Polícia Civil divulga imagens de câmera de segurança para identificar suspeitos de homicídio em Natal

A Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) divulgou, nesta segunda-feira (17), imagens do sistema de câmeras de segurança que podem auxiliar na identificação do suspeito de um crime de homicídio, ocorrido no dia 09 de março de 2021, no bairro Lagoa Seca, que vitimou Klinger Vinícius de Lucena.

As imagens registraram o momento em que um homem e uma mulher, suspeitos pela autoria do crime, caminham em uma rua próxima. O suspeito está sem camisa e a mulher com um short e uma blusa regata escura.

A Polícia Civil solicita que a população envie informações, de forma anônima através do Disque Denúncia 181, que possam auxiliar na identificação do homem que aparecem nas imagens.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS.

Trabalhadores nascidos em dezembro podem sacar auxílio emergencial

Foto: Agência Brasil

Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em dezembro podem sacar, a partir de hoje (17) a primeira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro havia sido depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 29 de abril.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro podia ser movimentado apenas por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Com a retirada, a Caixa conclui o pagamento da primeira parcela da nova rodada do auxílio emergencial. A segunda rodada começou a ser depositada ontem (16) para os trabalhadores e inscritos no CadÚnico nascidos em janeiro.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Regras

Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

Fonte: Agência Brasil

Morre MC Kevin, aos 23 anos, após cair de varanda de hotel no Rio

Morreu, na noite deste domingo (16/5), o cantor MC Kevin, aos 23 anos. O músico havia sofrido um acidente enquanto estava hospedado em um hotel próximo à praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O funkeiro caiu da varanda do 11º andar.

A morte do artista foi confirmada por agentes policiais. Kevin, que deu entrada no hospital em estado gravíssimo, sofreu duas paradas cardiorrespiratórias e não resistiu.

Testemunhas informaram que Kevin, que estava acompanhado da namorada, Deolane Bezerra, havia sido socorrido por uma ambulância e levado ao Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea.

Após ele dar entrada no centro médico, antes da confirmação da morte, a Secretaria Municipal de Saúde informou que o estado de saúde do músico era preocupante: “O paciente Kevin Bueno deu entrada no Hospital Municipal Miguel Couto e seu estado de saúde é considerado muito grave”.

Uma testemunha filmou a movimentação no hotel em que Kevin estava.

No sábado (15/5), o funkeiro se apresentou em uma balada e compartilhou momentos do show.

portal Seridó 360.

 

Cadê os 20 milhões da barragem de Oiticica que tava aqui? Rogério Marinho e Fátima Bezerra apresentam versões

Repercute fortemente em todo Estado a entrevista exclusiva concedida na Liberdade FM, do Ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, que cobrou publicamente da governadora, Fátima Bezerra (PT), um cronograma para a reposição de 20 milhões que foram retirados pela governadora da construção da Barragem de Oiticica.

Por sua vez, o Governo do Estado do RN emitiu uma nota afirmando, em síntese, que a informação não procede e que todos recursos repassados oriundos do governo federal estão sendo aplicado no complexo, segundo as prestações de contas elaboradas pelo governo do RN, por meio da SEMARH. Na nota, a governadora cita a decisão do STF, dando prazo para a devolução dos recursos até o final da obra.

No entanto, o Ministro do Desenvolvimento Regional Rogério Marinho, publicou os dois ofícios nos quais solicita a devolução dos recursos para construção da barragem de oiticica, o primeiro, de n°567/2020, enviado em 30 de julho de 2020, o segundo, de n° 635/2020, enviado em 19 de agosto de 2020, e o terceiro, de n° 200/2021, enviado em 04 de maio de 2021.

Segundo fontes do nosso blog, toda essa questão está relacionada com a possível vinda do presidente Jair Bolsonaro para a inauguração da obra da barragem de oiticica em 2021.

Confira a íntegra da nota do governo do estado e também os ofícios do Ministério do Desenvolvimento Regional:

O Governo do Estado esclarece, a respeito de declarações inverídicas do ministro do Desenvolvimento Regional Rogério Marinho, em entrevista a uma rádio neste final de semana, reproduzida em alguns blogs locais, que é falsa a informação que a gestão da governadora Fátima Bezerra desviou R$ 20 milhões destinados à Barragem de Oiticica para “pagar dívidas com empresas e com servidores”.
Os recursos foram bloqueados através de uma decisão judicial de 2019, segundo informou a Procuradoria-Geral do Estado (PGE). O STF concedeu uma liminar em março de 2020, a pedido da PGE, suspendendo novos bloqueios de verbas de convênios para construção de barragens no RN.
O prazo legal para a reposição dos recursos só se esgota no fim da obra da Barragem de Oiticica. Portanto, não há nenhuma irregularidade, como sugeriu o ministro Rogério Marinho.
A Secretaria Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) também esclareceu que as obras do Complexo de Oiticica “seguem se desenvolvendo em um ritmo satisfatório, atendendo ao último cronograma estabelecido entre os governos Federal e Estadual”.
“Todos os recursos repassados estão sendo aplicados no complexo, de acordo com as prestações de contas elaboradas pelo Governo do Estado, por meio da Semarh”, diz trecho da nota divulgada pela Semarh.

Caminhoneiros do Rio Grande do Norte se unem para criar uma cooperativa de transportes.

O ditado “a união faz a força” nunca fez tanto sentido. As circunstâncias de trabalho do caminhoneiro autônomo do Rio Grande do Norte são extremamente desafiadoras: preço do combustível, condições ruins das estradas, sazonalidade de demandas e jornadas de trabalho altamente estressantes. Por isso, uma das formas de facilitar a vida desses profissionais são as cooperativas.

Estas Cooperativas são uma boa solução para quem precisa se interligar e se organizar profissionalmente, além de possibilitar melhores condições de compra o profissional autônomo, trabalhando sozinho, fica extremamente vulnerável em diversas situações, expondo-se a riscos e prejuízos. Se porventura algum caminhoneiro assume um frete e tem algum problema com seu caminhão, por exemplo, o valor do conserto pode ficar acima do valor acertado para o frete.

Afiliar-se a uma cooperativa pode ser uma solução que ampara o caminhoneiro autônomo em circunstâncias de emergência ou desproteção.

Devido a, quais as vantagens e o que ela pode proporcionar ao caminhoneiro autônomo na data de 15 de maio de 2021 foi Dadá o ponta pé inicial da criação da Cooperativa dos Caminhoneiros Autônomo do Rio Grande do Norte em reunião assembleia foi escolinhada o nome da Cooperativa (COOMPCAM/RN) após decidido o nome da entidade a categoria decidiu por unanimidade indicar o Valdir Pivete como Futuro Presidente da entidade o mesmo em sua fala frizou da importância do setor, objetivo da União da categoria e garantiu o crescimento da entidade.

 

Morre o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, aos 41 anos

Foto: Reprodução/Campanha 2020

Morreu neste domingo (16.mai.2021) às 8h20 o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), aos 41 anos. Ele estava internado desde 2 de maio no hospital Sírio-Libanês. Fazia tratamento desde 2019 contra um câncer no aparelho digestivo, doença que se espalhou para o fígado e ossos.

Na 6ª (14.mai.2021), às 19h30, boletim médico divulgado pela equipe do Sírio-Libanês indicava que o quadro clínico do prefeito já era considerado “irreversível”. Desde então, familiares e amigos estiveram no hospital para se despedir de Covas.

A luta contra o câncer levou Covas a se licenciar da Prefeitura de São Paulo em 2 de maio, menos de 6 meses depois de ser reeleito. Em nota, o prefeito afirmava que se afastaria por 30 dias para se dedicar “integralmente” ao tratamento. Em 3 de maio, ele foi transferido para a UTI (unidade de terapia intensiva) e intubado depois de um sangramento no estômago. Horas depois, segundo o hospital, os equipamentos de intubação foram retirados. Na semana que se encerrou, Covas havia iniciado novo tratamento.

Com a morte de Covas, o vice-prefeito da cidade, Ricardo Nunes (MDB), assume definitivamente a gestão de São Paulo. Já atua como prefeito em exercício desde o licenciamento do titular.

TRAJETÓRIA

Bruno Covas, neto do ex-governador de São Paulo Mário Covas, foi ligado à política desde jovem. Formado em economia pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica) e em direito pela USP (Universidade de São Paulo), filiou-se ao PSDB em 1997. Essa foi a última legenda da qual seu avô fez parte antes de morrer, em 2001.

Bruno Covas com o avô, o ex-governador de São Paulo, Mário Covas. Foto: Reprodução/Campanha 2020

Depois de entrar para os quadros do PSDB, Covas chegou a ser presidente da Juventude Tucana. Sua vida pública teve início em 2004, quando se candidatou a vice-prefeito da sua cidade natal, Santos, no litoral paulista.

Foi eleito deputado estadual por São Paulo em 2006, vindo a ser reeleito em 2010. No ano seguinte, o então governador Geraldo Alckmin (PSDB) o convidou para ser secretário de Meio Ambiente, cargo que ocupou até 2014, quando foi exonerado para disputar as eleições gerais daquele ano.

Eleito deputado federal pelo Estado de São Paulo, Covas votou de forma favorável ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2016. Também foi favorável ao teto de gastos públicos.

Depois disso, Covas se licenciou da Câmara para concorrer à vice-prefeitura de São Paulo em chapa com João Doria (PSDB). Na vice-prefeitura, acumulou os cargos de secretário das Prefeituras Regionais e da Casa Civil da cidade em 2017.

Em 2018, Doria deixou o cargo para concorrer à vaga de governador do Estado de São Paulo. Com a vitória do colega do PSDB, Covas assumiu a prefeitura da cidade mais populosa do Brasil.

Covas foi diagnosticado com câncer em outubro de 2019, depois de fazer um exame para investigar uma infecção. Ele foi internado pela 1ª vez no mesmo mês e iniciou o tratamento com sessões de quimioterapia e imunoterapia.

Durante a pandemia, o prefeito foi diagnosticado com covid-19. Ele trabalhou de casa e conseguiu se recuperar depois de duas semanas.

Covas se candidatou à reeleição em 2020. Venceu a disputa contra Guilherme Boulos (Psol), no 2º turno, com 59,38% dos votos.

A campanha do tucano foi pautada em sua luta contra o câncer e no enfrentamento da pandemia de covid-19. No 2º turno, passou a fazer discurso que destacava sua experiência na gestão pública. Era um contraponto a Boulos, que nunca teve mandato.

Foto: Reprodução

PIORA NA SAÚDE

Em janeiro de 2021, já reeleito, o prefeito anunciou que seu tratamento contra o câncer iniciaria uma nova fase. Tirou  licença de 10 dias para dar continuidade ao tratamento e se recuperar depois de 24 sessões diárias de radioterapia.

Depois de exames de imagem, em fevereiro deste ano, Covas descobriu que os nódulos na área de seu estômago tinham sido controlados. Mas os exames mostraram que o câncer se espalhou para o fígado. O tratamento do prefeito precisou ser reforçado com sessões de quimioterapia a cada 15 dias.

Já em abril, a equipe médica do prefeito informou que tinha diagnosticado novos pontos de câncer, desta vez nos ossos. Em 15 de abril, ele foi internado para ser acompanhado pelos médicos. Durante a internação, foi identificado líquido nos pulmões e no abdômen do prefeito.

Em 26 de abril, Covas utilizou suas redes sociais para afirmar que iria “enfrentar, combater e vencer” a doença. Em seu perfil no Instagram, ele publicou uma imagem de seu filho, Tomás, de 15 anos, e escreveu: “Enfrentar, combater e vencer. A luta pela vida continua, e com você ao meu lado, a vontade de vencer é gigante. Obrigado por estar sempre aqui, filho. Eu te amo”.

Foto: Reprodução/Instagram

Em 27 de abril, ele chegou a ter alta do hospital e comemorou: “Mais uma vitória entre muitas batalhas“. Covas continuaria o tratamento em casa. Mas 5 dias depois, no domingo (2.mai), o prefeito precisou ser internado novamente.

Fonte: Poder 360

Taveira rompe o silêncio sobre a operação fura fila na Liberdade FM

O prefeito de Parnamirim/RN, Rosano Taveira, concedeu uma entrevista para a Liberdade FM, na manhã deste sábado (15), que ficará para a história. Com muita tranquilidade e serenidade, Taveira falou sobre os principais projetos do seu primeiro e segundo mandatos a frente da prefeitura Municipal de Parnamirim/RN.

As áreas da saúde em tempos de Pandemia foram abordados de forma direta pelo Prefeito, sobretudo com relação aos abusivos preços de insumos para o combate à covid 19. Outro assunto de destaque foi o Termo de Ajustamento de Gestão firmado entre a prefeitura e o ministério público, que reduziu o limite do comprometimento prudêncial da folha de pagamento para algo em torno de 47% o que permitiu uma saúde financeira para fazer vários investimentos no primeiro mandato.

No campo político, reafirmou a pré-candidatura de Alda Leda a Deputada estadual e deixou transparecer que é importante para o momento político vivenciado hoje em Parnamirim, ter uma representação na assembleia legislativa e que, por esse motivo, surgiu a necessidade da candidatura da primeira dama. E, para viabilizar esse projeto, já está conversando sem imposição com vários vereadores de Parnamirim.

Taveira reafirmou, ainda, que para o senado vota em Rogério Marinho, se este for candidato e, que acredita que ele só não será se o outro ministro potiguar, Fábio Faria, desejar entrar na disputa. Marinho também foi entrevistado neste sábado na Rádio Liberdade FM e, sobre uma possível candidatura, afirmou que no atual momento está preocupado unicamente em ser um bom ministro. Saiba mais AQUI.

Sobre a Operação Fura Fila, o prefeito quebrou o silêncio e o mesmo fez questão de abordar o tema. Confirmou que sua esposa pediu alguns exames, mas qual político não pede? E ainda disse se ela cometeu crime nisso ela vai responder e não vai ter privilégio só pelo fato de ser sua esposa, aproveitando para mandar um recado direto para oposição: “a candidatura de Leda incomodou muita gente, mas ela será sim candidata”, enfatizou.

Acompanhe a entrevista com o prefeito Rosano Taveira AQUI.

Melhor homenagem a Covas é “continuar trabalhando”, diz Ricardo Nunes

O prefeito em exercício de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), compareceu neste sábado (15.mai.2021) a um evento de vacinação contra a gripe na cidade. Na ocasião, comentou sobre o estado de saúde de Bruno Covas (PSDB).

“A melhor homenagem que podemos fazer ao prefeito Bruno Covas é continuar trabalhando“, afirmou Nunes. “É o que ele sempre cobrou da gente, mesmo agora na internação, que a cidade não parasse, que cuidasse das pessoas. A equipe tem seguido e continuará seguindo as orientações do prefeito“, completou.

Na 6ª feira (14.mai), a equipe médica do prefeito afirmou em boletim que o quadro de saúde dele é irreversível. Covas faz tratamento contra um câncer desde 2019. Ele está internado desde 2 de maio no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para tratamento de um câncer no trato digestivo. A doença já se espalhou para o fígado e ossos do prefeito, que tem 41 anos.

Nunes afirmou que ainda não conversou com Covas desde o último boletim médico. Eles tiveram contato no dia anterior, na 5ª feira (13.mai).

O secretário municipal de Saúde de São Paulo, Edson Aparecido, também falou sobre a condição de saúde de Covas e concordou com a avaliação de Nunes. “A melhor homenagem é trabalhar e cuidar da população da cidade. Ele enfrentou a pandemia, a doença de cabeça erguida e a eleição“, disse Aparecido.

Depois da notícia sobre o quadro de Covas ser irreversível, diversos políticos se solidarizaram com a situação e a família do prefeito. O vereador Eduardo Suplicy (PT-SP) afirmou, em seu perfil no Twitter, que espera que um milagre ainda possa acontecer.

A deputada Tabata Amaral (PDT-SP) também se solidarizou com a família de Covas. “Toda minha oração e carinho ao prefeito da nossa cidade, Bruno Covas, e sua família. Desejo forças”, escreveu em seu perfil do Twitter.

A deputada estadual Marina Helou (Rede-SP) também se manifestou por meio da rede social. “Deixemos as posições políticas de lado neste momento para desejar força ao prefeito Bruno Covas e à família. Força e boas energias“, disse ela.

O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) se solidarizou com a família e com Covas pelo Twitter. “Minha solidariedade ao prefeito Bruno Covas, que teve nova piora no seu estado de saúde. Que a família tenha força e resiliência neste momento difícil.”

O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) se solidarizou com a família e com Covas pelo Twitter. “Minha solidariedade ao prefeito Bruno Covas, que teve nova piora no seu estado de saúde. Que a família tenha força e resiliência neste momento difícil.”

Fonte: Poder 360

Rogério Marinho cobra a governadora Fátima Bezerra 20 milhões para concluir a barragem de oiticica

Uma prestação contas, assim foi a entrevista do Ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, que ressaltou a luta do presidente Bolsonaro para concluir obras importantes para a emancipação do povo nordestino, mesmo quando se trata de governadores adversários como é o caso da governadora Fátima Bezerra.

Marinho deixou claro que a orientação do governo federal é prestigiar as pessoas. “Bolsonaro está preocupado em realizar, em fazer o que os outros não fizeram”, afirmou durante a entrevista concedida aos jornalistas Gilson Moura e Valdemir Tapioca, no programa A Voz da Liberdade, na tarde deste sábado (15).

O ministro reafirmou que o presidente Bolsonaro virá ao Rio Grande do Norte no mês de junho para inaugurações e confirmou que a linha férrea ligando os municípios da grande natal ficará pronta ainda neste ano, no trecho de Parnamirim. As obras de expansão da linha férrea fizeram parte, inclusive, da série de visitas que está realizando no estado desde a manhã de ontem (14).

Com uma agenda apertadíssima e mostrando serviço por onde passava, Rogério Marinho não deixou claro se irá disputar uma vaga para o senado federal, mas comentou que não ficará de bom tom que dois ministros possam disputar o mesmo cargo, isso se referindo ao colega Fábio Farias. Ressaltou que atualmente ele é candidato a ser um bom ministro e que, no momento certo, o líder Bolsonaro irá decidir como ele pode ajudar na sua reeleição.

O ministro não se esquivou de nenhuma pergunta e comentou as últimas pesquisas aonde avaliam a atuação do governo federal e criticou o Instituto Data Folha, que foi o único que apontou derrota de Jair Bolsonaro e citou outros institutos que garantem a vitória do presidente.

Um outro ponto para o qual o ministro chamou atenção foi para a popularidade que é frequente nos lugares em que ele passa. E, quando se referiu à governadora Fátima Bezerra, o ministro, que é hoje o posto BR de Bolsonaro, fez uma cobrança dos recursos destinados para obra da Barragem de Oiticica e que foram utilizados para outros fins.

Acompanhe a entrevista de Rogério Marinho clicando AQUI.

A quem interessa atacar o Supremo?


Instada a se manifestar a respeito do pleito da autoridade policial de investigação de Ministro da Suprema Corte, com base exclusivamente em delação premiada de ouvir dizer, a Procuradoria-Geral da República pugnou pelo indeferimentointegral dos requerimentos formulados por Delegado de Polícia Federal, o que foi prontamente acolhido pelo Relator do feito, o Min. Edson Fachin.

Na oportunidade, com a altivez que lhe é inerente, o Procurador-Geral da República esclareceu a ausência de legitimidade da autoridade policial para se dirigir ao STF, em claro desrespeito às disposições constitucionais e ao devido processo legal. Consignou-se, ainda, a inidoneidade das declarações prestadas pelo delator e requereu o indeferimento dos ilegais pleitos policiais.

Ato conseguinte, o Ministro Fachin indeferiu as formulações da autoridade policial, recordando que é atribuição constitucional do Procurador-Geral da República a titularidade exclusiva da opinio delicti a ser apresentada perante o Supremo Tribunal Federal, além de ter expressamente determinado que a autoridade policial se abstenha de tomar qualquer providência ou promover qualquer diligência direta ou indiretamente inserida ou em conexão ao âmbito da colaboração premiada.

Sem adentrar, neste momento, na discussão acerca da legalidade ou não de acordo de colaboração premiada formulado apenas com a autoridade policial, sem a presença do Ministério Público, mostra-se necessário fazer breves considerações a respeito do anexo do referido acordo que tratou de fantasiosas condutas ilícitas por parte de Ministro da mais alta Corte do país.

Inicialmente, é evidente que a atribuição constitucional para iniciar qualquer investigação perante a Suprema Corte é exclusiva da Procuradoria-Geral da República, de forma que esta jamais poderia ser usurpada por qualquer outro órgão. No entanto, ainda que relevada essa lamentável tentativa de infringir a Constituição Federal por parte da autoridade policial, o caso em apreço é sintomático de um grave problema que tem pairado sobre a persecução penal: as delações premiadas sem qualquer fundamento fático ou base legal, as quais são formuladas com o objetivo exclusivo de tentar promover uma criminalização indevida e de constranger aqueles que se posicionam em favor das garantias constitucionais.

Trata-se, no caso em questão, pelo que foi divulgado pela mídia, uma vez que, segundo a legislação pertinente, os termos do acordo deveriam permanecer em sigilo até o recebimento de denúncia, de anexo de colaboração premiada embasado exclusivamente em depoimento de ouvir dizer, sem qualquer prova das alegações formuladas. E mais grave ainda: a fonte primária da informação prestada pelo colaborador nega os fatos.

O primeiro ponto fundamental a ser discutido na hipótese é a imprestabilidade de termo de acordo de colaboração premiada em que não são fornecidas provas extrínsecas que corroborem com a versão do delator. A alteração promovida na Lei 12.850/2013, pelo denominado Pacote Anticrime, tornou mais evidente o entendimento, que já era uníssono na doutrina e na jurisprudência, de que a colaboração premiada consiste em meio de obtenção de prova, não tendo, por si, qualquer força probatória, nos seguintes termos: “Art. 3º-A. O acordo de colaboração premiada é negócio jurídico processual e meio de obtenção de prova, que pressupõe utilidade e interesse públicos”.

Com a massificação da delação premiada, o Supremo Tribunal já havia se deparado com o tema e a Segunda Turma daquela Corte havia firmado jurisprudência firme na linha de que as meras declarações produzidas por colaborador não eram suficientes para justificar o recebimento de denúncia, uma vez que, mesmo antes das alterações legislativas, essas declarações não poderiam conduzir a uma condenação sem elementos extrínsecos de corroboração, por expressa vedação do artigo 4º, parágrafo 16, da Lei 12.850/13.

A partir do julgamento dos inquéritos 3994 e 3998, ainda em 2017, a Segunda Turma do STF consolidou a compreensão de que a palavra do colaborador, sem lastreio em provas idôneas de corroboração, não são suficientes para fundamentar o juízo de admissibilidade da pretensão acusatória, em razão da ausência de fumus commissi delicti.

Aquele colegiado avançou ainda mais em seus julgados posteriores, sofisticando e aprofundando a análise de inviabilidade da persecução penal nesses casos, sendo imprescindível recordar as lições do Ministro Gilmar Mendes a respeito do princípio da presunção de inocência, quando do julgamento do inquérito 4074: “A desconfiança com os atos de colaboração decorre da presunção de inocência, a qual como regra probatória e de julgamento impõe à acusação o ônus de provar a culpa, além da dúvida razoável, reproduzindo provas contra terceiros que o delator obtenha a remissão de suas penas, ou seja, um ânimo de auto-esculpação ou de eterno-inculpação”1.

Apesar dos precedentes serem no sentido da insuficiência das declarações para efeitos de recebimento da denúncia, o que demonstrou naquele momento a necessidade de maior cautela com as delações, ainda que ausente, à época, a previsão legal da impossibilidade de recebimento de denúncia, no caso concreto, a imprestabilidade e ilegalidade da colaboração são constatadas já na pretensão de se iniciar investigação.

As peculiaridades do caso indicam prontamente que nem a investigação é possível, haja vista que se trata de depoimento de ouvir dizer com a firme negativa por parte da fonte primária, o que será aprofundado adiante, de sorte que inexiste um substrato mínimo indiciário para iniciar qualquer tipo de investigação preliminar, sob pena de manejo político, midiático, com a tentativa de impor o constrangimento e strepitus decorrentes de uma investigação criminal claramente falida a um Ministro independente.

A controvérsia sobre o valor probatório do depoimento prestado por colaborador foi definitivamente resolvida com a inclusão do art. 4º, § 16, II, na Lei 12.850, pelo pacote Anticrime, o qual traz expressamente a impossibilidade legal do recebimento de denúncia, além da impossibilidade de decretação de medidas cautelares reais ou pessoais, com fundamento apenas nas declarações do colaborador.

Assim sendo, tendo em vista a absoluta inutilidade de colaborações premiadas que não apresentem elementos extrínsecos que a corroborem, mostra-se claro que tais delações, especialmente as que são comprovadamente inverídicas desde o princípio, tal como a ora analisada, não deveriam sequer ser homologadas, sob pena de serem utilizados os acordos de colaboração com o fim exclusivo de causar constrangimentos e investigações fadadas ao insucesso, com base em versões fantasiosas que não têm qualquer compromisso com a verdade.

O segundo ponto que merece discussão no caso em apreço é a imprestabilidade de testemunhos de ouvir dizer e, ainda mais, a ilegalidade de colaborações premiadas baseadas apenas em depoimentos de ouvir dizer. Observa-se, ab initio, que o testemunho indireto ofende a norma processual prevista no art. 155, do CPP, que prescreve a necessária apreciação da prova em contraditório. Ademais, não há previsão normativa para sua admissibilidade, de forma que reconhecer sua validade afronta, também por essa perspectiva, o princípio da legalidade, previsto na Carta Magna, em seu art. 5º, inciso XXXIX, como cláusula pétrea.

Ressalta-se que a nulidade desse tipo de depoimento é reconhecida em diversos ordenamentos jurídicos, inclusive naqueles que seguem a common law, nos quais, não obstante a codificação seja extremamente reduzida, identifica-se a necessidade de normatizar o combate ao chamado hearsay testemony.

Um desses ordenamentos jurídicos é o dos Estados Unidos, em que a Rule 802, do Federal Rules of Evidence2, prescreve a inadmissibilidade da prova lá denominada hearsay. Isto porque tal prova ofende a Sexta Emenda daquela Constituição Federal3, que garante os direitos aos defendentes, entre eles o direito ao contraditório, conforme jurisprudência reiterada da Suprema Corte norte-americana.

Antônio Magalhães Filho ensina que a regra de inadmissibilidade do testemunho indireto na referida legislação estrangeira tem o objetivo de “assegurar a correção do veredicto, afastando um testemunho de ‘segunda mão’, tido como potencialmente prejudicial para o esclarecimento dos fatos” e de “evitar que um depoimento possa ter ingresso no processo sem o crivo do cross examination”4.

Observa-se que o exercício do contraditório é fundamental ao processo penal no ordenamento jurídico brasileiro, sendo inclusive um direito fundamental previsto na Carta Magna e objeto de norma processual, conforme já mencionado. Por isso, não pode ser aceito o depoimento indireto como prova, em clara ofensa às garantias constitucionais dos defendentes e ao Código de Processo Penal.

Seguindo o mesmo entendimento, a Suprema Corte canadense também tem jurisprudência pacífica quanto à imprestabilidade do tipo de depoimento em comento. No importante julgamento R. v. Bradshaw, explicitou-se a necessidade de nulidade de depoimento indireto: “The main concern of the hearsay rule is the veracity of the statements made. The principal justification for the exclusion of hearsay evidence is the abhorrence of the common law to proof which is unsworn and has not been subjected to the trial by fire of cross-examination”5.

Percebe-se, portanto, que os países que adotam a tradição jurídica da common law, sem embargo de normalmente privilegiarem o utilitarismo, com normas de caráter eficientista, reconhecem, de forma unânime, a importância da declaração de nulidade de depoimentos de pessoas que não participaram dos fatos, tendo apenas ouvido falar a respeito destes. No mesmo sentido tem se firmado a jurisprudência nacional ao analisar o tema. O Superior Tribunal de Justiça fez colocações fundamentais ao julgar o Resp n. 1444372, oportunidade em que o Ministro Relator, Rogério Schietti, transcreveu na ementa do acórdão as lições de Helio Tornaghi: “não se pode tolerar que alguém vá a juízo repetir a vox publica. Testemunha que depusesse para dizer o que lhe constou, o que ouviu, sem apontar seus informantes, não deveria ser levada em conta”6.

Naquele caso, o eg. STJ entendeu que não poderia ser pronunciado o réu com base em depoimento de “ouvir dizer”, ainda que boa parte da jurisprudência seja no sentido da aplicação do in dubio pro societate quando da decisão de pronúncia, em crimes de competência do Tribunal do Júri. Isto porque não pode ser levado em conta simplesmente a palavra de alguém que sequer presenciou os fatos.

O entendimento em comento foi confirmado, pelo STJ, no julgamento do Resp n. 1.674.1989, em que o voto condutor consignou que “A razão do repúdio a esse tipo de testemunho se deve ao fato de que, além de ser um depoimento pouco confiável, visto que os relatos se alteram quando passam de boca a boca, o acusado não tem como refutar, com eficácia, o que o depoente afirma sem indicar a fonte direta da informação trazida a juízo”7. A questão também foi reiterada pelo Superior Tribunal de Justiça no HC 397.48510, de Relatoria do Ministro Reynaldo Soares da Fonseca, em que novamente se entendeu pela ilegitimidade de se considerar como testemunha alguém que não teve contato com os fatos8.

Desse modo, não há dúvida quanto à impossibilidade de ser aceito, no ordenamento jurídico brasileiro, a legalidade do depoimento de ouvir dizer. Tal ilegalidade torna-se ainda mais insuperável quando se trata de colaboração premiada com base exclusivamente em depoimento de ouvir dizer.

A partir dessas breves considerações, mostra-se cristalina a ilegalidade do acordo de colaboração em que foi citado um Ministro técnico e comprometido da Suprema Corte, o qual foi embasado tão somente em depoimento de ouvir dizer e em que a suposta fonte das informações nega veementemente os fatos. Agora resta perquirir acerca das razões que motivaram essa lastimável tentativa de usurpar a competência constitucional da Procuradoria-Geral da República e de atacar o Supremo Tribunal Federal. É necessário que todos fiquemos atentos e combatamos pressões indevidas ao Poder Judiciário, sendo importante também, no caso em comento, que sejam averiguadas as eventuais implicações com base na Lei de abuso de autoridade.

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1 Inq 4074, Relator(a): EDSON FACHIN, Relator(a) p/ Acórdão: DIAS TOFFOLI, Segunda Turma, julgado em 14/08/2018, ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-221 DIVULG 16-10-2018 PUBLIC 17-10-2018

2 Federal Rules of Evidence. Disponível aqui. Acesso em: 15.05.2021.

3 Sexta Emenda da Constituição Federal dos Estado Unidos. Disponível aqui. Acesso em: 15.05.2021.

4 GOMES FILHO, Antônio Magalhães. Direito à prova no processo penal. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 1997, p. 141.

5 Supreme Court Judgments. R v. Bradshaw. Disponível aqui. Acesso em: 15.05.2021.

Tradução livre:

O fundamental receio quanto à regra do hearsay é a veracidade dos depoimentos prestados. A principal justificativa para a exclusão da prova de “ouvi dizer” é a aversão da common law a provar o que não se submete ao compromisso de dizer a verdade e não é submetido ao contraditório.

6 STJ. REsp 1444372/RS, Rel. Ministro ROGERIO SCHIETTI CRUZ, SEXTA TURMA, julgado em 16/02/2016, DJe 25/02/2016

7 STJ. REsp 1674198/MG, Rel. Ministro ROGERIO SCHIETTI CRUZ, SEXTA TURMA, julgado em 05/12/2017, DJe 12/12/2017

migalhas.

 

Quadro clínico de Bruno Covas é irreversível, diz boletim médico

Boletim médico divulgado na noite desta sexta-feira (14) afirma que o quadro clínico do prefeito licenciado de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), é “irreversível”. Covas está internado no Hospital Sírio-Libanês, recebendo analgésicos e sedativos.

O boletim é assinado pelos médicos Luiz Francisco Cardoso e Ângelo Fernandez, diretores do hospital. Bruno Covas está acompanhado da equipe médica e dos seus familiares. Em mensagem à analista de política da CNN Renata Agostini, o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido, define a situação como “dramática”.

O prefeito está licenciado desde o início do mês, quando pediu afastamento do cargo por 30 dias para se dedicar ao tratamento, diante do aparecimento de novos focos e da metástase de um câncer no trato digestivo, descoberto em 2019.

O posto está sendo exercido interinamente pelo vice-prefeito Ricardo Nunes (MDB). Nos últimos dias, Covas chegou a fazer conversas com assessores e aliados políticos. O prefeito chegou a abonar pessoalmente a ficha de filiação do vice-governador Rodrigo Garcia ao PSDB do leito do hospital.

Há cinco dias, Bruno Covas fez uma publicação otimista no Instagram. “Continuo a lutar aqui no Hospital. Sem baixar a cabeça e sem perder minha motivação. Muita Força, Foco e Fé. E espero logo estar junto de vocês para agradecer por todo carinho. Feliz Dia das Mães e Bom domingo!”, disse.

Bruno Covas é prefeito da cidade de São Paulo desde 2018, quando João Doria renunciou ao cargo para se eleger governador do estado. Em 2020, Covas foi reeleito no segundo turno, derrotando Guilherme Boulos (PSOL).

Fonte: CNN Brasil

Leia o boletim na íntegra:

Grupo Ânima compra UnP e toda rede Laureate por 4,6 bilhões

Uma das principais organizações de ensino superior particular do país, a Ânima Educação, anunciou a aquisição de todos os ativos brasileiros do grupo norte-americano Laureate. Iniciada em novembro de 2020, a negociação foi aprovada em 23 de abril. A transação custou R$ 4,6 bilhões.

Fazem parte da aquisição a Universidade Anhembi Morumbi (UAM), a Business School São Paulo (BSP), em São Paulo; a Universidade Salvador (UNIFACS), na Bahia; a Universidade Potiguar (UnP), no Rio Grande do Norte; o Centro Universitário Ritter dos Reis (UniRitter) e o Centro Universitário FADERGS, no Rio Grande do Sul e o Centro Universitário IBMR, no Rio de Janeiro.

Ainda estão transcorrendo os trâmites regulatórios com a CEDEPE Business School, em Pernambuco, a Faculdade Internacional da Paraíba (FPB), o grupo Ser Educacional e o Centro Universitário dos Guararapes (UniFG). O acordo inclui, ainda, a venda da FMU, em São Paulo, para a Farallon Capital, no valor de R$500 milhões.

Por meio dessa aquisição, a partir deste mês de maio, a Ânima Educação se consagra como o 4° maior player de educação privada do País em número alunos e o 3º em receita líquida, com presença em 12 estados do Sudeste, Sul, Nordeste e Centro-Oeste e quase 550 polos de ensino digital.

A integração forma uma comunidade com mais de 350 mil pessoas, composta por mais de 330 mil estudantes e 18 mil educadores, distribuídos em 16 instituições de ensino superior, além de oito (8) marcas que são referências em suas áreas de atuação e o Instituto Ânima.

STF concede a Pazuello direito de se calar na CPI da Covid


Mais cedo, o relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), afirmou ao Supremo que o ex-ministro terá o direito ao silêncio respeitado se assim desejar, mas que a sua negativa em responder aos questionamentos vai dificultar as investigações da comissão

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu ao ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello o direito de ficar calado durante o seu depoimento à CPI da Covid, marcado para a próxima quarta-feira.

Pelos termos da decisão, o comparecimento do general, convocado como testemunha, é obrigatório, mas ele poderá optar por não responder às perguntas que possam, de alguma forma, incriminá-lo. Quanto às demais, pondera Lewandowski, ele será obrigado a falar a verdade.

O ministro também concedeu a Pazuello a possibilidade de ser acompanhado por advogado durante o seu depoimento e, ainda, “o direito a ser inquirido com dignidade, urbanidade e respeito, ao qual, de resto, fazem jus todos os depoentes”.

De acordo com Lewandowski, o ex-ministro da Saúde não poderá sofrer constrangimentos físicos ou morais, como ameaças de prisão ou de processo, “caso esteja atuando no exercício regular” de seus direitos.

O habeas corpus (HC) foi impetrado no Supremo na noite de ontem pela Advocacia-Geral da União (AGU), com respaldo do presidente Jair Bolsonaro. O ministro-chefe do órgão, André Mendonça, disse que Pazuello, mesmo sendo testemunha, tem o direito de não produzir provas contra si mesmo.

Mais cedo, o relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), afirmou ao Supremo que o ex-ministro terá o direito ao silêncio respeitado se assim desejar, mas que a sua negativa em responder aos questionamentos vai dificultar as investigações da comissão.

valor.globo

Bruno Covas tem piora e estado de saúde é considerado grave

Foto: Patrícia Cruz

O prefeito licenciado de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), apresentou uma piora no seu estado de saúde nesta 6ª feira (14.mai.2021). Ele está no Hospital Sírio-Libanês, onde está internado desde o 03 de maio para tratamento de um câncer. A informação é do Brasil Urgente.

Com 40 anos, Covas está em tratamento desde outubro de 2019, quando foi diagnosticado com um tumor “no trato digestivo”. Em fevereiro deste ano, foi encontrado novo nódulo no fígado. Covas começou uma nova fase do tratamento dias depois.

Em 16 de abril, boletim médico divulgado informou que novos exames apontaram outros pontos de câncer, desta vez nos ossos. Com isso, o prefeito foi internado para iniciar o tratamento.

Depois de complicações, em 2 de maio, o prefeito anunciou que iria se licenciar por 30 dias do cargo para se dedicar “integralmente” ao tratamento.

Fonte: Poder 360

Em visita à obra de expansão da linha férrea, Ministro Rogério Marinho reafirma compromisso com Parnamirim

Parnamirim recebeu, na manhã desta sexta-feira (14), o Ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. O objetivo foi acompanhar a execução da obra de expansão do eixo sul da linha férrea, em Parnamirim, que promete criar mais duas estações na cidade, uma em Boa Esperança e outra em Cajupiranga. O prefeito Rosano Taveira acompanhou o ministro.

Na oportunidade, também estiveram em solo parnamirinense os deputados Benes Leocádio, General Girão, Tomba Farias e Coronel Azevedo; os prefeitos de Nísia Floresta e São José de Mipibu, Daniel Fernandes e José Varela; o presidente e o superintendente da CBTU, José Marques e Leonardo Diniz, respectivamente; além do presidente da Câmara Municipal, Wolney França, demais vereadores e secretários municipais.

A comitiva acompanhou de perto o trabalho realizado pela equipe da CBTU e as máquinas pesadas a todo vapor. O ministro Rogério Marinho disse que a modernização e a expansão da linha férrea irão ajudar muito a população que mora em toda a região metropolitana e precisa se deslocar à capital diariamente.

“Com obras como essas, pretendemos atacar as desigualdades ainda presentes em nossas cidades. Uma consequência dessa expansão será a redução do preço do transporte público, graças a uma maior competitividade de modais diferentes”., afirmou o ministro do Desenvolvimento Regional. E acrescentou: “O presidente Bolsonaro não vai medir esforços para chegar junto com o Rio Grande do Norte, com recursos e ferramentas para que o cronograma dessa e de outras obras sejam cumpridos e, até mesmo, encurtados”.

O prefeito Rosano Taveira agradeceu o presidente Bolsonaro pela atenção com Parnamirim. “Essa é uma obra aguardada há 50 anos, um sonho dos parnamirinenses. Agradeço imensamente às nossas bancadas estadual e federal e, principalmente ao ministro Rogério Marinho, que fez tudo que pôde para que essa obra fosse realidade. Parnamirim e sua população agradecem demais”, disse o gestor.

Finalizados os trabalhos em Parnamirim, o ministro e sua comitiva se dirigiram a Natal, onde seria realizada a entrega de um residencial. Em seguida o ministro sinalizou a assinatura de um convênio com a Caern, para que a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) desenvolva um projeto executivo de uma adutora que deve atender a região agreste. “Temos também boas novas com relação à implantação de poços, cisternas, pequenas adutoras e dessalinizadores, atendendo cerca de 50 municípios no estado”, Marinho finalizou.

A visita do ministro ao RN se estenderá até a segunda-feira (17). Neste sábado (15), Marinho estará, às 16h, na Rádio Liberdade, onde participará de uma entrevista com os jornalistas Gilson Moura e Valdemir Tapioca, no programa A Voz da Liberdade. Acompanhe ao vivo: http://l.radios.com.br/r/126378