
Agentes da 14ª Delegacia de Polícia e da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos cumprem três mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro.
Os clubes ainda não se manifestaram.


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino autorizou que a Polícia Federal compartilhe dados de uma operação que teve como alvo Karina Ferreira da Gama, produtora do filme Dark Horse, que contra trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A força-tarefa foi realizada em junho deste ano pela Polícia Civil de São Paulo (PCSP) e mirou um contrato firmado entre uma ONG da qual Karina é responsável e a Prefeitura de SP. As investigações apontaram para suspeitas de fraude e desvio de recursos públicos no contrato.
A informação foi adiantada pelo O Globo, na coluna de Bela Megale, e confirmada pelo Metrópoles. O processo é sigiloso.
No mês passado, Dino autorizou a PF a investigar o repasse de emendas parlamentares a empresas vinculadas à produtora da obra.
Durante a operação, foram realizadas buscas em dois endereços ligados a Karina, além das sedes do Instituto Conhecer Brasil (ICB), a ONG cuja ela é responsável, da produtora Go Up Entertainment, responsável pelo filme de Bolsonaro.
A empresa e a produção que conta uma parte da biografia de Bolsonaro, entrou no radar da Polícia Federal e do STF após a revelação de ter recebido aportes de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que está preso desde março por fraude financeira.
A investigação apontou suspeitas de fraudes e desvios de recursos públicos no contrato firmado por sua ONG, chamada Instituto Conhecer Brasil (ICB), com a Prefeitura de São Paulo. Além da ONG, Karina é dona da Go Up Entertainment, produtora responsável pelo Dark Horse.
Flávio Dino é o relator da investigação sobre suspeita de envio de emendas parlamentares à produtora do filme Dark Horse.
O magistrado concentra no STF a relatoria de uma série de processos que investigam suspeitas em repasses de emendas parlamentares a empresas, entidades e ONGs.
COM INFORMAÇÕES DE METRÓPOLES

A Polícia Civil e o Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Norte (Detran/RN) deflagraram nesta quinta-feira (20), a Operação Rota 67 para investigar um servidor suspeito de cobrar valores de usuários para intermediar vistorias e outros procedimentos relacionados a veículos.
Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em dois imóveis ligados ao investigado, em Natal, além de diligências na estação de trabalho utilizada por ele no Detran e em um endereço em Japi, no interior do estado.
Segundo a investigação, o servidor teria usado a função pública e o acesso aos sistemas internos do Detran para facilitar procedimentos em troca de pagamentos. O caso é investigado como possível crime de corrupção passiva.
Por determinação judicial, o servidor foi afastado de atividades relacionadas a vistorias e procedimentos veiculares. Também foram bloqueados seus acessos, credenciais e permissões nos sistemas ligados às funções investigadas.
O material recolhido durante a operação será analisado pelos investigadores. A partir dos dados, a Polícia Civil pretende verificar a existência de outros casos semelhantes e identificar possíveis envolvidos.
O nome da operação faz referência ao prefixo “67”, identificado em um fluxo dos sistemas do Detran durante a apuração. Procedimentos relacionados a vistorias e regularizações de veículos apareceram vinculados a esse fluxo nas investigações.

O ex-presidente Jair Bolsonaro irá depor na terça-feira (23) para esclarecimentos quanto a arma apreendida em blitz, em Brasília. O armamento foi encontrado com um militar do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) no dia 15. De acordo com informações do agente, ele levava a arma para conserto a pedido de Jair Bolsonaro.
A arma foi apreendida por não estar acompanhada do certificado de registro, que consta em nome do ex-presidente. Alexandre de Moraes quer entender a motivação para pedido de conserto, especialmente próximo do fim do prazo em prisão domiciliar. O caso é investigado pela Polícia Civil do DF.
COM INFORMAÇÕES DE GLOBONEWS

O programa Fantástico, da TV Globo, exibiu no último domingo (8), uma reportagem explicando o funcionamento do software utilizado pela Polícia Federal para realizar a varredura de celulares apreendidos em investigações. A ferramenta é capaz de extrair e organizar dados armazenados nos aparelhos, convertendo conteúdos como imagens, documentos e arquivos de áudio em texto pesquisável.
Com isso, investigadores conseguem localizar rapidamente palavras, nomes ou trechos específicos dentro do material coletado. Segundo a reportagem, a tecnologia também permite estruturar grandes volumes de dados digitais para facilitar a análise pericial durante os inquéritos.
“Como a reportagem mostrou, essa semana foram divulgadas trocas de mensagens entre o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e autoridades da política e do judiciário. Muitas delas negaram ter participado das conversas que vieram a público. O Fantástico falou com um perito que simulou o funcionamento do software que a Polícia Federal usa para fazer a varredura de celulares apreendidos em investigações”, externou a apresentadora do televisivo global.
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