Advogado que assinou pedido de impeachment chama Bolsonaro de serial killer


Um dos nomes que assinou o ‘superpedido’ de impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na última quarta-feira , o advogado criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, se refere ao chefe do executivo como ‘serial killer’.

Em coluna assinada no site Poder 360, oadvogado diz que, quando assumiu a presidência, Bolsonaro passou a fazer “exatamente aquilo que havia prometido a vida toda: apologia à tortura, misoginia, perseguição às minorias, tentativas de fechamento do Congresso e do Supremo, desarme da cultura, do meio ambiente, dos direitos humanos e um elogio à barbárie institucionalizada”.

“Quando Bolsonaro resolveu assumir, orgulhosamente, que ele é o senhor da morte, o cultor da dor, o responsável pelo caos que o país enfrenta na crise sanitária, o gozador brincalhão da desgraça alheia e o autor, como um serial killer, de crimes de responsabilidade em série, ficou claro que o impeachment era uma necessidade. Urgente”, diz Kakay.

Além do ‘superpedido’, que reúne 23 acusações de crimes de responsabilidade, outros 122 foram protocolados na Câmara dos Deputados desde o início do mandato do presidente . Assim como o ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia, o atual, Arthur Lira (PP-AL), não deu andamento a nenhum deles pois, segundo ele, não há “disposição política” para tal.

“É o 1º caso, no mundo, de um presidente da República que se porta como um serial killer em matéria de impeachment. Os argumentos jurídicos estão sobejamente demonstrados”, argumenta Kakay.

“Esse pedido de impeachment é uma oportunidade que nós estamos nos dando de sermos felizes. Se for difícil ser feliz, nós teremos tido a chance enorme de ter tentado.”

Fonte: último segundo.

Vereador Dr. César Maia apresenta projetos de lei que regulamenta a “xepa da vacina” e implanta“Centro Pós-Covid” em Parnamirim

O Vereador Dr. César Maia do município de Parnamirim, ainda em seus primeiros dias de mandato, apresentou esta semana na Câmara Municipal, dois Projetos de Lei relacionados a pauta da COVID-19. Dr. César é médico e está levantando a bandeira da saúde como uma das prioridades do seu mandato.

O primeiro Projeto de Lei de nº 157/2021, trata da regulamentação do uso de sobras de vacina no município de Parnamirim, prática conhecida popularmente por “Xepa da Vacina”, onde são destinadas por parte da equipe da saúde, as doses restantes no dia corrente de vacinação, o projeto propõe que as sobras das vacinas sejam aplicadas na população maior de 18 anos que reside nas proximidades dos pontos de vacinação. A ideia é regulamentar a “xepa da vacina”, evitar que doses sejam desperdiçadas e ao mesmo tempo oferecer à população parnamirinense maior de 18 anos o acesso a essa dose de esperança.

A criação da xepa já é uma realidade em grandes cidades, em Natal por exemplo, um projeto similar foi aprovado. A tendência é que mais cidades adotem essa medida para evitar desperdícios de doses.

Anteriormente o Vereador Dr. César Maia havia apresentado o Projeto de Lei de nº 152/2021, que propõe a criação de um Programa de Reabilitação para os pacientes acometidos por sequelas físicas e/ou psicológicas da COVID-19. O Vereador sugere a criação de políticas por parte do Executivo, voltadas exclusivamente, para o acompanhamento e tratamento de pessoas sequeladas pela COVID-19, a proposta é assistir os pacientes que apresentam sequelas nos sistemas cardiovascular, respiratório e psicológico. O “Centro Pós-COVID” já é realidade em outras cidades e têm um impacto positivo na reabilitação e assistência desses pacientes.

“Esses projetos representam muito para o povo e é nosso compromisso neste mandato, sabemos o quão difícil é o momento que estamos passando decorrente desta pandemia. Agilizar o processo de vacinação e tratar das pessoas que ficaram com sequelas são medidas importantes para o enfrentamento da COVID-19, além disso, irão contribuir para a saúde e qualidade de vida dos parnamirinenses. O município de Parnamirim anseia por essas medidas”, afirmou o vereador.
VEREADOR DR. CÉSAR MAIA APRESENTA PROJETOS QUE IMPLANTA “XEPA DA VACINA” E “CENTRO PÓS-COVID-19” EM PARNAMIRIM

Janssen diz que sua vacina anticovid é eficaz contra a variante Delta

A vacina da Janssen contra a covid-19 apresenta resultado “forte e persistente contra a variante Delta”, anunciou na 5ª feira (1º.jul.2021) a Johnson & Johnson, empresa responsável pela farmacêutica.

A variante, detectada pela 1ª vez na Índia, é considerada de rápida disseminação e está se tornando dominante em diversas regiões, como a Europa.

Os dados mostraram que a durabilidade da resposta imune é de pelo menos 8 meses, período de tempo avaliado até o momento”, lê-se em comunicado emitido pela empresa. Eis a íntegra, em inglês (183 KB).

A Johnson & Johnson afirmou ainda que o imunizante, aplicado em regime de dose única, apresentou resposta positiva no combate a outras cepas do Sars-CoV-2, coronavírus responsável pela covid-19.

Acreditamos que nossa vacina oferece proteção durável contra a covid-19 e induz atividade neutralizante contra a variante Delta. Isso se soma ao robusto corpo de dados clínicos que suportam a capacidade de nossa vacina de dose única de proteger contra múltiplas variantes preocupantes”, declarou Paul Stoffels, vice-presidente do Comitê Executivo e Diretor Científico da Johnson & Johnson.

Os dados completos foram submetidos para publicação no bioRxiv, repositório de pré-publicação direcionado as ciências biológicas, para avaliação da comunidade científica.

A Johnson & Johnson analisou amostras de sangue de 8 participantes do ensaio clínico de estágio final para verificar a eficácia contra a variante Delta. Ainda avaliou a resposta imune de 20 pessoas ao longo dos 8 meses desde que receberam o imunizante.

Especialistas defendem a aplicação de uma dose de reforço do imunizante da Janssen para aumentar a proteção contra variantes do coronavírus. A empresa, no entanto, disse que a aplicação de apenas uma dose já é eficaz contra o vírus.

Uma única dose da vacina anticovid da Johnson & Johnson criou anticorpos neutralizantes contra uma série de variantes preocupantes do Sars-CoV-2, que aumentaram ao longo do tempo (a capacidade neutralizante média em 8 meses excedeu a média em 29 dias)”, declarou a empresa.

A vacina teve seu uso emergencial aprovadopela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em 31 de março. Começou a ser aplicada no Brasil em junho. Além das 3 milhões de doses doadas pelos Estados Unidos, o governo federal tem um contrato para receber 38 milhões de doses do imunizante.
Fonte: poder 360.

Depois de 20 anos, EUA deixam base aérea no Afeganistão

U.S. Army Paratroopers assigned to the 2nd Battalion, 504th Parachute Infantry Regiment, 1st Brigade Combat Team, 82nd Airborne Division, deploy from Pope Army Airfield, North Carolina, Jan. 1, 2020. Elements of the Immediate Response Force mobilized for deployment to the U.S. Central Command area of operations in response to increased threat levels against U.S. personnel and facilities. The IRF and the All American Division remain postured and ready to deploy in support of the National Command Authority. (U.S. Army photo by Capt. Robyn J. Haake)

Tropas do Exército dos Estados Unidos e membros da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) começaram a retirada da base aérea de Bagram, no Afeganistão. A informação foi fornecida por um oficial de defesa do país norte-americano e publicada pela Reuters nesta 6ª feira (2.jul.2021).

Todos os soldados americanos e membros das forças da Otan deixaram a base aérea de Bagram“, disse o oficial de segurança dos EUA sob condição de anonimato.

A base aérea de Bagram, considerada a mais importante do Afeganistão, recebeu militares norte-americanos por quase duas décadas. O local era usado para lançar aviões contra o Talibã e outros grupos.

Na madrugada desta 6ª feira (2.jul.2021), uma autoridade afegã afirmou que a base deve ser oficialmente entregue em uma cerimônia neste sábado (3.jul).

Os militares norte-americanos coordenaram uma guerra aérea a partir da base de Bagram, cerca de 60 km ao norte de Cabul, desde 2001. A retirada das forças simboliza o fim do envolvimento militar dos EUA no país.

A base será entregue ao governo afegão no momento em que o país enfrenta uma crescente guerra contra o Talibã.

Em junho deste ano, o presidente norte-americano, Joe Biden, disse ao seu homólogo afegão, Ashraf Ghani, que “os afegãos terão que decidir seu futuro“. Ghani respondeu dizendo que o seu trabalho agora era “administrar as consequências” da retirada dos EUA.

Em troca da retirada, o Talibã prometeu travar o terrorismo internacional em solo afegão. O grupo também se comprometeu a entrar em negociações com seus rivais afegãos, mas, até então, pouco progresso foi feito nesse sentido.

GUERRA DO AFEGANISTÃO

A guerra do Afeganistão é a mais longa da história dos EUA. Em quase 20 anos de combate, mais de 2.400 soldados americanos morreram e pelo menos 20.000 ficaram feridos. O conflito também vitimou cerca de 47 mil civis e dezenas de milhares de membros das forças de segurança do Afeganistão.

A guerra teve início em outubro de 2001, com a caçada ao líder da Al-Qaeda e mentor dos ataques de 11 de setembro, Osama Bin Laden. Ele foi morto por tropas norte-americanas durante operação no Paquistão.
Fonte: poder 360.