Passageiros do voo que sofreu turbulência estão indo de ônibus para Recife

Foto: Reprodução

Cinco ônibus estão no aeroporto de Natal para o embarque de 350 passageiros que vinham no voo da empresa Air Europa, após forte turbulência no trajeto Madri/ Montevideo. Eles estão seguindo para Recife.

Serão mais cinco horas de estrada até lá. Desde que o avião pousou em Natal, na madrugada, que os passageiros aguardavam definição. Eles não receberam ajuda para custear despesas no terminal. Tudo foi bancado por eles.

Por: virginiacoelli.com.br/

PF apreende maconha enviada para o RN em caixa de som

Foto: Cedida

A droga estava escondida no equipamento e foi encontrada graças ao trabalho dos cães detectores de drogas do canil da PF.

A Polícia Federal, com apoio da Área de Segurança dos Correios e da Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Norte (SEFAZ), apreendeu na sexta-feira, 28/6, no Centro de Tratamento de Cartas e Encomendas (CTCE), localizado na Rua dos Tororós, em Natal/RN, uma encomenda remetida da região Sul do país para a capital potiguar contendo 1,70 kg de maconha prensada. Não houve prisões.

A droga estava camuflada no interior de uma caixa de som e foi encontrada graças ao trabalho dos cães detectores de drogas pertencentes ao canil da PF.

A ação de rotina, que objetiva combater o tráfico de substâncias entorpecentes através do fluxo postal, vistoriou também no mesmo dia uma transportadora de coleta e entrega de encomendas no bairro de Lagoa Nova, porém nada de ilícito foi encontrado.

Após interceptada, a droga passa por análise da perícia na sede da Polícia Federal, e será instaurado inquérito policial visando apurar o fato e responsabilizar supostos envolvidos na ação criminosa.

Fonte: Comunicação Social da Polícia Federal no Rio Grande do Norte

30 anos do Plano Real: R$ 1 em 1994 equivale a mais de R$ 8 hoje

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Inflação em três décadas foi de 708%.

Três décadas após o lançamento do Plano Real, comemorado nesta segunda-feira (1º), a inflação acumulada no período foi de 708%, segundo a calculadora do Banco Central (BC).

Em termos práticos, isso quer dizer que algo que se comprava com R$ 1 a partir de julho de 1994 equivale a atuais R$ 8,08, com base na última divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em maio.

A perda de peso da moeda também é observada em comparação às cédulas lançadas em 1994.

Uma nota de R$ 5 há 30 anos equivale a R$ 40,40 hoje, enquanto R$ 10 são corrigidos a 80,80.

Seguindo a conta, a cédula R$ 50 em 1994 é o mesmo que R$ 404,01, já R$ 100 correspondem a R$ 808,02.

30 anos de consolidação

A variação acima de 700% do valor do real em 30 anos chama a atenção, porém, olhando os dados históricos, é apenas uma fração da realidade brasileira entre os anos 1980 e início da década de 1990.

Era a época da hiperinflação, com ritmo frenético de avanço dos preços que corroía o poder de compra dos brasileiros.
Para ilustrar este quadro, em 1984, a inflação anual do país registrou uma alta acumulada de 215,27%. Nos anos subsequentes, o índice seguiu a galope até alcançar impressionantes 2.477,15%, em 1993.
A consolidação do Plano Real derrubou drasticamente a variação de preços, mostram os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Desde 1995 — primeiro ano cheio após a implementação da nova moeda — o IPCA encerrou o ano acima de dois dígitos em quatro ocasiões: 1995 (22,41%), 2002 (12,53%), 2015 (10,67%) e 2021 (10,06%).
Em 2023, o indicador fechou o ano com avanço de 4,62%.

Por: www.cnnbrasil.com.br/

Pouso de emergência no Aeroporto de Natal: passageiros estavam sem cinto de segurança

Foto: Thalles Ikaro/TV Ponta Negra

A maioria dos passageiros que estava no voo da Air Europa, um avião que fez um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante, conhecido como Aeroporto de Natal, eram de meia-idade e, provavelmente, estavam sem cinto de segurança. As informações são do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que deu suporte aos passageiros.

Ainda segundo o Samu, os passageiros acabaram projetados para a parte de cima da aeronave e ficaram com ferimentos na cabeça e também na região do tórax.

Segundo a administradora do aeroporto, a Zurich Airport Brasil, a aeronave da Air Europa, solicitou pouso de emergência por volta das 2h32 da madrugada desta segunda-feira (1°).

Os passageiros foram avaliados e encaminhados a hospitais na capital, em sua maioria para o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel.

Por: pontanegranews.com.br/

Incêndio atinge mercadinho na Zona Sul de Natal

Foto: Vinícius Marinho/Inter TV Cabugi

Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 3h45. Não houve feridos.

Um incêndio atingiu um mercadinho na madrugada desta segunda-feira (1º) em Neópolis, Zona Sul de Natal.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 3h45. Não havia ninguém no mercadinho quando o fogo começou e não houve feridos.

O mercadinho fica na Avenida dos Pinheirais e a via ficou fechada para o tráfego de veículos durante o trabalho dos bombeiros.

Dez militares atuaram no combate às chamas e o incêndio foi controlado por volta das 7h. De acordo com o Corpo de Bombeiros, ainda não é possível afirmar o que causou o incêndio e somente uma perícia minuciosa poderá apontar as causas.

Por: g1.globo.com/rn/

Julho será o mês mais frio do ano; veja a previsão completa

Foto: Globo Rural

Clima típico do inverno ganha força e temperaturas devem cair em todo país.

O inverno começou atípico em grande parte do Brasil, com clima instável, altas temperaturas e chuvas volumosas concentradas nos extremos do país, como no extremo norte da região Norte, no leste do Nordeste e no Rio Grande do Sul, mas julho será diferente. O mês será o mais frio do ano. Confira a previsão completa!

Segundo o MetSul, a frente fria deve chegar depois de uma sequência de temperaturas “muito acima da média”, como vem acontecendo em junho. Apesar da chuva aumente em alguns pontos do Brasil, o inverno é caracterizado por um clima mais seco, o que será observado em grande parte das regiões Centro-Oeste e Sudeste, além do sul da Região Norte, o interior da Região Nordeste e o oeste da Região Sul.

Apesar da estação ser de fato o período mais seco e de menores acumulados de chuva em grande parte do Brasil, principalmente na porção central, a estiagem chegou de forma antecipada e intensa em partes do Brasil, como é o caso da região do Pantanal e também partes da Amazônia, que já registram níveis baixos em seus principais rios e um aumento das queimadas, em um nível superior ao que é esperado para essa época.

Com o fim de um longo período de El Niño, as médias altas de temperatura do último ano deve diminuir a partir dos próximos meses. “Tivemos 12 meses seguidos com recordes de temperaturas globais junto com a condição do El Niño. O momento de transição climática em direção a La Niña, faz com que ainda tenhamos temperaturas acima das média históricas”, explica o meteorologista Willians Bini.

As chuvas devem ficar acima da média na região Norte e em áreas pontuais do leste das regiões Nordeste, Sudeste e Sul. Em grande parte das regiões Centro-Oeste e Sudeste, sul da Região Norte, interior da Região Nordeste e oeste da Região Sul, é previsto chuva próxima e abaixo da média climatológica, informou o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Previsão do tempo por região

Centro-Oeste e Sudeste

Segundo o Inmet, há previsão de tempo quente e seco para as primeiras semanas do mês no Sudeste e Centro-Oeste. Em São Paulo, uma frente fria pode avanças e provocar chuvas, principalmente no litoral paulista. A previsão também indica chuvas fracas no sul do Mato Grosso do Sul. Em regiões como o norte de Goiás, as temperaturas devem ficar dentro ou ligeiramente abaixo da média, entre 20°C e 22°C.

A redução da chuva em grande parte do Brasil nesta época do ano é devido à persistência de massas de ar seco, que ocasiona a diminuição da umidade relativa do ar, que consequentemente, favorece o aumento da incidência de queimadas e incêndios florestais, além do aumento do risco de doenças respiratórias.

Em regiões altas do Sudeste devem ser registradas geadas provocadas por massas de ar frio comuns no mês.

Sul

A perspectiva para a região Sul em julho é de chuvas no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no centro-sul do Paraná, além de ventos fortes e queda de granizo.

A região vai ter anomalias positivas nas chuvas durante o mês, ou seja, ter entrada de umidade maior do que o comum para o inverno. A região da Serra Gaúcha pode receber 60 milímetros de águas acima da média.

Nordeste

Em relação às chuvas, a previsão no Nordeste é de redução das precipitações em grande parte da região, algo comum para julho. As temperaturas devem ser amenas, um pouco abaixo da média para o mês, entre 20°C e 22°C. O Nordeste teve um junho uma série de instabilidades e temporais causados por massas de umidade que infiltraram o litoral nordestino.

Norte

As chuvas devem ficar acima da média na região Norte, as próximas semanas serão de pancadas de chuvas, ocasionadas pela combinação do calor e alta umidade. Serão afetadas áreas do noroeste do Amazonas e do Pará, e os estados de Roraima e Amapá. A área está desde o mês de junho sob o efeito da Zona de Convergência Intertropical, que aumenta os índices pluviométricos em regiões equatoriais.

O sul do Norte segue a tendência do Centro-Oeste, com poucas chuvas e temperaturas altas, onde as temperaturas médias poderão ultrapassar os 26ºC.

Efeitos no agronegócio

Com previsão de redução da chuva em grande parte do Brasil, deve haver a redução dos níveis de umidade no solo, principalmente no Matopiba (área que abrange os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) e regiões Centro-Oeste e Sudeste, além do centro-norte do Paraná.

Este cenário poderá ocasionar restrição hídrica para as lavouras de milho em estágio reprodutivo e trigo em desenvolvimento, especialmente na região central do país.

Por outro lado, a falta de chuva no interior do Nordeste e Região Centro-Oeste, pode favorecer a maturação e colheita do algodão, e da cana-de açúcar e do café na Região Sudeste.

A atenção deve ser para a previsão de chuva acima da média em áreas do leste da Região Sul, principalmente o nordeste do Rio Grande do Sul, que vem sendo atingido por fortes chuvas nos últimos meses, e que ainda poderão dificultar a semeadura do trigo.

Por: globorural.globo.com/ 

Imposto de Importação de veículos elétricos sobe nesta 2ª feira

Foto: Reprodução

Alíquota para compra de modelos no exterior aumentará de 10% para 18% em julho; a tarifa alcançará 35% até 2026.

O custo de importação de veículos elétricos no Brasil vai aumentar a partir desta 2ª feira (1º.jul.2024). A alíquota para compra desses carros no exterior subirá dos atuais 10% para 18%, segundo o cronograma iniciado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Esse crescimento não significa que o preço dos veículos nas concessionárias ficará mais alto, já que as marcas têm estoques de veículos. Diante da previsibilidade do calendário de retomada do imposto, muitas empresas anteciparam as importações para manter o ritmo de vendas.

O aumento na alíquota de importação também atinge veículos híbridos, plug in e caminhões elétricos, mas em valores diversificados.

A tributação de veículos eletrificados vai aumentar de forma progressiva até julho de 2026.

Em 2024, as vendas de veículos 100% elétricos têm aumentado sua participação no quadro geral de comercialização de automotivos. Como mostrou o Poder360, a venda de veículos elétricos no Brasil superou a quantidade de unidades comercializadas em 2023 já em maio deste ano.

Segundo dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), cerca de 26.000 unidades de automóveis 100% elétricos foram emplacados nos primeiros 5 meses de 2024, o que representa um aumento de 34% ante a totalidade do ano passado.

Pela 1ª vez na história do setor automotivo brasileiro, os veículos elétricos devem superar uma participação superior a 1% de todas as vendas de automóveis no Brasil no consolidado do ano. No acumulado de janeiro a maio de 2024, os veículos elétricos representaram 3% do mercado de vendas no país.

De olho nesse crescimento na participação de elétricos importados, especialmente da China, no mercado automotivo brasileiro, a Anfavea pleiteia junto ao governo uma antecipação da alíquota de 35%, que só seria alcançada em 2026, para o mais breve possível.

Ao Poder360, o presidente da Abve (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), Ricardo Bastos, disse que considera o pleito de aumento na alíquota de importação de carros elétricos um “absurdo”.

Na visão do executivo, uma antecipação da tributação quebraria a previsibilidade de investimento de companhias que já articulam investimentos no país.

Além disso, Bastos afirmou que ainda é cedo para avaliar a política pública do aumento regressivo da tributação de importações desses veículos. Ele declarou que o aumento de 8 pontos percentuais na alíquota já é “bastante expressivo” e balizará a eficácia da medida para os próximos meses.

Sobre o desempenho do setor em 2024, Bastos disse que estima um volume de 150 mil carros elétricos vendidos até o final do ano. Esse número representa um crescimento de 80% ante o registrado em 2023.

Já para o ano que vem, Bastos declarou que duas montadoras devem iniciar a operação de suas fábricas no Brasil no 1º semestre: a BYD, em Camaçari (BA), e a GWM, em Iracemápolis (SP).

O presidente da Abve informou que novos investimentos dessas montadoras para o país devem ser feitos dentro das próximas semanas, porque as empresas aguardavam a sanção do programa Mover (Mobilidade Verde e Inovação) para intensificar o aporte de recursos no Brasil.

Por: www.poder360.com.br/

Portabilidade do saldo devedor do cartão de crédito começa hoje

Foto: Stevepb / Pixabay

Faturas terão mais transparência. Titular será avisado do vencimento.

A partir desta segunda-feira (1º), os donos de cartão de crédito poderão transferir o saldo devedor da fatura para uma instituição financeira que oferecer melhores condições de renegociação. É que entra em vigor uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) – aprovada em dezembro do ano passado – que busca diminuir o endividamento e melhorar a capacidade de o consumidor se planejar.

A resolução é a mesma que, desde janeiro, limitou os juros do rotativo do cartão de crédito a 100% da dívida. Não estava prevista na lei do programa Desenrola a portabilidade do saldo devedor da fatura que foi aprovada na última reunião do CMN do ano passado.

Operação de crédito

A medida também vale para os demais instrumentos de pagamento pós-pagos, modalidades nas quais os recursos são depositados para pagamento de débitos já assumidos. A proposta da instituição financeira deve ser realizada por meio de uma operação de crédito consolidada (que reestruture a dívida acumulada). Além disso, a portabilidade terá de ser feita de forma gratuita.

Caso a instituição credora original faça uma contraproposta ao devedor, a operação de crédito consolidada deverá ter o mesmo prazo do refinanciamento da instituição proponente. Segundo o Banco Central (BC), a igualdade de prazos permitirá a comparação dos custos.

Transparência

O CMN também aumentou a transparência nas faturas do cartão de crédito. Também a partir de hoje, as faturas deverão trazer uma área de destaque, com as informações essenciais, como valor total da fatura, data de vencimento da fatura do período vigente e limite total de crédito.

As faturas também deverão ter uma área em que sejam oferecidas opções de pagamento. Nessa área deverão estar especificadas apenas as seguintes informações: valor do pagamento mínimo obrigatório; valor dos encargos a serem cobrados no período seguinte no caso de pagamento mínimo; opções de financiamento do saldo devedor da fatura, apresentadas na ordem do menor para o maior valor total a pagar; taxas efetivas de juros mensal e anual; e Custo Efetivo Total (CET) das operações de crédito.

O CMN também obrigou as instituições financeiras a enviar ao titular do cartão a data de vencimento da fatura por e-mail ou mensagem em algum canal de atendimento. O aviso terá de ser remetido com pelo menos dois dias de antecedência.

Por fim, as faturas terão uma área com informações complementares. Nesse campo, devem estar informações como lançamentos na conta de pagamento; identificação das operações de crédito contratadas; juros e encargos cobrados no período vigente; valor total de juros e encargos financeiros cobrados referentes às operações de crédito contratadas; identificação das tarifas cobradas; e limites individuais para cada tipo de operação, entre outros dados.

Por: agenciabrasil.ebc.com.br/

Principais restrições do calendário eleitoral começam em julho

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

Primeiro turno das eleições municipais será no dia 6 de outubro.

A partir deste mês, começam a valer as principais restrições previstas no calendário eleitoral para impedir o uso da máquina pública a favor de candidatos às eleições municipais de outubro. As vedações estão previstas na Lei das Eleições (Lei 9.504/1997).

No dia 6 de julho, três meses antes do pleito, começam as restrições para contratação e demissão de servidores públicos. A partir do dia 20, os partidos podem realizar suas convenções internas para a escolha dos candidatos aos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereadores.

O primeiro turno das eleições será no dia 6 de outubro. O segundo turno da disputa poderá ser realizado em 27 de outubro nos municípios com mais de 200 mil eleitores, nos quais nenhum dos candidatos à prefeitura atingiu mais da metade dos votos válidos, excluídos os brancos e nulos, no primeiro turno. 

Confira as principais restrições

6 de julho 

Nomeação de servidores – a partir do próximo sábado (6), três meses antes do pleito, os agentes públicos não podem nomear, contratar e demitir por justa causa servidores públicos. A lei abre exceção para nomeação e exoneração de pessoas que exercem função comissionada e a contratação de natureza emergencial para garantir o funcionamento de serviços públicos essenciais.

Concursos  – A nomeação de servidores só pode ocorrer se o resultado do concurso foi homologado até 6 de julho.

Verbas  – Os agentes públicos também estão proibidos de fazer transferência voluntária de recursos do governo federal aos estados e municípios. O dinheiro só pode ser enviado para obras que já estão em andamento ou para atender situações de calamidade pública.

Publicidade estatal – A autorização para realização de publicidade institucional de programas de governo também está proibida. Pronunciamentos oficiais em cadeia de rádio e televisão e a divulgação de nomes de candidatos em sites oficiais também estão vedados e só podem ocorrer com autorização da Justiça Eleitoral. 

Inauguração de obras – Também fica proibida a participação de candidatos em inaugurações de obras públicas.

20 de julho 

Convenções – A partir do dia 20 de julho, os partidos políticos e as federações poderão escolher seus candidatos para os cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador. O prazo para realização das convenções termina em 5 de agosto.

Gastos de campanha – Na mesma data, o TSE divulgará o limite de gastos de campanha para os cargos que estarão em disputa. 

Direito de resposta – Também começa a valer a possiblidade de candidatos e partidos pedirem direito de resposta contra reportagens, comentários e postagens que considerarem ofensivas na imprensa e nas redes sociais.

Por: agenciabrasil.ebc.com.br/

Conta de luz fica mais cara a partir desta segunda-feira

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

A conta de luz terá acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 kW/h consumidos a partir desta segunda-feira (1°). Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a bandeira tarifária para o mês de julho será amarela em razão de condições menos favoráveis para geração de energia no País.

A bandeira amarela foi acionada em razão da previsão de chuvas abaixo da média até o final do ano (em cerca de 50%) e pela expectativa de crescimento da carga e do consumo de energia no mesmo período. Esse cenário de escassez de chuvas, somado ao inverno com temperaturas superiores à média histórica do período, faz com que as termelétricas, com energia mais cara que hidrelétricas, passem a operar mais. Portanto, os fatores que acionaram a bandeira amarela foram o GSF (risco hidrológico) e o aumento do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD), visto que atualmente não há despacho fora da ordem do mérito (GFOM) decidido pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE).

Essa é a primeira alteração na bandeira desde abril de 2022. Ao todo, foram 26 meses com bandeira verde. Com o sistema de bandeiras, o consumidor consegue fazer escolhas de consumo que contribuem para reduzir os custos de operação do sistema, reduzindo a necessidade de acionar termelétricas. Antes das bandeiras, o repasse desses custos de operação era feito apenas nos reajustes tarifários anuais, o consumidor não tinha a informação de que a energia estava cara naquele momento e, portanto, não tinha um sinal para reagir a um preço mais alto. Dessa forma, o consumidor ganha um papel mais ativo na definição de sua conta de energia. Ao saber, por exemplo, que a bandeira está vermelha, o consumidor pode adaptar seu consumo para ajudar a reduzir o valor da conta.

Com o acionamento da bandeira amarela, a vigilância quanto ao uso responsável da energia elétrica é fundamental. A orientação é para utilizar a energia de forma consciente e evitar desperdícios que prejudicam o meio ambiente e afetam a sustentabilidade do setor elétrico como um todo. A economia de energia é essencial para a preservação dos recursos naturais.

Por: pontanegranews.com.br/

Avião faz pouso de emergência no Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante

Foto: Divulgação/Emprotur

Um avião que fazia o trajeto Amsterdã-Montevideo fez um pouso de emergência na madrugada desta segunda-feira (1°), no Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante. O motivo do pouso foi devido a uma turbulência e falta de oxigênio. A equipe do Corpo de Bombeiros e ambulâncias já deram suporte aos passageiros.

Segundo a assessoria do aeroporto, os passageiros foram atendidos e encaminhados a unidade de saúde mais próxima da região para realizarem atendimento médico.

Por: tribunadonorte.com.br/

Organização e segurança tornam Mossoró Cidade Junina 2024 o maior e melhor de todos os tempos

De 1 a 29 de junho, a Prefeitura Municipal de Mossoró promoveu a 27ª edição do “Mossoró Cidade Junina” (MCJ). Em todos os dias de evento cerca de 950 agentes de segurança garantiram a paz e tranquilidade do São João mais cultural do mundo. A organização da festa, assim como a segurança, foram bastante elogiadas pelos mossoroenses e turistas participantes do evento.

Seguindo os dois anos anteriores, no sentido de fortalecer as ações entre as forças de segurança, a Prefeitura de Mossoró montou dentro do evento, no Corredor Cultural, o Centro Integrado de Monitoramento. Mais de 90 câmeras foram utilizadas para acompanhar todas as movimentações da festa. 

Mais uma vez o MCJ contou com a instalação de equipamentos de identificação facial nas entradas da festa. A tecnologia, com base em dados integrados à polícia, permite a identificação de pessoas foragidas da Justiça.

A Guarda Civil Municipal, Agentes de Trânsito, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Polícia Penal, Instituto Técnico Científico de Perícia e o Departamento Estadual de Trânsito, além de segurança privada, foram envolvidos diretamente na festa.

O aparato em segurança foi bastante elogiado pelo público, que curtiu a festa na maior tranquilidade possível. Em todas as entradas os participantes passavam por revista, inclusive, sendo vistoriados com detectores de metais, dando maior eficiência e impossibilitando que pessoas entrassem com armas na festa.

Durante as festas na Estação das Artes Poeta Elizeu Ventania, não era permitido a entrada de cooler e vidro, ações que visam garantir a segurança de quem foi à festa.

Secretário de Segurança, Coronel Walmary Costa destaca que o modelo em segurança pública executado para o evento foi fundamental para a tranquilidade da festa. O titular enfatiza que a iniciativa do Município em integrar as forças de segurança, em trabalho coletivo, foi mais uma vez primordial para o sucesso. O resultado foi exitoso. Durante todo o mês, nenhuma ocorrência ou acidente grave foi registrado pelas forças de segurança e equipes de saúde que atuaram no MCJ.

“Todos os dias garantimos a segurança total daqueles que participaram do evento, trabalhando o planejamento estratégico. Realizamos várias reuniões, de maneira integrada com as forças de segurança do Estado. Com muito empenho e dedicação de todos pudemos realizar uma festa tranquila, com padrão de segurança de excelência, seguindo mais uma vez como modelo para outras cidades”, pontuou.

O Mossoró Cidade Junina se encerrou neste sábado (29), com o tradicional “Boca da Noite”, que levou uma multidão ao Corredor Cultural. Foi um mês de festa celebrando o São João mais cultural do mundo nos polos Estação das Artes, Cidadela, Arraiá do Povo, São João, Poeta Antônio Francisco, Festival de Quadrilhas Juninas, Circo do Forró, além do espetáculo que reconta a história de resistência de Mossoró ao bando de Lampião, “Chuva de Bala no País de Mossoró”, encenado no Adro da Capela de São Vicente. Durante todos os dias, todos os polos registraram lotação de público.

O evento deu um show a parte em programação, agradando a todos os públicos e fortalecendo os polos. A exemplo do polo São João, que teve shows de Adriana Arydes, Padre Nunes e Irmã Kelly. A Estação das Artes foi palco de artistas de renome internacional como Alok e também grandes nomes da música nacional como Leonardo, Gusttavo Lima, Jorge e Mateus, Dorgival Dantas, Felipe Amorim, Wesley Safadão, Simone Mendes e tantos outros. No Polo Poeta Antônio Francisco, o humor e a poesia foram destaque com apresentações de Mução, Bráulio Bessa e Zé Lezin. Já o Arraiá do Povo, em seu segundo ano, se tornou ainda mais com sucesso de público todos os dias para curtir o São João raiz. Em todos os dias de programação, os artistas regionais e locais tiveram presença garantida.

Confira mais fotos abaixo!

Minhas traduções

Marcelo Alves Dias de Souza Procurador Regional da República Doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL Membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras – ANRL

Na semana passada, prometi escrever sobre os conteúdos e as traduções de “Essais français: droit et philosophie en édition bilingue français/portugais” (“Ensaios franceses: direito e filosofia em edição bilíngue francês/português”) e “Littératures françaises: récits sur les livres et les écrivains en édition bilingue français/portugais” (“Literaturas francesas: crônicas sobre livros e escritores em edição bilíngue francês/português”), livros siameses, que por estes dias jubilosamente entreguei aos leitores. Os lançamentos se deram ou se darão: em Natal/RN, no dia 24 de junho de 2024, às 18 horas, na Aliança Francesa, sita na Rua Potengi, nº 459, bairro de Petrópolis; em Recife, no dia 25 de julho de 2024, às 19 horas, na respectiva Aliança Francesa, sita na Rua Amaro Bezerra, nº 466, bairro do Derby. E eu estou très content.

Os conteúdos de “Essais français e “Littératures françaises” representam minha curiosidade transdisciplinar sobre o direito, a política, a filosofia, a arte e a literatura da França e da francofonia. Coisa de francófilo atrevido, repito. E, sem querer avançar muito nesse conteúdo – isso eu deixo a cargo do querido leitor –, registro apenas que dividi o material em duas grandes temáticas: direito e filosofia ficaram em um tomo, o “Essais français”; literatura, no outro, o “Littératures françaises”. E o leitor vai notar que, a depender da temática (transdisciplinar) predominante do texto, romancistas como Balzac, Hugo ou Gide, por exemplo, foram trasladados da ambiance de “Littératures” para o mélange dos “Essais”. Espero que vocês aprovem a metodologia.

            Mas quero fazer aqui algumas observações quanto às traduções. Elas me deram uma trabalheira dos diabos.

Decidi publicar os textos em edição bilíngue – e não apenas em francês, como até cogitado inicialmente –, para que o estudante de francês, falante nativo de português, ou vice-versa, de qualquer nível, pudesse aproveitar o que de bom têm os livros.

          Quanto às traduções em si, reconhecerei certa razão se alguém disser que a “boa” tradução é aquela feita de uma língua estrangeira para a língua materna (não é o caso aqui, já que sou criado e educado em bom português). Vertendo um texto para a sua língua materna, um tradutor quase sempre obtém um resultado melhor do que teria ao fazer o mesmo para uma língua dita “aprendida”. Todavia, procurei compensar as minhas deficiências.

Fiz “alianças”, como, por exemplo, com Heloísa Arcoverde de Morais, que “assina” a revisão da tradução. Sou mais do que grato.

Ademais, como lembra Geir Campos (em “O que é tradução”, Editora Brasiliense, 1996), “um fato inegável é que, para traduzir bem qualquer texto, o tradutor deve sentir-se de algum modo atraído ou motivado, ou pela forma ou pelo conteúdo dele, ou pelo autor, ou pela cultura do lugar a que se refere o texto a traduzir”. Não me faltaram atração ou motivação. Definitivamente.

Além disso, para bem traduzir, como anota Paulo Rónai (em “Escola de tradutores”, Edições de Ouro, 1967), “o tradutor deve conhecer todas as minúcias semelhantes da língua de seu original, a fim de captar, além do conteúdo estritamente lógico, o tom exato, os efeitos indiretos, as intenções ocultas do autor”. Os tons e as intenções do autor não me eram ocultos. Por óbvio.

Por fim, também dizem, na “Escola de tradutores”, que “o problema da tradução suscita comentários maliciosos e tópicos indignados, mas que não vão além da conclusão tradicional traduttoritraditori”. Fui fiel a mim mesmo. Escrevendo e traduzindo. Podem ter certeza.

Marcelo Alves Dias de Souza
Procurador Regional da República
Doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL
Membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras – ANRL

RN se consolida como 4º estado com maior geração própria no Nordeste

FOTO: ALEX RÉGIS/ TRIBUNA DO NORTE

O Rio Grande do Norte vive um dos maiores números de geração de energia renovável neste ano. De acordo com dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Estado tem registrado mais de 65 mil conexões operacionais, com o total de 632,7 megawatts (MW) de potência, se consolidando como o 4º maior do Nordeste em geração própria. Base histórica da Associação Potiguar de Energias Renováveis (Aper) aponta que de janeiro até abril deste ano pelo menos 7.918 novos sistemas residenciais foram conectados no RN, com uma potência de 47.822 MW.

No geral, considerando sistemas em residências e empresas 5.336 usinas foram conectadas no RN à rede elétrica da distribuidora de energia durante os quatro primeiros meses de 2023. No mesmo período de 2024 foram 8.916, ou seja, um incremento de 67%.

Para além de prédios comerciais, a geração de energia solar vem tomando espaço em residências que buscam desafogar as contas a longo prazo, com a economia podendo chegar a 95%. Desde 2012, a modalidade já atraiu mais de R$ 3,1 bilhões em investimentos, geração de mais de 18 mil empregos e a arrecadação de R$ 900 milhões aos cofres públicos do RN, segundo a Absolar.

Karla Régis, de 44 anos, é fisioterapeuta e encontrou na energia solar uma forma de economia para o futuro. A usina instalada no bairro Pitimbu, em Natal, hoje abastece três pontos: a clínica profissional e a residência própria, além da morada da mãe. Até executar a instalação, a profissional chegou a orçar com pelo menos três empresas. “Hoje a economia é em torno de 50% devido ao financiamento. As pessoas estão sempre perguntando da minha adesão”, relata.

Os benefícios acumulados pela usina solar vão além da economia na conta de luz. A Absolar estima que imóveis com instalação fotovoltaicas têm uma valorização de até 10%. “O avanço da geração própria de energia solar fortalece a sustentabilidade, alivia o orçamento das famílias e amplia a competitividade dos setores produtivos brasileiros”, explica Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar.

Para adquirir uma usina de energia solar, o cálculo do orçamento é realizado a partir do gasto comum dos locais que serão abastecidos. Durante a escolha da empresa, o consumidor deve ser minucioso, avaliando o histórico de projetos e a consolidação no mercado. Para isso, a Aper conta com uma cartela de associados de 30 empresas no Rio Grande do Norte, em que são avaliadas uma série de critérios, como quantidade mínima de funcionários, existência de um espaço físico e projetos executados.

“O principal fator de crescimento pode ser atribuído à queda no preço dos equipamentos, o que tem proporcionado retorno ainda mais rápido para os investimentos”, explica Cássio Maia, presidente da Aper.

Esse cenário é confirmado por Karla Simone, 49, que constata resultados efetivos de economia. Com a usina instalada no bairro de Lagoa Azul, em Natal, ela abastece três pontos: uma residência e um apartamento da família, além da casa da mãe. A estimativa é que o retorno do investimento esteja completo no período de três anos. “Nossa decisão foi baseada no custo-benefício. Não só no valor, como também na qualidade do material e suporte antes, durante e após a instalação”, conta satisfeita.

Lenilson Mendonça, 52, possui três usinas em diferentes endereços. Na residência em localizada no bairro de Nova Parnamirim, na região metropolitana de Natal, o administrador possui energia solar desde 2018 e em junho de 2024 realizou uma nova ampliação, puxado pelo aumento de consumo. Nos períodos de verão, ele relata que a usina residencial tem uma geração entre 900 a 1.000kW, enquanto no inverno acontece uma baixa natural, registrando de 500 a 700 kW.

“Na residência a economia é de R$ 700,00 a R$ 800,00 mensais, pois com a instalação da usina passamos a utilizar mais eletrodomésticos elétricos gerando também economia na aquisição de gás de cozinha. Em 24 meses já obtive o retorno projetado”, explica. Com a satisfação constatada, Lenilson conta que amigos e pessoas da família também decidiram aderir à instalação de uma usina fotovoltaica.

Os indicadores de evolução da energia solar no Estado animaram o mercado, que no fim de 2022 percebeu uma estabilização nas conexões, devido ao início de uma nova legislação sobre a energia solar. “Desde o último trimestre de 2023 voltamos a acompanhar um crescimento constante e com as condições de preço dos equipamentos em um patamar atrativo, o acesso à crédito em condições razoáveis e a tendência constante de aumento no preço da energia elétrica faz com que a atratividade do investimento em energia solar se mantenha crescente”, conta o presidente da Associação.

Ainda de acordo com Cássio Maia, o crescimento pela demanda de carros elétricos pode impulsionar a aquisição de sistemas fotovoltaicos nos domicílios potiguares, associando ao aumento da necessidade do uso de energia elétrica. Para 2024, considerando a projeção de volume de projetos e preço dos sistemas atuais, a APER estima que a geração distribuída no Rio Grande do Norte alcance a marca de R$ 500 milhões.

Instalação de energia solar exige cuidados

A instalação de energia solar é uma decisão que exige critérios além da venda, considerando um bom suporte posterior e a necessidade de manutenção e acompanhamento ao longo dos anos da usina. Hoje, a estimativa é que os módulos solares possuam uma durabilidade média de 25 anos, podendo chegar a 30 anos quando bem executados.

Para a adesão ao sistema residencial, o consumidor investe a partir de R$ 7 a 10 mil, dependendo do consumo da residência e da projeção para o futuro. Quanto mais eletrodomésticos e pessoas no espaço, maior será o valor pago para a aquisição da energia solar. Com expertise no mercado desde 2015 e com aproximadamente 3 mil projetos executados, a Megga Solar tem um processo facilitado para obtenção de usinas solares residenciais.

Gabriela Oliveira, sócia-proprietária de Megga Solar, explica que os prazos são pensados para agilizar a economia do consumidor. “Depois de sete dias após a aquisição, o material já está na casa do cliente e temos até 45 dias corridos para fazer a instalação. Se for um financiamento bancário, eles dão a partir de 90 dias de carência, então o sistema já vai estar ligado antes dele começar a pagar”, explica.

Na aquisição da usina com pagamento à vista são ofertadas condições diferenciadas pela empresa, além da disponibilidade de parcelamento em até 12 vezes sem juros no cartão. Nos casos em que for necessário financiamento, bancos parceiros são acionados em busca das melhores taxas bancárias.

A quem decide se tornar consumidor de energia solar e gasta a exata geração de energia proporcionada pela usina, ainda é necessário o pagamento uma taxa mínima mensal à concessionária do referido Estado. Normalmente, o valor envolve o valor de kWh pela cota indicada de acordo com o modelo de alimentação, além da taxa de iluminação da cidade.

Por: tribunadonorte.com.br/

Mega-Sena, 2743: prêmio acumula de novo e sobe para R$ 120 milhões

Foto: Reprodução

Ninguém acertou as seis dezenas do sorteio 2743 da Mega-Sena. Os números sorteados neste sábado, 29, foram: 13 – 25 – 27 – 30 -37 – 53.

Segundo a Caixa, a estimativa do prêmio principal do próximo sorteio subiu para R$ 120 milhões.

Apesar de ninguém acertar as seis dezenas, 147 apostas acertaram a quina e vão embolsar R$ 40.291,15 cada uma. Outros 9.980 apostadores acertaram quatro números e irão receber R$ 847,80 cada um.

A última vez que houve um acertador do prêmio principal foi em 8 de junho, quando uma aposta de Ponta Grossa (PR) levou sozinha um prêmio de R$ 114,1 milhões.

O próximo concurso da Mega-Sena será na terça-feira, 2. As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio nas lotéricas de todo o país, no portal Loterias CAIXA e no app Loterias Caixa, além do Internet Banking CAIXA para clientes do banco.

A aposta mínima da Mega-Sena custa R$ 5, e você tem direito de escolher seis dezenas de 1 a 60. Vale ressaltar que a chance de acerto para uma aposta com seis dezenas é de 50.063.860 para cada uma, segundo a Caixa.

Todos os concursos são transmitidos a partir das 20h, pelo canal da CAIXA no YouTube.

Por: istoedinheiro.com.br/