URGENTE!!! Presidente Jair Bolsonaro se filiará ao Patriota, anuncia senador Flávio Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro vai se filiar ao Patriota. A notícia foi dada pelo senador Flávio Bolsonaro, filho do mandatário, durante uma convenção virtual do partido nesta segunda-feira (31/5).

Assim como o pai, Flávio também vai se juntar à sigla. Recentemente, o senador anunciou o seu desligamento do Republicanos. A troca de partido aconteceu para que ele ajudasse o presidente a encontrar uma nova legenda para disputar as eleições do ano que vem.

“É motivo de muita honra ser convidado para entrar num partido em que, talvez, eu devesse ter me filiado lá atrás. Me sinto um dos fundadores, participei da escolha do nome. Minha vinda para esse partido é para somar. Quero fazer um convite para que a gente forme o maior partido do Brasil a partir das eleições de 2022”, disse o parlamentar.

“Agora, com Bolsonaro na Presidência da República, não tenho dúvida que a gente pode construir partido maior ainda que o PSL”, acrescentou o senador.

 

Com muita honra comunico minha filiação ao Patriota. Participei diretamente de sua refundação, em 2018, desde a elaboração de seu Estatuto, com previsão inédita de ser o 1ª partido de direita do Brasil, até a escolha do nome “Patriota”. Que Deus nos abençoe nessa nova jornada!

A trombeta.

Apoio a impeachment de Bolsonaro sobe e vai a 57%

Subiu para 57% a proporção dos que são a favor do impeachment do presidente Jair Bolsonaro, de acordo com pesquisa PoderData realizada nesta semana (24-26.mai.2021). A taxa aumentou 11 pontos percentuais em relação a 3 meses antes.

A proporção dos que acham que Bolsonaro deve continuar no cargo caiu 10 pontos percentuais no mesmo período. Passou de 47% para 37%.

O número acompanhou de perto a mudança na avaliação do governo. No início de fevereiro, a reprovação da gestão de Bolsonaro estava em 48%. Hoje, 59% dos brasileiros dizem desaprová-la.

Esse é o 1º levantamento sobre a avaliação do impeachment de Bolsonaro feito depois da instalação da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid no Senado, que apura ações e omissões dos governos federais e estaduais no combate à pandemia de covid-19.

Até esta 5ª feira (27.mai), foram protocolados 120 pedidos de impeachment de contra Bolsonaro na Câmara dos Deputados. Os 2 últimos foram feitos por Alexandre Frota (PSDB-SP) e pelo líder indígena Ailton Krenak, no dia 24. Eis a íntegra (148 KB).

Esta pesquisa foi realizada no período de 24 a 26 de maio de 2021 pelo PoderData, a divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Foram 2.500 entrevistas em 462 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

HIGHLIGHTS DEMOGRÁFICOS

O PoderData traz os recortes da pesquisa por sexo, idade, região, escolaridade e renda. Eis os principais estratos.

Quem mais apoia o impeachment:

  • mulheres (61%);
  • pessoas de 16 a 24 anos (62%);
  • moradores da região Nordeste (64%);
  • quem recebe de 5 a 10 salários mínimos (68%).

Quem mais defende a continuidade de Bolsonaro no cargo:

  • homens (43%);
  • pessoas de 45 a 59 anos (45%);
  • moradores da região Norte (59%);
  • quem recebe de 2 a 5 salários mínimos (44%).

Acompanha reprovação

Entre os que avaliam o trabalho de Bolsonaro como “ruim” ou “péssimo”, 91% querem a sua saída do cargo. Acompanha reprovação ao governo, que voltou a subir e igualou o recorde de 59%, uma alta de 5 pontos percentuais em relação a duas semanas antes.

PODERDATA

Leia mais sobre a pesquisa PoderData:

O conteúdo do PoderData pode ser lido nas redes sociais, onde são compartilhados os infográficos e as notícias. Siga os perfis da divisão de pesquisas do Poder360 no Twitter, no Facebook, no Instagram e no LinkedIn.

PESQUISA MAIS FREQUENTE

O PoderData é a única empresa de pesquisas no Brasil que vai a campo a cada 15 dias desde abril de 2020. Tem coletado um minucioso acervo de dados sobre como o brasileiro está reagindo à pandemia de coronavírus.

Num ambiente em que a política vive em tempo real por causa da força da internet e das redes sociais, a conjuntura muda com muita velocidade. No passado, na era analógica, já era recomendado fazer pesquisas com frequência para analisar a aprovação ou desaprovação de algum governo. Agora, no século 21, passou a ser vital a repetição regular de estudos de opinião.

poder 360.

Senado aprova MP que fixa em R$ 1.100 valor do salário mínimo

Fachada do Congresso Nacional, Câmara e Senado. Brasília, 30-07-2017. Foto: Sérgio Lima/PODER 360

O Senado aprovou nessa 5ª feira (27.mai.2021) a MP (medida provisória) que fixou o salário mínimo em R$ 1.100 a partir de 1º de janeiro deste ano. Trata-se de um aumento de 5,26% (R$ 55) em relação ao valor do ano passado, de R$ 1.045. O texto havia sido aprovado na 4ª feira (26.mai) pela Câmara dos Deputados, e os senadores não fizeram alterações na redação final. A MP segue para promulgação.

O valor proposto pelo governo para este ano corresponde à variação de 5,22% para o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), no período de janeiro a dezembro de 2020. O INPC apura a inflação mensal das famílias com renda de 1 a 5 salários mínimos. Como os preços subiram neste ano, as projeções do governo mudaram. Na proposta de LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) havia sido sugerido o valor de R$ 1.088.

A MP foi aprovada de forma simbólica, sem registro em painel. Esse tipo de votação ocorre quando há pouca ou nenhuma resistência dos congressistas na aprovação de uma matéria. Diferentemente dos deputados, que, apesar de aprovarem a MP, reclamaram do aumento considerado pequeno e arrastaram a discussão por algum tempo, não houve manifestações em contrário no Senado.

No entanto, o relator, Luiz do Carmo(MDB-GO), considerou baixo o valor do salário mínimo, o qual chamou de “sobrevivência”, ainda que não tenha sugerido mudanças. “Quem ganha até R$ 2.000 não é renda, é sobrevivência. Eu sei que o salário mínimo é pouco, mas é o que o governo pode pagar neste momento”, afirmou.
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Imunidade ao coronavírus pode durar anos, apontam estudos

A imunidade ao Sars-CoV-2, coronavírus responsável pela covid-19, dura ao menos um ano e, possivelmente, pode ser para toda a vida. A conclusão está presente em 2 estudos.

Um deles foi publicado nessa 2ª feira (24.mai) na revista científica Nature. Eis a íntegra, em inglês (7 MB).

O outro é mais antigo, de dezembro, e foi postado on-line no BioRxiv, site de pesquisa em biologia. Eis a íntegra, em inglês (3 MB).

O resultado das pesquisas, de acordo com o New York Times, sugere que a maioria das pessoas que se recuperaram da covid-19 e que foram imunizadas posteriormente contra a doença não precisarão de doses de reforços.

Esse fato pode não se aplicar à proteção derivada apenas da aplicação de vacinas anticovid. Isso porque a memória imunológica tende a ser organizada de forma diferente depois da imunização. Por isso, pessoas que não tiveram a doença mas foram vacinadas contra a covid-19 podem eventualmente precisar de uma dose de reforço.

As duas pesquisas analisaram pessoas que haviam sido expostas ao coronavírus há cerca de um ano.

Segundo o estudo publicado na Nature, pesquisadores verificaram a presença, na medula óssea, de células que retêm a memória do vírus. Elas são capazes de produzir anticorpos sempre que necessário. O estudo divulgado na BioRxiv descobriu que essas células, chamadas de memória B, continuam a amadurecer e se fortalecer por pelo menos 12 meses depois da infecção inicial.

Os documentos são consistentes com o crescente corpo de literatura que sugere que a imunidade induzida pela infecção e pela vacinação parece ter vida longa”, disse Scott Hensley, imunologista da Universidade da Pensilvânia, ao New York Times.
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Sem celular e internet, mais pobres não recebem auxílio do governo, diz FGV

Auxílio Emergencial, aplicativo da Caixa Econômica Federal (CEF) para o pagamento digital em 2021. Sérgio Lima/Poder360 06.04.2021.

O Centro de Estudos de Microfinanças e Inclusão Financeira (FGVcemif) fez um levantamento, ao qual o UOL teve acesso, que aponta reclamações relacionadas à exclusão digital pelas pessoas mais pobres na hora de fazer o cadastro do auxílio emergencial.

As classes D e E são as que mais têm dificuldades de acesso a celular e internet de qualidade. Segundo o estudo da FGV, pessoas que tentaram sem sucesso receber o auxílio emergencial em 2020 alegaram barreiras tecnológicas e problemas ao baixar ou utilizar o aplicativo da Caixa.

“Isso acaba sendo um problema, já que as pessoas dessas classes são justamente aquelas que estão em maior condição de vulnerabilidade social e precisam de políticas de transferência de renda”, disse Lauro Gonzalez, coordenador do FGVcemif, ao UOL.

De acordo com o site, foram realizadas 2.408 entrevistas (95% por questionários na internet e 5% por telefone), com pessoas de 16 anos ou mais, entre 29 de julho e 20 de agosto de 2020.

Nesta 3ª feira (25.mai.2021), o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que a prorrogação do auxílio emergencial, defendida por congressistas, depende da evolução da pandemia de covid-19.

“Depende da pandemia. Se a pandemia continuar conosco, nós temos que ir renovando as camadas de proteção. Se a pandemia recua, nós podemos já passar ao Bolsa Família, afirmou Guedes, ao ser questionado por jornalistas sobre o assunto, na saída de um evento do BTG Pactual.

O auxílio emergencial voltou a ser pago em abril e tem quatro parcelas previstas neste ano. Segundo o Ministério da Cidadania, 39,1 milhões de famílias estão recebendo o auxílio, que varia de R$ 150, R$ 250 ou R$ 375 dependendo da formação familiar. O programa tem um orçamento de R$ 44 bilhões, que foi liberado pela PEC Emergencial e está fora do teto de gastos. Uma eventual prorrogação do auxílio pode exigir a ampliação desse orçamento.

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Governadores estudam acionar o STF para suspender convocação da CPI

Governadores estudam entrar com uma ação coletiva no STF (Supremo Tribunal Federal) para não prestarem depoimentos à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid no Senado.

A comissão aprovou nessa 4ª feira a convocação de 9 governadores, além do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e o atual titular da pasta, Marcelo Queiroga. Leia a lista abaixo.

Uma das possibilidades é apresentar a ação via Colégio Nacional de Procuradores-Gerais dos Estados. O grupo argumenta que convocar chefes de executivos estaduais à CPI infringe a Constituição.

Estamos estudando essa possibilidade. Os governadores não têm problemas de irem por convite à CPI. A preocupação é com o precedente de convocação sem amparo legal”, declarou o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), ao jornal O Globo. Ele é um dos convocados pela CPI.

Os gestores estaduais chamados a prestar depoimento são aqueles cujos Estados foram alvos de operações da Polícia Federal para investigar mau uso do dinheiro destinado ao combate à pandemia.

Eis a lista:

  • Wilson Lima (PSC), governador do Amazonas;
  • Helder Barbalho (MDB), governador do Pará;
  • Ibaneis Rocha (MDB), governador do Distrito Federal;
  • Mauro Carlesse (PSL), governador do Tocantins;
  • Carlos Moisés (PSL), governador de Santa Catarina;
  • Waldez Góes (PDT), governador do Amapá;
  • Wellington Dias (PT), governador do Piauí;
  • Marcos Rocha (PSL), governador de Rondônia;
  • Antônio Denarium, governador de Roraima.

A convocação do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), estava na pauta, mas foi retirada antes da reunião. Segundo Alessandro Vieira (Rede-SE), o pedido foi revisto porque o governador não é alvo de investigação relacionada à pandemia.

Além dos governadores, de Queiroga e de Pazuello, a comissão aprovou ainda a convocação de profissionais de Saúde que defendem e que não defendem o uso da hidroxicloroquina, medicamento sem eficácia comprovada para a covid-19.

Também foram convocados:

  • Daniela Reinehr, vice-governadora de Santa Catarina;
  • Wilson Witzel (PSC), ex-governador do Rio de Janeiro;
  • Arthur Weintraub (ex-assessor da Presidência da República);
  • Filipe Martins (assessor da Presidência da República);
  • Airton Antônio Soligo (ex-funcionário do Ministério da Saúde);
  • Marcos Erald Arnoud (prestou serviços ao Ministério da Saúde);
  • Carlos Wizard (empresário);
  • Paulo Baraúna (empresário);
  • Luana Araújo (ex-secretária do Ministério da Saúde).
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Devolvam nossas cores !


É difícil definir o que nos foi levado primeiro. A esperança, dirão alguns; a alegria, outros; o futuro, quase todos. Mas algo permeia quem ainda tem lucidez e uma expectativa nos invade. Há um estranho e indefinido sentimento de perplexidade no ar. O Brasil deixou de ser o país que, mesmo com profundas contradições e o fosso abissal de desigualdade, acalentava o sonho da mudança para se tornar mais justo e igualitário.

Aqui dentro e no exterior, o Brasil secou. E virou uma pátria triste, sem ar, sem charme. O futuro não chegou sequer a ser sonhado, foi tragado pela mesmice e pela obviedade de um bando de bárbaros que assaltou as instituições e saqueou o Estado.

Nos dias de hoje, o grande trunfo é ter vivido e poder ter histórias para contar. O passado é nosso companheiro nos infinitos momentos de solidão. Quem foi feliz começa a se achar poderoso e a imaginar uma hipótese de viver com o crédito de vidas passadas. O futuro deixou de ser um capital, a juventude é um susto contido, e a vida, enfim, é uma incógnita diária.

Nesse contexto, todos nós temos que nos reinventar para enfrentar e conviver com a extrema direita obtusa, vulgar e criminosa que está no poder. É indescritível o número de absurdos que se materializam. Se fosse ficção, todos nós acharíamos de uma inimaginável criatividade surrealista. Mas é a vida real, sem viés, que vem se apresentando como uma pantomima.

O dia a dia tem sido de uma mediocridade irritante. Imagine que a Fundação Palmares excluiu monumentos da nossa história da lista de personalidades negras, como Gilberto Gil, Martinho da Vila, Milton Nascimento e tantos outros; removeu do site os links de biografia de ícones da literatura, como da Carolina de Jesus. Sem contar o fato escandaloso que foi a retirada da estátua de Zumbi dos Palmares da entrada da sede da Fundação. E hoje, numa confusão que nos envergonha, anuncia que excluirá qualquer referência a Carlos Marighella pois seus textos “são como escritos de Hitler.”

Ao mesmo tempo, uma secretária do Ministério da Saúde diz, sob juramento à CPI, que existe um “pênis na porta da Fiocruz”. Num país onde o presidente da República frequentemente se ampara em piadas chulas, provavelmente trata-se da manifestação de um desarranjo sexual exteriorizado por uma pseudossegurança sexual. Parece que a sua família anda permanentemente no limiar do armário e do divã. E o pênis é o fetiche dos seguidores bolsonaristas.

Mas, no meio de todas nossas lutas diárias, que nos mobilizam e nos definem, eis que surge a hipótese de exercer um espaço real. E ainda assim temos dúvidas. No sábado, 29 de maio, os brasileiros que não suportam mais esse governo que cultua a morte, que se posta de costas à vida, que menospreza a dor das pessoas e que tem a desfaçatez de ridicularizar os que sofrem pela falta de oxigênio, os que, enfim, querem deixar de ser prisioneiros do obscurantismo e do atraso irão às ruas para demonstrar sua indignação.

Será uma manifestação pacífica na qual as pessoas ocuparão as ruas em sinal de inconformismo com a política genocida do governo Bolsonaro. Organizado pelos movimentos sociais, o protesto tomou corpo pela tristeza e revolta generalizadas pelo caos das nossas vidas diárias. Marcharão com os manifestantes, lado a lado, num abraço invisível e de mãos dadas, as memórias de 452 mil brasileiros que foram levados pelo vírus. Boa parte deles em razão da irresponsabilidade criminosa do presidente da República e seus asseclas.

Andará junto a cada um de nós a memória dos familiares, dos amigos, dos conhecidos e até dos desconhecidos. Um silêncio de dor e saudade será ouvido mais forte do que qualquer grito de inconformismo. Nada fala mais alto aos nossos corações do que a falta de um ser querido.

Não tenhamos, porém, a pretensão de sermos percebidos pelos bolsominions. Como ficou evidente na CPI, eles vivem em um mundo imaginário originado pela mentira e suportado pela hipocrisia. A insensibilidade criou um fosso intransponível e, do lado de fora de um círculo de giz invisível, ficaram a solidariedade, o humanismo e a empatia. Nós, enfim.

A importância do movimento é mostrar para nós mesmos que é possível resistir. Que não perdemos a capacidade de nos indignar. E de sonhar por um mundo, de novo, justo e igual. É difícil a decisão de sair em passeata, pois a aglomeração é a arma dos fascistas. É uma decisão pessoal, vista como um ato de legítima defesa própria e de terceiros. No silêncio das nossas casas estamos presenciando um genocídio, um massacre, um extermínio. Talvez das ruas, com distanciamento e máscaras, possamos mostrar ao mundo que nossa dor é nossa, mas que a indignação é de todos.

Eu, vacinado, irei, mas não convoco ninguém. Respeito os que decidirem, por coerência, resistir no isolamento. Consigam uma maneira de se manifestar como, aliás, temos feito nos últimos tempos. Todos estaremos juntos, inclusive os 452 mil brasileiros mortos pela condução criminosa da pandemia, pelos quais vale a pena sair às ruas.

E vou de verde e amarelo. Os fascistas, que roubaram a dignidade, a esperança, o presente e o futuro, se apropriaram inclusive das nossas cores, que passaram a representar certa vergonha nacional. Será também uma maneira de dizer não a esses incultos. Voltar a usar o verde e amarelo é também uma maneira de dizer não a essa barbárie, de resistir. Sem medo de ser feliz.

Recorro-me ao poeta Torquato Neto, no poema Marginália II:

“Eu brasileiro confesso
Minha culpa meu pecado
Meu sonho desesperado
Meu bem guardado segredo
Minha aflição
Eu, brasileiro, confesso.”

o dia.

Variante detectada na Índia foi identificada em ao menos 53 países

A variante de covid-19 detectada pela 1ª vez na Índia foi oficialmente sinalizada em 53 países, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). As informações são da Al Jazeera.

A OMS também recebeu informações de fontes não oficiais de que a variante B.1.617 foi identificada em mais 7 territórios, elevando o total para 60.

De acordo com o relatório semanal de atualização epidemiológica da agência de saúde da ONU, divulgado nesta 4ª feira (26.mai.2021), a B.1.617 mostrou maior transmissibilidade e características que podem tornar as vacinas menos eficazes.

VARIANTE INDIANA NO BRASIL

Os 6 primeiros casos da nova cepa foram confirmados em São Luís do Maranhão na última 5ª feira (20.mai). São tripulantes do navio Mv Shangon Da Zhi, ancorado no Estado.

O Ministério da Saúde enviou 600 mil testes rápidos de detecção da covid para o Maranhão neste domingo (23.mai). O objetivo é aumentar a testagem no Estado em pontos estratégicos para realizar um bloqueio para tentar conter a variante indiana no país.

Até o momento, o Maranhão nega transmissão local da variante indiana. O Ceará monitora 2 possíveis casos de infecção pela nova cepa.
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Os queijos do Seridó potiguar

Padre João Medeiros Filho

Segundo alguns pesquisadores – dentre eles, Olavo Medeiros, Oswaldo Lamartine e Paulo Balá – os queijos seridoenses datam do alvorecer do século XVII, bem antesda consolidação de sua manufatura em Minas Gerais. Trata-se de mais um legado da cultura neerlandesa à nossa gente. De acordo com etimólogos, a palavra queijo deriva de uma raiz indo-europeia “kwat (fermentar), passando para o latim vulgar comocaseus. Por sua vez, originoukaas (holandês), käse (alemão), cheese (inglês) equeso (espanhol). Em italiano e francês o termo alude ao formato de seu recipiente. Daí, provêm os vocábulosformaggio e fromage.  Porém, não há certeza sobre o berço da queijaria. Sem dúvida, parece ser bem antigo, pois o Livro do Gênesis descreve: “Então, o Senhor tomou coalhada e queijo fresco e colocou-os diante deles” (Gn 18, 8). Plínio, o Velho, refere-se ao seu uso na Europa, anterior ao Império Romano. Conforme a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura – FAO, as queijarias produzem anualmente mais de vinte milhões de toneladas desse laticínio. França, Holanda, Alemanha,Suiça e Itália estão entre os grandes produtores. Estudos recentes mostram a Grécia como o maior consumidor  mundial  com 27 kgper capitaanuais. Segue-se aFrança com 24 kg por habitante, ao ano.

Vários estudiosos atestam que as queijariascomeçaram a despontar no Seridó com a chegada dos holandeses. Câmara Cascudo, em sua História da Alimentação no Brasil, não registra a sua fabricação pelos colonizadores portugueses, em terras potiguares, nosséculos XVI-XVII. Há os que pretendem ligar a origem de nossos queijos aos da Serra da Estrela. Arrimam-se na afirmação do escritor Gil Vicente para quem a iguaria era alimento trivial dos lusitanos mais abastados. Entretanto, outros pesquisadores contestam, afirmando que o “Serra da Estrela” tem por base o leite de ovelha ou cabra. A produção tradicional do Seridó é feita com leite de vaca, apesar de não excludente. Até hoje, não há tradição de uma ovino-caprinocultura relevante em nossas propriedades. Nos Países Baixos, a área cultivável é exígua. Por isso, muitos habitantes dedicavam-se à pecuária. Em determinados aspectos, o Seridó apresentavacaracterísticas análogas. Pela aridez do clima, adaptava-semaissem o advento das técnicas modernas – à bovinocultura. As queijarias nasceram, especialmente, para aproveitar o leite não consumido.

Há outros fatores que nos levam à conclusão de que nossos produtos têm influência holandesa. Dentre avariedade de queijos produzidos por aquela nação (Gouda, Edam, Maasdammer, Leerdammer, Meikass etc.), há dois que guardam fortes traços com os seridoenses: o“boerenkass” e o graskass. Este último é derivado doleite das primeiras ordenhas. A ele assemelha-se o nosso queijo de manteiga. O “boerenkaas é artesanal, feito comleite cru, apesar do cozimento da massa por alguns fabricantes. Dele aproxima-se o nosso coalho. Erampreparados para resistir aos rigores do inverno europeu. Osnossos foram concebidos, em princípio, para suportar os períodos de estiagem e os longos trajetos dos tangedores de gado. Convém lembrar o incentivo e a visão social de Dom José de Medeiros Delgado, primeiro bispo de Caicó, para o aperfeiçoamento de nosso plantel bovino. Adquiriucabeças de gado da raça Holstein-frísia para melhoria dorebanho da região. Conseguiu aumentar a nossa bacia leiteira. As instituições de ensino e culturais, governos, parlamentos e igrejas deverão zelar por esse patrimôniocultural e tradição alimentar.

Nossos queijos são retangulares, enquanto os holandeses e outros, redondos. Isto por uma razão práticae simples. O vasilhame seridoense, à época, erainsuficiente e de cerâmica (barro), não se prestandoadequadamente à maturação do laticínio. Inspirados nas formas de tijolos, os queijeiros criaram os cinchos retangulares de madeira. Verifica-se igualmente umasemelhança do preparo seridoense com o holandês. Após a solidificação, marcava-se a produção com as datas e iniciais do seu fabricante. Disso advém o nosso costume – ainda vigente na produção artesanal – de “engomar” os queijos (criando uma crosta protetora) e gravar com a identificação (ferro) do fazendeiro. A Bíblia cita o seu valor calórico e nutricional: Trouxeram coalhada e queijo de leite de vaca, pois sabiam que estávamos cansados,com fome e sede no deserto.” (2Sm 17, 29).

Edir Macedo está decepcionado com Bolsonaro


Edir Macedo está irritado com Jair Bolsonaro, que ainda não resolveu o problema da Universal em Angola
. Integrantes da igreja foram indiciados por lavagem de dinheiro e 34 missionários foram deportados da África por ordem do governo angolano.

“Em 14 de maio, Marcos Pereira, presidente do Republicanos, entrou ao vivo na TV Templo e classificou como um ‘descaso’ a postura do governo diante do caso. No mesmo dia, Renato Cardoso, genro do fundador da Universal e atual número dois da igreja, falou em ‘decepção’ com a ‘omissão’ do governo em entrevista exibida na TV Record”, diz o Globo.

Segundo o jornal, o Itamaraty está mobilizado para tentar limpar a barra da Universal no país africano, mas não tem tido sucesso.

Parece que Bolsonaro precisará de um milagre para impedir a debandada dos evangélicos para o lado de Lula em 2022.
O antagonista.

Em encontro com Doria, FHC apoia candidatura do PSDB para em 2022

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSBD) encontrou-se na tarde dessa 2ª feira (24.mai.2021) com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Segundo o jornal Folha de São Paulo, FHC defendeu uma candidatura do partido em 2022 e concordou com Doria a respeito da realização de prévias. Os políticos teriam concordado que a votação deve ocorrer em outubro e que todos os filiados devem ter o mesmo peso no voto.

Esse encontro acontece depois do almoço, organizado pelo ex-ministro Nelson Jobim, entre FHC e o ex-presidente Lula (PT), na 6ª feira (21.mai).

FHC declarou na semana passada que votaria em Lula na eleição de 2022, caso não haja um candidato de centro.

Vão inventar que Lula é isso ou aquilo. Já votei no Lula. Difícil que Lula seja representante da 3ª via, embora ele, na alma, seja isso. Ele simboliza e tem eco“, afirmou em entrevista ao jornal Valor Econômico, divulgada no dia 14.

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Butantan diz que retoma produção da CoronaVac nesta 3ª feira

Indios aldeados sen vacinado na aldeia e Umariçu1, em Tabatinga (MA). Sérgio Lima/Poder360 19.01.2021

O Instituto Butantan anunciou que retomará a produção de doses da CoronaVac, vacina contra a covid-19, nesta 3ª feira (25.mai.2021). O governo estadual garantiu que novas remessas de insumos partiram de Pequim, na China, nessa 2ª feira (24.mai) e devem desembarcar na tarde desta 3ª, em São Paulo.

“São 3 mil litros de insumos, equivalentes a 5 milhões de doses da Coronavac, a vacina contra Covid-19 que mais salva vidas no Brasil”, afirmou o Butantan.

Os 3.000 litros de IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) foram enviados pelo laboratório Sinovac Biotech. O contrato com o Instituto Butantan prevê ainda a entrega de mais 15.000 litros de insumos nas próximas semanas. O tempo de produção da vacina é de 15 a 20 dias. Depois disso, as doses prontas do imunizante serão enviadas para os estados.

No sábado (22.mai), chegou no aeroporto internacional do Rio um carregamento de IFA para produção de 12 milhões de vacinas da AstraZeneca. Os insumos, que vieram do laboratório Wuxi Biologics, na China, seguiram para as instalações da Fiocruz(Fundação Oswaldo Cruz).

DADOS

Até as 21h30 desta 2ª (24.mai), o Brasil aplicou a 1ª dose de vacinas contra a covid em 42.510.904 pessoas. Dessas, 20.932.747 receberam a 2ª dose. Ao todo, 63.449.308 doses foram administradas no país.

As informações são das plataformas coronavirusbra1 e covid19br, que compilam os dados das secretarias estaduais de Saúde.

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Como ampliar a adesão das empresas ao Pix, explica Carlos Thadeu

O uso do Pix vem crescendo desde que a solução foi disponibilizada, em novembro do ano passado, e o Banco Central está comprometido em seguir na evolução tecnológica e modernizar o sistema. As novas funcionalidades vão acelerar a adesão ao Pix entre as empresas do varejo, mas ela ainda esbarra no receio dos dirigentes quanto a fraudes e cruzamento de dados pela Receita Federal.

Em abril de 2020, mais de 410 milhões de transações foram feitas utilizando o Pix, aumento de 142% em relação às quase 170 milhões efetuadas em janeiro de 2021. Até abril, a maior parte dessas operações (76%) foi realizada entre pessoas físicas. Segundo o Banco Central, entre os indivíduos, o volume de transações Pix já ultrapassa as modalidades TED e boletos bancários.

As transações entre indivíduos naturalmente superam as envolvendo empresas, por diferentes motivos. Um dos mais comentados é o custo que as pessoas jurídicas incorrem ao operar o Pix, já que os bancos cobram pacotes de tarifas diferentes, variando conforme o volume de operações, para o uso empresarial da solução.

Já era esperado que as organizações tivessem processo mais lento de adesão, não somente em razão da necessidade de pesquisa e negociação das melhores tarifas bancárias, como também pelo tempo necessário para ajustarem seus processos e sistemas de gestão ao Pix.

Além disso, outro detalhe importante que dificulta a adesão pelas empresas, principalmente as de pequeno porte, é o medo de muitos dirigentes em relação a fraudes no sistema e o cruzamentos de dados e informações pela Receita Federal. Essa situação o Banco Central pode resolver com propagandas mais esclarecedoras no aspecto da atuação da RFB e o Pix.

O empresário entende que o Pix é uma melhoria no arcabouço de pagamentos e transferências de valores, e que traz vantagens ao negócio. Mas a realidade difícil da atividade empreendedora no país faz imperar a desconfiança em relação às boas iniciativas.

Mesmo assim, a grande diferença nas quantidades de operações por perfil tende a diminuir nos próximos meses.

O percentual de transações entre as pessoas físicas e os estabelecimentos vem aumentando gradualmente. Em janeiro, 10% do total de operações Pix correspondia a esse tipo de negociação, enquanto em abril a participação aumentou para 12%.

 

 

As varejistas de grande porte se anteciparam e já adotaram o Pix como forma de pagamento, e esse movimento aos poucos deve se seguir nas empresas menores do comércio, em especial com a funcionalidade saque Pix, na medida em que atrairá o consumidor ao estabelecimento. As empresas de médio e pequeno porte estão avaliando como implementar a melhoria em suas rotinas de recebimentos e pagamentos.

Em 14 de maio, foi lançado o Pix Cobrança, uma nova versão do boleto bancário, que possibilita estabelecer o pagamento via Pix em uma data de vencimento futura. Essa modalidade viabiliza o uso do sistema por consumidores que não podem realizar o pagamento à vista e tem potencial, inclusive, para reduzir o uso do cartão de crédito, que chegou a 81% do total de endividados no país em abril.

Com o Pix Cobrança, juntamente ao Pix Saque e ao Pix Troco, que permitirão a retirada do dinheiro em espécie nos estabelecimentos, a expectativa é que as empresas do comércio sejam as mais estimuladas a aderirem ao Pix nos próximos meses.

Essas 3 funcionalidades são muito vantajosas ao varejo e, ao movimentar novos clientes nas lojas, geram ainda opções de acesso da população aos serviços bancários, ampliando a inclusão financeira.

Também já foi anunciado pelo BCB que haverá permissão para movimentar a conta salário pelo Pix, o que deve ampliar ainda mais o volume monetário transacionado no meio de pagamento digital.

O Open Banking vai seguir o mesmo caminho de evolução gradual do Pix, em uma velocidade menor, como visto nas experiências internacionais. Embora no Brasil tenhamos a padronização do sistema bancário aberto desde o início de sua elaboração, o que facilita a comunicação entre os bancos, nem todos estão apoiando o novo sistema de compartilhamento de informações nesse primeiro momento, pois terão de absorver custos elevados para adaptação. Esse fator pode abrandar a adesão das instituições financeiras, mesmo as grandes, sendo obrigadas pelo regulador a participarem.

Com os consumidores recorrendo cada vez mais aos meios digitais, as Fintechs estão progressivamente ganhando relevância e participação no sistema financeiro. Os bancos comerciais têm suas vantagens por oferecerem acesso aos depósitos e, com isso, recursos para movimentar o sistema financeiro com empréstimos. Entretanto, os bancos digitais têm um trunfo valioso, que é o acesso mais fácil às informações dos clientes, com vantagem comparativa para analisar os melhores pagadores.

O processo de adesão completa ao open banking fará com que os grandes bancos comerciais saiam de suas zonas de conforto e se adaptem ao ambiente mais competitivo. Quem vai ganhar é o cliente, que terá mais oportunidades no mercado. Mas isso só vai acontecer com muita disseminação de informação, diálogo e propaganda pelo Banco Central.

O Pix alcançou sucesso rápido entre os indivíduos, mas no ramo empresarial ainda é necessário esclarecer algumas dúvidas e anseios para o meio de pagamentos avançar em maior velocidade. No caso do sistema bancário aberto, o esforço e os desafios para a ampla utilização e otimização dos benefícios será ainda maior, pois é uma transformação mais complexa. O BCB pode e deve utilizar as estruturas e a capilaridade das entidades de representação empresarial no país para esclarecer dúvidas e aumentar o interesse e a participação das organizações.

poder 360.

LIBERDADE FM DEU VOZ E VEZ PARA A “DEFESA” DE ABIDENE E A ARTE MUSICAL DE CÉSAR HOLANDA

O empresário e ex-vereador Abidene Salustiano, juntamente com o dentista/cantor, César Holanda, foram os entrevistados de hoje (22), no programa “A voz da Liberdade”, na Liberdade FM. A participação deles faz parte da série de entrevistas que o âncora Gilson Moura realiza sempre aos sábados com personalidades do meio político, empresarial, social e cultural de Parnamirim e Rio Grande do Norte.

O programa “A voz da Liberdade”, é apresentado pelos jornalistas Gilson Moura e Valdemir “Tapioca”, mas hoje teve a participação especial de Genilson Souto, editor e repórter do Jornal do Estado.

Abidene teve a honra de abrir os trabalhos da emissora, e durante uma hora, o empresário falou da chegada em Parnamirim, da família, do trabalho e projetos e respondeu a todas as perguntas dos jornalistas de forma clara e serena. O clima de muita descontração entre os participantes foi um dos pontos altos da entrevista.

Gilson Moura “cobrou” do fundador da empresa Super Cola, o porquê de sua ausência no programa que foi criado por ele, e também quis saber do entrevistado, como ele recebeu a notícia essa semana da condenação pelo TRE, que envolve o nome de Abidene numa suposta captação ilícita de votos na eleição de 2018, quando Abidene disputou uma vaga na Assembleia Legislativa. A Corte Eleitoral aplicou uma multa no valor de 10 mil UFIR, além disso, determinou a cassação do diploma de suplente de deputado estadual, mas manteve os 15.366 votos para o partido e demais postulantes do PSC.

“Eu estou sempre na audiência desse programa, reservei um tempo para cuidar da minha família e dos meus negócios”, justificou o filho de seu Pinheiro.

“Recebi com surpresa essa notícia, respeito a decisão do TRE, a minha defesa vai recorrer, fui em Ceará-Mirim apenas uma vez, recebi o apoio do filho do ex-prefeito e tive 83 votos, não teve potencialidade nesse caso, não conheço nenhuma das pessoas envolvidas citadas no processo, não existe prova documental contra mim, fiz uma campanha limpa, propositiva, apresentando projetos para o Rio Grande do Norte, vou recorrer e provarei minha inocência”, disse.

CÉSAR HOLANDA

Já César Holanda falou de sua trajetória como profissional da odontologia, da grande honra de ser auxiliar do atual prefeito, ocupando atualmente o cargo de coordenador de saúde bucal da prefeitura de Parnamirim.

“Todo mundo sabe que esse cargo eu aceitei por que era um sonho antigo, não tem nada a ver com o salário (rsrs), trabalho com muita dedicação e honestidade, tenho uma equipe de dentistas e auxiliares muito competente, todos os dias o prefeito Taveira me liga e reconhece que estamos no caminho certo, isso para mim não tem preço”, falou.

O compositor César Holanda escreveu em Parnamirim sua história como músico e dentista. É autor da música “Felicidade vem das coisas simples”, vencedora do Forraço 2013, que lhe deu maior projeção dentro da música potiguar.

Entre uma pergunta e outra, César Holanda, na companhia do seu inseparável violão, cantava seus grandes sucessos, e no final, enalteceu a figura de sua mãe, Maria Terto de Holanda. “A minha mãe é e sempre será muito especial, criou, amou e formou seus filhos, quando ela ficou viúva, meu pai faleceu com apenas 44 anos de idade, ela se superou e trouxe para perto de nós, Cristo e seus ensinamentos, esse é o maior legado que ela deixou, sermos cristãos, por isso ficará eternamente em nossas memórias pela grande mulher que foi”, concluiu emocionado César Holanda.

Justiça condena Globo a pagar valor milionário por rescisão do Cariocão


A Globo foi condenada pela Justiça do Rio de Janeiro, nesta sexta-feira, a pagar R$ 156 milhões à Federação de Futebol do Rio de Janeiro pela quebra dos contratos de direitos de transmissão do Cariocão. A emissora havia rompido com a Ferj após desentendimentos quanto à exibição independente das equipes em 2020. A decisão, no entanto, cabe recurso.

A Ferj venceu as duas ações que abriu sobre a rescisão: na quinta, o juiz Ricardo Cyfer, da 10ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, julgou favoravelmente a solicitação por indenização da Ferj. Ao todo, o valor de R$ 17.291.105,20. Já a segunda decisão obriga à Globo a desembolsar, por danos materiais, R$ 138,9 milhões – que significa o contrato rompido pelo Carioca, que iria até 2024.

Botafogo, Fluminense e Vasco negociaram as indenizações diretamente com a Globo. As informações são do Uol. O processo corre em segredo de Justiça. O desentendimento aconteceu em 2020, quando o Flamengo se utilizou da MP do Mandante para exibir seus jogos, mesmo a Globo sendo dona exclusiva dos direitos de transmissão da competição.

Ferj e a emissora chegaram a disputar por questões contratuais. Enquanto a federação defendia a vontade do clube, a Globo optou por encerrar o contrato. Com a saída da emissora carioca, a transmissão do Estadual ocorreu de forma inédita em 2021. A mudança sinaliza uma queda brusca em receitas.

Agora, os direitos de transmissão televisiva são da Record. A Ferj tem uma plataforma paga que também exibe as partidas, assim como cada clube tem a possibilidade de criar sua plataforma de streaming ou transmitir as partidas de suas equipes.

Retirado de: Lance

Gávea News.