URGENTE: André Mendonça acaba de afastar Andrei Rodrigues diretor geral da PF

Foto: Brenno Carvalho/O Globo

Em uma escalada da crise que abala o Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro André Mendonça determinou nesta terça-feira (8) o afastamento preventivo de Andrei Rodrigues do cargo de diretor-geral da Polícia Federal. Segundo Mendonça, a medida é necessária para que os integrantes da Corte, o advogado-geral da União, Jorge Messias, e os servidores da Polícia Federal “exerçam suas atribuições sem constrangimentos ilegais”. O ministro afirma que há mais de 30 dias tem sido monitorado pela Polícia Federal.

A decisão ocorre após o ministro Alexandre de Moraes usar relatórios apócrifos da Polícia Federal para acusar Mendonça de ter cometido os crimes de abuso de autoridade, crime de responsabilidade e improbidade administrativa na condução dos casos Banco Master e INSS, dois esquemas bilionários de corrupção que atingiram lideranças políticas de diferentes matizes políticos.

Mendonça também determinou o afastamento do delegado Leandro Almada do cargo de diretor de inteligência policial da Polícia Federal. E determinou a “suspensão da produção, elaboração ou compartilhamento, ainda que interno, de todo e qualquer relatório de inteligência que se destine à análise de atos praticados no exercício das funções constitucionais de prestação jurisdicional, advocacia pública e de polícia judiciária”.

“A suspensão cautelar de função pública é constitucionalmente admissível quando fundada em elementos concretos, submetida à proporcionalidade e destinada a neutralizar risco efetivo à persecução penal ou de utilização indevida das prerrogativas funcionais”, escreveu Mendonça.

“A restrição temporária ao exercício funcional é significativamente inferior ao dano potencial que poderia decorrer da utilização das prerrogativas inerentes aos respectivos cargos para fins de comprometer a colheita de provas, dificultar a atuação dos órgãos de investigação e persecução, ou interferir em procedimentos administrativos destinados à apuração dos mesmos fatos.”

Conforme informou o blog, os relatórios não têm autoria, não trazem o brasão da República nem a padronização esperada em ofícios dessa natureza conforme a Doutrina Nacional de Inteligência de Segurança Pública – mas não escondem suas intenções.

A decisão de Mendonça foi tomada na análise de um pedido do partido Novo, que solicitou a adoção de “providências necessárias à preservação da independência, da integridade e da efetividade das investigações em curso”, após um relatório de 200 páginas encontrar menções a Andrei Rodrigues no celular de Vorcaro. O partido solicitou a Mendonça a prisão de Andrei Rodrigues, mas o relator dos casos Master e INSS optou pelo afastamento temporário das funções.

Na segunda-feira passada, Mendonça enviou à Procuradoria-Geral da República (PGR) o relatório da PF sobre as mensagens trocadas entre Vorcaro e Alexandre de Moraes. No conteúdo extraído do celular do banqueiro, ele diz ao ministro que precisa da proteção de “Andrei e Paulo”, uma referência ao diretor-geral da PF e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet.

“Se o Andrei conseguir atrasar pra outra semana, pois tem feriado, o banco não quebra. Tenta chamar ele e sensibilizar isso se achar possível”, escreveu Vorcaro a Moraes uma semana antes da primeira prisão dele, em 17 de novembro de 2025, segundo informações publicadas pelo Estadão e confirmadas pela equipe da coluna

Um dia antes do pedido para adiar a operação, o banqueiro também fez um desabafo ao ministro do Supremo: “Não conseguimos reverter isso com Paulo ou Andrei? Muita sacanagem isso”, lamentou, segundo a investigação.

Com informações de O GLOBO

Natalenses se reúnem na Praça Cívica para acompanhar tradicional desfile de 7 de Setembro

O desfile acontece na Praça Pedro Velho, conhecida como Praça Cívica, no bairro de Petrópolis, zona Leste da capital. Foto: Adriano Abreu/TN
O desfile acontece na Praça Pedro Velho, conhecida como Praça Cívica, no bairro de Petrópolis, zona Leste da capital. Foto: Adriano Abreu/TN

O tradicional desfile da Independência em Natal reúne dezenas de pessoas na Praça Pedro Velho, conhecida como Praça Cívica, no bairro de Petrópolis, zona Leste da capital, na manhã desta segunda-feira (7). O evento foi aberto pouco depois das 9h, com alunos de escolas do estado enquanto diversas famílias acompanham com empolgação. A servidora pública Emilly Hellen, de 28 anos, levou a filha, Clarisse, de 8 anos, para ver o desfile pela primeira vez. “Venho todos os anos com os parentes, mas com ela é a primeira vez”, disse. 

“É um momento muito importante para o nosso país, então, trouxe Clarisse para participar da ocasião, que inspira o amor à nossa pátria. Além dela, estou com minha tia e minha prima”, relatou a servidora pública Emilly Hellen.

A servidora pública Emilly Hellen, de 28 anos, levou a filha, Clarisse, de 8 anos, para ver o desfile pela primeira vez. Foto: Adriano Abreu/TN
A servidora pública Emilly Hellen, de 28 anos, levou a filha, Clarisse, de 8 anos, para ver o desfile pela primeira vez. Foto: Adriano Abreu/TN

A estudante de Psicologia Edilza Oliveira, conta que há muitos anos não acompanhava o cortejo, mas decidiu vir em 2026. “Gosto muito da parte militar”, falou. Já para a dona de casa Udenia Angela, de 56 anos, o momento tem um significado ainda mais especial. “Sempre tive o sonho de desfilar, mas como nunca consegui, venho assistir sempre”, contou ela, que estava com o filho, nora e amigas. 

A estudante Edilza Oliveira voltou a acompanhar o desfile após muitos anos. Foto: Adriano Abreu/TN
A estudante Edilza Oliveira voltou a acompanhar o desfile após muitos anos. Foto: Adriano Abreu/TN

O desfile, coordenado pelo Exército, conta com participação de efetivos das Forças Armadas e Forças de Segurança, além da passagem de representantes das escolas. Por conta do evento, dez linhas de ônibus de Natal estão com alterações temporárias nos itinerários. As mudanças seguem válidas até 12h de hoje. 

Udenia Angela teve o sonho de desfilar, mas não conseguiu. Porém, sempre vai assistir. Foto: Adriano Abreu/TN
Udenia Angela teve o sonho de desfilar, mas não conseguiu. Porém, sempre vai assistir. Foto: Adriano Abreu/TN

A Secretaria de Mobilidade Urbana de Natal (STTU) orienta que os passageiros fiquem atentos à sinalização e às orientações dos agentes de mobilidade durante o período das interdições. Em caso de dúvidas, informações podem ser solicitadas pelo Alô STTU, no telefone 156.

Tribuna do Norte

7 de Setembro – Dia da Independência

O 7 de setembro é uma das datas comemorativas mais importantes do Brasil, justamente por abrigar um dos principais acontecimentos da nossa história: a nossa independência.

A independência do Brasil aconteceu em 7 de setembro de 1822, quando, supostamente, D.Pedro (futuro D.Pedro I) proclamou o grito da independência às margens do Rio Ipiranga, na atual cidade de São Paulo. Com isso, o Brasil rompeu sua ligação com Portugal e consolidou-se como nação independente.

D.Pedro I

Quais foram as causas da independência?    

A independência foi resultado de um processo de desgaste nas relações entre os colonos brasileiros, sobretudo da elite, com portugal. Isso teve relação direta com a Revolução Liberal do Porto de 1820, mas podemos considerar que tudo começou com a transferência da Família Real Portuguesa para o Brasil, em 1808.

A transferência da Família Real Portuguesa foi uma consequência da Era Napoleônica e motivada pela invasão de portugal pelas tropas francesas. A mudança da Família Real Portuguesa para o Rio de Janeiro foi, portanto,  uma fuga. Após se instalar no Rio de Jnaeiro, foi iniciado o que ficou conhecido como Período Joanino.

Independência ou Morte

Independência ou Morte é uma pintura do artista brasileiro Pedro Américo. 

Independênca ou Morte, Pedro Américo 

É considerada a representação mais consagrada e difundida do momento da indepêndencia do Brasil, sendo o gesto oficial da fundação do Brasil.

Popularmente conhecido como o 7 de Setembro, é um feriado nacional, também chamado de Dia da Pátria. Este feriado nacional, historicamente é marcado por comemorações públicas na maioria das cidades brasileiras.

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Delator que movimentou R$ 1,3 bilhão em esquema do Banco Master registrou entrada no Palácio do Planalto

Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

Registros oficiais obtidos via Lei de Acesso à Informação revelam que o empresário Antônio Carlos Freixo Júnior, conhecido como “Mineiro”, esteve no Palácio do Planalto no dia 23 de janeiro de 2024, uma terça-feira, às 14h42.

O período consultado, que abrange de janeiro de 2022 a março de 2025, aponta que esta foi a única visita de Freixo ao local, cujo nome não consta na agenda oficial de nenhuma autoridade lotada no edifício.

Apontado em delação premiada firmada com a Procuradoria-Geral da República (PGR) como o “homem da mala” do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, “Mineiro” afirmou aos investigadores que sua principal função era converter montantes em dinheiro vivo e realizar entregas de R$ 1 milhão a R$ 1,5 milhão em malas.

O delator revelou que o esquema movimentou aproximadamente R$ 1,3 bilhão entre os anos de 2020 e 2025, quantias que, em sua avaliação, destinavam-se ao pagamento de comissões e vantagens indevidas.

Com informações da coluna de Andreza Matais / Metrópoles

Moraes pede ao presidente do STF que Mendonça seja investigado

 

Moraes pede ao presidente do STF que Mendonça seja investigado; ASSISTA VÍDEO

Segundo as informações divulgadas, Mendonça teria sido acusado de suposta improbidade administrativa, crime de responsabilidade e abuso de autoridade em decisões relacionadas às operações Sem Desconto e Compliance Zero.

A medida ocorre em meio ao avanço das investigações sobre mensagens atribuídas a Moraes e ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, além da possibilidade de o caso ser analisado pelo plenário do STF.

Confira o vídeo no link abaixo!

https://www.instagram.com/reels/Dc2AHBbDfPn/

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PF afirma que ainda não terminou; celular de Vorcaro pode revelar novas informações

 

O relatório da Polícia Federal que reúne mensagens e registros envolvendo Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), não representa a análise definitiva de todo o material apreendido com o fundador do Banco Master.

O documento, de 218 páginas, foi entregue ao ministro André Mendonça em 27 de agosto e informa que a análise realizada em um dos celulares de Vorcaro durante a Operação Compliance Zero “não possui caráter exaustivo”. O trabalho foi realizado em 72 horas.

Segundo a PF, nesse período foram transcritas apenas as “menções nominais diretamente identificadas”. A corporação também reconheceu a possibilidade de existirem “outras citações ou referências indiretas ainda não detectadas” pelos investigadores.

O relatório ressalta que as conclusões podem ser modificadas conforme o avanço das investigações. Novos documentos poderão ser produzidos caso informações inicialmente consideradas sem relevância adquiram importância durante a apuração.

Outros celulares de Vorcaro ainda serão analisados

O aparelho examinado pela Polícia Federal não é o único celular apreendido com Daniel Vorcaro. Em março, ao analisar a manutenção da prisão do banqueiro, André Mendonça informou que outros oito aparelhos ainda precisavam ser examinados. Cinco haviam sido recolhidos na segunda fase da operação e três na terceira.

O relatório entregue em agosto não esclarece quantos desses equipamentos já foram submetidos a uma perícia completa.

Nas considerações finais, a PF afirma que duas investigações relacionadas ao conteúdo localizado estão em “estágio avançado”. Os trabalhos, entretanto, ainda dependem de análises bancárias e da perícia de outros materiais apreendidos.

As oitivas já foram iniciadas, com previsão de conclusão em até 60 dias.

Mensagens temporárias dificultam reconstrução das conversas

Outro obstáculo identificado pelos investigadores é o uso de recursos que limitam ou eliminam o acesso às mensagens.

O contato salvo no celular de Vorcaro como “Alexandre de Moraes BRASILIA” passou a utilizar, em setembro de 2025, a função de mensagens temporárias, configurada para apagar automaticamente o conteúdo após 24 horas.

Em novembro daquele ano, Vorcaro enviou cinco mensagens ao contato utilizando o recurso de visualização única. A perícia conseguiu recuperar os arquivos e relacioná-los aos registros do sistema, mas não foi possível reconstruir integralmente parte das conversas.

A PF também encontrou 52 notas relacionadas ao método utilizado pelo banqueiro. Vorcaro escrevia os textos no aplicativo Notas, fazia uma captura de tela e, posteriormente, enviava a imagem pelo WhatsApp.

Cinco dessas notas estavam no chat atribuído a Moraes. Outras 47 apresentavam o mesmo padrão em diferentes conversas encontradas no aparelho.

O relatório também reúne mensagens enviadas diretamente pelo WhatsApp, registros de chamadas e conversas mantidas com outros interlocutores.

PF diz que não aprofundou apurações sobre autoridades

A Polícia Federal fez ainda uma ressalva específica sobre a análise de informações relacionadas a integrantes do Judiciário e do Ministério Público.

Devido às regras aplicáveis a magistrados e membros do MP, a corporação afirma que não realizou “quaisquer atos de aprofundamento investigativo” direcionados a essas autoridades.

Segundo os investigadores, o relatório apenas apresenta dados e elementos que já integravam o acervo da Operação Compliance Zero.

A ressalva envolve Alexandre de Moraes e o procurador-geral da República, Paulo Gonet. O conteúdo do documento, por si só, não permite concluir que as autoridades citadas por Vorcaro tenham atendido a solicitações feitas pelo banqueiro ou cometido irregularidades.

Entre os registros analisados está uma nota na qual Vorcaro afirma ser necessário “reforçar com Andrei e Paulo”. Na mesma mensagem, ele diz que enviaria nomes de pessoas que estariam indo ao Banco Central.

A partir do contexto analisado, a PF aponta que as referências podem ser ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet.

Mendonça retirou sigilo do relatório

O relatório foi entregue a André Mendonça em 27 de agosto. Em 1º de setembro, o ministro retirou o sigilo da Petição 16.662, que reúne os novos elementos relacionados à investigação.

O jornalista Paulo Figueiredo chamou atenção para as limitações do documento e afirmou que novas informações podem surgir com o avanço das perícias.

“Há uma boa razão para imaginarmos que Mendonça só colocou a cabecinha e vem muito mais por aí”

A própria Polícia Federal registra no relatório que a análise realizada em 72 horas não corresponde a uma perícia definitiva de todo o material apreendido com Daniel Vorcaro.

Com informações de Claudio Dantas.

Moraes e Mendonça ficam lado a lado no STF

 

Os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes durante sessão plenária no STF | Antonio Augusto/STF

Moraes e Mendonça ficaram lado a lado durante a sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira (2). O encontro ocorreu um dia após a divulgação do relatório da Polícia Federal com mensagens atribuídas ao ministro Alexandre de Moraes e ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Apesar da proximidade, os dois ministros não trocaram palavras durante a abertura dos trabalhos. Além disso, nenhum deles comentou publicamente o caso durante a sessão.

Moraes e Mendonça dividem bancada no STF

Os ministros ocupam assentos próximos no plenário do Supremo. A disposição segue a ordem prevista para os integrantes da Corte e, portanto, não representa uma escolha feita para a sessão.

Assim, Moraes e Mendonça ficaram lado a lado no primeiro encontro público entre os dois desde a divulgação das mensagens de Vorcaro.

O presidente do STF, Edson Fachin, conduziu a abertura da sessão. No entanto, ele também não mencionou diretamente as mensagens envolvendo Moraes e Vorcaro durante os primeiros momentos dos trabalhos.

Mensagens de Vorcaro vieram a público

O encontro ocorreu após André Mendonça retirar o sigilo de parte do material relacionado à investigação sobre o Banco Master. O relatório da PF reúne mensagens atribuídas a Vorcaro e Moraes.

Segundo as informações divulgadas, as conversas mostram Vorcaro buscando contato com Moraes em meio às investigações envolvendo o banco. Entre as mensagens, aparece ainda uma pergunta do ex-banqueiro sobre a possibilidade de deixar o Brasil antes de uma eventual prisão.

O conteúdo provocou repercussão política e institucional. Por isso, a sessão desta quarta-feira ganhou atenção antes mesmo do início dos trabalhos.

Fachin fala em medidas sobre o caso

Antes da sessão, Fachin afirmou que o STF atravessa um momento de especial gravidade diante das revelações. O presidente da Corte também informou que pretende adotar as medidas consideradas cabíveis e necessárias.

Enquanto isso, Mendonça defende a continuidade da análise do material relacionado ao caso. O ministro deverá levar ao plenário questões envolvendo a possibilidade de investigação sobre Moraes e a condução do processo.

A Procuradoria-Geral da República também se manifestou sobre o caso e questionou aspectos da atuação de Mendonça como relator. Dessa forma, o episódio deverá continuar em discussão dentro do Supremo.

Sessão seguiu com outros processos

Apesar da repercussão do caso, a sessão desta quarta-feira seguiu a pauta prevista. Fachin priorizou processos com previsão de sustentação oral dos advogados.

Assim, os ministros iniciaram os trabalhos com um recurso relacionado à cobrança de ITBI por empresas do setor imobiliário. Até o início da sessão, nenhum integrante da Corte havia feito uma manifestação pública sobre as mensagens de Vorcaro e Moraes.

URGENTE: PGR pede a Mendonça que caso de Lulinha saia do STF

URGENTE: PGR pede a Mendonça que caso de Lulinha saia do STF

A PGR (Procuradoria-Geral da República) pediu ao STF que o inquérito que investiga a participação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, em uma ação de lobby no governo seja enviada à primeira instância da Justiça. O órgão alega que não há ninguém com foro privilegiado envolvido no caso, o que não justificaria sua permanência no Supremo. A decisão final será do ministro do STF André Mendonça.

O filho do presidente da República está sendo acusado de envolvimento com a lobista Roberta Luchsinger, que fez gestões para vender um projeto de canabidiol ao Ministério da Saúde.

COM INFORMAÇÕES DE FOLA DE SÃO PAULO

PF encontra minuta de contrato enviada por Lobista a ex-chefe de gabinete de Lula

 

A Polícia Federal identificou uma conversa na qual a empresária Roberta Luchsinger teria enviado ao então chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Marco Aurélio Santana, conhecido como Marcola, uma minuta de contrato relacionada à venda de cannabis medicinal ao Ministério da Saúde sem licitação.

A informação foi divulgada pelo jornal O Globo e confirmada pela CNN Brasil. A investigação da PF apura uma possível atuação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, em favor de uma tentativa de Luchsinger de estabelecer um contrato com o governo federal em parceria com Antônio Carlos Antunes, conhecido como Careca do INSS.

O documento localizado pelos investigadores trata da comercialização de medicamentos à base de canabidiol. O conteúdo seria semelhante ao modelo de contrato encaminhado por Luchsinger a Marcola por meio de mensagens.

Investigação sobre atuação no governo

A Polícia Federal também apura a relação financeira entre Roberta Luchsinger e Antônio Carlos Antunes. Segundo os investigadores, a empresária teria recebido R$ 1,5 milhão do empresário para atuar na abertura de portas e facilitar o acesso a integrantes do governo federal.

A investigação busca esclarecer se a proximidade de Luchsinger com pessoas ligadas ao governo teria sido utilizada para tentar viabilizar o contrato relacionado aos medicamentos à base de cannabis.

O caso também se relaciona às apurações envolvendo Lulinha e a empresária, que, segundo a PF, teriam tratado de negócios e de possíveis articulações junto a integrantes da administração federal.

Defesa de Marcola nega irregularidades

O advogado Marco Aurélio de Carvalho, que representa Marco Aurélio Santana, afirmou que o ex-chefe de gabinete não teria realizado qualquer ato para beneficiar Roberta Luchsinger dentro do governo.

A defesa também questionou a autenticidade e a integridade das mensagens mencionadas na investigação.

“Não podemos comentar uma mensagem cuja autenticidade nem sequer foi atestada. Não sabemos se essas mensagens existem, não sabemos se a cadeia de custódia está íntegra, se está hígida, então fica muito complicado. A melhor resposta quem pode dar é a própria Roberta. De toda sorte a própria PF sabe que não houve nenhum encaminhamento do Marcola, não houve nenhum ato de ofício ou algo do gênero”.

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Flávio Dino dispara contra críticos do STF: “Há pessoas com as mãos sujas de sangue querendo dar aula de liberdade;” ASSISTA VÍDEO

Flávio Dino dispara contra críticos do STF: “Há pessoas com as mãos sujas de sangue querendo dar aula de liberdade;” ASSISTA VÍDEO
FOTO: RERPODUÇÃO DE VÍDEO

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), voltou a se manifestar sobre o caso envolvendo Luís Pablo e o ex-secretário de Segurança Pública do Maranhão Raimundo Cutrim. Durante a sessão desta quinta-feira (13), no plenário da Corte, Dino reagiu às críticas ao Supremo relacionadas a uma suposta violação do sigilo da fonte.

Dino afirmou que ele e familiares foram alvo de monitoramento no Maranhão e comparou o episódio à perseguição sofrida por ministros do STF durante a ditadura militar. Segundo o ministro, antes dele, apenas um integrante da Corte e sua família teriam passado por situação semelhante.

Na sequência, citou pessoas que, segundo ele, tiveram envolvimento com o regime e atualmente fazem críticas ao Supremo em nome da liberdade. Dino defendeu que o debate considere o contexto histórico e as garantias constitucionais, como liberdade de imprensa, sigilo da fonte e independência judicial, que, afirmou, não deve ser alvo de intimidação.

Diário do Brasil Notícias

VEJA O VÍDEO ABAIXO.

Famílias brasileiras perderam R$ 62,5 bilhões para bets em 2025

 

Empresas de apostas movimentaram R$ 351 bilhões no período| Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

 

As famílias brasileiras perderam R$ 62,5 bilhões para as bets no ano passado. O montante corresponde ao valor líquido, ou seja, à diferença entre o dinheiro apostado e o devolvido em forma de prêmio. Este valor equivale a uma média de R$ 4,7 bilhões por mês, considerando o período de outubro de 2024 a março de 2026.

As perdas equivalem a 0,68% da Renda Nacional Disponível Bruta das Famílias e consideram as transferências feitas por Pix para as casas de apostas. No mesmo período, as bets movimentaram quase R$ 351 bilhões em transações via Pix.

Os dados constam do Boletim Fiscal dos Estados, divulgado nesta quinta-feira (6) pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), com base em estatísticas de pagamentos do Banco Central.

O estudo mostra que, desde a regulamentação das bets, em janeiro do ano passado, houve mudança no volume de transferências via Pix destinadas ao setor de artes, cultura, esporte e recreação, indicando maior comprometimento da renda das famílias com as apostas.

A lei que regulamentou as bets determina que as empresas bloqueiem o acesso de usuários identificados como compulsivos. Segundo o advogado Júlio Leone, porém, isso não tem ocorrido.

“Quando é detectado que a pessoa tem ludopatia, que é viciada, compulsiva em apostas, o algoritmo deveria travar a conta dela. Mas faz o contrário: manda mais bônus, mais vouchers, mais incentivos para que ela continue apostando. É aí que ela perde todo o capital.”

O boletim mostra ainda que, desde outubro do ano passado, quando entrou em vigor a proibição de apostas para beneficiários do Bolsa Família, houve desaceleração no ritmo das transações.

Segundo o Comsefaz, o resultado indica que a medida teve efeitos concretos sobre o volume agregado de transações, sugerindo que as famílias de menor renda tinham participação significativa no mercado de apostas.

Agência Brasil

Tabelião que foi beneficiado no STF é condenado por morte de esposa em sexo a três; VEJA

A Justiça da Bahia condenou um dos líderes dos tabeliães beneficiados pela demora do Supremo Tribunal Federal em julgar um processo. O agora ex-dono de cartório agrediu a própria esposa e causou a m0rte dela, junto com sua amante, com quem vivia um triângulo amoroso, segundo a sentença e o acórdão que a confirma, documentos obtidos pelo Metrópoles.

O ex-dono do cartório de Feira de Santana (BA), Eden Márcio Lima de Almeida (foto em destaque), e sua amante, Anna Carolina Lacerda Dantas (na foto, à direita), foram condenados por lesão corporal seguida de m0rte à pena de cinco anos e quatro meses de reclusão, em regime semiaberto, pela morte da bancária Selma Regina Vieira Almeida (na foto, à esquerda), em 2019.

Eden é um dos líderes do grupo de tabeliães cuja permanência nos cartórios é contestada em ação da Procuradoria-Geral da República (PGR), que pede a declaração de inconstitucionalidade da lei que transformou mais de 100 ex-servidores do Tribunal de Justiça da Bahia em titulares de serventias extrajudiciais.

Em agosto, completam-se 14 anos que o caso está em análise no Supremo. Somente o minitro Dias Toffoli ficou com a ação por nove anos. Selma era secretária das reuniões dos tabeliães nas quais se discutia a arrecadação de milhões de reais para financiar a atuação dos advogados no Supremo.

Com a condenação criminal, o juiz da 5ª Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, Ricardo José Vieira de Santana, determinou que Eden fosse afastado definitivamente do cartório que ocupava, o Tabelionato de Protesto de Títulos de Feira de Santana. Ele já estava afastado em razão do processo criminal, mas continuava recebendo metade da arrecadação da serventia, de quase R$ 10 milhões por ano. Em 16 de abril de 2026, porém, o Conselho Nacional de Justiça confirmou a perda da delegação do cartório, conforme extrato da decisão do CNJ.

COM INFORMAÇÕES DECMETRÓPOLES.

Brasileiro de 59 anos é nomeado CEO da Coca-Cola

O executivo brasileiro Henrique Braun foi nomeado CEO da Coca-Cola, marcando uma nova fase na estratégia da companhia. Acionista da empresa, ele assumiu oficialmente o cargo em 31 de março de 2026 com a missão de acelerar a expansão do portfólio de bebidas sem açúcar e com baixo teor calórico, acompanhando as mudanças no perfil de consumo em todo o mundo.

A mudança faz parte da estratégia da Coca-Cola para fortalecer sua atuação em segmentos voltados à saúde e ao bem-estar, além de ampliar a presença em categorias consideradas estratégicas para o crescimento da empresa.

Trajetória na companhia

Com uma carreira consolidada na multinacional, Henrique Braun acumulou funções de liderança em diferentes mercados ao longo dos últimos anos. O executivo presidiu as operações da Coca-Cola na Grande China, no Brasil e na América Latina, além de exercer o cargo de vice-presidente executivo e diretor de operações da companhia.

Sua chegada ao comando global ocorre em um momento considerado estratégico para a empresa, que busca fortalecer a parceria com engarrafadores e ampliar investimentos em segmentos como cafés, bebidas premium e novos produtos.

Estratégia para os próximos anos

À frente da Coca-Cola, Braun pretende reforçar os investimentos em pesquisa e desenvolvimento para acelerar a criação de produtos alinhados à crescente demanda dos consumidores por opções mais saudáveis.

A empresa já ampliou sua oferta de bebidas sem açúcar nos últimos anos, e a expectativa é que essa estratégia seja intensificada sob a nova gestão.

Segundo a companhia, o objetivo é equilibrar a tradição de suas marcas com inovação, ampliando o desenvolvimento de novas categorias e acompanhando as transformações do mercado global de bebidas.

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Quem visitou Lula na prisão? Lista inclui ao menos 16 estrangeiros; CONFIRA

Quem visitou Lula na prisão? Lista inclui ao menos 16 estrangeiros; CONFIRA

Durante os 580 dias em que esteve preso em Curitiba, de 2018 a 2019, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu ao menos 16 visitantes estrangeiros, entre ex-chefes de Estado, intelectuais e ativistas. No sábado (18), o ministro Alexandre de Moraes, do STF, negou o pedido para que o presidente da Argentina, Javier Milei, visitasse Jair Bolsonaro (PL) em prisão domiciliar, citando a proibição de encontros de caráter político-eleitoral até o fim da eleição.

A decisão recente de Moraes contrasta com o período em que Lula esteve preso em Curitiba, quando recebeu uma série de visitantes estrangeiros autorizados pela Justiça. Entre as visitas recebidas por Lula na cadeia, estão o ex-presidente do Uruguai Pepe Mujica (1935-2025), o então candidato à Presidência da Argentina Alberto Fernández, o ex-presidente do Parlamento Europeu Martin Schulz e o filósofo e linguista Noam Chomsky.

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