Carol Pires a musa da humildade é a primeira vítima da eleição 2024

 

A vereadora Carol Pires, filha da vice prefeita Kátia Pires, é uma parlamentar bastante atuante na periferia de nova parnamirim. Esse trabalho é realizado há anos, aonde vem mantendo grandes votações, em especial no portal do Jiqui II, mais conhecido como Toca da Raposa.

Mas, nesse final de semana, gente mal intencionada politicamente, tentou vincular o nome da parlamentar com uma festa de facção que nunca existiu. Tudo não passou de um grande engano.

Carol recebeu um convite para o aniversário de uma liderança que é funcionária da prefeitura e até ajudou na compra do bolo, levou presente e tudo isso para comemorar aquele momento de alegria com a jovem, que mora na comunidade.

Acontece que uma rua depois do local aonde acontecia a festa, a polícia foi atender uma ocorrência e chegou até a conduzir um adolescente. Porém, a fofoca nas redes sociais ganhou corpo, querendo vincular o nome de Carol à ocorrência policial. Depois de algumas horas e também de algumas explicações, a polícia entendeu o verdadeiro teor da ocorrência e liberou o jovem, que tinha sido apreendido para averiguações.

Detalhe, o jovem não participava da festa de aniversário e não tinha ligações nenhuma com Carol, mas essa ocorrência policial está com um cheiro forte de eleição em 2024, pois já querem tentar manchar o trabalho sério que a parlamentar vem realizando nas comunidades de sua base política, visando impedir o crescimento da vereadora, principalmente na periferia da cidade.

Carol Pires, já avisou “minha única ligação é com Deus, minha família e com o povo que me elegeu, nunca com o mal feito ou ilícito. O nosso trabalho vai continuar e agora mais forte do que nunca e principalmente com esse olhar para os mais necessitados”.

Valeu, Carol, você entrou na toca, enquanto muitos não querem nem chegar perto, por puro preconceito. É por esse motivo que as pessoas estão chamando a vereadora Carol Pires de musa da humildade.

Na região do Seridó, Rogério Marinho conquista novas declarações de peso em apoio à possível candidatura ao Senado

Declarações ocorreram em evento oficial para apresentação do Projeto da Adutora do Seridó, neste domingo, em Caicó_

Nomes de peso da política Seridoense engrossaram o apoio à possível candidatura de Rogério Marinho ao Senado. As declarações ocorreram em evento neste domingo, em Caicó, convocado para a apresentação do Projeto Adutora do Seridó pelo Ministro do Desenvolvimento Regional.

Ivanildo Albuquerque Filho, o Ivanildinho, prefeito de Timbaúba dos Batistas e presidente da AMS – Associação dos Municípios do Seridó, destacou o trabalho feito pelo ministro Rogério Marinho ao destravar e possibilitar a conclusão de uma das obras mais aguardadas pela região e pelo estado, a Barragem de Oiticica. Ivanildinho também parabenizou o ministro pelo anúncio do Projeto da Adutora do Seridó, que vai levar a água para os 25 municípios da região. Para o presidente da AMS, é o fim de um período de sofrimento para milhares de potiguares que enfrentam a seca por gerações. Ivanildo declarou que em reconhecimento, ele e a maioria dos prefeitos da região deverão estar ao lado de Rogério Marinho em uma possível candidatura ao Senado em 2022.

“Ele é praticamente uma unanimidade na região. Nós temos no Rogério Marinho uma referência. Por ser essa ponte, por conhecer a realidade de todos nós. Já foi vereador, já foi deputado, conhece as agruras dos nossos mandatos. Para o Senado a gente enxerga que ele seria um dos mais preparados para assumir o posto”, afirmou Ivanildinho.

O apoio ao nome de Rogério Marinho ao Senado foi reforçado também pelo presidente da Associação dos Municípios do Seridó Oriental, Fernando Antônio Bezerra, prefeito de Acari. Fernando agradeceu pela revolução que vem sendo feita na região, permitindo que finalmente a região possa ter segurança hídrica. Ele reconheceu a importância do ministro para a região e para o Estado. “Rogério Marinho tem sido um potiguar que brilha no cenário nacional, mas que não esquece os compromissos com a sua região, com o seu estado.” Sobre 2022, o presidente da AMSO foi taxativo.

“A nossa posição é de muita clareza, em reconhecimento a Rogério Marinho e por tudo que ele tem feito pela região, em apoiá-lo se de fato for confirmada a candidatura. Nós e muitos dos nossos amigos e amigas estaremos ao lado dele nessa luta”, declarou Fernando Antônio Bezerra.

Rogério Marinho esteve em Caicó para agenda oficial na Câmara dos Vereadores que reuniu mais de 20 prefeitos de toda a região do Seridó. No encontro, o ministro do Desenvolvimento Regional apresentou o cronograma para as obras da Adutora do Seridó. O projeto prevê a construção de mais de 330 quilômetros de canais adutores, estações de bombeamento e de tratamento, além de pontos de captação de água, beneficiando mais de 288 mil pessoas. O investimento previsto é de mais de R$ 326 milhões.

No evento também foi assinada a liberação de mais R$ 19,8 milhões para a continuação das Obras da Barragem de Oiticica. Com previsão de conclusão no final deste ano, a barragem vai recepcionar as águas do Projeto de Integração do Rio São Francisco, atendendo mais de 330 mil pessoas com água para matar a sede da população e proporcionar a produção.

Marinho também aproveitou o encontro para assinar o repasse de R$ 6,7 milhões para a primeira etapa da Feira do Produtor de Caicó. O complexo industrial e econômico será destinado aos comerciantes locais, que poderão produzir e vender suas mercadorias no local.

Risco “seríssimo” de racionamento em outubro e novembro, diz ex-ministro

O ex-ministro de Minas e Energia (2015-2016), e líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), disse em entrevista ao Poder360 que o Brasil corre risco “seríssimo”de precisar racionar energia em outubro e novembro.

Para ele, faltou planejamento do governo federal e, se não houver racionamento, haverá um deficit na conta de luz de R$ 24 a R$ 30 bilhões a serem cobertos possivelmente pelos consumidores.

“Primeiro, acho que o planejamento foi insuficiente. Porque nós deveríamos ter ligado há mais tempo, e num volume maior, as térmicas para que pudéssemos preservar o pulmão hídrico dos reservatórios das hidrelétricas”, declarou.

Assista à íntegra da entrevista (35min27s):

Para o senador, é injusto que só os consumidores paguem a conta da crise hídrica causada pela escassez de chuvas, que baixou o nível dos reservatórios das hidrelétricas brasileiras. Sem a fonte, as distribuidoras precisam recorrer a térmicas, mais caras.

“É preciso entender que para evitar o racionamento nós vamos precisar de mais recursos. E esses recursos, para não impactar a inflação, para não onerar ainda mais o consumidor, precisaria vir de um planejamento tributário para a geração de caixa no setor o para fazer frente ao aumento de despesas.”

A ideia de Braga seria atrasar o pagamento de tributos estaduais e federais que incidem sobre a conta de luz durante o período da estiagem. Isso abriria espaço na conta para comprar o excedente necessário de energia, sem precisar repassar o valor ao consumidor.

“Eu não estou falando, portanto, de renúncia fiscal. Eu estou falando de carência fiscal, você faz um planejamento fiscal para você poder baixar o custo da energia nesse período hídrico e você poder botar energia mais cara sem aumentar a tarifa de energia elétrica”, disse.

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou na 3ª feira (31.ago) novo patamar da bandeira tarifária, chamado “bandeira escassez hídrica”, no valor de R$ 14,20 por 100 kWh. É quase 50% a mais que o do patamar 2 da bandeira vermelha atual, de R$ 9,49.

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o reajuste se deve ao custo adicional projetado de R$ 8,6 bilhões com energia de setembro a novembro, o que inclui importação da Argentina e do Uruguai e ativação de novas termelétricas. Essas medidas são necessárias para suprir a necessidade de 5,5 GW de energia a ser acrescentada ao SIN (Sistema Interligado Nacional).

O senador disse que o pior cenário possível é o de racionamento de energia porque impacta em diversos setores da economia e pode aumentar a inflação, enquanto desacelera a economia.

“Acho que temos que entrar num esforço nacional equivalente a um esforço de guerra, porque é grave, é gravíssima a situação dos nossos reservatórios. Nos últimos 91 anos, nunca tivemos uma crise hídrica dessa proporção. O povo não aguenta mais, então, não dá para ficar pensando que eu vou deslocar isso tudo para ser pago pela população na conta de energia elétrica”, afirmou.

CPI da Covid

Integrante titular da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid no Senado, Braga avalia que o colegiado ajudou a pressionar o governo federal a acelerar a compra de vacinas contra covid-19, mas que há equívocos dos senadores ao ampliar demais os focos de investigação.

O senador amazonense fez parte mais ativamente no começo da comissão do chamado G7, composto por 7 senadores titulares da comissão que eram mais críticos ao governo de Jair Bolsonaro.

Com o passar do tempo, Braga se afastou mais do grupo e lamenta que a crise sanitária do Amazonas, que teve disparada de casos e falta de oxigênio durante a pandemia, não foi mais abordada pelos senadores.

“Óbvio que também houve exageros e, na minha opinião, equívocos. Porque a CPI também tem que ficar dentro das 4 linhas [da Constituição]. Essas quatro linhas são o limite constitucional e os limites legais. Eu não posso, porque você me fez uma pergunta que eu não tenha gostado, apresentaram requerimento para quebrar o teu sigilo telefônico financeiro bancário”, declarou.

Apesar dos deslizes, o senador diz acreditar que o relatório conseguirá responsabilizar os responsáveis pelos erros na condução da pandemia no país. Segundo ele, está claro que houve equívocos porque o Brasil tem 2,5% da população mundial e 25% das mortes por covid-19.

“Há algo que aconteceu de errado e o que aconteceu de errado foi não ter planejamento para assistência, não houve coordenação, não houve treinamento, ficamos batendo cabeça com que não deveríamos ficar batendo cabeça, como tratamento precoce”, disse.
Fonte: poder 360.

Sergio Mamberti, tio Victor do “Castelo Rá-Tim-Bum”, morre aos 82 anos


O ator Sergio Mamberti, de 82 anos, morreu na madrugada desta 6ª feira (3.set.2021), no hospital da rede Prevent Senior, em São Paulo. Ele estava intubado desde o dia 28 de agosto com uma infecção nos pulmões.

Carlos Mamberti, filho do ator, informou que o pai faleceu em decorrência de falência múltipla de órgãos.

Mamberti foi internado em julho deste ano para tratar uma pneumonia. Ele chegou a passar alguns dias na UTI (Unidade de Terapia Intensiva), mas se recuperou e em cerca de 15 dias recebeu alta médica.

Sergio Mamberti é reconhecido principalmente por representar o tio Vitor, no “Castelo Rá-Tim-Bum”, e o mordomo Eugênio, na novela “Vale Tudo”.
Fonte: poder 360.

Projeto que prevê aumento da faixa de areia da praia de Ponta Negra deve ser licitado em 2022, diz secretário


O que já foi uma extensa faixa de areia agora é uma área espremida entre o mar e um calçadão, tomada por guarda-sóis. Na maré alta, a areia some e as ondas batem nas pedras do enrocamento que protege o passeio público na praia de Ponta Negra, em Natal.

A Prefeitura da capital potiguar tem um projeto de engorda — um alargamento da faixa de areia — da praia de Ponta Negra, mas a previsão atual é de que a licitação dessa obra específica só ocorra no início de 2022.

O principal argumento da prefeitura para as obras de alargamento é recuperar o potencial turístico de sua praia mais famosa, inspirada em projetos como o realizado em Balneário Camboriú.

Segundo o secretário de Obras do município, o alargamento da faixa de areia é a segunda etapa do plano de recuperação da praia de Ponta Negra. Antes dele, o município precisará terminar o enrocamento, que é uma proteção feita de pedras, entre a praia e o calçadão.

Atualmente, há dois quilômetros de proteção, que foram instalados de forma emergencial em 2014. Mas faltam outros dois quilômetros, até as proximidades do hotel Sehrs, na Via Costeira. A licitação para a conclusão dessa parte da obra não foi feita até a publicação desta reportagem. O assunto é discutido pelo menos desde 2019.

A previsão era que essa ampliação do enrocamento fosse iniciada ainda em 2020, mas segundo o secretário de Obras, Carlson Gomes, questionamentos do Ministério Público e o atraso na entrega de documentos para recebimento da licença do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) – mudaram os planos.

Além disso, com a alteração do material que será utilizado – de pedras para blocos de concreto pré-moldados – o município teve que apresentar um novo projeto ao Ministério de Desenvolvimento Regional, dono dos recursos que serão usados na obra, estimados em cerca de R$ 25 milhões.

“Eles deram o prazo do próximo dia 20 (de setembro) para dar uma resposta e estamos trabalhando com a expectativa da confirmação, para lançarmos o edital do enrocamento de imediato”, afirmou Carlson Gomes.

Somente com a aceitação da mudança no enrocamento, por parte do governo federal, a prefeitura deverá enviar a alteração para a empresa de consultoria já contratada, que terá 45 dias para alterar o projeto da engorda – considerando também a nova estrutura – e solicitar o licenciamento dessa segunda etapa ao Idema.

“O mar vem avançando. Desde 2012, quando houve uma maré fortíssima que derrubou o calçadão, os estudos vêm mostrando de lá para cá o aumento, o mar vem realmente avançando em Ponta Negra. Tanto que existem os problemas no calçadão, que a gente vive recuperando”, diz o secretário.

De acordo com ele, a previsão é de que, após a obra de engorda, estimada em R$ 50 milhões, Ponta Negra passe a ter uma faixa de areia de 100 metros, na maré baixa, e cerca de 30 metros na maré alta. Atualmente, a maré seca expõe cerca de 25 metros de areia na praia.

Até lá, porém, o município ainda enfrentará as licitações, audiências públicas e uma obra com previsão de conclusão em cerca de 3 anos e meio. O secretário afirma que o tempo pode ser menor, porque já considera possíveis atrasos.

A empresa responsável pelos estudos de viabilidade – que acompanha os efeitos da maré na praia há quatro anos, por exemplo, localizou um banco de areia próximo à praia de Areia Preta. São cerca de 6,7 milhões de metros cúbicos, dos quais o município pretende utilizar 1 milhão m³ para o aterramento.

Gomes explica que assim como em Balneário Camboriú, grandes dragas tiram a areia de dentro do mar e e levam até perto da orla, bombeando o material para o trecho que será aterrado. Em seguida, tratores espalham a areia, realizando o aterramento.

“A gente tem feito um estudo para que isso seja feito por partes, para não interditar toda a praia. Vamos analisar bloqueios a cada 500 metros, por exemplo, para não prejudicar tanto o comércio local”, disse o secretário.

A conclusão do enrocamento é a primeira etapa da obra de recuperação de Ponta Negra e tem custo estimado em R$ 25 milhões. O enrocamento é uma proteção feita entre a praia e o calçadão, para evitar a erosão provocada pelas ondas. Os primeiros dois quilômetros foram instalados em 2014, com pedras. Agora, o município pretende continuar a obra com blocos de concreto. A prefeitura já recebeu a primeira licença do Idema, necessária para a obra em 1.1170 metros da orla — isso porque alguns hotéis já instaram proteções por conta própria e não será necessário construir nesses trechos.

“Essa é uma tecnologia que não existia aqui quando as pedras foram colocadas, mas que é melhor, porque tem garantia de 20 anos, e vai facilitar a acessibilidade, com escadas feiras dos próprios blocos”, explicou o secretário.

O aterramento de Ponta Negra com 1 milhão de metros cúbicos de areia prevê a ampliação da faixa de areia na praia para instalação de barracas, uso esportivo e passeio dos banhistas.

Mesmo com a ampliação da faixa, o secretário afirma que nas marés mais altas do ano, as ondas ainda poderão chegar ao enrocamento e, por isso, essa etapa só pode acontecer depois da conclusão do enrocamento.

O cenário da Praia Central de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, está mudando, com a chegada de uma draga, responsável pelo alargamento da faixa de areia. O principal argumento da prefeitura para as obras de alargamento é a necessidade de recompor a faixa de areia, que foi “engolida” pelo mar ao longo das últimas décadas.

Com os dois processos de engorda da faixa de areia na região da Praia de Iracema, o aterro de Fortaleza tem, ao todo, desde 2019, até 120 metros. O tamanho decorre de duas obras, uma executada em 2000 e outra já finalizada em 2019. O processo de requalificação da área em Fortaleza, que engloba a adaptação do calçadão, mudanças na Feirinha da Beira Mar e padronização dos quiosques deve ser finalizado, conforme o governo municipal, até o fim deste ano.
Fonte: G1 RN.

Bolsonaro veta parte de texto aprovado no Congresso que revoga Lei de Segurança Nacional


O presidente Jair Bolsonaro vetou nesta quarta-feira (1º) partes de um projeto de lei que revoga a Lei de Segurança Nacional, criada em 1983, período em que o Brasil ainda vivia sob ditadura militar.

Nos últimos meses, a legislação foi utilizada contra críticos de Bolsonaro. Em fevereiro, o ministro do Supremo Tribunal Federal(STF) Alexandre de Moraes também usou a Lei de Segurança Nacional para mandar prender o deputado Daniel Silveira (PSL-RJ). O parlamentar havia divulgado vídeo com apologia ao AI-5, instrumento de repressão mais duro da ditadura militar, e defensa do fechamento da Corte. As pautas são inconstitucionais.

Cabe ao Congresso Nacional em sessão conjunta da Câmara dos Deputados e do Senado Federal analisar, em 30 dias, os vetos do presidente da República a projetos aprovados por parlamentares. Se não for apreciado neste período, o veto passa a trancar a pauta das sessões do Congresso Nacional.

O projeto aprovado pelo Congresso Nacional inclui, no Código Penal, uma lista de “crimes contra a democracia”, por exemplo:

Além de revogar a Lei de Segurança Nacional, a proposta aprovada pelos parlamentares acrescenta artigos ao Código Penal para definir crimes contra o Estado Democrático de Direito.

Atentado à soberania: prisão de três a oito anos para o crime de negociar com governo ou grupo estrangeiro para provocar atos típicos de guerra contra o país ou invadi-lo. A pena pode ser até duplicada se, de fato, for declarada guerra. Se houver participação em operação bélica para submeter o território nacional ao domínio ou soberania de outro país, a reclusão é de quatro a 12 anos;

Atentado à integridade nacional: prisão de dois a seis anos para quem praticar violência ou grave ameaça para desmembrar parte do território nacional para constituir país independente. O criminoso também deve responder pela pena correspondente à violência do ato;

Espionagem: prisão de três a 12 anos para quem entregar documentos ou informações secretas, que podem colocar em perigo a democracia ou a soberania nacional, para governo ou organização criminosa estrangeiros. Quem auxiliar espião responde pela mesma pena, que pode ser aumentada se o documento for revelado com violação do dever de sigilo. Além disso, aquele que facilitar a espionagem ao, por exemplo, fornecer senhas a sistemas de informações pode responder por detenção de um a quatro anos. O texto esclarece que não é crime a entrega de documentos para expor a prática de crime ou a violação de direitos humanos;

Abolição violenta do Estado Democrático de Direito: prisão de quatro a oito anos para quem tentar, com emprego de violência ou grave ameaça, abolir o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais. O criminoso também deve responder pela pena correspondente à violência do ato;

Golpe de Estado: prisão de quatro a 12 anos a quem tentar depor, por violência ou grave ameaça, o governo legitimamente constituído. O criminoso também deve responder pela pena correspondente à violência do ato;

Interrupção do processo eleitoral: prisão de três a seis anos e multa para quem “impedir ou perturbar eleição ou a aferição de seu resultado” por meio de violação do sistema de votação;

Comunicação enganosa em massa: pena de um a cinco anos e multa para quem ofertar, promover, constituir, financiar ou integrar, pessoalmente ou por terceiros, por meio de expediente não fornecido diretamente pelo provedor do aplicativo de mensagens privadas, campanha ou iniciativa para disseminar fake news capazes de comprometer o processo eleitoral;

Violência política: pena de três a seis anos e multa para quem restringir, impedir ou dificultar por meio de violência física, psicológica ou sexual o exercício de direitos políticos a qualquer pessoa em razão do seu sexo, raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional;

Sabotagem: pena de dois a oito anos para quem destruir ou inutilizar meios de comunicação, estabelecimentos, instalações ou serviços destinados à defesa nacional, com o objetivo de abolir o Estado Democrático de Direito;

Atentado a direito de manifestação: prisão de um a quatro anos para quem impedir, mediante violência ou grave ameaça, “o livre e pacífico exercício de manifestação de partidos políticos, movimentos sociais, sindicatos, órgãos de classe ou demais grupos políticos, associativos, étnicos, raciais, culturais ou religiosos”. A pena pode ser aumentada se houver lesão corporal grave (de dois a oito anos), se resultar em morte (de quatro a 12 anos).

O texto aprovado por senadores e deputados estabelece ainda que as penas previstas para os crimes listados acima serão aumentadas em um terço se o delito for cometido com violência ou ameaça com emprego de arma de fogo.

Se o crime for cometido por funcionário público a pena também será aumentada em um terço e o profissional perderá o cargo. Caso um militar pratique o delito, a pena aumenta em sua metade, cumulada com a perda do posto e da patente ou da graduação.

O texto também estabelece detenção de três a seis meses, ou multa, para quem incitar publicamente a animosidade entre as Forças Armadas, ou delas contra os Poderes constitucionais, as instituições civis ou a sociedade.

A proposta deixa explícito que não será considerado crime contra o Estado Democrático de Direito:

  • Apelo à manifestação crítica aos poderes constitucionais;
  • Atividade jornalística;
  • Reivindicação de direitos e garantias constitucionais por meio de passeatas, reuniões, greves, aglomerações ou qualquer outra forma de manifestação política com propósitos sociais.

Artigo 359-O: promover ou financiar campanha ou iniciativa para disseminar fatos que se sabe inverídicos, com pena de 1 a 5 anos e multa.

Segundo o presidente, a proposta legislativa contraria o interesse público por não deixar claro qual conduta seria objeto da criminalização, se a conduta daquele que gerou a notícia ou daquele que a compartilhou, bem como deixa dúvida se o crime seria continuado ou permanente, ou mesmo se haveria um ‘tribunal da verdade’ para definir o que viria a ser entendido por inverídico a ponto de constituir um crime.

Artigo 359-Q: Para os crimes previstos neste capítulo, admite-se ação privada subsidiária, de iniciativa de partido político com representação no Congresso Nacional, se o Ministério Público não atuar no prazo estabelecido em lei, oferecendo a denúncia ou ordenando o arquivamento do inquérito.

Segundo o presidente, não é atribuição de partido político intervir na persecução penal ou na atuação criminal do Estado.

Todo o Capítulo V, que dispõe sobre os crimes contra a cidadania, com penas de 1 a 8 anos de reclusão.

Segundo o presidente, a proposição legislativa contraria o interesse público, ante a dificuldade de caracterizar, a priori e no momento da ação operacional, o que viria a ser manifestação pacífica, o que geraria grave insegurança jurídica para os agentes públicos das forças de segurança responsáveis pela manutenção da ordem. Isso poderia ocasionar uma atuação aquém do necessário para o restabelecimento da tranquilidade, e colocaria em risco a sociedade, uma vez que inviabilizaria uma atuação eficiente na contenção dos excessos em momentos de grave instabilidade.

III – de metade, cumulada com a perda do posto e da patente ou da graduação, se o crime é cometido por militar.

Segundo o presidente, a proposição viola o princípio da proporcionalidade, colocando o militar em situação mais gravosa que a de outros agentes estatais.

Segundo o presidente, a proposição contraria interesse público, pois não se pode admitir o agravamento pela simples condição de agente público em sentido amplo, sob pena de responsabilização penal objetiva, o que é vedado.
Fonte: G1.

Câmara aprova reforma do IR com acordo costurado em cima da hora

Deputado Arthur Lira (PP-AL) durante entrevista ao Fernando Rodrigues no Poder360 Entrevita, gravado no estúdio do Poder360 em Brasília.S érgio Lima/Poder360 15-12-2020

A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta 4ª feira (1º.set.2021) o PL (projeto de lei) 2.337 de 2021, que altera as regras do Imposto de Renda. Ainda falta a análise dos destaques –trechos deliberados separadamente. Isso significa que o projeto ainda poderá ser alterado.

Os deputados votaram por baixar o IRPJ (Imposto de Renda sobre Pessoa Jurídica) de 15% para 8% –empresas grandes pagam 10 pontos percentuais a mais. Além disso, estabeleceram alíquota sobre lucros e dividendos em 20%. Essa alíquota deve baixar para 15% nas votações separadas.

A entrada do projeto em pauta foi inesperada. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), conseguiu um acordo com a Oposição durante a tarde para colocar o texto em pauta.

A reforma do Imposto de Renda é uma proposta do governo federal. O ministro da Economia, Paulo Guedes, porém, não teve protagonismo nas negociações. Quem capitaneou as conversas foi Lira.

Ao longo do dia, uma parte dos deputados de esquerda relutava em corroborar com uma votação que será computada como vitória do Executivo.

Foram 398 votos favoráveis e 77 contrários, além de 5 abstenções. Leia a íntegra (395 KB) da proposta aprovada. Concluída a análise dos destaques, o texto segue para o Senado.

Entenda o projeto

O novo texto da reforma do IR (Imposto de Renda) reduz o IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica) de 15% para 8%. O corte é menor que o previsto anteriormente, mas foi a forma encontrada pelo deputado Celso Sabino (PSDB-PA) de fechar um acordo para votar o projeto.

O projeto diz que “a redução adicional da carga tributária corporativa se dará por meio da redução das alíquotas da CSLL, em até 1%”. O corte da CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido) é condicionado à revogação de benefícios fiscais do PIS/Pasep e da Cofins.

No texto anterior, apresentado em 12 de agosto, Sabino propunha reduzir o IRPJ de 15% para 6,5% e a CSLL de 9% para 7,5%. Com isso, a carga tributária das empresas cairia de 34% para 24%. O texto, no entanto, afetava a arrecadação de Estados e municípios, que recebem parte do IRPJ. Por isso, foi ajustado para reduzir a resistência dos entes federados e da oposição.

No plenário da Câmara, Celso Sabino disse que a reforma do IR vai reduzir a carga tributária de todas as empresas. Ele também informou que a proposta do governo de taxar em 20% os lucros e dividendos foi mantida.

“Não haverá empresa que terá aumento de carga tributária. Haverá sim sócios e pessoas físicas que, ao retirarem lucros e dividendos das empresas, serão tributados, assim como são tributados no mundo todo”, afirmou.

Empresários, no entanto, ainda projetam um aumento de carga tributária. “Com a nova alíquota do IR, o adicional e a nova CSLL, tem uma carga tributária maior que os atuais 34% de hoje”, afirmou o presidente da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), José Velloso.

Velloso disse ao Poder360 que isso pode mudar caso os deputados aprovem o destaque que reduz a taxação dos lucros e dividendos de 20% para 15%. O Ministério da Economia, no entanto, não queria o corte e conta com os recursos que serão arrecadados pela taxação dos lucros e dividendos para financiar a ampliação do Bolsa Família.

Estarão isentas da taxação de lucros e dividendos as empresas optantes do Simples Nacional e as empresas que operam pelo regime de lucro presumido e faturam até R$ 4,8 milhões por ano. O projeto ainda prevê o fim do JCP.

IRPF

Celso Sabino também fez ajustes nas mudanças propostas pelo governo para o IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física), em uma tentativa de fechar um acordo com a oposição para a votação do texto.

O deputado tirou do texto o artigo que limitava o acesso à declaração simplificada do IRPF a quem ganha até R$ 40.000 por ano. O limite era criticado porque faria a classe média a pagar mais imposto. Com o fim da limitação, o deputado fixou o valor máximo para o desconto da declaração simplificada em R$ 10.563,60.

O deputado manteve a correção da tabela do IRPF proposta pelo governo, que eleva de R$ 1.903,98 para R$ 2.500,00 a faixa de isenção do IRPF. Calcula que, com isso, o número de contribuintes que não precisam pagar o imposto subirá de 10,7 milhões para 16 milhões.

Oposição aderiu

Arthur Lira já havia tentado votar a proposta 3 vezes. Retirou de pauta depois de observar que mesmo em seu grupo político não havia apoio suficiente para aprovar o projeto.

No meio de agosto, quando o projeto dava sinais de inviabilidade, o ministro da Economia, Paulo Guedes, procurou a Oposição para conversar. Mas Lira tomou as rédeas da negociação.

Quando as alterações no Imposto de Renda entraram em pauta, deputados da Oposição elogiaram o projeto que seria votado.

“A posição do PT é de retirar a obstrução porque nós conquistamos uma revisão da tabela do imposto de renda, a tributação sobre juros de capital próprio e juros e dividendos, e conseguimos a ampliação do acesso à declaração simplificada do IRPF”, declarou Afonso Florence (PT-BA).

Ele buscou dissociar a aprovação da proposta de uma vitória do Executivo.

“Esse projeto é uma solução que combina posições da oposição articuladas pelo relator. É um projeto da Casa, não do governo”, disse Florence.

O líder do PSB, Danilo Cabral (PE), declarou que o texto aprovado preserva “o que era uma preocupação nossa, que foi apresentada desde o início. Que não tivesse perda de recursos por parte de Estados e municípios”.

“Sabemos que o ótimo é inimigo do bom, tem sempre alguma coisa a mais que poderia ter sido feita. Mas acho que é um marco histórico nós taxarmos aqui os lucros e dividendos”, afirmou o líder do PDT, Wolney Queiroz (PE).

“Não haverá veto nos juros de capital próprio e nem nos dividendos. Se por acaso acontecer o veto por questões jurídicas, faremos acordo para derrubar o veto”, disse o líder do Governo, Ricardo Barros (PP-PR).

“Estamos criando mais um sistema tributário, que é agora o lucro presumido até R$ 4.800. Então o Brasil vai ter simplesmente 5 sistemas tributários. MEI, Simples, lucro presumido até R$ 4.800, lucro presumido acima de R$ 4.800 e lucro real. Não era para simplificar?”, criticou o deputado Alexis Fonteyne (Novo-SP).
Fonte: poder 360

Ezequiel reafirma apoio a Rogério Marinho para o Senado e vai ouvir bases do PSDB para decidir nome ao Governo

Presidente do PSDB no RN anuncia encontros regionais do partido para outubro e novembro

O presidente do PSDB do Rio Grande do Norte, deputado Ezequiel Ferreira de Souza entrou em contato com o Agora RN para reafirmar apoio a pré-candidatura de Rogério Marinho ao Senado. Em nenhum momento do evento do PSDB em Natal, na última sexta-feira (27), Ezequiel falou que o PSDB teria candidato ao Senado, e nem ao Governo do Estado.

“Rogério tem se mostrado grande como ministro e, sendo ele candidato a Senador, tem o meu apoio, por tudo que tem feito pelo Rio Grande do Norte. Ele tem ainda a capacidade de unir grande parte da classe política, o empresariado e pode fazer uma grande pactuação para o desenvolvimento e progresso do Estado. À frente do Ministério, Rogério tem serviço prestado e tem tudo para fazer a entrega da Transposição do São Francisco, um marco para o Nordeste do Brasil”, disse Ezequiel Ferreira.

Presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel enfatizou que 2021 é um ano de mostrar trabalho. “Estamos chegando a setembro de 2021 e entendo ser importante falarmos em trabalho, o que está sendo feito e o que se desenha para os próximos meses. O Estado vive um momento difícil, há muitos desafios em áreas como saúde, educação, segurança pública, como já citei e tenho me empenhado na busca de soluções, e nos campos da segurança hídrica e infraestrutura. Temas que merecem toda a nossa atenção e empenho”, explicou.

Em relação a decisão de Ezequiel sobre o Governo do Estado ele vai ouvir as bases do PSDB, deputados e também a Executiva do partido. “Estamos organizando os Encontros Regionais do PSDB em outubro ou novembro. Precisamos dialogar com as bases que fortalecem o partido no interior e na capital. Até outubro o Senado Federal vota a definição sobre a aprovação, ou não, da proposta de emenda constitucional (PEC) da Reforma Eleitoral. Sem as regras do jogo eleitoral de 2022, os deputados e os pré-candidatos não sabem qual posicionamento tomar.

Além do presidente da Assembleia Legislativa e mais quatro deputados: Gustavo Carvalho, Tomba Farias, José Dias e Raimundo Fernandes, o PSDB tem atualmente mais de 30 prefeitos e 25 vice-prefeitos, 244 vereadores. A bancada completa do PSDB da Câmara Municipal de Natal, formada por Kleber Fernandes, Aroldo Alves e Chagas Catarino, também esteve presente. Com essa força, Ezequiel e seu PSDB deve ser ouvido para 2022 tanto para quem quiser concorrer ao Governo do Estado, como também o Senado Federal. É o PSDB, mais uma vez, sendo o fiel da balança como foi em 2018 e está sendo em 2022.

Secretaria de Saúde investiga mais dois casos suspeitos da variante delta em Natal

Duas pacientes, que não tiveram a identidade revelada, viajaram recentemente para o Rio de Janeiro e estão internadas. Capital potiguar reúne atualmente os três casos confirmados do estado.

A Secretaria Municipal de Saúde de Natal (SMS) informou nesta terça-feira (31) que investiga mais dois casos suspeitos da variante delta do coronavírus na capital potiguar.

Atualmente, Natal tem três casos confirmados (os únicos três do RN), sendo dois com possível contágio em viagem e um caso de contaminação local. Por isso, a transmissão comunitária da variante já foi confirmada após um rastreamento feito dos casos confirmados.

De acordo com a SMS, os casos suspeitos atualmente investigados são de pacientes residentes de Natal que retornaram de viagem do Rio de Janeiro no dia 24 de agosto. As duas pacientes mulheres estão internadas em hospital da capital e tiveram contato com um caso confirmado da Covid.

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Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, está sendo feito um sequenciamento genético das amostras nasofaríngeas das pacientes, que seguem sob monitoramento da Vigilância Epidemiológica de Natal.

Preocupada com a confirmação da transmissão comunitária e com um “discreto” aumento no número de solicitações de internação na rede privada do RN, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) se reuniu recentemente com representantes regionais da saúde para discutir sobre a chegada da variante delta.

“A solicitação por leitos privados tem alguns pontos importantes que podemos avaliar. Um deles é esse trajeto já percorrido anteriormente [nas duas ondas anteriores] que precisamos estar atentos para que possamos combater uma possível nova onda da pandemia”, disse Lyane Ramalho, subsecretária de Planejamento e Gestão da Sesap.

Os dois primeiros casos foram confirmados no dia 24 de agosto pelo Instituto de Medicina Tropical (IMT) da UFRN. Uma das das pacientes é uma mulher de 57 anos, que está internada em Natal. Ela teve o caso confirmado no dia 8 de agosto e não tem histórico de viagem. Foi por ela que se identificou que há transmissão comunitária na capital. A mulher não estava vacinada.

A segunda diagnosticada foi uma mulher de 32 anos que chegou de viagem de Santa Catarina e também não estava vacinada. Ela cumpriu isolamento em casa e não precisou ser internada.

Entenda como surgem as variantes dos vírus e por que a Delta preocupa na pandemia de Covid
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O terceiro caso foi confirmado pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), de um homem, que teve contato com essa mulher de 32 anos e tinha tomado a primeira dose da vacina. Ele está em boas condições clínicas e não precisou da internação. Os sete colegas de trabalho da sala dele, todos vacinados com as duas doses, não foram infectados com o vírus.

Estudos recentes vêm apontando que a variante delta do coronavírus é muito mais transmissível e tem maior probabilidade de evadir o sistema imunológico, responsável pelas defesas do nosso organismo.

Fonte: G1 RN

Seguros de automóveis ganham novas regras e poderão ser personalizados


Os seguros de automóveis ganham novas regras a partir desta 4ª feira (1.set.2021). A regulamentação é da Susep(Superintendência de Seguros Privados) e busca simplificar o mercado para permitir a criação de seguros personalizados e a atração de mais consumidores para o setor.

Os seguros de carros são vendidos em pacotes padronizados atualmente, mas poderão ser customizados à necessidade do consumidor a partir de agora. Será possível, por exemplo, fazer seguro para acidente e não para roubo. O cliente ainda poderá fazer uma cobertura parcial do veículo, optando por receber uma parcela e não 100% do valor do automóvel em caso de perda.

Também será possível vincular o seguro ao motorista e não ao veículo. Com isso, o motorista poderá dirigir vários carros e continuar segurado. É uma tentativa de atrair condutores de aplicativos que usam veículos alugados.

Produtos mais acessíveis

A Susep diz que as seguradoras não devem demorar a lançar produtos com base nessas possibilidades e espera que os seguros de cobertura parcial sejam mais baratos. Contudo, os já existentes no mercado têm até 180 dias para se adaptar às novas regras.

A coordenadora-geral de Regulação de Seguros Massificados, Pessoas e Previdência da Susep, Mariana Arozo, diz que a regulamentação também exige transparência nas regras da apólice. A recomendação é que o cliente converse com a seguradora e leia o contrato, pois todos os detalhes da cobertura devem estar claros na apólice do seguro.

“O objetivo é dar mais flexibilidade para o mercado, para que o seguro auto tenha uma penetração maior na sociedade e para que haja produtos para as diferentes necessidades do consumidor”, afirmou Mariana Arozo.

“A circular estimula a criação de novos produtos. O resultado é o aumento da competitividade e da inovação no segmento”, disse o presidente da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais), Antonio Trindade.

Eis a íntegra da circular da Susep (85 KB).

Potencial de crescimento

Hoje, apenas 16% da frota brasileira é segurada. Considerando somente os carros com até 10 anos de uso, a cobertura sobe para 33%. Ainda é assim, o número é baixo se comparado ao de outros países. Nos Estados Unidos, por exemplo, 80% dos carros têm seguro.

 

 

“O mercado tem potencial para dobrar no Brasil”, disse Mariana Arozo. Ela explicou que os seguros de automóveis movimentam cerca de 0,53% do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil. A média da OCDE(Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) é de 1,06%.

Segundo a Fenseg, os prêmios pagos em seguros de automóveis somaram R$ 17,5 bilhões no 1º semestre de 2021. O volume é 6,8% maior que o registrado no mesmo período de 2020, quando o setor arrecadou R$ 16,3 bilhões. Em 2020, no entanto, o setor caiu 2,1% em meio à pandemia de covid-19.
Fonte: poder 360

Frente lança agenda legislativa para reduzir Custo Brasil

Fachada do Congresso Nacional. Brasilia, 26-10-2018Foto: Sérgio Lima/Poder 360

A Frente Parlamentar pelo Brasil Competitivo lança nesta 4ª feira (1º.set.2021) uma agenda em defesa de 27 projetos que tramitam no Congresso (leia íntegra).

Aprovar esses projetos reduzirá, segundo a frente o Custo Brasil, entraves que fazem as empresas pagarem R$ 1,5 trilhão por anoalém da média dos países da OCDE(Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico).

A frente existe desde junho e tem 200 integrantes: 190 deputados e 10 senadores. Existe desde junho. O presidente do grupo, Alexis Fonteyne (Novo-SP) disse que a ideia é defender propostas que melhores o ambiente de negócios no país.

Existem muitas frentes setoriais, que defendem interesses específicos. Em muitos casos o que uma frente busca contraria outra. O nosso objetivo é buscar benefícios para todas as empresas”, afirmou.

Das reformas em discussão no Legislativo, a mais importante na avaliação de Fonteyne é a administrativa. “É preciso reduzir o custo do Estado”, disse.
Fonte: poder 360