
Ministério Público e Prefeitura firmam acordo para tornar ginásio municipal de São José de Mipibu acessível



Marcelo Luiz Nogueira dos Santos, o ex-empregado que denunciou à coluna uma série de supostos crimes cometidos pela família Bolsonaro, afirma que o presidente Jair Bolsonaro decidiu transferir para Flávio e Carlos Bolsonaro o comando do suposto esquema de corrupção nos gabinetes de ambos após descobrir que era traído por sua então mulher, a advogada Ana Cristina Siqueira Valle. O ex-funcionário revelou, em entrevista exclusiva, que ela foi a primeira a controlar todo o recolhimento de parte dos salários de todos os assessores parlamentares dos dois filhos do presidente, respectivamente primeiro e segundo herdeiros de Bolsonaro.
Nesta parte da entrevista, Marcelo conta ter sido testemunha de diversos golpes praticados por Ana Cristina, de quem o chefe do Executivo federal se separou em 2007. O presidente teria conhecimento de alguns desses supostos crimes. Entretanto, pressionado por Ana Cristina, teria sido conivente em diferentes momentos. Primeiro, durante a vida de casado – quando ela teria comandado, sob a anuência de Bolsonaro, o desvio de dinheiro dos gabinetes dos dois filhos parlamentares. Depois, durante o tumultuado divórcio do casal.
Em 2008, segundo Marcelo, a advogada, em meio à disputa pela guarda de Jair Renan Bolsonaro, teria simulado o furto de um cofre que o casal mantinha no Banco do Brasil, para acusar o presidente.
O furto ao cofre foi revelado em 2018 pelos repórteres Hugo Marques, Nonato Viegas e Thiago Bronzatto. Mas tudo não teria passado de uma mentira. Ana Cristina moveu uma ação em abril de 2008 na 1ª Vara de Família do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro acusando Bolsonaro de ter roubado os pertences no Banco do Brasil. Dentro do cofre, havia joias avaliadas em R$ 600 mil, US$ 30 mil em espécie e cerca de R$ 200 mil, também em dinheiro vivo – um montante que, calculado pelos repórteres para valores de 2018, valia cerca de R$ 1,6 milhão.
Segundo Marcelo, foi a própria Ana Cristina quem esvaziou o cofre.
“Lá tinha joias e dinheiro. Ela entrou com um processo contra o Banco do Brasil, mas quando foi intimada, não foi. Ela viu que fez m… e nem apareceu. O processo ficou rolando. Ela que limpou o cofre, antes de decidir as coisas”, disse.
O falso furto do cofre foi registrado em 26 de outubro de 2007, na 5ª Delegacia da Polícia Civil do Rio de Janeiro, pela própria Ana Cristina, que já havia feito a queixa acusando Bolsonaro. Segundo o relato de Ana Cristina na delegacia, ela esteve na agência do Banco do Brasil e não conseguiu acessar o cofre com sua chave. Um chaveiro chamado pelo banco teria conseguido abri-lo, quando ela constatou que o cofre estava vazio. Dali, ela já teria ido até uma delegacia com o objetivo de acusar Bolsonaro.
Durante a investigação sobre quem seria responsável pelo furto ao cofre, Bolsonaro prestou depoimento no processo da guarda de Jair Renan em que acusava mulher de chantageá-lo. Ele afirmou que Ana Cristina tinha sequestrado o filho, levando-o para a Noruega, e condicionava o retorno do menino à devolução do dinheiro e das joias supostamente roubados do cofre.
Bolsonaro anexou esse depoimento com a acusação de sequestro ao inquérito do furto, e, a partir daí, a investigação nunca mais avançou na Polícia Civil do Rio. Ana Cristina foi chamada para depor, mas nunca compareceu, e o agora ex-casal chegou a um acordo. Jair Renan voltou para o Brasil, uma pensão foi acertada e o falso furto ficou em segundo plano.
De acordo com Marcelo, Bolsonaro pediu a separação porque descobriu que a então esposa o traía com seu segurança, o bombeiro militar Luiz Cláudio Teixeira, que fazia a escolta do clã no Rio de Janeiro. Foi ali que teria se rompido a confiança de Bolsonaro em Ana Cristina, e o presidente, então, teria autorizado que os filhos passassem a tocar eles mesmos o recolhimento dos valores desviados de salários de seus assessores parlamentares. Segundo o ex-empregado, o comando da rachadinha saía então das mãos de Ana Cristina e passava a ser de responsabilidade direta de Flávio e Carlos Bolsonaro.
Leia agora a segunda parte da entrevista com o ex-empregado.
Por que você pediu demissão do gabinete de Flávio Bolsonaro?
Foi justamente quando deu o problema com a traição.
Que traição?
Ela o traiu.
A Ana Cristina traiu o presidente?
Sim. Traiu com o segurança dele, Luiz Cláudio Teixeira, que era dos Bombeiros.
O Bolsonaro descobriu e foi por isso que eles se separaram?
Foi, foi. Foi por isso. Aí já estava aquela guerra dos meninos [Flávio e Carlos] pressionando ele porque ela comandava a rachadinha no gabinete deles. Já estava esse clima tenso. Aí veio a história da traição.
E por que isso tem a ver com a sua saída do gabinete de Flávio?
Porque ela era muito chegada a mim, não tinha amigos de verdade, então a gente saía junto, eu que ia com ela para as festas e coisa e tal. Então, quando ela começou a ficar com o Luiz, eu já comecei a ficar meio assim, porque o Bolsonaro sempre confiou muito em mim. Até em relação ao Jair Renan também, nos finais de semana, eu ia dormir lá na casa deles. Quando Bolsonaro ia para Brasília, ele me pedia para dormir na casa lá. Então foi nesse período que eu dormia lá que ela começou a botar o Luiz para dentro de casa.
E você ficou incomodado com isso?
Eu não podia contar para ele, porque eu tinha a confiança dos dois, fiquei numa sinuca sem saída. Aí eu tomei a decisão de que era melhor eu me afastar e deixar eles de lado, para que eles resolvessem a vida deles para lá. Se eu ficasse quieto, quando ele descobrisse, eu ia sair como traidor, de ter traído a confiança dele. Se eu contasse para ele, eu ia ficar mal com ela. Não queria ficar mal com ninguém. Então eu me prejudiquei, pedi minha exoneração e coisa e tal. Foi por isso que ela ficou com peso na consciência e me chamou para trabalhar lá na Valle Advogados. Eu me prejudiquei totalmente. Depois, o Bolsonaro descobriu o motivo de eu ter saído de lá, porque na época ele não quis, não queria aceitar. Uma das empregadas lá da casa sabia por que eu estava saindo e comentou com o Flávio e com o Carlos sobre o motivo. Aí ele até me chamou para conversar e falou: “Pô, Marcelão, brincadeira. Você se prejudicou todo, perdeu tudo que tinha por causa dela, você podia ter me contado”. Aí eu falei: “Não, Bolsonaro, eu não queria trair ela nem trair você, então eu preferi me prejudicar, saí de cena e vocês que se resolvessem, porque não era minha intenção”. E, mesmo assim, depois da separação, eu fui o único que fiquei do lado dela. Lógico, ela não tinha porra nenhuma, quem era o cara era ele. Eu fui o único otário que fui acompanhar ela, e mesmo assim me sinto injustiçado porque ela nunca me deu valor por isso.
Como foi o divórcio deles?
Nessa partilha de bens, na época, ela arrumou um monte de tretas, sumiu. Lembra da história do Banco do Brasil? Ela tinha dois cofres no Banco do Brasil. Depois da separação, ela disse que furtaram, porque sumiu tudo o que estava no cofre. Tinha joias, dinheiro. Ela entrou com um processo contra o Banco do Brasil, mas quando foi intimada, não foi. Ela viu que fez merda e nem apareceu. O processo ficou rolando. Ela que limpou o cofre, antes de decidir as coisas.
Você tem certeza de que ela esvaziou o cofre?
Ela que esvaziou mesmo. Quem ia esvaziar? O cofre é no nome dele e dela. Ele nem lá… Ela é tão retardada que quis jogar a culpa em cima dele. Só que ele não é ignorante, né? Aí ele falou: “Como é que você vai provar que eu fui lá no Banco do Brasil se eu não estive?”. Aí ela foi, ficou tão louca que esqueceu. Ela entrou com um processo contra o Banco do Brasil, dizendo que o Banco do Brasil que tinha de dar conta de como os cofres foram… Ia dar ruim para ela. Quando ela foi intimada no processo, ela não compareceu. Aí o processo ficou lá parado.
Ela mesma te contou que foi ela quem esvaziou o cofre?
Eu sabia de tudo o que acontecia. Ela me contava tudo.
Como foi o divórcio deles?
Foi o advogado dele que fez tudo, cada um ficou com uma parte. Na época, ela ficou com os dois terrenos que eles tinham no Limeira, em Resende. Aí tinha um outro terreno grande, que ela vendeu por R$ 3 milhões, e ele ficou com a casa que eles tinham na Barra, com a casa de Mambucaba. Esse flat que ela comprou para se encontrar com o amante ela vendeu também, nesse período. Ela tentou dar uns golpezinhos antes de sair a partilha dos bens.
Ela chantageava o presidente?
Quando ele começou a ser pressionado pelos filhos, no negócio da rachadinha, ela teve de tomar atitude. Foi quando ela passou a ameaçá-lo. Se ele fizesse algo, ela ia ferrar com ele também. Primeiro, ela fazia chantagem com ele usando o [Jair] Renan. Ela falava que ela sumiria com o Renan, isso e aquilo. Ela é capaz disso tudo. Depois, ela quis até me usar para chantageá-lo. Ela chegou a falar que se ele a tirasse da transação, ela seria capaz de divulgar que tinha pegado ele na cama comigo. Aí ele deixou a rachadinha continuar.


Fonte: Metrópoles

Uma parceria administrativa entre o Ministério do Desenvolvimento Nacional comandado pelo Ministro Rogério Marinho e com a Secretaria de Habilitação e regularização fundiária, que tem à frente o Secretário Rogério Santiago, destravou um nó que há anos tirava o sono de muitos parnamirinenses de ter a sua casa própria.
O programa do governo federal Casa verde e amarela realiza o sonho de cerca de 256 famílias que há anos esperavam por esses apartamentos. O conjunto habitacional Irmã Dulce III está sendo entregue e essa ação revela a união dos Rogerios Marinho e Santiago com o comando do prefeito Taveira.
O comentário no meio é que essa parceria administrativa vai se estender para o campo político, onde Rogério Marinho busca consolidar sua candidatura ao senado e, depois do volume de obras executadas pelo Ministério do Desenvolvimento Racional em Parnamirim, o prefeito Taveira já disse sim a essa candidatura numa linguagem bem simples “É dando que se recebe”, essa é a oração da terceira maior cidade do Rio Grande do Norte.


O Sistema Nacional de Empregos oferece nesta sexta-feira (3) 16 vagas para o Rio Grande do Norte. As vagas são para Natal e Região Metropolitana, Mossoró, Santa Cruz e Pau dos Ferros.
Para concorrer às vagas, o(a) candidato(a) deve acessar o seu cadastro via Internet no Portal Emprega Brasil do Ministério do Trabalho e Emprego, através do endereço empregabrasil.mte.gov.br ou nos aplicativos Sine Fácil e Carteira de Trabalho Digital, disponíveis para Android e IOS e presencial no SINE Matriz Candelária/RN em Natal.
Confira as vagas:

Marcelo Luiz Nogueira dos Santos, ex-assessor de Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), disse em entrevista ao UOL que, no período em que foi funcionário do filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio), era obrigado a devolver mensalmente 80% de seu salário.
A informação foi revelada pelo portal Metrópoles e confirmada pelo UOL, que ouviu outros detalhes do ex-assessor, que é conhecido como Marcelo Nogueira.
Ele afirma que, além dos 80% do salário, tinha que entregar porcentagem semelhante do 13º salário, das férias, do que recebia como vale-alimentação e ainda da restituição do Imposto de Renda.
De acordo com Nogueira, ele precisava entregar esses valores em dinheiro vivo nas mãos da advogada Ana Cristina Siqueira Valle, segunda mulher do presidente Jair Bolsonaro.
Isso ocorreu todos os meses ao longo de mais de quatro anos. Ele foi assessor de Flávio Bolsonaro na Alerj no período de 1º de fevereiro de 2003, início do mandato de Flávio, até 6 de agosto de 2007, quando Ana Cristina e Jair Bolsonaro se separaram.
Nessa mesma época, a ex-mulher do agora presidente era a chefe de gabinete de Carlos Bolsonaro, em seu primeiro mandato na Câmara Municipal do Rio. As mesmas condições, segundo ele, foram impostas a funcionários de Carlos na Câmara. “Tudo a mesma coisa”, afirmou Nogueira.
Em maio, o TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) autorizou a quebra de sigilo bancário e fiscal de Carlos, Ana Cristina e outros 25 assessores para apurar a suspeita de rachadinha e da nomeação de funcionários fantasmas no gabinete do vereador.
Nos anos de 2003 e 2004, o salário bruto de Nogueira era de R$ 1.791,79. A partir de 2005, o salário passou a ser de R$ 4.253,69. Já em 2006, foi de R$ 4.466,37. Ao todo, nos mais de quatro anos na Alerj, ele recebeu em salário bruto um valor de R$ 176.700. Esse valor corrigido pela inflação do período chega a R$ 382.805.
Marcelo Nogueira diz que não era funcionário fantasma no gabinete e prestava serviços. Atendia eleitor, fazia serviço de correspondência: etiquetar, colocar selo, todo aquele trabalho que eles fazem”, diz Nogueira.
O ex-assessor disse que conheceu Ana Cristina por intermédio de um namorado e recebeu dela o convite para ir trabalhar no gabinete de Flávio. No entanto, desde o início, a proposta incluía devolver a maior parte do salário que era recebido no contracheque.
“Tudo foi negociado com ela [Ana Cristina]”, diz ele, que afirma que ela o orientou a não falar nada para Bolsonaro.
Na quebra de sigilo bancário, autorizada no âmbito das investigações de Flávio Bolsonaro, é possível ver os saques mensais feitos por Nogueira ao longo de 2007.
Em 13 oportunidades Marcelo realizou saques de mais de R$ 1 mil, chegando até a se endividar nesse período. Em abril daquele ano, por exemplo, dois dias após receber R$ 4.000 da Alerj, ele fez um saque de R$ 3.000.
Após a saída dele do gabinete, em sete anos de vida bancária, em apenas duas oportunidades houve registro de transações em espécie com valor acima de R$ 1.000.
O relato de devolução de salários e verbas como 13º salário, férias e restituição do imposto de renda feito por Marcelo Nogueira é semelhante ao da estatística Luiza Sousa Paes, outra ex-assessora de Flávio que fechou um acordo de colaboração com o MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) no ano passado.
Ela foi nomeada muito tempo depois de Nogueira sair do gabinete, já em 2011.
Luisa disse que ficava com R$ 700 dos quase R$ 5.000 que recebia como assessora. No entanto, a estatística admitiu que nunca trabalhou no gabinete de Flávio e que entregava os valores para Fabrício Queiroz, apontado como um dos operadores do esquema.
Essa é agora uma das principais provas contra o senador na investigação sobre o gabinete dele.
Os advogados do senador, Luciana Pires, Juliana Bierrenbach e Rodrigo Roca, negaram que o senador soubesse de irregularidades.
“O parlamentar sempre seguiu as regras da assembleia legislativa e tem sido vítima de uma campanha de difamação. Tanto a defesa quanto o senador desconhecem as afirmações de Marcelo Luiz Nogueira dos Santos”, diz a nota.
Marcelo Nogueira morou os últimos cinco anos com Ana Cristina, em Resende, no sul do Rio de Janeiro. Eles se desentenderam depois que ela o convidou para ir trabalhar com ela em Brasília e, segundo ele, não pagou os valores acordados anteriormente.
Como o UOL mostrou na semana passada, a segunda mulher do presidente mudou em fevereiro para a capital federal e recentemente passou a viver em uma mansão de R$ 3,2 milhões no Lago Sul, região das mais nobres de Brasília.
“Ela falava ‘você tá fazendo questão, mas não vai ter nem gasto, vai tá morando na minha casa.’ Eu falava que ‘não sou seu escravo não, não trabalho pra morar na casa de ninguém não’. A gente trabalha pra ter nossas coisas, sou igual todo mundo, não é porque sou preto que vou ficar em casa de patrão não. Ela queria me escravizar, né?”
Ele considera que Ana Cristina foi “praticamente” racista com ele. “Ela me viu como o quê? Só porque eu era preto”.
Esse foi um dos motivos alegados pelo ex-funcionário para denunciá-la ao MPT (Ministério Público do Trabalho). Ele afirmou ainda que pretende ingressar com uma ação na Justiça por danos morais contra a ex-mulher de Bolsonaro.
Fonte: Folha de São Paulo

Na condição de órgão de monitoramento, o Procon Câmara de Parnamirim passou a integrar a plataforma nacional de defesa do consumidor consumidor.gov.br. A adesão à plataforma, que é de iniciativa do Ministério da Justiça e da Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor (SENACON), foi assinada pelo presidente da Casa, vereador Wolney França, e a efetivação foi iniciada no dia 1° de setembro.
No Rio Grande do Norte, o órgão é o primeiro Procon de todo o estado a aderir à plataforma. “Até o ingresso do Procon Câmara de Parnamirim, atuavam no RN como órgãos de monitoramento, tão somente, a Defensoria Pública Estadual e o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte”, explica o procurador Ênio Saraiva.
Segundo dados da plataforma, neste ano de 2021, mais de 943 reclamações de parnamirinenses já foram finalizadas por meio da plataforma. O procurador explica que o site é considerado a maior plataforma online de solução de conflitos consumeristas do mundo, com mais de 78% de solução dos conflitos, em um prazo médio de 8 dias. “Pela plataforma, o Procon Câmara vai realizar o monitoramento dos dados das reclamações formuladas pelo consumidor e da conduta dos respectivos fornecedores no âmbito de sua atuação”, afirma.
De acordo com Ênio Saraiva, a ideia do consumidor.gov.br é oferecer a interlocução direta entre consumidores e empresas. fornecendo aos Procons, bem como os demais órgãos do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor, informações importantes para o aprimoramento das políticas de defesa dos consumidores que possam beneficiar toda a sociedade.
Serviço
O serviço está disponível gratuitamente no endereço consumidor.gov.br.
Para acessar, inicialmente o consumidor deve verificar se a empresa contra a qual quer reclamar está cadastrada no site. Se estiver, o consumidor registra sua reclamação e a empresa terá até dez dias para analisar e responder. Em seguida, o consumidor terá até 20 dias para avaliar a resposta recebida, classificar sua reclamação como Resolvida ou Não Resolvida e indicar o grau de satisfação com o atendimento prestado pela empresa.
A plataforma também pode ser acessada por meio de aplicativo para iOs (https://apps.apple.com/us/app/consumidor-gov-br/id1492523966) e Android (https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.consumidor).

Em sua nona reunião a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, ouviu Paulo Ricardo Leão Ansel – sócio administrador da empresa Leão Serviço e Comércio, em substituição à Thássila Karen dos Santos Bezerra, que foi interrogado sobre a contratação de EPIs (sapatilhas, toucas e avental) e Antônio Marques Rodrigues Alves, em substituição a Kaliny Chrys da Silva Matos, da empresa D-OXXI Nordeste, que foi questionado sobre a aquisição de teste Swab e reagentes para o Laboratório Central de Saúde Pública do RN (LACEN).
Já no início dos trabalhos, o presidente da CPI, deputado estadual Kelps Lima (SDD), informou a deliberação dos membros da CPI que a testemunha Thássila Karen dos Santos Bezerra, substituída na tarde de hoje pelo depoente não será dispensada da oitiva, marcada para a próxima quarta-feira (08).
“Agradecemos a presença dos senhores Paulo Ricardo Leão Ansel que mesmo arrolado como investigado, hoje falou como testemunha, e de Antônio Marques Rodrigues Alves, em substituição as convocadas Thássila Karen dos Santos Bezerra e Kaliny Chrys da Silva Matos. Mas não abriremos mão do depoimento da senhora Thássila Karen dos Santos Bezerra nesta comissão”, explicou Kelps Lima.
Em depoimento Paulo Ricardo Leão Ansel, primeira testemunha a ser ouvida na tarde desta quinta-feira, negou qualquer envolvimento com ilegalidades, possibilidade de superfaturamento e outras denúncias sobre a venda de produtos ao Governo do Estado. “É preciso lembrar que tudo aumentou de preço no auge da pandemia. A variação de valores em determinados produtos passou a ser algo normal devido à falta destes no mercado e até nas fábricas”, disse o depoente.
Sobre a divergência das sapatilhas compradas com gramatura 50 e entregues de gramatura 30, o depoente informou que o produto chegou na primeira remessa como estabelecia o pedido e que diante da falta deste com gramatura 50 no mercado, foi enviado as sapatilhas de gramatura 30, informações questionadas pelos membros da CPI que em vários momentos da reunião reiteraram a importância dos convidados falarem a verdade. “Reforço essas informações por entender que pior que julgar um culpado é condenar um inocente”, disse Kelps Lima.
Dando sequência as oitavas, os deputados estaduais ouviram Antônio Marques Rodrigues Alves, sócio da empresa D-OXXI Nordeste, no mercado há 25 anos, com sede em Natal, em substituição a Kaliny Chrys da Silva Matos. Indagado sobre a diferença de valores entre as empresas participantes da licitação de compras de testes Swab, ressaltou em seu depoimento as dificuldades das empresas fornecedoras de encontrar produtos para fornecer, principalmente, aos órgãos públicos. “Especificamente sobre os testes Swab, durante a pandemia esse produto chegou a preços estratosféricos dificultou e muito a nossa atividade”, explicou.
No final das oitivas o presidente da CPI, deputado Kelps Lima propôs que seja promovida uma acareação entre Paulo Ricardo Leão Ansel – sócio administrador da empresa Leão Serviço e Comércio e Ralfo Cavalcanti Medeiros, diretor da Unidade de Apoio a Saúde (DUAS), da Unidade Central de Agentes Terapêuticos (UNICAT), para confirmação de informações consideradas contraditórias.
Participaram a nona reunião da CPI da Covid os deputados Kelps Lima (SDD), Gustavo Carvalho (PSDB), George Soares (PL), Francisco do PT e Nelter Queiroz (MDB). Os membros da Comissão reúnem-se novamente na próxima quarta-feira (08), quando ouvirão Daniele Nascimento dos Santos, assistente técnica da Sesap; Fernando Aguiar de Figueiredo, presidente da ASSINP/RN (Associação Institutos de Pesquisas do RN); Neuma Lúcia de Oliveira, coordenadora de promoção à saúde da Sesap, sobre a contratação de empresa de pesquisa do Estado do Piauí, processo nº 00610682.000050/2020-48.

No Rio Grande do Norte, 74.453 potiguares estão em atraso com a aplicação da segunda dose da vacina contra a Covid-19. Diante da transmissão comunitária da variante delta em Natal e casos confirmados no estado, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) alerta e orienta a população para buscar as salas de vacinação mais próximas de suas residências e completar o esquema vacinal.
Até o momento, no RN há 3 casos confirmados de Covid-19 com a variante delta, 36 casos em investigação e nenhuma morte foi registrada. Estudos recentes mostram que as vacinas são eficazes contra a variante delta do coronavírus e a imunização pode evitar o contágio e disseminação da doença, o desenvolvimento de casos graves e morte.
De acordo com o último Informe Epidemiológico do Coronavírus divulgado pela Sesap, o Rio Grande do Norte tem 365.294 casos confirmados, com 52 casos confirmados nas últimas 24 horas; 172.151 casos suspeitos; 717.680 descartados; e, 7.270 óbitos, sendo 01 ocorrido em Natal nas últimas 24 horas e 1.339 óbitos estão em investigação.
80% da população adulta do RN já tomou a primeira dose da vacina contra Covid-19, equivalente a pouco mais de 2.149.284 potiguares com 18 anos ou mais. E, 36% da população adulta tomou a segunda dose ou dose única da vacina contra o coronavírus, correspondendo a mais de 964 mil potiguares, apontam os dados da plataforma RN + Mais Vacina.
Na manhã desta sexta-feira (03), a taxa de ocupação dos leitos críticos é de cerca de 32% no RN; 34% na região Metropolitana; 28% na região Oeste; e, 23,5% na região Seridó, conforme o Regula RN. Atualmente, o estado tem 229 leitos críticos Covid ativos, dos quais 152 estão disponíveis e 71 ocupados. Já em relação aos leitos clínicos Covid, 235 estão ativos, sendo que 179 estão disponíveis e 51 ocupados. Até ontem (02), 50,56% dos leitos críticos estão ocupados por idosos e 49,44% ocupados por pacientes não idosos.
Terceira Dose
Com a variante delta em circulação no estado, terá início no estado, no próximo dia 15, a aplicação da terceira dose ou dose de reforço da vacina contra a Covid-19 nos idosos acima dos 70 anos de forma escalonada. Inicialmente, a terceira dose será administrada em idosos a partir dos 99 anos e, nos dias posteriores, a idade será reduzida até alcançar os 70 anos de idade.
Gestantes, puérperas e lactantes menores de 12 a 17 anos
Hoje (03), o Rio Grande do Norte inicia a vacinação de gestantes, puérperas e lactantes de 12 a 17 anos. Para esse público-alvo, o Governo do RN e a Sesap distribuíram 4.572 doses da vacina da Pfizer com base nas estimativas informadas pelos municípios.

O ex-ministro de Minas e Energia (2015-2016), e líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), disse em entrevista ao Poder360 que o Brasil corre risco “seríssimo”de precisar racionar energia em outubro e novembro.
Para ele, faltou planejamento do governo federal e, se não houver racionamento, haverá um deficit na conta de luz de R$ 24 a R$ 30 bilhões a serem cobertos possivelmente pelos consumidores.
“Primeiro, acho que o planejamento foi insuficiente. Porque nós deveríamos ter ligado há mais tempo, e num volume maior, as térmicas para que pudéssemos preservar o pulmão hídrico dos reservatórios das hidrelétricas”, declarou.
Assista à íntegra da entrevista (35min27s):
Para o senador, é injusto que só os consumidores paguem a conta da crise hídrica causada pela escassez de chuvas, que baixou o nível dos reservatórios das hidrelétricas brasileiras. Sem a fonte, as distribuidoras precisam recorrer a térmicas, mais caras.
“É preciso entender que para evitar o racionamento nós vamos precisar de mais recursos. E esses recursos, para não impactar a inflação, para não onerar ainda mais o consumidor, precisaria vir de um planejamento tributário para a geração de caixa no setor o para fazer frente ao aumento de despesas.”
A ideia de Braga seria atrasar o pagamento de tributos estaduais e federais que incidem sobre a conta de luz durante o período da estiagem. Isso abriria espaço na conta para comprar o excedente necessário de energia, sem precisar repassar o valor ao consumidor.
“Eu não estou falando, portanto, de renúncia fiscal. Eu estou falando de carência fiscal, você faz um planejamento fiscal para você poder baixar o custo da energia nesse período hídrico e você poder botar energia mais cara sem aumentar a tarifa de energia elétrica”, disse.
A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou na 3ª feira (31.ago) novo patamar da bandeira tarifária, chamado “bandeira escassez hídrica”, no valor de R$ 14,20 por 100 kWh. É quase 50% a mais que o do patamar 2 da bandeira vermelha atual, de R$ 9,49.
De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o reajuste se deve ao custo adicional projetado de R$ 8,6 bilhões com energia de setembro a novembro, o que inclui importação da Argentina e do Uruguai e ativação de novas termelétricas. Essas medidas são necessárias para suprir a necessidade de 5,5 GW de energia a ser acrescentada ao SIN (Sistema Interligado Nacional).
O senador disse que o pior cenário possível é o de racionamento de energia porque impacta em diversos setores da economia e pode aumentar a inflação, enquanto desacelera a economia.
“Acho que temos que entrar num esforço nacional equivalente a um esforço de guerra, porque é grave, é gravíssima a situação dos nossos reservatórios. Nos últimos 91 anos, nunca tivemos uma crise hídrica dessa proporção. O povo não aguenta mais, então, não dá para ficar pensando que eu vou deslocar isso tudo para ser pago pela população na conta de energia elétrica”, afirmou.
Integrante titular da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid no Senado, Braga avalia que o colegiado ajudou a pressionar o governo federal a acelerar a compra de vacinas contra covid-19, mas que há equívocos dos senadores ao ampliar demais os focos de investigação.
O senador amazonense fez parte mais ativamente no começo da comissão do chamado G7, composto por 7 senadores titulares da comissão que eram mais críticos ao governo de Jair Bolsonaro.
Com o passar do tempo, Braga se afastou mais do grupo e lamenta que a crise sanitária do Amazonas, que teve disparada de casos e falta de oxigênio durante a pandemia, não foi mais abordada pelos senadores.
“Óbvio que também houve exageros e, na minha opinião, equívocos. Porque a CPI também tem que ficar dentro das 4 linhas [da Constituição]. Essas quatro linhas são o limite constitucional e os limites legais. Eu não posso, porque você me fez uma pergunta que eu não tenha gostado, apresentaram requerimento para quebrar o teu sigilo telefônico financeiro bancário”, declarou.
Apesar dos deslizes, o senador diz acreditar que o relatório conseguirá responsabilizar os responsáveis pelos erros na condução da pandemia no país. Segundo ele, está claro que houve equívocos porque o Brasil tem 2,5% da população mundial e 25% das mortes por covid-19.
“Há algo que aconteceu de errado e o que aconteceu de errado foi não ter planejamento para assistência, não houve coordenação, não houve treinamento, ficamos batendo cabeça com que não deveríamos ficar batendo cabeça, como tratamento precoce”, disse.
Fonte: poder 360.

O ator Sergio Mamberti, de 82 anos, morreu na madrugada desta 6ª feira (3.set.2021), no hospital da rede Prevent Senior, em São Paulo. Ele estava intubado desde o dia 28 de agosto com uma infecção nos pulmões.
Carlos Mamberti, filho do ator, informou que o pai faleceu em decorrência de falência múltipla de órgãos.
Mamberti foi internado em julho deste ano para tratar uma pneumonia. Ele chegou a passar alguns dias na UTI (Unidade de Terapia Intensiva), mas se recuperou e em cerca de 15 dias recebeu alta médica.
Sergio Mamberti é reconhecido principalmente por representar o tio Vitor, no “Castelo Rá-Tim-Bum”, e o mordomo Eugênio, na novela “Vale Tudo”.
Fonte: poder 360.

Policiais civis da Delegacia Especializada em Narcóticos (DENARC) de Natal, com apoio da Polícia Federal e do CIOPAER (Centro Integrado de Operações Aéreas do Rio Grande do Norte), deflagraram, nesta quinta-feira (02), a Operação “A Firma”, com objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão e mandados de prisão na Comunidade do Paço da Pátria, em Natal. Durante a ação, foram detidos 14 suspeitos, sendo 12 mediante mandados de prisão e dois em flagrante, e aprendidas duas armas de fogo e 30 mil reais.
Os mandados foram cumpridos em desfavor de: Wildson Alves da Silveira, conhecido como “Binho”, “Binho do Paço”, “Binho Beck” ou “Leão”, 31 anos; Marconi Santos da Silva, 41 anos; Ana Paula Souza dos Santos, conhecida como “Paulinha”, 32 anos; Carlos José Gomes da Silva, conhecido como “Júnior do Mereto”, 27 anos; Nathaly Vilar de Souza Noronha, 28 anos; Tayana Vieira de França, conhecida como “Taiane” ou “Grandona”, 32 anos; Anderson Rocha da Costa, conhecido como “Kako”, 20 anos; Alan Delon Costa de Figueredo, 35 anos; Jardilene Gomes da Silva, conhecida como “Leide”, 35 anos; Carlos Wagner Sales Alves, conhecido como “Tourinho”, 29 anos; Thiago Elias de Melo Gosson, 37 anos e João Batista Reus Araujo, 34 anos.
Durante as diligências, foram detidos em flagrante Marcos Venicius Alves dos Santos, 22 anos, que estava soltando fogos como forma de anunciar a chegada das equipes policiais na comunidade, e Getúlio Pereira Nunes dos Santos, 21 anos, em decorrência do crime de posse ilegal de arma de fogo.
Segundo as investigações e operações anteriores deflagradas da comunidade, um detento do sistema penitenciário do Rio de Janeiro estava chefiando a organização criminosa. Ao longo do ano de 2020, foram apreendidos, no Paço da Pátria diversas armas de fogo, materiais explosivos, 19 mil porções de cocaína e 40kg de drogas variadas.
As investigações aconteceram com apoio da Força Tarefa do Ministério da Justiça (FT NUDEM Mossoró/RN – SEOPI) e da Força-Tarefa do Rio de Janeiro (FTSP-RJ). Os presos foram conduzidos à delegacia e, em seguida, encaminhados ao sistema prisional, onde ficarão à disposição da Justiça.


O projeto do deputado Kleber Rodrigues, que protege crianças e adolescentes e recebeu o nome de Lucas Santos, foi sancionado pela governadora Fátima Bezerra. A nova lei entra em vigor exatamente no momento em que é celebrado o Setembro Amarelo, que combate o suicídio.
A legislação tem como foco o trabalho de conscientização, prevenção e combate a depressão, automutilação e suicídio. O deputado Kleber Rodrigues saudou a sanção da lei como um “importante instrumento de proteção aos nossos jovens”.
“Esse projeto de lei foi apresentado por nós ainda em 2019, aprovado pelos deputados à unanimidade e agora sancionado pela governadora. Com ela (a nova lei) ganha a população do Estado, que terá ações protetivas para nossas crianças e adolescentes”, ressaltou.
Pela nova lei, está definida a elaboração e implementação de um projeto pedagógico pelas escolas públicas e privadas do estado incluindo medidas de conscientização entre crianças, jovens e adolescentes. Entre as ações estão palestras, debates, distribuição de cartilhas de orientação aos pais, alunos, professores, servidores, entre outras iniciativas.
“A nova lei rechaça toda e qualquer violência mental, a partir da conscientização e combate a depressão, automutilação e suicídio”, destacou Kleber Rodrigues.

As pessoas que moram no Rio Grande do Norte e tomaram a primeira dose da vacina contra a Covid-19 – Pfizer ou Astrazeneca/Fiocruz – até o dia 8 de julho poderão antecipar sua segunda dose a partir desta semana.
A antecipação diminui de 12 para 8 semanas o intervalo entre as aplicações dos imunizantes. A Sesap avaliou que existem vacinas AstraZeneca/Fiocruz e Pfizer reservadas apenas para a segunda dose em estoque suficiente para que a antecipação esteja garantida.
A definição para a antecipação do esquema de imunização foi definida a partir de um acerto feito entre a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e os municípios potiguares na 93ª Reunião Extraordinária da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), realizada no fim de agosto. A medida segue uma recomendação expedida pelo Ministério da Saúde.
De acordo com a pactuação, a aplicação da D2 antecipada deverá ser iniciada pelos trabalhadores da educação. A ação é amparada por pesquisas e condutas de vacinação adotadas por outros países.
O novo esquema considera que é necessário garantir, de forma mais rápida possível, que a população complete seu esquema vacinal com duas doses para que a imunidade coletiva possa ocorrer. A medida leva em conta ainda a aparição da variante Delta com transmissão comunitária no RN.

O Ministro de Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, marca presença mais uma vez na cidade Trampolim da Vitória. Ao lado do prefeito Rosano Taveira e do secretário de habitação, Rogério Santiago, o ministro irá realizar a entrega das chaves do Irmã Dulce III.
As 202 famílias contempladas receberão suas moradias na área interna do próprio condomínio. Os apartamentos foram sorteados nesta segunda-feira (2) pela Caixa Econômica Federal para os beneficiários.
O empreendimento Irmã Dulce III recebeu recursos do Governo Federal por meio do Programa Casa Verde e Amarela, por isso, o Ministro estará presente no ato da entrega.
Ressaltando que essa parceria entre Rogério Marinho e Taveira anda de vento em polpa. Quem se beneficia é a gestão e, claro, o município, que tem ganhado um olhar especial do Governo Federal.

O Rio Grande do Norte inicia, nesta sexta-feira (03), a vacinação de gestantes, puérperas e lactantes menores de 18 anos. Com isso, o estado dá o pontapé inicial na vacinação de crianças e adolescentes entre 12 e 17 anos, avançando na campanha estadual de vacinação contra o coronavírus.
O Governo do Estado e a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) distribuirão 4.530 doses da vacina da Pfizer para aplicação da primeira dose destinadas à vacinação desse público-alvo, garantido celeridade no processo e permitindo a antecipação da vacinação do público mais jovem.
“Essa ação busca à proteção dessas gestantes, percebendo e compreendo todo cenário epidemiológico e a chegada da variante delta em nosso estado. Precisamos garantir de forma célere a ampla vacinação desse público, iniciando pelas meninas. Posteriormente, ampliaremos para todas as crianças e adolescentes de 12 a 17 anos de idade, contemplando o público em geral dessa faixa”, informou a coordenadora de Vigilância em Saúde da Sesap, Kelly Lima.
Conforme pactuado entre os 167 municípios do estado na Comissão Intergestores Bipartite (CIB), o início da vacinação de gestantes, puérperas e lactantes de 12 a 17 anos está condicionada à vacinação de 90% da população adulta nos respectivos municípios. Assim, a vacinação de crianças e adolescentes iniciará pelos grupos prioritários e com comorbidades, avançando até o público em geral nessa faixa etária, de acordo com a quantidade de vacinas recebidas pelo estado.
Terceira Dose
A partir do dia 15 de setembro, o Rio Grande do Norte iniciará aplicação da terceira dose da vacina contra Covid-19 em idosos acima dos 70 anos. A vacinação dos idosos acontecerá de forma escalonada por faixa etária, começando a partir dos 99 anos. Nos dias seguintes, a idade mínima será reduzida até alcançar os 70 anos.
A aplicação da dose de reforço nos idosos será realizada naqueles que já tomaram a segunda dose há mais de seis meses (entre fevereiro e março).