Polícia Civil prende suspeito por receptação qualificada em Pium

Policiais civis do 2º Distrito de Polícia Civil de Parnamirim prenderam, nesta quarta-feira (28), Jorio Felix de Medeiros Junior, 27 anos. Ele foi detido no distrito de Pium, em Parnamirim, pela suspeita do crime de receptação qualificada.

As diligências foram iniciadas após o recebimento de informações sobre o rastreamento de um relógio Apple Watch que havia sido levado durante um roubo a uma clínica odontológica, quando as vítimas tiveram seus pertences subtraídos, no dia 26 de abril, em Parnamirim.

As equipes mantiveram contato com a vítima e conseguiram localizar o relógio em um comércio de conserto de aparelhos celulares, em Pium. O relógio estava em posse de Jorio Felix, que foi conduzido à delegacia para autuação em flagrante e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.

A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima através do Disque denúncia 181 ou pelo Whatsapp do 2º DP (84) 98135-6724.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

O silêncio dos culpados

“Acostuma-te à lama que te espera!

O Homem, que, nesta terra miserável,

Mora, entre feras, sente inevitável necessidade de também ser fera.”

Augusto dos Anjos, Versos Íntimos

Sempre tive muita dificuldade de conviver com pessoas ridículas. Em regra, o ridículo não consegue se imaginar como tal e causa enorme constrangimento a todos. É o que chamamos de vergonha alheia quando nos deparamos com situações trágicas de tão embaraçosas.

Existem pessoas que não conseguem aguentar a convivência com os ignorantes; outras abominam a burrice e desprezam a prepotência. Para mim, ser ridículo é ser um pouco da fusão de todas essas “qualidades”.

Imagine que, no atual momento, o mundo inteiro está discutindo a melhor maneira de enfrentar a crise sanitária. Em todos os cantos e recantos do mundo, há uma corrente de solidariedade e compaixão com os infectados. Uma real força que emana da quase totalidade das pessoas no sentido de acompanhar o implemento das vacinas, de torcer pela queda do número de infectados, de manter um pensamento contra a dor, contra a solidão, contra o desespero da doença.

Enquanto me recolho para levar um pensamento positivo contra a angústia dos que sofrem, contra o medo natural que toma conta dos que percebem a gravidade da doença, consigo acompanhar a emoção natural de quem conseguiu se vacinar. Principalmente num país onde o Presidente da República optou por não comprar a vacina e investir na morte, por desprezar a ciência.

Pensamentos contraditórios ficam cada vez mais evidenciados: temos os que prezam e lutam pela vida, respeitam as normas que são ditadas pela medicina e os negacionistas, que pregam o culto à morte, ao sadismo. Contra os fascistas, que desconhecem a empatia e a solidariedade, vamos aos poucos nos posicionando e cortando as relações, mostrando nosso desprezo. A postura de enfrentamento das atitudes canalhas faz de nós pessoas com maior comprometimento à dor, seja nossa ou do próximo.

Mas eis que surge aquele que não tem noção do ridículo, num país onde o luxo maior é conseguir ser imunizado, pois o descaso criminoso do Presidente da República faz com que faltem vacina, oxigênio e insumos. Onde a política assassina optou, numa decisão medíocre e criminosa, por não permitir a compra das imunizantes. Onde, pelo que se sabe até agora, por ordem direta do irresponsável que ocupa a cadeira de Presidente, o governo deixou de comprar, várias vezes, lotes de milhões de doses que foram oferecidas pelas empresas.

O caos é tamanho que foi necessário o STF, prestigiando o direito constitucional das minorias, determinar a abertura de uma CPI no Senado Federal para acompanhar a tragédia causada pela Covid. O enredo, se levado a sério, terminará com a destituição e prisão dos responsáveis.

E aí, no meio de todo esse inferno, um general da ativa, Ministro da Casa Civil, numa reunião do Conselho da Saúde Suplementar, sem saber que estava sendo gravado, confessa para diversas autoridades que tomou a vacina escondido do Presidente da República.

É muito ridículo! É triste! É a cara desse governo. Um general com medo de um capitão se escondendo de um gesto que deveria servir como exemplo. Não é o ridículo em si que nos deprime, é o simbolismo desse gesto. Um governo de pessoas que não se dão ao respeito. De adultos que precisam se esconder como crianças. Que deveriam dar o exemplo, talvez um dos poucos gestos dignos desse governo que cultua a morte: o ato de vacinar. Ao invés de exaltarem a imunização, que significa vida, têm que se esconder, envergonhados, pois senão contrariam o chefe.

Um gesto simples que representa a dimensão do fracasso humano do governo, do pântano moral no combate ao vírus. Isso representa a medida do comprometimento dos membros do alto escalão com uma política de combate à crise sanitária, do grau de preocupação real com os quase 400 mil mortos que não conseguiram ser vacinados. O exemplo de um governo que não se assume. Uma tristeza ver a envergadura dos que são responsáveis pelo enfrentamento da tragédia que se abate sobre os brasileiros.

Cada gesto covarde de não confrontar significa um apoio à política negacionista. Cada omissão, um número maior de vítimas. Vítimas da falta de solidariedade, de atitude, de gestos inequívocos. A falta de ar que tira a capacidade de resistir do brasileiro que não teve a oportunidade de vacinar e busca, desesperadamente, acesso aos hospitais, ao oxigênio é, também, fruto da falta de coragem e de vergonha de quem não tem, sequer, noção do ridículo.

Bons tempos em que a poesia, na pessoa de Pessoa, nos dava outra hipótese de sermos ridículos no poema:

“Todas as cartas de amor são ridículas.

Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas.

Mas, afinal,

Só as criaturas que nunca escreveram cartas de amor, é que são ridículas.”

Antônio Carlos de Almeida Castro,

Kakay

Último segundo.

Fabricantes da Sputnik V anunciam processo contra a Anvisa por “difamação”

Foto: Sputinik V

O RDIF (Fundo Russo de Investimento Direto), responsável pela produção e distribuição da vacina Sputnik V, afirmou, nesta 5ª feira (29.abr.2021), que vai iniciar um processo judicial contra a Anvisa (Agência Nacional da Vigilância Sanitária).

O fabricante do imunizante contra a covid-19 diz que a agência reguladora “espalhou informações falsas e imprecisas intencionalmente”.

Em uma série de publicações no perfil institucional da vacina no Twitter, o fundo russo falou que a Anvisa “fez declarações incorretas e enganosas sem ter testado a vacina” ao negar a permissão de importação e uso emergencial do imunizante no Brasil.

O fundo citou ainda que a agência teria “desconsiderado documento oficial enviado pelo Instituto Gamaleya sobre a ausência de  adenovírus replicante”.

A página da Sputnik V na rede social disse também que o gerente de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes, teria “admitido o erro” ao dizer que a agência “não fez um teste para verificar se há adenovírus replicado” na vacina.

O Poder360 procurou a Anvisa para verificar se a fala de Mendes reconhece, de fato, um erro na análise do imunizante pelo órgão. Até o momento da publicação da reportagem, não houve resposta.

“PRESSÃO POLÍTICA”

Na 3ª feira (27.abr), Kirill Dmitriev, presidente do fundo russo, afirmou que a única justificativa plausível para a decisão da Anvisa de negar a autorização para importação da vacina seria “pressão política”.

“Acreditamos que a única motivação verdadeira para a decisão da Anvisa é a pressão política“, afirmou.

Dmitriev se referiu à admissão do governo dos Estados Unidos de ter pressionado o Brasil contra a compra da Sputnik V. “Gostaria de dar parabéns ao governo norte-americano, porque o objetivo deles provavelmente se concretizou agora“, disse.

“A Anvisa teve um comportamento estranho, não conversou diretamente com a gente e divulgou informações falsas para a imprensa. Nunca vimos nada parecido“, disse Dmitriev.

DECISÃO DA ANVISA

A Anvisa (Agência Nacional da Vigilância Sanitária) negou, na última 2ª (26.abr), a permissão para importação e uso emergencial excepcional da vacina Sputnik V.

Técnicos disseram ter identificado falhas no desenvolvimento da vacina russa, na qualidade e na segurança do imunizante. Todos os 5 diretores votaram para barrar a Sputnik V, depois de 5 horas de reunião.

Na ocasião, Gustavo Mendes afirmou que a Sputnik V usa como vetor o adenovírus. Ele é usado como “transporte” do material genético do coronavírus que irá condicionar o organismo a combater e neutralizar a infecção.

Nesses casos, o adenovírus é manipulado para não se replicar dentro do corpo. Mas, segundo a Anvisa, os técnicos encontraram adenovírus replicantes em todos os lotes da Sputnik V submetidos ao controle de qualidade da agência. O fabricante nega.

O RDIF afirma que os únicos tipos de adenovírus replicantes utilizados na vacina são “inofensivos para o corpo humano“. Também diz que a Anvisa não pediu nenhuma informação sobre os adenovírus e sobre como eles são utilizados na composição da vacina.

Fonte: Poder 360

Rio Grande do Norte registra maior alta de empregos em março da última década

Rio Grande do Norte registrou o terceiro mês seguido de alta na geração de empregos no ano. Após acúmulo de 4.093 novos postos de trabalho nos meses de janeiro e fevereiro, o mês de março fechou com alta de mais 2.116 novas carteiras assinadas – o melhor índice dos últimos 10 anos para este período. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, divulgados nesta quarta-feira (28).

O setor de serviços mais uma vez puxou a alta com 1.834 novos postos, seguido da construção civil (774) e comércio (765). A indústria, que no último mês havia fechado com perda de 230 empregos, voltou a subir com geração de 313 empregos. O segmento agropecuário mais uma vez puxou a maior queda, com 1.570 demissões.

“Os incentivos concedidos pelo Governo do Estado às empresas potiguares aliados ao pagamento em dia do salário dos servidores e das folhas atrasadas têm ajudado a economia do Rio Grande do Norte a se recuperar, levando empresas a contratarem mais trabalhadores e trabalhadoras. São medidas que geram mais emprego, mais renda e mais arrecadação tributária e alimenta um ciclo virtuoso que leva a mais consumo, mais emprego, mais renda e mais arrecadação de tributos”, comenta o titular da pasta de Planejamento e Finanças do Estado, Aldemir Freire.

Em 2020, o Estado potiguar, já afetado pela pandemia, registrou perda de 2.816 empregos no mês de março. No trimestre acumulava queda de 5.924 postos de trabalho. Com os números de março deste ano, o Rio Grande do Norte figura na terceira colocação entre os nove Estados do Nordeste na geração de empregos no período. Com as altas de janeiro (+2.250), fevereiro (1.799) e março (2.116), já são 6.165 novas admissões em 2021.

Em 2020, com o recrudescimento da pandemia e a perda brutal de 15.720 empregos formais, apenas entre março e maio, o Estado potiguar ainda registrou saldo positivo de 1.769 novas vagas, fruto da reabertura econômica do segundo semestre. Novembro de 2020, por exemplo, registrou a maior alta dos últimos 24 anos, com 4.796 novas empregos. Desde o mês de agosto, após o período mais nefasto da pandemia na economia, o RN registra seguidas altas na geração de empregos. Para efeito de comparação, entre 2015 e 2018, período da última gestão, foram perdidos mais de 18 mil postos formais de trabalho.

Em mais 114 requerimentos, CPI da Covid quer convocar 4 governadores

Foto: Sérgio Lima/Poder360 

A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid, instaurada no Senado nessa 3ª feira (27.abr.2021), já recebeu pelo menos 288 requerimentos feitos pelos senadores. Entre as convocações estão o pedido de depoimentos de 4 governadores: João Doria (PSDB), de São Paulo, Wilson Lima (PSC), do Amazonas, Rui Costa (PT), da Bahia, e Hélder Barbalho (MDB), do Pará.

Além disso, os prefeitos e ex-prefeitos de 5 cidades também podem ser convocados pelo colegiado. São eles: David Almeida (PSB), de Manaus (AM); Toninho Colucci (PL), de Ilha Bela (RJ); Roberto Claudio Bezerra (PDT), ex-prefeito de Fortaleza (CE); João Rodrigues (PSD), de Chapecó (SC); e Walter José Lessa (PTB), de São Lourenço (MG).

A comissão vai investigar as ações do governo federal e o uso de recursos da União por Estados e municípios no enfrentamento à pandemia. As solicitações incluem pedidos feitos no 1º e no 2º dia da CPI. Ainda existem requerimentos para informações sobre o fornecimento de respiradores, EPIs (equipamentos de proteção individual), medicamentos do “kit intubação” e de oxigênio.

No total, são 288 requerimentos, 114 foram apresentados na 4ª feira (28.abr.2021). Os pedidos precisam ser pautados pelo presidente do colegiado, Omar Aziz (PSD-AM), e receber o aval da comissão.

O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), foi convidado pela CPI da Covid. Mas, segundo o requerimento do senador Alessandro Vieira, Dias será ouvido como presidente do Fórum de Governadores para “auxiliar os trabalhos desta Comissão Parlamentar de Inquérito“.

Além dos prefeitos e governadores, os senadores também querem ouvir especialistas na área de saúde. Entre os convocados estão o dr. Dauzio Varella e a pesquisadora Natalia Pasternak. O pedido de convocação foi feito pelo senador Humberto Costa (PT-PE).

A crise de oxigênio de Manaus também foi um interesse dos congressistas. Lourival Nunes, diretor de desenvolvimento medicinal da White Martins, e Christiano Cruz, gerente da empresa foram convocados. A White Martins é fornecedora de oxigênio hospitalar no Amazonas e em outros Estados brasileiros.

Outro requerimento dos congressistas foi de representantes de planos de saúde brasileiras. Presidentes de unidades locais da Unimed foram convocados. O presidente nacional da Unimed, Omar Abujamra Júnior, também foi lembrado. Assim como o diretor executivo da Prevent Senior, Fernando Parillo, e o presidente da Hapvida, Jorge Pinheiro Koren de Lima.

O Poder360 mostrou, em abril, que a Hapvida, a Prevent Senior e a Unimed Rio receitam o tratamento precoce antes mesmo do exame de covid-19. Entre os medicamentos prescritos estão a hidroxicloroquina e a ivermectina. Estudos mostram que esses remédios não têm eficácia cientificamente comprovada, de modo conclusivo, contra o coronavírus, mas o uso é defendido pelo presidente Jair Bolsonaro.

A instalação da CPI foi determinada em 8 de abril pelo ministro do STF Luís Roberto Barroso –que concedeu liminar (decisão provisória) em ação movida pelos senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Jorge Kajuru. Eis a íntegra (204 KB).

O requerimento para instalação da comissão, de autoria de Randolfe Rodrigues (Rede-AP), foi lido pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (MDB-MG), em 13 de abril.

Em 14 de abril, o plenário da Corte chancelou a decisão de Barroso, por 10 votos a 1. O único que não acompanhou o relator foi o ministro Marco Aurélio Mello.

Fonte: Poder 360

Estados receberão 864 mil unidades de medicamentos de intubação

Foto: Américo Antônio

O Ministério da Saúde anunciou hoje (29) a distribuição de mais 864 mil unidades de medicamentos de intubação orotraqueal (IOT). A expectativa é de que esses insumos estejam à disposição de estados e municípios em até 48 horas.

Os medicamentos foram adquiridos por meio de pregões e de aquisições feitas junto à Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS). Segundo o ministério, a distribuição às unidades federativas será feita por meio de parceria com o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass) e com o Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

“A divisão leva em conta o consumo médio mensal e os estoques dos medicamentos – as duas informações essenciais para a consolidação do processo de divisão dos insumos pelo país”, informou, em nota, o ministério. Acrescentou que o país receberá mais 1,1 milhão de unidades de medicamentos do kit intubação, doados por empresas, o que deve ocorrer “nos próximos dias”.

Fonte: Agência Brasil

Em Mossoró, cestas básicas são entregues a famílias em alta vulnerabilidade social

Em parceria com o Governo Federal, a Secretaria de Desenvolvimento Social e Juventude de Mossoró (SMDSJ) iniciou na quarta-feira, 28, a entrega de cestas básicas para famílias com idosos, deficientes e em alta vulnerabilidade social. Essa primeira etapa terá a entrega de 966 cestas básicas as famílias cadastradas e acompanhadas pelos equipamentos socioassistenciais da pasta.

A secretária do Desenvolvimento Social, Janaína Holanda, destaca que essas famílias contempladas já passaram por seleção para receberem a complementação alimentar. A titular da pasta ressalta que as cestas são entregues nas residências dessas famílias.

“As cestas básicas são entregues a famílias que tem no seu núcleo familiar pessoas com deficiências, idosos ou famílias em extrema pobreza. É muito importante dizer que as pessoas não precisam ir as CRAS (Centro de Referência em Assistência Social). Essa seleção já foi feita com base nas famílias que nós atendemos nos nossos equipamentos socioassistenciais. Essas famílias estão recebendo as cestas básicas em suas casas”, disse.

Janaína Holanda lembra que as equipes do Desenvolvimento Social e Juventude acompanha essas famílias de acordo com as necessidades. Elas também realizam outros serviços, enfatiza a secretária.

“Nossas equipes estão fazendo o acompanhamento das famílias de acordo com as necessidades. Por exemplo: se tem uma família que precisa de documentação a gente providencia essa documentação e verifica ainda se está inserida em algum programa social. Encaminha também famílias para o primeiro emprego. É um trabalho direcionado para que as famílias consigam sair dessa situação de vulnerabilidade social”.

Uma das pessoas beneficiadas com a cesta básica, a dona de casa Vanda Gonçalves agradeceu a entrega dos alimentos, mas enfatizou o sonho de conseguir um emprego para sustentar os três filhos.

“Para quem não tinha nada pelo menos essa semana vai ter o que meus filhos comerem. Mas o melhor seria se aparecesse uma coisa certa, fixa para eu trabalhar porque meu sonho é trabalhar. Eu quero trabalhar”, disse Vanda que é diarista e está desempregada.

A idosa Noelice Carvalho também recebeu uma cesta básica. Ela falou que os alimentos vão reforçar a despensa nos próximos dias. “A importância é muito boa porque já diminui o que eu ia gastar e as outras coisas que faltam. É muito importante essa feira. Deus abençoe a vocês todos em nome de Jesus essa pandemia vai acabar e a agente vai continuar com nossa atividade”.

Câmara de Natal aprova lei que concede redução do ISS para empresas de ônibus

A Câmara Municipal de Natal votou nesta quarta-feira (28), em regime de urgência, o projeto de Lei Nº 232/2021, de autoria do Poder Executivo Municipal que trata da concessão da isenção do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) às empresas concessionárias e permissionárias do transporte público da capital.

A matéria teve 18 emendas apresentadas pelos parlamentares e, ao final, foi aprovada com seis emendas. Entre elas, a de autoria do vereador Preto Aquino (PSD), que determina que as empresas beneficiadas devem dispor de 100% de sua frota para circulação imediata, sendo o descumprimento deste requisito causa para revogação do benefício fiscal com a cobrança do retroativo acaso o descumprimento se dê no curso do período delimitado. “É imprescindível e o mais importante, o retorno imediato da frota, os 100% na sua totalidade como vinha sendo operado antes da pandemia”, comentou Preto.

Outras duas emendas aprovadas foram a de autoria do vereador Anderson Lopes (SD), que deixa isento entre 1 de maio e 31 de dezembro de 2021, o ISS cobrado às empresas e também proíbe o aumento de passagens enquanto esta lei estiver em vigor obedecendo o período de isenção; e a emenda consensualizada da vereadora Brisa Bracchi (PT) e do vereador Tércio Tinoco (PP), que trata da permissão da concessão mediante manutenção dos benefícios de gratuidade para idosos, pessoas com deficiência, a meia passagem estudantil e a manutenção e/ou reparo das plataformas de acessibilidade nos veículos.

Favorável à matéria, o vereador Raniere Barbosa (Avante) ressaltou a importância da lei, porém alertou a existência de um contraponto. “Votei favorável por entender que neste momento há uma necessidade de ter uma frota de 100% circulando na cidade para inibir a transmissibilidade da Covid; no entanto o que questiono é porque a lei das licitações é muito clara, quando há um serviço continuado de transporte público e houve já duas licitações que deram desertas, era para se ter um contrato emergencial e Natal hoje não tem contrato nenhum com as atuais empresas”, explicou Raniere.

Já a vereadora Ana Paula (PL), única a votar contrário, explicou as razões. “Voto contrária por acreditar que não vai haver a mudança por parte da empresas. Sou um pouco pé atrás quando fala em empresa de transporte público, por já ter presenciado aqui na Câmara Municipal o descumprimento de leis e intenções, por isso, não acredito que haverá essa contrapartida pelas empresas”, declarou.

Guedes pede a Fux que julgamento do ICMS não tenha efeito retroativo

O ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu ao presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Luiz Fux, que a Corte limite o prejuízo do julgamento que exclui o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) da base de cálculo do PIS e da Cofins em RS 240 bilhões.

A solicitação feita pelo ministro da Economia, em reunião realizada na sede do Supremo nessa 4ª feira (28.abr.2021), foi para que a medida não tenha efeito retroativo, o que poderia fazer o valor do prejuízo ser ainda maior. A informação foi publicada no jornal Folha de S.Paulo nesta 5ª feira (29.abr).

O julgamento sobre o tema está marcado como o 2º item da pauta na tarde desta 5ª (29.abr). No caso, a União pede para o Supremo esclarecer o alcance da decisão tomada em 2017 de excluir o ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins.

O objetivo do governo federal é que seja aplicada a chamada “modulação de efeitos” na decisão de 2017. Isso ocorre quando o Supremo decide que uma nova regra só pode ser usada para processos futuros.

Como o Supremo não definiu a extensão do resultado do julgamento de 2017, instâncias inferiores do Judiciário têm dado decisões contrárias à União. A intenção do governo é evitar que novas decisões nesse sentido sejam tomadas pela Justiça.

Fonte: Poder 360

Feira livre de Santo Reis é antecipada para esta sexta-feira (30)

Nesta semana, a feira livre do bairro Santos Reis será antecipada do sábado (01), para sexta (30), em virtude do feriado nacional de 1º de maio, Dia do Trabalhador. A antecipação acontecerá somente nesta semana.

Nos demais bairros, não haverá necessidade de mudança da data, uma vez que as feiras funcionam aos domingos em Emaús, Bela Parnamirim, Coophab, Liberdade e Nova Esperança; e às sextas-feiras em Cajupiranga.

Em todos os bairros, a atividade ocorre das 5h às 12h, com exceção da tradicional Feirinha de Pium, aberta diariamente, das 8h às 15h.

As feiras livres, consideradas serviços essenciais, continuam funcionando normalmente, mas devem manter o cumprimento de todos os protocolos de segurança.

Mainardi, Bosolnaro, Moro e Olavo de Carvalho se merecem

Nunca o grande Manoel de Barros foi tão lembrado por mim como no “debate” ontem: “Só uso as palavras para compor meus silêncios.”
Não serei eu, em nenhuma circunstância, que irei censurar a fala de um “humorista” – como o Mainardi – que abusou do direito de ser indelicado e agressivo no programa. Ele merece meu mais profundo desprezo. No final , ele se mirou em um de seus ídolos, o tal Olavo de Carvalho, e me agrediu verbalmente. Durante todo o programa, ficava reclamando, mas sem conseguir se manifestar de maneira clara e com um raciocínio lógico. Talvez ele precise de tratamento para superar a queda e a desmoralização dos seus ídolos, como insinuou o Haddad quando foi ao programa, ou talvez seja mesmo só essa figura patética e decadente. O Brasil é um país triste hoje em dia por ter um presidente do nível do Bolsonaro. O tal Diogo finge que é um crítico do Bolsonaro, mas são pessoas do mesmo naipe. Ele, Olavo, Moro e Bolsonaro se merecem. Eu fico com o grande Mário Quintana:
“Eles passarão, eu passarinho”

KAKAY

Vacina contra Covid-19 em Natal: veja quem pode ser vacinado hoje e o que fazer

A Prefeitura de Natal começou a vacinação contra a Covid-19 em 20 de janeiro e vem ampliando o público-alvo conforme chegam novas doses. Veja quem pode ser vacinado atualmente.

Primeira dose

O governo do estado do Rio Grande do Norte lançou a plataforma RN Mais Vacina para os candidatos à vacinação fazerem um pré-cadastro e agilizar a campanha de imunização.

De acordo com o governo do estado, o pré-cadastro não é um agendamento, mas vai garantir um atendimento mais rápido nos locais de vacinação e evitar a formação de aglomerações.

Quem não fizer o pré-cadastro também será vacinado após a realização do cadastro completo presencialmente na unidade de vacinação.

Para quem for receber a segunda dose, a Secretaria Municipal de Saúde reforça a importância de as pessoas observarem o cartão de vacinação, onde constam informações importantes como o tipo da vacina, data em que receberam a dose e previsão do reforço (a segunda dose).

DISTRITO SANITÁRIO NORTE I

  • UBS Pajuçara: Rua Maracaí, S/N, Conjunto Pajuçara
  • USF Nova Natal : Rua Do Pastoril, Nova Natal, Lagoa Azul
  • USF Redinha: Rua Do Campo, S/N , Redinha
  • USF Nordelândia: Rua José Da Silva, S/N, Lagoa Azul
  • USF Gramoré: Avenida Guaratinguetá S/N, Lagoa Azul
  • USF Parque Das Dunas: Avenida Mar Mediterrâneo, N° 101,Conjunto Parque Das Dunas, Pajuçara
  • USF Pompeia: Rua Oceano Atlânticos, N° 172, Nova República, Pajuçara

DISTRITO NORTE II

DISTRITO SUL

DISTRITO LESTE

DISTRITO OESTE

G1 RN.

58% dos beneficiários do auxílio emergencial desaprovam governo Bolsonaro

Sérgio Lima/Poder360 12.01.2021

Pesquisa PoderData realizada de 2ª a 4ª feira desta semana (26-28.abr.2021) mostra que o governo do presidente Jair Bolsonaro é desaprovado por 58% dos brasileiros que receberam o auxílio emergencial em 2020. Outros 30% desse grupo aprovam a gestão federal, e 12% não souberam responder a pergunta.

Os números variaram dentro da margem de erro do estudo –de 2 pontos percentuais para mais ou para menos– e indicam estabilidade quando comparados aos resultados registrados 15 dias antes. Foram feitas 2.500 entrevistas em 482 municípios nas 27 unidades da Federação.

As taxas observadas nesse estrato (de beneficiários do auxílio) são próximas às da avaliação geral do governo (57% de desaprovação e 35% de aprovação).

A nova rodada do auxílio emergencial começou a ser paga em 6 de abril, para mitigar os efeitos da pandemia de covid-19 entre os brasileiros mais pobres. Em 2020, foram 9 parcelas, de R$ 600 e de R$ 300. Em 2021, o governo decidiu estender o benefício em mais 4 partes, com menor valor, –de R$ 150 a R$ 375– a 45,6 milhões de pessoas.

PoderData mostrou que, no início de abril, 82% da população achava “muito baixo” o valor do novo benefício (em média, R$ 250).

Esta pesquisa foi realizada no período de 26 a 28 de abril de 2021 pelo PoderData, a divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Foram 2.500 entrevistas em 482 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

AVALIAÇÃO ENTRE NÃO-BENEFICIÁRIOS

Esta rodada do PoderData mostra um certo equilíbrio entre o humor dos que receberam e dos que não receberam o auxílio em 2020. São 58% e 57% de desaprovação, respectivamente.

A aprovação é levemente maior entre os não-beneficiários (38%) do que no grupo que recebeu o dinheiro (30%). Na avaliação geral, a taxa é de 35%.

AUXÍLIO X AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE BOLSONARO

PoderData também pergunta o que os entrevistados acham do trabalho pessoal do presidente: bom/ótimo, regular ou ruim/péssimo. Com esses dados computados, o estudo separa os resultados em 2 grupos: beneficiários e não-beneficiários do auxílio emergencial.

A rejeição ao desempenho pessoal de Bolsonaro é levemente menor no grupo que recebeu o coronavoucher: 47%, ante 51% na população geral. Entre os que não receberam, a taxa é de 55%. A aprovação é de 26% em todos os estratos.

QUANTO CUSTOU O AUXÍLIO

As 9 parcelas do auxílio emergencial em 2020 custaram R$ 294,7 bilhões, cerca de 4% do PIB (Produto Interno Bruto).

O benefício chegou diretamente a 68,2 milhões de pessoas, o que representa 32,2% da população e cerca de 40% das residências do país.

Chamado de coronavoucher por alguns integrantes do governo, o estipêndio foi financiado por meio da emissão da dívida pública, que atingiu R$ 5 trilhões em 2020. O estoque do passivo brasileiro atingiu o nível recorde de 89,3% do PIB.

Do total de beneficiários do auxílio, 19,5 milhões já recebiam Bolsa Família. Outros 10,5 milhões estavam inscritos no cadastro único. Já 38,2 milhões, os

chamados de “invisíveis”, tiveram que fazer um cadastro pelo aplicativo da Caixa ou no site para terem o direito ao benefício reconhecido pelo governo.

PODERDATA

Leia mais sobre a pesquisa PoderData:

O conteúdo do PoderData pode ser lido nas redes sociais, onde são compartilhados os infográficos e as notícias. Siga os perfis da divisão de pesquisas do Poder360 no Twitter, no Facebook, no Instagram e no LinkedIn.

PESQUISAS MAIS FREQUENTES

PoderData é a única empresa de pesquisas no Brasil que vai a campo a cada 15 dias desde abril de 2020. Tem coletado um minucioso acervo de dados sobre como o brasileiro está reagindo à pandemia de coronavírus.

Num ambiente em que a política vive em tempo real por causa da força da internet e das redes sociais, a conjuntura muda com muita velocidade. No passado, na era analógica, já era recomendado fazer pesquisas com frequência para analisar a aprovação ou desaprovação de algum governo. Agora, no século 21, passou a ser vital a repetição regular de estudos de opinião.

Poder 360.

Anvisa agiu por “precaução” ao negar importação da Sputnik V, diz gerente geral

O gerente geral de medicamentos da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Gustavo Mendes, afirmou nessa 4ª feira (28.abr.2021) que a decisão de negar permissão de importação da vacina Sputnik V foi pelo “princípio da precaução”. Ele avalia que a fabricante do imunizante pode seguir dois caminhos para conseguir a aprovação.

A diretoria do órgão se reuniu na 2ª feira (26.abr) e decidiu por não aceitar os pedidos de 10 Estados para a compra e uso emergencial do imunizante russo. Todos os 5 diretores votaram em favor de barrar a Sputnik V.

A vacina tem potencial de gerar um adenovírus geneticamente modificado, o qual não conhecemos suas reações no corpo humano e nem seus potenciais riscos”, disse Mendes à CNN Brasil nessa 4ª feira (28.abr).

“Analisamos dados que recebemos da Rússia e não vimos estudos que mostrem a segurança da vacina. O princípio da precaução foi o que nos levou a não recomendar.

A Sputnik V tem como vetor o adenovírus –usado como transporte do material genético do coronavírus. A presença desse material genético fará com que o sistema imunológico humano combata e neutralize a infecção, criando anticorpos.

O adenovírus é manipulado para não se replicar dentro do corpo. Os técnicos da Anvisa encontraram adenovírus replicantes em todos os lotes da Sputnik V submetidos ao controle de qualidade da agência.

Depois da reunião que barrou a importação, Mendes declarou que não foram apresentados estudos sobre como o adenovírus replicante se comportaria dentro do corpo humano e que tipos de danos poderia causar.

A Anvisa também enfrentou dificuldades para avaliar as fábricas onde o imunizante é produzido. A agência tentou obter relatórios de inspeção de outras agências regulatórias, mas os documentos não contemplavam todos os pontos necessário para a análise do órgão brasileiro.

À CNN, o gerente geral afirmou que a decisão é técnica e não foi tomada por pressão política.

Kirill Dmitriev, presidente do RDIF (Fundo Russo de Investimento Direto) responsável pela produção e distribuição da vacina Sputnik V, disse na 3ª feira (27.abr) que a única justificativa para a decisão é “pressão política”.

Acreditamos que a única motivação verdadeira para a decisão da Anvisa é a pressão política”, afirmou. Dmitriev se referiu à admissão do governo dos Estados Unidos de ter pressionado o Brasil contra a compra da Sputnik V. “Gostaria de dar parabéns ao governo norte-americano, porque o objetivo deles provavelmente se concretizou agora”, disse.

Em nota à imprensa, o RDIF apresentou dados de estudos clínicos que indicam que a Sputnik V é 97,6% eficaz contra o coronavírus. Eis a íntegra (374 KB), em português.

O RDIF afirmou ainda que outras agências reguladoras de 62 países já aprovaram a Sputnik V.

Nós não inviabilizamos a vacina”, falou Mendes nessa 4ª (28.abr). “Uma solução para a empresa, além de provar a segurança desse vírus replicante, seria mudar o processo de fabricação de vírus. Então são duas estratégias que a empresa pode tomar para viabilizar essa vacina.

Até o momento, 14 Estados e 2 municípios pediram autorização para importar e comprar a Sputnik V, ainda que a vacina não tenha uso autorização emergencial no país.

O prazo de 10 pedidos estava no limite. A reunião de 2ª feira (26.abr), que culminou na recusa ao pedido de importação, avaliou os pedidos de Acre, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia e Sergipe.

As demais solicitações (de Alagoas, Amapá, Pará e Tocantins, além das cidades Maricá e Niterói) serão avaliadas dentro do prazo –e podem ter um desfecho diferente, caso novos dados sejam apresentados.

Poder 360.