Talibã impediram os líderes de retirar as tropas e pôr fim à guerra.
Nesta terça-feira (13), o presidente da Câmara Municipal de Parnamirim, vereador Wolney França, apresentou a casa legislativa para o diretor geral do IFRN Parnamirim, Paulo Vitor Silva e sua equipe.
O objetivo foi tratar sobre o processo de convênio entre as duas instituições.
No mês de fevereiro, Wolney França realizou uma visita ao campus, juntamente com o vereador Thiago Fernandes, para conhecer os principais projetos desenvolvidos e as estruturas dos laboratórios do Instituto.
“Com esse convênio iremos avançar com projetos importantes, tais como: automação das nossas sessões, capacitação de servidores, instalação do nosso processo eletrônico e sistema de reconhecimento facial para controle de acesso, entre outros. Seguimos empenhados com o objetivo de modernizar a Câmara Municipal, para que ela seja ainda mais transparente, econômica e eficiente.”, afirmou o vereador em suas redes sociais.
3-CRIME CONTRA A HUMANIDADE: ESTATUTO DE ROMA- ART. 7
“Uma honra participar desta comissão e apontar a responsabilidade criminal deste genocida.”
Kakay
O presidente nacional da OAB, Felipe Santa Cruz, recebeu, nesta terça (13), o parecer da comissão de juristas que aponta o cometimento de crime de responsabilidade pelo presidente da República no enfretamento à pandemia de covid-19. O documento será encaminhado para discussão no Conselho Pleno da OAB Nacional e no Colégio de Presidentes das Seccionais da Ordem.
O parecer identifica nas condutas praticadas pelo presidente da República as seguintes infrações em tese: I) no plano nacional, A) delitos de homicídio e lesão corporal por omissão imprópria (comissão por omissão); B) crimes de responsabilidade; II) no plano internacional, crime contra a humanidade (art. 7º do Estatuto de Roma).
O documento ressalta que o Poder Executivo é exercido pelo presidente, auxiliado pelos ministros de Estado, e, em relação à saúde pública, “o que se pôde verificar ao longo de toda a grave crise pandêmica que assolou o país foi exatamente o oposto. Constatou-se, a mais não poder, a sistemática e deliberada violação por parte de ambos do seu elevado munus de implementação ad tempus de políticas sociais e econômicas capazes de reduzir os progressivos riscos do coronavírus”.
De acordo com os juristas as omissões e ações do presidente ao longo da pandemia representam um ataque a um dos pilares da Constituição, que é o direito à saúde e à própria vida. O documento relata que o presidente “tentou sistematicamente impedir que medidas adequadas ao combate da Covid-19 fossem tomadas. Há vários exemplos de tentativa de interrupção de cursos causais salvadores empreendidos por outras autoridades”.
A OAB Nacional instalou uma Comissão de Juristas para Análise e Sugestões de Medidas de Enfrentamento da Pandemia do Coronavírus, para subsidiar o Conselho Federal da OAB em questões jurídicas relativas à pandemia. O colegiado é presidido pelo ministro Carlos Ayres Britto e composta por Miguel Reale Jr., Carlos Roberto Siqueira Castro, Cléa Carpi, Nabor Bulhões, Antônio Carlos de Almeida Castro (Kakay), Geraldo Prado, Marta Saad, José Carlos Porciúncula e Alexandre Freire.
Em razão das recentes e graves ocorrências criminosas envolvendo quatro policiais militares do Rio Grande do Norte e um policial civil paraibano, a Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED) vem a público informar que, de imediato, determinou empenho ao Núcleo de Investigação Policial de Mortes de Agentes de Segurança Pública (NIMAS) para que adote todos os procedimentos necessários para uma resposta rápida e eficaz, com a identificação, localização e prisão dos responsáveis. A SESED esclarece que o NIMAS foi criado em 2019, já na atual gestão, e que está vinculado à Divisão de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil. Em tempo, e ainda perante a sociedade e as famílias dos agentes públicos envolvidos, também externa profundo pesar pelas vidas ceifadas de maneira cruel e covarde.
O presidente do Senado acaba de anunciar que a CPI será mais ampla e investigará também governadores e prefeitos, isso é uma derrota para a oposição a Bolsonaro.
Alguns integrantes da oposição dizem que isso pode ser bom para Bolsonaro e talvez tenham dado um “tiro no Pé”.
Pelo menos 13.599.994 brasileiros foram diagnosticados com covid-19 e 358.425 morreram pela doença até as 18h desta 3ª feira (13.abr.2021). Os dados são do Ministério da Saúde.
São 3.808 vítimas a mais que o confirmado no dia anterior. As autoridades também registraram mais 82.186 diagnósticos.
O Ministério da Saúde também contabiliza 12.074.798 pessoas recuperadas e 1.166.771 em acompanhamento.
MÉDIA DE CASOS E MORTES
A média de novas mortes confirmadas está em 3.124. O máximo foi de 3.068, registrado nos 7 dias encerrados em 12 de abril.
O Ministério da Saúde registrou mais de 3.000 mortes em 6 dos 13 dias de março até o momento.
Já a curva de novos casos está em 71.345. As autoridades confirmaram 851.247 diagnósticos só em abril deste ano.
A média móvel matiza variações abruptas, sobretudo porque aos finais de semana há menos servidores trabalhando na secretaria, o que reduz os registros. A curva é uma média do número de ocorrências confirmadas nos últimos 7 dias.
MORTES PROPORCIONAIS
O Brasil tem 1.680 mortes por milhão de habitantes. Apenas o Maranhão tem menos de 1.000 mortos por milhão.
O Brasil é o 15º no ranking mundial. A República Tcheca, que lidera a lista, tem 2.614 vítimas por milhão.
Em pronunciamento na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Tomba Farias (PSDB) cobrou do governo do Estado explicações sobre a utilização de recursos públicos, utilizados na compra de materiais e equipamentos, cujas aquisições são questionadas e levantam suspeição sobre o mal uso de dinheiro público durante a pandemia. “Todo questionamento que é feito ao governo, têm sempre uma desculpa para o que já está virando um verdadeiro festival de dispensa de licitação”, disse.
O parlamentar lembrou que o governo ficou calado, sem dar qualquer justificativa sobre a aquisição de sacos de lixo no valor de R$ 1 milhão e trezentos mil reais, inciativa que motivou uma ação do Ministério Público Federal contra a própria administração estadual. “Esperamos que o governo tivesse dito para que essa compra de sacos de lixo, nesse valor todo, mas nada foi dito”, enfatiza.
Tomba Farias considerou “imoral” o fato de o governo do Estado ter destinado recursos do governo federal, da ordem de R$ 900 milhões, para pagar a folha do funcionalismo, enquanto o estado necessita de UTI´s e uma expressiva quantidade de pessoas espera por uma vaga em uma unidade de terapia intensiva.
“Acho que o governo tem que se explicar sobre isso. O dinheiro veio realmente livre para o governo usar em que quisesse, mas é imoral ter se usado todo esse valor para pagamento de folha de pessoal. O Secretário falou sobre isso, o Tribunal de Conta também, mas o dinheiro não veio só para folha de pagamento, mas também para a assistência a pandemia nesse momento de grande dificuldade”, assinalou.
O deputado municipalista fez ainda uma retrospectiva de ações questionáveis do governo estadual, envolvendo a utilização de dinheiro público. Ele lembrou inclusive do prejuízo que o estado levou, através do Consórcio Nordeste, com a compra de respiradores, no valor de R$ 5 milhões, que nunca foram entregues. Segundo o parlamentar, o governo comprou pelo valor de R$ 163 mil respiradores que custavam R$ 60/70 mil reais.
“Depois veio a compra de respiradores usados, que custaram R$ 1 milhão e 600 mil, e que estão encostados e nunca foram aproveitados. Em seguida veio o contrato das ambulâncias, no valor de R$ 8,5 milhões pelo aluguel de seis ambulâncias. Nós reclamamos da forma como esse contrato estava sendo feito e governo terminou cancelando. Teve ainda os alugueis de salas por R$ dois milhões e trezentos mil e passagens para Brasília, no valor de R$ 500 mil”, lembrou.
Fonte: Assessoria de imprensa do deputado Tomba Farias
A Avenida Ghandi, que corta a Olavo Montenegro, está com os serviços de drenagem em andamento nesta semana. De acordo com a prefeitura, a obra busca corrigir um problema antigo referente ao não escoamento da água, que persiste desde a sua pavimentação.
Em tempos de chuva, carros transitam com certa dificuldade, sem contar a cratera formada na via, o que poderia ocasionar acidentes e danos graves aos veículos, além de interferir também no meio ambiente.
O executivo municipal divulgou em suas redes sociais que a obra deve ser concluída ainda neste mês de abril.
A ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Cármen Lúcia pediu para o presidente da Corte, Luiz Fux, marcar o julgamento de uma notícia-crime contra o presidente Jair Bolsonaro. O chefe do Executivo é acusado de praticar crime de “genocídio” contra indígenas em sua atuação durante a pandemia de covid-19.
O julgamento vai avaliar se a PGR (Procuradoria-Geral da República) deve ou não abrir um inquérito para investigar a conduta do presidente em relação aos povos indígenas.
O chefe da PGR, Augusto Aras, manifestou-se contra a abertura do inquérito. Entretanto, após apresentação de recurso, o plenário virtual começou a analisar o caso. Após solicitação do ministro Edson Fachin, o processo passou para o plenário comum.
A notícia-crime foi apresentada pelo advogado André Barros. Sua defesa, feita pelo advogado Luís Maximiliano Telesca, argumenta que o presidente contribuiu ativamente para a disseminação do coronavírus entre povos indígenas ao vetar trecho de lei que previa assistência em aldeias durante a crise sanitária, com fornecimento de água potável e insumos médicos.
Para Aras, o presidente agiu de acordo com a Constituição. “O que o noticiado [Bolsonaro] fez, portanto, foi cumprir o seu dever de vetar parcialmente projeto de lei. Caso não agisse assim, poderia ser responsabilizado“, afirmou.
O julgamento do tema no plenário do Supremo deve ser realizado somente no 2º semestre, quando termina o mandato de Augusto Aras, já que existem muitos processos na agenda da Corte.