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Lula fala com Putin por telefone sobre reunião com Trump e guerra na Ucrânia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone na última segunda-feira (18) com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, sobre a guerra na Ucrânia e o recente encontro entre o líder russo e o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Segundo a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), a ligação partiu de iniciativa de Putin.

Durante a conversa, Putin relatou a Lula os detalhes da reunião com Trump, realizada na sexta-feira (15), o primeiro encontro entre os dois desde o início da invasão russa à Ucrânia, em fevereiro de 2022. Apesar da expectativa, a reunião terminou sem avanços concretos.

De acordo com a Secom, Putin avaliou o encontro como positivo. Já a imprensa internacional destacou que, após a reunião, Trump voltou a defender o plano de paz proposto pela Rússia, que prevê a negociação de territórios antes de qualquer cessar-fogo — proposta rejeitada por líderes europeus e pelo presidente ucraniano, Volodmir Zelenski, que se reúne com Trump também nesta segunda.

Ao tratar do conflito e da reunião com Trump, Putin mencionou ainda o papel do Brasil na busca por uma solução pacífica. Em setembro de 2024, o país, em parceria com a China, lançou o Grupo de Amigos da Paz, formado por 12 países do Sul Global, com o objetivo de oferecer uma alternativa de mediação às potências ocidentais. A iniciativa foi anunciada durante uma reunião na ONU, em Nova York.

A conversa entre Lula e Putin durou cerca de 30 minutos. Conforme nota da Secom, Lula agradeceu o contato e reiterou o compromisso do Brasil com todos os esforços voltados à resolução pacífica do conflito, desejando sucesso às negociações em curso.

Esta foi a segunda ligação entre os dois líderes neste mês. Em 9 de agosto, Putin já havia telefonado a Lula para tratar do mesmo tema, ocasião em que agradeceu o empenho brasileiro na promoção do diálogo. Lula, por sua vez, reforçou a tradição do Brasil na defesa de soluções diplomáticas e reafirmou a disposição do governo em colaborar.

Além da guerra na Ucrânia, Lula e Putin também discutiram temas da agenda internacional e a cooperação entre Brasil e Rússia no âmbito do Brics. Putin elogiou o Brasil pelos resultados alcançados durante a cúpula do bloco, realizada nos dias 6 e 7 de julho, no Rio de Janeiro.

Com informações de Estadão

Bolsonaro deixa prisão domiciliar para exames após crises de soluços e falta de ar

O ex-presidente Jair Bolsonaro deu entrada no hospital DF Star, em Brasília, na manhã deste sábado (16), para a realização de exames médicos. Ele está em prisão domiciliar preventiva desde a semana passada, e a ida à unidade foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a defesa, o médico responsável solicitou nove procedimentos, entre eles exames de sangue e urina, endoscopia e ultrassonografia de próstata. A previsão é de que as avaliações durem entre seis e oito horas.

Em petição enviada ao STF, os advogados informaram que os exames foram pedidos para acompanhamento de tratamento em curso e para investigar sintomas de refluxo, crises de soluço persistentes e episódios de falta de ar.

Bolsonaro tem relatado piora do quadro clínico nos últimos dias. Aliados e familiares apontam que ele voltou a apresentar crises frequentes de soluços e dificuldades respiratórias, atribuídas a uma esofagite decorrente de cirurgia abdominal feita em abril. Um dos médicos relatou que, na última quarta-feira, o ex-presidente chegou a ter dificuldade para completar frases. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho mais velho, afirmou que a situação se agravou desde o início do cumprimento da prisão domiciliar.

Além de questões médicas, pessoas próximas relatam alterações no humor do ex-presidente. Na semana passada, Bolsonaro teria apresentado episódios de choro ao comentar a restrição de contato com o filho Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que vive nos Estados Unidos e também é alvo de investigação da Polícia Federal.

Nesse período, Bolsonaro recebeu visitas de parlamentares aliados e do empresário Renato Araújo, além da vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro tem assumido papel de interlocução política dentro do PL, diante das restrições impostas ao marido, e se reúne diariamente com dirigentes na sede do partido.

Na próxima semana, o ex-presidente deve receber visitas de dirigentes do PL autorizadas por Moraes, entre eles o presidente da legenda, Valdemar Costa Neto, o vice-presidente da Câmara, deputado Altineu Côrtes (PL-RJ), e o secretário-geral do partido, senador Rogério Marinho (PL-RN).

Tribuna do Norte

Fraude INSS: beneficiários podem aderir ao acordo

 

Foto: ABr

Cerca de 613 mil aposentados e pensionistas ainda podem aderir ao fraude INSS acordo e receber o ressarcimento por descontos indevidos. Primeiramente, é importante saber que o prazo para contestar os descontos vai até 14 de novembro de 2025. Além disso, a medida garante pagamento integral, corrigido pelo IPCA, diretamente na conta do beneficiário. O processo é simples, gratuito e sem burocracia.

Até agora, 1.837.255 beneficiários, cerca de 75% dos elegíveis, já aderiram ao acordo. Como resultado, 99% deles devem receber os valores até segunda-feira (18).

Quem pode aderir ao acordo

Podem aderir beneficiários que contestaram descontos indevidos e não obtiveram resposta em até 15 dias úteis. Além disso, entram no acordo aqueles que sofreram descontos entre março de 2020 e março de 2025. Por outro lado, quem possui processo na Justiça pode participar, desde que desista da ação. Nestes casos, o INSS paga 5% de honorários advocatícios para ações individuais propostas antes de 23 de abril de 2025.

Como aderir passo a passo

Logo, é preciso contestar o desconto indevido pelo aplicativo Meu INSS, Central 135 ou agências dos Correios. Em seguida, aguarde resposta da entidade em até 15 dias úteis. Caso não haja retorno, o sistema libera a adesão.

Para aceitar o acordo pelo aplicativo Meu INSS, acesse com CPF e senha, vá em “Consultar Pedidos” → “Cumprir Exigência”, role até o último comentário, selecione “Sim” em “Aceito receber” e envie. A adesão presencial pode ser feita nas agências dos Correios. No entanto, a Central 135 não realiza adesões.

Se a entidade já respondeu à contestação, o beneficiário poderá aceitar os documentos, contestar por falsidade ou declarar que não reconhece a assinatura. Além disso, o INSS identificou novos casos de fraudes envolvendo falsificação de assinaturas, que estão em auditoria com apoio da CGU e Dataprev.

Por fim, o INSS alerta: não envia links, SMS ou mensagens solicitando dados pessoais, nem cobra taxas ou intermediários. Portanto, é fundamental ter atenção para não cair em golpes.

www.pontanegranews.com.br

URGENTE!!! Hugo Mota liga para Sóstenes e pede que parlamentares deixem a mesa diretora urgentemente!

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), ligou nesta terça-feira (5) para o líder do PL, deputado Sostenes Cavalcante (RJ), pedindo que os parlamentares bolsonaristas deixem a Mesa Diretora, ocupada desde o início da tarde.

Segundo informações, Sostenes recusou a solicitação e disse que a saída só acontecerá após uma reunião presencial, a portas fechadas, com o próprio Motta e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

Enquanto isso, Alcolumbre convocou uma reunião de líderes para buscar uma saída institucional para o impasse. Nos bastidores, aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) já cogitam permanecer nos plenários da Câmara e do Senado durante a noite, caso não haja entendimento.

www.atrombetanews.com.br

Deputado italiano diz que Carla Zambelli foi presa na Itália; defesa ainda não se manifestou

À PF, Carla Zambelli defende impeachment de ministros do STF e critica Moraes | CNN Brasil

A ex-deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), condenada pelo STF a dez anos de prisão por invasão de sistema do Conselho Nacional de Justiça e falsidade ideológica, foi presa nesta terça-feira, 29 de julho de 2025, em Roma, conforme confirmação do Ministério da Justiça brasileiro.

O deputado italiano Angelo Bonelli (Aliança Verde e Esquerda) afirmou em rede social que localizou Zambelli em um apartamento na capital italiana e comunicou as autoridades locais do endereço. Fontes confirmam que ela resistiu ao cumprimento do mandado de prisão durante quase um mês enquanto permanecia reclusa.

Entenda o caso

3 de junho de 2025: Zambelli anuncia que deixou o Brasil e está na Itália, alegando tratar-se de exilada política. No mesmo dia, foi requerido pela PGR a sua prisão preventiva e inclusão na lista vermelha da Interpol.

5 de junho de 2025: desembarca em Roma; alerta da Interpol sobre sua prisão é emitido apenas 4 horas após sua chegada, o que inviabiliza prisão imediata nas fronteiras.

Entre de 16 a 27 de junho: governo italiano afirma que ainda não localizou Zambelli, apesar das buscas em andamento.

27 de junho de 2025: embaixador brasileiro em Roma diz que o processo de captura e extradição pode se estender por “meses”, podendo levar até um ano .29 de julho de 2025: prisão confirmada por fontes oficiais e deputado italiano.

Defesa procrastina

Até o momento, a defesa de Zambelli não divulgou manifestação oficial sobre a prisão. Seu advogado indicou que ela estaria em ambiente controlado e recluso na Itália, sem acesso pleno a medicamentos ou recursos financeiros. Espera-se decisão do governo italiano sobre eventual extradição entre o fim de agosto e início de setembro de 2025.

www.opotengi.com.br

Vazamento recorde de dados ligados ao Pix envolve 11 milhões de pessoas

Na quarta-feira (23), o Banco Central (BC) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) anunciaram que chaves Pix armazenadas no Sistema de Busca de Ativos Financeiros (Sisbajud) do CNJ foram vazadas, expondo dados pessoais de mais de 11 milhões de pessoas.

Em nota, a instituição informou que o incidente ocorreu nos dias 20 e 21 de julho.

Este é o maior vazamento de informações ligadas a chaves Pix já registrado, considerando a página mantida pelo próprio BC para registro de ocorrências semelhantes.

Anteriormente, o recorde já registrado era da exposição de 414,5 mil chaves, em agosto de 2021.

“Foram acessados exclusivamente os seguintes dados: nome da pessoa, chave Pix, nome do banco, número da agência e número da conta. Não houve acesso a qualquer dado protegido pelo sigilo bancário, como saldos, senhas ou extratos, nem acesso a valores depositados”, disse o CNJ na nota, algo também destacado pelo BC.

A autarquia monetária afirmou que “foram adotadas as ações necessárias para a apuração detalhada do caso”. Já o CNJ acrescentou que não utilizará qualquer meio para se comunicar com os afetados. “Oportunamente será disponibilizado canal exclusivo para consulta ao cidadão e sua divulgação se dará pelo endereço oficial do Conselho pelo sítio www.cnj.jus.br”.

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Senado pretende votar aumento do número de deputados na quarta-feira (18)

Foto:  Andressa Anholete/Agência Senado

Após reunião com os líderes do Senado na Residência Oficial nesta quinta-feira (12), a Casa Alta definiu que votará na próxima quarta-feira (18) o projeto que viabiliza o aumento no número de deputados federais.

A matéria vem sendo defendida pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e conta com um requerimento de urgência em fase de coleta de assinaturas. Apesar disso, o texto encontra resistências em algumas bancadas.

“Foi decidido que nós vamos concordar no pedido de urgência. O gesto do presidente Davi lá para o presidente da Câmara, urgência, mas com a liberdade [para votar]. Quando a gente assina o pedido de urgência é só para ajudar no trâmite, mas a liberdade de poder votar contra… Eu por exemplo votarei contra esse aumento”, disse o senador Plínio Valério (PSDB-AM) após a reunião.

O pedido para prioridade de votação da nova composição, com a ampliação do número de deputados, partiu da própria Câmara. Em maio, a Casa aprovou o projeto que amplia de 513 para 531 o número de cadeiras de deputados.

Custos

Apesar de Alcolumbre negar o impacto financeiro, uma estimativa feita durante a tramitação na Câmara dos Deputados indicou estimativa de impacto de R$ 64,8 milhões ao ano — uma média de R$ 3 milhões por nova cadeira na Casa.

“O Orçamento da Câmara já está feito, já foi feita uma avaliação de despesas. Isso não acarretará nenhum aumento”, disse Alcolumbre em entrevista à jornalistas no último dia 5.

CNN Brasil

Novo Licenciamento Ambiental no Brasil: retrocesso travestido de modernização

Por Dayvson Moura

A recente aprovação, pelo Senado Federal, da nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental (PL 2.159/2021) inaugura um capítulo preocupante na já frágil relação entre desenvolvimento econômico e proteção ambiental no Brasil. Apresentada como uma modernização capaz de simplificar os procedimentos, o texto aprovado mascara, sob o véu da desburocratização, um grave esvaziamento dos instrumentos de controle ambiental, colocando em risco direitos fundamentais assegurados pela Constituição Federal.

Representando o Rio Grande do Norte como delegado eleito na 5ª Conferência Nacional do Meio Ambiente, vi de perto o clamor popular por um modelo de desenvolvimento sustentável, democrático e responsável. A nova proposta legislativa, no entanto, caminha na contramão dessa construção coletiva. Ao institucionalizar modalidades como a Licença por Adesão e Compromisso (LAC), baseada na autodeclaração do empreendedor, o Estado abre mão de seu papel fiscalizador e submete o meio ambiente ao jogo da conveniência empresarial.

A suposta inovação trazida pela Licença Ambiental Especial (LAE), aplicável a projetos “estratégicos”, ignora que o critério de prioridade estatal não pode suplantar o imperativo constitucional da precaução ambiental. É inaceitável que, em nome da celeridade, se relegue a segundo plano a realização de estudos técnicos, a avaliação de impactos cumulativos e a participação popular — pilares do controle ambiental democrático.

Ainda mais alarmante é a dispensa de licenciamento para atividades agropecuárias de pequeno porte. Trata-se de um cheque em branco que desconsidera realidades como o avanço do desmatamento no Cerrado e na Caatinga, muitas vezes impulsionado por ações localizadas e contínuas, mas de alto impacto agregado.

O licenciamento ambiental é, por excelência, uma ferramenta de planejamento, não um entrave ao desenvolvimento. Reduzi-lo a um procedimento cartorial é ignorar a complexidade dos ecossistemas e as dinâmicas territoriais que exigem atenção, estudo e deliberação coletiva. O risco não é apenas ecológico, mas jurídico: ao flexibilizar excessivamente as exigências, a nova legislação pode fomentar a judicialização, ao invés de reduzi-la.

O Ministério do Meio Ambiente já se manifestou de forma contundente, classificando o texto como uma afronta à Constituição. E com razão: o artigo 225 da Carta Magna estabelece como dever do poder público exigir, para instalação de obra ou atividade potencialmente causadora de degradação ambiental, o estudo prévio de impacto. O que se observa, no entanto, é a tentativa de esvaziar esse comando sob pretextos economicistas.

Como professor de Direito e Ativista Ambiental, não posso silenciar diante deste retrocesso normativo. O Brasil, um dos países com maior biodiversidade do planeta, não pode abdicar de seus compromissos ambientais em nome de uma política de “passagem livre” ao capital. Precisamos de licenciamento célere, sim, mas sobretudo responsável, técnico, transparente e participativo.

Ao invés de sepultar o licenciamento ambiental, deveríamos fortalecê-lo com investimento em quadros técnicos, digitalização dos procedimentos e articulação federativa eficaz. O que se espera da Câmara dos Deputados agora não é a chancela da pressa, mas a sabedoria de rever um projeto que coloca em risco o que temos de mais valioso: nossa natureza, nossas comunidades tradicionais, nossa dignidade ambiental.

Dayvson M. de Moura
Advogado Ambiental, Delegado Nacional do Meio Ambiente (5ª CNMA), Conselheiro de Planejamento Urbanístico e Ambiental do Município de Natal, Professor de Direito Ambiental, Ativista, Consultor e Perito Ambiental.

Lupi pede demissão do Ministério da Previdência

O ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, pediu demissão do cargo nesta sexta-feira (2). A decisão foi tomada durante uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O pedido de demissão ocorre após o escândalo envolvendo fraudes em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Nas redes sociais, Lupi agradeceu Lula pela “confiança” e “oportunidade”. “Tomo esta decisão com a certeza de que meu nome não foi citado em nenhum momento nas investigações em curso, que apuram possíveis irregularidades no INSS. Faço questão de destacar que todas as apurações foram apoiadas, desde o início, por todas as áreas da Previdência, por mim e pelos órgãos de controle do governo Lula”, escreveu.

“Espero que as investigações sigam seu curso natural, identifiquem os responsáveis e punam, com rigor, aqueles que usaram suas funções para prejudicar o povo trabalhador”, prosseguiu.

Após Lupi comunicar o presidente Lula, o Palácio do Planalto divulgou uma nota, na qual afirma que recebeu o convite do agora ex-ministro da Previdência. O comunicado ainda confirmou o convite do presidente para que o ex-deputado federal Wolney Queiroz, atual secretário-executivo da Previdência, ocupe o cargo. A informação foi antecipada pela CNN.

Fraude no INSS

A Polícia Federal identificou descontos associativos em aposentadorias e pensões que não foram autorizados. Os valores são pagos mensalmente a entidades e sindicatos que representam os aposentados e pensionistas.

Por conta da operação, foram afastados cinco servidores do INSS e um policial federal por determinação judicial.

De acordo com atas de uma reunião realizada com uma conselheira, em junho de 2023, Lupi foi alertado sobre indícios de irregularidades em descontos na folha de pagamento de aposentados.

Em reunião do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS), presidido por Lupi, uma das conselheiras, Tonia Galleti, solicitou que fosse incluída na pauta uma discussão sobre os Acordos de Cooperação Técnica (ACTs) das entidades que possuem desconto de mensalidade junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Tonia era representante dos aposentados e pensionistas no conselho, que se reúne mensalmente.

Segundo a ata da reunião, o pedido foi negado, pois a pauta já estava elaborada. A conselheira então reforçou o pedido, alegando que havia “inúmeras denúncias feitas”.

Ela solicitou ainda que fosse apresentada a quantidade de entidades que possuem ACTs com o INSS, a curva de crescimento dos associados nos 12 meses anteriores e uma proposta de regulamentação que garantisse maior segurança para trabalhadores, INSS e órgãos de controle.

De acordo com a ata, Lupi registrou que a solicitação era “relevante”, mas não haveria condições de atendê-la imediatamente, pois seria necessário “um levantamento mais preciso”.

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Lupi deve entregar o cargo nesta sexta, dizem auxiliares do Governo Lula

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Imagem: Zeca Ribeiro

Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dão como iminente a queda do ministro Carlos Lupi (Previdência). Apesar da ausência de provas de sua participação nas suspeitas de um esquema dentro do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), prevaleceu a ideia de que ele não tomou providências para deter o problema e também não reagiu como deveria após a explosão do caso.

A matéria é de Idiana Tomazelli e Catia Seabra da Folha de São Paulo. Segundo ao menos dois auxiliares do governo, Lupi pode deixar o cargo ainda nesta sexta (2).

Interlocutores do presidente fazem questão de lembrar que o esquema foi instalado no governo Bolsonaro. Frisam ainda que as investigações foram iniciadas na gestão de Lula, incluindo agora a escolha de um novo presidente do INSS com perfil de “xerife”.

Apesar desse esforço saneador, há o diagnóstico de que a Lupi coube a pecha de omisso. A avaliação é que sua permanência é insustentável.

A expectativa é que, sob pressão, o próprio ministro entregue o cargo. A ministra Gleisi Hoffmann está encarregada dessa articulação, segundo fontes.

Lupi é presidente licenciado do PDT e a condução do processo requer delicadeza. A aposta no Palácio do Planalto é que sua saída seja consumada ainda nesta sexta-feira (2). No mais tardar, segunda-feira.

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Em Brasília, Bolsonaro passa por cirurgia para desobstruir intestino

 

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi encaminhado na manhã deste domingo (13), ao centro cirúrgico do Hospital DF Star, em Brasília, onde passa pelo procedimento cirúrgico de laparatomia exploradora. O objetivo da intervenção é promover a liberação de aderências intestinais e reconstrução da parede abdominal. A informação foi confirmada por meio de nota assinada pela equipe médica do ex-chefe do executivo.

Segundo o boletim, após realização de novos exames laboratoriais e de imagem, foi identificada persistência do quadro de subobstrução intestinal que atinge Bolsonaro. Por conta disso, a equipe concluiu que ele deveria passar por cirurgia. O ex-chefe do executivo passou mal na última sexta-feira (11), enquanto cumpria agenda no Rio Grande do Norte. Ele foi transferido para Brasília em um avião com UTI aérea nesse sábado (12).

A transferência de Bolsonaro para Brasília ocorreu após uma leve melhora em seu quadro clínico, segundo boletim divulgado pela equipe do Hospital Rio Grande. O motivo da internação ainda em território potiguar foi uma obstrução intestinal que, segundo a equipe médica do ex-presidente, está relacionada a complicações decorrentes da facada que sofreu em 2018, durante a campanha presidencial, e às várias cirurgias abdominais realizadas desde então.

Tribuna do Norte

URGENTE!!! Bolsonaro vai passar por cirurgia no intestino neste domingo (13) em Brasília

 

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) vai passar por uma cirurgia no intestino em Brasília entre a madrugada e a manhã deste domingo, 13, após decisão da equipe médica que o acompanha no Rio Grande do Norte.

Segundo o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), Bolsonaro está bem, mas precisará retirar obstruções intestinal

Como está a saúde de Bolsonaro? Veja o que diz último boletim médico

Bolsonaro teve uma “noite tranquila” e todos os sinais vitais e exames complementares estão “dentro da normalidade”

O avião com Bolsonaro vai decolar no fim da tarde deste sábado, 12, de Natal (RN), e chegar na capital federal à noite. Ele vai desembarcar no Aeroporto de Brasília e será levado de ambulância para o Hospital DFStar, que fica na Asa Sul. O percurso leva 10 minutos de carro.

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Tarcísio sobre tarifaço de Trump: “Oportunidade para o Brasil”

Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) disse, em evento dessa terça-feira (8/4), que o tarifaço imposto pelo governo dos Estado Unidos “cria uma janela de oportunidade para o Brasil”. A fala foi feita durante o Bradesco BBI, que contou com a presença de Fernando Haddad (PT).

Na ocasião, Tarcísio comentou a nova tributação defendendo que ela poderá favorecer a agroindústria brasileira e ajudar o país a alcançar novos mercados.

“Talvez até pela gente não ser tão relevante em comércio exterior para os Estados Unidos, a gente não foi tão prejudicado em termos de tarifas. Agora eu acho que criou uma grande janela de oportunidade para o Brasil (…) Se a gente souber aproveitar essa janela de oportunidade, a gente pode abrir novos mercados, mercados que estavam fechados para o Brasil. Eu vejo esse tarifaço até como uma oportunidade ou um catalisador do acordo Mercosul-União Europeia.”

A fala do governador faz referência à decisão de Donald Trump de taxar em 10% os produtos brasileiro. A tarifa foi anunciada na semana passada e é mais baixa que a imposta sobre outros países como Reino Unido, Cingapura, Chile, Austrália e Turquia.

Durante o evento, o governador também defendeu a reforma orçamentária e criticou políticas assistencialistas do governo federal.

“As pessoas querem prosperar, querem crescer. A agenda assistencialista pura e simples vai perder força a cada dia, porque as pessoas querem crescer. Eu quero caminhar com minha própria perna, quero empreender, quero vencer, quero chegar lá, quero me capacitar, desenvolver meu próprio negócio (…). A agenda assistencial tem que ser uma agenda da emancipação, porque senão ela vira uma agenda de fracasso.”

Por Metrópoles

STJ volta a ser atacado por hackers que causaram instabilidade em site

 

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Hackers voltaram a atacar os sistemas do Superior Tribunal de Justiça (STJ), nas últimas 48 horas, e causaram instabilidades ao site oficial da Corte, que ainda apresenta dificuldades de acesso nesta quarta-feira (5).

O STJ emitiu nota informando que os ataques foram identificados e neutralizados, antes de causarem danos ao funcionamento dos sistemas. Mas o portal eletrônico do STJ ainda exibia a mensagem resultante da invasão cibernética no início da tarde de hoje, informando excesso de tentativas de acesso e exigindo validação eletrônica.Alerta exibido desde a manhã de ontem (4).

“O Superior Tribunal de Justiça (STJ) identificou tentativas de ataque cibernético nesta terça-feira (4), porém essas tentativas foram todas bloqueadas pelas ferramentas informáticas de prevenção a invasões. Os sistemas do tribunal também não foram derrubados”, disse a nota do STJ.

Escudo contra danos

A validação prévia para acessar o site foi justificada pelo setor de tecnologia do STJ como forma de evitar que o portal seja alvo da modalidade de ataque hacker que envia um número exagerado de pedidos de acesso aos servidores para causar a derrubada da página. Este ataque é chamado de “Negação de Serviço”, ou Denial of Service ou DoS, na sigla em inglês.

“Para lidar com a situação, como é de praxe, foram ativados mecanismos como a validação de acesso do usuário humano, o que pode causar lentidão, porém sem comprometer o funcionamento do portal e de seus serviços”, justificou o STJ.

Maior parte dos erros ocorreram nas tentativas de acessar o sistema público de busca por processos, cuja página não foi encontrada. Mas estão preservadas as funções de peticionamento eletrônico e de busca jurisprudencial.

Outro ataque hacker já havia ocorrido em setembro do ano passado, quando os sistemas do STJ foram paralisados por alguns minutos. Além deste, houve uma ofensiva cibernética que interrompeu julgamentos e prejudicou o funcionamento dos sistemas judiciais por cerca de cinco dias, no ano de 2020.

Diário do Poder

URGENTE: Motta diz que 8/1 não foi tentativa de golpe e fala em desequilíbrio de penas

📷 Pedro Ladeira/Folhapress (@ladeiraphoto)

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta sexta-feira (7) que os ataques golpistas do 8 de janeiro foram uma “agressão inimaginável” às instituições, mas não pode ser classificado como uma tentativa de golpe de estado. Motta afirmou que há “um certo desequilíbrio” nas penas dadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) aos condenados pelos ataques golpistas, ainda que sem citar o Supremo. Ele afirmou que é preciso punir pessoas que depredaram o patrimônio público, mas sem cometer exageros.

Fonte: Folha de S. Paulo