O município de Parnamirim irá ampliar nesta sexta-feira (23) a faixa etária da vacinação para pessoas com idade a partir de 32 anos. Com isso, ultrapassa a capital potiguar, que está vacinando pessoas com 34+. Além disso, a prefeitura também ampliou a faixa etária dos industriários para 25+.
Confira o cronograma de vacinação:
POPULAÇÃO 32+, EDUCAÇÃO, SAÚDE, COMORBIDADES, PESSOAS COM DEFICIÊNIA PERMANENTE 18+, INDUSTRIÁRIOS 25+ E CAMINHONEIROS.
Unidades Básicas de Saúde (UBS), exceto Passagem de Areia II.
Nordestão da Avenida Maria Lacerda. Horário: das 8h às 14h.
Associação de Moradores da Cohabinal. Horário: das 8h às 14h.
GRÁVIDAS, PUÉRPERAS E LACTANTES (com bebês de ATÉ 12 meses).
Associação de Moradores da Cohabinal. Horário: das 8h às 14h.
UBS João Dias, Parque Industrial, Parque das óquídeas, Cidade Verde, Cohabinal, Parque de Exposições II. (Verificar estoque com as unidades).
TRABALHADORES DO SETOR BANCÁRIO E TRABALHADORES DOS CORREIOS
Unidades Básicas de Saúde (UBS), exceto Passagem de Areia II.
Nordestão da Avenida Maria Lacerda. Horário: das 8h às 14h.
Associação de Moradores as Cohabinal. Horário: das 8h às 14h.
SEGUNDA DOSE OXFORD/ASTRAZENECA (para quem estiver com 85 dias da primeira dose).
Unidades Básicas de Saúde (UBS), exceto Passagem de Areia II. Horário: Verificar com a própria unidade.
Nordestão da Avenida Maria Lacerda. Horário: das 8h às 14h.
Associação de Moradores da Cohabinal. Horário: das 8h às 14h.
SEGUNDA DOSE DE CORONAVAC (para quem estiver completando 28 dias da D1).
Unidades Básicas de Saúde (UBS), exceto Passagem de Areia II.
Nordestão da Avenida Maria Lacerda. Horário: das 8h às 14h.
Associação de Moradores da Cohabinal. Horário: das 8h às 14h.
Em um sistema presidencialista a presença de um presidente forte e com autoridade é essencial.
Infelizmente o presidente Bolsonaro é um fantoche, um desqualificado.
Em qualquer país democrático uma ameaça como a feita pelo General Braga Netto teria que ter imediata resposta com, no mínimo, a demissão sumária.
O país, no entanto, se acostumou aos rompantes autoritários e alucinados do próprio Bolsonaro.
Suas falas inconsequentes e de claro confronto institucional incentiva a insubordinação. O General age como um marionete.
Mas ele é Ministro da Defesa, o que torna gravíssima sua manifestação.
É necessário a imediata resposta do Congresso Nacional. Nós, infelizmente, nos acostumamos com as bravatas e provocações do inimputável Presidente da República.
Suas falas, de tão toscas e bizarras, já não chamam tanto a atenção.
Ele é tratado como um idiota inconsequente. Na verdade é um serial killer, cometendo diariamente crimes de responsabilidade e afrontando as instituições.
O silêncio da sociedade parece estar incentivando manifestações com o mesmo tom golpista.
Quando a ameaça de não ter eleições é frontal, direta e vem do Ministro da Defesa, umGeneral, urge que os poderes constituídos se manifestem.
O silêncio da Câmara dos Deputados e do Senado Federal terá o tom da cumplicidade.
Ouviremos este silêncio como um ato de covardia, de medo, de coautoria. É um silêncio retumbante, ensurdecedor.
Ou resistimos ou será como no poema que ensina que primeiro levam as flores do jardim e nós nos calamos, depois entram em nossa casa, e nós aceitamos, calados.
No final, como não reagimos, eles simplesmente tiram, calam a nossa voz.
Como não falamos nada não haverá mais o que falar.
No pós-pandemia, o Brasil deverá investir na formação de profissionais da área de Software e Tecnologia da Informação (TI) para uma recuperação verde – modelo de desenvolvimento que concilia fatores sociais, ambientais e econômicos. O setor, que representa a base do processo de digitalização de todos os outros segmentos, tendo um perfil de ação transversal, deverá empregar 2,06 milhões de pessoas em 10 anos, sendo 779 mil em 12 profissões emergentes.
Os dados são do estudo Profissões Emergentes na Era Digital: Oportunidades e desafios na qualificação profissional para uma recuperação verde, realizado pela Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ – Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit GmbH) em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e o Núcleo de Engenharia Organizacional (NEO) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
A pesquisa identifica tendências e 12 profissões emergentes no curto (2 anos), médio (5 anos) e longo prazo (10 anos) na área de Software e TI. Além disso, alerta para as vantagens da formação profissional para o setor. No aspecto social, destaca-se a rápida inserção no mercado de trabalho, com cursos de curta duração e on-line, mais acessíveis. Por exemplo, a formação de programador, que leva em média seis meses, consegue transformar uma pessoa com ensino médio básico, que ganharia apenas um salário mínimo, em um profissional com salário de 2,5 a 4 mil reais iniciais.
Outra vantagem é do ponto de vista ambiental, já que a digitalização das atividades econômicas – processo que depende de mão de obra especializada – pode reduzir entre 10% e 20% a emissão total de gases de efeito estufa. Por outro lado, um único curso técnico ou universitário não é capaz de preparar os profissionais no nível de profundidade necessário para cargos de especialista, como Especialista em cloud ou Engenheiro de software. Isso porque os cursos formais fornecem uma visão holística dos processos, mas sem o aprofundamento técnico normalmente desejado pelo mercado de trabalho.
“Consideramos o cenário brasileiro atual e o impacto da transformação digital para mostrar a importância de determinadas profissões na definição de uma estratégia nacional de desenvolvimento econômico sustentável”, explica o assessor Técnico da GIZ Martin Studte.
Os partidos PSL, DEM e PP estão negociando uma fusão das 3 siglas em uma, segundo apurou o Poder360. O novo partido seria o maior do Congresso, com 121 deputados e 15 senadores do chamado Centrão. A negociação está em seus últimos estágios e o novo partido deve ser anunciado em breve.
A nova sigla terá um comando dividido entre os 3 partidos atuais. A presidência ficará com Luciano Bivar, atualmente no comando do PSL. A vice-presidência com a ACM Neto, atual presidente do DEM. Já o PP ficará com a secretaria-geral, representado por Ciro Nogueira, que é o atual presidente do partido.
Ao Poder360, integrantes do PSL dizem que a fusão ainda é vista como rumor e a movimentação é totalmente encabeçada por Bivar. No DEM, ACM Neto ainda tem resistência à união dos partidos.
A criação do novo partido é esperada pelo presidente Jair Bolsonaro. A expectativa é que ele filie-se à nova sigla e a utilize como plataforma para a sua campanha à reeleição no pleito presidencial de 2022.
Nesta 5ª feira (22.jul.2021), Bolsonaro já indicou uma aproximação com o Centrão. O presidente afirmou que faz parte do bloco e que pretende buscar apoio no Congresso.
“O Centrão é um nome pejorativo. Sou do Centrão. Fui do PP metade do meu tempo. Fui do PTB, fui do então PFL. No passado, integrei siglas que foram extintas”, disse o chefe do executivo ao rebater as críticas de que tenha entregado o governo ao Centrão com a nomeação de Ciro Nogueira como ministro da Casa Civil.
Em 13 de julho, o filho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), afirmou que Bolsonaro conversava com o PP sobre uma filiação. Flávio afirmou na época que o presidente também dialogava com o PL e com o Republicanos.
Bolsonaro precisou procurar novas alternativas depois que sua ida ao Patriota ficou mais distante depois que integrantes da executiva nacional do partido foram ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contra as mudanças feitas no partido pelo então presidente Adilson Barroso.
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 135/2019, que institui o voto impresso nas próximas eleições foi repercutida pelo deputado estadual Coronel Azevedo (PSC), durante sessão ordinária desta quinta-feira (22), na Assembleia Legislativa. De acordo com o parlamentar, o tema precisa ser discutido devido a sua importância.
“Esse projeto já era para ter sido votado e foi retirado de pauta. No próximo dia 1º será realizada uma manifestação popular em Brasília. Precisamos fazer, por vontade do povo e pressão popular, com que o congresso aprecie e aprove essa matéria”, cobrou.
Outro tema debatido pelo parlamentar, foi a atual situação do Hospital Walfredo Gurgel. “A saúde pública do Rio Grande do Norte está na UTI. Esse clichê tem se tornado cada vez mais atual. O mais recente episódio desse caos foi denunciado por uma médica e ganhou repercussão com relato dramático feito por ela nas redes sociais em que denuncia a superlotação do Hospital Walfredo Gurgel”, disse.
Ainda segundo Coronel Azevedo, além da superlotação, a falta de estrutura, insumos, servidores que estão em greve por falta de pagamento e até pacientes internados na recepção da unidade, tornam a situação ainda mais preocupante.
O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) conseguiu a condenação para que a Prefeitura de Mossoró providencie um espaço apropriado para funcionar como abrigo, recepção, triagem, destinação, identificação e primeiro atendimento dos animais apreendidos, resgatados ou entregues.
A sentença judicial é uma resposta a uma ação civil pública (ACP) movida pelo MPRN, através da 3ª Promotoria de Justiça de Mossoró. A Justiça estabeleceu três meses como prazo para que o Município implemente este tipo de espaço, garantindo o licenciamento adequado.
O MPRN instaurou um inquérito civil para investigar a ausência de um local adequado para destinação dos animais apreendidos em operações ambientais. E citou na ACP o caso da apreensão de 146 galos utilizados em rinhas, consideradas ilegais, feita por uma operação conjunta entre a Polícia Rodoviária Federal e o Ibama. A captura resultou no abatimento dos animais por falta de local adequado para acomodação deles. Para o MPRN o ocorrido demonstra uma clara falta de cuidado ou alternativa para os animais utilizados em rinhas e que foram apreendidos pelo pelotão de polícia ambiental.
O Ibama chegou a receber recomendação para que os animais apreendidos em decorrência de infração ambiental, em síntese, fossem: 1) entregues a entidades de caráter ambiental, cultural ou beneficente regularmente constituídos e que tenham como objetivo a defesa dos animais; 2) na impossibilidade da destinação prevista no item anterior, que fossem entregues em guarda doméstica provisória, na forma do inciso I do art. 107 do Decreto nº. 6.514/2008; e/ou 3) na impossibilidade da destinação constante no item 2, que fossem confiados a depositário fiel. Todas as medidas apontadas baseadas em diplomas legais.
Porém, o Ibama respondeu dizendo que não caberia ao órgão a competência primária no exercício do poder de polícia ambiental; que inexiste obrigação dele quando da apreensão de animais por outros órgãos; e que só poderia proceder ao recebimento e transporte de animais apreendidos por outros órgãos quando houver possibilidade atestada por parecer técnico.
Outro ponto que merece destaque diz respeito à informação de que o pelotão de polícia ambiental de Mossoró tem deixado os galos de briga na posse dos próprios agentes criminosos (os criadores dos animais), em razão de não ter um local para onde destinar os animais. Fato é que tal situação demonstra mais uma vez a necessidade de um lugar apropriado para sua destinação, frisou o MPRN na ação.
Por fim, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias do Meio Ambiente (Caop-MA/MPRN) expediu a orientação ressaltando a necessidade de uma atuação conjunta do Estado do Rio Grande do Norte e da União, especialmente no âmbito dos órgãos ambientais com poder de polícia. Ao final, sugeriu que a Promotoria articulasse com esses órgãos, objetivando efetivar um termo de colaboração entre eles, principalmente cobrando do Idema as medidas que estão sendo tomadas para implementação de centros de triagem no estado.
O CAOP-MA, ao informar que é atribuição do MPF demandar o Ibama para exigir à instalação de um Centro de Triagem no Município de Mossoró, também sugeriu provocar o Município de Mossoró a respeito das políticas de proteção animal que estão sendo desenvolvidas, inclusive com a possibilidade de celebração de convênio com organizações não-governamentais.
Apesar de instada a se manifestar no inquérito ministerial, não houve, por parte da Prefeitura Municipal e de sua representante, desejo ou manifestação em regularizar o tratamento que deve ser dispensado aos animais de rua no Município de Mossoró.
Logo, constatada a ausência de efetiva e tempestiva solução do impasse, revelados pela omissão do Poder Público Municipal, fez-se necessário o ajuizamento da ACP, com o objetivo de compelir o demandado a adotar providências para cumprir satisfatoriamente o dever constitucional e legal de proteger a fauna na cidade de Mossoró. Para isso, será preciso implementar um regular e eficiente serviço de controle, triagem e destinação de animais, em especial através da criação de um espaço apto a funcionar como Centro de guarda de animais apreendidos nas ações fiscalizatórias.
Policiais civis da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) prenderam, nesta quinta-feira (22), João Antonio da Cruz Neto, conhecido como ” João Neto”, 21 anos, em Natal. Em desfavor dele, existia um mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Natal, em decorrência da suspeita da prática do homicídio que vitimou Erinaldo Teixeira de Abreu, conhecido como “Eloá Abreu”, na zona norte de Natal.
O crime ocorreu no dia 30 de maio, por volta das 14h00, quando a vítima foi encontrada no quintal da sua casa, sem vida e com marcas de ferimentos possivelmente produzidos por uma arma branca. Além disso, foram levados diversos pertences de sua residência.
No dia 28, os vizinhos observaram que um caminhão, tipo baú, estava retirando os objetos da residência da vítima. Após as investigações, o suspeito foi apontado como contratante do frete e responsável pela retirada dos objetos. Segundo informações obtidas no local do crime, a vítima se relacionava com jovens em troca de dinheiro e existem relatos de que estaria sendo extorquido por um deles.
O suspeito foi conduzido à delegacia e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.
O Governo do Rio Grande do Norte irá assinar acordo de cooperação com a Costa do Marfim, a fim de trocar conhecimentos em projetos na área de cultivo de camarão, pescado, pecuária e agricultura familiar. A parceria foi estreitada durante visita do ministro da Produção Animal e dos Recursos Pesqueiros da República da Costa do Marfim, Sidi Tiemoko Turrê, à governadora Fátima Bezerra, na noite desta quarta-feira (21), na Governadoria, em Natal.
Durante a visita de cortesia, o ministro destacou a importância de buscar boas experiências de produção voltadas à segurança alimentar, que é uma preocupação da Costa do Marfim, já que o país hoje depende dos países vizinhos para o próprio abastecimento de alimentos. Sidi Tiemoko Turrê cumpriu agenda no Rio Grande do Norte, nessa quarta e quinta-feira (22), visitando empresas e conhecendo projetos artesanais e de pequeno porte exitosos para levar ao país africano.
O ministro da Produção Animal e dos Recursos Pesqueiros da República da Costa do Marfim, Sidi Tiemoki Turrê, lembrou que a relação diplomática com o Brasil iniciou ainda em 1960, com os primeiros acordos diplomáticos sendo assinados em 1982.
“Metade desses projetos ainda tem sido aproveitado nos dias de hoje, e vamos sair daqui com agradecimento enorme pelo acolhimento e apoio dado à embaixada da Costa do Marfim. Precisamos andar com nossos próprios meios”, explicou o ministro, que também se reuniu com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, na última segunda-feira (19).
Acordo de Cooperação
Ao final da reunião, realizada entre representantes do Governo do Rio Grande do Norte e a comitiva da Costa do Marfim, liderada por Sidi Tiemoki, e tendo como convidados Flávio Bezerra, empresário e ex-deputado federal pelo estado do Ceará, e o biólogo Marcelo Lima, ficou definido que a governadora Fátima Bezerra irá até Brasília para assinar acordo de cooperação entre o RN e a Costa do Marfim.
A partir desse acordo, o Rio Grande do Norte poderá ofertar assessoria e assistência, mostrando e conectando a Costa do Marfim aos empreendedores locais, apresentando as políticas sociais, da agricultura e da pecuária do estado, que são de pequeno porte, porém com grande êxito.
Também participaram do encontro, pela comitiva da Costa do Marfim: esposa do ministro, Roux Leroux; encarregado de negócios da Costa do Marfim no Distrito Federal, Lamine Kanté; o veterinário Mel Eg Soukou Emmanuel; e o fotógrafo Monsier Gori Bi Irié Eric.
O Rio Grande do Norte passa a contar com uma Lei específica que regulamenta a atividade de veículos off-road no Estado. Proposta pelo deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa do RN, o projeto foi sancionado pela governadora Fátima Bezerra (PT) e publicado pelo Diário Oficial nesta quinta-feira (22). A Lei estabelece diretrizes sobre a regulamentação do off-road, reconhecendo a atividade como esporte de aventura e radical de importante valor cultural e turístico para o RN.
Ezequiel celebrou a sanção da matéria. “Esta Lei é fruto de um amplo debate e de muito entendimento entre todas as partes envolvidas a partir do trabalho realizado pela Assembleia Legislativa. Importante parabenizar todos os segmentos interessados neste debate pela construção de um consenso. A Assembleia é a casa do diálogo, e todos sentaram à mesa, discutiram, aperfeiçoaram a proposta. O entendimento é sempre o melhor caminho para aprimorarmos acima de tudo a política do RN. O projeto é um benefício que a Assembleia está fazendo em defesa da população do RN, que utiliza as trilhas e o nosso litoral, seja bugueiro ou praticante de off-road. É uma ação a favor do nosso Estado”, disse o deputado. A proposta contou ainda com uma emenda aglutinativa apresentada de forma consensual pelo próprio parlamentar e pelos deputados Kelps Lima (SDD) e Coronel Azevedo (PSC).
Segundo a nova legislação, o off-road é a atividade que pode ser realizada em locais não pavimentados e de difícil acesso, fora de estradas e rodovias, por intermédio de utilização de veículos adaptáveis ao solo e terreno, incluindo-se veículos 4×4, buggys, motocicletas, quadriciclos, UTV (veículo utilitário multitarefas), ATV (veículo todo-o-terreno) e equipamentos congêneres.
Ainda de acordo com a Lei, a topografia privilegiada de dunas, serras, relevos e demais recursos naturais do RN, propícia para a prática de off-road e outros esportes de aventura e radical, deverão ser objeto de promoção e divulgação, como forma de atrair o turismo dessas atividades e o desenvolvimento econômico da região.
Com o objetivo de incentivar e divulgar a prática da atividade de off-road de que trata a Lei, poderão ser criados e executados programas de forma participativa, por intermédio das iniciativas públicas ou privadas, com o objetivo de mapear as áreas de interesse para a prática da atividade; identificar as condições de acessos às áreas de interesse para este tipo de atividade; adotar as medidas necessárias para garantir o acesso livre e desimpedido às áreas de interesse para o off-road; caracterizar os problemas ambientais das áreas de interesse e propor soluções para evitá-los ou mitigá-los; e apoiar outras iniciativas de apoio e divulgação ao off-road no RN.
A Lei permite ainda o estabelecimento de parcerias por intermédio de consórcios públicos com estados ou municípios circunvizinhos no sentido de somar esforços para divulgação e manutenção da atividade na região. Os pontos de trânsito comuns entre trilhas off-road e de atividade do buggy turismo devem ser identificados por sinalização própria, afixada por órgão do Poder Executivo Estadual, que oriente os condutores sobre a necessidade de atenção ao trânsito no local. O mapeamento dos trechos e das zonas em que a atividade off-road for permitida será definido por norma própria, a ser editada pelo Poder Executivo Estadual, que deverá basear-se em estudo específico georreferenciado sobre os impactos da atividade no meio ambiente e nas comunidades locais.
As trilhas tradicionais ou habitualmente usadas pelo buggy turismo devem ser mapeadas, identificadas e respeitadas a prioridade de uso turístico pelos credenciados à atividade, quando essas fizerem parte das rotas off-road; em caso de similaridade de trechos ou conflitos de interesse, o compartilhamento das rotas deve ser feito de forma segura e ordeira, com sinalização do fluxo e contrafluxo dos veículos, de forma a garantir segurança à atividade.
Crítico ferrenho de Bolsonaro, o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, divulgou duas notas nesta quarta (21) para rebater as investigações e denúncias de corrupção contra seu cliente, o futuro ministro da Casa Civil Ciro Nogueira (PP-PI).
O senador é acusado de receber valores desviados da Petrobras e propina da Odebrecht e JBS.
Questionado pelo Painel sobre sua opinião para a ida do senador para o governo, Kakay enviou figurinha com a letra ‘A’ toda riscada: “Arriscadíssimo”.
Desde o início da adolescência, Paulo Wagner, aproveitou todas as oportunidades que a vida lhe ofereceu. Junto com seu tio Gilvan, participou do Grupo de Teatro Operário do SESI em Mossoró, sob a batuta de Lauro Monte Filho, Paulo Wagner.
Assim, Paulo e seu irmão George, iniciaram-se no Teatro, de onde desaguaram na Rádio Difusora de Mossoró, sob o comando do apresentador J. Belmont, acompanhando-o também em apresentações dos comícios e shows artísticos.
Paulo Wagner passou à apresentação do campeoníssimo programa Cidade Aflita, da Rádio Difusora. Também foi editor de polícia nos jornais Gazeta do Oeste e O Mossoroense.
Seu sucesso o levou a ser convidado por Carlos Alberto e Micarla de Sousa para a TV Ponta Negra, onde destacou-se na apresentação do Patrulha Policial, ao lado de Gilson Moura.
Devido ao seu trabalho na TV Ponta Negra, começaram os apelos do povo para uma efetiva participação na política, sendo picado pela mosca azul, e, em 2008, candidatou-se pela legenda do PV para uma vaga na Câmara Municipal dos Vereadores de Natal.
Paulo Wagner elegeu-se vereador com 14.444 votos, tornando-se o vereador mais votado de Natal, até aquele ano, votação só superada anos depois pela vereadora Amanda Gurgel.
Em 2010, novamente o cavalo passa selado, e PW não teve dúvidas em alcançar a sela, candidatando-se a Deputado Federal, por solicitação de Micarla e Gilson Moura e uma estratégia do seu partido, tendo sido vitorioso mais uma vez. Tomou posse na Câmara dos Deputados, onde exerceu seu mandado até o ano de 2014 com lealdade, trabalho e dedicação ao povo potiguar.
Hoje ele não está mais aquí, mas continua vivo na lembrança de Sueleide sua esposa, seus irmãos Robson, Deivyson, Denise, Deyse, seus tios Sebastião Leite e Gilvan Leite, dos amigos e do povo potiguar.
Presidente Jair Bolsonaro durante entrevista coletiva ao sai do encontro com o presidenrte do STF, Luiz Fux, após fazer afirmações contra o ministro Roberto Barroso, presidente do TSE. Sérgio Lima/Poder360 12.07.2021
O presidente Jair Bolsonaro e a sua gestão frente ao Palácio do Planalto seguem em seu momento de maior rejeição, segundo pesquisa PoderData realizada nesta semana (19-21.jul.2021). As taxas ficaram estáveis em relação às do levantamento anterior, feito 15 dias antes, com variações dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais.
Na pesquisa divulgada nesta 4ª feira (21.jul.2021), 56% avaliam o presidente como ruim ou péssimo, uma oscilação de 1 ponto para cima em relação a duas semanas antes. Para 26%, o desempenho de Bolsonaro é bom ou ótimo; 15% o avaliam como regular.
O PoderData faz duas perguntas aos entrevistados: uma sobre a avaliação do desempenho pessoal do presidente e outra sobre seu governo. Nessa última, são dadas 3 opções: aprova, desaprova ou não sabe.
Os resultados mostram que a gestão bolsonarista é aprovada por 32% e reprovada por 62%. Outros 6% não sabem como responder. Essas taxas também variaram na margem de erro.
O PoderData vai a campo a cada 15 dias desde abril de 2020 para medir a percepção da população sobre o desempenho pessoal do presidente da República e a avaliação do governo. A frequência das pesquisas permite a captação tanto de variações repentinas na opinião pública quanto de tendências mais longas:
no curto prazo – o “salto” de rejeição verificado 15 dias antes dá sinal de que pode ter se esgotado ou, ao menos, desacelerado. A reprovação segue em nível recorde, mas o patamar se manteve nestas duas últimas semanas;
no médio prazo – Bolsonaro segue no quadro de alta rejeição registrado desde março, quando o país atravessava a 2ª onda de covid-19, a mais devastadora.
Os 15 dias que separam este levantamento do anterior foram de menor tensão política. O Congresso entrou em recesso, o que interrompeu as atividades da CPI da Covid, fonte de cobertura midiática negativa para Bolsonaro. O presidente acenou aos outros Poderes, ganhou ampla exposição no noticiário ao ser internado para uma cirurgia–que acabou descartada– e, no início desta semana, deu 3 entrevistas em 2 dias. É cedo para afirmar se o quadro estável indica uma tendência que vá se manter nas próximas pesquisas.
Esta pesquisa foi realizada no período de 19 a 21 de julho de 2021 pelo PoderData, a divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.
Foram 2.500 entrevistas em 427 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.
Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.
DESTAQUES DEMOGRÁFICOS: AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE BOLSONARO
Os que têm de 25 a 44 anos (61% desse grupo), os moradores da região Nordeste (62%), os que cursaram ensino superior (66%) e os desempregados ou sem renda fixa (61%) são os estratos que mais rejeitam (“ruim”+”péssimo”) o desempenho de Bolsonaro.
Já os homens (32%), os moradores das regiões Sul (38%) e Norte (33%) e os que ganham de 5 a 10 salários mínimos (33%) são os que mais aprovam.
DESTAQUES DEMOGRÁFICOS: AVALIAÇÃO DO GOVERNO
O gráfico a seguir estratifica os votos dos entrevistados. O Poder360 destaca:
escolaridade – 73% dos que têm ensino superior desaprovam o governo;
região – 70% no Nordeste desaprovam a gestão bolsonarista; 52% no Norte aprovam –é o único dos 19 estratos em que a aprovação supera a reprovação;
renda – 69% dos desempregados ou sem renda fixa rejeitam o governo; 47% dos que ganham de 2 a 5 salários mínimos aprovam.
PODERDATA
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PESQUISAS MAIS FREQUENTES
O PoderData é a única empresa de pesquisas no Brasil que vai a campo a cada 15 dias desde abril de 2020. Tem coletado um minucioso acervo de dados sobre como o brasileiro está reagindo à pandemia de coronavírus.
Num ambiente em que a política vive em tempo real por causa da força da internet e das redes sociais, a conjuntura muda com muita velocidade. No passado, na era analógica, já era recomendado fazer pesquisas com frequência para analisar a aprovação ou desaprovação de algum governo. Agora, no século 21, passou a ser vital a repetição regular de estudos de opinião.
Plenário da Câmara – Votação e discussão das medidas contra à corrupção, no plenário da Câmara dos Deputados. Brasilia, 29-11-2016. Foto: Sérgio Lima / PODER 360.
Muito da vida está ligado a 2 elementos bem especiais, o tempo e a forma. Às vezes, agimos no tempo certo, mas da forma errada; noutros momentos, atuamos da forma certa, porém no tempo errado. E, como um evento bem mais peculiar (e, infelizmente, já não tão raro), há aqueles que conseguem agir, de uma vez só, no tempo e forma errados.
A defesa do chamado “distritão”, como novo sistema eleitoral a alterar o racional da democracia representativa brasileira, é exemplar modelo desse tipo que se pode chamar de equívoco qualificado.
No Brasil, país cujo povo não guarda qualquer relação de fidelidade com os partidos (até porque há legendas que não conseguem ser fiéis a si mesmas, ao seu conteúdo programático e princípios), sempre se defendeu, enfaticamente, o fortalecimento das agremiações partidárias, veículos, de fato, relevantíssimos em nosso modelo de representatividade.
É absolutamente correta e louvável a defesa do reforço aos partidos, à cultura da fidelidade partidária, e, por consequência, do aperfeiçoamento do nosso sistema partidário.
Mas é necessário superar o hábito da incoerência. Como já afirmou o escritor Esopo, da Grécia Antiga, “o hábito torna suportáveis coisas assustadoras”. E é de espantar que uma discussão tão relevante para a democracia brasileira, com poderosos efeitos sobre a representatividade, seja marcada por esse preocupante hábito da contradição.
Não há possibilidade de se defender, ao mesmo tempo, a tonificação dos partidos e o distritão. Essa conta não fecha. Simples assim.
O tempo e a forma não estão sendo respeitados no enfrentamento da temática. O momento é o menos recomendável possível. Está-se às portas de um ano eleitoral (que, aliás, promete ser o mais “quente” de todos os tempos) –sem falar que, por exigência constitucional, qualquer alteração nas regras eleitorais, para ser aplicada nas próximas eleições, deve ser realizada até outubro deste ano. Ou seja, está-se a discutir assunto altamente sensível, com alteração do núcleo da infraestrutura político-eleitoral, a toque de caixa. Isso não tem como resultar em boa coisa.
E o que falar da forma? Vejam, é preciso, antes de importar institutos que aparentemente funcionam bem em outras nações, fazê-los passar por nossa alfândega cultural, que, convenhamos, é bem complexa.
Já está claro que o distritão é uma espécie de reserva tática, o 1º passo rumo à introdução daquele que tem sido alardeado como o modelo ideal, o tal do distrital misto. Ora, se este funciona bem na Alemanha, por qual motivo não haveria de funcionar super bem no Brasil? É a história do respeito à alfândega cultural…
Não faz sentido querer mudar a lógica da representatividade quando, na verdade, nem bem o povo conseguiu entender o atual sistema eleitoral, embora muito melhor do que o agora proposto.
O distritão é uma verdadeira máquina de moer partidos, reduzindo-os a nada ou a muito pouco. É um indisfarçável narcisismo político que estimula cada candidato –e futuro mandatário– a ser discípulo de si mesmo.
Enquanto o atual sistema proporcional reflete as várias tendências nacionais, tão bem prestigiadas pela Constituição Federal, o distritão gera uma egolatria política, criando verdadeiros “feudos”, em que mandatários viverão uma nociva autocontemplação, e que certamente serão dominados por candidatos que já estão no poder, pelos concorrentes mais abastados ou mesmo pelas celebridades (as de verdade e as de ocasião).
O diálogo deve ser sempre estimulado e respeitado em uma democracia. Daí porque, mesmo desconfiando, fortemente, de que o distritão seja um péssimo sistema eleitoral para o nosso país, entendemos que os debates sobre ele (e outros modelos, como o distrital misto) devem ser incentivados.
Entretanto, no tempo e da forma como o tema vem sendo conduzido, é manifesto que o que menos importa é a compreensão e a concordância do povo quanto ao que está sendo discutido e que afetará diretamente as suas vidas.
O que precisa ficar claro é que a questão deveria dizer muito menos sobre o sistema que a classe política entende que deva ser adotado para melhorar a representatividade, e mais, muito mais, sobre o quanto ela deseja realmente levar a sério o direito do cidadão de ser ouvido e compreender, com precisão e transparência, o que está sendo proposto para ele, que, no final das contas, é o destinatário e a razão de ser de qualquer alteração das sensíveis regras do jogo político.