Classe empresarial e políticos estudam nomes para 2022

O núcleo empresarial, que tradicionalmente se envolve com os temas políticos do RN, já vem cogitando a possibilidade de apresentar alguns nomes, que tenham representatividade em diversos setores do mundo empresarial e que possam demonstrar competitividade para disputar vagas para senador e governador em 2022.

Ainda não existe nada oficial, mas, no RN, de forma discreta, as movimentações e conversas políticas já estão acontecendo, uma espécie de sondagem vem ganhando corpo e de forma isolada, os estudos com algumas possibilidades de nomes no núcleo empresarial, como: Marcelo Alecrim, Paulo de Paula, Haroldo Azevedo, Marcelo Queiroz e José Lucena.

No núcleo político, essa movimentação também é percebida com os nomes de Rogério Marinho, Ezequiel Ferreira, Fábio Faria, João Maia, Robinson Faria, Carlos Eduardo e o prefeito Álvaro Dias.

O xadrez está na mesa, a governadora Fátima Bezerra está com uma lupa, aguardando as movimentações dos pré-candidatos, ligados ao governo Bolsonaro.

Diante desse cenário, fica no ar uma pergunta: todos irão se reunir para derrotar Fátima ou boa parte irá se reunir para reeleger a petista? Correndo por fora, sem querer demonstrar interesse, adotando a mesma postura da eleição que o tornou senador, o mais votado do RN em 2018, tem o capitão Styvenson Valentim.

Ele é sempre lembrando em todas as pesquisas eleitorais.

Até o momento, o que há de concreto é o fato do jogo já ter iniciado, seu primeiro tempo, na eleição municipal e para o segundo tempo, que será em 2022, obviamente com o resultado final, as estratégias estão sendo reorganizadas.

SUS é avaliado como regular por 49% e como ótimo ou bom por 31%

O trabalho do SUS (Sistema Único de Saúde) é avaliado como “ótimo” ou “bom” por 31% da população brasileira, enquanto 49% o classificam como “regular“. Outros 19% dizem que o serviço é “ruim” ou “péssimo“, e 1% não soube responder.

Os resultados são de pesquisa PoderData realizada de 18 a 20 de janeiro em 544 cidades e com 2.500 entrevistas.

O SUS, como se conhece hoje, foi garantido em 1988 com a promulgação da Constituição Federal, e detalhado pela lei nº. 8.080 de 1990. Oferece acesso integral, universal e gratuito à saúde para toda a população. O sistema realiza por ano cerca de 2,8 bilhões de atendimentos, desde procedimentos ambulatoriais simples até atendimentos de alta complexidade, como transplantes de órgãos.

O Ministério da Saúde é responsável por coordenar, com ajuda das secretarias estaduais e municipais, os hospitais, clínicas, UPAs, entre outros serviços de saúde pública. O trabalho da pasta (e do SUS) se tornou ainda mais notório em 2020, com a pandemia de covid-19, que até esta 6ª feira (22.jan.2021) já infectou 8,7 milhões de pessoas e matou 215 mil.

A pesquisa foi realizada pelo PoderDatadivisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Foram 2.500 entrevistas em 544 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

DESTAQUES DEMOGRÁFICOS

O estudo destacou, também, os recortes para as respostas à pergunta sobre a percepção dos brasileiros em relação ao trabalho do Sistema Único de Saúde.

Os homens, os que têm de 45 a 59 anos, os com ensino superior, os moradores da região Sul e os que ganham de 5 a 10 salários mínimos são os que mais aprovam.

Já os que têm de 25 a 44 anos, os que cursaram até o ensino médio, os moradores da região Centro-Oeste e os que ganham até 2 salários mínimos são, proporcionalmente, os que mais rejeitam o trabalho do SUS.

Leia os percentuais no infográfico abaixo:

TRABALHO DO SUS X TRABALHO DE BOLSONARO

Quase metade (46%) dos apoiadores do presidente acha o trabalho do sistema de saúde pública ótimo ou bom. Só 10% do grupo desaprova. A proporção é maior do que a média geral da população.

Poder 360

63% acham que a pandemia está mais grave no Brasil, mostra

Paciente chegando de ambulância no Hospital Regional da Asa Norte, hospital referência no tratamento da COVID-19 em Brasília. Sérgio Lima/Poder360 09.01.2021

A percepção de risco com a covid-19 cresceu, e, agora, 63% da população brasileira diz que a pandemia está mais grave quando comparada a duas semanas atrás. Os resultados são de pesquisa PoderData realizada de 18 a 20 de janeiro com 2.500 pessoas em 544 cidades.

Para 25% desses entrevistados, a situação do vírus no Brasil está do mesmo jeito, enquanto só 8% acham que a circulação é menor do que antes.

Na última vez que o PoderData abordou o assunto, em novembro, eram 42% os que achavam que a crise do coronavírus estava se agravando. À época, os indicadores indicavam uma desaceleração da contaminação. Pouco depois, a situação piorou novamente.

O Brasil hoje vive um repique de casos e mortes, registrado depois das festas de fim de ano. O Ministério da Saúde contabilizava até 5ª feira (21.jan), 8.697.368 casos confirmados da doença e 214.147 mortes.

As médias móveis estão em trajetória ascendente nos últimos dias. Em janeiro, o país voltou a registrar rotineiramente mais de 1.000 mortes notificadas diariamente.

Os casos também chegaram a patamar recorde, registrando também em janeiro sua maior taxa na média móvel desde o início da pandemia.

A pesquisa foi realizada pelo PoderDatadivisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Os dados foram coletados de 18 a 20 de janeiro de 2021, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 544 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

DESTAQUES DEMOGRÁFICOS

Leia abaixo os recortes por sexo, idade, região, escolaridade e renda. Entre parênteses, os percentuais, proporcionais, sobre a percepção dos brasileiros em relação à pandemia.

As mulheres (71%), os com 60 anos ou mais (79%), os com ensino superior (71%), os moradores do Norte (71%) e os que ganham de 5 a 10 salários mínimos (74%) são, proporcionalmente, os que mais acham que a crise do coronavírus está mais grave.

PERCEPÇÃO COM A PANDEMIA X AVALIAÇÃO DE BOLSONARO

Entre os que apoiam o presidente (que o consideram “ótimo” ou “bom”), só 48% dizem que a pandemia está mais grave. Taxa entre os que o rejeitam, de 71%, é 8 pontos percentuais maior que a percepção geral.

Os bolsonaristas também são os que acham que a crise está menos grave do que a duas semanas atrás: 15%, ante 8% quando consideram-se todos os grupos.

Poder 360.

Após atraso, vacina de Oxford importada da Índia chega ao Brasil

O 1º lote da vacina contra covid-19 da AstraZeneca/Oxford, desembarcou no final da tarde desta 6ª feira (22.jan.2021) no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. No total, o Brasil recebeu 2 milhões de doses fabricadas pelo Instituto Serum, na Índia.

O imunizante já recebeu autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), no último domingo (17.jan.2021), para o uso emergencial.

A vacina é desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford. No Brasil, a produção é coordenada pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).

Esse 1º lote da vacina AstraZeneca/Oxford –que era a aposta inicial do governo do presidente Jair Bolsonaro para começar a imunização– atrasou uma semana para chegar ao país, segundo os planos iniciais do governo.

De acordo com a Fiocruz, após os trâmites alfandegários, as vacinas vão seguir diretamente para o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro para desembarque e trajeto até a fundação.

Nesta 6ª feira (22.jan), a Anvisa autorizou o uso emergencial de outros 4,8 milhões de doses da vacina chinesa, que foram envasadas no país pelo Instituto Butantan.

Mais cedo, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse que após os imunizantes serem preparados para distribuição pela Fiocruz, serão encaminhados aos Estados.

“A carga [que chegou nesta sexta] será encaminhada para a Fiocruz, que vai preparar toda a etiquetagem e a conferência do material recebido. Os lotes serão separados a partir de amanhã [sábado], quando estiverem prontos. Provavelmente, no fim do dia, iniciamos o transporte para todos os estados do nosso país”, afirmou o ministro.

Segundo o ministro, Manaus terá prioridade na 1ª carga de vacinas. “Damos prioridade nesse momento para o estado do Amazonas, principalmente, a capital Manaus, que vive uma situação mais crítica no nosso país”, afirmou. “E essa prioridade fica evidente a partir de um acordo com os governadores, onde 5% dessa primeira carga vai ser destinada aonde está o maior risco do país, que está em Manaus.”

Veja vídeo do momento do desembarque das doses da vacina (23min28seg):

 

 

ATRASO DA IMPORTAÇÃO

O governo Bolsonaro vinha enfrentando dificuldades diplomáticas para viabilizar a chegada do imunizante. A vacinação, então, começou a vacinação com as 6 milhões de doses disponíveis da CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a empresa chinesa Sinovac.

O governo chegou a adesivar o avião da companhia Azul que buscaria as vacinas na Índia em 14 de janeiro. Na data, no entanto, o Ministério da Saúde afirmou que a partida do avião havia sido “reprogramada em algumas horas por questões logísticas internacionais”.

Também no dia 14, o governo indiano informou que ainda não tinha previsão de quando autorizaria o fornecimento dos imunizantes a outros países, incluindo o Brasil.

O ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores) telefonou para o chanceler indiano Subrahmanyam Jaishankar no mesmo dia. Jaishankar manifestou a intenção de atender ao pedido brasileiro “nos próximos dias”, mas não indicou uma data para que as doses da vacina fossem liberadas.

O chanceler indiano atribuiu o atraso na liberação a “problemas logísticos” decorrentes das dificuldades de conciliar o início da campanha de vacinação no país de mais de 1,3 bilhão de habitantes ao fornecimento de imunizantes para outras nações.

Na 3ª feira (19.jan), o governo da Índia informou que começaria a enviar as vacinas produzidas no país para uma lista de nações vizinhas e parceiras a partir de 4ª feira (20.jan). O Brasil não apareceu na relação inicial de nomes.

Somente nessa 5ª feira (21.jan), após negociações com as autoridades da Índia, o Ministério da Saúde confirmou que 2 milhões de doses da vacina AstraZeneca/Oxford chegariam ao Brasil no fim da tarde desta 6ª feira (22.jan).

Poder 360.

Deputado Federal Beto Rosado emite nota sobre decisão do TRE

NOTA AO POVO POTIGUAR

Como deputado federal pelo Progressistas, ocupando o cargo diplomado e garantido pelo TSE, recebi com surpresa a decisão do julgamento desta sexta-feira (22) no TRE. Respeito os renomados desembargadores da corte, mas o julgamento deixou muitas dúvidas acerca do processo em questão.
Nosso mandato segue em Brasília, respaldado pela vontade de mais de 71 mil potiguares e pelas regras previstas na Lei Eleitoral.

Sigo com a consciência tranquila de quem cumpre seu dever, com um trabalho sério e comprometido com o povo. Esse trabalho que é campeão em destinação de recursos para o interior.

Que luta por bandeiras importantes e que geram empregos, nos setores produtivos do sal, fruticultura e petróleo.

Que ajudou a salvar muitas vidas na pandemia destinando 28 respiradores, dezenas de ambulâncias e mais de R$ 10 milhões em recursos para a Saúde do RN em 2020.

Entre tantas outras ações nos quatro cantos do Estado. O compromisso do nosso mandato é com o RN.

O povo que me elegeu sabe que pode contar com um deputado que não está em Brasília para alimentar disputa de esquerda x direita, mas para trabalhar e fazer o que precisa ser feito. Para ajudar os municípios, chegando junto quando mais precisam.

Não recebi ainda nenhum comunicado, mas quando isso ocorrer, tomarei as medidas cabíveis e necessárias. Confio na justiça! Confio na vontade de Deus!

Beto Rosado
Deputado Federal – Progressistas