Usuários do Pix reclamam, na manhã deste sábado (14/2), de instabilidade na ferramenta Pix. O pico de reclamações foi registrado às 9h51. Mensagens em aplicativos de bancos, como o Banco do Brasil, informaram que houve uma “Falha na Autenticação Inicial”.
Segundo o site DownDetector, mais de 80 reclamações a respeito da ferramenta de pagamento instantâneo foram registradas. Na rede social X (antigo Twitter), usuários relataram mensagens de erro na transação em pleno sábado de carnaval.
Entre os comentários, estavam: “Alguém está com o Pix do Banese fora do ar??”, “Pix caiu”, “Alguém com problema em fazer pix no Banco do Brasil? Que ódio”.
Com décadas de trabalho, Carlos Sergio aposta no luxo em suas peças – Foto: Reprodução
Plumas e paetês, brilho e muito luxo. A alegria do carnaval abre alas para um mundo de cores e adereços. No ateliê do artista plástico Carlos Sérgio Borges, tudo se traduz em arte com um olhar atento ao gosto do seu público. “Todas querem brilho. As mulheres já brilham por si próprias, mas com mais um adereço que eu faço, elas ficam mais arrasantes, mais belas. Então, nesse ponto eu uso muito brilho, porque elas querem luxo e glamour”
Para produzir a coleção disponível para o Carnaval 2026, o trabalho começou em agosto, pesquisando, desenhando, indo para São Paulo trazer todo o material. “O meu trabalho é em cima da matemática. Não é só colar ou pregar uma pena. É todo um desenho com estética, dentro da geometria, das cores, dos traços, do formato do rosto. É uma pesquisa, é um estudo que desde agosto que eu estou desenhando, riscando, como eu faço todos os anos, para ter um trabalho de qualidade e que deixa as pessoas impactadas, muitas emocionadas”.
Esse ano, as orquídeas ganharam destaque nos adereços em composição com plumas de todas as espécies, incluindo rabo de galo, asa de avestruz, pluma de avestruz, de ganso, de cisne.
Autoditada, com décadas de experiência como artista plástico, cenógrafo, figurinista e escritor, Carlos Sérgio Borges também busca com seu talento enriquecer a cultura popular. “ Meu trabalho também tem tudo a ver com o folclore do Rio Grande do Norte, tem adereço dos galantes do Boi calemba e tem alguns cocares que lembram os caboclinhos”
Mesmo com a folia batendo na porta, ele conta que ainda tem peças exclusivas disponíveis em seu ateliê. O espaço funciona na rua Santo Antônio, 704, vizinho à Igreja do Galo, no Centro Histórico Natal. É aberto das 9h às 16h, ou mediante agendamento. Também é possível conhecer e acompanhar seus trabalhos pelo instagram @carlossergio.borges.
sustentabilidade e economia criativa
Suerda Medeiros comemora aumento do faturamento no período festivo – Foto: Reprodução
Para a artesã Suerda Medeiros, o carnaval é vitrine cultural e também uma oportunidade de fortalecer a sustentabilidade e a economia criativa. Ela destaca que o reaproveitamento de materiais se tornou parte essencial do processo produtivo, agregando valor às peças e reduzindo custos, sem perder o impacto visual.
“Sobretudo esse momento, o carnaval está na porta e a gente sabe que é um momento cultural a nível de mundo. E como a gente vem falando muito sobre a questão da sustentabilidade, reaproveitar tudo que pode encher os olhos é algo gigante para nós, porque a gente também está deixando o outro feliz, confortável e à altura de muitos momentos que vai realizar agora nesse carnaval”, observa.
Ela também reforça que criatividade vale mais do que preço e pode ampliar o faturamento.
“O luxo do carnaval hoje não está no preço do material que a gente quer tanto consumir. Mas na criatividade de como você representa. Com isso, sem sombra de dúvida, você consegue adquirir um faturamento incrivelmente além do que você imaginava. Então, somando todas essas ideias, o que você vai entregar para o público, pensando sempre no melhor, na questão da sustentabilidade, você tem um produto cultural e incrivelmente belíssimo para apresentar”, diz.
Segundo a artesã, como a produção é iniciada meses antes, a renda cresce significativamente no período momesco.
“Então posso dizer que a minha renda aumenta consideravelmente nesse período, tendo em vista que a gente começa já a produzir, eu no caso em outubro. Porque como nós temos muitos bloquinhos, nós divulgamos intensamente nas redes sociais e as pessoas conhecem a qualidade do nosso produto, a tendência de se vender nesse período triplica para a gente que é artesão, conclui.
O trabalho de Suerda Medeiros também pode ser acompanhado nas redes sociais. No Instagram, ela divulga as coleções, os bastidores da produção e as novidades para o carnaval por meio do perfil @suerdaitala, onde apresenta peças autorais que unem criatividade, brilho e sustentabilidade.
Após a repercussão das reclamações sobre o aumento nas contas e mudanças no faturamento da energia solar, a Neoenergia Cosern divulgou uma nota oficial afirmando que já iniciou diálogo com representantes do setor no Rio Grande do Norte. A distribuidora informou que realizou uma reunião com a Associação Potiguar de Energias Renováveis (APER) e empresas do segmento para esclarecer dúvidas relacionadas aos clientes de Micro e Minigeração Distribuída (MMGD).
Segundo a entrega, entre as medidas anunciadas está o reforço no atendimento presencial para consumidores que desejam esclarecimentos sobre transações e transferência de energia. A iniciativa surge em meio à mobilização de clientes e empresários que cobram transparência nas cobranças e prometem protestos em Natal diante das recentes mudanças que impactaram as faturas. A Cosern também confirmou que um novo encontro com representantes do setor solar já está marcado para o início de março, diminuindo que o tema continuará em debate nas próximas semanas.
O posicionamento ocorre enquanto os consumidores seguem relatando dificuldades com contabilização da energia, impostos e valores considerados elevados.
Confira a nota da Neoenergia Cosern na íntegra:
NOTA NEOENERGIA COSERN Natal (RN), 03 de fevereiro de 2026
A Neoenergia Cosern informa que se reuniu nesta terça-feira (03) com a direção da Associação Potiguar de Energias Renováveis (APER) e com representantes de empresas e energia solar para esclarecer as principais questões relacionadas à gestão dos clientes MMGD.
Na ocasião, a distribuidora também apresentou um plano de ação para, entre outras iniciativas, reforçar o atendimento presencial para tirar dúvidas sobre MMGD a partir da próxima segunda-feira (09) nas Lojas de Atendimento de Natal (Rua João Pessoa, Centro), Mossoró e Caicó. Uma nova reunião sobre o tema foi agendada para o início de março.
Parnamirim segue se consolidando como um dos principais polos de distribuição de gás natural do Rio Grande do Norte. Atualmente, o município conta com cerca de 35 quilômetros de rede de gás canalizado, atendendo mais de 11,2 mil residências, além de 69 estabelecimentos comerciais, quatro indústrias e sete postos de Gás Natural Veicular (GNV).
Entre 2026 e 2029, a Companhia Potiguar de Gás (Potigás) vai investir R$ 4,4 milhões na ampliação da rede no município. O plano prevê a implantação de 17,3 quilômetros de nova rede, a criação de 48 novos pontos de entrega e o aumento da capacidade de distribuição em 1.089 metros cúbicos por dia, possibilitando o atendimento de cerca de 5.400 novas unidades.
As áreas inicialmente priorizadas incluem os bairros de Nova Parnamirim, Emaús, Vida Nova, Nova Esperança, Cohabinal, além de unidades hospitalares.
Os detalhes do projeto foram apresentados em reunião realizada no dia 13 de janeiro, entre a diretora-presidente da Potigás, Marina Melo, o diretor técnico-comercial, Dennis Falcon, e a prefeita de Parnamirim, Nilda Cruz. Durante o encontro, a gestora municipal também indicou novas áreas consideradas estratégicas para a expansão da rede de gás natural no município.
Segundo a diretora-presidente da Potigás, os investimentos podem ser ampliados a partir do diálogo institucional.
“Recebemos da prefeita importantes indicações de áreas prioritárias para a expansão da rede de gás natural em Parnamirim. A Potigás seguirá com estudos técnicos e econômicos para avaliar essas demandas e poderá, inclusive, ampliar o volume de investimentos previsto, conforme a viabilidade dos projetos”, afirmou Marina Melo.
A iniciativa reforça o compromisso da Potigás com o desenvolvimento urbano sustentável, a melhoria da infraestrutura energética e o estímulo à economia local, por meio de uma fonte de energia mais limpa, segura e eficiente.
O saque fica disponível por até três meses, contados a partir do início do mês de aniversário dos trabalhadores, e pode ser feito digitalmente | BNews Natal – Divulgação Reprodução/Internet
Os trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço já começaram a receber os valores referentes a este ano de 2026. Quem nasceu em janeiro e optou por essa modalidade teve o dinheiro liberado a partir do dia 2 de janeiro, primeiro dia útil do mês.
O saque fica disponível por até três meses, contados a partir do início do mês de aniversário, e pode ser realizado de forma digital, pelo aplicativo do FGTS, ou presencialmente em unidades da Caixa Econômica Federal.
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A modalidade permite acesso anual a parte do saldo do fundo e segue um calendário específico, definido conforme o mês de nascimento do trabalhador.
Quem pode receber o saque-aniversário?
Têm direito ao saque-aniversário em 2026 os trabalhadores que possuem saldo em contas ativas ou inativas do FGTS e que já tenham feito a opção por essa modalidade anteriormente.
Quem não aderiu ao saque-aniversário continua automaticamente vinculado ao saque-rescisão, que é o modelo tradicional do FGTS, utilizado principalmente em casos de demissão sem justa causa.
A opção pelo saque-aniversário pode ser feita a qualquer momento, mas passa a valer apenas no ano seguinte à solicitação.
Calendário oficial do FGTS em 2026
Os valores ficam disponíveis sempre a partir do primeiro dia útil do mês de aniversário e podem ser sacados em até três meses. Veja o cronograma completo:
Janeiro: de 2 de janeiro a 31 de março de 2026 Fevereiro: de 2 de fevereiro a 30 de abril de 2026 Março: de 2 de março a 29 de maio de 2026 Abril: de 1º de abril a 30 de junho de 2026 Maio: de 4 de maio a 31 de julho de 2026 Junho: de 1º de junho a 31 de agosto de 2026 Julho: de 1º de julho a 30 de setembro de 2026 Agosto: de 3 de agosto a 30 de outubro de 2026 Setembro: de 1º de setembro a 30 de novembro de 2026 Outubro: de 1º de outubro a 30 de dezembro de 2026 Novembro: de 2 de novembro de 2026 a 29 de janeiro de 2027 Dezembro: de 1º de dezembro de 2026 a 26 de fevereiro de 2027
Caso o trabalhador não realize o saque dentro do prazo, o valor retorna automaticamente à conta do FGTS e só poderá ser retirado novamente no ano seguinte.
Como sacar o FGTS pelo aplicativo
O saque pode ser feito de forma simples e rápida pelo celular. Basta acessar o aplicativo FGTS, fazer login com a conta Gov.br e selecionar a opção “Saque-aniversário”.
Em seguida, o trabalhador deve indicar uma conta bancária para crédito, conferir os dados e aguardar o depósito, que costuma ocorrer em poucos dias. Também é possível sacar o dinheiro presencialmente em agências da Caixa, casas lotéricas ou correspondentes Caixa Aqui.
Diferença entre saque-aniversário e saque-rescisão
No saque-rescisão, que é o padrão, o trabalhador demitido sem justa causa pode sacar todo o saldo do FGTS, além de receber a multa de 40%.
Já no saque-aniversário, o trabalhador perde o direito de sacar o valor total do fundo em caso de demissão, podendo retirar apenas a multa rescisória. O restante do saldo permanece na conta para saques anuais.
A mudança de modalidade só entra em vigor após dois anos de espera.
Quem trabalhou com carteira assinada em 2023 ganhando até dois salários mínimos deve ficar atento. Acaba nesta segunda-feira (29) o prazo para sacar o abono salarial de 2025.
Quem perder o prazo terá de aguardar uma convocação especial do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para ter acesso ao benefício, pago com recursos do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep).
Segundo o balanço mais recente do MTE, divulgado na semana passada, 141.628 trabalhadores ainda não tinham sacado o abono salarial PIS/Pasep. Segundo a pasta, restam R$ 145,7 milhões a serem retirados.
O benefício é referente ao ano-base de 2023 e também inclui revisões de pagamentos dos cinco anos anteriores. Quem perder o prazo terá de aguardar a convocação especial do MTE para ter acesso ao benefício.
Quem tem direito
Podem receber o abono os trabalhadores que atendem aos seguintes critérios:
Estar cadastrado no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos;
Ter recebido até dois salários mínimos de remuneração média mensal no período trabalhado;
Ter exercido atividade remunerada por no mínimo 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base;
Ter os dados corretamente informados pelo empregador no eSocial;
Empregados domésticos e jovens aprendizes não recebem abono salarial, porque o benefício exige vínculo empregatício com uma empresa, não com outra pessoa física.
A consulta ao abono salarial pode ser feita a partir do dia 5 de cada mês pelos seguintes canais:
Carteira de Trabalho Digital (aplicativo ou site);
Portal Gov.br.
Trabalhadores que entraram com recurso administrativo recebem o pagamento no dia 15 de cada mês, ou no primeiro dia útil seguinte.
O PIS é pago aos trabalhadores da iniciativa privada. O Pasep é pago a servidores públicos, militares e empregados de estatais.
Onde sacar o benefício
O pagamento do abono salarial é feito pela Caixa Econômica Federal ou pelo Banco do Brasil, conforme o tipo de vínculo do trabalhador.
Na Caixa, que paga o PIS, o valor pode ser sacado por:
Crédito em conta corrente ou poupança;
Conta digital pelo aplicativo Caixa Tem.
Quem não tem conta pode sacar em agências, lotéricas, terminais de autoatendimento, correspondente bancário Caixa Aqui e outros canais.
No Banco do Brasil, que deposita o Pasep, o pagamento ocorre por:
Crédito em conta bancária;
Transferência via Pix ou TED;
Saque presencial em agências, no caso de não correntistas.
Canais de atendimento
Em caso de dúvidas, o trabalhador pode buscar informações:
A prefeita de Extremoz, Jussara Sales, se reuniu em Pitangui com representantes do Grupo Bom Todo, da Paraíba, para dialogar sobre a possível implantação de um centro industrial no município. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a economia local e ampliar a geração de emprego e renda para a população extremozense.
O encontro contou com a presença de secretários municipais, entre eles o secretário de Juventude, Esporte e Lazer, Pablo Sales, além de empresários e representantes do setor produtivo, como o empresário extremozense Paulo de Paula, que destacou a importância da articulação entre o poder público e a iniciativa privada para o desenvolvimento da cidade.
“Extremoz vive um momento estratégico de crescimento, e a chegada de novos empreendimentos industriais representa mais oportunidades para nossa população, além de fortalecer a economia local e regional”, ressaltou Paulo de Paula.
Durante a reunião, foram discutidos aspectos técnicos e logísticos para a instalação do empreendimento, bem como o potencial do município em infraestrutura, localização estratégica e mão de obra.
O Grupo Bom Todo, por meio da Guaraves, possui uma trajetória iniciada em 1978 e, atualmente, conta com cerca de 2 mil funcionários, com atuação em cinco estados do Nordeste: Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Piauí e Sergipe. Reconhecida como uma das maiores indústrias avícolas da região, a empresa se destaca pela excelência em qualidade, respeito ao meio ambiente e valorização das pessoas.
A prefeita Jussara Sales reforçou o compromisso da gestão municipal em atrair investimentos que promovam desenvolvimento sustentável.
“Nosso trabalho é abrir portas para novas parcerias, gerar emprego, renda e garantir que Extremoz continue avançando com responsabilidade social e desenvolvimento econômico”, afirmou a prefeita.
A Prefeitura de Extremoz segue empenhada em dialogar com o setor empresarial e criar um ambiente favorável para novos investimentos, fortalecendo a economia e melhorando a qualidade de vida da população.
Quase metade dos brasileiros pretende celebrar o Natal em casa este ano. É o que aponta um levantamento divulgado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).
De acordo com a pesquisa, 46% dos entrevistados afirmaram que farão a ceia ou o almoço natalino em sua própria residência. Outros 17% disseram que a celebração acontecerá na casa dos pais, enquanto 15% pretendem comemorar na casa de outros parentes.
O levantamento também mostra que os brasileiros devem gastar, em média, R$ 338 com os preparativos da ceia ou do almoço de Natal neste ano. O valor inclui itens como alimentos, bebidas e outros produtos tradicionais da celebração.
A pesquisa foi realizada com o objetivo de identificar os hábitos de consumo e as escolhas das famílias brasileiras durante o período natalino.
A prefeita de Extremoz, Jussara Sales, se reuniu na manhã desta terça-feira (16) na comunidade de Pitangui, com representantes do Grupo Bom Todo, da Paraíba, para tratar da possível implantação de um centro industrial no município. A proposta tem como foco o fortalecimento da economia local e a ampliação da oferta de emprego e renda.
A reunião contou com a participação de secretários municipais, entre eles o secretário de Juventude, Esporte e Lazer, Pablo Sales, além de empresários e representantes do setor produtivo. O empresário extremozense Paulo de Paula destacou a importância da articulação entre o poder público e a iniciativa privada para o desenvolvimento econômico da cidade.
Durante o encontro, foram discutidos aspectos técnicos e logísticos relacionados à possível instalação do empreendimento, além do potencial de Extremoz em infraestrutura, localização estratégica e disponibilidade de mão de obra.
O Grupo Bom Todo, por meio da Guaraves, atua desde 1978 e emprega cerca de 2 mil colaboradores, com operações nos estados da Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Piauí e Sergipe. A empresa é considerada uma das maiores do setor avícola do Nordeste.
A prefeita Jussara Sales afirmou que a gestão municipal trabalha para criar um ambiente favorável à atração de investimentos. Segundo ela, a prioridade é promover desenvolvimento econômico aliado à geração de oportunidades para a população.
A Prefeitura de Extremoz informou que seguirá dialogando com o setor empresarial visando estimular novos investimentos e fortalecer a economia do município.
O salário mínimo deve chegar a R$ 1.621 em 2026, um aumento de R$ 103 sobre o valor atual de R$ 1.518. Segundo cálculos da equipe econômica incluídos na LDO aprovada pelo Congresso, cada R$ 1 de reajuste gera uma despesa adicional de R$ 429,3 milhões no próximo ano. Assim, o aumento previsto cria um impacto obrigatório de cerca de R$ 44,2 bilhões nas contas do governo.
Esse custo extra ocorre porque o novo valor reajusta benefícios como aposentadorias e pensões do INSS, seguro-desemprego e abono salarial, que não podem ser inferiores ao salário mínimo.
O reajuste de cerca de 6,8% foi confirmado após a divulgação do INPC de novembro, que acumulou alta de 4,18% em 12 meses. O cálculo também leva em conta o crescimento do PIB de 2024, estimado em 3,4%, mas o arcabouço fiscal limita o ganho real a um intervalo entre 0,6% e 2,5%.
A LDO trabalhava com uma projeção um pouco maior, de R$ 1.627, mas o valor oficial ficou abaixo disso. O novo salário mínimo começa a valer em janeiro de 2026, com efeito no pagamento de fevereiro.
A Mega-Sena 2950 sorteia, nesta quinta-feira (11), um prêmio acumulado de R$ 38 milhões. O concurso será realizado às 21h, no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, em São Paulo.
Concurso com final zero
Por ser um concurso com final zero, a Mega-Sena 2950 recebe um adicional das arrecadações dos cinco concursos anteriores. A regra faz parte da modalidade e aumenta o valor do prêmio principal.
Como acompanhar o sorteio
A Caixa fará a transmissão ao vivo pelo canal oficial no YouTube e pelo Facebook das Loterias Caixa. O sorteio começa exatamente às 21h (horário de Brasília).
Apostas até 20h30
As apostas para a Mega-Sena 2950 podem ser feitas até as 20h30 em qualquer lotérica credenciada do país ou pela internet. O jogo simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
Segundo a Assurn, os preços no RN devem acompanhar a tendência de alta de todo o País | Foto: Adriano Abreu
A cesta natalina deverá ficar até 4,53% mais cara em 2025, de acordo com a prévia do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), divulgada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O aumento será puxado por produtos como peru (que registrou alta de 13,62%), azeitona (+12,53%) e a caixa de bombom (+10,81%). Ao todo, o índice analisa 15 produtos tradicionais do período, dos quais somente o azeite de oliva (-23,06%) apresentou redução de preço. Além disso, o chester, muito utilizado nesta época do ano, mas que não é contabilizado pela Fipe como item da cesta, ficou 13,85% mais caro.
Já a Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) estima que os preços de proteínas como peru e chester devem subir, em média, 5,8% em 2025. Para Mikelyson Góis, presidente da Associação dos Supermercados do Rio Grande do Norte (Assurn), os consumidores potiguares devem se preparar, uma vez que o segmento local irá acompanhar a tendência de preços de todo o País. “A boa notícia é que o aumento deste ano está abaixo da alta registrada em 2024. Os valores mais em conta de itens como o azeite podem significar um ponto de alívio, a depender do perfil da família”, afirmou Góis.
Ainda segundo a Fipe, no ano passado o aumento da cesta natalina em comparação com igual período anterior foi de 9,16%. Para a professora aposentada Filomena Maria, de 62 anos, os preços atuais estão dentro do esperado. Ela conta que costuma reunir a família para celebrar a data em torno de um banquete que costuma levar itens como chester, ervilha, vinho, chocolate e panetone.
“Considero que os preços estão estáveis. Já comecei a comprar algumas coisas, mas o chester vai ficar para a próxima semana. Quero ver se encontro mais barato”, disse Filomena Maria, ao revelar que já fez pesquisas em diferentes supermercados da capital.
Já a cuidadora de idosos Erineide dos Santos comentou que o peru sempre foi item indispensável na ceia de Natal, pelo menos até este ano. O valor mais salgado, no entanto, poderá fazer com que ela quebre esse tradição em 2025.
“Estou vendo os preços por onde eu passo e eles estão sempre muito altos. Diante disso, estou analisando se vou substituir por algo mais em conta. Só sei que a palavra de ordem é economizar”, comenta, enquanto faz compras em um supermercado na zona Leste de Natal.
O economista Helder Cavalcanti explica que a prévia do indicador da Fipe deve se confirmar, levando em conta principalmente a lei da oferta e da procura. “Em síntese, essa leitura de mercado obedece a um comportamento macroeconômico. O que pode diferenciar são fatores locais, como o maior fluxo de turistas em uma determinada região ou algum fator atípico climático. Mas em linhas gerais o comportamento dos índices deve ser os que foram divulgados, com registro de alta, embora abaixo do que se viu em 2024”, afirma.
“Os itens mais caros são os produtos sazonais, impactados pela lei da oferta e da procura. Mas o fato de o índice estar abaixo do de 2024 é positivo”, pontua Cavalcanti. Os produtos avaliados pela Fipe para a cesta natalina são peru, lombo, atum sólido, espaguete, caixa de bombom, panetone, vinho tinto, champanhe, sucos néctar, molho de tomate, azeitona, palmito, queijo ralado e azeite extra-virgem.
A Fipe monitorou, ainda, itens populares nas ceias – aqueles produtos que não são considerados integrantes da cesta, mas que são bastante utilizados pelos consumidores nesta época, como o filé mignon, que também apresentou alta no preço (+9,70%). Já o pêssego de feira e o sorvete sofreram redução nos valores (-6,85% e -6,99%, respectivamente).
A Aneel anunciou nesta sexta-feira (28) que a bandeira tarifária de dezembro será amarela, o que representa custo extra de R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos. O valor é menor que o de novembro, quando vigorou a bandeira vermelha patamar 1, que adicionava R$ 4,46 por 100 kWh.
Segundo a agência, a mudança ocorre porque, com a chegada do período chuvoso, a previsão de chuvas para dezembro é melhor que a de novembro, embora ainda abaixo da média histórica. Isso permite redução da cobrança, mas não elimina a necessidade de uso de termelétricas.
É a primeira vez desde 2019 que a bandeira amarela é aplicada em dezembro. Entre setembro de 2021 e abril de 2022, vigorou a bandeira de escassez hídrica.
Como funciona o sistema de bandeiras
O sistema de bandeiras tarifárias mostra ao consumidor o custo real da geração de energia no país:
Quando há boas condições de geração, principalmente nas hidrelétricas, vale a bandeira verde, sem cobrança extra.
Se chove pouco e o nível dos reservatórios cai, é preciso usar termelétricas, que são mais caras. Nesses casos entram as bandeiras com cobrança adicional:
Bandeira verde – sem custo extra Bandeira amarela – R$ 18,85 por MWh (R$ 1,88 por 100 kWh) Vermelha patamar 1 – R$ 44,63 por MWh (R$ 4,46 por 100 kWh) Vermelha patamar 2 – R$ 78,77 por MWh (R$ 7,87 por 100 kWh)
O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Rural (IPDR), entidade do Sistema Faern/Senar, apresenta nesta sexta-feira (28) o Rota da Água – Projeto de Sistema de Produção e Integração com Tecnologias de Acesso à Água. O evento será realizado na Secretaria de Pesca de Extremoz, em Pitangui, a partir das 15 horas.
A iniciativa, que vem transformando comunidades rurais por meio da construção de barragens subterrâneas, implantação de poços de piscicultura e ações de fortalecimento da agricultura familiar, só se tornou possível graças às emendas destinadas pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), que estará presente no evento, ao lado da prefeita Jussara Sales.
Ao todo, o parlamentar já garantiu quase R$ 2 milhões para a execução e expansão do programa, assegurando inclusive a continuidade do Rota da Água para o próximo ano. Os recursos têm promovido geração de emprego e renda, ampliando oportunidades econômicas e oferecendo mais segurança hídrica às famílias atendidas.
Com ações que dialogam diretamente com a sustentabilidade e o uso inteligente dos recursos naturais, o Rota da Água consolida-se como um dos projetos mais relevantes de apoio à agricultura familiar no Estado, ampliando a capacidade produtiva das comunidades e fortalecendo o meio rural potiguar.
Rota da Água Data: 28/11/2025 (Sexta-feira) Horário: 15h Local: Secretaria de Pesca de Extremoz Endereço: Rua da Colônia, 241. Pitangui – Extremoz.
Para uma família de quatro pessoas, valor da cesta básica alcançou R$ 2.392,36 em outubro | Foto: Adriano Abreu
A cesta básica em Natal registrou alta de 0,55% em outubro de acordo com levantamento feito pela Idema, puxada por produtos como o óleo, que apresentou a maior variação no mês, com elevação de 37,92%; leite (alta de 12,7% e margarina (2,54%); carne de boi (2,2%), legumes (1,2%) e café (com variação de 1,04%). Ao todo, seis dos 13 produtos avaliados fecharam o mês com preços mais elevados. Nas despesas com os produtos essenciais, o custo com a alimentação por pessoa na capital foi de R$ 598,09 no mês passado.
Um supermercado no bairro da Redinha, na zona Norte de Natal, foi consultado na última quinta-feira (13), e foi observado os preços dos produtos que apresentaram as maiores variações no mês passado. O óleo de soja mais caro estava sendo vendido a R$ 10,49. O leite UHT desnatado chegava a R$ 10,48, enquanto o leite em pó integral custava R$ 35,98 o pacote com valor mais alto. O item, no entanto, estava na prateleira com preço promocional de R$ 27,98. A margarina de 500 g mais cara era vendida a R$ 6,98.
A dona de casa Giltânia Ildefonso, de 38 anos, conta que os preços mais salgados impactam diretamente o bolso, especialmente porque ela tem uma filha de um ano e nove meses que faz uso de leite e massas, como farinha láctea. “Não tem como deixar de comprar esses produtos, então, eu procuro os dias de oferta e as marcas que estão mais em conta”, relata.
Para a cozinheira Patrícia Fernandes, de 40 anos, a opção para fugir dos altos preços é reduzir o consumo. “Esses produtos que estão mais caros são itens que eu consumo bastante, então, o jeito é comprar menos”, comenta.
O economista Ricardo Valério avalia que a variação da cesta básica no mês passado na capital é modesta se comparada a outras ocasiões. Ele explica que o aumento no preço do óleo tem relação com o aumento das exportações da soja brasileira para mercados como China e México. “Desse modo, os preços das commodities nas alturas têm levado também à alta de preços para o consumo interno”, afirma Valério.
Sobre o leite e a margarina, o economista pontua que o aumento faz parte de uma sazonalidade ligada ao período de final de ano, época marcada pelos meses de seca, os quais consequentemente geram despesas extras para a cadeia leiteira. Para os próximos meses, Ricardo Valério analisa que a tendência é de queda no preço do óleo e de estabilidade para produtos da cadeia de laticínios.
Variação negativa
De acordo com o Idema, para uma família constituída por quatro pessoas, o valor da cesta básica em Natal alcançou R$ 2.392,36 em outubro. Se a essa quantia fossem adicionados os gastos com vestuário, despesas pessoais e transportes, dentre outros, o dispêndio total seria de R$ 7.377,13. O levantamento do Idema aponta também que sete dos 13 itens pesquisados tiveram variação negativa no período. São eles: arroz (-8,78%), farinha (-7,60%), frutas (-5,78%), pão (-2,75%), feijão (-2,14%), açúcar (-2,04%) e tubérculos (-1,78%).
Segundo o economista Ricardo Valério, as reduções estão relacionadas ao comportamento do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registra leve baixa pela quinta vez consecutiva. “Há uma tendência natural dos alimentos em geral (exceto os produtos ligados à época natalina e que estão fora da cesta básica) continuarem com essa queda em novembro e dezembro, porque a gente observa reduções de preços no Brasil por cinco IPCAs seguidos em função da cifra recorde de mais de 357 milhões de toneladas de alimentos e graças à produtividade do nosso agronegócio”, disse.
Índice de Preços
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), calculado pelo Idema através da Coordenadoria de Estudos Socioeconômicos (CES/Seplan) para Natal, registrou em outubro uma variação positiva de 0,24% em relação ao mês anterior. Com o resultado, a variação no ano ficou em 3,92%, nos últimos 12 meses (novembro/2024 a outubro/2025).
O grupo Alimentação e Bebidas, que responde por 32,43% do índice geral em termos de participação no orçamento familiar, apresentou uma variação negativa de -0,24% em relação ao mês anterior. Os itens que mais contribuíram para essa queda de preços foram os Enlatados (-4,99%), Hortaliças (-3,90%), Frutas (-3,48%), Leites e Derivados (-3,33%), Óleos e Gorduras (-2,37%) e alimentação Fora do Domicílio (-2,02%).
O grupo Transportes apresentou neste período uma variação positiva de 1,55% em função do aumento de preços nos seguintes itens: Combustíveis (2,82%), Veículo Próprio (1,83%) e Transporte Público (0,64%). Já o grupo Educação teve uma variação positiva de 0,80% em função do aumento de preço nos itens de Papelaria (4,05%) e Cursos (0,02%).