Cadê os 20 milhões da barragem de Oiticica que tava aqui? Rogério Marinho e Fátima Bezerra apresentam versões

Repercute fortemente em todo Estado a entrevista exclusiva concedida na Liberdade FM, do Ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, que cobrou publicamente da governadora, Fátima Bezerra (PT), um cronograma para a reposição de 20 milhões que foram retirados pela governadora da construção da Barragem de Oiticica.

Por sua vez, o Governo do Estado do RN emitiu uma nota afirmando, em síntese, que a informação não procede e que todos recursos repassados oriundos do governo federal estão sendo aplicado no complexo, segundo as prestações de contas elaboradas pelo governo do RN, por meio da SEMARH. Na nota, a governadora cita a decisão do STF, dando prazo para a devolução dos recursos até o final da obra.

No entanto, o Ministro do Desenvolvimento Regional Rogério Marinho, publicou os dois ofícios nos quais solicita a devolução dos recursos para construção da barragem de oiticica, o primeiro, de n°567/2020, enviado em 30 de julho de 2020, o segundo, de n° 635/2020, enviado em 19 de agosto de 2020, e o terceiro, de n° 200/2021, enviado em 04 de maio de 2021.

Segundo fontes do nosso blog, toda essa questão está relacionada com a possível vinda do presidente Jair Bolsonaro para a inauguração da obra da barragem de oiticica em 2021.

Confira a íntegra da nota do governo do estado e também os ofícios do Ministério do Desenvolvimento Regional:

O Governo do Estado esclarece, a respeito de declarações inverídicas do ministro do Desenvolvimento Regional Rogério Marinho, em entrevista a uma rádio neste final de semana, reproduzida em alguns blogs locais, que é falsa a informação que a gestão da governadora Fátima Bezerra desviou R$ 20 milhões destinados à Barragem de Oiticica para “pagar dívidas com empresas e com servidores”.
Os recursos foram bloqueados através de uma decisão judicial de 2019, segundo informou a Procuradoria-Geral do Estado (PGE). O STF concedeu uma liminar em março de 2020, a pedido da PGE, suspendendo novos bloqueios de verbas de convênios para construção de barragens no RN.
O prazo legal para a reposição dos recursos só se esgota no fim da obra da Barragem de Oiticica. Portanto, não há nenhuma irregularidade, como sugeriu o ministro Rogério Marinho.
A Secretaria Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) também esclareceu que as obras do Complexo de Oiticica “seguem se desenvolvendo em um ritmo satisfatório, atendendo ao último cronograma estabelecido entre os governos Federal e Estadual”.
“Todos os recursos repassados estão sendo aplicados no complexo, de acordo com as prestações de contas elaboradas pelo Governo do Estado, por meio da Semarh”, diz trecho da nota divulgada pela Semarh.

Caminhoneiros do Rio Grande do Norte se unem para criar uma cooperativa de transportes.

O ditado “a união faz a força” nunca fez tanto sentido. As circunstâncias de trabalho do caminhoneiro autônomo do Rio Grande do Norte são extremamente desafiadoras: preço do combustível, condições ruins das estradas, sazonalidade de demandas e jornadas de trabalho altamente estressantes. Por isso, uma das formas de facilitar a vida desses profissionais são as cooperativas.

Estas Cooperativas são uma boa solução para quem precisa se interligar e se organizar profissionalmente, além de possibilitar melhores condições de compra o profissional autônomo, trabalhando sozinho, fica extremamente vulnerável em diversas situações, expondo-se a riscos e prejuízos. Se porventura algum caminhoneiro assume um frete e tem algum problema com seu caminhão, por exemplo, o valor do conserto pode ficar acima do valor acertado para o frete.

Afiliar-se a uma cooperativa pode ser uma solução que ampara o caminhoneiro autônomo em circunstâncias de emergência ou desproteção.

Devido a, quais as vantagens e o que ela pode proporcionar ao caminhoneiro autônomo na data de 15 de maio de 2021 foi Dadá o ponta pé inicial da criação da Cooperativa dos Caminhoneiros Autônomo do Rio Grande do Norte em reunião assembleia foi escolinhada o nome da Cooperativa (COOMPCAM/RN) após decidido o nome da entidade a categoria decidiu por unanimidade indicar o Valdir Pivete como Futuro Presidente da entidade o mesmo em sua fala frizou da importância do setor, objetivo da União da categoria e garantiu o crescimento da entidade.

 

Morre o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, aos 41 anos

Foto: Reprodução/Campanha 2020

Morreu neste domingo (16.mai.2021) às 8h20 o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), aos 41 anos. Ele estava internado desde 2 de maio no hospital Sírio-Libanês. Fazia tratamento desde 2019 contra um câncer no aparelho digestivo, doença que se espalhou para o fígado e ossos.

Na 6ª (14.mai.2021), às 19h30, boletim médico divulgado pela equipe do Sírio-Libanês indicava que o quadro clínico do prefeito já era considerado “irreversível”. Desde então, familiares e amigos estiveram no hospital para se despedir de Covas.

A luta contra o câncer levou Covas a se licenciar da Prefeitura de São Paulo em 2 de maio, menos de 6 meses depois de ser reeleito. Em nota, o prefeito afirmava que se afastaria por 30 dias para se dedicar “integralmente” ao tratamento. Em 3 de maio, ele foi transferido para a UTI (unidade de terapia intensiva) e intubado depois de um sangramento no estômago. Horas depois, segundo o hospital, os equipamentos de intubação foram retirados. Na semana que se encerrou, Covas havia iniciado novo tratamento.

Com a morte de Covas, o vice-prefeito da cidade, Ricardo Nunes (MDB), assume definitivamente a gestão de São Paulo. Já atua como prefeito em exercício desde o licenciamento do titular.

TRAJETÓRIA

Bruno Covas, neto do ex-governador de São Paulo Mário Covas, foi ligado à política desde jovem. Formado em economia pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica) e em direito pela USP (Universidade de São Paulo), filiou-se ao PSDB em 1997. Essa foi a última legenda da qual seu avô fez parte antes de morrer, em 2001.

Bruno Covas com o avô, o ex-governador de São Paulo, Mário Covas. Foto: Reprodução/Campanha 2020

Depois de entrar para os quadros do PSDB, Covas chegou a ser presidente da Juventude Tucana. Sua vida pública teve início em 2004, quando se candidatou a vice-prefeito da sua cidade natal, Santos, no litoral paulista.

Foi eleito deputado estadual por São Paulo em 2006, vindo a ser reeleito em 2010. No ano seguinte, o então governador Geraldo Alckmin (PSDB) o convidou para ser secretário de Meio Ambiente, cargo que ocupou até 2014, quando foi exonerado para disputar as eleições gerais daquele ano.

Eleito deputado federal pelo Estado de São Paulo, Covas votou de forma favorável ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2016. Também foi favorável ao teto de gastos públicos.

Depois disso, Covas se licenciou da Câmara para concorrer à vice-prefeitura de São Paulo em chapa com João Doria (PSDB). Na vice-prefeitura, acumulou os cargos de secretário das Prefeituras Regionais e da Casa Civil da cidade em 2017.

Em 2018, Doria deixou o cargo para concorrer à vaga de governador do Estado de São Paulo. Com a vitória do colega do PSDB, Covas assumiu a prefeitura da cidade mais populosa do Brasil.

Covas foi diagnosticado com câncer em outubro de 2019, depois de fazer um exame para investigar uma infecção. Ele foi internado pela 1ª vez no mesmo mês e iniciou o tratamento com sessões de quimioterapia e imunoterapia.

Durante a pandemia, o prefeito foi diagnosticado com covid-19. Ele trabalhou de casa e conseguiu se recuperar depois de duas semanas.

Covas se candidatou à reeleição em 2020. Venceu a disputa contra Guilherme Boulos (Psol), no 2º turno, com 59,38% dos votos.

A campanha do tucano foi pautada em sua luta contra o câncer e no enfrentamento da pandemia de covid-19. No 2º turno, passou a fazer discurso que destacava sua experiência na gestão pública. Era um contraponto a Boulos, que nunca teve mandato.

Foto: Reprodução

PIORA NA SAÚDE

Em janeiro de 2021, já reeleito, o prefeito anunciou que seu tratamento contra o câncer iniciaria uma nova fase. Tirou  licença de 10 dias para dar continuidade ao tratamento e se recuperar depois de 24 sessões diárias de radioterapia.

Depois de exames de imagem, em fevereiro deste ano, Covas descobriu que os nódulos na área de seu estômago tinham sido controlados. Mas os exames mostraram que o câncer se espalhou para o fígado. O tratamento do prefeito precisou ser reforçado com sessões de quimioterapia a cada 15 dias.

Já em abril, a equipe médica do prefeito informou que tinha diagnosticado novos pontos de câncer, desta vez nos ossos. Em 15 de abril, ele foi internado para ser acompanhado pelos médicos. Durante a internação, foi identificado líquido nos pulmões e no abdômen do prefeito.

Em 26 de abril, Covas utilizou suas redes sociais para afirmar que iria “enfrentar, combater e vencer” a doença. Em seu perfil no Instagram, ele publicou uma imagem de seu filho, Tomás, de 15 anos, e escreveu: “Enfrentar, combater e vencer. A luta pela vida continua, e com você ao meu lado, a vontade de vencer é gigante. Obrigado por estar sempre aqui, filho. Eu te amo”.

Foto: Reprodução/Instagram

Em 27 de abril, ele chegou a ter alta do hospital e comemorou: “Mais uma vitória entre muitas batalhas“. Covas continuaria o tratamento em casa. Mas 5 dias depois, no domingo (2.mai), o prefeito precisou ser internado novamente.

Fonte: Poder 360