A onda de apoios ao projeto liderado por Cadu de Lula rumo ao Governo do Rio Grande do Norte segue crescendo, e nesta quarta-feira (21), mais uma grande liderança da região Oeste, a prefeita Ludmila Amorim, de Rafael Godeiro, está aderindo à candidatura de Cadu no segundo turno.
Dezenas de prefeitos já declararam apoio a Cadu de Lula, defendendo que ele é o melhor e mais preparado candidato para governar o RN nos próximos quatro anos.
São lideranças municipais de cidades de todas as regiões do Rio Grande do Norte se somando aos mais de 718 mil votos que Cadu de Lula obteve no primeiro turno.
“Recebo com muita responsabilidade o apoio de cada um dos prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças. Fico feliz de contar com a amiga Ludmila nesse projeto. Agradeço a decisão e reafirmo que dedicarei cada gota de suor para fazer o RN um estado ainda melhor. Vamos juntos trabalhar pelo RN e por Rafael Godeiro”, disse Cadu de Lula.
A cidade de Mossoró presenciou, nesta terça-feira (20), um dos maiores atos políticos já registrados na sua história. O candidato a governador Cadu de Lula protagonizou um piseiro histórico fazendo a tradicional descida do Alto de São Manoel, reunindo uma verdadeira multidão na Avenida Presidente Dutra, que foi acompanhada por lideranças locais e nacionais, como o ministro das Relações Institucionais do Brasil, José Guimarães, o governador reeleito do Ceará, Elmano de Freitas, e a senadora eleita pelo Ceará Luizianne Lins.
A mobilização marcou mais uma grande demonstração popular de apoio ao candidato de Lula ao Governo do Rio Grande do Norte. Acompanhado da governadora Fátima Bezerra, da senadora eleita Samanda Alves, e da candidata a vice-governadora Larissa, filha de Mossoró, Cadu de Lula arrastou o povo em uma passeata histórica na Capital do Oeste.
Cadu ressaltou que a mobilização representa uma resposta a uma convocação coletiva em prol do futuro do estado e do país, mencionando a importância da reta final da campanha a poucos dias da eleição. O candidato enfatizou a necessidade de garantir a vitória e de ampliar a votação expressiva para o presidente Lula no Rio Grande do Norte, conectando o projeto estadual ao cenário nacional.
Ao discursar, Cadu destacou os princípios fundamentais da sua candidatura e registrou: “o meu governo vai ser pautado por honestidade, por compromisso, por trabalho para quem mais precisa do estado, que são todos vocês que precisam de saúde pública, de educação pública, de qualidade. É a verdade contra a mentira, é honestidade contra a corrupção, é trabalho contra a ilusão”, destacou Cadu.
O governador reeleito do Ceará, Elmano, destacou a força da parceria dos estados irmãos: “eu estou aqui cheio de alegria, de esperança, para a gente ter essa grande união nordestina, do país, do time do Lula. Porque nós sabemos que, quando o time do Lula governa o país, governa os estados, e o fato de estar de mãos dadas, pode fazer muito mais pelo povo”.
O Instituto Municipal de Previdência Social dos Servidores de Mossoró (Previ Mossoró) alcançou a marca de R$ 253.462.970,58 em patrimônio. O balanço com os números atualizados foi divulgado nesta quarta-feira (21).
O valor em caixa garante estabilidade financeira à Previdência Municipal e segurança para o pagamento dos benefícios aos servidores aposentados e pensionistas. Para não deixar os recursos parados, o Previ Mossoró mantém o dinheiro aplicado em pelo menos 20 fundos de investimentos, com acompanhamento e consultoria especializada.
As aplicações são acompanhadas pelo Conselho Previdenciário, Comitê de Investimentos e Conselho Fiscal, que atuam na fiscalização e no acompanhamento da gestão dos recursos. As aplicações são feitas em instituições como Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Banco do Nordeste.
“Nosso compromisso é administrar os recursos com responsabilidade, garantindo o pagamento em dia dos aposentados e pensionistas e trabalhando para preservar a segurança financeira da previdência municipal”, destacou o presidente do Previ Mossoró, Rodrigo Forte.
Carlos Augusto Montenegro passou mais de quatro décadas à frente do Ibope, acompanhando eleições e ajudando a transformar as pesquisas de opinião em um dos principais termômetros da política brasileira. Hoje, aos 72 anos e aposentado do setor, o empresário acha que esses termômetros estão com problemas – e que os institutos podem estar subestimando a vantagem de Flávio Bolsonaro sobre Lula. Mesmo depois de a Quaest e o Datafolha mostrarem uma disputa de 51% a 49%, Montenegro acredita que a distância real entre os candidatos pode ser maior. “Quando vejo um resultado de 51% a 49%, prefiro interpretar como algo mais próximo de 53% a 47%,” Montenegro disse ao Brazil Journal.
Para o ex-presidente do Ibope, a dificuldade de entrevistar eleitores de direita, a violência em determinadas regiões e o resultado do primeiro turno são indícios de que as pesquisas não estão conseguindo retratar adequadamente o eleitorado. Mas sua convicção no favoritismo de Flávio vai além dos números. Montenegro vê uma tendência estrutural de crescimento da centro-direita no Brasil, agravada pela avaliação negativa do governo Lula e pela dificuldade da esquerda em se renovar. Nem mesmo as manifestações de rua da esquerda, que encheram a Avenida Paulista e a Avenida Atlântica, mudam a opinião de Montenegro de que uma virada é improvável. “Quem decide a eleição não está na rua: ele está em casa. É o eleitor silencioso que resolve,” disse. Abaixo, os principais trechos da conversa. Como o senhor está vendo os resultados das pesquisas nesta eleição? Mais uma vez, vimos discrepâncias entre as pesquisas e o primeiro turno. Está muito difícil fazer pesquisa hoje, principalmente com a metodologia que o Ibope utilizava. Tudo na rua está difícil porque temos uma rivalidade muito grande, que já vem de três eleições. As pessoas estão agressivas. Quando um pesquisador se aproxima, muita gente se afasta, xinga e às vezes até agride. Normalmente são mais pessoas de direita. Você percebe que aquela pessoa provavelmente vai votar na direita, mas não pode computar na entrevista porque ela não fornece as informações necessárias. As pesquisas por telefone também têm problemas. Você não consegue acessar determinadas pessoas durante o dia e os cadastros de celulares são falhos. E no Rio de Janeiro? Por que houve a maior discrepância? Existem áreas onde os pesquisadores simplesmente não conseguem entrar. São comunidades dominadas por milicianos e traficantes, que representam quase 20% do eleitorado do Rio. Mas hoje você encontra essas comunidades espalhadas pelo Brasil. A violência cresceu em Fortaleza, Salvador e também é forte em São Paulo. Foi assim na eleição do Wilson Witzel e agora nessa disputa envolvendo Eduardo Paes e Douglas Ruas. Não tem explicação você ter um candidato com oito pontos de vantagem e, no dia seguinte, acontecer o contrário. Acho que uma parte da população simplesmente não foi entrevistada. Diante dos últimos resultados, você acredita que Flávio Bolsonaro continua sendo o favorito, mesmo com a aproximação de Lula nas pesquisas? Eu acho. É só analisar as eleições de 2018, 2020, 2022 e 2024 para perceber uma tendência muito grande de centro-direita no Brasil e no mundo. Na eleição de 2022, a esquerda e o PT levaram uma surra tremenda. O único que ganhou foi o Lula, como pessoa física. Ainda existe um clima de torcida. O eleitor de esquerda costuma ser mais barulhento: você tem jornalistas, artistas, cantores, atores se manifestando. Veja uma manifestação na Avenida Atlântica, no Rio. Vamos supor que tenha 70 mil pessoas. Provavelmente todas já votavam no Lula. Da mesma maneira, muita gente que vai à Avenida Paulista de camisa amarela já votou no Flávio. Essas manifestações são importantes, mas reúnem os eleitores mais engajados, que brigam pelas suas convicções. Quem decide a eleição não está na rua: ele está em casa. É o eleitor silencioso que resolve. Mas as pesquisas mais recentes mostram 51% a 49%. Isso não indica que Lula tem uma chance de virar a eleição? Eu passei a interpretar essas pesquisas de maneira diferente. Quando vejo um resultado de 51% a 49%, não duvido que possa estar correto dentro da margem de erro. Mas, olhando para o primeiro turno, prefiro interpretar esse resultado como algo mais próximo de 53% a 47%. Por quê? Porque todos os institutos erraram no primeiro turno. Davam o Lula na frente por um, dois ou três pontos. O Datafolha, por exemplo, chegou a mostrar 45% a 42%. Então considero a possibilidade de a distância real ser maior. Não estou dizendo que a pesquisa necessariamente esteja errada. Mas depois do primeiro turno passei a ler esses números de outra maneira. Mas como as pesquisas podem evoluir? Trabalhei a vida inteira com isso, adoro pesquisa, mas o mundo mudou e precisamos encontrar novas formas de medir a opinião pública. O Ibope começou com pesquisa de televisão numa época em que a TV era um aparelho familiar, que ficava no meio da sala. Todo mundo chegava em casa, jantava e assistia à mesma programação. Hoje a televisão é como uma escova de dentes: cada um tem a sua. Cada pessoa faz sua programação na hora em que quer. As pesquisas também precisam acompanhar essa evolução. Não sei qual é a solução, mas precisamos olhar para esses detalhes. E as pesquisas estão conseguindo captar a transferência dos votos dos candidatos derrotados no primeiro turno? Esse é outro ponto que me chama a atenção. Você teve quatro candidatos de centro-direita, além do Flávio, que somaram cerca de nove milhões de votos. Não pode terminar o primeiro turno com esses nove milhões de votos disponíveis e começar o segundo com o Lula crescendo um ponto percentual e o Flávio crescendo um ponto também. Está esquisito. Olha os números. Você teve o Presidente da República, com toda a máquina pública na mão, recebendo cerca de 53 milhões de votos. Do outro lado, aproximadamente 65 milhões de pessoas não votaram nele: 56 milhões que escolheram Flávio e nove milhões que votaram nos demais candidatos. Isso significa que os 65 milhões vão votar no Flávio? Não. Mas é um dado muito importante, que confirma os números de rejeição e de avaliação negativa do governo. O que pesa mais: a rejeição ao Lula ou o crescimento estrutural da direita? As duas coisas. Existe uma mudança estrutural no eleitorado, que ficou clara nas eleições de 2022, 2024 e agora em 2026. Olhe o que aconteceu com o Congresso e, principalmente, com o Senado. Foi avassalador. Na minha opinião, o Supremo Tribunal Federal teve uma influência muito grande nesta eleição. Representou algo semelhante ao que a facada representou para Bolsonaro em 2018. Ajudou a mobilizar parte importante do eleitorado. Existe um sentimento de punição aos partidos tradicionais e às instituições. O PSDB praticamente acabou. O PT não acabou porque ainda tem Lula, mas, como partido, está definhando. Durante muito tempo, a disputa brasileira foi entre PT e PSDB. Depois virou bolsonarismo contra petismo. Quando Lula sair de cena, teremos outra disputa. Também não acredito que o bolsonarismo vá durar para sempre. Uma das críticas ao Lula é que ele estaria desconectado da realidade do eleitor. Você concorda? Não acho que ele esteja sem lucidez, mas existe uma fadiga de material total. O Lula é um político de outra época. Tem uma capacidade enorme de falar, de contar histórias. Mente com uma classe, como o Leonel Brizola mentia. Eu conheci esses personagens. Na entrevista à Globo, disse que só havia descoberto há 20 dias que o Bolsa Família, o maior programa social da história dos governos dele, estava sem reajuste. Você acredita nisso? E o que mais abalou o governo Lula foi a carestia. É o povão receber R$ 2 mil por mês, pegar R$ 300 para ir ao supermercado e descobrir que já não consegue comprar as mesmas coisas da semana anterior. Aí o governo comemora que a inflação caiu, mas o sujeito continua sofrendo no bolso. Às vezes nem é culpa do governo. Pode ser a guerra, o combustível, fatores externos. Mas tudo vai para a conta do governo. E eleição é sempre uma questão de esperança. O eleitor quer uma mudança. Pode ser para pior? Pode. Mas ele pensa: vamos tentar, porque do jeito que está não dá. Como imagina o cenário de 2030? A centro-direita vai continuar forte, mas acho que o bolsonarismo, como movimento comandado pela família Bolsonaro, tende a perder espaço. Em 2030, acho que o Tarcísio vem. Mesmo que Flávio seja eleito presidente? Mesmo assim. O Tarcísio não concorreu agora por três motivos: gratidão ao Jair Bolsonaro; a oportunidade de continuar governador de São Paulo; e porque ele percebeu que a família Bolsonaro preferia perder com Flávio a ganhar com ele. Mas em 2030 será diferente. Tarcísio não poderá disputar novamente o governo paulista e não gosta de ser senador ou deputado. É um executivo. Mesmo que Flávio ganhe e queira tentar a reeleição, acho que Tarcísio pode enfrentá-lo. Eles estarão em partidos diferentes. Você considera que algum acontecimento pode mudar o resultado desta eleição? Um debate ruim ou um escândalo de última hora? Acho muito difícil. Claro que eleição é eleição – e é preciso tomar cuidado com o salto alto. Mas os dois grupos são muito diferentes. A tribo bolsonarista e a tribo petista-lulista são como água e azeite. O eleitor do Bolsonaro pode até desistir de votar no Flávio, mas não vai votar no Lula. E o eleitor do Lula não vai votar no Bolsonaro. As pessoas falam: e se Flávio for muito mal no debate? Vou falar algo que pode soar uma besteira enorme: não muda nada. Até um escândalo não deve mudar nada. O eleitor pode ficar decepcionado e deixar de votar, mas dificilmente vai atravessar para o outro lado. E a abstenção? Pode ser decisiva numa disputa apertada? A abstenção tem outra questão importante: os cadastros eleitorais do TSE são muito desatualizados. Há pessoas que morrem e a família não comunica, outras mudam de cidade e não atualizam o título. Isso prejudica a interpretação dos números. Mas a abstenção costuma ser muito parecida entre o primeiro e o segundo turno. Neste ano tivemos cerca de 21% no primeiro turno. Acho que vamos ter mais ou menos isso no segundo.
Com o objetivo de aproximar o cidadão parnamirinense desse ato de solidariedade, a Câmara de Parnamirim, em parceria com o Hemonorte, realiza, nesta quarta-feira (21), das 8h30 às 16h30, mais uma edição da Campanha Cidadão Sangue Bom. A esteticista Ana Paula Ferreira, que participou da primeira edição, aproveitou a facilidade da vinda da unidade móvel do Hemonorte até à Casa Legislativa para chegar cedo e ser a primeira doadora do dia. A expectativa é fortalecer a cooperação entre legislativo e Hemonorte e garantir que a unidade visite mensalmente a Câmara de Parnamirim.
“A parceria entre a Câmara e o Hemonorte foi atualizada, voltando-se agora para um processo de continuidade. Estamos retornando com a unidade móvel, por meio do programa ‘O Hemonorte vai até você’, que permite ampliar o acesso dos cidadãos à doação. Com esse novo modelo, que estamos iniciando hoje aqui, viabilizaremos a visita da unidade todos os meses, em uma data fixa”, explicou Miriam Mafra, diretora de apoio técnico do Hemonorte.
Na unidade móvel, adquirida em setembro, são realizadas todas as etapas do processo de doação de sangue, que incluem cadastro, verificação dos sinais vitais, entrevista com a médica, primeiro lanche, doação e segundo lanche. “O cidadão de Parnamirim é sempre muito participativo. Nossa expectativa é que ocorram, no mínimo, de 50 a 60 doações hoje. A doação de sangue é um ato voluntário e altruísta, mas também é uma ação de cidadania consciente”, afirmou Miriam.
O servidor público Carlos Alberto voltou à Câmara de Parnamirim para realizar sua segunda doação de sangue. Ele também participou da primeira edição da campanha, que ocorreu em 2025. “Eu vim pela facilidade de acesso, já que moro aqui. Facilita muito a logística quando eles realizam essa ação na Câmara”, comemorou Carlos Alberto.
Os servidores da Casa Legislativa também participaram da ação. A recepcionista Jéssica Freitas repetiu o gesto de solidariedade. “Para mim, a doação de sangue representa muito. Só em saber que posso estar salvando uma vida, já sinto muita alegria e felicidade”, afirmou.
Quem pode doar
Podem doar sangue pessoas com idade entre 16 e 69 anos, peso igual ou superior a 50 kg e boas condições de saúde. É necessário não apresentar sinais de gripe, resfriado ou febre nos últimos sete dias e não ter feito tatuagem ou colocado piercing nos últimos 12 meses. Gestantes e lactantes com até 12 meses após o parto também não podem doar.
A tarde da terça-feira (20), foi marcada por comemoração, premiação e reconhecimento pelo trabalho desempenhado na Rede Municipal de Ensino de Mossoró. Escolas, alunos, professores, diretores e supervisores foram premiados pelo bom desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), avaliação em nível nacional.
Os resultados que representam o maior Ideb do Rio Grande do Norte, alcançado pela rede municipal de Mossoró, refletem as ações do programa “Mossoró Cidade Educação”, criado para garantir melhorias nas unidades de ensino e incentivar o desenvolvimento dos alunos da rede municipal. “Estamos hoje em uma tarde de premiação, mas principalmente de reconhecimento, de agradecimento a todos os profissionais da comunidade escolar que contribuíram e contribuem todos os dias para o grande resultado do Ideb de Mossoró. Estamos em um ano emblemático, um ano em que o município bateu todos os recordes do Ideb alcançando a maior pontuação do Rio Grande do Norte”, declarou o secretário municipal de Educação, Leonardo Dantas.
O secretário acrescenta também que entregar o prêmio a todos os envolvidos nos resultados tem um significado muito importante para a educação da Rede Municipal de Ensino. “O Ideb é um índice que mede a qualidade da educação no Brasil e entregar esse prêmio hoje é também dizer aos professores, diretores, supervisores e alunos que, em Mossoró, nós, além de buscarmos a excelência, reconhecemos quando essa excelência acontece”, acrescentou Leonardo.
PREMIAÇÃO
A premiação é em dinheiro, sendo premiadas as escolas que alcançaram os três melhores resultados no Ideb. A primeira colocada foi a Escola Municipal Rotary, o segundo melhor resultado foi para a Escola Municipal Francisco de Assis Batista e o terceiro melhor índice ficou com a Escola Municipal Professor Manoel Assis.
O Prêmio Ideb de Mossoró também garantiu premiação para as escolas que apresentaram avanço no Ideb em comparação ao resultado apresentado em 2023. O primeiro lugar ficou com a Escola Vereador José Bernardo, a segunda colocada foi a Escola Municipal Izabel Fernandes e o terceiro melhor resultado foi para a Escola Municipal Joaquim Felício de Moura.
Foi também da Escola Municipal Joaquim Felício de Moura a aluna que ganhou o primeiro lugar geral do Ideb. Melissa Camilo Freire Nascimento, 12 anos, aluna do 6.º ano. “Para chegar a esse resultado, estudei bastante e contei com a ajuda dos meus professores. Quando fiquei sabendo que tinha ganhado o prêmio, fiquei muito feliz e pretendo estudar ainda mais daqui para a frente”, relatou Melissa.
PRÊMIO IDEB
O Prêmio Ideb foi criado em 2023 pela Prefeitura de Mossoró, por meio da Secretaria Municipal de Educação, através do programa “Mossoró Cidade Educação”. A iniciativa visa incentivar, por meio de premiação em dinheiro, as instituições de ensino da rede municipal que se destacarem com os melhores índices no Ideb.
Para os professores, diretores e supervisores das escolas que também são premiados pelo bom desempenho, o prêmio representa mais que um valor em dinheiro. “Esse prêmio é muito importante para a escola. Não só eu, mas toda a equipe está muito emocionada e alegre. É reconhecer um trabalho feito em equipe, da direção da escola ao pessoal de apoio. Enfrentamos os desafios, temos as conquistas, procuramos envolver todos os segmentos, famílias e alunos para a gente alcançar esse resultado no Ideb”, declarou Jacirene Libânio da Silva, supervisora premiada da Escola Municipal Rotary, 1.º lugar no Ideb.
A Secretaria de Saúde vem a público prestar esclarecimentos sobre o atendimento ao bebê recém-nascido, de 14 dias de vida, realizado na UPA de Nova Esperança, e afirma que o mesmo já foi transferido graças ao empenho da direção.
O objetivo da gestão é esclarecer os fatos e manter a população informada sobre o caso.
A seguir, confira o vídeo da secretária de saúde Ana Michele!
Objeto metálico de aproximadamente 3,3 metros de diâmetro foi encontrado em uma plantação de milho no interior do estado do Minnesota, nos Estados Unidos — Foto: Gabinete do Xerife do Condado de Stevens, Minnesota
Um objeto metálico com cerca de 3,35 metros de diâmetro foi encontrado em uma plantação de milho em Scott Township, no estado de Minnesota, nos Estados Unidos. A principal hipótese é que a estrutura seja um fragmento de um foguete chinês, mas sua origem ainda não foi confirmada oficialmente.
Segundo a emissora CBS News, o escritório do xerife do condado de Stevens recebeu um chamado por volta das 15h30 da quarta-feira (14), após a descoberta de destroços desconhecidos no local.
Em comunicado publicado nas redes sociais, o Gabinete do Xerife informou que trabalha com órgãos estaduais e federais para identificar a origem do material, localizar seu responsável e organizar a retirada da estrutura. De acordo com as autoridades, o objeto não representa perigo para a população.
Post do Gabinete do Xerife do Condado Stevens, em Minnesota (EUA) que fala sobre o detrito espacial achado em plantação — Foto: Reprodução/Facebook
Foguete chinês é uma das hipóteses
Uma das possibilidades investigadas é que o fragmento pertença ao foguete Zhuque-2E, lançado pela China em 15 de setembro. A missão partiu do deserto de Gobi e tinha como objetivo colocar dez satélites em órbita para a constelação Qianfan, projeto de internet via satélite semelhante à Starlink, da SpaceX.
Dois elementos reforçam essa hipótese. O primeiro é a dimensão do objeto encontrado: o estágio superior do Zhuque-2E tem aproximadamente 3,35 metros de diâmetro, medida compatível com a estrutura localizada no milharal.
O segundo indício são relatos de bolas de fogo observadas no céu do Meio-Oeste dos Estados Unidos na noite de 15 de setembro, inclusive em regiões de Minnesota e Kansas. Segundo informações divulgadas por veículos de comunicação americanos, os registros podem ser compatíveis com a reentrada de destroços do foguete na atmosfera terrestre.
A emissora KGW8 informou que agricultores estimam que o objeto estivesse no campo havia pelo menos seis semanas. A avaliação teria como base o crescimento da plantação ao redor e por baixo da estrutura.
Apesar das coincidências, ainda não há confirmação oficial de que o material pertença ao foguete chinês. Segundo o site Ars Technica, a empresa responsável pela família de foguetes Zhuque ainda não havia reconhecido a procedência dos destroços.
Quem responde pela queda de destroços espaciais?
As regras internacionais estabelecem mecanismos de responsabilidade dos Estados por danos provocados por objetos espaciais. A Convenção sobre Responsabilidade Internacional por Danos Causados por Objetos Espaciais prevê, em determinadas condições, a responsabilização do Estado lançador por danos causados na superfície terrestre.
No caso de Minnesota, porém, ainda é necessário confirmar a origem do objeto e verificar se houve algum dano para determinar quais responsabilidades podem ser aplicáveis.
Um motociclista sofreu uma queda de cima de um viaduto na região metropolitana de Natal, após se envolver em um acidente de trânsito na terça-feira (20). Imagens registradas no local mostram a vítima caída na área inferior à estrutura da via, enquanto populares e motoristas que passavam pelo trecho param para prestar os primeiros socorros e acionar o atendimento de emergência.
De acordo com relatos preliminares colhidos no local, o condutor perdeu o controle da motocicleta na pista elevada, resultando na queda. O tráfego na região registrou lentidão devido à interrupção parcial e à curiosidade de motoristas. Equipes de segurança e resgate foram acionadas para prestar o atendimento necessário à vítima e controlar o fluxo de veículos. As circunstâncias exatas do acidente seguem sob apuração.
A corrida presidencial no segundo turno segue marcada pelo forte equilíbrio e por uma disputa aberta voto a voto. A pesquisa do instituto Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira (21), mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) numericamente à frente, com 51,1% dos votos válidos contra 48,9% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Como a margem de erro da pesquisa é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, a diferença de dois pontos entre os presidenciáveis aponta um cenário de empate técnico.
A vantagem de 2,2 pontos percentuais do candidato do PL sobre o petista nos votos válidos também permanece dentro da margem de erro de 2,5 pontos, o que impede indicar uma liderança consolidada a poucos dias da eleição.
Votos Totais e Indecisos
No cenário de votos totais, o percentual de eleitores que pretendem anular, votar em branco ou que ainda não definiram sua escolha representa uma parcela decisiva para o desfecho da eleição:
Flávio Bolsonaro (PL):48,0%
Lula (PT):46,0%
Branco / Nulo: 3,4%
Não sabe / Não respondeu: 2,6%
Somados, brancos, nulos e indecisos chegam a 6% do eleitorado. O dado confirma que a conquista desse contingente não alinhado será o fator determinante para definir o próximo presidente do Brasil nesta reta final de campanha.
A pesquisa foi realizada pelo instituto Meio/Ideia entre os dias 15 e 19 de outubro de 2026. O levantamento ouviu 1.500 eleitores e apresenta uma margem de erro máxima de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está devidamente cadastrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número de registro BR-08251/2026.
A disputa pela governança do Rio Grande do Norte caminha para uma reta final extremamente competitiva. Segundo levantamento do instituto DataTrends, Allyson Bezerra aparece numericamente à frente na corrida pelo segundo turno, somando 49% das intenções de voto total. O candidato Cadu de Lula vem logo em seguida, com 46%.
Com uma diferença de três pontos percentuais separando os dois candidatos, o cenário reflete uma disputa acirrada. Considerando a margem de erro máxima de 2,83 pontos percentuais, Allyson e Cadu estão empatados tecnicamente.
Na contagem geral, o grupo de indecisos e votos brancos ou nulos soma 5% do eleitorado, confira os dados abaixo:
Allyson Bezerra: 49%
Cadu de Lula: 46%
Branco / Nulo: 3%
Não sabe / Não respondeu: 2%
A pesquisa do instituto DataTrends foi realizada entre os dias 16 a 18 de outubro e contou com 1.200 entrevistas. A margem de erro é de 2,83 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95% e o levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral com o número: RN-01690/2026 e BR-07585/2026
Com 29,89% dos seus trabalhadores formais submetidos à escala 6×1, o Rio Grande do Norte possuiu a quarta maior proporção do Nordeste de profissionais nessa jornada. Os dados, com base no balanço do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), revelam que 141,4 mil dos 473,7 mil trabalhadores com carteira assinada no estado serão diretamente impactados pela recente transição legislativa que estabelece dois dias de descanso semanal e reduz gradualmente a jornada para o teto de 40 horas.
O índice potiguar supera a média da Região Nordeste, que é de 28,50%. No ranking regional, o estado fica atrás apenas de Alagoas (32,9%), Bahia (32,52%) e Sergipe (30,9%). Em âmbito nacional, 14,7 milhões dos 44,5 milhões de empregados sob o regime da CLT cumpriam a rotina de seis dias de trabalho para um de folga equivalente a 33,2% do mercado formal do país.
Subnotificação e o Impacto no Setor Informal
Especialistas alertam que a extensão real da escala de trabalho no estado é ainda maior. Segundo a auditora-fiscal do trabalho e chefe da Fiscalização no RN, Rossana Nunes Chaves, em entrevista ao jornal Tribuna do Norte, os indicadores oficiais do MTE captam apenas a realidade da carteira assinada. “Esses números refletem exclusivamente o mercado de trabalho formal. O contingente real de pessoas submetidas à escala 6×1 é expressivamente maior quando consideramos os trabalhadores informais, autônomos e sem registro, que não entram nas estatísticas do estudo”, observa Rossana.
A auditora aponta que as maiores concentrações da jornada 6×1 estão em setores estratégicos para a economia do RN: transporte aéreo (53,2%), alojamento e hotelaria (52%), alimentação (47,1%) e comércio varejista em geral (42,2%).
Como a economia potiguar tem forte apelo no turismo, gastronomia e varejo, esses segmentos precisarão passar por um intenso planejamento operacional para reorganizar turnos e manter o atendimento contínuo exigido pelas atividades.
Qualidade de Vida, Saúde e Produtividade
O supervisor técnico do Dieese no Rio Grande do Norte, Ediran Teixeira, ressalta o peso que a medida representa para a mão de obra local. “Temos, proporcionalmente, mais trabalhadores na escala 6×1 no RN do que estados vizinhos como o Ceará”, destaca.
Para o economista, a transição para dois dias de descanso semanal tende a trazer benefícios estruturais tanto para a vida pessoal do trabalhador quanto para as empresas. “Os trabalhadores com mais tempo para descansar e se qualificar estarão mais aptos para produzir e gerar valor para as empresas”, conclui Ediran.
A Prefeitura de Mossoró vai disponibilizar transporte público coletivo gratuito no domingo (25), dia do segundo turno das Eleições 2026. A operação especial seguirá o planejamento elaborado pela Gerência Executiva de Operações de Transporte Público, com horários específicos para atender diferentes bairros e regiões da cidade.
A programação contempla sete linhas de ônibus, com viagens distribuídas ao longo do dia. O objetivo é facilitar o deslocamento da população até os locais de votação, garantindo o acesso ao transporte coletivo sem cobrança de tarifa.
A programação estabelece horários de saída dos bairros e do ponto de retorno indicado no planejamento, no Centro, na região da rua Felipe Guerra.
Confira abaixo os horários das linhas de ônibus (Linha/Itinerário/Saída do bairro/:
01
Redenção, Santa Delmira e Abolições
07h15, 09h, 11h, 12h05, 14h e 16h10
08h10, 10h20, 12h, 13h25, 15h10 e 17h25
05
Vingt Rosado, Alto da Pelonha, Odete Rosado e UERN
07h30, 09h20, 11h10, 12h50, 14h20 e 16h10
08h30, 10h20, 12h, 13h40, 15h20 e 17h
07
Nova Vida/Centro via UERN
07h30, 09h, 10h30, 12h, 13h20, 14h50 e 16h10
08h20, 09h50, 11h20, 12h50, 14h10, 15h30 e 17h25
08
Sumaré via Planalto Liberdade
07h30, 09h40, 11h30, 13h20, 15h20 e 17h10
08h30, 10h40, 12h30, 14h30, 16h30 e 17h30
10
Shopping via Rodoviária/Macarrão
07h30, 09h10, 10h50, 13h, 14h50 e 16h10
08h20, 10h, 12h15, 14h05, 15h30 e 17h20
12
Nova Mossoró via Santo Antônio
07h30, 09h10, 10h40, 12h40, 14h10 e 15h40
08h30, 10h20, 11h20, 13h20, 15h e 17h
Cidade Oeste
Via Bom Jesus e Belo Horizonte
07h30, 09h20, 11h, 12h55, 14h40 e 16h
08h30, 10h10, 12h05, 14h, 15h20 e 17h
A Prefeitura orienta que os eleitores verifiquem os horários antes de sair de casa e considerem o tempo de deslocamento até os locais de votação.
A gratuidade do transporte coletivo nos dias de votação atende às regras da Justiça Eleitoral, que estabelecem a oferta do serviço com frequência compatível com a dos dias úteis.
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) contará nesta semana com um ponto de vacinação no Hospital Municipal Francisca Conceição da Silva (HMFC) para o público-alvo da campanha, adolescentes de 10 a 14 anos, e também para as pessoas de 4 a 59 anos que tomaram a primeira dose três meses atrás.
O ponto funcionará nesta terça-feira (20), quarta-feira (21) e quinta-feira (22), das 17h30 às 21h30. O coordenador do Departamento do Programa Nacional de Imunização (DPNI), Etevaldo Lima, disse que o objetivo de ofertar a vacina no Hospital Municipal é chamar a atenção da população e facilitar ainda mais o acesso ao imunizante.
“Estamos levando para o hospital para chamar a devida atenção e lembrar esse público-alvo que tomou a primeira dose de que devem retornar para tomar a segunda dose, mas não tem necessariamente de ser no hospital municipal. Essa semana finalizariam todas as segundas doses. Muita gente falta tomar, mas, é claro, que o prazo dos três meses se daria até a próxima quarta, quinta-feira, mas, diante disso, mesmo quem tomou nessa semana pode tomar nas semanas seguintes. O importante é que tome a segunda dose”.
Etevaldo Lima lembra que a vacina é disponibilizada nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).
Levantamento da Gerp Mercadologia divulgado nesta terça-feira (20), aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 53% dos votos válidos contra 47% do presidente Lula (PT) no 2º turno das eleições presidenciais. A diferença é de seis pontos percentuais, acima do valor crítico de três pontos adotado pelo instituto, que considera a vantagem estatisticamente sustentada.
No cenário estimulado de votos totais, Flávio registra 50% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 45%. Outros 2% afirmam que não votariam em nenhum dos candidatos e 3% não souberam responder.
O levantamento mostra ainda que, no voto espontâneo, Flávio tem 49% e Lula, 43%. Outros 7% não souberam responder e 1% apresentou outras respostas. Em relação à primeira medição da série, Flávio avançou três pontos percentuais, passando de 46% para 49%.
A pesquisa ouviu 2.400 eleitores entre os dias 15 e 19 de outubro, utilizando média móvel de três dias. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.