Covid: Brasil registra 1.039 mortes em 24 horas, diz consórcio


O consórcio de veículos de imprensa que acompanha os dados da Covid junto às secretarias estaduais de Saúde registrou 1.039 mortes em razão da doença no Brasil nas últimas 24 horas.

O número desta segunda, 17, é maior que o do Conass, que contabilizou 786 óbitos no período. A média móvel de mortes (os números dos últimos sete dias, divididos por sete) está em 1.918 óbitos diários —aumento pelo segundo dia seguido, depois de um período de 15 dias em queda.

O total de mortos por Covid no Brasil chegou a 436.862, segundo o “pool” de veículos. O país registrou hoje 35.888 casos da doença, aumentando para 15.661.106 o total de infectados.

O Conass registra, ao todo, 436.537 mortes e 15.657.391 casos confirmados.
O antagonista.

Brasil tem 7º dia com média de mortes por covid inferior a 2.000

Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) referência no tratamento da covid19 em Brasilia, durante moviemntação de pacientes em transfêrencias. Sérgio Lima/Poder360 11.08.2020

O Ministério da Saúde confirmou nesta 2ª feira (17.mai.2021) mais 786 mortes por covid-19 no Brasil, elevando o total de vítimas para 436.537. A média de mortes, entretanto, permanece abaixo de 2.000 pelo 7º dia seguido.

O órgão também registrou mais 29.916 casos. São 15.657.391 diagnósticos no país.

De acordo com o Ministério da Saúde, são 14.152.433 pessoas recuperadas da doença no Brasil. Há ainda 1.068.421 casos em acompanhamento.

Os registros de mortes não se referem a quando alguém morreu, mas ao dia em que o óbito por coronavírus foi informado ao Ministério da Saúde. Aos fins de semana e segundas-feiras há menos registros não porque morrem menos pessoas, mas porque há menos capacidade operacional (menos funcionários) das secretarias estaduais de saúde em reportar e, do Ministério da Saúde, em compilar os dados. A média móvel matiza essas variações abruptas.

MÉDIA DE MORTES E CASOS

A curva é uma média do número de ocorrências confirmadas nos últimos 7 dias. A média de novas mortes no país é de 1.901. Ficou abaixo de 2.000 pelo 7º dia seguido. A última vez em que o número atingiu esse patamar foi em 16 de março.

Já a curva de novos casos está em 63.914.

MORTES PROPORCIONAIS

O Brasil tem 2.046 mortes por milhão de habitantes. Todos os Estados têm mais de 1.000 mortes por milhão. A região Sudeste ultrapassou 200 mil mortos e chegou a 200.135.

O Brasil é o 11º no ranking mundial de vítimas por milhão. A Hungria lidera a lista, com 3.031 vítimas por milhão.

poder 360.

Sem provas, Bolsonaro cita envolvimento de governos anteriores com pedofilia


O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta 2ª feira (17.mai.2021) que, em governo anteriores, o Ministério dos Direitos Humanos era “voltado para doutrinação e defesa das priores práticas praticadas pela esquerda no Brasil e no mundo”. Sem dar detalhes ou apresentar provas, o presidente também disse que no passado “tinha gente do próprio governo envolvida com pedofilia”.

O chefe do Executivo participou nesta tarde do lançamento da campanha do governo federal de conscientização do mês de combate a exploração sexual de crianças e adolescentes, o maio laranja.

Esse ministério no passado servia o quê e a quem? Não servia à população e nem servia à questão dos direitos humanos. Era um ministério voltado basicamente para uma doutrinação e defesa das priores práticas praticadas pela esquerda no Brasil e no mundo”, disse Bolsonaro.

Bolsonaro afirmou que o PNDH-3 (Programa Nacional de Direitos Humanos), lançado em dezembro de 2009, no governo Lula, tinha “itens inacreditáveis“. Ele também criticou o portal “Humaniza Redes“, canal do governo lançado em 2015, no governo de Dilma Rousseff, para ser uma ouvidoria on-line para denúncias de violação dos direitos humanos.

O que dizia esse site Humaniza Redes no tocante a pedofilia, era claro, era explicito, dizia o seguinte: caso você encontrasse um adulto abusando sexualmente de uma pessoa, de uma criança, não interessa a idade […] essa pessoa deve ser levada a um hospital para ser submetido a um laudo. Caso ela sofresse transtorno, esse adulto deveria ser levado para um hospital e não para uma cadeia”, declarou.

“Ou seja, era a proteção à pedofilia, era o estímulo a pedofilia até porque tinha gente na época do próprio governo envolvido em pedofilia”, afirmou. A defesa contra a suposta doutrinação de governos anteriores foi um dos motes da campanha eleitoral de Bolsonaro em 2018.

Pressionado pela CPI (Comissão de Inquérito Parlamentar) da Covid no Senado, o presidente tem feito nos últimos dias acenos a suas bases eleitorais. Ele compareceu no ultimo sábados (15.mai) a ato organizado por evangélicos e ruralistasem Brasília.

No evento desta 2ª feira, Bolsonaro e a ministra Damares Alves, da Mulher, Família e Direitos Humanos, assinaram decreto que institui o programa nacional de enfrentamento da violência contra crianças e adolescentes. A medida será publicada na edição desta 3ª feira (18.mai).

Também participaram do evento desta tarde, entre outras autoridades, os ministros João Roma, da Cidadania, e Flávia Arruda, da Secretaria de Governo, além do diretor-geral da PRF (Polícia Rodoviária Federal), Silvinei Vasques.

Campanha

O governo lançou nesta 2ª feira a campanha “Quebre o silêncio, denuncie”. A divulgação faz parte das ações alusivas ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, comemorado nesta 3ª feira (18.mai).

A cada uma hora a gente tem no Brasil, pelo disque 100, 2,2 casos de violência sexual [contra crianças e adolescentes]. Só no disque 100. Conseguem imaginar os casos que não são notificados?”, questionou a Damares Alves.

Em seu discurso, a ministra afirmou que as denúncias diminuíram durante a pandemia da covid-19. “As crianças estavam em casa e não na escola e as maiores denúncias vêm da escola” disse. Maurício Cunha, secretário nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, reforçou que as denúncias diminuíram em 2020 e afirmou que a maior parte das violências ocorre dentro do domicílio da criança.

poder 360.

Morre MC Kevin, aos 23 anos, após cair de varanda de hotel no Rio

Morreu, na noite deste domingo (16/5), o cantor MC Kevin, aos 23 anos. O músico havia sofrido um acidente enquanto estava hospedado em um hotel próximo à praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O funkeiro caiu da varanda do 11º andar.

A morte do artista foi confirmada por agentes policiais. Kevin, que deu entrada no hospital em estado gravíssimo, sofreu duas paradas cardiorrespiratórias e não resistiu.

Testemunhas informaram que Kevin, que estava acompanhado da namorada, Deolane Bezerra, havia sido socorrido por uma ambulância e levado ao Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea.

Após ele dar entrada no centro médico, antes da confirmação da morte, a Secretaria Municipal de Saúde informou que o estado de saúde do músico era preocupante: “O paciente Kevin Bueno deu entrada no Hospital Municipal Miguel Couto e seu estado de saúde é considerado muito grave”.

Uma testemunha filmou a movimentação no hotel em que Kevin estava.

No sábado (15/5), o funkeiro se apresentou em uma balada e compartilhou momentos do show.

portal Seridó 360.