Controvérsia do voto impresso merece discussão séria, escreve Eduardo Cunha

Estamos no derradeiro momento de se deliberar o modelo das eleições de 2022. Pelo artigo 16 da nossa Constituição, só o que estiver em vigor 1 ano antes das eleições poderá ser utilizado como regramento. A discussão mais fervorosa é a do voto impresso –ou auditável, como está se pregando, pois envolve também o debate de que a legitimidade da eleição estaria em jogo.

Evidentemente, não creio em fraudes no processo eletrônico de votação nem acredito na capacidade de uma suposta conspiração existente para alterar o resultado eleitoral. Mas também não podemos descartar que, em algum momento, isso seja possível. Não é porque você nunca foi assaltado em casa que vai deixar a porta sem tranca ou aberta, para que alguém se sinta à vontade para invadi-la.

O discurso da segurança das urnas e do processo não são, por si só, suficientes para que não se discuta a preservação dessa segurança e da tão alardeada eficiência, que só poderá ser testada com mecanismos de controle. Da mesma forma que nos desenvolvemos tecnologicamente para termos esse avanço, outros poderão desenvolver mecanismos que possam corromper a segurança alcançada.

Fica a pergunta: por que alguém que tem segurança no sistema existente brigaria tanto para que não se tenha um mecanismo de controle? O controle confirmaria o resultado eleitoral; esse é o objetivo de todos.

Saber que esse mecanismo existe inibirá as tentativas de fraude. É muito estranha a defesa tão apaixonada de alguns, tentando evitar isso a qualquer custo.

A FALÁCIA DO PREÇO

Será que não devemos colocar a polícia na rua porque, em determinado lugar, não há criminalidade?

Vamos argumentar que o custo é muito alto para o controle e, por isso, não vamos introduzir mecanismos de controle?

Os argumentos de que a implantação de um controle seria trabalhosa e difícil são suficientes para que ele seja descartado?

Nós vamos tirar a polícia da rua porque ela custa caro?

Eu sou daqueles que pensam diferente disso, por razões distintas das dos defensores apaixonados do voto impresso –ou seja, não creio que a eleição corra o risco de que tudo seja adulterado se não adotarmos esse controle. Mas também não posso concordar que existam tantas dificuldades assim e que esse custo alto de controle deva ser evitado.

Afinal, a democracia tem o seu custo. Prefiro preservá-la, garantindo a integridade do processo eleitoral, do que deixar que a dúvida perene no discurso na sociedade.

Se a questão é o custo, poderíamos começar pela existência da própria Justiça Eleitoral. Quantos países do mundo adotam um tribunal específico para isso? Certamente o mecanismo de controle seria muito mais barato. A nova sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em Brasília, com o seu elevado custo de implantação e manutenção, é um dos marcos desse gasto nababesco.

E não que eu queira acabar com a Justiça Eleitoral. Só realçar que ela foi a opção do legislador para tratar do processo eleitoral no país, certamente visando ao controle e à segurança das eleições. É a mesma lógica. O voto dito auditável busca a mesma finalidade.

Também poderíamos falar sobre o grande custo –agora aumentado ainda mais– do fundo público para o financiamento de partidos para as eleições.

HISTÓRICO E INTERFERÊNCIAS

É importante fazer um histórico da discussão do voto impresso. Ela vai além de uma querela política recente do atual presidente ou uma bandeira para polemizar a eleição.

Na verdade, a discussão hoje na Câmara dos Deputados nem precisaria existir. A Casa já aprovou em 2015 uma proposta de emenda constitucional, a PEC 182J de 2007 (redação final aqui – 128 KB), que está no Senado desde 2015, onde leva o número 113/2015.

Essa PEC foi relatada na Câmara pelo deputado Rodrigo Maia. A parte do voto impresso, em seu art. 9º, foi aprovada pela quase totalidade da casa.

Em 2016, o texto foi desmembrado. Só o seu artigo 4º foi votado, concedendo uma janela de 30 dias para troca de partidos sem perda de mandato. Naquele momento, diversos deputados trocaram de legenda –incluindo o então deputado Jair Bolsonaro, que trocou o PP pelo PSC.

Os demais artigos da PEC, incluindo o do voto impresso, seguem na CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) do Senado aguardando deliberação. Para que a confusão na Câmara? Certamente, só para servir de palanque para alguns, que querem usar isso como discurso nas suas respectivas reeleições. Não há a menor necessidade disso.

Chegamos ao ponto de partidos, por objetivos políticos atuais, chegarem a trocar os integrantes da comissão especial que analisa o assunto na Câmara para derrotar a proposta. É um desgaste no processo, que pode inviabilizar a discussão no Senado do texto que já havia sido aprovado antes.

A discussão sobre o voto impresso podia perfeitamente ser feita já no Senado. Bastaria propor um novo desmembramento do artigo 9º da PEC e continuar a sua tramitação na CCJ e no plenário.

O artigo 9º desta PEC determina o seguinte:

“o art. 14 da Constituição Federal passa a vigorar acrescido dos seguintes §§ 13, 14 e 15:

  • 13. No processo de votação eletrônica, a urna imprimirá o registro de cada votação, que será depositado, de forma automática e sem contato manual do eleitor, em local previamente lacrado.
  • 14. O processo de votação não será concluído até que o eleitor confirme a correspondência entre o teor do registro de seu voto, após impresso e exibido pela urna eletrônica, e o voto que efetuou.
  • 15. No processo estabelecido nos §§ 13 e 14, será garantido o total sigilo do voto”.

Só que, além dessa PEC que está no Senado, nós também já tivemos anteriormente em duas oportunidades a aprovação de legislação sobre o voto impresso, incluído na lei ordinária que trata das eleições, a Lei 9.504/97. Nos 2 casos houve intervenção do Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR), declarando os dispositivos inconstitucionais, –por motivos mais políticos do que efetivamente jurídicos.

A 1ª vez foi na Lei 12.034/2009, que alterou a lei eleitoral com vistas às eleições de 2010. Na época, Michel Temer presidia a Câmara.

Ou seja: essa polêmica vem de pelo menos 12 anos atrás.

A lei de 2009 foi oriunda do PL 5498/2009 (íntegra – 840 KB), de autoria da quase totalidade dos líderes dos partidos à época –tendo à frente os líderes do PT, MDB, PSDB, DEM, dentre outros. A previsão do voto impresso, proposta por eles, foi aprovada de forma unânime. O texto, inclusive, determinava um prazo enorme para a sua implantação:

Art. 5º Fica criado, a partir das eleições de 2014, inclusive, o voto impresso conferido pelo eleitor, garantido o total sigilo do voto e observadas as seguintes regras:

  • A máquina de votar exibirá para o eleitor, primeiramente as telas referentes as eleições majoritárias; finalmente, o voto completo para conferência visual do eleitor e confirmação final do voto.
  • Após a confirmação final do voto pelo eleitor, a urna eletrônica imprimirá um número único de identificação do voto associado à sua própria assinatura digital.
  • O voto deverá ser depositado de forma automática, sem contato manual do eleitor, em local previamente lacrado.
  • Após o fim da votação, a Justiça Eleitoral realizará, em audiência pública, auditoria independente do software mediante o sorteio de 2% (dois por cento) das urnas eletrônicas de cada zona eleitoral, respeitado o limite mínimo de 3 (três) máquinas por município, que deverão ter os seus votos em papel contados e comparados com os resultados apresentados pelo respectivo boletim de urna.
  • É permitido o uso de identificação do eleitor por sua biometria ou pela digitação do seu nome ou número de eleitor, desde que a máquina de identificar não tenha nenhuma conexão com a urna eletrônica.

Esse projeto foi relatado na Câmara pelo então deputado Flávio Dino. A parte do voto impresso teve aprovação unânime pelo plenário da Câmara.

Depois, no Senado –onde o projeto virou o PLC 141/2009–, a matéria foi relatada pelos senadores Marco Maciel e Eduardo Azeredo. Foi modificado com a emenda nº 59 (223 KB), aprovada pela Casa Alta, que aumentava ainda mais as deliberações sobre o voto impresso.

Quando o projeto retornou à Câmara, no entanto, os deputados preferiram manter o texto original sobre o voto impresso, acima descrito. Foi aprovado novamente por unanimidade e sancionado pelo presidente Lula.

A lei determinava a implantação desse sistema só na eleição de 2014, um prazo de 5 anos. Depois da sanção, a PGR ingressou com ação (íntegra – 854 KB) contra a medida. Em 6 de novembro de 2012, o STF julgou o artigo como inconstitucional. Em resumo, os principais argumentos da Corte foram:

  • A exigência legal de voto impresso, contendo número de identificação associado a assinatura digital do eleitor, tornaria o segredo do voto vulnerável;
  • A garantia de inviolabilidade do voto impõe a necessidade de se assegurar que o voto seja impessoal, evitando-se coação sobre o eleitor;
  • A manutenção da urna em aberto põe em risco a segurança do sistema, possibilitando fraudes.

Como esse julgamento se deu menos de 1 ano antes das eleições de 2014, já não havia a possibilidade de se tentar alterar a legislação para atender a essa argumentação do STF.

Em 2015, já sob o meu comando, a Câmara discutiu uma reforma política visando às eleições de 2016 e aprovou uma mudança na lei eleitoral, com a Lei 13.165/2015, e incluiu uma alteração pela PEC 182J/2007 –já citada, ainda pendente de votação no Senado–, acreditando que, tomando-se esse caminho, o STF não poderia mais intervir.

A lei 13.165/2015, relatada na Câmara pelo deputado Rodrigo Maia, é oriunda do PL 5.735/2013 (íntegra – 192 KB). Esse projeto tinha como autores, dentre outros, os deputados Ilário Marques, do PT, e Marcelo Castro, do MDB. O voto impresso não estava no texto original porque, na data da sua proposição em 2013, o STF ainda não havia julgado o artigo 5º da Lei 12.034/2009 como inconstitucional.

A imposição do voto impresso foi incluída pelo relator Rodrigo Maia. Foi aprovada de forma unânime tanto na Câmara e no Senado, onde o projeto tramitou como PLC 75/2015, com a relatoria do senador Romero Jucá.

O texto aprovado pelas duas Casas, inseria a seguinte alteração na lei ordinária das eleições:

Art. 59-A No processo de votação eletrônica, a urna imprimirá o registro de cada voto, que será depositado, de forma automática e sem contato manual do eleitor, em local previamente lacrado.

Parágrafo único. O processo de votação não será concluído até que o eleitor confirme a correspondência entre o teor de seu voto e o registro impresso e exibido pela urna eletrônica.

Também incluído no artigo 12 da Lei:

“Até a primeira eleição geral subsequente à aprovação desta lei, será implantado o processo de votação eletrônica com impressão do registro do voto a que se refere o art. 59-A da Lei 9504, de 30 de setembro de 1997”.

Só que, depois do aval das duas Casas do Congresso, a então presidente Dilma vetou essa parte da lei por sugestão do TSE, segundo a sua mensagem enviada ao Congresso –o que parece obviamente uma interferência indevida.

O Congresso derrubou esse veto e promulgou esse texto em novembro de 2015. Mas essa promulgação se deu a menos de 1 ano antes das eleições de 2016. Portanto, já não poderia ser aplicada a essas eleições; só de 2018 em diante.

Em seguida à derrubada do veto, a PGR novamente ingressou com outra ação (873 KB) para contestar a constitucionalidade do dispositivo da lei sobre o voto impresso na lei 13.165/2015.

Em 6 de junho de 2018, já com o processo eleitoral nas ruas, o plenário do STF, contra o voto do relator, ministro Gilmar Mendes, suspendeu a eficácia desse artigo, para que não fosse aplicado às eleições de 2018.

Em seu voto, Gilmar Mendes ressalta: “De qualquer forma, tenho que o objetivo do legislador não foi criar auditoria. Seu propósito parece limitar-se à adição de confiabilidade no sistema, especialmente por parte do eleitor, que vê seu voto sendo registrado. Inconvenientes operacionais e custos são de todo relevantes, mas é do legislador a escolha de optar pela alocação de recursos para satisfazer as despesas adicionais”.

Ou seja, apesar da posição do relator, houve mais uma interferência, dessa vez levando em consideração a dificuldade operacional de implementar a lei. Naquele momento estava em andamento, de forma atrasada, um processo licitatório sobre o assunto.

A ação direta de inconstitucionalidade 5.889acabou sendo julgada definitivamente no plenário virtual do STF, em 16 de novembro de 2020, com pouca repercussão na mídia. O resultado foi declarar a inconstitucionalidade do artigo 59-A da lei 9504/97, criado pela Lei 13.165/2015.

A DEMOCRACIA É MAIOR

Com esse histórico, quis mostrar que o anseio do voto impresso pelo Congresso não é de hoje e nem pertence a uma ala ideológica e nem é uma bandeira de guerra do atual presidente da República.

O Congresso já aprovou esse tema em duas oportunidades diferentes de forma unânime por lei ordinária e uma vez somente na Câmara dos Deputados por alteração constitucional, até para tentar superar os obstáculos colocados pelo STF.

O STF foi quem impediu, já por duas vezes, a sua implantação. Nesse caminho, deverá tentar impedir uma 3ª vez, caso seja aprovada nova proposta por lei ordinária, ou até mesmo por emenda constitucional.

Soa muito estranha essa interferência, e, principalmente, as discussões de magistrados contrários ao voto impresso, como se eles fossem os legisladores.

Alguns deles deveriam deixar a toga e concorrerem às eleições, onde, aí sim, poderiam debater as suas ideias. Eles fazem parte de outro Poder –o que julga, e não o que legisla.

A interferência do TSE já ocorreu em 2015, ao sugerir o veto, segundo a mensagem da presidente da época. Agora, o mesmo TSE está em campanha contra o voto impresso, como se a segurança e eficiência da urna fosse um manto sagrado inviolável.

É correto o futuro controlado –no caso, o TSE– querer estabelecer as regras pelas quais será feito esse controle? É o mesmo que, em qualquer atividade pública, os responsáveis ficassem gritando: “Eu não preciso de controle, porque o que eu faço é seguro e eficiente”.

Enquanto o STF impediu no país a introdução do mecanismo de controle, a Corte Constitucional Alemã decidiu em março de 2009 de forma diferente ao julgar o mesmo assunto. Isso foi explicado no memorial preparado pelo advogado Alberto Malta, do Sindicato Nacional dos Peritos Criminais Federais, por ocasião do julgamento em 2020 da ADI 5.889. Malta citou e traduziu para o português um trecho da decisão da Justiça da Alemanha:

“Na utilização de dispositivos eletrônicos de votação, é necessário que o cidadão que não possui experiência especial sobre o assunto possa controlar de forma confiável os passos essenciais da ação de votar e da aferição dos resultados”.

“A legitimidade democrática da eleição exige a controlabilidade do processo eleitoral, para que a manipulação possa ser descartada ou corrigida e a desconfiança injustificada refutada. Somente isso possibilita que o soberano tenha confiança razoável na regularidade da formação do órgão representativo”.

“Portanto, não é suficiente se ele [o eleitor] é informado exclusivamente por um aviso eletrônico de que seu voto foi registrado. Isso não permite controle suficiente pelo eleitor […]Os eleitores não devem ser instruídos a confiar somente na integridade técnica do sistema após o voto eletrônico”.

A tentativa de se restringir essa discussão à defesa que o atual presidente faz, colocando em suspeição o processo eleitoral, é uma maneira muito cômoda e simplista de acabar com o debate.

Qual é a razão e a dificuldade de ao menos colocar, em base de teste, uma parte pequena da votação –e de forma progressiva pelas eleições subsequentes, visando a estabelecer uma auditagem? E se começássemos por um percentual qualquer, talvez 10% do eleitorado, sujeito a ter a impressão dos seus votos, e pudéssemos conferir essa votação?

Isso, além de dar uma segurança maior ao processo, acabará com qualquer discurso e tensões que estão se avolumando de forma desnecessária nesse momento.

Os argumentos de dificuldades operacionais já poderiam ter sido superados durante todo esse tempo que esse tema está em discussão.

Afinal, se somos capazes de criar um sistema inédito, seguro e eficiente, não seremos capazes de termos soluções para implantarmos mecanismos de controle confiáveis?

Evidente que há uma enorme má vontade dos agentes envolvidos em dar transparência maior a um processo exitoso –que, até para continuar tendo a sua eficiência exaltada, merecia ter esse controle efetivo.

Como tudo que Bolsonaro defende é questionado pela mídia e seus opositores, parece que vamos viver uma cegueira coletiva. Não discutiremos uma medida correta e necessária, semelhante à de se ter a polícia fazendo a segurança da população.

A eleição não apenas deve ser segura e confiável, mas também deve parecer segura e confiável ao eleitor, destinatário final do processo eleitoral. Mesmo que seja demanda de uma minoria, não podemos ser seletivos em escolher a minoria que deve ser respeitada.

A democracia tem de ser maior do que isso tudo. As pessoas passam, mas as eleições continuam. Certamente, em algum momento, a tão falada segurança e eficácia será violada –e, aí, passa a valer a máxima de querer colocar a tranca quando a casa já tiver sido arrombada.
Fonte: poder 360.

O ministro Rogério Marinho, já recuperado, agradece as orações e as equipes médicas que lhe salvaram a vida

O Ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, depois de recuperado de uma cirurgia de angioplastia para a colocação de um stent, veio a público para agradecer as orações e as equipes médicas que salvaram sua vida.

”Quero agradecer, sobretudo, a Deus, que me deu uma nova oportunidade de continuar trabalhando e fazendo o que é importante para transformar a realidade do nosso país.”, afirmou Marinho.

Confira o vídeo:

Bolsonaro recebe alta médica

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) recebeu alta médica na manhã deste domingo (18) após apresentar um quadro de obstrução intestinal e passar 4 dias internado no Hospital Vila Nova Star, na Zona Sul de São Paulo.

De acordo com o boletim médico divulgado pelo hospital, Bolsonaro continuará recebendo acompanhamento ambulatorial após a alta hospitalar.

“O Senhor Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, teve alta hoje do Hospital Vila Nova Star, da Rede D’Or. Ele estava internado desde a quarta-feira, 14 de julho, para tratar um quadro de suboclusão intestinal. Ele seguirá com acompanhamento ambulatorial pela equipe médica assistente.”

 

O boletim não informa se a obstrução que o levou ao hospital foi completamente desfeita. O presidente ainda permanecia no hospital por volta das 9h30. Quando sair, ele deve seguir para o Aeroporto de Congonhas e embarcar para Brasília.

O presidente foi levado para o Hospital das Forças Armadas, em Brasília, na madrugada de quarta, após sentir dores abdominais e um quadro de soluço persistente. O cirurgião Antônio Macedo, médico que o acompanha desde a facada de 2018, decidiu trazê-lo para São Paulo.

A possibilidade de uma cirurgia para desfazer a obstrução chegou a ser cogitada, mas foi descartada após o presidente responder bem ao tratamento chamado de conservador por sua equipe médica.

Vereador Éder Queiroz leva o seu gabinete para o litoral e cumpre promessa de campanha


Uma ação social voltada para as áreas de prevenção a saúde e jurídica, mancaram esse final de semana no litoral.

O jovem vereador Éder Queiroz que vem mostrando muita força na luta em defesa de sua gente, cumpriu mais um compromisso de campanha.

O vereador, além da luta diária por infraestrutura, como a grande obra de urbanização da orla, drenagem e calçamento de várias ruas do litoral, os quase 6 milhões de reais disponibilizados para o Ramal turístico Rota do sol – Pirangi e também apoio para o bom funcionamento do hospital Márcio Marinho, fez nesse final de semana um atendimento direto ao povo do litoral. Esse trabalho aproximou mais ainda o seu mandato dos cidadãos, mostrando como se faz política de qualidade.

Diversos atendimentos jurídicos e também na área de saúde foram realizados para os mais necessitados, pessoas humildes, que precisavam desse apoio.

Essa foi uma promessa de campanha, que precisava ser cumprida e Éder Queiroz cumpriu.



Os vereadores, Rhalessa e Ítalo, voltam na quarta-feira para seus mandatos


A decisão do Juiz do Tribunal Regional Eleitoral do RN que deferiu parcialmente o pedido de tutela de urgência feito pelos advogados dos vereadores, Dra. Cledylane Freire dos Santos, Dr. Thales Goes, Dr. Marcus Barros e Dr. André Castro, reduzido o afastamento do cargo de vereador de 180 para 30 dias e devolvendo os mandatos de Rhalessa e Ítalo Siqueira, após o cumprimento desse período, vai ser cumprido na quarta-feira.

Em sua decisão, o juiz, Daniel Cabral Mariz Maia, entendeu que não havia, na decisão do Juiz de primeira instancia, fundamentação para impor um afastamento de 180 (cento e oitenta dias) e que, portanto, para os fatos debatidos nos autos, o prazo de 30 (trinta) dias seria suficiente para garantir o sucesso das investigações, no deferimento consta que “(…)o afastamento deveria se dar necessariamente apenas durante o tempo do inquérito, e não mais do que isso, sob pena de recair em medida desproporcional e, via de consequência, eivada pelo nódulo da inconstitucionalidade”.

Com isso, o retorno dos parlamentares aos seus mandatos, conferidos pelo povo de Parnamirim, já tem data certa, 21 de julho de 2021, frustando as expectativas do suplente, Dr. Zico Matias de Moura, que ainda luta para se manter na cadeira.

O retorno dos vereadores só ocorrerá, depois que a câmara publicar, no diário oficial do município, a convocação dos parlamentares e isso só poderá ocorrer na terça-feira, salvo algumas decisão judicial revogando o ato.

Vale salientar que apesar de alguns desinformados estarem gastando o latim contra o presidente da Câmara, Dr. Wolney França, ele é um exímio conhecedor das legislação, vem cumprindo fielmente o que determina o regimento interno e as decisões judiciais até aqui proferidas.

Parnamirim precisa de obras estruturantes, afirma deputado estadual Kleber Rodrigues

A ausência de obras marcantes, que promovam transformações estruturais na cidade de Parnamirim, foi uma das questões abordadas pelo deputado estadual Kleber Rodrigues em entrevista exclusiva aos jornalistas Gilson Moura e Valdemir Tapioca, na FM Liberdade.

“Uma cidade com o potencial de Parnamirim não pode permanecer sem obras verdadeiramente estruturantes”, afirmou Kleber Rodrigues. O deputado, que foi eleito com 32.755 votos, tem como uma das principais pautas a questão da empregabilidade que, de acordo com ele, é muito afetada pela ausência de grandes obras.

Integrante da base governista, Kleber Rodrigues defendeu a governadora Fátima Bezerra. “Não podemos comparar com outras gestões porque a governadora está enfrentando algo diferente de tudo que o estado já passou.”, afirmou, referindo-se à questão da pandemia.

Em Parnamirim, o deputado tem o apoio de um nome de peso na política da cidade. A professora Nilda, da ex-vice prefeita Elienai Cartaxo e Thiago Cartaxo que estiveram presentes na entrevista, afirmou com todas as letras que apoiam Kleber Rodrigues e que vão trabalhar firme para a reeleição do deputado.

Sobre uma possível candidatura nas próximas eleições, professora Nilda afirmou: “Deus proverá”, demonstrando sua esperança em conseguir um espaço para si dentro da política do estado. Somente o tempo dirá se alguma porta se abrirá para professora Nilda. Mas no que diz respeito à corrida eleitoral, sabe-se que está aceleradíssima e não espera por ninguém.

Confira a entrevista completa AQUI.

Kelps Lima afirma que Alisson derrotaria Fátima Bezerra para Governador

Uma uma pesquisa qualitativa realizada por alguns órgãos ligados ao poder público mostra uma realidade que, para o Solidariedade, anima qualquer militância. O prefeito de Mossoró, Alisson Bezerra, derrotaria Fátima Bezerra do PT para o governo do estado.

O presidente do solidariedade no Rio Grande do Norte, que será candidato a deputado federal, já avisou que o jovem prefeito não disputará a eleição em 2022, mas isso não quer dizer que o partido não terá candidato ao executivo estadual. A reforma política que está sendo votada no congresso nacional determinará o ritmo e a forma que o Solidariedade irá se comportar na eleição do próximo ano.

Na mesma entrevista, Kelps Lima assegurou que a CPI do COVID será instalada na próxima semana e fez uma avaliação do governo Fátima. O deputado afirmou que a governadora foi reprovada em suas pautas, apesar de estar em primeiro lugar nas pesquisas quantitativas para o governo do estado.

Kelps fez questão, ainda, de reafirmar sua independência política: “Eu nunca indiquei cargo comissionado em nenhum governo”, afirmou. E completou ainda dizendo: “Prefiro ser liso e poder falar o que eu quero. Não me seduzo por dinheiro ou poder”.

Confira a entrevista completa AQUI.

Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) será instalada na terça-feira

A investigação dos gastos do Governo do Estado durante a pandemia da covid-19, ocorrerá nesta terça-feira. O presidente Ezequiel Ferreira vem cumprindo o regimento interno da casa e esclarece que a presidência nunca teve Postura de omissão.

“O trâmite do requerimento para instalação da CPI, com assinatura por dez deputados, já foi recebido e em atenção às regras do poder legislativo, tem que existir um fato determinado, um prazo certo e o número mínimo das assinaturas, que já sendo conferido e essa é a tramitação legítima da proposição, com apli-cação irrestrita aos procedimentos legais”, afirmou o presidente à imprensa.

Ezequiel Ferreira esclareceu ainda que, apesar de não ter sido instalada, a CPI existe. “Portanto informo aos senhores que caso o projeto não seja votado até a próxima terça-feira 20, última sessão antes do recesso, procederei na forma do artigo 56 e 66, parágrafo primeiro do regimento. Que requer a nomeação dos membros e instala a Comissão. E não o faço por tendência ou vontade pessoal ou política, mas porque é esse o comando do regimento e eu irei cumpri-lo se não houver a votação”, disse.

A resolução, além da nomeação de membros também fixa data para reunião e eleição dos cargos de presidente e vice da CPI, além da designação de relator. O deputado afirmou que o assunto foi apreciado pela Mesa Diretora, que escolheu em votação que a Comissão teria cinco membros titulares e suplentes e de imediato foram ouvidos os líderes, que indicaram os deputados que comporiam a CPI, conforme o cálculo de representação proporcional das bancadas formadas nesta Casa.

Fonte: Agora

Fuga em Alcaçuz

A fuga ocorreu na madrugada de hoje e até agora a secretária não informou quantos apenados ganharam a tão sonhada liberdade. Os presos que fugiram estavam no pavilhão 4 da penitenciária de Alcaçuz. Pelo comentário dos agentes foram registradas 12 ausências, ou seja, pela contagem 12 detentos estão nas ruas.

Veja a lista dos presos que conseguiram escapar e as fotos:

1-    Alziro Tony da Silva
2-    Antônio Marcos Sena da Silva
3-    Cleyton Marques de Mendonça
4-    Francisco Alef Guedes de Lima
5-    Francisco Damião Virgínio de Oliveira
6-    Francisco Eliomar Faustino Júnior
7-    Francisco Rat Pereira da Costa
8-    Genilson Silva de Andrade
9-    Henrique de Oliveira Souza
10-    Ivanaldo Sales da Silva
11-    Max Soares da Silva
12-    Osvanildo Maria da Silva

Professor Assis, vice-presidente do PROS em Parnamirim, participa de encontro com o presidente nacional do partido

Com o objetivo de articular as metas para as eleições de 2022, o PROS realizou um encontro no RN nesta sexta-feira. O vice-presidente do partido em Parnamirim, professor Assis, marcou presença ao lado do presidente nacional, Eurípedes Jr. O evento aconteceu no Holiday Inn.

Além das expectativas para 2022, o encontro também realizou uma explanação sobre as questões relacionadas ao fundo partidário, bem como sobre os projetos sociais desenvolvidos pelo partido.

As pré-candidaturas também foi outra pauta importante da reunião. De acordo com o professor Assis, o presidente nacional do partido está viajando por todo o país realizando encontros com as lideranças para montar o diretório provisório de cada município.

Entre os nomes presentes do evento, destacaram-se o presidente estadual do partido, Jaime Calado, a vice-presidente nacional, senadora Zenaide Maia, o deputado estadual Albert Dickson, a deputada federal Carla Dickson, além dos prefeitos de Touros, São Gonçalo do Amarante, Poço Branco e vereadores de todo o estado.

DJ Ivis passa por audiência de custódia e é transferido para presídio na Grande Fortaleza

Foto: Caio Rocha e Francisco Cepeda/AgNews

Iverson de Souza Araújo, o DJ Ivis, foi transferido da Delegacia de Capturas, no Centro de Fortaleza, para o presídio Irmã Imelda Lima Pontes, na região metropolitana da capital, na tarde desta sexta-feira (16). O cantor foi preso na quarta-feira (14) por agressões contra a ex-mulher, gravadas em vídeo. Em audiência de custódia nesta manhã, a Justiça decidiu manter a prisão.

Pamella Holanda, a ex-mulher do DJ, publicou no domingo (11) os vídeos gravados pela câmera de segurança de um apartamento do casal em Fortaleza mostrando chutes, socos e empurrões sofridos por ela em dezembro de 2020. Tudo aconteceu na frente da filha e de outras duas pessoas.

A Polícia Civil investiga as agressões cometidas pelo cantor em dois inquéritos policiais. Um deles aberto a partir de um BO feito por Pamella, na cidade de Eusébio, em 3 de julho, e o outro, fundamentado nos vídeos. A prisão não foi diretamente motivada pelos vídeos, mas eles foram importantes para o pedido de prisão do cantor, disse o secretário da Segurança do Ceará, Sandro Caron.

Na audiência de custódia, alguém preso em flagrante ou por mandado de prisão provisória vai à presença de um juiz, de um membro do Ministério Público, da Defensoria Pública ou de seu próprio advogado para que seja verificada a legalidade da prisão.

Fonte: G1 CE

Deputados Kleber Rodrigues e Kelps Lima e a professora Nilda são os entrevistados deste sábado (17) na FM Liberdade

Os deputados estaduais Kleber Rodrigues e Kelps Lima, e a ex-candidata à prefeitura de Parnamirim, professora Nilda, irão ficar frente a frente com os jornalistas Gilson Moura e Valdemir Tapioca para um bate papo descontraído e cheio de muita informação, neste sábado (17), na “Voz da Liberdade”, programa da Rádio Liberdade FM.

As entrevistas começam a partir das 10h da manhã. No primeiro bloco, serão entrevistados o deputado Kleber Rodrigues e a professora Nilda. Já no segundo bloco, acontecerá a entrevista com Kelps Lima, que além de ocupar uma cadeira no legislativo estadual, também concorreu à prefeitura de Natal nas eleições de 2020.

O programa já tem lugar cativo nas casas dos parnamirinenses e irá abordará aspectos da vida profissional dos entrevistados, bem como temas de interesse público.

Acompanhe ao vivo NESTE SÁBADO (17) clicando neste link: http://l.radios.com.br/r/126378

Precisa Medicamentos tem histórico de atrasos junto ao Ministério da Saúde

Foto: Sérgio Lima/Poder360 

A Precisa Medicamentos, tem histórico de atrasos junto ao Ministério da Saúde e a pasta não puniu devidamente a empresa. A Precisa atrasou entregas de preservativos femininos ao órgão e foi advertida. O Departamento de Prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis recomendou uma multa de ao menos R$1,3 milhão, em meio de 2019, mas depois de 2 anos, a multa não foi aplicada.

A informação é do UOL. De acordo com a reportagem, houve atraso em 9 dos 13 processos administrativos verificados envolvendo os contratos de venda de preservativos femininos pela Precisa ao Ministério da Saúde. Depois dos atrasos, a empresa ganhou novamente licitação para vender o produto.

Eis a linha do tempo, de acordo com a reportagem:

novembro de 2018 – Precisa ganha a 1ª licitação para fornecer até 29,3 milhões de unidades de preservativos femininos;
abril de 2019 – Ministério da Saúde aplica advertência à empresa por causa de atraso na entrega dos preservativos;
maio de 2019 – Departamento de Prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis sugere multa de R$1,3 milhão ao Departamento de Logística da pasta para “evitar eventos semelhantes nas próximas contratações”;
outubro de 2019 – diretor do Departamento de Prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis, Gerson Fernando Mendes Pereira, encaminha novo despacho ao DLOG (Departamento de Logística) pedindo um posicionamento diante do “descumprimento contratual recorrente por parte da empresa”;
novembro de 2019 – diretora substituta do DLOG, Adriana Maria Pinhate, encaminha o pedido internamente para que sejam tomadas providências;
abril de 2020 – Meri Helem de Abreu, coordenadora-geral de Aquisições de Insumos Estratégicos do DLOG, pede ao setor de contabilidade o cálculo preciso da multa;
maio de 2020 – contabilidade pede relatório para o cálculo da multa. Desde então, não houve movimentos no processo;
agosto de 2020 – Precisa ganha nova licitação para venda de até 10 milhões de preservativos femininos ao Ministério da Saúde. A licitação foi homologada por Roberto Dias, diretor do DLOG à época, demitido do Ministério da Saúde no mês passado, depois de ser acusado de pedir propina na negociação de vacinas;
novembro de 2020 – Roberto Dias assina contrato para o fornecimento de 5 milhões de unidades do produto. Houve novamente atrasos, de até 28 dias.

A Precisa Medicamentos é a empresa que intermediou a venda da vacina indiana Covaxin ao Ministério da Saúde. O servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda e seu irmão, o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), suspeitaram de irregularidades no contrato e levaram as suspeitas até o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O contrato para a compra de 20 milhões de doses foi assinado no mês seguinte. A diretora da Precisa, Emanuela Medrades, ficou em silêncio durante a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid, na última 3ª feira. No dia seguinte, disse que Luis Miranda mentiu em seu relato sobre a venda da Covaxin.

Fonte: Poder 360

Polícia Civil prende suspeitos por homicídio contra empresária na zona norte de Natal

Policiais civis da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) deflagraram, nesta sexta-feira (16), a Operação “Off Road”, na zona norte de Natal, com o objetivo de cumprir mandados de prisão temporária e mandados de busca e apreensão em desfavor de suspeitos envolvidos no homicídio que vitimou a empresária Pollyana Natalusca Costa de Medeiros.

Durante a ação, foram presos: Alcivan Bernardo da Silva, conhecido como “Bileu”, apontado como condutor da moto utilizada no dia do crime; João Paulo Rocha, conhecido como “Rocha”, apontado como o autor do disparo, e Orklisthye Mayklie Moronel Matias de Oliveira, conhecido como “Maikon”, dono da motocicleta utilizada na ação.

O crime aconteceu no dia 18 de maio, no bairro Nossa Senhora da Apresentação, quando os dois suspeitos chegaram ao estabelecimento comercial em que Pollyana Natalusca trabalhava, realizaram a abordagem e conduziram a vítima até a parte de trás do estabelecimento, onde efetuaram um disparo.

Os suspeitos foram conduzidos à delegacia e, em seguida, encaminhados ao sistema prisional, onde ficarão à disposição da Justiça.

Fecomércio RN lança programa de relacionamento para beneficiar empresas potiguares

Encerrando a programação da Semana do Comerciante, a Fecomércio Rio Grande do Norte lançou, nesta sexta-feira (16), o programa de relacionamento Fecomércio COM VC. O evento, voltado às empresas parceiras da plataforma e membros da diretoria da entidade, ocorreu no Hotel-Escola Senac Barreira Roxa, e também marcou o Dia do Comerciante, celebrado hoje.

O Fecomércio COM VC tem o objetivo de criar uma rede de relacionamento entre as empresas que oferecem serviços e produtos com descontos, diminuindo custos, ampliando relacionamento.

Os serviços oferecidos estão disponíveis no site fecomerciocomvc.com.br, onde os estabelecimentos parceiros terão acesso a descontos e facilidades como a gestão de pagamentos, maquineta de cartão com ferramentas inovadoras, loja de produtos e serviços na web, além da visibilidade e acesso a novas oportunidades de mercado.

Os segmentos contemplados vão desde jurídicos, alimentação, contabilidade, educação e treinamento, serviços de saúde, segurança eletrônica, dentre outros.

“O Fecomércio COM VC vai aproximar as empresas que atuam no Rio Grande do Norte, promovendo o intercâmbio dos serviços que oferecem, trazendo benefícios para todos os participantes. É uma forma de fortalecer o mercado, diminuir custos e gerar renda para as empresas”, destacou o presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz.

As empresas que são associadas aos 16 sindicatos filiados à Fecomércio RN podem aderir o programa sem custo. Os empreendimentos não sindicalizados têm um custo anual de R$ 249, com validade de 12 meses, podendo renovar.

Para tirar dúvidas de como aderir o programa, os interessados podem enviar um email para contato@fecomerciocomvc.com.br, ou ligar no 3026.9400.