Grupo A. Gaspar entra na Paraíba com a compra do Hotel Tambaú

O empresário Arnaldo Gaspar, que comanda o grupo A.Gaspar, vai atuar na Paraíba no ramo da hotelaria.

O grupo comprou o Hotel Tambaú, de João Pessoa. O valor da negociação foi de R$ 40,6 milhões.

A compra aconteceu através de um leilão, ocorrido nesta quinta-feira, dia 04 de fevereiro, de 2021.

Arnaldo é um cidadão que só pensa em trabalhar, e um dos potiguares mais ilustres de Nossa Terra.

A família segue firme os passos do Patriarca, que ao lado de Denise vai fazer história também no vizinho estado da Paraíba

Breve histórico do hotel Tambaú: Foi construído nos anos 70, e na época era o único cinco estrelas de João Pessoa. São 12 mil metros quadrados de área construída, em uma área total, de 38.200 mil metros quadrados.

O blog do GM, deseja vida longa aos amigos de sempre: Arnaldão, a Denise, Arnaldinho, Ruy e Sérgio Gaspar, principalmente nesse momento de investimento em mais grande empreendimento.

 

Deu BO. João Peres presta queixa contra Irani Guedes e ambos vão se explicar na justiça

A maior liderança de Bela Parnamirim, João Peres, não ficou satisfeito com a forma que o vereador Irani Guedes vem lhe tratando e resolveu ir para o ataque.

João Peres prestou uma queixa contra o vereador por injúria e difamação, que o chamou de mentiroso. Tudo começou quando o professor Diego fez um discurso sobre legalização fundiária, defendido por Éder Queiroz em seu pronunciamento no parlamento.

Éder pediu uma solução em favor de Parnamirim, pois a população daquele bairro já reivindica essa mudança há anos. Irani querendo marcar espaço político no assunto, tentando desqualificar o papel de João Peres, partiu para atacar o líder comunitário que resolveu prestar queixa.

Com isso, o líder comunitário espera que a justiça possa colocar o fim nesses ataques a sua moral e também ao seu trabalho no bairro.

 

 

 

Gilmar: “Lula é digno de um julgamento justo”

Gilmar Mendes disse hoje a Datena que “Lula é digno de um julgamento justo”. “Nós temos que encerrar essa preocupação midiática de julgar o Lula tendo em vista esse desiderato: fazê-lo inelegível”, afirmou o ministro.

Só depende de Gilmar Mendes a definição da data de julgamento, na Segunda Turma, do pedido da defesa para anular as condenações do ex-presidente na Lava Jato, sob alegação de parcialidade de Sergio Moro.

Questionado sobre as mensagens trocadas entre o ex-juiz e os procuradores da força-tarefa, roubadas por hackers e agora obtidas pela defesa, Gilmar disse:

“Os diálogos não são de anjo. O Moro assume uma posição de chefe do grupo de força-tarefa e o [procurador] Deltan Dallagnol faz consultas de como deve proceder, manda informações e combina ações. As forças-tarefas que vierem a se estruturar não poderão usar esse modelo de cooperação, essa relação promíscua entre procuradores e juízes”.

Lula teve um julgamento justo, foi condenado em todas as instâncias. O resto é jurisprudência de ocasião baseada em provas criminosas e em obediência a conveniências políticas. O antagonista.