URGENTE: Aécio Neves desiste, e PSDB não terá candidato à Presidência pela 2ª vez

URGENTE: Aécio Neves desiste, e PSDB não terá candidato à Presidência pela 2ª vez
MARCOS OLIVEIRA/ AGÊNCIA SENADO.

O deputado federal Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB, desistiu de concorrer ao Palácio do Planalto nas eleições de 2026, o que deve resultar na ausência de uma candidatura própria do partido pela segunda vez consecutiva. Aécio, que enfrenta altos índices de rejeição, com 54% segundo pesquisas, concluiu que não havia espaço para uma candidatura de centro diante da polarização entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

O deputado federal Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB, desistiu da ideia de concorrer ao Palácio do Planalto nas eleições de 2026. Com isso, a tendência é que os tucanos não lancem candidatura própria à Presidência da República pela segunda vez em sua história – e pelo segundo pleito consecutivo.

Segundo apurou a reportagem de Oeste, Aécio bateu o martelo e entendeu que não havia espaço para uma candidatura de centro para fazer frente à disputa polarizada entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que aparecem na dianteira em todas as pesquisas de intenção de voto.

Aécio ficou incomodado com os resultados das últimas sondagens que o mostraram como o nome mais rejeitado pelo eleitorado entre todos os postulantes ao Palácio do Planalto. O elevado índice de rejeição do deputado foi determinante para que ele desistisse de lançar seu nome à sucessão de Lula.

Como mostrou Oeste na semana passada, a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg mostrou que o ex-senador e ex-governador de Minas Gerais tem 54% de rejeição – é o líder político mais rejeitado pelos brasileiros neste momento.

O tucano, que já disputou a Presidência da República em 2014 e perdeu no segundo turno por Dilma Rousseff (PT), aparece à frente de Flávio, com 53% de rejeição, e Lula, rejeitado por 48,6% dos entrevistados.

Como a margem de erro da pesquisa é de 1 ponto porcentual para mais ou para menos, Aécio, Flávio e Lula estão tecnicamente empatados no quesito rejeição.

Outro levantamento, divulgado no fim de junho pelo instituto Nexus, revelou que 60% dos eleitores dizem que não votariam em Aécio sob nenhuma hipótese. Novamente, o deputado tucano fica à frente de Flávio Bolsonaro (51%) e Lula (49%).

PSDB sem candidato próprio pela 2ª vez

Com Aécio Neves fora do páreo para a corrida presidencial, o PSDB deve ficar sem uma candidatura própria ao Palácio do Planalto pela segunda eleição consecutiva e pela segunda vez desde a fundação do partido, em 1988.

No pleito de 2022, os tucanos ensaiaram o lançamento da candidatura do ex-prefeito e ex-governador de São Paulo João Doria, mas ele não obteve apoio interno suficiente e acabou não se viabilizando. Na ocasião, o PSDB fechou apoio no primeiro turno à candidatura de Simone Tebet, que estava no MDB. Ela terminou a eleição em terceiro lugar, com 4,16% dos votos válidos.

Desde que foi fundado, o PSDB havia apresentado candidaturas próprias à Presidência em todas as eleições. Em 1989, o nome da legenda ao Planalto foi Mário Covas (1930-2001), que foi o quarto mais votado no primeiro turno.

Em 1994, na primeira eleição presidencial depois do impeachment de Fernando Collor de Mello, o PSDB concorreu e venceu, com Fernando Henrique Cardoso, que governou o país por dois mandatos (1995-2002) – ele teve duas vitórias no primeiro turno.

Em 2002, os tucanos iniciaram a sequência de derrotas para o PT em eleições presidenciais. A primeira foi com José Serra, derrotado por Lula no segundo turno. Em 2006, foi a vez de Geraldo Alckmin (hoje vice-presidente da República e convertido ao petismo) ser superado na rodada final.

Em 2010, o nome do PSDB foi novamente José Serra, que chegou ao segundo turno e perdeu para Dilma Rousseff. Em 2014, Aécio Neves representou os tucanos na disputa pelo Planalto, mas acabou derrotado por Dilma por pouco mais de 3 pontos porcentuais.

A última eleição na qual o PSDB foi representado por um candidato próprio à Presidência é a de 2018, quando Geraldo Alckmin disputou o cargo pela segunda vez e amargou apenas o quarto lugar, com 4,76% dos votos, atrás de Jair Bolsonaro (então no PSL), Fernando Haddad (PT) e Ciro Gomes (no PDT, na época).

Em 2026, a intenção de Aécio Neves era que o PSDB lançasse o ex-ministro e ex-governador do Ceará Ciro Gomes, que voltou recentemente ao partido, como candidato a presidente da República. Ciro, no entanto, declinou do convite e preferiu se candidatar ao governo cearense, disputa na qual tem mais chances de vitória. O ex-ministro já participou de quatro eleições presidenciais: 1998, 2002, 2018 e 2022.

Oeste apurou que, sem um candidato tucano na eleição de outubro, o PSDB deve liberar seus filiados a votarem no nome de sua preferência no pleito presidencial. Hoje, segundo estimativas da direção nacional do partido, cerca de 70% dos pré-candidatos da legenda nos Estados devem apoiar Flávio Bolsonaro contra Lula. Outros 30%, concentrados no Nordeste do país, se alinham a Lula ou mantêm neutralidade.

Ciro Gomes, pré-candidato à Presidência em 2021, processou o colunista Felippe Hermes da Silva por um artigo no portal Infomoney, mas perdeu a ação | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Ciro Gomes, que voltou recentemente ao PSDB, chegou a ser lançado por Aécio Neves como pré-candidato à Presidência, mas preferiu manter a candidatura ao governo do Ceará| Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Aécio avalia candidatura ao Senado

Fora da corrida presidencial, Aécio Neves avalia agora a possibilidade de concorrer a uma das duas vagas ao Senado pelo Estado de Minas Gerais. O deputado já foi senador da República, entre 2011 e 2019.

De acordo com a maioria das pesquisas de intenção de voto, o nome do tucano se mostra competitivo na briga pelo Senado. Levantamento da Quaest divulgado no fim de abril mostrou Aécio com 11% das intenções de voto em dois cenários nos quais seu nome foi testado, atrás apenas da ex-prefeita de Contagem (MG) Marília Campos (PT), que marca 19%.

Outros nomes fortes na corrida pelo Senado em Minas são os de Carlos Viana (PSD), que oscila entre 10% e 15% dependendo do cenário, e Domingos Sávio (PL), com 8% em todas as simulações da Quaest.

Segundo pessoas próximas de Aécio ouvidas por Oeste, o que pode afastar o deputado da eleição para o Senado neste ano é a necessidade de priorizar a atuação como presidente nacional do PSDB. O objetivo da direção nacional da legenda é eleger uma bancada de parlamentares no Congresso Nacional suficiente para que os tucanos consigam cumprir a chamada cláusula de barreira, que estabeleceu critérios de desempenho para que partidos tenham acesso ao dinheiro do fundo partidário e à propaganda gratuita no rádio e na televisão.

Com informações de Revista Oeste

Prefeitura acompanha e fiscaliza avanços de obras estratégicas em Parnamirim

A Prefeitura de Parnamirim está realizando à fiscalização de importantes obras em execução no município. Entre as visitas técnicas, estiveram o Complexo Esportivo e a pavimentação da Avenida Brasil, no bairro Coophab, intervenções que avançaram após a adequação e o destravamento de projetos que estavam pendentes há anos.

No Complexo Esportivo, os serviços seguem em ritmo acelerado depois que diversas adequações técnicas foram realizadas para viabilizar a continuidade da obra. Atualmente, os trabalhos estão concentrados na instalação do alambrado do campo e na finalização dos vestiários. Também será iniciada a construção do prédio administrativo. Além disso, os dois prédios que abrigam os acessos ao complexo estão praticamente concluídos, assim como as duas academias ao ar livre, que já foram totalmente instaladas e estão em fase final para serem entregues à população.

Já na Avenida Brasil, uma das principais vias da Coophab, a obra de pavimentação alcançou cerca de 75% de execução. A intervenção vai proporcionar mais mobilidade, segurança e qualidade de vida para moradores e condutores que utilizam diariamente a via.

“Nosso compromisso é acompanhar de perto cada obra para garantir que os serviços sejam executados com qualidade, dentro do cronograma e com responsabilidade na aplicação dos recursos públicos. Estamos trabalhando para entregar à população espaços mais seguros, modernos e que realmente façam a diferença na vida das pessoas”, destacou a prefeita Nilda Cruz.

As vistorias fazem parte da rotina de acompanhamento da gestão municipal, que tem priorizado a retomada e a conclusão de obras estruturantes para o desenvolvimento de Parnamirim.

Bendito 4 x 1

“Afinal a morte é sempre um gol de placa aos 45 minutos no segundo tempo da existência.”
Luis Turiba
De certa forma, a derrota dos EUA para a Bélgica – numa bendita e bem-vinda goleada de 4×1 que eliminou os norte-americanos – serviu de consolo e de inexplicável vingança pela derrota e eliminação do Brasil. Na realidade, a prepotência do governo Trump foi tamanha que se criou uma corrente no mundo inteiro contra o time dos EUA.
No futebol, não se exige coerência nem muita fundamentação para os gostos da torcida. É fato que os torcedores que estavam no estádio, torcendo pelos EUA, fizeram um belíssimo papel. Eles, coitados, não podem ser responsabilizados completamente pelo Presidente que têm. Embora, em parte, é claro, que devam ser. Assim como o Brasil tem responsabilidade por ainda apoiar um Bolsonaro, que, por sinal, está lá nos EUA, de quatro, querendo entregar o nosso país para salvar a família da cadeia.
Em um país de 200 milhões de técnicos e entendedores de futebol, é certo que vamos ler centenas de explicações para o nosso fracasso na Copa. Eu também ouso ter a minha. Penso que, com uma análise das últimas competições e acompanhando o futebol no Brasil e no mundo, há 2 questões fundamentais. Uma extremamente triste e decepcionante: o Brasil já não é mais sombra do que foi no futebol mundial. Nem sequer uma pálida nuvem. Nossa última conquista em Copa do Mundo foi em 2002. E, de lá para cá, foi só ladeira abaixo.
Mas esse fato triste e inquestionável tem outro lado. Positivo e instigante. O futebol mudou muito e para melhor. Quase não existem seleções sofríveis ou fracas. Com a enorme força dos grandes times, os jogadores da África, do Japão e das Américas vivem em contato permanente com europeus, com o Brasil e com o mundo. Nenhum jogador da seleção de Cabo Verde joga em Cabo Verde. Se tem um lado meio melancólico, essa é uma realidade e uma novidade que oxigenou o esporte. Veremos, em pouco tempo, um país africano se sagrar campeão do mundo. Os jogadores africanos são excepcionais, técnicos e fortes. Há muito tempo encantam o mundo.
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Mas a Copa ainda é um acontecimento sob diversos ângulos. O papelão que o governo Trump fez nesta edição certamente nos leva à reflexão. A arrogância e prepotência dos EUA e a subserviência da FIFA ficarão indelevelmente como a marca da Copa de 2026. E a reação a essa aliança espúria levou, de certa maneira, à valorização do espírito esportivo, do verdadeiro espírito que deve embalar o futebol.
O Brasil perdeu o posto e vamos vendo a França, a Espanha e outros países da África crescerem. Para nós, pode ser, e é, triste e desolador. Para o esporte, para o futebol e para os amantes de um bom jogo, é um raio de esperança. Daqui a quatro anos, a Copa será em Portugal, Espanha e Marrocos, que receberão tão bem quanto os mexicanos neste ano. Se o Brasil se classificar para o evento, estarei lá, claro, torcendo pelo nosso país. Porém, com os olhos voltados para o belo futebol que não é mais o nosso. E com o coração preparado para não sofrer.
Como no poema GOL, de Ferreira Gullar:
“O chute que num relâmpago a dispara na direção do nosso coração.”
Antônio Carlos de Almeida Castro, Kakay

Férias de julho animam setor e 66% dos bares e restaurantes esperam vender mais no RN

 

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As férias escolares de julho devem impulsionar o movimento em bares e restaurantes do RN, mas o aumento nas vendas não será suficiente para tirar boa parte do setor da crise financeira, conforme informações da Tribuna do Norte.

Levantamento da Abrasel-RN mostra que 66% dos empresários esperam aumentar o faturamento em julho. Desses, 44% projetam crescimento de até 20% em relação a um mês considerado normal. Ainda assim, apenas 28% das empresas fecharam maio com lucro, enquanto 24% registraram prejuízo e 47% encerraram o mês no zero a zero.

O levantamento também mostra que 43% dos estabelecimentos têm contas em atraso, principalmente com impostos federais e estaduais. Segundo o presidente da Abrasel-RN, Thiago Machado, o reforço no faturamento esperado para julho ajuda, mas está longe de compensar as perdas acumuladas. “As dívidas são muito altas”, afirmou.

Os empresários ainda enfrentam o aumento dos custos, a inflação dos insumos, as despesas com segurança privada e a dificuldade de reajustar os preços dos cardápios sem afastar clientes. Para muitos, lançar novos produtos, rever processos e buscar mais eficiência tem sido a estratégia para manter os negócios de pé.

Expectativa também no setor de hotelaria

A hotelaria também espera um julho mais aquecido. Entidades do setor projetam ocupação entre 62% e 65% ao longo do mês, podendo chegar a 70% na segunda quinzena.

Apesar da expectativa de maior fluxo de turistas, especialistas alertam que, sem acesso a crédito e um ambiente tributário mais favorável, muitas empresas ainda poderão enfrentar dificuldades quando a alta temporada chegar ao fim.

DESTAQUE NACIONAL: Natal entra no TOP 4 das cidades que mais valorizaram imóveis no Brasil

Foto: Reprodução.

Natal entrou no grupo das cidades brasileiras com maior valorização imobiliária. Dados do Índice FipeZAP de Venda Residencial mostram que a capital potiguar teve alta de 9,44% no preço médio dos imóveis residenciais nos últimos 12 meses e alcançou a quarta posição entre 56 cidades pesquisadas.

O levantamento aponta ainda que, apenas em junho, os imóveis residenciais em Natal subiram 0,36%. No acumulado de 2026, a valorização chega a 5,03%, colocando a cidade entre os melhores desempenhos do país, conforme informações do BNews RN.

Apesar da valorização recente, Natal ainda mantém um valor médio do metro quadrado abaixo da média nacional. Na capital potiguar, o preço médio é de R$ 6.421, enquanto o índice nacional registra R$ 9.853 por metro quadrado.

Entre os bairros analisados, Barro Vermelho lidera a valorização nos últimos 12 meses, com alta de 19,1%. Na sequência aparecem Lagoa Nova, com crescimento de 15,2%, e Capim Macio, com valorização de 13,5%.

Capim Macio permanece como o bairro com o metro quadrado mais valorizado de Natal, com preço médio de R$ 7.674.