Prefeitura de Parnamirim segue realizando matrículas para a modalidade EJA de ensino

A Prefeitura de Parnamirim, por meio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Semec), segue realizando as matrículas voltadas para a Educação de Jovens e Adultos (EJA), modalidade de ensino destinada ao público que não completou, abandonou ou não teve acesso à educação formal na idade apropriada.

A secretária da pasta, Justina Iva, explica a importância da modalidade de ensino. “É uma etapa da educação básica oferecida para garantir às pessoas que não foram alfabetizadas ou que não conseguiram ter acesso à escola por alguma razão, quando crianças ou adolescentes, uma oportunidade de acesso a um direito sagrado, que é a educação”, disse.

Para realizar a matrícula, o aluno deve ter acima de 15 anos e se dirigir à escola municipal mais próxima selecionada para este fim, no horário das 17h30 às 19h30, portando os seguintes documentos: cópia da certidão de nascimento ou casamento, comprovante de residência, identidade (rg e cpf), fotos e declaração ou histórico da escola de origem.

Confira a lista das escolas selecionadas para a realização de matrículas na EJA:

E. M. AUGUSTO SEVERO – R. SARG. NORBERTO MARQUES- 178 – CENTRO / 3644- 8308

E. M. DEP. ERIVAN FRANÇA – R. BEIRA RIO 74, PIRANGI DO NORTE / 3238-1078

E. M. EMÉRITO NESTOR LIMA –  R. LUIZA Mª DA CONCEIÇAO SANTIAGO S/N PASSAGEM DE AREIA / 3645-8777

E. M. LUIZ MARANHÃO FILHO – R. BELA PARNAMIRIM S/N – MONTE CASTELO / 3644-8523

E. M. MANOEL MACHADO – R. AEROPORTO DE PELOTAS S/N PARQUE INDUSTRIAL/ 3644-8385

E. M. MARIA DO CÉU – R. ASPIRANTE SANTOS – 1050 SANTOS REIS / 3644-8265

E. M. MARIA FRANCINETE GONÇALVES MAIA – R. MAHATMA GANDI S/N NOVA PARNAMIRIM / 3208-4318

Número de mortos em operação no Jacarezinho sobe para 29

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Polícia Civil do Rio de Janeiro informou hoje (8) que subiu para 29 o número de mortos na operação policial realizada na última quinta-feira (6) na favela do Jacarezinho, na zona norte da capital.

A polícia divulgou apenas a identidade do inspetor de polícia André Leonardo de Mello Frias, de 48 anos, e afirmou que os outros 28 mortos eram criminosos.

Considerada a mais letal da história do estado do Rio de Janeiro, a operação policial foi realizada para desarticular uma quadrilha de traficantes de drogas que, entre outros crimes, era suspeita de aliciar menores de idade.

Defensores dos direitos humanos questionam a legalidade da operação, que também despertou a preocupação da Ordem dos Advogados do Brasil, da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) e do o Alto Comissariado da Organização das Nações Unidas (ONU) para Direitos Humanos. As três instituições pediram investigações rigorosas e imparciais e ressaltaram o compromisso do Estado no respeito aos direitos humanos.

Responsável por fiscalizar a legalidade da ação, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro emitiu uma nota em que informa que está investigando as circunstâncias das mortes ocorridas durante a operação.

“Todas as medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis em decorrência dos fatos ocorridos estão sendo tomadas pelo MPRJ”, diz o texto, que informa que a promotores estiveram presentes na comunidade, acompanhando os desdobramentos da operação. “Cabe destacar ainda que o MPRJ acompanha a perícia nos corpos das pessoas mortas durante a intervenção policial”, informou a nota.

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, defendeu a Polícia Civil e afirmou na noite de ontem que a operação foi “o fiel cumprimento de dezenas de mandados expedidos pela Justiça.”

Já uma nota conjunta assinada por entidades como a Anistia Internacional no Brasil, a Justiça Global, o Instituto Marielle Franco e o Movimento Negro Unificado classifica a operação como um massacre. Defensores de direitos humanos, moradores de favelas e familiares de vítimas de violência policial realizaram protestos ontem (7) contra as mortes.

Fonte: Agência Brasil

Pfizer tem meta de produzir 4 bilhões de doses de vacina em 2022

A Pfizer e sua parceira alemã BioNTech solicitaram aprovação completa do governo dos EUA para sua vacina contra covid-19 e disseram ter como meta a produção de 4 bilhões de doses da vacina no próximo ano, principalmente para países de renda média e baixa.

A aprovação total da vacina, que foi autorizada em caráter emergencial, pode ajudar a aliviar a hesitação sobre a aplicação do imunizante nos Estados Unidos e em outros países ricos.

A Pfizer também apontou previsões de fabricação mais altas como evidência de sua capacidade e intenção de atender aos países mais pobres que receberam muito pouco de sua vacina até agora.

O presidente-executivo Albert Bourla disse que a empresa já tem acordos ou está em negociações com países para fornecer 2,7 bilhões de doses este ano, das quais 40% devem ir para nações de renda média e baixa.

A balança deve inclinar-se a favor dos países menos ricos durante o segundo semestre deste ano, e a Pfizer espera produzir 3 bilhões de doses em 2021.

*Com informações da Agência Brasil

Fonte: Poder 360