Ciumera política em Patu: o prefeito não quer ver o Dr. Ednardo Jr trabalhando na cidade

O clima nos bastidores da política de PATU é tenso, pois o Prefeito da Cidade, Rivelino Câmara, não quer nem ouvir falar no nome do médico Dr. Ednardo Jr.

Os comentários dão conta que o filho de Dr. Ednardo estaria trabalhando para ser o candidato a sua sucessão em 2024, coisa que Rivelino não quer. Jr teve que ir trabalhar em Piloës e outras cidades vizinhas, pois em Patu, Rivelino não deseja vê-lo atuando.

Esse final de semana, Ednardo Jr teve a comprovação dessa insatisfação do prefeito, pois um colega Dr. Jorge Castro, que estava de plantão em PATU, precisou viajar e pediu para Ednardo Jr assumir o plantão, prática comum entre os profissionais da saúde, porém o prefeito Rivelino ficou sabendo e escalou outro médico, o Dr. Noberto, impedindo que o filho de Ednardo pudesse trabalhar na cidade.

Esse fato vem ganhando corpo e causando mal estar entre os familiares e apoiadores do líder político maior Ednardo Moura, que prefere calar e esperar o momento certo para falar sobre o assunto.

Já Ednardo Jr não consegue entender como o atual prefeito é tão ingrato, ao ponto de esquecer que sua força política na cidade veio pelas mãos da maior Lideraça da cidade, Ednardo pai.

Lançado há 1 ano, Pix movimenta mais de R$ 550 bilhões por mês

Pix é o pagamento instantâneo brasileiro. O meio de pagamento criado pelo Banco Central (BC) em que os recursos são transferidos entre contas em poucos segundos, a qualquer hora ou dia. É prático, rápido e seguro.

O Pix, sistema de pagamentos instantâneos desenvolvido pelo Banco Central, faz 1 ano nesta 3ª feira (16.nov.2021) e já é um dos meios mais usados pelos brasileiros. A ferramenta tem mais de 110 milhões de usuários e movimenta cerca de R$ 550 bilhões por mês.

Segundo dados do BC, o Pix já foi usado por 104,4 milhões de pessoas e 7,9 milhões de empresas que somam 348 milhões de chaves Pix. Representa 63,6% dos brasileiros com conta em banco e 54,6% das empresas com relacionamento bancário.

A adesão ao Pix superou as expectativas do BC, que lançou o novo formato de pagamento em novembro de 2020 com o intuito de aumentar a eficiência, reduzir os custos e ampliar o número de usuários do sistema financeiro.

O Pix permite transferir recursos em questão de segundos por meio do celular a qualquer hora do dia. O sistema é gratuito para pessoas físicas. Por isso, rapidamente ganhou espaço na preferência dos brasileiros.

Dados do Banco Central mostram que o Pix registrou 1,8 bilhão de transações que movimentaram R$ 1,1 trilhão só no 2º trimestre de 2021. Foi o 3º meio de pagamento mais usado do país no período, atrás apenas dos cartões e dos boletos de pagamento.

Os cartões detêm cerca de 50% dos pagamentos realizados no país e os boletos, 14,9%. Lançado há 1 ano, o Pix tem 12,8% desse mercado. É mais que todo o volume de saques, transferências bancárias, TEDs, DOCs e cheques.

Em junho, o Pix registrou cerca de 745 milhões de transações que movimentaram R$ 420 bilhões. Em setembro, ultrapassou a marca de 1 bilhão de transações por mês e movimentou mais de R$ 554 bilhões. Os dados dos demais meios de pagamento no 3º trimestre de 2021 ainda não foram atualizados.

Nesta 3ª feira (16.nov), às 14h, o BC faz live sobre o balanço do 1º ano de operação do Pix e já prepara novidades para o sistema de pagamentos instantâneos.

A partir de hoje, por exemplo, os bancos poderão bloquear preventivamente operações consideradas suspeitas. A medida visa aumentar a segurança do sistema, usado em fraudes e sequestros nos últimos meses. Por isso, também ganhou um limite de transferência das 10h às 6h.

No próximo dia 29, também serão lançados o Pix Saque e o Pix Troco. As ferramentas permitirão que o consumidor saque dinheiro nas lojas do varejo por meio do Pix e promete reduzir os gastos das empresas com transporte e segurança do papel-moeda. Em 2022, o Pix ainda deve ganhar a opção de débito em conta.

Para o BC, o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos é uma ferramenta importante de digitalização, modernização e inclusão financeira.

A expectativa é que o Pix permita a criação de novos negócios e atraia mais brasileiros para o sistema financeiro, sobretudo depois que o open banking ganhar espaço no Brasil.

Fonte: Poder 360.

Biden sanciona projeto de infraestrutura no valor de US$ 1 trilhão

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, sancionou um projeto de lei de infraestrutura de US$ 1 trilhão na 2ª feira (15.nov.2021). Em cerimônia na Casa Branca, Biden juntou democratas e republicanos que atuaram para fazer avançar a legislação em um Congresso profundamente dividido.

A medida foi desenhada para criar empregos em todo o país. Serão distribuídos bilhões de dólares a governos estaduais e locais para consertar pontes e estradas em ruínas, além de investimento na expansão do acesso à internet de banda larga para milhões de americanos.

A cerimônia —realizada no gramado sul da Casa Branca para acomodar um grupo grande— foi um caso cada vez mais raro em que membros dos 2 partidos se dispuseram a comemorar uma conquista bipartidária.

Biden, cujos índices de aprovação caíram por causa da sua gestão da economia e outras questões, ouviu gritos de apoio de “Joe, Joe, Joe” de alguns na plateia e foi aplaudido de pé quando assumiu o microfone.

O político norte-americano disse que a aprovação da lei mostrou que, “apesar dos cínicos, democratas e republicanos podem se unir e produzir resultados”. Ele chamou a lei de “projeto de colarinho azul para reconstruir a América”.

Muitas vezes, em Washington, a razão pela qual não conseguimos fazer as coisas é porque insistimos em obter tudo o que queremos. Com esta lei, nós nos concentramos em fazer as coisas”, disse Biden.

Eis a íntegra do discurso de Biden em inglês (191 KB).

O presidente dos EUA comemorou a conquista no Twitter:

A Casa Branca informou no último domingo (14.nov) que Biden nomeou o ex-prefeito de Nova Orleans, Mitch Landrieu, para supervisionar a implementação do esforço de infraestrutura

O projeto se tornou um para-raios partidário. Os republicanos reclamaram que os democratas que controlam a Câmara dos Deputados atrasaram sua aprovação para garantir o apoio do partido à política social de Biden de US$ 1,75 trilhão e à legislação de mudança climática, que os republicanos rejeitam.

Fonte: Poder 360.