“Cada Poder tem que saber que tem limite”, afirma Bolsonaro

Foto: Sérgio Lima/Poder 360

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta 3ª feira (20.jul.2021) que os Poderes públicos têm que saber que cada um “tem limite“. O chefe do Executivo afirmou estar disponível para participar de reuniões para “acertar os ponteiros” com os presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Câmara dos Deputados e Senado.

“Cada Poder tem que saber que tem limite. Eu tenho limite por que que o Judiciário não pode ter limite? Tem que ter limite também. Tá? E a mesma coisa no tocante ao Legislativo. Então é importante a gente manter a harmonia entre nós, o que não é fácil“, declarou em entrevista à Rádio Itatiaia.

Na semana passada, uma reunião entre os presidentes dos 3 Poderes estava prevista, mas foi cancelada depois que Bolsonaro foi hospitalizado. O encontro havia sido proposto pelo ministro Luiz Fux, presidente do STF, com o objetivo de “fixar balizas sólidas para democracia brasileira”.

“Eu estou à disposição [para uma reunião] a partir de agora em havendo oportunidade para participar. Essas reuniões, já tivemos no passado parecida com essa, é para a gente acertar os ponteiros, trocar umas ideias, o que é muito importante“, afirmou Bolsonaro.

Na entrevista, o presidente reforçou ainda que não tem “problema” com o Congresso, ao comentar que deve vetar o fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões aprovado na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias). “O Parlamento vai decidir se derruba o veto ou não. A bola vai estar com o Parlamento“, disse.

Fonte: Poder 360

A alegria voltou à Câmara. Rhalessa de Clênio reassumiu o seu mandato

O competente advogado Thales Goes, que representa a vereadora Rhalessa Cledylane Freire dos Santos, confirmou que a parlamentar cumpriu o chamamento da presidência da Câmara Municipal de Parnamirim e compareceu na manhã desse dia (19) às dependências da presidência do poder legislativo, onde reassumiu o seu mandato de vereadora em Parnamirim.

O chamamento foi publicado no diário oficial do dia 19/07/2021. Rhalessa já está de fato e de direito reintegrada as funções legislativas e, tão logo ocorra o retorno das atividades parlamentares, teremos a alegria da vereadora de volta ao plenário da Câmara.

A arrogância em alta

Padre João Medeiros Filho

O mundo está caminhando na contramão da doutrina de Jesus, que ensinou a seus discípulos: “Aprendei de mim que sou manso e humilde.” (Mt 11, 29). Estas duas virtudes destacadas pelo Mestre opõem-se aos arrogantes eprepotentes. Durante sua vida pública, o Filho de Deus deparou-se com a bazófia dos doutores da lei, escribas e fariseus. Procurou chamar a atenção de seus seguidores para a descaso das autoridades de seu tempo. Diante de sua presunção – uma das faces da prepotência – chamou-os de “sepulcros caiados” (Mt 23, 27).  Cristo sempre condenou a postura do dedo em riste, do criticarlevianamente e acusar sem provas, do culpar sem motivos e destruir sem diálogo. Ele contrapôs sua doutrina a tais atitudes. “Bem-aventurados os mansos” (Mt 5, 5). A lógica cristã está bem delineada nas páginas do Evangelho: “Todo aquele que se exalta será humilhado, e todo aquele que se humilha será exaltado.” (Mt 23, 12).Vale lembrar um antigo ritual da coroação do papa. Ao colocar a tiara, símbolo do poder pontifício, um dos cardeais pronunciava estas palavras: “Sancte Pater, sic transit gloria mundi!” (Santo Padre, a glória do mundo é transitória).

Etimologicamente, a palavra arrogância deriva do verbo latino “adrogare”, que significa exigir para si. No Império Romano, era utilizada para definir alguém que se considerava no direito de impor um reconhecimento que não lhe cabia. A arrogância e seus derivados hoje estão em alta, tanto na vida pública, quanto nas redes sociais. Trata-se de atribuir a si poderes ou privilégios, ditando umasuposta superioridade. É manifestação de narcisismo, deslumbramento decorrente de algum predicado. Segundo os estudiosos da mente humana, trata-se do sentimento de quem se acredita melhor e mais capaz – moral, religiosa, social, política ou intelectualmente – do que o seu semelhante. Resultado disso é o desprezo em relação aos outros, vaidade e soberba ostensivas. É típico do prepotente acreditar-se dono absoluto da verdade, demostrando supremacia sobre os demais. O tribuno romano Cícero afirmou: “Quanto mais mediocridade mais arrogância. O sábio não impõe.” O Salvador sempre se mostrara despretensioso e propositivo. Quanto mais santidade e sabedoria, mais pureza e humildade, ou seja, consciência de suas limitações. Os soberbos vestem a túnica da empáfia para ocultar sua ilusão e, por vezes, a própria mediocridade. A arrogância embriaga e ilude, faz perder a noção e a lucidez da condição humana. É sempreoportuna a orientação do apóstolo Paulo: “Nada façais por contenda ou vanglória, mas com humildade. Cada um considere os outros como superiores a si mesmo.” (Fl 2, 3).

A gênese da arrogância e de seus equivalentes, não raro, está nos recalques e frustrações que se procuram esconder nos gestos e palavras intransigentes. O presunçoso ameaça, procura rebaixar o outro, agride e persegue. É um obcecado por destruição. Sente prazer mórbido em descontruir quem lhe desagrada. Em geral, guarda uma amargura interior, buscando atingir seu semelhante com o ódio ou desprezo. Via de regra, ignora a polidez, educação e civilidade. As pessoas pedantes tendem a ser ácidas e manter relações tóxicas. A ausência da paz dissemina um clima de negatividade. São pessoas inseguras, dominadas pelo medo de serem descobertas em sua pobreza íntima.

A arrogância e seus congêneres têm levado muitos a desvarios em pronunciamentos inconsequentes que, não obstante, ecoam fortemente. O nível de morbidez da sociedade é tão expressivo que narrativas e discursos equivocados, marcados de petulância e sofismas, têm mais receptividade e adesão do que as perspectivas construtivas. No entanto, somente estas são capazes de desencadear uma qualificada configuração sociopolítica, religiosa e emocional. A prepotência hospeda discursos negativos e deletérios, sem contribuir para a solução dos problemas que afligem a humanidade. A prepotência é a máscara dos fracos. As nossas posturas de suposta autossuficiência e a ilusão de termos uma posição de superioridade são confrontadas pela inexorável realidade: quem somos nós, habitantes deste pálido ponto azul, que é o nosso planeta, na imensidão do Universo? Assim aconselha-nosa Sagrada Escritura: “A arrogância acaba por trazer humilhação, enquanto a humildade leva-nos à glorificação!” (Pv 29, 23).

Fernando Fernandes mostra serviço, agrada a família Taveira, mas desagrada algumas lideranças

O secretário de Limpeza Pública, Fernando de Lima Fernandes, é considerado pelo prefeito Taveira como um profissional atuante.
O querido secretário passou a ser o pára-choque da administração quando o assunto está relacionado a sua pasta. Como é do conhecimento de toda cidade, Fernandes tem um perfil conservador, é apaixonado por política e já anda se intitulando coordenador da campanha da mulher do prefeito, Alda Lêda. Fernando vem se articulando com as lideranças do seu convívio, algumas delas não gostaram da forma como ‘Fefê’ toca no assunto.

Houve relato de que duas figuras importantes, que juntas somam mais de mil votos, iriam votar na primeira dama, mas antes queriam um tête à tête com o coronel. Uma já está decidida, só irá acompanhar Lêda se Fernando parar com esse estilo de fazer política. Enquanto a legislação eleitoral não sair, ainda vamos assistir outros capítulos dessa grande novela que é o pátrio poder.

Para o bom entendedor, registra-se um recado: é dever da família e da sociedade prover o melhor para as crianças e os adolescentes, independentemente da construção da família.” Entendido? Sim, senhor.