Bruno Covas se licencia da prefeitura de São Paulo para tratar câncer

Foto: Reprodução/Instagram (@brunocovas)

O prefeito Bruno Covas (PSDB), de 41 anos, anunciou neste domingo (2.mai.2021) que se licenciará por 30 dias do comando da cidade de São Paulo para se dedicar ao tratamento de um câncer no sistema digestivo. O vice-prefeito, Ricardo Nunes (MDB), deverá assumir a cadeira.

Covas recebeu alta do Hospital Sírio-Libanês na 4ª feira (28.abr), depois de duas semanas internado. O prefeito faz tratamento contra um câncer na região da cárdia, que se espalhou para o seu fígado e ossos.

O ofício com o pedido de afastamento será encaminhado pela prefeitura à Câmara Municipal na 2ª feira (3.mai).

Nas redes sociais, o prefeito afirmou que o apoio que vem recebendo é “essencial para superar os desafios”.

NOTA OFICIAL

Eis a íntegra do comunicado divulgado pela Prefeitura de São Paulo neste domingo (2.mai.2021):

“A Prefeitura de São Paulo, por meio das Secretarias de Governo e Especial de Comunicação, informa que, diante da necessidade de dedicação exclusiva ao tratamento médico neste momento, o prefeito Bruno Covas pedirá licença de 30 dias à Câmara Municipal e o cargo será exercido pelo vice-prefeito Ricardo Nunes.

Desde que recebeu o diagnóstico da enfermidade, Covas adotou total transparência em respeito à população.

Com o surgimento de novos focos, o Prefeito de São Paulo precisará de dedicação integral ao tratamento e entende que não será compatível com as suas responsabilidades e compromisso com a cidade e os paulistanos.

Diante do exposto, o ofício com o pedido de afastamento por 30 dias será enviado nesta segunda-feira (3.mai) com base nos artigos 65 e 66 da Lei Orgânica do Município.”

Fonte: Poder 360

Remessa de 3,8 milhões de doses da Oxford/AstraZeneca chega ao Brasil

Foto: Agência Brasil

Chega hoje (2) ao Brasil uma remessa com 3,8 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca. Os imunizantes foram obtidos no âmbito do mecanismo Covax Facility, consórcio que conta com governos e fabricantes e é coordenado pela Organização Mundial da Saúde(OMS)

As doses chegam em voo que aterrissará no aeroporto de Guarulhos. O voo está previsto para às 16h e será recebido pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e a representante da OMS no Brasil, Socorro Gross.

Ontem, um novo voo já havia entregado 220 mil doses do imunizante da Oxford/AstraZeneca. O Brasil tem direito a mais de 10 milhões de doses pelo mecanismo da Covax Facility.

Segundo balanço do Ministério da Saúde, considerando essa nova carga, foram disponibilizados, por meio de fabricação no país ou importação, 17,1 milhões de doses em um intervalo de seis dias, contando a partir do dia 28 de abril. Nesse dia, o ministério recebeu 5,2 milhões.

No dia 29, chegou ao Brasil 1 milhão de doses da Pfizer. No dia 30, foram entregues 6,5 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), além de 420 mil da vacina CoronaVac, parceria entre o Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac.

Fonte: Agência Brasil

Paulo Guedes diz que apoio ao trabalho dele é menor do que imaginava

Foto: Sérgio Lima/Poder360

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou, em entrevista ao jornal O Globo, publicada neste domingo (2.mai.2021), que o apoio ao seu plano de trabalho em Brasília é menor do que imaginou quando foi convidado para o cargo e recebeu do então candidato Jair Bolsonaro o apelido de “Posto Ipiranga”. Apesar da frustração, ele disse que não pensa em desistir.

“A aderência é um pouco menor do que eu pensei. Mas sem reclamação. É a democracia. Nas horas críticas, o presidente sempre nos apoiou”, declarou o ministro. “Eu tenho um senso de responsabilidade muito grande“, prosseguiu, destacando que não pretende deixar o cargo. “Eu estou só recalibrando tudo um pouquinho para baixo, mas sem mudar em nada a direção, a esperança”, enfatizou.

Apesar da frustração, Paulo Guedes disse que partirá para o ataque nos próximos meses para colocar em prática medidas para reduzir o  desemprego e a pobreza no país. Ele avaliou que, nos 2 primeiros anos do governo, a equipe econômica ficou na “defensiva“.

“Nós jogamos 2 anos na defesa. Agora nós vamos para o ataque. Quais foram os dois anos na defesa? Controle na dinâmica de gastos do governo. Não demos aumentos de salários por 3 anos e nenhum governo fez isso. Jogamos na defesa, travando as despesas. Depois de dois anos jogando assim, há desgastes naturais na equipe“, afirmou, com relação à saída de membros da equipe econômica.

Para lidar com o desemprego e o aumento da pobreza, o ministro afirmou que a 1ª medida tem que ser a vacinação em massa. Além disso, a equipe trabalha em uma 2ª medida chamada BIP (Bônus de Inclusão Produtiva), um programa social para trabalhadores informais.

“Peguei uma democracia e entregarei uma democracia. Peguei uma inflação alta e entregarei uma inflação mais baixa. Peguei o país crescendo 1% e o entregarei crescendo 3%. Peguei o país com 12 milhões de desempregados e o entregarei com 10″, prometeu.

CORONAVÍRUS

Para Guedes, o atraso na vacinação em massa penalizou a retomada do crescimento econômico do Brasil.  “É claro que durante uma guerra há falhas. Nós, por exemplo, lançamos um programa de crédito no início que não funcionou bem”.

Fonte: Poder 360

Morre o ex-prefeito de Parnamirim, Flávio Martins

Considerado o responsável pela chegada de Angelo Alves em Parnamirim, junto com o então vereador Antônio Batista Barros, Flávio Martins, faleceu, aos 69 anos, neste sábado (2), vítima de COVID-19. Flávio Martins foi prefeito de Parnamirim entre os anos de 1993 a 1996.

Em suas redes sociais, o prefeito Rosano Taveira lamentou a morte de Flávio Martins: “Recebo com tristeza a notícia da precoce partida do amigo Flávio Martins, ex-prefeito de Parnamirim entre os anos de 1993 à 1996. Querido por todos, Flávio deixa a marca da amizade e de um coração leve. À sua esposa, Ângela, aos seus filhos e irmãos(as), o nosso profundo pesar em nome de toda a família Taveira. Descanse em paz.”, afirmou.

O Blog do GM deseja à família paz e conforto neste momento de dor.

Bolsonaristas transformam a Paulista em covidário

Na ânsia de mostrar apoio ao governo Jair Bolsonaro, a militância bolsonarista conseguiu transformar a avenida Paulista em um verdadeiro covidário.

Durante a manifestação a favor do governo, os correligionários do presidente, aglomerados e vários deles sem máscaras, pediram por intervenção militar, pelo “fim do comunismo” e pelo fim das medidas restritivas para conter o novo coronavírus.

“Impressionante!!! Foi a maior (manifestação) de todas desde 2013”, disse o ministro das Comunicações, Fábio Faria, pelo Twitter, ignorando o fato de que as aglomerações servem apenas para propagar ainda mais o vírus.

Pelo jeito, a CPI da Covid vai ter muito trabalho para apontar os responsáveis por esse tipo de aglomeração.

o antagonista.