Duas vítimas de atentado em Assú morrem no Hospital Tarcísio Maia

 

Foto: reprodução

Duas pessoas que ficaram gravemente feridas durante um atentado a tiros e explosivos em Assú morreram na última quarta-feira (16), no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), em Mossoró. Com as novas mortes, o número de vítimas fatais do ataque chegou a três.

O atentado aconteceu na noite do dia 10 de setembro, na Rua Professor João Jacinto, no bairro Dom Elizeu, em Assú, na região Oeste do Rio Grande do Norte.

As vítimas que morreram no hospital são Cláudio Antônio, conhecido como “Leo”, e Vitória, natural de Paraú. Os dois receberam atendimento médico após o ataque, mas não resistiram à gravidade dos ferimentos.

No dia do atentado, quatro pessoas ficaram feridas após criminosos efetuarem diversos disparos contra as pessoas que estavam no imóvel. Um homem identificado pelo apelido de “Ray” morreu ainda no local.

Cláudio Antônio, Vitória e uma terceira vítima receberam socorro e seguiram para o Hospital Tarcísio Maia, em Mossoró. O terceiro sobrevivente sofreu um ferimento no braço.

De acordo com informações levantadas sobre o caso, dois criminosos chegaram ao imóvel e atiraram contra as pessoas que estavam no local. Durante a ação, os suspeitos também teriam utilizado artefatos explosivos semelhantes a granadas. A Polícia Civil investiga a motivação e a autoria do atentado.

Candidato a deputado federal é preso em flagrante por tráfico de drogas no Alto Oeste do RN

 

Foto: PCRN

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte prendeu, na manhã desta quinta-feira (17), um homem de 27 anos, candidato ao cargo de deputado federal nas Eleições 2026, por suspeita de tráfico de drogas e possível participação em uma organização criminosa. A prisão ocorreu em Alexandria, no Alto Oeste potiguar, durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão expedidos pela 41ª Zona Eleitoral.

A operação integra uma investigação que apura ameaças contra eleitores e candidatos da região. A Polícia Civil também investiga se o suspeito teria utilizado redes sociais para ameaçar pessoas envolvidas no processo eleitoral.

Candidato foi preso durante cumprimento de mandados

Os policiais civis cumpriram mandados em endereços vinculados ao investigado nas zonas urbana e rural de Alexandria. Durante as buscas, a equipe encontrou substâncias análogas à maconha, incluindo dois tabletes de maior dimensão e diversas porções fracionadas.

Os agentes também apreenderam dinheiro em espécie. Diante do material localizado, a Polícia Civil prendeu o homem em flagrante por suspeita de tráfico de drogas. Todo o material apreendido seguiu para a delegacia, onde passou pelos procedimentos legais.

Polícia apreendeu drogas e dinheiro durante buscas

Segundo as investigações, o homem é suspeito de integrar uma organização criminosa com atuação na região do Alto Oeste do Rio Grande do Norte.

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A apuração aponta que ele poderia exercer diferentes funções dentro do grupo, entre elas o armazenamento de substâncias entorpecentes destinadas à organização.

A suspeita de participação na organização criminosa, no entanto, ainda é objeto de investigação. As autoridades buscam reunir outros elementos que possam esclarecer a atuação do investigado e sua eventual relação com o grupo.

Investigação eleitoral apura ameaças contra eleitores e candidatos

Além da investigação relacionada às drogas, a Justiça Eleitoral apura possíveis ameaças direcionadas a eleitores e candidatos da região. De acordo com a apuração, parte das ameaças teria ocorrido por meio de redes sociais. Os investigadores analisam se as condutas teriam relação com a atuação da suposta organização criminosa.

A investigação também verifica se as ameaças tinham como objetivo interferir no livre exercício dos direitos políticos ou no andamento da campanha eleitoral.

Polícia investiga possível ligação com organização criminosa

As autoridades ainda investigam a possível participação do candidato na organização criminosa e sua eventual relação com as ameaças investigadas pela Justiça Eleitoral.

A prisão por tráfico de drogas ocorreu em flagrante após os policiais encontrarem as substâncias durante o cumprimento dos mandados. Já as demais suspeitas dependem do avanço das investigações e da análise das provas reunidas no caso.

Investigação continua para identificar outros envolvidos

O investigado permanecerá à disposição da Justiça. A Polícia Civil dará continuidade às diligências para esclarecer as circunstâncias dos fatos.

A investigação também busca verificar a possível participação do homem nas ameaças de natureza eleitoral e identificar outros eventuais envolvidos.

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Justiça solta suspeito de matar guarda municipal em Natal

Foto: Reprodução

A Justiça do Rio Grande do Norte negou, na terça-feira (15), a prisão preventiva de Paulo Sérgio Andrade dos Santos, de 19 anos, suspeito de matar o guarda municipal Enilson Azevedo da Silva, de 46 anos. A decisão foi tomada durante audiência de custódia, após a prisão do investigado.

Enilson foi encontrado morto no domingo (13), dentro de uma rede, na casa onde morava no loteamento Encanto Verde, na Zona Oeste de Natal. Ele tinha uma marca de tiro na cabeça e estava desaparecido desde a noite anterior, depois de sair do trabalho.

Segundo a Polícia Civil, imagens de câmeras mostram o suspeito deixando a residência por volta da meia-noite. A investigação aponta que ele teria levado a motocicleta e a arma da vítima. A moto foi localizada abandonada em um condomínio no bairro Planalto.

O suspeito foi encontrado na segunda-feira (14), em um posto de combustíveis de Caiçara do Norte, no litoral potiguar, a cerca de 150 quilômetros de Natal. De acordo com a polícia, ele estava com malas e se preparava para deixar a cidade. A arma usada no crime ainda não foi localizada.

O juiz considerou que não havia situação de flagrante, porque houve um intervalo significativo entre o crime e a captura. Também avaliou que policiais entraram na residência do suspeito sem mandado judicial. Por isso, a prisão foi considerada ilegal e relaxada.

Paulo Sérgio deverá cumprir medidas cautelares, como não deixar a comarca por mais de oito dias sem autorização, não manter contato com testemunhas e comparecer periodicamente à Justiça. A Polícia Civil informou que pretende pedir novamente a prisão preventiva, enquanto a motivação do assassinato continua sendo investigada.