As aulas serão realizadas de segunda a sexta-feira, das 18h às 22h, na Escola Municipal Manuel Machado, com início no dia 14 de setembro de 2026.
A Escola do Legislativo da Câmara Municipal de Parnamirim está com inscrições abertas para o Curso de Cuidador de Idosos, das 8h30 às 14h, para moradores dos bairros de Emaús e Parque Industrial. As aulas serão realizadas de segunda a sexta-feira, das 18h às 22h, na Escola Municipal Manuel Machado, com início no dia 14 de setembro de 2026.
Realizado em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, o objetivo é ampliar as oportunidades de qualificação profissional, emprego e geração de renda. Para participar, os interessados devem ter 18 anos ou mais, ensino fundamental completo e comprovar residência nos bairros contemplados. Ao todo, serão disponibilizadas 40 vagas, distribuídas em duas turmas de 20 alunos.
Com carga horária de 160 horas, o curso busca capacitar os participantes para atuar no cuidado e acompanhamento de pessoas idosas, possibilitando uma nova alternativa de inserção no mercado de trabalho e geração de renda.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), incluiu o colega André Mendonça no inquérito das fake news, em mais um capítulo da crise interna da Corte.
Segundo as informações divulgadas, Mendonça teria sido acusado de suposta improbidade administrativa, crime de responsabilidade e abuso de autoridade em decisões relacionadas às operações Sem Desconto e Compliance Zero.
A medida ocorre em meio ao avanço das investigações sobre mensagens atribuídas a Moraes e ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, além da possibilidade de o caso ser analisado pelo plenário do STF.
UE considera insuficientes os mecanismos de controle de antimicrobianos na produção animal| Foto: CNA/Wenderson Araujo/Trilux
A União Europeia (UE) começou nesta quinta-feira (3) a suspensão da entrada de produtos de origem animal do Brasil em seus 27 países-membros. A medida atinge carnes bovina, de frango e suína, além de mel, pescados e ovos, e pode afetar até US$ 2 bilhões por ano em exportações brasileiras.
O bloqueio, porém, não é necessariamente definitivo: o Brasil tenta comprovar que atende às exigências europeias. Além disso, uma auditoria da UE avalia as cadeias de frango e mel no país.
A restrição ocorre porque o bloco considera insuficientes os mecanismos brasileiros de controle do uso de antimicrobianos na produção animal. A União Europeia não identificou casos de contaminação ou irregularidades sanitárias em lotes brasileiros.
A partir desta quinta-feira (03), novas cargas dos produtos afetados não podem entrar no mercado dos 27 países da União Europeia. A medida atinge principalmente os segmentos de carne bovina e de frango, que têm participação relevante nas exportações brasileiras para o mercado europeu.
A União Europeia detém regras próprias para o uso de antimicrobianos na criação de animais. Esses medicamentos podem ser usados para tratar infecções, mas o bloco proíbe o emprego para estimular o crescimento dos animais. Também não permite que sejam utilizados em animais antimicrobianos reservados ao tratamento de infecções em seres humanos.
A avaliação europeia é de que o sistema brasileiro de controle dessas substâncias não oferece garantias suficientes para comprovar o cumprimento das regras.
O governo brasileiro, por sua vez, contesta esse entendimento e afirma que a legislação nacional já restringe o uso de antimicrobianos como promotores de crescimento, seguindo referências internacionais.
O bloqueio europeu não foi anunciado após a identificação de contaminação ou de um problema sanitário específico em carnes brasileiras. A questão está relacionada aos mecanismos de controle e rastreabilidade do uso de antimicrobianos. Dessa forma, a medida não significa que a carne brasileira tenha sido considerada imprópria para consumo.
O Brasil exporta produtos de origem animal para dezenas de países e continua autorizado a vender para outros mercados que mantenham a habilitação dos produtos brasileiros.
Quanto o Brasil pode perder?
O impacto potencial estimado chega a US$ 2 bilhões por ano considerando os produtos afetados. Somente a carne bovina respondeu por aproximadamente US$ 1,7 bilhão em exportações brasileiras para a UE em 2025, segundo os dados apresentados no material.
Embora o mercado europeu represente uma parcela limitada do total das exportações brasileiras de carne bovina, ele é considerado estratégico porque compra cortes de maior valor agregado.
O problema para o setor não é apenas encontrar outro comprador. Diferentes mercados costumam demandar cortes específicos, o que dificulta substituição imediata das vendas destinadas à Europa.
O governo brasileiro vem negociando com a União Europeia desde que a medida foi anunciada. Entre as providências adotadas estão: proibição de determinados antimicrobianos; criação de mais regras de controle; proposta de um período de transição, rejeitada pela UE; elaboração de um protocolo de rastreabilidade; comprovação do controle sobre o uso dessas substâncias durante a produção.
O novo protocolo prevê o acompanhamento do animal desde o nascimento até o abate, permitindo comprovar que determinados antimicrobianos não foram usados durante sua vida.
Segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), todas as empresas associadas e habilitadas a exportar para a União Europeia já aderiram ao protocolo privado desenvolvido pelo setor.
A suspensão pode ser revertida, mas não há uma data definida para a retomada das exportações.