Deputado Souza comemora anúncio de implantação do Atlas da Energia Solar e Eólica

Sessão Ordinária – 04/05/2021

O deputado Souza (PSB) comemorou nesta terça-feira (4), durante sessão plenária híbrida da Assembleia Legislativa, o anúncio feito pelo Governo do Estado para desenvolvimento do Atlas da Energia Solar e Eólica do Rio Grande do Norte. A iniciativa irá garantir a análise dos ventos e a radiação solar, visando aumentar os investimentos no setor no RN.

“Sabemos que nessa área das energias renováveis despontamos como um dos principais do País. Em 2015 requeri a implantação desse mapa para orientar os investidores e finalmente teremos a sua implementação, contemplando as potencialidades de cada região potiguar no setor”, destacou Souza.

De acordo com o deputado, as energias renováveis têm modificado a realidade de diversos municípios potiguares, gerando emprego, renda e divisas para a população. “A boa notícia é que esses equipamentos para a análise dos ventos e radiação solar, que irão viabilizar a elaboração do atlas, começarão a ser instalados essa semana. O documento, por sua vez, é esperado para o segundo trimestre de 2022”, comemorou ele.

Ainda segundo Souza, serão implantadas ao todo 6 torres com 3 metros de altura cada, nos municípios de Lajes, Nova Cruz, Santa Cruz, Mossoró, Pau dos Ferros e Jandaíra. “Esse documento é fundamental para garantir que o Rio Grande do Norte continue na liderança desse setor, atraindo e orientando os investimentos no Estado”, concluiu.

Fonte: AL/RN.

95% das trabalhadoras domésticas perderam renda na pandemia, diz estudo

Em pouco mais de 1 ano da pandemia do coronavírus, 95% das trabalhadoras domésticas relataram que a renda diminuiu.

A informação é de pesquisa realizada pelo observatório De Olho na Quebrada, da Unas(União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região), entre dezembro de 2020 e março deste ano.

O estudo, publicado pelo jornal Folha de S.Paulo nesta 3ª feira (4.mai.2021), teve apoio da ActionAid, da Open Society Foundation e do Instituto Construção.

O levantamento entrevistou mulheres de Heliópolis, uma favelas mais populosas de São Paulo (SP), com cerca de 200 mil moradores.

A pesquisa aponta que quase 9 em 10 perderam algum posto de trabalho na pandemia e que mais da metade (52%) não tem mais nenhuma renda.

Segundo a pesquisa, 97% das trabalhadoras domésticas em Heliópolis são mães e metade delas é solo, ou seja, não compartilha com ninguém a responsabilidade pela criação dos filhos. Mais de 70% delas são negras e 48% têm entre 40 e 59 anos.
poder 360.

O silêncio de Deus

Padre João Medeiros Filho
Diante da pandemia atual, há os que questionam: “Onde está Deus?” Na década de 1940, teólogos do pós-guerra interrogaram: “Como falar de Deus para quem vivenciou a tragédia de Hiroshima e Nagasaki?” Visitando Auschwitz, Bento XVI exclamou: “Onde estavas, ó Deus, que silenciaste?” A complexa situação vivida pela humanidade implica na revisão de nossas concepções espirituais, sociopolíticas, econômicas e culturais. As religiões não podem se eximir de responder a este questionamento. A cultura judaico-cristã, em especial, é instada a refletir sobre o aparente silêncio do Eterno diante do sofrimento humano. Não raro, empurramos os nossos deveres e responsabilidades para o Onipotente. Primeiramente, é importante superar narrativas que consideram a pandemia como castigo divino. Isso não é bíblico, tampouco teológico. É o desejo do homem projetado sobre Deus. Uma divindade cruel e vingativa só pode ser pensada por quem não conhece a misericórdia do Evangelho. É preciso rever a postura da exigência de milagres, tornando o Criador um “quebra-galho” de nossos erros, omissões e irresponsabilidades. É indispensável rezar para que não sejamos atingidos pelos males. E cruzar os braços é negar pertencer à humanidade redimida por Cristo.
Deus criou o mundo, concedendo-lhe autonomia. A presença do Mal no universo e nas decisões individuais ou sociais pode parecer “cochilos celestiais”. Entretanto, o denominado silêncio de Deus não é apatia nem abandono. Seguir Jesus não isenta o cristão da cruz. “O discípulo não é maior do que o Mestre.” (Lc 6, 40). Para quem tem fé, a última palavra da história humana não é a morte. Esta não é o fim. É preciso se conscientizar de que o Pai Celeste é compassivo com seus filhos. Foi solidário com nossa dor e miséria, enviando Cristo para nos libertar. Ele é discreto. Age por meio daqueles que colaboram verdadeiramente para superar as crises, sem fazer delas álibi para interesses menores. O Altíssimo está presente nos que se arriscam para salvar a vida dos irmãos. É atuante na solidariedade revigorada e nos que reativam a esperança, orando. No fim de toda essa provação, a humanidade deverá reconsiderar seus conceitos e posturas. A finitude e a impotência fazem-nos compreender que ninguém nasceu para sofrer. Porém, a dor nos faz evoluir.
Deus não nos abandona. Torna-se silente para despertar nos seres humanos gestos de fraternidade. Utiliza nossos lábios para proclamar a ternura; nossas mãos para repartir o Bem e nossos corações para demonstrar amor e gratidão. Fala-se Dele como se não estivesse também dentro de cada um. Imagina-se um Ser totalmente abstrato, distante, alheio a tudo, ao redor de nós. Até para nos salvar quis contar com um ser humano: Jesus, o Verbo encarnado. Para libertar seus filhos do Mal, das doenças e ameaças não prescinde de nós. Porém, não assumimos nossos compromissos e buscamos culpados. Não fazemos a nossa parte e cobramos de Deus, como se fosse o responsável pela nossa negligência. Ele não está ausente nem silencioso. Muitos O afastam da sociedade. Em razão disso, não se vê no próximo um irmão. Na política, é tratado como inimigo. Na economia, concorrente. Na religião, incrédulo. Na vida pública, mero contribuinte. A mensagem do Evangelho ainda não penetrou na consciência dos homens. Repele-se Deus do mundo pelo egoísmo, pela injustiça e insensibilidade. Ainda não aprendemos o ensinamento do Mestre: “Que vos ameis uns aos outros.” (Jo 13, 34).
A política usa frequentemente o escudo do bem comum para esconder outros interesses. A economia é despida de sensibilidade. Alicerça-se no lucro. Por vezes, a religião é proselitista, forma sutil de dominação. Urge que os cristãos reflitam mais sobre a Eucaristia: único sinal de fraternidade solidária. A comunhão que recebe o Papa é a mesma do simples fiel. O Pão repartido com os puros é idêntico ao destinado aos pecadores. Eis a grande metáfora da unidade e igualdade humana, legada por Cristo. Mas, o mundo ainda não compreendeu este verdadeiro exemplo de democracia! “Muitos cristãos recebem o Jesus da hóstia consagrada, mas não comungam o Cristo do Evangelho”, repetia Santa Dulce dos Pobres!

Pé no freio dos juros, escreve Carlos Thadeu de Freitas Gomes

Shopping no centro de Brasília tem movimento intenso no último fim de semana antes do Natal

Os dados mais recentes dos preços mostram um alívio na inflação ao consumidor no mês de abril. A inflação no atacado também arrefeceu, principalmente em função da queda nos preços dos produtos industriais. Por outro lado, o aumento sustentado nos preços de commodities têm pressionado os produtos agropecuários. Essa conjuntura de preços em desaceleração combinada com a atividade mais fraca esperada também para o segundo trimestre do ano, além da predominante incerteza em relação à pandemia, seguem sugerindo uma moderação no aumento dos juros.

Como se sabe, a trajetória da política monetária brasileira mudou, com o início do aperto monetário mais forte do que o esperado, na última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária). Naquele momento, meados de março, os dados apontavam maior pressão inflacionária este ano, o dólar beirava R$ 5,60, e as discussões sobre o Orçamento causavam agitação.

O BC (Banco Central) elevou as projeções para a inflação este ano, de 3,4% em dezembro, para 5% no último Relatório de Inflação, divulgado na última semana de março. O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) ficaria 1,25 pontos acima do centro da meta, mas estaria dentro do limite superior para este ano, 5,25%. Mesmo assim, o BC aumentou de 8% para 41% a probabilidade de a inflação ultrapassar o limite superior da meta em 2021.

Os últimos dados do IPCA-15 divulgados pelo IBGE mostram que a inflação ao consumidor desacelerou em função do alívio dos preços administrados. A alta de 0,60% veio abaixo da mediana das expectativas (0,67%).

Os números reforçam o cenário de que a alta da inflação decorre de choques temporários de alguns preços, no caso mais recente da energia, com a alta dos preços do petróleo. Mas essas pressões não estão disseminadas, e o índice de difusão está menor. Temos a inflação de alimentos arrefecendo, embora alguns preços de commodities em alta estejam relacionados a retomada do crescimento das economias da China e dos EUA, e a pressão dos preços de petróleo começou a diminuir.

Ou seja, no curto prazo, o indicador geral e as aberturas do IPCA-15 estão bem comportados, mesmo com preços administrados e commodities podendo oferecer alguma pressão ao IPCA de 2021 e de 2022.

Além disso, com a decretação dos lockdownsem diversas cidades, a partir das últimas semanas de março, houve, de fato, piora nas perspectivas para o desempenho da atividade econômica no segundo trimestre, afetando a confiança dos empresários e consumidores.

O índice de confiança do empresário do comércio, da CNC, caiu em abril pela quinta vez, atingindo o quadrante pessimista. As expectativas dos comerciantes para o curto prazo pioraram, embora estejam na zona de avaliação otimista, impactando negativamente a intenção de investimentos e a contratação de funcionários pelo setor.

A intenção de consumo das famílias igualmente caiu em abril, com o agravamento da pandemia, lentidão na vacinação, que se refletem nos orçamentos dos consumidores e na maior cautela em relação ao consumo.

A sondagem da construção civil reforça a expectativa de desaceleração da atividade econômica na passagem do primeiro para o segundo trimestre. O Índice de Confiança da Construção, medido pela FGV, caiu pelo quarto mês consecutivo em abril, levando o indicador a patamar menor do que antes da pandemia.

A geração de emprego formal tem se mostrado resiliente, em que os dados do Caged seguem apontando aumento na demanda por trabalho no mercado formal, e reforçam a visão de que a piora na atividade é temporária. Ainda assim, a fragilidade no emprego e na renda ainda são uma realidade.

Mesmo com a reabertura dos serviços, os serviços prestados às famílias e o turismo só devem se recuperar plenamente com o aumento da cobertura vacinal do país, que só é esperada para o final do ano, quando EUA e China, por exemplo, estarão com a maior parte de suas populações imunizadas e reduzirão a demanda por vacinas e insumos.

O BEm (Benefício Emergencial de Manutenção do emprego) foi relançado e, mesmo com certo atraso, deve ajudar a manter os vínculos de emprego e pelo menos parte da renda do trabalho. O custo da nova etapa do programa está previsto em R$ 10 bilhões, financiado por abertura de crédito extraordinário, em que se espera que atinja até 5 milhões de acordos nos próximos 4 meses.

Todo esse contexto, piorado com a grande nuvem de incerteza, intensifica a necessidade de o Copom manter-se mais cuidadoso sobre uma nova alta de juros. O mercado já aposta em uma manutenção no ritmo do aperto monetário em maio, com elevação da Selic em 0,75 ponto percentual.

O IPCA-15 mostra inflação cedendo e dá certa tranquilidade ao Copom. Por isso, o Banco Central tem de ir devagar com a Selic, não só olhar os dados com maior senso crítico, como também atentar para os objetivos secundários do atual mandato, aprovado em conjunto com a autonomia do BC.

Os sinais temporários de pressões de inflação e a aprovação do Orçamento de 2021, além do e andamento da reforma tributária, ajudam a diminuir a incerteza fiscal. As próprias estatísticas da Covid também têm melhorado na margem, mesmo com muita incerteza no horizonte. Essa dinâmica é favorável ao cenário da inflação nos próximos meses.

A incerteza também ajuda a explicar o direcionamento do FED em relação a aumentos de juros nos EUA. O Banco já avisou que o objetivo é a geração de emprego e garantir a renda, com estímulos à atividade econômica. Por isso não deve aumentar os juros tão cedo, nem neste ano, talvez nem no próximo, mesmo com o anúncio do plano expansionista de gastos públicos com mais emissão de dívida, que pode resultar em inflação temporariamente mais elevada no país.

O choque inflacionário atual está transitório, ele pode ser mais ou menos persistente em algum momento do tempo, devido ao câmbio depreciado pela incerteza fiscal, e à valorização das commodities por conta da retomada econômica global que está acontecendo em fases. Mas não houve contaminação pelo índice geral de inflação, conforme mostram as taxas mais baixas dos grupos de despesas pessoais, educação, além de alguns serviços, que não sentem o impacto do dólar, uma vez que seus custos não absorvem os movimentos do câmbio. O grupo de alimentação é que talvez pressione um pouco mais a inflação, dado o cenário pro ciclo de commodities.

O crédito em 12 meses está em queda, de acordo com os dados do Banco central, e ficará mais caro com os juros mais altos. O endividamento em proporções elevadas também dificulta novas contratações de dívidas, e o medo das pessoas em relação às ondas e variantes da Covid naturalmente reduzem o ímpeto ao consumo de supérfluos.

Hoje, o que mais pode afetar a inflação no curto prazo vem menos dos fundamentos macroeconômicos e mais do risco com as questões políticas que influenciam a trajetória fiscal. E aí sim o risco fiscal vai afetar mais ou menos a dívida pública, como também o câmbio e a curva de juros, como temos visto. Mas a resolução do impasse sobre o Orçamento colaborou para uma queda dos prêmios de risco, o que afasta uma percepção ainda mais deteriorada das contas públicas. Com isso, podemos adotar um ritmo mais moderado na condução do aperto monetário.

poder 360.

Lula e Bolsonaro cortejam Sarney

Lula e Bolsonaro, os dois polos da sucessão de 2022, encontraram um inusitado ponto de intersecção: a casa de José Sarney, diz Josias de Souza.

“É como se os interesses paralelos da esquerda e da direita se encontrassem no epicentro do arcaísmo infinito da política brasileira.

Bolsonaro esteve na mansão brasiliense de Sarney na última terça-feira. Pediu o encontro para fazer um aceno ao MDB de Renan Calheiros, o relator da CPI da Covid. O capitão descobriu que, no Senado, a aliança com o centrão não é suficiente para proporcionar uma blindagem plena (…).

Lula visitará Sarney nesta semana. Solicitou a conversa para sinalizar que não cogita manter sua candidatura presidencial num gueto petista.”

o antagonista.

Morre o ex-prefeito de Parnamirim, Flávio Martins

Considerado o responsável pela chegada de Angelo Alves em Parnamirim, junto com o então vereador Antônio Batista Barros, Flávio Martins, faleceu, aos 69 anos, neste sábado (2), vítima de COVID-19. Flávio Martins foi prefeito de Parnamirim entre os anos de 1993 a 1996.

Em suas redes sociais, o prefeito Rosano Taveira lamentou a morte de Flávio Martins: “Recebo com tristeza a notícia da precoce partida do amigo Flávio Martins, ex-prefeito de Parnamirim entre os anos de 1993 à 1996. Querido por todos, Flávio deixa a marca da amizade e de um coração leve. À sua esposa, Ângela, aos seus filhos e irmãos(as), o nosso profundo pesar em nome de toda a família Taveira. Descanse em paz.”, afirmou.

O Blog do GM deseja à família paz e conforto neste momento de dor.

Bolsonaristas transformam a Paulista em covidário

Na ânsia de mostrar apoio ao governo Jair Bolsonaro, a militância bolsonarista conseguiu transformar a avenida Paulista em um verdadeiro covidário.

Durante a manifestação a favor do governo, os correligionários do presidente, aglomerados e vários deles sem máscaras, pediram por intervenção militar, pelo “fim do comunismo” e pelo fim das medidas restritivas para conter o novo coronavírus.

“Impressionante!!! Foi a maior (manifestação) de todas desde 2013”, disse o ministro das Comunicações, Fábio Faria, pelo Twitter, ignorando o fato de que as aglomerações servem apenas para propagar ainda mais o vírus.

Pelo jeito, a CPI da Covid vai ter muito trabalho para apontar os responsáveis por esse tipo de aglomeração.

o antagonista.

Veja imagens dos atos pró-governo neste 1º de maio

Centenas de manifestantes pró-governo reuniram-se na Esplanada dos Ministérios, em ato de apoio ao presidente Jair Bolsonaro. Sérgio Lima/Poder360

Neste sábado (1º.mai.2021), data em que se comemora o Dia Internacional do Trabalhador, diversas capitais brasileiras registraram a ocorrência de manifestações pró-governo.

Os militantes trajavam roupas nas cores verde e amarela e empunhavam faixas que pediam o fim da corrupção, a criminalização do comunismo, defendiam o voto impresso e proferiam ataques ao STF (Supremo Tribunal Federal). O grupo também gritavam palavras em apoio a Jair Bolsonaro e diziam que “autorizavam o presidente a agir”, em resposta à uma fala do presidente sobre “esperar uma sinalização da população para tomar certas atitudes”.

Brasília

Os manifestantes fizeram carreata e se encaminharam para a Esplanada dos Ministérios, na região central de Brasília, onde se reuniram. Eduardo Bolsonaro, deputado federal e filho do presidente, esteve no ato. Permaneceu durante a maior parte do tempo com a máscara no queixo, mesmo que estivesse dando atenção aos fãs para tirar fotos e conversar.

O presidente, por sua vez, evitou a aglomeração e marcou presença sobrevoando a região de helicóptero. Em vídeo publicado em seu Twitter, ele aparece acompanhado do empresário Luciano Hang.

São Paulo

A manifestação foi no início da tarde e se concentrou na avenida Paulista. Nas imagens, é possível observar diversas pessoas sem máscaras de proteção, mesmo estando em uma aglomeração. O presidente compartilhou um vídeo do ato em São Paulo, em que agradece o apoio dos manifestantes. “– Av. Paulista/SP. – O Brasil é verde e amarelo. – Obrigado pela confiança. – Devemos lealdade a vocês”, escreveu.

Rio de Janeiro

Na capital fluminense, o ato aconteceu próximo ao Forte de Copacabana, na zona sul da cidade. Nas imagens é possível identificar um banner em que se pedia ao presidente que “acione as Forças Armadas para auxiliar o povo na defesa de sua liberdade e garantias constitucionais”. Além das pessoas que compareceram a pé, também houve aquelas que participaram da manifestação de barco, ornadas com faixas com o nome de Bolsonaro.

Belo Horizonte

Houve carreata, que passou por algumas das principais avenidas do centro da capital mineira. Por lá, o deputado estadual, e candidato à prefeitura apoiado pelo presidente, Bruno Engler (PRTB) esteve presente e discursou para os militantes. “Mais uma vez eu dou os parabéns a vocês, que não se acovardaram e que estão tomando o centro de Belo Horizonte em defesa ao nosso presidente, em defesa à nossa liberdade”.

O meu deputado estadual Mineiro @BrunoEnglerDM ficou a frente da manifestação em BH. Fez bonito demais !!! pic.twitter.com/nC2Rm5bAli

— Eunice Andrelha (@euniceandrelha) May 1, 2021

Florianópolis

Na capital catarinense, os manifestantes se reuniram na avenida Beira-Mar Norte, no centro da cidade. Na foto vê-se manifestantes com um cartaz em apoio ao presidente da República e da adoção do voto impresso auditável.

Florianópolis/SC. A foto não retrata a realidade. A carreata foi GIGANTE!!!! Só com drone pra pegar a galera toda! pic.twitter.com/FtDicQGvJg

— Susy Mara Schaefer (@sms3108) May 1, 2021

Curitiba

Aconteceu carreata que percorreu a região da avenida Cândido de Abreu, no centro da cidade, próximo ao Palácio Iguaçu.

Grande Manifestação acontece em Curitiba acompanhada da tag #EuAutorizoPresidente e #EuAutorizoBolsonarohttps://t.co/F6KUqAV7xY

— Edivaldo de Carvalho (@JornaliEdivaldo) May 1, 2021

Salvador

Os manifestantes foram para o Farol da Barra. Cartazes faziam críticas ao STF e declaravam apoio a Bolsonaro até “para guerra”.

1 de maio manifestação no farol da barra #salvador #bahia #salvadorbahia#faroldabarra pic.twitter.com/24urg1DLIS

— Marlo Melo (@marlo_melo) May 1, 2021

São Luís

As carreatas saíram dos Renascença e São Francisco e foram até o 25° Batalhão de Infantaria de Selva. Na imagem, um homem pede a intervenção militar.

MANIFESTAÇÃO SÃO LUÍS MA. VOTO IMPRESSO AUDITÁVEL. #ForaSTF. CHINÊS. #. INTERVENÇÃO FEDERAL COM BOLSONARO pic.twitter.com/ah5H0dY5Gl

— mauricio bastazini (@mauriciobastaz1) May 1, 2021

Belém

Os manifestantes fizeram carreata no centro da capital paraense.

— Chico Salomao 🇧🇷💚 (@salomao_chico) May 1, 2021

Manaus

Na capital amazonense, os apoiadores do presidente saíram em carreata na região da avenida das Torres.

MANIFESTAÇÃO PRÓ BOLSONARO
Manaus – AM, Avenida das Torres

Parte da concentração em uma das ruas que convergem para a Av.das Torres. pic.twitter.com/X6LmPQPP3D

— Robson Pereira (@RobsonP99980679) May 1, 2021

Goiânia

Os militantes se reuniram na Praça Cívica, onde cantaram o hino nacional. Nas imagens, um senhor segura um cartaz em que pede um “novo Brasil”.

— João Paulo Cavalcante ⚔️🛡️🇧🇷 (@jpcavalcantego) May 1, 2021

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