Bolsonaro troca diretor-geral da Polícia Federal

Foto: CNN Brasil

O presidente Jair Bolsonaro (PL) trocou o comando da Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (25). O atual diretor-geral da PF, Paulo Maiurino, foi dispensado do cargo hoje.

Quem assume o cargo é Márcio Nunes de Oliveira, que atuava como superintendente regional da PF no Distrito Federal. Nunes de Oliveira ocupava o cargo desde maio de 2018, é formado em Direito, tem pós-graduação em Direito Penal e Processual Penal.

Ele é irmão do coronel Marcos Antônio Nunes de Oliveira, ex-comandante da Polícia Militar do Distrito Federal. A demissão de Maiurino pegou de surpresa até mesmo policiais que trabalhavam em cargos de alto escalão na PF e deputados aliados ao governo Bolsonaro.

Fontes do governo relataram à CNN que Maiurino pode ser deslocado para a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), do Ministério da Justiça. Ele foi o terceiro diretor-geral da PF no governo Jair Bolsonaro e foi uma escolha do presidente.

Entre os destaques de sua carreira está o fato de ter participado da investigação do chamado “mensalão mineiro”, que apurou crimes de caixa 2 na campanha de reeleição do tucano Eduardo Azeredo (PSDB) ao governo de Minas Gerais.

Pelo Twitter, o ministro da Justiça, Anderson Torres, confirmou que convidou Maiurino para assumir a função de secretário DA Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), subordinada à pasta.

“Ao Dr Maiurino, meu reconhecimento pelo trabalho diário de reforçar o papel da Polícia Federal como instituição autônoma sim, mas com respeito a preceitos fundamentais da corporação, como hierarquia e disciplina. Sua experiência profissional será fundamental à frente da SENAD”, escreveu o ministro da Justiça.

 

Fonte: CNN Brasil

Mossoró terá dois pontos de vacinação contra a Covid-19 durante o período de Carnaval

Foto: Wilson Moreno

A campanha “Mossoró Vacina”, da Prefeitura de Mossoró, através da Secretaria Municipal de Saúde, vai vacinar a população de Mossoró neste sábado (26) e domingo (27) de Carnaval. Na segunda-feira (28) e terça-feira (1º de março), devido ao ponto facultativo decretado pelo Município, não haverá vacinação. A retomada da imunização será na quarta-feira (2), a partir das 13h30, nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

Os dois pontos de vacinação que serão disponibilizados à população em Mossoró no sábado e domingo de Carnaval, são: Unidade Básica de Saúde (UBS) Maria Soares, localizada ao lado da UPA do São Manoel, no sábado e domingo, das 8h às 16h, e no Partage Shopping Mossoró no sábado, das 10h às 18h e no domingo das 11h às 18h.

O coordenador de Imunizações Etevaldo de Lima adiantou que na quinta-feira (3) será retomada a vacinação no Partage Shopping Mossoró e na Faculdade de Enfermagem (FAEN/UERN). Etevaldo destacou a importância da vacinação ressaltando que mais de 31 mil mossoroenses a partir de 5 anos de idade ainda não tomaram a 1ª dose do imunizante contra a Covid-19.

FUNCIONAMENTO DO CENTRO DE TESTAGEM

A Secretaria Municipal de Saúde divulgou na manhã desta sexta-feira (25) que o Centro de Testagem, que funciona no Ginásio de Esporte Pedro Ciarlini, não vai funcionar durante o Carnaval. Segundo a secretária de Saúde Morgana Dantas, o funcionamento da unidade acontecerá normalmente nesta sexta-feira (25) e o atendimento ao público somente será retomado na quinta-feira (3).

Rússia diz que relações com Ocidente estão chegando a um ‘ponto sem volta’

Foto: Reprodução/CNN

A porta-voz da diplomacia russa, Maria Zakharova, disse mais cedo que as relações entre Moscou e o Ocidente estão perto do “ponto sem volta” no contexto da invasão russa da Ucrânia e das sanções massivas contra a Rússia. 

“O fato é que estamos perto de onde começa o ponto sem retorno”, disse Maria Zakharova à televisão russa.

Mais cedo, o presidente russo, Vladimir Putin, defendeu um golpe na Ucrânia. Em pronunciamento, ele disse que os próprios militares ucranianos deveriam tirar do poder os “drogados” e “neonazistas”.

“Eu gostaria de me dirigir às forças ucranianas: assumam o controle vocês mesmos. Será mais fácil negociar com vocês do que com esse governo de Kiev, formado por drogados, nazistas e genocidas. É melhor do que trabalhar com essas pessoas que fizeram a Ucrânia refém.”

O presidente voltou a acusar os ucranianos de esconderem “armas pesadas” que ameaçam a Rússia.

Fonte: O Antagonista

Operação cumpre mandados contra suspeitos de assassinato de estudante em Areia Branca

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) deflagrou nesta sexta-feira (25) a operação Areia Vermelha, com o objetivo de prender dois homens suspeitos de participarem do homicídio do estudante Guido Marques da Silva, fato ocorrido no dia 27 de novembro de 2021, na cidade de Areia Branca.

No dia do assassinato, Guido encontrava-se em uma casa na rua Pastor Juscelino, no bairro Ilha, ajudando amigos em uma mudança. Por volta das 16h30, dois homens armados chegaram ao local e efetuaram disparos de arma de fogo contra o estudante, fugindo em seguida.

A vítima ainda chegou a ser socorrida para uma unidade hospitalar de Areia Branca e, em seguida, para um pronto-socorro em Mossoró. Antes de morrer, Guido conseguiu informar a um policial militar quem seriam os autores dos disparos.

A operação Areia Vermelha cumpriu quatro mandados de busca e apreensão em quatro endereços relacionados aos suspeitos do crime. Aparelhos celulares foram apreendidos na ação, que contou com a participação de dois promotores de Justiça, sete servidores do MPRN e 32 policiais militares.

Os mandados de prisão preventiva expedidos pelo Juízo de Areia Branca não foram cumpridos, pois os suspeitos não foram localizados nos locais das buscas, razão pela qual encontram-se foragidos da Justiça.

Kakay: 1º turno já

Bolsonaro é 'serial killer' de crimes de responsabilidade, diz Kakay -  Notícias - R7 Brasília

“A vida não é o que deveria ter sido e sim o que foi. Cada um de nós é a sua própria história real e imaginária.” – Ferreira Gullar

É assustadora a instabilidade que o governo Bolsonaro implantou no país. Em todas as áreas. Ao desmantelar a saúde, a educação, a segurança e a cultura, esse governo fez o Brasil recuar décadas na escala civilizatória. Mesmo se derrotarmos o bolsonarismo nas próximas eleições, teremos um longo percurso para voltarmos a um patamar digno. E sabemos todos que, num sistema presidencialista, a reeleição é a regra, mesmo com um presidente que não parece sequer compreendender a importância e a relevância do cargo. Um completo inepto.

De todas as instabilidades que representam a tônica do governo, a institucional é a que mais preocupa em um ano eleitoral. Desde o início do exercício do seu mandato, o próprio Bolsonaro, por diversas vezes, cuidou de esticar a corda nas relações com os Poderes, numa tentativa clara e evidente de impor um projeto de ruptura.

Ele próprio, de maneira irresponsável e perigosa, provocou o Poder Judiciário com ameaças veladas ou explícitas no sentido de fechar o Supremo Tribunal, de aumentar o número de ministros para ter maioria, de não obedecer às ordens emanadas daquele tribunal, de não acatar as decisões da Corte Eleitoral e de desclassificar o processo de votação questionando a sua legitimidade. Sem contar os ataques pessoais aos ministros usando, inclusive, xingamentos e palavras de baixo calão. Um show de horror!.

Foi necessário que os ministros do STF e do TSE reagissem com dignidade e firmeza para impedir que a crise chegasse a um ponto insustentável. Até mesmo uma notitia criminis, assinada por todos os ministros do Tribunal Superior Eleitoral, foi apresentada ao Supremo contra o presidente da República. É um fato de gravidade ímpar, mas foi essencial para conter o ímpeto golpista do chefe do Executivo.

O mesmo tratamento desrespeitoso e indigno foi dispensado ao Poder Legislativo pelo presidente Bolsonaro. Um completo acinte ao princípio básico da harmonia necessária entre os Poderes para existir uma democracia saudável e segura. O país vive, desde o início desse governo, um período de sobressaltos e de instabilidade. Por isso, mais do que nunca, é preciso resistir. Apoiando-nos em Clarice Lispector: “Perdi muito tempo até aprender que não se guarda as palavras. Ou você as fala, as escreve, ou elas te sufocam”.

Bolsonaro tentou quebrar a ordem constitucional de diversas maneiras. Uma delas foi a subleitura criminosa e vulgar do artigo 142 da Carta Magna, na tentativa de emplacar a ideia de que as Forças Armadas seriam uma espécie de tutor da nação. O que pretendia o Presidente era emplacar um “golpe constitucional”. Ora, todo golpe é contra a Constituição e visa a instalar o arbítrio e a força. Só não seguiu adiante por não ter o respeito junto à cúpula das Forças Armadas. Tivesse o presidente força para tal, hoje estaríamos sob o jugo de uma ditadura.

E são vários os movimentos que buscam criar um ambiente propício para a ruptura institucional. Um deles é a onda armamentista, responsável por fazer um grande grupo de civis ser detentor de armas, muitas de grosso calibre. Hoje, temos quase 1 milhão e meio de armas nas mãos da população, sem nenhum preparo específico. Isso representa um contingente maior do que possuem os integrantes das forças de segurança do país. Um claro risco para a estabilidade democrática.

E nesse caos, com o Brasil à deriva e completamente desfigurado e sem respeito na comunidade internacional, vimos aproximar as eleições para Presidência da República. Será a votação mais importante da história da nossa curta democracia.

Em um país que voltou ao mapa da fome da ONU, do qual havíamos saído em 2012, com 20 milhões de pessoas passando fome diariamente e 116 milhões de brasileiros em estado de insegurança alimentar –aqueles que não têm certeza do que comerão ao longo do dia– e com um índice humilhante de desemprego, enfrentamos uma tempestade diabólica antes de depositarmos nossa esperança de mudança no voto.

Remetendo-nos a Sophia de Mello Breyner, no poema Liberdade: “Aqui nesta praia onde Não há nenhum vestígio de impureza, Aqui onde há somente Ondas tombando ininterruptamente, Puro espaço e lúcida unidade, Aqui o tempo apaixonadamente Encontra a própria liberdade.”

Em meio a todo esse caldo de cultura, criamos o Movimento pelo Brasil, como já tivemos oportunidade de comentar. A intenção é de que todos os democratas se unam no 1º turno das eleições para eleger Lula e afastar, pelo voto, o fascismo e a barbárie.

E volto ao assunto por uma preocupação específica: a manutenção da segurança institucional no período entre o 1º e o 2º turno, se houver. Todas as investidas de ruptura ao longo do governo estarão de volta no curto período de 2 a 30 de outubro, certamente de maneira mais agressiva.

Não há dúvida de que o bando que governa o país vai recrudescer na tentativa de manter os privilégios e continuar o saque a que estamos sendo submetidos. A violência física vai passar a ser a forma de manifestação oficial do governo, que já submete boa parte da população –os negros, as mulheres, os pobres e os invisíveis– a uma humilhação permanente.

É hora de dar uma esperança à nação, de buscar resgatar uma alegria perdida e uma expectativa que faça o cidadão acreditar que é possível ser feliz de novo. O embrutecimento fascista fez do Brasil um país sem cor, sem alegria e sem charme.

Éramos Éramos vistos como o país do futuro; hoje, somos um retrato opaco na parede. Perdemos o rumo. Ninguém suporta mais o permanente estado de tensão e as atrocidades feitas em nome do governo. É hora de enfrentar a inacreditável horda de fantoches e fantasmas que estão saindo do armário e assumindo a barbárie como projeto. Ou seremos magnânimos, para superar as diferenças partidárias e nos unirmos contra esse projeto fascista de destruição nacional, ou seremos todos responsáveis pelo destino que se anuncia e se apresenta demolidor. A causa da democracia e da estabilidade institucional impõe a todos a responsabilidade de sentarmos à mesma mesa. Antes que seja tarde, nós nos lembraremos do grande Mário Quintana: “O passado não reconhece o seu lugar: está sempre presente…”

Antônio Carlos de Almeida Castro, Kakay.

Prefeitura de Parnamirim retoma pontos extras no Nordestão e Uninassau

A Prefeitura de Parnamirim, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Sesad), retomou na última quinta-feira (24) a vacinação no supermercado Nordestão da Avenida Maria Lacerda, em Nova Parnamirim. O ponto da Uninassau, na Cohabinal também segue permanente, bem como das UBS.

A vacinação itinerante percorreu praticamente todos os bairros do município. Os pontos escolhidos foram as escolas, locais estratégicos para a buscativa das crianças, que segue baixa. A ação beneficiou a sociedade como um todo, além estreitar os laços da instituição com a comunidade.

Acompanhe o cronograma para D1, D2 e D3 desta semana:

Nordestão da Maria Lacerda
Horário: das 8h das 14h

Uninassau da Cohabinal
Horário: das 8h às 14h

UBS
Horário: verificar com a própria unidade.

Câmara oficializa o União Brasil, partido com maior número de deputados

União Brasil – Wikipédia, a enciclopédia livre

A Câmara formalizou nesta quarta-feira (23) o reconhecimento ao União Brasil, partido resultante da fusão do PSL com o DEM. A nova sigla nasce como a maior da Casa, com 81 dos 513 deputados. Em segundo lugar aparece o PT, com 53 integrantes. O PL, do presidente Jair Bolsonaro, é o terceiro, com 43 membros.

O União Brasil será liderado pelo deputado Elmar Nascimento (BA), que já liderou a bancada do DEM e tem relações estreitas com o ex-prefeito de Salvador ACM Neto, ex-presidente do DEM e agora secretário-geral do novo partido.

A composição das bancadas sofrerá mudanças em março, no período da janela partidária. Nomes ligados ao presidente Jair Bolsonaro, como as deputadas Bia Kicis (DF) e Carla Zambelli (SP), por exemplo, deixarão o União Brasil. Outros parlamentares, porém, são aguardados na nova legenda, que deverá manter posição de independência em relação ao governo. O União terá sete senadores e discute a criação de uma federação com MDB, PSDB e Cidadania.

O número de legendas na Casa caiu para 23. Nas eleições de 2018 foram eleitos representantes de 30.

De lá para cá, com a cláusula de barreira, houve a incorporação do Partido Republicano Progressista (PRP) ao Patriota; e do Partido Pátria Livre (PPL) ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB). No ano passado, o TSE aprovou o pedido de incorporação do Partido Humanista da Solidariedade (PHS) ao Podemos.

Poder 360

Desemprego diminui no RN e em mais 18 estados

Foto de uma carteira de trabalho

O mercado de trabalho mostrou forte geração de vagas ao fim de 2021. No Brasil, a taxa média anual de desemprego caiu de 13,8% em 2020 para 13,2% em 2021 e esse movimento de queda foi acompanhado pela maior parte das regiões. O Rio Grande do Norte fechou 2021 com uma média anual de 1,287 milhão de pessoas ocupadas, o que significa 1,6% a mais que em 2020 (1.226 milhão de pessoas ocupadas) e uma taxa média de desemprego de 14,8%, um recuo de 1,3 ponto percentual ante o ano anterior (16,1%).  No País, 19 das 27 unidades da Federação também apresentaram recuo nessa taxa anual e três apresentaram estabilidade. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A PNAD Contínua, que trouxe também os dados do último trimestre de 2021, mostra que a taxa caiu de 14,7% no terceiro trimestre para 12,7% no quarto trimestre do ano passado, a mais baixa desde o início da pandemia de covid-19 no primeiro trimestre de 2020. Além da diminuição de dois pontos percentuais em relação ao trimestre anterior, a taxa caiu quase três pontos percentuais na comparação com o mesmo trimestre de 2020 (15,6%).
Considerando a Pnad trimestral, o RN tem a 11ª maior taxa de desocupação do País, porém a 3ª menor do Nordeste. Enquanto Santa Catarina (4,3%) e Mato Grosso (5,9%) estão em melhor situação no mercado de trabalho do País, Amapá (17,5%) e Bahia (17,3%) têm os piores índices.
A PNAD Contínua estima, em números absolutos, que a força de trabalho potiguar era de 1,53 milhão de pessoas no quarto trimestre do ano passado, dos quais, 1,341 milhão estava ocupado. No comparativo com o último trimestre de 2020,  quando o Estado tinha 1.272 milhão de pessoas ocupadas, esse contingente  aumentou 5,4%.
Da força de trabalho, 194 mil estavam desocupadas no último trimestre de 2021, ante 235 mil no mesmo período de 2020. Com isso, o número de desocupados teve queda tanto na comparação com o trimestre anterior (-12,2%), quanto no mesmo período do ano passado (-17,4%). Considerando o consolidado de 2021, houve recuo de 5% na população desocupada, que saiu de 235 mil (2020) para 223 mil (2021).
São consideradas desocupadas as pessoas que estavam sem trabalho e que tomaram alguma providência para conseguir emprego, como entregar currículo, atender a entrevistas de emprego, inscrever-se em concurso, entre outras atitudes. Essas pessoas estavam disponíveis para assumir o posto de trabalho naquela semana caso o tivessem encontrado, porém não obtiveram êxito.

CPI da Arena das Dunas é encerrada sem a leitura e a votação do relatório final

Isolda Dantas, relatora da CPI da Arena das Dunas, foi contra parecer da Procuradoria da ALRN — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigava o contrato do governo do RN com a Arena das Dunas foi encerrada nesta quinta-feira (24) sem a leitura do relatório e sem votação na Assembleia Legislativa do RN (ALRN).

O motivo foi que três dos cinco membros da comissão acataram um parecer sugestivo da Procuradoria-Geral da AL, que entendeu que a CPI expirou o tempo para finalização dos trabalhos no dia 7 de outubro, quando completou 60 dias.

A relatora da CPI, a deputada Isolda Dantas (PT), foi contrária ao parecer e alegou que a comissão se baseou no regimento antigo da casa – o atual dá 120 dias para que as CPIs sejam concluídas, prazo que se encerraria nesta quinta.

Ao lado da governadora, secretário de desenvolvimento econômico anuncia medidas para a região de Açu

O secretário de desenvolvimento econômico do Rio Grande do Norte, Jaime Calado esteve ao lado da governadora Fátima Bezerra, na última quinta-feira (24/02) na região do Baixo-Açu. Na oportunidade, foi lançado o Plano de Contingência Setorial para Inundações e Alagamento no Baixo-Açu, junto à defesa civil para os prefeitos da região. Para a realização do projeto foram também anunciadas três medidas: Instalação de um posto avançado do Corpo de Bombeiros em Assú, A recuperação da Barragem de Pataxó e a A recuperação da RN-233.

Polícia Federal apreende cerca de 5,6 kg de cocaína em Parnamirim

A polícia Federal prendeu na última quinta-feira um homem de 55 anos suspeito de tráfico de drogas, com ele foram apreendidos cerca de 5,67 kg de cocaína.

A ação aconteceu depois a PF ser informada que havia uma “encomenda suspeita” nos correios vinda do estado de Rondônia e um homem foi recebe-la. Ele foi abordado já fora da agência e quando foi aberto a encomenda, a polícia encontrou 5 tabeles prensados de cocaína.

O suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido para autuação na sede da PF, no bairro de Lagoa Nova.

Durante o interrogatório, ele declarou que recebeu a encomenda de uma pessoa que não se lembra do nome e que pensou que se tratava de um ventilador.

O suspeito realizou um exame de corpo de delito e indiciado na lei anti-drogas. Ele se encontra se encontra custodiado na Superintendência da PF, à disposição da Justiça.

A correlação de forças nos impõe aliança com o centro

Estamos vivendo um momento histórico que exige das esquerdas e dos que entendem que a democracia e os destinos do Brasil estão em risco –e comungam do mesmo projeto político e de desenvolvimento nacional que nos levou a governar o país– lutar para garantir nossa unidade política em torno da candidatura de Lula.

Não é pouco recordar que fomos retirados do governo por um golpe parlamentar-judicial-midiático e por uma guerra jurídica que nos conduziu ao governo Bolsonaro de extrema-direita, negacionista, obscurantista, fundamentalista, de desconstrução nacional. Um governo não apenas com vocação autoritária, mas com determinação de sabotar o calendário eleitoral, colocando em dúvida as urnas eletrônicas e que, com certeza, não reconhecerá, se derrotado, o resultado e fará tudo para impedir nossa vitória e nossa posse.

Há consenso no país sobre a gravidade da situação social da maioria de nosso povo trabalhador, dos riscos que nossa nação corre em um mundo em transformação geopolítica e científica, dos impasses de nossa economia e dos desafios de nossa indústria, da necessidade urgente de financiar uma revolução educacional, científica e tecnológica, de uma redistribuição da renda e riqueza.

As esquerdas, apesar da ampla base eleitoral de Lula e mesmo do PT, não são maioria no país e não têm a hegemonia. Só podem contar com o voto e com o nível de organização, consciência política e capacidade de luta dos trabalhadores e dos que as apoiam. Nos últimos anos, sofremos derrotas políticas, eleitorais e sociais sucessivas e mudanças no mundo do trabalho que enfraqueceram nossa capacidade de resistência e luta.

Historicamente, somos alternativa de governo. Temos um legado e a força e liderança de Lula, mas o momento político e histórico exige enfrentar um adversário que recorre à violência e ao ódio, que renega a democracia e que arma seus seguidores, usa e abusa das fake news e busca apoio para impor no país uma ditadura mesmo com ares democráticos como foi a de 1964 que conviveu com eleições e Judiciário e Congresso sem poderes. É bom lembrar que lutamos unidos contra a ditadura militar em frentes amplas e terminamos por derrotá-la não sem antes percorrer caminhos errados e acumular derrotas.

Quem impõe a nós alianças com o centro é a correlação de forças e o adversário. Não depende de nós. O que nos resta é fazer todos os esforços e não desistir de, em 1º lugar, unir as esquerdas numa federação e em torno da candidatura de Lula e de um programa de centro-esquerda; e, a partir dela, construir alianças com as demais forças políticas, econômicas e sociais, porque sem organização, mobilização e formação de uma consciência política popular não venceremos e, se vencermos, não governaremos.

Não se trata apenas de vencer, o que não será fácil. Mas de governar e superar os desafios que, sabemos, começarão com a desfavorável correlação de forças no Congresso, na mídia, no Judiciário, no conflito de interesses sobre como retomar o crescimento e distribuir renda, combater a pobreza e a fome, criar empregos, como superar o neoliberalismo e colocar o Brasil em seu lugar no mundo.

Basta olhar para nosso entorno geopolítico, a América do Sul, e para a Europa para vermos como as forças politicas conservadoras e de direita manietam, desestabilizam e inviabilizam governos progressistas ou de esquerda.

FEDERAÇÃO, UMA NECESSIDADE

No nosso campo, nas esquerdas, há forças que se opõem à federação, porque não querem Lula e um programa anti-neoliberal. Precisamos separar o joio do trigo e nos concentrar em viabilizar a federação. Queiramos ou não, esta é hoje a forma de construir nossa unidade, a partir de avaliações políticas concretas, de como manter a autonomia dos partidos, com que quórum para a tomada de decisões, como enfrentar o desafio da escolha de candidatos e políticas, programas, ou mesmo porque correm o risco de perder congressistas.

Da mesma forma, há divergências sobre a aliança (necessária) com outras forças políticas –algumas das quais se opuseram a nossos governos e mesmo apoiaram o impeachment da presidenta Dilma– e sobre a escolha e indicação de Geraldo Alckmin como vice na chapa com Lula.

O governo Bolsonaro iniciou uma ampla operação de disputa do eleitorado, seja com uma guerra suja ilegal, inclusive com financiamento nas redes e subliminar nas mídias, esta paga com dinheiro público. Um de seus focos, no momento, é no eleitorado descrente com a chamada 3ª via. Usa e abusa da máquina administrativa e do Orçamento público para disputar bases eleitorais no Nordeste e em todo país. Não vacilará em usar da violência e tumultuar o processo e a campanha eleitoral.

O que está em risco, insisto, não é apenas a democracia, mas o próprio processo eleitoral. O que exige de nós todo o esforço possível para alcançar a unidade de todas as forças políticas e sociais dispostas a apoiar Lula e retomar o fio da história interrompido como tantas vezes em nosso Brasil, a última pelo golpe de 2016. Não podemos perder esta oportunidade histórica. Nossa palavra de ordem tem que ser a unidade das esquerdas como base e núcleo político de uma Frente Democrática para derrotar Bolsonaro.

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Fonte: poder 360.

Ucrânia acusa Rússia de atacar civis “sem distinção”

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que o exército da Rússia está atacando áreas civis sem fazer “distinção” e comparou a ofensiva russa com a nazista.

Eles [os russos] dizem que os civis não são um alvo, mas esta é outra mentira deles. Na realidade, eles não fazem distinção entre as áreas em que operam. Esta noite, começaram a bombardear bairros civis. Isto nos recorda [o ataque nazista de] 1941”, falou Zelensky em pronunciamento na manhã desta 6ª feira (25.fev.2022).

O presidente ucraniano se referiu ao Massacre de Babi Yar, quando os nazistas assassinaram ao menos 34.000 ucranianos civis judeus em apenas 36 horas, em Babi Yar, uma ravina em Kiev, em 29 e 30 de setembro de 1941.

Logo depois do discurso de Zelensky, o Ministério do Interior da Ucrânia afirmou que os russos atingiram 33 alvos civis nas últimas 24 horas. Pelo menos duas crianças morreram.

Também nesta 6ª, o presidente da Ucrânia falou com o presidente da Polônia, Andrzej Duda. Ele pediu ajuda na defesa do seu país, sanções e pressão sobre os russos. “Juntos temos que colocar a Rússia na mesa de negociações. Precisamos de uma coalizão anti-guerra”, escreveu no Twitter.

Zelensky está buscando apoio dos seus vizinhos do leste europeu que são membros da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte). O intuito da Ucrânia de aderir à aliança militar intergovernamental foi a principal motivação do conflito com a Rússia.

OTAN

Os chefes de Estado e de Governo da Otan se reunirão por videoconferência nesta 6ª feira (25.fev). Segundo o porta-voz da organização, Oana Lungescu, eles vão “discutir as consequências” do ataque da Rússia à Ucrânia.

Na 5ª feira (24.fev), o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, disse que a organização não tem tropas na Ucrânia e que não planeja enviar forças militares. No entanto, afirmou que o grupo deve aumentar a sua presença no leste de seu território.

Fonte: poder 360.