Vendas em bares e restaurantes crescem 8,2% no RN, mas setor ainda enfrenta dificuldades financeiras

 

Foto: Divulgação

As vendas em bares e restaurantes do Rio Grande do Norte cresceram 8,2% em setembro de 2026, na comparação com o mesmo mês do ano passado. O resultado integra o Índice Abrasel-Stone, divulgado nesta semana, que apontou crescimento de 10,8% no Brasil no mesmo período. Apesar do desempenho positivo, os empresários potiguares ainda enfrentam dificuldades para equilibrar as contas, conforme revela a Pesquisa Mensal Abrasel – Situação Econômica do Setor de Alimentação Fora do Lar, referente a outubro de 2026.

O levantamento, com recorte estadual do Rio Grande do Norte e coleta realizada entre os dias 13 e 20 de outubro, mostra que apenas 31% dos bares e restaurantes potiguares registraram lucro em setembro, percentual cinco pontos abaixo da média nacional, de 36%. Outros 42% operaram em equilíbrio financeiro, enquanto 26% tiveram prejuízo.

Na comparação com agosto, 33% dos estabelecimentos potiguares registraram aumento no faturamento, percentual superior à média brasileira, de 28%. Por outro lado, 40% tiveram queda nas vendas e 24% mantiveram estabilidade, segundo a mesma pesquisa mensal.

Para o presidente da Abrasel no Rio Grande do Norte, Thiago Haddad, os indicadores demonstram que o crescimento das vendas ainda não representa uma recuperação financeira para todos os estabelecimentos.

“Os números mostram que o consumidor continua frequentando bares e restaurantes, o que é positivo para o setor. Mas precisamos observar que vender mais não significa necessariamente lucrar mais. Os empresários ainda enfrentam custos elevados com insumos, mão de obra e tributos, o que compromete as margens de lucro. Nosso desafio é transformar esse crescimento do faturamento em resultados mais consistentes, garantindo a sustentabilidade dos negócios e a manutenção dos empregos”, destaca Thiago Haddad.

A Pesquisa Mensal Abrasel de outubro também revela dificuldades relacionadas aos custos operacionais. No Rio Grande do Norte, 49% dos empresários não reajustaram os preços dos cardápios nos últimos 12 meses, enquanto 43% aplicaram aumentos iguais ou inferiores à inflação. Apenas 8% conseguiram reajustar os valores acima da inflação.

Outro indicador que chama atenção é o endividamento. Segundo o levantamento estadual, 39% dos estabelecimentos possuem pagamentos em atraso. Entre os empresários nessa situação, as principais pendências envolvem impostos federais (68%), tributos estaduais (48%), encargos trabalhistas (45%) e compromissos bancários (39%).

Expectativa positiva para o fim do ano

Apesar dos desafios financeiros, a Pesquisa Mensal Abrasel de outubro de 2026 aponta otimismo entre os empresários potiguares com a chegada dos últimos meses do ano. De acordo com o recorte estadual, 84% dos bares e restaurantes consideram que as festas de fim de ano contribuem para aumentar o faturamento dos estabelecimentos.

Entre os entrevistados, 49% esperam faturar até 10% a mais em relação ao fim de 2025. Além disso, 43% pretendem realizar contratações para atender ao movimento esperado no período.

O desempenho acompanha uma tendência nacional de crescimento identificada pelo Índice Abrasel-Stone. Segundo o indicador, as vendas de bares e restaurantes brasileiros avançaram 9,9% no terceiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano anterior. No Nordeste, o crescimento registrado em setembro foi de 12,7%, acima da média nacional.

Os resultados dos dois levantamentos mostram um cenário de crescimento das vendas, mas também evidenciam os desafios financeiros enfrentados pelos estabelecimentos, especialmente em relação à lucratividade, aos custos operacionais e ao endividamento.

Sobre as pesquisas

O Índice Abrasel-Stone acompanha mensalmente o desempenho das vendas no setor de alimentação fora do lar, com base em transações financeiras realizadas em 24 estados brasileiros. O indicador é desenvolvido pela Stone em parceria com a Abrasel.

Já a Pesquisa Mensal Abrasel – Situação Econômica do Setor de Alimentação Fora do Lar, edição de outubro de 2026, teve coleta realizada entre 13 e 20 de outubro. O recorte estadual do Rio Grande do Norte apresenta indicadores sobre a situação financeira dos estabelecimentos em setembro, variação do faturamento, reajustes de preços nos últimos 12 meses, endividamento e expectativas para as festas de fim de ano.

Gasolina volta a subir na Refinaria Clara Camarão

Foto: Adriano Abreu

Após duas semanas consecutivas de queda, o preço da gasolina voltou a subir na Refinaria Clara Camarão, em Guamaré, operada pela Brava Energia. Na atualização desta quinta-feira (29), o litro da gasolina A passou de R$ 3,99 para R$ 4,14, aumento de R$ 0,15. O diesel também registrou elevação.

O reajuste interrompe a sequência de duas reduções no preço da gasolina. Em 8 de outubro, o combustível custava R$ 4,07 por litro, na modalidade EXA. No dia 15, caiu para R$ 4,02 e, em 22 de outubro, teve nova redução de R$ 0,03, chegando a R$ 3,99. Com o aumento desta quinta-feira, o valor ficou R$ 0,07 acima do registrado no início do mês.

A refinaria atualiza semanalmente os preços dos combustíveis com valores que correspondem à comercialização na unidade e não representam, necessariamente, os preços cobrados nos postos.

O diesel, por sua vez, vinha apresentando trajetória de alta e estabilidade. Nesta quinta-feira, o Diesel A S500, na modalidade EXA, passou de R$ 7,04 para R$ 7,27 por litro. Com a aplicação da subvenção federal de R$ 2,12 por litro, o valor subiu de R$ 4,92 para R$ 5,15, uma diferença de R$ 0,23. Em 8 de outubro, o diesel custava R$ 6,82 na modalidade EXA, ou R$ 4,70 após a subvenção. Em 15 de outubro, passou para R$ 7,04, preço mantido na atualização do dia 22.

Na modalidade LCT, o comportamento foi semelhante. O Diesel A S500 aumentou de R$ 7,06 para R$ 7,28 nesta quinta-feira, alta de R$ 0,22 por litro. Com o desconto federal, passou de R$ 4,94 para R$ 5,16. Em relação a 8 de outubro, quando custava R$ 6,83, o combustível acumula aumento de R$ 0,45.

A subvenção de R$ 2,12 por litro de diesel rodoviário está prevista na Medida Provisória nº 1.391, de 11 de setembro de 2026, e no Decreto nº 13.121, de 21 de setembro de 2026, conforme a tabela de preços da refinaria.

Porto de Natal inicia exportação de gado vivo para a Arábia

Operação ocorre após a conclusão das exigências sanitárias| Foto: Divulgação

O Porto de Natal realizou entre estas terça e quarta-feira (28), o primeiro embarque marítimo de gado vivo do Nordeste. Foram enviados 2.700 animais à Arábia Saudita, gerando um movimento de R$ 20 milhões, segundo a Secretaria de Estado da Agricultura, da Pecuária e da Pesca do Rio Grande do Norte (Sape-RN). O segundo embarque será para o Egito com 4 mil animais, previsto para começar nesta quinta-feira (29).

A operação ocorre após a conclusão das exigências sanitárias e operacionais específicas para a atividade. O Porto de Natal, administrado pela Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern), foi habilitado para a operação pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) em 17 de junho deste ano.

A operação é acompanhada pela Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), Receita Federal e pelo Mapa. No RN, a primeira Estação de Pré-Embarque (EPE) de gado foi aprovada, com condicionantes, em agosto do ano passado.

Entre as exigências da operação está o cumprimento de procedimentos específicos para o transporte marítimo de animais vivos, com o objetivo de preservar o bem-estar animal. Uma dessas é a preparação de uma cama adequada para os animais durante a viagem, com materiais como palha de arroz e bagaço de cana-de-açúcar.

De acordo com o titular da Sape, Guilherme Saldanha, os animais passaram cerca de 16 dias em quarentena na região metropolitana de Natal e há empresas interessadas em transformar suas fazendas em Estação de Pré-Embarque (EPEs). “Nos próximos meses, deveremos ter pelo menos duas ou três EPEs novas”, diz.

Na avaliação da Sape-RN, a exportação abre perspectivas para a cadeia produtiva da pecuária do RN, com potencial para beneficiar produtores rurais, pecuaristas, transportadores, trabalhadores portuários e outros segmentos ligados à atividade. Guilherme Saldanha, destaca que a abertura desse mercado cria possibilidades tanto para os pequenos produtores que vendem seus animais quanto para os pecuaristas que investem na criação e na produção de bezerros. O secretário diz que o Governo pretende manter o incentivo para inserção desses produtores no mercado.

Este primeiro envio contou com animais fornecidos por 14 pequenos produtores e servirá para observação e avaliação do processo e da logística. Os próximos embarques deverão contar com registros de imagens. A atividade também pode gerar reflexos em segmentos como o transporte rodoviário, os serviços portuários e o fornecimento de alimentação.

Guilherme Saldanha avalia que a atividade pode impulsionar a pecuária no estado. “Se nós conseguirmos estabelecer um mercado para que toda semana saia um navio daqui, é o equivalente a instalar um frigorífico de grande porte, padrão JBS, que abate mil animais por dia. Só que não é abate, é levar para abater em outro país”, diz.

Ele estima que, quando consolidada, a atividade poderá movimentar até R$ 1,5 bilhão por ano no RN. “Se o Brasil movimentar 2 milhões de cabeças [de gado vivo] e, a partir de 2026, 2027, nós abocanharmos 15% desse mercado, vamos colocar R$ 1,5 bilhão”, calcula. Como exemplo, cita que a fruticultura movimenta esse valor anualmente no estado.

O Mapa foi procurado para comentar o assunto, mas não respondeu até o fechamento desta edição. A Codern informou que não conseguiria responder os questionamentos da reportagem nesta quarta-feira, devido ao Dia do Servidor Público.

Estados aprovam aumento de ICMS sobre gasolina, diesel e gás para 2027

O Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) aprovou na terça-feira (27), um aumento nas alíquotas do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) cobradas sobre a gasolina, o diesel e o gás de cozinha. A informação é do Poder 360.

Os reajustes serão de R$ 0,07 (+4,5%) por litro de gasolina, R$ 0,13 (+11,1%) por litro de diesel e R$ 0,91 (+4,8%) por botijão de 13 quilos de gás de cozinha. Os novos valores passam a valer em 1º de fevereiro de 2027 e foram oficializados nesta quarta-feira (28) no DOU (Diário Oficial da União).

Com as novas alíquotas, a alíquota do ICMS passará de R$ 1,57 para R$ 1,64por litro para a gasolina, de R$ 1,17 para R$ 1,30 por litro para o diesel e de R$ 1,47 para R$ 1,54 por quilo para o gás de cozinha. 

As alíquotas são reajustadas anualmente com base nos preços médios mensais dos combustíveis divulgados pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). O ajuste atual leva em consideração o período de fevereiro a setembro de 2026, em comparação ao mesmo intervalo de 2025. 

Essa metodologia é usada desde a implementação da Lei Complementar 192 de 2022, que estabeleceu o regime monofásico de ICMS sobre combustíveis no Brasil, definindo que o imposto incide uma única vez na cadeia de circulação e consumo. O ICMS é um tributo de competência estadual, ou seja, cobrado pelos governos dos Estados e do Distrito Federal.

O reajuste foi definido pelo Confaz no mesmo dia em que o governo renovou por mais 30 dias a subvenção de R$ 2,12 por litro de diesel vendido no país. A medida manteve a intervenção do Planalto no mercado de combustíveis, que segue pressionado pela alta do petróleo diante da continuidade da guerra no Oriente Médio. 

Desde fevereiro, o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) baixou uma série de medidas para conter o impacto da guerra nos preços finais ao consumidor, com subsídios e impostos para diesel, gasolina e outros combustíveis, como gás de cozinha e QAV (querosene de aviação).

O reajuste anunciado pelo Confaz é a 1ª alteração nos impostos estaduais sobre combustíveis desde o início do período de instabilidade no mercado internacional de petróleo.

Ao divulgar a decisão nesta 4ª feira (28.out), o Comsefaz (Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal) disse, sem dar detalhes, que também avalia uma nova proposta para reduzir o impacto para o óleo diesel.

“Dado o cenário de instabilidade mundial dos preços dos derivados de petróleo, os Estados monitoram e avaliam abreviar os termos da lei complementar quanto à atualização dos valores do diesel, assumindo o compromisso de cooperar por meio de esforços que concorram para o interesse do povo brasileiro”, diz a nota do conselho.

Setores econômicos cobram previsibilidade e investimentos

 

Da esquerda para a direita: Roberto Serquiz (Fiern); Marcelo Queiroz (Fecomércio); José Vieira (Faern); Zeca Melo (Sebrae/RN). Fotos: Adriano Abreu e Magnus Nascimento

Responsabilidade fiscal, segurança jurídica, infraestrutura e qualificação profissional estão entre as principais preocupações de representantes do setor produtivo do Rio Grande do Norte para o próximo ciclo de governo. As entidades defendem que a gestão estadual transforme essas prioridades em medidas concretas para ampliar os investimentos, fortalecer as empresas locais e gerar emprego e renda. As propostas abrangem desde mudanças na administração pública e parcerias com a iniciativa privada até ações específicas para a indústria, o comércio, os serviços e o agronegócio.

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (Fiern) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-RN) apresentaram aos candidatos agendas para o período de 2027 a 2030. Entre as medidas defendidas estão um plano plurianual de ajuste fiscal, o controle das despesas públicas e a ampliação das Parcerias Público-Privadas (PPPs). As entidades também apontam a necessidade de melhorar a infraestrutura logística e criar condições para atrair empreendimentos, com atenção ao saneamento e à segurança hídrica.

Para o presidente da Fiern, Roberto Serquiz, a falta de previsibilidade e os entraves à atividade econômica prejudicam a capacidade de expansão das empresas. Em manifestação publicada pela Tribuna do Norte, ele defendeu “um governo com responsabilidade fiscal, capacidade de gestão e disposição permanente para o diálogo”, além de uma agenda voltada a estimular investimentos, produção e emprego.

No comércio e nos serviços, a Fecomércio-RN também reivindica simplificação de procedimentos, qualificação profissional, melhoria da segurança pública e fortalecimento do turismo. A entidade considera necessário ampliar a conectividade aérea e a infraestrutura para tornar os destinos potiguares mais competitivos e distribuir oportunidades para além dos principais polos turísticos.

O agronegócio, por sua vez, cobra melhores condições de produção e comercialização no interior. Em outubro, a Federação da Agricultura, Pecuária e Pesca do RN (Faern) apresentou aos candidatos uma agenda com demandas relacionadas a infraestrutura, acesso à água, crédito, assistência técnica, qualificação e inovação. O documento reúne propostas para 12 cadeias produtivas, incluindo atividades vegetais, agroindustriais, pecuárias, aquícolas e da economia do mar.

“É preciso que as diretrizes não fiquem no papel”, defendeu o superintendente do Sebrae-RN, Zeca Melo, em artigo publicado na Tribuna do Norte. Ele propõe ampliar o apoio aos pequenos negócios por meio de capacitação, crédito para modernização, conexão com universidades e simplificação para abrir, manter e regularizar empresas. Também aponta o fortalecimento dos arranjos produtivos locais, a ampliação das exportações e a inclusão de fornecedores potiguares nas cadeias de energia e petróleo.

Melo chama atenção ainda para a aplicação efetiva da Lei Geral da Microempresa no Estado. Segundo ele, o desafio é garantir regulamentação, governança e fiscalização para que a legislação produza resultados. “O pequeno empresário necessita previsibilidade, simplificação e tratamento justo. Não precisa de mais uma lei no papel”, escreveu.

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RN terá novo campo de gás a partir de janeiro

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O Rio Grande do Norte deve ganhar uma nova produção de gás natural a partir de janeiro de 2027. A petroleira independente Aguila Energia prepara o início das operações no campo de Caboclinho Branco, na Bacia Potiguar, como parte da estratégia de gerar caixa e ampliar seus investimentos no Nordeste. A informação é da agência Eixos.

A empresa foi a principal compradora de blocos terrestres no 6º Ciclo da Oferta Permanente de Concessões da ANP, realizado na semana passada. Ao todo, adquiriu 12 áreas exploratórias, sendo seis na Bacia Potiguar, no RN, e quatro na Bacia do Recôncavo, na Bahia.

De acordo com o diretor-executivo da companhia, Blener Mayhew, o foco imediato é desenvolver reservas já descobertas antes de avançar para novas perfurações exploratórias.

No Rio Grande do Norte, o plano inicial está concentrado na produção de gás natural no campo de Caboclinho Branco, com possibilidade futura de exploração de petróleo. A monetização do gás deverá ocorrer por meio de carretas de gás natural comprimido (GNC), alternativa para áreas sem ligação à malha nacional de gasodutos.

A Aguila também adquiriu a área de acumulação marginal de Graúna, igualmente localizada na Bacia Potiguar. A estratégia da empresa é investir em ativos considerados pequenos para os padrões da Petrobras, mas economicamente viáveis para operadores independentes.

A companhia pretende investir cerca de R$ 80 milhões nos próximos 12 meses em perfuração e desenvolvimento de campos na Bahia e no Rio Grande do Norte. A expectativa é que os recursos sejam financiados principalmente pelo fluxo de caixa gerado pela própria produção.

Além do RN e da Bahia, a empresa chamou atenção ao adquirir dois blocos exploratórios na Bacia do Tacutu, em Roraima, considerada uma nova fronteira petrolífera próxima à região produtora da Guiana.

Fonte: Agência Eixos.

Vai no Gás: veja como participar da promoção que oferece R$ 4 mil para conversão de veículos

Promoção da Potigás contempla até 84 veículos e segue até 20 de novembro ou enquanto houver vagas

Promoção da Potigás contempla até 84 veículos e segue até 20 de novembro ou enquanto houver vagas

Quem está pensando em converter o veículo para o Gás Natural Veicular (GNV) ainda pode participar da promoção Vai no Gás 2026, da Companhia Potiguar de Gás (Potigás). A iniciativa oferece bônus de R$ 4 mil por veículo para novas conversões no Rio Grande do Norte para até 84 veículos. A promoção segue até 20 de novembro, mas será encerrada antes caso o limite de participantes seja atingido.

Podem participar taxistas, motoristas por aplicativos, frotistas e proprietários de veículos automotores, pessoas físicas ou jurídicas. Para ter direito ao bônus, é necessário que a conversão seja realizada durante o período da promoção e que o veículo atenda aos requisitos estabelecidos no regulamento.

Um dos requisitos é que a instalação seja feita em oficina homologada pelo INMETRO e com atuação no Rio Grande do Norte. A promoção aceita exclusivamente kits GNV novos de 5ª ou 6ª geração e cilindros novos. O participante também deverá regularizar a conversão junto ao DETRAN/RN, com a alteração da característica do combustível para GNV.

O regulamento completo, a relação de oficinas instaladoras homologadas pelo INMETRO e as demais informações sobre a promoção estão disponíveis nos canais oficiais da Potigás. Dúvidas podem ser encaminhadas pelo e-mail vainogas@potigas.com.br.

SERVIÇO

Promoção Vai no Gás 2026

Bônus: R$ 4 mil por veículo

Vagas: até 84 veículos

Período: 21 de setembro a 20 de novembro de 2026, ou até o preenchimento das vagas

Público: taxistas, motoristas por aplicativos, frotistas e proprietários de veículos, pessoas físicas ou jurídicas

Informações: www.potigas.com.br

Dúvidas: vainogas@potigas.com.br

Acesse: www.potigas.com.br ou ligue 3204-8500    

Gás de cozinha sofre reajuste e pode chegar a R$ 130 no RN, aponta Singás

 

Medida passou a valer nesta terça-feira (15). Foto: Aléx Régis

O valor do gás de cozinha sofreu um reajuste desde a terça-feira (15) e, com isso, poderá chegar a R$ 130 no Rio Grande do Norte. A informação foi confirmada pelo Sindicato das Empresas Revendedoras de Gás do Estado (Singás-RN).

De acordo com o presidente do sindicato, Ivo Lopes, o acréscimo ao valor médio atual deve variar entre R$ 4 e R$ 4,50, aplicado das distribuidoras para a revenda. Isso representa, segundo ele, um aumento entre 3% a 3,5% no preço. O valor médio anterior era de R$ 125.

Ivo Lopes também afirmou que o aumento no preço é uma medida nacional, sendo motivada por dois fatores: a negociação salarial (dissídio) anual entre as distribuidoras e funcionários, e os impactos do conflito entre Irã e EUA, que aumentaram o preço da importação do gás de cozinha.

“O Brasil não é autossuficiente em GLP. As distribuidoras importam 50%, e com a guerra que está havendo entre Irã e EUA, houve um acréscimo muito alto do custo para a distribuidora, do gás que ela importa”, comentou.

O presidente do Singás RN complementou que consumidores ainda poderão encontrar unidades com o valor anterior devido a estoques remanescentes, mas ele projeta a consolidação do novo preço a partir desta sexta-feira (18).

“O cliente ainda pode conseguir o GLP no preço anterior, mas até sexta-feira, ninguém conseguirá comprar no mínimo a R$ 130”, afirmou.

União Europeia suspende entrada de carnes do Brasil

 

UE considera insuficientes os mecanismos de controle de antimicrobianos na produção animal| Foto: CNA/Wenderson Araujo/Trilux

A União Europeia (UE) começou nesta quinta-feira (3) a suspensão da entrada de produtos de origem animal do Brasil em seus 27 países-membros. A medida atinge carnes bovina, de frango e suína, além de mel, pescados e ovos, e pode afetar até US$ 2 bilhões por ano em exportações brasileiras.

O bloqueio, porém, não é necessariamente definitivo: o Brasil tenta comprovar que atende às exigências europeias. Além disso, uma auditoria da UE avalia as cadeias de frango e mel no país.

A restrição ocorre porque o bloco considera insuficientes os mecanismos brasileiros de controle do uso de antimicrobianos na produção animal. A União Europeia não identificou casos de contaminação ou irregularidades sanitárias em lotes brasileiros.

A partir desta quinta-feira (03), novas cargas dos produtos afetados não podem entrar no mercado dos 27 países da União Europeia. A medida atinge principalmente os segmentos de carne bovina e de frango, que têm participação relevante nas exportações brasileiras para o mercado europeu.

A União Europeia detém regras próprias para o uso de antimicrobianos na criação de animais. Esses medicamentos podem ser usados para tratar infecções, mas o bloco proíbe o emprego para estimular o crescimento dos animais. Também não permite que sejam utilizados em animais antimicrobianos reservados ao tratamento de infecções em seres humanos.

A avaliação europeia é de que o sistema brasileiro de controle dessas substâncias não oferece garantias suficientes para comprovar o cumprimento das regras.

O governo brasileiro, por sua vez, contesta esse entendimento e afirma que a legislação nacional já restringe o uso de antimicrobianos como promotores de crescimento, seguindo referências internacionais.

O bloqueio europeu não foi anunciado após a identificação de contaminação ou de um problema sanitário específico em carnes brasileiras. A questão está relacionada aos mecanismos de controle e rastreabilidade do uso de antimicrobianos. Dessa forma, a medida não significa que a carne brasileira tenha sido considerada imprópria para consumo.

O Brasil exporta produtos de origem animal para dezenas de países e continua autorizado a vender para outros mercados que mantenham a habilitação dos produtos brasileiros.

Quanto o Brasil pode perder?

Embora o mercado europeu represente uma parcela limitada do total das exportações brasileiras de carne bovina, ele é considerado estratégico porque compra cortes de maior valor agregado.

O problema para o setor não é apenas encontrar outro comprador. Diferentes mercados costumam demandar cortes específicos, o que dificulta substituição imediata das vendas destinadas à Europa.

O governo brasileiro vem negociando com a União Europeia desde que a medida foi anunciada. Entre as providências adotadas estão: proibição de determinados antimicrobianos; criação de mais regras de controle; proposta de um período de transição, rejeitada pela UE; elaboração de um protocolo de rastreabilidade; comprovação do controle sobre o uso dessas substâncias durante a produção.

O novo protocolo prevê o acompanhamento do animal desde o nascimento até o abate, permitindo comprovar que determinados antimicrobianos não foram usados durante sua vida.

Segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), todas as empresas associadas e habilitadas a exportar para a União Europeia já aderiram ao protocolo privado desenvolvido pelo setor.

A suspensão pode ser revertida, mas não há uma data definida para a retomada das exportações.

Tribuna do Norte

Voos entre Mossoró e Recife serão retomados nesta quinta-feira

Foto: Wesley Duarte

Os voos entre Mossoró, a segunda maior cidade do RN, e Recife, o maior hub da Azul Linhas Aéreas no Nordeste, serão retomados a partir desta quinta-feira (3). A aeronave ATR, com capacidade para até 70 pessoas, pousa às 14h20 no Aeroporto Dix-Sept Rosado e decola às 14h50 rumo à capital pernambucana.

“A retomada do voo entre Mossoró e Recife é uma conquista importante para o desenvolvimento do nosso interior e para a interiorização do turismo no Rio Grande do Norte. Ter conectividade aérea significa aproximar a região Oeste e a Costa Branca de novos mercados, facilitar a chegada de visitantes e abrir novas oportunidades para a economia local. Estamos trabalhando para que o turismo seja cada vez mais descentralizado, valorizando as potencialidades de todas as regiões do nosso estado. Esse voo fortalece Mossoró como um importante destino e amplia a circulação de turistas pelo RN, gerando emprego, renda e desenvolvimento para os municípios”, destacou a governadora Fátima Bezerra.

A partir de Recife, os passageiros têm acesso facilitado a 32 destinos, entre nacionais e internacionais, via Azul. Da mesma forma, os viajantes do Brasil e exterior passam a ter mais possibilidades de chegar ao Rio Grande do Norte, fortalecendo a integração da região com a malha aérea da companhia. A rota contará com dois voos semanais de/para Mossoró-Recife.

Com investimentos estimados em R$ 80 milhões, conduzidos pela Infraero, as obras de reforma e ampliação do Aeroporto Dix-sept Rosado devem estar totalmente concluídas no próximo mês de outubro. A modernização do terminal contempla a construção de um novo terminal climatizado para até 300 passageiros, recapeamento e reforço da pista de pouso e decolagem, reforma das pistas de táxi e do pátio de aeronaves, implantação de nova sinalização e balizamento noturno, além da ampliação das áreas de embarque e desembarque. 

As melhorias permitirão que o aeroporto receba aeronaves maiores, como Boeing 737 e Airbus A320, ampliando a capacidade operacional do equipamento, o que impulsionar a economia regional, fortalecer o ambiente de negócios e abrir novos mercados.

Potigás conclui obras do Polo Gás Sal e região da Costa Branca já conta com oferta de gás canalizado

Projeto representa investimento de R$ 34,5 milhões e leva infraestrutura de gás natural para o município de Areia Branca, fortalecendo a atividade econômica e abrindo novas oportunidades para empresas da região.

A Companhia Potiguar de Gás (Potigás) concluiu as obras do Polo Gás Sal, projeto estratégico de expansão e interiorização da infraestrutura de gás natural no Rio Grande do Norte. Com 52 quilômetros de gasoduto implantados e investimento de R$ 34,5 milhões, a iniciativa conecta Mossoró a Areia Branca e amplia a capacidade de atendimento da companhia.

O Polo Gás Sal foi desenvolvido para atender à crescente demanda por gás natural e criar condições para a expansão de atividades econômicas na região. O gasoduto percorre a margem da BR-110, passando por comunidades e áreas de relevância para a economia local, e possui potencial para disponibilizar até 40 mil metros cúbicos de gás natural por dia.

A conclusão do projeto representa um novo marco para a atuação da Potigás no interior do Estado. A infraestrutura permitirá ampliar o acesso ao gás natural para diferentes segmentos, incluindo a indústria salineira, postos de combustíveis, estabelecimentos comerciais e consumidores residenciais, além de contribuir para a atração de novos empreendimentos para a região.

Para a diretora-presidente da Potigás, Marina Melo, a conclusão do projeto reforça o compromisso da companhia com o desenvolvimento econômico do Rio Grande do Norte.

“O Polo Gás Sal é mais do que a implantação de um gasoduto. É um investimento em infraestrutura, desenvolvimento e novas oportunidades para a Costa Branca. Estamos levando uma fonte de energia competitiva para uma região estratégica do Rio Grande do Norte e criando condições para que novos negócios possam se instalar e os que já existem possam crescer ainda mais”, destaca.

Com a conclusão do Polo Gás Sal, a Potigás dá mais um passo na expansão e interiorização da rede de distribuição de gás natural do Rio Grande do Norte e reafirma sua atuação como agente estratégico para a atração e retenção de investimentos, a geração de oportunidades e o desenvolvimento sustentável do Estado.

Polo Gás Sal

  • 52 km de gasoduto implantados;
  • R$ 34,5 milhões em investimentos;
  • Até 40 mil m³/dia de potencial de fornecimento de gás natural;
  • Atendimento aos segmentos industrial, comercial, residencial e GNV;
  • Expansão da infraestrutura de gás natural para a Costa Branca potiguar.

Liquida Natal começa nesta sexta-feira com descontos e mais de R$ 260 mil em prêmios

Foto: Divulgação/CDL

A Liquida Natal começa nesta sexta-feira (28) e chega à sua 25ª edição com a proposta de movimentar o comércio durante um período de transição do calendário comercial. A campanha segue até 7 de setembro e reúne lojas de rua, shopping centers e estabelecimentos da região metropolitana.

Durante a campanha, os consumidores encontram descontos em diversos produtos e serviços. Além das ofertas, a iniciativa distribui cupons para uma premiação superior a R$ 260 mil.

Mais de 2 mil empresas

Criada pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal (CDL Natal), a Liquida Natal completa 25 anos com mais de 2 mil empresas participantes, segundo a organização.

A campanha reúne negócios de diferentes portes, desde microempreendedores individuais até grandes redes varejistas. O movimento também beneficia outros setores ligados ao comércio, como fornecedores, transportadoras, empresas de serviços e trabalhadores temporários.

Com a participação de milhares de estabelecimentos, a campanha busca estimular as vendas e ampliar o movimento no comércio durante o período.

“A Liquida Natal chega aos 25 anos mostrando que deixou de ser apenas uma campanha de descontos para se tornar um verdadeiro movimento em favor do comércio potiguar”, disse José Lucena, presidente da CDL Natal.

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Salário mínimo pode chegar a R$ 1.741 em 2027

Governo prevê reajuste de R$ 120 no salário mínimo para 2027 – Foto: Divulgação

O salário mínimo poderá passar dos atuais R$ 1.621 para R$ 1.741 em 2027, segundo estimativa apresentada pelo governo federal. A projeção, divulgada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, representa um aumento de R$ 120, equivalente a 7,4%.

O valor deverá constar do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027, que o governo federal deve encaminhar ao Congresso Nacional até 31 de agosto. A cifra, no entanto, ainda é uma previsão e poderá ser alterada até a definição do piso nacional.

O salário mínimo definitivo será definido no fim de 2026, após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado até novembro. A regra atual considera a inflação medida pelo INPC e um ganho real de 2,5%, dentro dos limites estabelecidos pela legislação.

O piso nacional serve de referência para benefícios previdenciários e assistenciais e para programas sociais vinculados ao salário mínimo. Por isso, uma alteração no valor também repercute nas despesas públicas.

Atualmente, o salário mínimo é de R$ 1.621, valor estabelecido para 2026 por decreto presidencial.

Prefeitura de Extremoz inaugura primeiro Shopping Rural público do RN

Por Francinilson Castro

A “Cidade do Grude” viveu, na tarde do domingo (23), um momento histórico com a inauguração do primeiro Shopping Rural Público do Rio Grande do Norte. O novo espaço foi criado pela Prefeitura de Extremoz com o objetivo de valorizar a cultura, fortalecer o turismo e estimular a economia local.

Para celebrar a inauguração, a Prefeitura preparou uma programação especial, que contou com feira de artesanato, gastronomia, apresentações culturais, shows com cantores locais e a participação da banda municipal de música.

Localizado no espaço da Casa Multicultural Clara Camarão, nas Ruínas, no Centro Antigo de Extremoz, o Shopping Rural passa a ser mais uma opção de visitação e valorização das potencialidades do município. O espaço está aberto diariamente ao público.

O novo equipamento também tem como finalidade fortalecer a agricultura familiar, incentivando a comercialização de produtos produzidos no município e na região, além de contribuir para a geração de emprego e renda.

A prefeita Jussara Sales destacou que a inauguração do Shopping Rural representa uma conquista importante para Extremoz, por reunir cultura, turismo e geração de emprego e renda em um único espaço. Segundo ela, o novo equipamento valoriza os produtores, artesãos e empreendedores locais e fortalece a identidade do município como destino turístico.

Com a iniciativa, Extremoz amplia as ações de valorização da identidade cultural e das tradições locais, criando um novo ponto de encontro entre moradores, produtores, artesãos, empreendedores e visitantes.

Extremoz inaugura primeiro Shopping Rural do RN neste domingo (23)

Novo espaço reúne cultura, gastronomia, artesanato e produção local e promete impulsionar a economia e o turismo do município

A Prefeitura de Extremoz inaugura, neste domingo (23), a partir das 15h, o primeiro Shopping Rural do Rio Grande do Norte. O novo equipamento está localizado ao lado da Casa Clara Camarão e chega com a proposta de valorizar as potencialidades do município, fortalecer a economia local e criar novas oportunidades para empreendedores, produtores e comerciantes.

O espaço foi planejado para reunir diferentes manifestações da identidade de Extremoz, com destaque para a gastronomia, o artesanato, a cultura e a produção local. A iniciativa também busca oferecer à população e aos visitantes um novo ambiente de convivência, lazer e valorização das tradições do município.

A inauguração representa mais um investimento da gestão municipal na criação de espaços capazes de estimular o empreendedorismo, movimentar a economia e ampliar o potencial turístico de Extremoz.

“Estamos criando novas oportunidades para a nossa cidade e valorizando aquilo que Extremoz tem de melhor. O Shopping Rural representa cultura, gastronomia, geração de oportunidades e desenvolvimento. É mais um passo para construir novos caminhos para o nosso município”, destaca a prefeita Jussara Sales.

A programação de abertura contará com a presença da população, empreendedores, produtores e convidados, que poderão conhecer o novo equipamento e celebrar mais uma iniciativa voltada ao desenvolvimento econômico e cultural de Extremoz.

Com o novo Shopping Rural, o município amplia as ações de incentivo à produção local e reforça sua vocação turística, transformando cultura, gastronomia e empreendedorismo em ferramentas de desenvolvimento.

SERVIÇO

Inauguração do primeiro Shopping Rural do RN
Data: Domingo, 23 de agosto
Horário: A partir das 15h
Local: Ao lado da Casa Clara Camarão – Extremoz/RN