O TSE aumentou o esquema de segurança para acessar o prédio do tribunal neste domingo
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria, nesta quinta-feira (28), contra a cassação da chapa vencedora nas eleições presidenciais de 2018, formada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e seu vice, o general Hamilton Mourão.
A acusação é baseada em matérias publicadas pelo jornal Folha de S.Paulo durante o pleito. A análise dos casos foi iniciada na última terça (26), quando foi suspensa com o placar em 3 a 0 contra a cassação. Com o voto o ministro Carlos Horbach, houve consolidação de maioria com o entendimento do relator do caso.
Ainda faltam os pareceres do presidente do TSE Luís Roberto Barroso, do vice-presidente Edson Fachin, e do ministro Alexandre de Moraes.
Os pedidos foram apresentados pela Coligação O Povo Feliz de Novo, do PT, e sugerem que a chapa cometeu abuso de poder político e econômico e uso indevido dos meios de comunicação ao terem realizado disparos em massa de mensagens.
Fonte: Terra Brasil Notícias.
As mudanças climáticas forçarão dezenas de milhares de pessoas que vivem no leste da África a abandonarem suas casas nas próximas 3 décadas. Um relatório do Banco Mundial, divulgado na 4ª feira (27.out.2021), informou que, mesmo se forem implantadas medidas para reduzir o impacto na região, esse cenário não será evitado. Eis a íntegra do relatório (2 MB).
Segundo a instituição, dentre as pessoas afetadas estão agricultores atingidos pela seca e outros cidadãos movidos pela necessidade de água potável.
Estão no leste africano: Quênia, Ruanda, Tanzânia, Uganda e Burundi. Nos últimos anos, esses países têm registrado eventos climáticos extremos.
Além do agravamento da seca em uma região fortemente dependente da agricultura, desde 2019, o leste da África registra uma enorme infestação de gafanhotos, com consequências até hoje. Em 2020, grandes inundações causaram estragos nos países.
“Sem ações amplas e urgentes… até 38,5 milhões de pessoas podem ser deslocadas internamente, como consequência das mudanças climáticas, até 2050”, afirmou o vice-presidente do Banco Mundial para a região, Hafez Ghanem.
Também de acordo com o relatório, a adoção de medidas para reduzir as emissões de gases do efeito estufa e o financiamento de projetos que travam as mudanças climáticas podem reduzir a projeção de desabrigados em não mais do que 30%.
O Banco Mundial se comprometeu a garantir que 35% de seu financiamento nos próximos 5 anos vá para projetos que ajudem a enfrentar as ameaças das mudanças climáticas.
Em 2009, países ricos se comprometeram a entregar US$ 100 bilhões por ano durante 5 anos a partir de 2020 para ajudar nações mais pobres a enfrentar o impacto do aquecimento global. Porém, o dinheiro não chegou.
O presidente da COP 26 (26ª Conferência sobre Mudanças Climáticas), Alok Sharma, disse, na 2ª feira (25.out.2021), que esse programa de financiamento deve ser adiado por 3 anos.
A COP 26 será realizada de 31 de outubro a 12 de novembro na cidade de Glasgow, na Escócia.
Ministério da Economia, fachada , letreiro, na Esplanada dos Ministérios. Sérgio Lima/Poder360 24.09.2020
O ministro Ciro Nogueira (Casa Civil) nomeou João Carlos de Andrade Uzeda Accioly para o cargo de secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação do Ministério da Economia.
A nomeação foi publicada na edição desta 5ª feira do DOU (Diário Oficial da União). Eis a íntegra (54 KB).
O cargo da Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade estava vago desde o fim de setembro, quando Jorge Lima deixou a função.
João Accioly é advogado e mestre em Economia. Desde agosto, atuava como assessor da Diretoria de Apoio à Gestão e Planejamento, também na Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade.
Segundo seu perfil no LinkedIn, é membro fundador e integrante do Conselho de Governança do Instituto Millenium. É ainda membro da Comissão Especial de Mercado de Capitais da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).
Através da mesma portaria, Nogueira substituiu Clarice Gomes de Oliveira por Abel Ferreira Lopes Filho no cargo de diretor de programa da Secretaria de Modernização da Administração Federal, da Secretaria Geral da Presidência da República.
Fonte: Poder 360.
Desde o início de 2021, a Petrobras reajustou os preços da gasolina 15 vezes (sendo 4 reduções) e do diesel, 12 vezes (sendo 3 reduções). Até agora, o reajuste acumulado da gasolina, entre aumentos e reduções, é de 74%. No caso do diesel, 64,7%.
Eis o histórico dos reajustes em 2021:
Esses percentuais se referem à gasolina A e ao diesel A, ou seja, aos combustíveis puros, sem contar as misturas obrigatórias de 27% de etanol anidro na gasolina, e de biodiesel no diesel. Nesse caso, a proporção do biodiesel variou ao longo do ano, entre 13% e 10%. Pela legislação, a proporção de biodiesel varia a cada leilão e pode mudar a cada dois meses. Para novembro e dezembro, a proporção será de 10%.
De acordo com o Indicador Cepea/Esalq, o litro do etanol anidro saiu de R$ 2,39 na semana do dia 15 de janeiro para R$ 4,06 nesta semana. A alta acumulada, considerando todos os aumentos e reduções no período, foi de 69,7%.
No mesmo período, o preço do barril Brent (cotado na Bolsa de Londres) saiu de US$ 55,10 em 15 de janeiro para US$ 83,50 nesta 4ª feira (27.out.2021). Uma alta de 48%. O dólar avançou 6,54%, nesse intervalo, indo de R$ 5,29 para R$ 5,53. Os dados mostram que a cotação do barril tem pressionado muito mais os preços dos derivados do petróleo do que a variação da moeda americana.
Fonte: poder 360.