Operação Pacto Pela Vida faz fiscalização para cumprimento de toque de recolher

Carros da Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros deixaram o Centro Administrativo do Estado, por volta das 19h deste sábado (27), com destino a todas as regiões da capital e da Grande Natal. A missão é garantir o que determina o Pacto Pela Vida, fazendo também cumprir o toque de recolher que se inicia às 22h e vai até as 5h do dia seguinte.

A saída das viaturas foi acompanhada pelo titular da SESED, coronel Francisco Araújo Silva, pelo secretário adjunto, o delegado Osmir Monte, a delegada-geral da Polícia Civil, Ana Cláudia Saraíva, e os comandantes gerais da PM e do Corpo de Bombeiros, coronéis Alarico Azevedo e Monteiro Junior. O coordenador do Pacto Pela Vida, secretário Fernando Mineiro, também participou do ato.

O Governo do RN, por meio da SESED, lembra da obrigatoriedade do uso de máscaras e que não são permitidas aglomerações.

“O descumprimento do decreto poderá ensejar em crime contra a saúde pública e de desobediência. As forças de segurança pública estão atuando em caráter humanitário, para a preservação da vida”, destacou o coronel Araújo.

A SESED solicita a todos os cidadãos que se dirijam aos seus lares antes das 22h.

 

Maurício Marques é cirurgiado e passa bem

O ex-prefeito, Maurício Marques, foi submetido há uma cirurgia de apendicite e passa bem.

A informação foi dada por um amigo próximo da família que conversou com a ex-primeira-dama, kátia Palhano, confirmando a cirurgia. Ela disse que o estado de saúde do político é bom.

Vale lembrar que Maurício Marques foi prefeito de Parnamirim duas vezes e fez uma grande administração, com muitas obras pela cidade.

Muitos amigos estão rezando pela recuperação de Maurício, dentre eles, Padre Murílo e Márcio César que estão feliz com seu estado de saúde. O blog deseja saúde plena ao ex-prefeito.

Após decreto, Igreja Católica suspende missas no Rio Grande do Norte

Bispos determinam transmissão de celebrações pela internet e autorizam equipes com até cinco pessoas dentro dos templos. Medida vale de 1º a 10 de março.

Os bispos da Igreja Católica no Rio Grande do Norte suspenderam as celebrações de missas no estado e definiram orientações às paróquias, após publicação de decreto do governo do estado que prevê suspensão de atividades religiosas, entre outras medidas, para conter o aumento de casos da Covid-19. A decisão vale entre os dias 1º e 10 de março.

Em nota, os líderes religiosos afirmaram que foram contatados pelo governo nesta sexta-feira (26), compreendem a gravidade do momento e tomaram a decisão “em espírito de recíproca cooperação e corresponsabilidade”.

“Tendo em conta a vida como bem maior a ser preservado, achamos por bem acatar o disposto no decreto estadual nº 30.383, de 26 de fevereiro de 2021”, informaram em nota. Veja as medidas anunciadas pela igreja:

  • Ficam suspensas as celebrações (missas e outras), com a participação presencial dos fiéis, de 1º a 10 de março
  • As missas serão celebradas nas catedrais e matrizes, de portas fechadas, com a restrita participação de uma equipe celebrativa de apoio, composta por, no máximo, cinco pessoas;
  • As celebrações serão transmitidas através das plataformas digitais de comunicação da própria paróquia
  • As igrejas serão mantidas abertas em seus regulares horários de funcionamento para os momentos de orações pessoais dos fiéis, obedecendo protocolos sanitários e de biossegurança
  • Ficam mantidos os atendimentos individualizados aos fiéis, por parte dos sacerdotes, bem como secretarias paroquiais

“Por fim, recomendamos a todos os fiéis católicos, muito especialmente aos padres dos nossos cleros, que se mantenham atentos às realidades e necessidades que afloram mais nitidamente nesses momentos de maiores restrições. Tudo isso traz implicações – inclusive econômicas e sociais – sobre a vida das pessoas. Isto nos faz pensar nos mais pobres e nos que dependem das atividades informais”, afirmaram os bispos, na nota.

“Lembremo-nos da exigência da partilha como compromisso inerente à nossa condição de cristãos. Gastemos tempo e não poupemos esforços para promover iniciativas e campanhas que sirvam de sinal e alento para quem mais precisa”, diz ainda, a nota.

G1.

Após aumento de restrições, Jair e Flavio Bolsonaro criticam isolamento

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e um de seus filhos, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos), voltaram hoje a criticar o isolamento social, ainda que a medida seja pregada pelas autoridades médicas e sanitárias como uma das principais no combate à pandemia de covid-19.

As críticas da família de políticos acontecem no momento em que, diante da piora nos índices da pandemia – casos, mortes, internações e ocupação de leitos de UTI -, diversos governos estaduais estão anunciando medidas de restrição, incluindo lockdown. O Brasil já soma mais de 250 mil mortes pelo novo coronavírus em um ano, o segundo maior número do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

Flavio escreveu no Facebook que “o isolamento não adianta de nada e já sabemos o resultado!”. Ele também divulgou uma imagem para estabelecer uma comparação entre mortes por covid-19 e o aumento de casos de depressão.

O presidente Jair Bolsonaro também divulgou manifestações contra o isolamento social. Ele publicou o trecho de um discurso recente e destacou: “os que me criticam, façam como eu: venham para o meio do povo. O que mais ouvi no meio deles foi: eu quero trabalhar”.

Ontem, o Governo do Estado de São Paulo anunciou aumento de restrições na Grande São Paulo e em outras regiões, além de iniciar um toque de restrições das 23h às 5h.

Até mesmo governadores que costumam ser aliados de Jair Bolsonaro, como Carlos Moisés (PSL), de Santa Catarina, e Ratinho Junior (PSD), do Paraná, anunciaram medidas para restringir a circulação recentemente. Em Santa Catarina, haverá um lockdown neste final de semana e no próximo. No Paraná, o fechamento de serviços não essenciais vai durar até 8 de março.

De uma forma geral, o Brasil passa por um dos piores momentos da pandemia. Nesta semana o país superou as 250 mil mortes e atingiu um novo recorde de mortes registradas em um dia, com 1.582 óbitos registrados em 24 horas.

Uol notícias.

“Bolsonaro cometeu crime de responsabilidade ao mandar as pessoas à morte”

Um dia depois de Jair Bolsonaro provocar aglomerações no Ceará e criticar as medidas de isolamento social, o senador Tasso Jereissati afirmou que vai cobrar a instalação imediata da CPI da Covid, destinada a investigar crimes cometidos pelo governo na pandemia.

O tucano disse a Gerson Camarotti:

Bolsonaro cometeu crime de responsabilidade ao mandar as pessoas à morte, estimulando aglomeração. Ao conclamar a população para ir à rua, o presidente está mandando as pessoas à morte. Bolsonaro veio ao Ceará para tentar desmoralizar as medidas de restrição que acabaram de começar. Isso é criminoso.”

O antagonista

Para evitar o colapso, é preciso “afastar o presidente e instituir governo de salvação nacional”

Só o afastamento de Jair Bolsonaro pode evitar o colapso total do sistema de saúde, segundo José Gomes Temporão.

Ele disse para O Globo:

“As pessoas não estão se protegendo, o distanciamento caiu drasticamente, novas cepas surgiram, as pessoas não usam máscara e se aglomeram, autoridades se omitem (…).

Como se resolve? Fechando tudo, por três semanas. Restringir horários não adianta. Todas as medidas têm que ser cumpridas: lockdown, máscara, higiene das mãos e vacinação (…).

A conduta do presidente é permanente, ele tem um projeto, não se trata de omissão (…).

O que realmente funcionaria seria o afastamento do presidente e a instituição de um governo de salvação nacional.”

O antagonista.