EXTRA DBN: Janones é internado em UTI após debate na Band

 

EXTRA DBN: Janones é internado em UTI após debate na Band
Rafaela Felicciano/Metrópoles

O deputado federal André Janones foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após apresentar um episódio de arritmia cardíaca depois do debate realizado pela Rede Bandeirantes.

O parlamentar está clinicamente estável, sob monitorização cardíaca contínua e acompanhamento da equipe médica. A cardiologista Ludhmila Hajjar é a responsável por ele. Novas informações serão divulgadas conforme a evolução clínica e mediante autorização.

Com informações de Metrópoles

Fim da 6×1 ou PEC das Horas Trabalhadas. O que é melhor?

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A recente aprovação pelo Senado Federal da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 221/2019), que decreta o fim da escala 6×1 ao reduzir a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais sem corte salarial, marcou uma vitória histórica para as pautas de bem-estar social no Brasil. No entanto, o debate sobre o futuro do mercado de trabalho está longe de terminar.

Nos bastidores do Congresso Nacional, ganha força a articulação em torno da chamada PEC das Horas Trabalhadas (PEC 12/2026), de autoria do senador Rogério Marinho. Enquanto a primeira busca garantir mais tempo livre e valorizar a hora trabalhada, a segunda propõe flexibilização total e novos modelos de contratação.

Mas, afinal, o que cada uma dessas propostas representa na prática para quem está no chão de fábrica, no balcão do comércio ou nos escritórios?

  1. O Fim da 6×1: Valorização da hora e mais tempo de descanso

A proposta aprovada no Senado altera o limite constitucional da jornada sem mexer na remuneração do trabalhador. Na prática, a mudança altera o cálculo do valor do trabalho no país:

  • Hora de trabalho mais cara: Ao dividir o salário-mínimo nacional de R$ 1.512,00 pelas antigas 44 horas semanais (divisor de 220 horas no mês), a hora do trabalhador valia R$ 6,87. Com a queda para 40 horas semanais (divisor de 200 horas), o valor-hora sobe para R$ 7,56 — um ganho real automático de 10% no valor do seu tempo.
  • Saúde física e mental: O modelo 5×2 (cinco dias de trabalho para dois de descanso) atende a uma demanda histórica por saúde ocupacional, permitindo mais convívio familiar, estudos e descanso.

E quanto ao trabalho por meio período?

Diferente do que dizem alguns boatos, a aprovação do Fim da 6×1 não proíbe contratos de jornadas reduzidas. A CLT (Art. 58-A) já permite a contratação parcial proporcional ao salário-mínimo. A diferença é que, agora, o cálculo dessa proporcionalidade toma como base o novo valor-hora valorizado.

  1. A PEC das Horas Trabalhadas: Flexibilidade e contrato por demanda 

Defendida por setores do varejo, serviços e entidades empresariais, a proposta de Rogério Marinho propõe remodelar a relação trabalhista com foco na produtividade por hora útil de serviço:

  • A força do Acordo Individual: A PEC altera a Constituição para estabelecer que o acordo direto entre patrão e empregado se sobrepõe às convenções e pisos sindicais. Na prática, o trabalhador ganha autonomia para negociar sua escala, mas perde a mediação e o poder de barganha do sindicato.
  • Contratação por “Horários de Pico”: A medida abre espaço para que empresas contratem trabalhadores para turnos específicos do dia (como o fluxo de almoço em restaurantes ou o movimento de final de tarde em shoppings). O trabalhador recebe estritamente pelas horas em que estiver no estabelecimento.
  • Múltiplos Vínculos: O modelo se aproxima da dinâmica de trabalho norte-americana, onde o trabalhador pode somar diferentes jornadas de 3 ou 4 horas em empresas distintas para compor sua renda no final do mês.
  • • Imprevisibilidade da rotina e do salário: Como a escala passa a ser ditada pela empresa, a quantidade de horas contratadas pode mudar em períodos de maior demanda de trabalho. Uma época de forte movimento no comércio, por exemplo, o funcionário é acionado para jornadas mais longas; em semanas de movimento fraco, a escala é reduzida. Na prática, o trabalhador perde a previsibilidade da sua renda mensal e fica de mãos atadas: como sua escala pode variar, ele não consegue planejar o orçamento da família, não pode se matricular em estudos e dificilmente consegue manter um segundo emprego fixo para complementar a renda, restando-lhe aceitar as condições impostas ou buscar outra colocação no mercado.
  1. A Previdência Social no Meio do Fogo Cruzado

Um ponto de atenção crucial em ambas as propostas — e que afeta diretamente o trabalhador de jornada parcial — é o enquadramento no INSS.

Desde a Reforma da Previdência (EC 103/2019), nenhum mês em que a remuneração final do trabalhador fique abaixo do salário-mínimo nacional (R$ 1.512,00) é computado automaticamente para tempo de aposentadoria.

Seja na regra atual ou no modelo de horas flexíveis, o trabalhador contratado para cumprir, por exemplo, 24 horas semanais (recebendo cerca de R$ 907,20 mensais) precisará emitir uma guia complementar (DARF) do INSS e pagar a diferença do próprio bolso para não perder aquele mês no cálculo da aposentadoria.

O Veredito: Qual modelo atende melhor?

A resposta depende do perfil e da necessidade de cada profissional no mercado:

  • Para quem busca estabilidade e qualidade de vida: O Fim da Escala 6×1 é nitidamente superior. Ele preserva a previsibilidade do orçamento doméstico, garante folgas fixas e eleva o valor do tempo trabalhado sem comprometer os direitos conquistados na CLT.
  • Para quem busca renda extra ou jornadas ajustáveis: A PEC das Horas Trabalhadas oferece uma alternativa para estudantes ou pessoas que precisam conciliar a vida pessoal com turnos curtos de trabalho. Por outro lado, traz o risco da instabilidade financeira, da perda da proteção sindical e da variação dos rendimentos conforme a oscilação do mercado.

O cabo de guerra no Congresso reflete dois caminhos para a economia brasileira: de um lado, a proposta defendida pelo candidato Lula que visa garantia de direitos e a valorização social do trabalho; de outro, a proposta defendida pelo candidato Flávio Bolsonaro busca por produtividade, redução de custos operacionais e flexibilização das leis do trabalho.

Câmara amplia teto do MEI e aprova perdão de dívidas

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A Câmara dos Deputados aprovou, por 461 votos a 4, o projeto que amplia o limite de faturamento anual do Microempreendedor Individual (MEI). Se a proposta também for aprovada pelo Senado, o teto passará dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028.

A mudança corrige parcialmente uma defasagem acumulada ao longo dos últimos anos. O limite de R$ 81 mil está em vigor desde 2018 e nunca foi reajustado. Se tivesse sido corrigido apenas pela inflação do período, o teto hoje estaria em torno de R$ 126 mil anuais. Isso significa que o valor de R$ 110 mil aprovado pela Câmara ainda fica abaixo da reposição integral das perdas inflacionárias acumuladas desde então.

A medida busca atender empreendedores cujos negócios cresceram além do limite atual, mas que ainda não têm estrutura para migrar para categorias empresariais mais complexas. Com a mudança, mais empresas poderão permanecer enquadradas como MEI por mais tempo, sem perder os benefícios da modalidade.

O texto aprovado também prevê o perdão de dívidas tributárias de MEIs inscritas na Dívida Ativa da União até 13 de outubro. Segundo dados do governo, os débitos somam cerca de R$ 12,9 bilhões e envolvem 3,67 milhões de contribuintes.

Para obter o benefício, entretanto, o empreendedor precisará apresentar requerimento formal. Quem tiver ações judiciais relacionadas aos débitos deverá desistir dos processos. Além disso, será necessário manter em dia o pagamento das contribuições nos seis meses seguintes à entrada em vigor da lei. O descumprimento dessa exigência implicará a perda da remissão.

Pelas regras aprovadas pela Câmara, as mudanças entrarão em vigor em 1º de janeiro de 2027. O governo estima que o impacto fiscal efetivo do perdão será de R$ 1,12 bilhão em 2027, R$ 1,01 bilhão em 2028 e R$ 909 milhões em 2029.

PF encontra pilhas de dinheiro escondidos em adega na casa de inspetor preso em Operação Unha e carne no Rio, VEJA VÍDEO

A Polícia Federal encontrou cerca de R$ 40 mil escondidos em uma adega na residência do inspetor da Polícia Civil José Carlos Alves de Souza, em Camboinhas, Niterói, durante a oitava fase da Operação Unha e Carne, deflagrada nesta quinta-feira (15).

Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles nesta quinta-feira (15), o dinheiro foi apreendido durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão. José Carlos está entre os seis presos na operação, que investiga uma suposta organização criminosa suspeita de utilizar uma rede de postos de combustíveis para lavar dinheiro.

Além do inspetor, foram presos o deputado estadual eleito Márcio Canella, o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Marcus Amim e outros três policiais civis: Christiano Gaspar Fernandes, Giovanni Gaspar Fernandes e Pablo Jukia Felix Ferreira, conhecido como Pablo Russo. Glaucio Paz da Silva foi alvo de mandado de busca e apreensão.

Segundo a Polícia Federal, o esquema investigado teria movimentado mais de R$ 7,6 bilhões em seis anos, de acordo com um Relatório de Inteligência Financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

Operação cumpriu mandados em sete municípios

Nesta quinta-feira, os agentes federais cumpriram seis mandados de prisão preventiva e 16 de busca e apreensão nos municípios do Rio de Janeiro, Niterói, Angra dos Reis, Petrópolis, Armação dos Búzios, Nova Iguaçu e São Gonçalo.

A Corregedoria-Geral da Polícia Civil acompanhou o cumprimento das ordens judiciais contra os agentes investigados.

A operação apura suspeitas de lavagem de dinheiro, corrupção e possível participação de agentes públicos em uma estrutura de proteção a atividades criminosas. As acusações ainda estão sob investigação.

Investigação começou com suspeita de vazamento de informações

Deflagrada em dezembro de 2025, a Operação Unha e Carne começou para investigar um suposto vazamento de informações sigilosas sobre ações policiais contra o Comando Vermelho (CV). Com o avanço das apurações, a PF ampliou o escopo do caso e passou a investigar possíveis conexões entre agentes públicos, integrantes do crime organizado e operadores financeiros.

Nas fases anteriores, a operação atingiu diferentes nomes da política e da segurança pública fluminense. Na quinta fase, foram investigados o pastor Márcio Poncio, suspeito de ligação com a chamada Máfia do Cigarro, e o contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho. O ex-deputado estadual Rodrigo Bacellar também foi alvo da mesma etapa, segundo informações divulgadas sobre a investigação.

Na sexta fase, Márcio Canella foi preso depois que os investigadores encontraram um fuzil calibre 5,56 em situação irregular dentro de um veículo pertencente a ele, conforme a PF.

Outras etapas tiveram como alvos o desembargador federal Macário Ramos Júdice Neto, investigado por suspeita de vazamento de informações sigilosas, e o deputado estadual Thiago Rangel, preso sob suspeita de envolvimento em fraudes relacionadas a contratos da Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro.

A investigação continua em andamento, e as suspeitas atribuídas aos envolvidos dependem de apuração judicial.

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Aliados de Flávio Bolsonaro procuram Alexandre de Moraes e motivo vem à tona; VEJA BASTIDORES

Aliados de Flávio Bolsonaro procuram Alexandre de Moraes e motivo vem à tona; VEJA BASTIDORES
Arte / Metrópoles

Aliados de Flávio Bolsonaro (PL) procuraram, nos últimos dias, o ministro do STF Alexandre de Moraes, um dos principais desafetos do bolsonarismo no Judiciário brasileiro. Segundo interlocutores de Flávio, eles decidiram buscar Moraes em uma tentativa de evitar intervenções do ministro e da Corte no segundo turno das eleições presidenciais de 2026.

A ponte da campanha de Flávio com Moraes foi feita pelo deputado federal e senador eleito Guilherme Derrite (PP-SP), que tem interlocutores em comum com o ministro do STF. A conversa se deu por meio de policiais próximos a Moraes. Derrite é capitão da reserva da Polícia Militar e, assim como o ministro, já foi secretário da Segurança Pública de São Paulo.

Segundo apurou a coluna, o grupo de Flávio sondou Moraes se haveria algum tipo de interferência dele ou do Supremo no segundo turno. A resposta foi de que não haveria nenhuma. Desde que Flávio terminou o primeiro turno à frente de Lula, Moraes tem acenado para o senador. Permitiu, por exemplo, que o candidato do PL voltasse a visitar o pai na prisão domiciliar.

Ante, Moraes concedeu progressão de regime à militante “Débora do batom” e arquivou inquérito contra o senador Marcos do Val e os bolsonaristas Allan dos Santos e Oswaldo Eustáquio. Apesar do contato, interlocutores de Derrite afirmam que não houve qualquer compromisso do senador eleito nem de Flávio em evitar um eventual impeachment de Moraes no Senado.

Durante a campanha e depois de eleito, Derrite deu declarações públicas defendendo impeachment de Moraes, descrito pelo parlamentar como uma “demanda da sociedade”.

COM INFORMAÇÕES DE METRÓPOLES

Extra DBN: Fachin e Andrei Rodrigues se reúnem nesta terça-feira; veja o motivo

 

Extra DBN: Fachin e Andrei Rodrigues se reúnem nesta terça-feira; veja o motivo
REPRODUÇÃO STF

O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), se reúne com o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, nesta terça-feira (13/10). A expectativa é que Andrei leve ao presidente da Corte relatórios da PF com menções a ministros da Corte no Caso Master: “Sem exceções”.

Em ofício enviado à PF, Fachin afirmou que todas as informações sobre eventual envolvimento de integrantes da Corte em fatos investigados no Caso Banco Master devem ser apuradas, “sem exceção”.

Em seguida, confirmou reunião com Andrei e ressaltou: “A circunstância merece registro, sobretudo porque há inequívoco interesse institucional em que todo e qualquer fato relevante seja rigorosamente

apurado, sem exceção de qualquer natureza”.

A decisão de Fachin foi tomada após o Metrópoles, na coluna de Andreza Matais, revelar que a PF aguardava posicionamento sobre reunião para tratar do destino de cinco ministros.

O presidente do STF também frisou que está à disposição “para o diálogo institucional e para toda cooperação que se mostre necessária ao esclarecimento de todos os fatos, sem exceção, sempre tendo como norte exclusivo o interesse público e a defesa das instituições republicanas”.

Fachin ainda ressaltou que, caso a PF tenha documentos, dados ou indícios que envolvam membros da Corte, o material deverá chegar de forma integral à presidência do Supremo. Segundo Fachin, nenhuma pessoa deve ser deixada fora. A expectativa é que esse material seja levado por Andrei nesta terça.

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Carol de Toni quer comandar CCJ do Senado e mira STF

 

A senadora eleita Carol de Toni (PL-SC) pretende disputar a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado a partir de 2027. Ex-deputada federal e ex-presidente da mesma comissão na Câmara dos Deputados, ela afirma que pretende atuar pelo fortalecimento das prerrogativas constitucionais da Casa e por uma maior independência em relação aos demais Poderes.
Em entrevista exclusiva à coluna Entrelinhas, Carol criticou o que considera uma postura omissa do Senado e defendeu mudanças na condução das pautas legislativas. Entre as prioridades que pretende levar à comissão estão medidas contra abusos de autoridade, limites às decisões monocráticas, endurecimento de penas e redução da maioridade penal em casos de crimes graves.

Segundo informações divulgadas pela Gazeta do Povo nesta sexta-feira (10), a parlamentar também defende que o Senado analise pedidos de responsabilização de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) quando houver fundamento legal. Para ela, a prerrogativa constitucional da Casa não deve ser deixada de lado.

Senadora cobra atuação mais independente do Senado

Questionada sobre as mudanças que pretende promover a partir de 2027, Carol afirmou que o Senado precisa exercer as atribuições previstas na Constituição e fiscalizar a atuação dos demais Poderes.

“O Senado precisa voltar a exercer o papel que a Constituição lhe deu. Não podemos aceitar uma Casa omissa, que deixa de cumprir suas prerrogativas e de fiscalizar os demais Poderes”, declarou.

A senadora eleita também defendeu uma presidência que respeite as decisões dos parlamentares e dê andamento às propostas consideradas prioritárias. Segundo ela, pedidos de responsabilização não devem ficar sem análise.

Carol afirmou que pretende trabalhar pelo equilíbrio institucional, pela segurança jurídica e pelo respeito à Constituição.

CCJ terá foco em segurança pública e liberdade econômica

Ao explicar por que colocou seu nome à disposição para comandar a CCJ do Senado, Carol lembrou que presidiu a comissão na Câmara em 2024. Ela destacou a importância do colegiado na análise de propostas legislativas e afirmou que pretende enfrentar resistências políticas para avançar em sua agenda.

Entre as medidas defendidas pela parlamentar estão o combate aos abusos de autoridade, a discussão de limites para decisões monocráticas e o fortalecimento da segurança pública. Ela também citou a redução da maioridade penal para crimes graves e o endurecimento das punições, sobretudo em casos que envolvam crimes contra crianças e mulheres.

A agenda inclui ainda propostas relacionadas à liberdade econômica, ao direito de propriedade e à segurança jurídica.

“Sei que haverá resistência, mas isso nunca me impediu de trabalhar”, afirmou Carol, ao comentar a possibilidade de enfrentar divergências políticas no Senado.

Carol defende análise de pedidos contra ministros do STF

A atuação do Senado diante do Supremo Tribunal Federal também aparece entre as prioridades mencionadas pela parlamentar. Na entrevista, ela sustentou que cabe à Casa analisar pedidos de responsabilização de ministros quando houver base legal para isso.

“O Senado tem uma responsabilidade constitucional muito clara: fiscalizar e, quando houver fundamento legal, processar e julgar ministros do Supremo Tribunal Federal por crimes de responsabilidade”, disse.

Carol afirmou que a análise desses pedidos não deve ser tratada como perseguição, mas como exercício das atribuições institucionais do Legislativo. Ela também avaliou que a composição da Casa a partir de 2027 poderá abrir espaço para discussões conduzidas com maior independência.

A senadora eleita, no entanto, ressaltou que a responsabilidade de respeitar a Constituição não depende de mudanças na composição parlamentar.

Infraestrutura e agronegócio estão entre as prioridades para Santa Catarina

Além da agenda nacional, Carol de Toni afirmou que pretende trabalhar com Carlos Bolsonaro e os demais integrantes da representação catarinense para defender os interesses do estado.

Entre as prioridades regionais, ela destacou investimentos em rodovias federais, melhorias na área da saúde e apoio ao agronegócio. A parlamentar também defendeu medidas que favoreçam trabalhadores e empreendedores.

No cenário nacional, citou a defesa da vida, da família e da liberdade, além do combate à criminalidade, da redução de impostos e do fortalecimento das instituições.

Carol afirmou que pretende transformar a nova composição do Senado, a partir de 2027, em resultados concretos para Santa Catarina e para o país.

URGENTE: Alexandre de Moraes toma decisão sobre retorno das visitas de Flávio Bolsonaro ao pai; VEJA DECISÃO

 

URGENTE: Alexandre de Moraes toma decisão sobre retorno das visitas de Flávio Bolsonaro ao pai; VEJA DECISÃO
Foto: Teixeira/Estadão

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes autorizou nesta segunda-feira (12) a retomada das visitas do senador e candidato a presidente, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar humanitária.⁣

A autorização, no entanto, mantém as condições estabelecidas anteriormente para as visitas. Moraes determinou que sejam respeitados os horários, as regras e os procedimentos de segurança já fixados.⁣

Também estão proibidas visitas com finalidade político-eleitoral e a divulgação de manifestos ou declarações políticas, diretamente ou por intermédio de terceiros.⁣

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Moraes manda prender porteira condenada a 14 anos pelos atos de 8 de Janeiro

 

Foto: Reprodução

O ministro do STF Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Federal prenda a porteira Nailze Aparecida Ribeiro Silva, de 54 anos, condenada a 14 anos de prisão pela participação nos atos de 8 de Janeiro, em Brasília. A ordem foi encaminhada na quarta-feira (7), após o trânsito em julgado da condenação, quando não cabem mais recursos.

Moradora de São Bernardo do Campo, em São Paulo, Nailze foi presa em 9 de janeiro de 2023, no acampamento em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília. Atualmente, estava em liberdade provisória, submetida a medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica.

A porteira foi condenada pelo STF, em maio deste ano, por cinco crimes: associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. A pena será cumprida em regime inicial fechado.

Na decisão, Moraes também determinou a realização de exames médicos oficiais e o desconto do período em que Nailze permaneceu presa provisoriamente. O STF fixou ainda indenização mínima de R$ 30 milhões por danos morais coletivos, a ser paga solidariamente com os demais condenados pelos ataques.

Com informações do Metrópoles

URGENTE: Moraes determina início da pena de Eduardo Bolsonaro e toma decisão que envolve seus passaportes

 

Urgente: Moraes determina início da pena de Eduardo Bolsonaro e toma decisão que envolve seus passaportes
Foto: Flickr/ Eduardo Bolsonaro

Crime de coação – O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o início do cumprimento da pena do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, condenado a 4 anos e 2 meses de prisão, em regime inicial semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. Moraes também mandou expedir um mandado de prisão contra o ex-parlamentar.

Segundo a decisão, assinada nesta quarta (7), a condenação transitou em julgado em 3 de outubro, o que significa que o processo chegou ao fim e a pena pode começar a ser executada. A certificação do trânsito em julgado foi feita pela Secretaria Judiciária do STF em 5 de outubro.

Moraes determinou que o mandado seja destinado à Polícia Federal e incluído no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP), além da expedição da guia de recolhimento.

O ministro também mandou cancelar todos os passaportes brasileiros emitidos em nome de Eduardo Bolsonaro, tornando os documentos sem efeito.

Eduardo vive nos Estados Unidos desde 2025.

Arthur Lira não pretende disputar Presidência do Senado, mas atuará na sucessão

O senador eleito Arthur Lira (PP-AL), ex-presidente da Câmara dos Deputados, não pretende disputar a Presidência do Senado em 2027. Apesar disso, aliados próximos avaliam que ele deverá participar das negociações para definir quem comandará a Casa nos próximos dois anos.

Segundo informações publicadas pela CNN Brasil nesta quarta-feira (07), a expectativa entre pessoas próximas a Lira é que o parlamentar chegue ao Senado com influência política suficiente para atuar nas articulações. O peso atribuído a ele está relacionado à experiência acumulada durante os quatro mandatos como deputado federal, dois deles à frente da Câmara.

A avaliação também está alinhada ao que o próprio Lira declarou publicamente após as eleições.

Em entrevista à TV Gazeta e Alagoas, na segunda-feira (5), ele afirmou que uma candidatura à Presidência do Senado “não passa na minha cabeça” e disse não ter expectativa de assumir imediatamente o comando da Casa.

Lira pode atuar na escolha do próximo presidente

Mesmo sem intenção de disputar o cargo, aliados acreditam que Lira poderá participar da construção de uma candidatura. Entre os fatores apontados está a capacidade de diálogo que o ex-presidente da Câmara construiu com diferentes grupos políticos, incluindo integrantes da direita, da esquerda e, principalmente, partidos do Centrão.

Outro argumento citado nos bastidores é a regra que impede a recondução ao comando do Senado na mesma legislatura. Assim, quem for eleito presidente em 2027 teria um mandato de dois anos, sem possibilidade de disputar novamente o posto em 2029.

PL larga na frente nas articulações

O Partido Liberal aparece atualmente com a maior bancada prevista para o Senado a partir de 2027. A legenda elegeu 19 novos senadores e deverá chegar a 28 parlamentares na Casa.

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou à CNN que o senador Rogério Marinho (PL-RN) será o candidato do partido à Presidência do Senado.

Valdemar também descartou o apoio do PL a uma eventual tentativa de reeleição de Davi Alcolumbre (União-AP).

A bancada do PL, porém, não seria suficiente para garantir sozinha a eleição do presidente do Senado. A legenda precisará negociar com outras forças políticas para formar maioria.

Entre os partidos que podem participar dessas conversas estão PP e União Brasil, que terão juntos 11 senadores, além de MDB e Republicanos.

Saúde e segurança estão entre as prioridades de Lira

Para o mandato que começa em fevereiro de 2027, Lira indicou que pretende concentrar sua atuação parlamentar principalmente em temas relacionados à saúde e à segurança pública.

A tendência, portanto, é que o senador eleito tenha papel nas articulações para a escolha do próximo presidente do Senado, mesmo sem colocar o próprio nome na disputa pelo comando da Casa.

Extra TBN: encontro de Moraes com cúpula da PF fora da agenda preocupa entorno de Flávio Bolsonaro

 

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), recebeu na terça-feira (6), em Brasília, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, em uma reunião que não constava na agenda oficial da Corte. Também participaram do encontro o diretor de Inteligência da PF, Leandro Almada da Costa, e o delegado Denis de Carli. As informações foram divulgadas pelo Poder360.

A reunião ocorreu cerca de um mês depois de Andrei e Almada terem sido afastados preventivamente dos cargos por determinação do ministro André Mendonça. A medida foi tomada em 8 de setembro, após a divulgação de relatórios de Inteligência da PF que continham informações sobre a atuação de Moraes e foram utilizados pelo ministro em um pedido de providências contra Mendonça.

Relatórios da PF provocaram disputa no STF

Segundo a Polícia Federal, os documentos foram produzidos entre 3 e 31 de agosto, por determinação de Moraes, no âmbito do Inquérito das Fake News. O material teria sido entregue diretamente ao ministro por Andrei Rodrigues.

Moraes encaminhou os relatórios ao presidente do STF, Edson Fachin, e apontou possíveis indícios de abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade relacionados à atuação de Mendonça em investigações envolvendo o Banco Master e suspeitas de fraudes contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Mendonça contestou a atuação da PF e, ao determinar o afastamento de Andrei e Almada, afirmou que a corporação havia realizado um monitoramento irregular de suas atividades. Os documentos reuniam informações sobre reuniões, decisões e outras atividades do ministro.

Andrei Rodrigues negou a existência de monitoramento ilegal. Em manifestação enviada a Fachin, afirmou que a PF apenas cumpriu uma determinação judicial de Moraes e argumentou que os relatórios tinham caráter institucional. Segundo o diretor-geral, a ausência dos nomes dos analistas responsáveis pelos documentos seguia regras de proteção aplicáveis aos profissionais de Inteligência.

O afastamento durou apenas um dia. Andrei e Almada foram posteriormente reconduzidos aos cargos por decisões tomadas no Supremo e continuam à frente de suas respectivas áreas na PF.

Relação com Banco Master também está sob análise

Moraes e Andrei também foram citados em outro episódio relacionado ao Banco Master, instituição que era controlada pelo empresário Daniel Vorcaro.

Em abril de 2024, os dois estiveram em Londres durante o 1º Fórum Jurídico – Brasil de Ideias, evento que teve o Banco Master entre os patrocinadores. Documentos posteriormente encaminhados pela PF à CPMI do INSS indicaram que Moraes, Andrei, Vorcaro e outras autoridades participaram, em 25 de abril daquele ano, de uma confraternização no George Club, em Mayfair, que contou com cerca de 40 pessoas.

Segundo a PF, as despesas de hospedagem, alimentação e transporte de Andrei durante a viagem foram custeadas pela organização do fórum.

O episódio voltou a ser discutido após o avanço das investigações sobre o Banco Master e a análise de mensagens encontradas no celular de Vorcaro. O material contém referências ao ministro Alexandre de Moraes e ao diretor-geral da PF.

Mensagens de Vorcaro são analisadas

Um relatório produzido pela PF a pedido de Mendonça apontou mensagens nas quais Vorcaro teria procurado Moraes antes de ser preso, em novembro de 2025. Outras conversas também mencionariam Andrei Rodrigues.

A análise da PF, entretanto, não atribuiu automaticamente a prática de crimes às autoridades apenas com base nas mensagens, encontros ou referências encontradas no material.

Parte das comunicações foi tornada pública por Mendonça em 1º de setembro. Entre os registros estavam mensagens atribuídas a Vorcaro para um número associado a Moraes, inclusive em período próximo à prisão do empresário.

No caso de Andrei, também foram identificadas mensagens nas quais Vorcaro teria pedido a interlocutores que procurassem o diretor-geral da PF. O conteúdo passou a ser analisado para esclarecer se as autoridades mencionadas tiveram alguma participação relacionada às investigações envolvendo o Banco Master.

Diante do caso, Edson Fachin solicitou à Polícia Federal informações sobre todas as autoridades citadas no material apreendido. Em ofício encaminhado à corporação em 2 de outubro, o presidente do STF afirmou que adotará as providências necessárias após receber a relação completa dos nomes, “sem exceção de pessoa”.

Fachin também marcou uma reunião com Andrei Rodrigues para 13 de outubro. A expectativa é que a PF apresente formalmente ao presidente do Supremo os nomes de ministros mencionados nas conversas obtidas durante as investigações relacionadas ao Banco Master.

Terra Brasil

Janja entra na mira do PT após participação intensa na campanha de Lula; saiba os bastidores

 

Janja entra na mira do PT após participação intensa na campanha de Lula; saiba o que está acontecendo
Foto:Sérgio Lima/Poder360

As críticas à primeira-dama Janja Lula da Silva (janjalula) se intensificaram no Partido dos Trabalhadores depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (@lulaoficial) (PT) ter ficado atrás do candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, no 1º turno. A avaliação é que a primeira-dama tem sido inconveniente em reuniões de campanha ao interromper participantes.

O mais recente dos exemplos foi a reunião de Lula com congressistas jovens do PT na manhã de 4ª feira (7.out.2026). Janja interveio em falas durante o encontro, organizado para dar uma energizada na campanha de 2º turno.