As inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do segundo semestre de 2021 começam hoje (27). Candidatos interessados podem efetuar a inscrição por meio do portal do programa até a próxima sexta-feira (30).
Estudantes que realizaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir da edição de 2012 podem pleitear uma bolsa no programa de financiamento deste ano. Os alunos devem ter média mínima de 450 pontos e nota superior a zero na redação do exame.
O Fies tem por objetivo conceder financiamento a estudantes em cursos superiores particulares, com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação e ofertados por instituições aderentes ao programa.
O deputado republicano e ex-médico oficial da Casa Branca, Ronny Jackson, afirmou durante entrevista à Fox News que acredita que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, “irá renunciar” ou “será obrigado a renunciar” ao seu mandato.
Conforme dito pelo parlamentar, Biden estaria com as faculdades mentais “em declínio”.
“Há algo sério acontecendo com este homem no momento. Eu acho que ele irá renunciar, ou [que] eles o convencerão a renunciar à Presidência, em um futuro breve, por questões de saúde. Ou eles terão que usar 25º emenda para se livrar deste homem”, declarou.
Fonte: terra Brasil notícias.
“Eu não estou bem”. Com esta frase, Pamella Holanda, ex-mulher do DJ Ivis, conversou com seus seguidores na tarde deste sábado, 17. Através de um textão em seus stories, ela falou sobre a filha, a saída de casa e de ameaças de morte que estaria sofrendo.
A Polícia Civil do Ceará abriu investigação sobre a agressão sofrida por Pamella e o DJ foi preso e transferido para um presídio da capital.
“Oi gente, obrigada pelas mensagens, pela preocupação de todos comigo e com a Mel. Eu não estou bem, mas a Mel está, e isso é o que me fortalece. Eu quero muito dar isso por encerrado. Eu preciso e quero seguir minha vida. De verdade, preciso…Eu não posso viver revivendo isso, recontando…Me explicando. Eu entendo que as pessoas gostam de transparência, e nesse momento preciso ser até para seguir em paz”, começou ela.
Pamella também defendeu a mãe, após especulações de que ela receberia dinheiro do DJ para ser conivente com as agressões que a filha sofria: “Minha mãe não recebia 1 centavo do então meu ex-companheiro para ser conivente com as agressões, pelo amor de Deus. Que absurdo! Que espécie de mulher seria ela?”.
Pamella deixou a casa em que morava em Fortaleza, segundo ela, porque a construtora pediu de volta, já que o pagamento estava atrasado. “Eu retirei ontem todas as minhas coisas e as da minha filha da casa em que morávamos porque a construtora pediu porque por falta de pagamento eu não poderia estar mais lá. Então em hipóteses alguma podem dizer que eu estava com ele por interesse, por comodidade ou qualquer justificativa que ponha em questão meus valores e princípios. Seria muito mais fácil estar num ‘palácio’, do que ter a coragem de dar um ponto final numa vida de aparências”, desabafou.
A influenciadora e arquiteta Pamella Gomes de Holanda, de 27 anos,a ainda disse que está sendo ameaçada após a divulgação dos vídeos em que é agredida pelo DJ com socos, tapas e chutes.
“Quero que entendam que eu não estou bem, eu tenho sofrido ameaças de morte, já li, inclusive de outras mulheres, que mereço passar fome. Eu e minha filha. Eu preciso de paz”.
Antes de ser preso na última quarta-feira (14), DJ Ivis, investigado por lesão corporal após agredir a mulher, Pamella Holanda, pediu desculpas em vídeo.
Presidente Jair Bolsonaro com indios durante cerimonia de hastiamento da bandeira nacional em frente | Sérgio Lima/Poder360 18.02.2020
O presidente Jair Bolsonaro carece de políticos que o apoiem em São Paulo. Certamente ele tem aliados no Estado. Só que não são muitos. Nem muito fortes.
Para piorar as coisas para Bolsonaro, são muitos os seus ex-amigos entre os eleitos por paulistas. Dos 20 principais políticos com quem ele rompeu, a maior parte é de São Paulo: 7 no total. Um deles é o governador João Doria (PSDB). Ele atraiu para seu partido o deputado Alexandre Frota (155 mil votos, 17º nas urnas em 2018).
A deputada Joice Hasselmann (1,08 milhão de votos, 2ª nas urnas) continua no PSL. Mas em conflito com Bolsonaro e seus apoiadores desde setembro de 2019. Disseno domingo (25.jul.2021), sem citar nomes, suspeitar que desafetos a tenham agredido quando estava inconsciente em casa. É uma amostra do grau de animosidade que se construiu entre o presidente e seus ex-apoiadores.
O falecido senador Major Olímpio (PSL), que teve 9 milhões de votos, foi outra guinada. A inimizade construída tem agravantes para a imagem de Bolsonaro: o senador, crítico da ação do governo na pandemia, morreu de covid. E era um policial militar. Isso tende a prejudicar o presidente em um grupo no qual normalmente ele tem apoio com facilidade.
Pode-se argumentar que Bolsonaro é que ajudou todas essas pessoas a serem eleitas em 2018. Só que em 2022 a situação será outra. Ele não é um presidente popular: 62% dos brasileiros desaprovam seu governo e 32% o aprovam segundo o PoderData. Seria ótimo para ele ter a seu lado um candidato forte ao governo do Estado.
Candidato de fora ao governo
A aposta de Bolsonaro até agora para o governo paulista é o ministro Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), reconhecidamente um excelente quadro técnico. Nunca se candidatou a um cargo eletivo. E não é paulista.
A cidade de São Paulo elegeu prefeito em 1996 um carioca estreante na política: Celso Pitta. Só que ele herdou os votos de Paulo Maluf, extremamente popular na época. Além disso, não se pode tomar a capital pelo Estado. Jânio Quadros, eleito em 1954, é o mais recente governador de fora. Nasceu em Campo Grande, mas formou-se na Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo). Foi eleito vereador e depois prefeito da capital.
Bolsonaro fez o percurso inverso: nasceu em São Paulo, mas formou-se pela Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende (RJ). Fez carreira política no Rio. Ser derrotado no Estado onde nasceu e foi criado é um risco real em 2022.
Mais do que isso, perder em São Paulo pode lhe custar a permanência no cargo. O Estado tem 21,7% dos eleitores do país. Se fosse uma região autônoma, ficaria em 2º lugar, atrás do Nordeste (26,8%), mas à frente do conjunto dos outros 3 Estados do Sudeste (21,1%). Em seguida vêm as regiões Sul (14,7%), Norte (7,9%) e Centro-Oeste (7,4%).
Em 2018, Bolsonaro ganhou com folga nos Estados do Sudeste, com 24 milhões de votos no 1º turno. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem na região 40% das intenções de voto, segundo o PoderData. Bolsonaro tem 26%. São cerca de 8 milhões de votos a menos do que teve em 2018.
Em Minas e no Rio, Bolsonaro conta com governadores que o apoiam e que buscam ser reeleitos. É uma situação muito diferente da de São Paulo. Ter apoio no Estado seria, portanto, ainda mais importante.
No Nordeste, a situação de Bolsonaro é difícil faz tempo. Tem 19% das intenções de voto. Lula tem 59%. Mas no Nordeste o atual presidente perdeu em 2018 e ainda assim venceu a eleição. É grande a chance de que chegue atrás novamente. Só que ser reeleito perdendo no Nordeste e no Sudeste, que concentram em conjunto 70% dos eleitores, é algo bastante improvável. Não há precedente na história recente: o vitorioso sempre fica na frente em uma das duas regiões. Ou em ambas.
Estamos a 15 meses das eleições presidenciais. Muita coisa pode mudar até lá. A economia tende melhorar, e, com isso, as chances de reeleição de Bolsonaro. Mas esse quadro não é garantido. Se não tomar muito cuidado, inclusive com quem o apoiará e terá seu apoio, Bolsonaro poderá ser o 1º presidente a tentar ser reeleito sem sucesso desde que a reeleição foi aprovada, em 1997.
Fonte: poder 360.
Cerimonia de posse do novo ministro da Justiça, André Mendonça, no Palácio do Planalto.Sérgio Lima/Poder360 29.042020
O Forvm (Fórum Nacional da Advocacia Pública Federal) divulga nesta 3ª feira (27.jul.2021) a lista sêxtupla para o cargo de advogado-geral da União. Atualmente, o posto é ocupado por André Mendonça, que foi indicado ao STF (Supremo Tribunal Federal) pelo presidente Jair Bolsonaro.
O Poder360 teve acesso antecipado aos 6 nomes. Os mais votados foram os procuradores da Fazenda Nacional, Fabrício Da Soller, Claudia Aparecida de Souza Trindade e Rogério Campos e os advogados da União, Vinicius Torquetti Domingos Rocha, Izabel Vinchon Nogueira de Andrade e Arthur Cerqueira Valério.
A lista será encaminhada a Bolsonaro nesta 3ª feira (27.jul). Assim como na escolha do procurador-geral da República, Bolsonaro não é obrigado a se ater à lista. O presidente pode nomear qualquer cidadão com mais de 35 anos que tenha “notável saber jurídico” e “reputação ilibada”, inclusive os que não são advogados da União ou procuradores da Fazenda.
Conheça os mais votados:
Advogados da União:
Izabel Vinchon Nogueira de Andrade– advogada da União desde fevereiro de 2000, é especialista em direito processual civil e direito eleitoral;
Vinicius Torquetti Domingos Rocha – ingressou na carreira de advogado da União em outubro de 2006. É especialista em direito administrativo e gestão pública;
Arthur Cerqueira Valério – é consultor-geral da União.
Procuradores da Fazenda
Fabrício Da Soller – é advogado-geral da União substituto e secretário-geral da Consultoria. Atuou como procurador-geral da Fazenda Nacional;
Claudia Aparecida de Souza Trindade– é doutora em direito econômico e financeiro pela USP. Integra o Grupo Tributos;
Rogério Campos – é diretor de Programa da Previdência, Trabalho e Assistência Social da Secretaria Executiva do Ministério da Economia.
LISTA
A lista é coordenada pelo Forvm (Fórum Nacional da Advocacia Pública Federal), que é formado pelo Sinprofaz (Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional), pela Anajur (Associação Nacional dos Membros das Carreiras da Advocacia-Geral da União) e pela Anauni (Associação Nacional dos Advogados da União).
O processo eleitoral foi realizado em etapas. Primeiro foram escolhidos 10 advogados da União e 11 procuradores da Fazenda Nacional. Dessa lista, são escolhidos, em uma 2ª votação, 3 advogados da União e 3 procuradores da Fazenda Nacional.
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Monsenhor Landim foi nosso professor de português, no Seminário de São Pedro (Natal/RN). Procurava incutir nos alunos amor ezelo pelo idioma pátrio. Explicava-nos com nuances aspeculiaridades gramaticais, filológicas e semânticas. Chamava a atençãopara osmodismos e neologismos (semânticos, lexicais e sintáticos), quefazem parte do processoda criação de uma palavra ou expressão, fruto docomportamento da linguagem humana. Os vocábulos gerados podem provir do português ou de outros idiomas. Os modismos, por sua vez, caracterizam-se por expressões, frases e palavras, cujo emprego é mais recorrente em certosperíodos e,depois parcial ou totalmente, esquecidos. Inegavelmente, a língua é dinâmica, adaptando-se aos tempos e às circunstâncias. No entanto, há que obedecer a regras e padrões linguísticos. Os filólogos acatam o uso de neologismos, quando inexistem termos com significado idêntico ou se osdicionarizados não atendem às necessidades comunicacionais. Em geral, busca-se respaldo nos latinistas e etimólogos. Isso contribuiu muito para aumentar nosso gosto e interesse pelo latim.
Cabe registrar que o Rio Grande do Norte foi celeiro de grandes conhecedores da Língua do Lácio. Primeiramente, vale destacarCônego Estevão Dantas,autor de vários poemas, lápides e dísticos, bem comotradutor de documentos latinos eclesiásticos e civis. Segundo Cônego Jorge O’Grady, o mais talentoso foiPadre Luiz Monte. A ele deve-se o lema de nossa Academia Norte-rio-grandense de Letras: “Ad lucem versus” (voltados para a luz). Em seguida, Dom José Adelino, um dos responsáveis pela revisão linguística dos textos oficiais do Concílio Vaticano II. Monsenhor Emerson Negreiros escreveu uma História do Brasil, toda em primorosos versos hexâmetros, numpuro e eruditolatim. Antes de sua morte, chegamos a ver vários cadernos manuscritos, contendo o longo e belotrabalho.
No Seminário, fomos alunos de latim deMonsenhor Alair Vilar, ao qual recorria frequentemente o mestre Cascudo em suas dúvidas sobre as Odes de Horácio e outros autores. Como tarefa escolar acompanhávamos nosso docente na tradução dos textos. Certa feita, o grande folclorista potiguar apresentou uma frase atribuída a Horácio: “unguibus albam maculam mendacium facit” (A mentira deixa uma mancha branca na unha), que possivelmente serviu de base para a lenda, analisada e comentada pelorenomado pesquisador,contada pornossas mães eavós, desestimulando as mentiras infantis. Os dermatologistas poderão explicar os tipos de leuconíquia.
O que se pretende com este atalho? Não somos umpurista da língua. Este artigo não é uma crítica nem reprimenda, trata-se de um desabafo, diante deagressõessofridas pelo nosso idioma. Procede o dito: “como faz falta o latim!” É preciso maior cuidado com nosso patrimônio cultural, do qual faz parte a língua. Somos cotidianosaprendizes. Entretanto, faz cócegas em nossos ouvidos, quando ecoam certosneologismos, modismos e impropriedades. À guisa de exemplo, citamos o emprego generalizado de“feminicídio”, em oposição a homicídio. Este não significa simplesmente o assassinato de um varão, mas de qualquer ser humano. A palavra latina “homo” não é especificamente masculinidade, mas ser humano (daí humanidade). Etimologicamente entendemosfeminicídio como um termo impróprio, pois seria a destruição do feminino e não de uma fêmea. Seguindo-se o mesmo raciocínio e idêntica proposta, ter-se-ia masculinicídio:a morte do masculino. Segundo oslexicógrafos e dicionaristas,matar uma mulher é mulhericídio (variante de muliericídio, do latim “mulier”). Assassinar a esposa é uxoricídio (de “uxor”, correspondente latino de cônjuge)e o marido ou varão,virícidio (da palavra latina “vir”). Assim, feminicídio não seriao termoprópriopara indicar assassinato de uma mulher. Hoje éusado indiscriminadamente por muitos em detrimento do termo homicídio.Os etimólogos e filólogos lançam a pergunta: vigendo a ideologia do gênero, como seriam as denominações? O apóstolo Paulo aconselhava oscristãos de Corinto: “Não vos deixeis seduzir, pois as palavras inadequadas podem vos corromper.” (1Cor 15, 33). Homicídioé o termo apropriado, a não ser que se pretenda qualificar o tipo de assassinato. A motivação para o emprego de feminicídio, com o sentido ora adotado e propagado por alguns,atenta contra a semântica. Isaías jáadvertia: “Os que te guiam podem te enganar e destruir o caminho dos teus passos.” (Is 3, 12).
Baía Formosa está em festa e o RN, o Brasil e o mundo se orgulham do potiguar que voa para sucesso nas ondas de Tokyo no Japão.
É ouro! É ouro! É ouro! Na madrugada desta terça-feira (27), o surfista Ítalo Ferreira fez história na modalidade, estreante nos Jogos Olímpicos e ocupou o lugar mais alto do pódio ao desbancar o japonês Kanoa Igarashi na grande final. De quebra, o potiguar de 27 anos vingou o compatriota Gabriel Medina, eliminado horas antes pelo anfitrião nas semifinais, e que também não conseguiu bater o australiano Owen Whright na briga pelo bronze. O filho de Baía Formosa, no Rio Grande do Norte, também foi responsável pela primeira medalha de ouro do Brasil na atual edição dos Jogos.
Com um minuto e meio de prova, o brasileiro tentou uma manobra que acabou com sua prancha sendo rachado ao meio e precisando ser trocada. Insatisfeito com a escolhida para a troca, ele fez uso de uma terceira. Enquanto se preparava, ouvia orientações do treinador.
Curiosamente, esta não foi a primeira dor de cabeça de Ferreira com seu principal instrumento de trabalho. Antes de as competições começarem, ele chegou a Tóquio com a notícia de que as pranchas haviam sido extraviadas devido a um problema de conexão no aeroporto de Paris. Aproveitando ao máximo as boas ondas da praia de Tsurigasaki, o segundo colocado do ranking da WSL (World Surf League) abriu boa vantagem sobre o japonês e faltando 18 minutos para o fim da prova já somava 12,50 contra 5,56 de Igarashi. Seguindo na regressiva, faltando 10 minutos para o fim do confronto, o japonês permanecia sem conseguir mudar a pontuação (3,83 + 1,73), passando longe da disputa que havia tido com Medina. Ítalo, por sua vez, aumentava o rendimento e somava 14,77 pontos (7,77 + 7,00). Com o brasileiro sobrando no mar e o japonês sem poder de reação, o resultado final não poderia ter sido diferente. Sem sustos, Ítalo Ferreira coroou a bela campanha na competição e o placar deixou clara a superioridade: 15,14 a 6,60. No minuto final, ele já comemorava a conquista e desfilava sobre a prancha em direção à praia. Uma festa emocionante! “Eu vim com uma frase para o Japão: “diz amém que o ouro vem”. Treinei muito nos últimos meses e Deus realizou o meu sonho, de me dar a oportunidade de fazer o que eu amo. Ajudar as pessoas e a minha família. Foi entrar na água, sem pressão, e eu consegui o que eu queria”, destacou Ítalo, bem emocionado, à Globo.