TRE manda recontar os votos para Deputado Federal.

O Tribunal Regional Eleitoral do RN indeferiu o registro de candidatura do candidato Kericlis Alves.

Por três votos contra dois, o TRE/RN, decidiu que os votos do candidato a deputado federal Kerinho, que colocaram a Beto Rosado na cadeira de deputado federal em Brasília, fossem indeferidos.

Ou seja, o TRE fará uma recontagem administrativa dos votos da eleição 2018 para deputado federal.

Cerca 9 mil votos, sendo retirado dessa matemática, garantirá a cadeira ao petista Fernando Mineiro, que no primeiro cálculo seria o titular do mandato de Deputado Fedeal.

O deputado Beto Rosado, através dos seus advogados recorrerá dessa decisão ao TSE em Brasília.

Exportação da vacina de Oxford para o Brasil mostra que a imprensa brasileira mente para derrubar governo Bolsonaro

Antes mesmo de ser eleito presidente da República, Jair Bolsonaro já era alvo de ataques contínuos dos principais veículos de comunicação do país.

A mídia, a todo o momento, não apenas distorcia o que era dito pelo então deputado federal, mas também fabricava informações falsas para atacar a imagem de Bolsonaro.

O ‘assassinato de reputações’ sempre esteve presente na vida militar, que constantemente foi caluniado e difamado sem poucos espaços garantidos para exercer algum direito de resposta.

Agora, iniciando o terceiro de ano de mandato, Jair Bolsonaro continua sendo atacado diuturnamente pela imprensa brasileira.

Nesta semana, por exemplo, os principais veículos garantiram que não existia nenhuma previsão em torno das vacinas de Oxford vidas da Índia. Diversas matérias acusaram o governo brasileiro de ‘cruzar os braços’ e ignorar a urgência das vacinas para imunizar a população brasileira.

Alguns jornais, por exemplo, chegaram a apontar que o intervalo de tempo sem vacinas da Oxford no Brasil poderia chegar a 30 dias. Além disso, cogitaram também num previsível pedido de abertura de impeachment por crime de improbidade administrativa.

Hoje, 21 de janeiro de 2021, conforme registrou o Conexão Política, a Índia confirmou que as vacinas de Oxford serão exportadas para o Brasil ainda nesta quinta-feira.

das vacinas desenvolvidas pela farmacêutica britânica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, que estão sendo fabricadas no Serum Institute of India, considerado o maior produtor mundial de vacinas do mundo.

Dessa forma, caro leitor, fica cada vez mais evidente a forma de trabalho que é exercida por tais veículos de comunicação: sem checagem, sem fontes concretas e sem compromisso com a verdade.

Com a chegada desses insumos ao Brasil, o governo Bolsonaro colecionará mais uma vitória contra as ‘fake news do bem’, que constantemente são propagadas por aqueles que dizem combater a desinformação.

Conexão política.

PoderData: 78% dos brasileiros querem tomar vacina contra coronavírus

Pesquisa PoderData mostra que 78% dos brasileiros pretendem tomar alguma vacina contra a covid-19. A taxa teve variação positiva em relação ao levantamento anterior, quando 75% disseram que tomariam o imunizante. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.

A taxa dos que rejeitam a vacinação para prevenir a contaminação pelo coronavírus teve queda de 5 pontos percentuais. Passou de 16% para 11% em 15 dias.

Os que não souberam ou preferiram não responder passaram de 9% para 11%.

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Os dados foram coletados de 18 a 20 de janeiro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 544 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

Considerando a estratificação do levantamento por sexo, idade, região, escolaridade e renda, quem mais afirma que tomaria alguma vacina contra a covid-19 são:

  • homens (79%);
  • pessoas de 60 anos ou mais (87%);
  • quem tem ensino superior (88%);
  • moradores da região Sul (86%);
  • os que recebem mais de 10 salários mínimos (90%).

Quem mais rejeita a vacinação para evitar a contaminação pelo coronavírus são:

  • pessoas de 16 a 24 anos (22%);
  • os que têm só ensino fundamental (13%);
  • moradores da região Centro-Oeste (19%);
  • sem renda fixa (20%).

VACINAÇÃO NO BRASIL 💉

A vacinação contra o coronavírus começou nesta semana no Brasil com a distribuição de 6 milhões de doses da CoronaVac, importadas da China. Alguns grupos estão sendo vacinados com prioridade, como o de idosos, de pessoas com deficiência, de índios e profissionais de saúde da linha de frente.

 

No entanto, a expectativa é que a imunização só avance após o início da fabricação das vacinas no Instituto Butantan e na Fiocruz, que depende da chegada dos insumos ao país.

O Instituto Butantan é responsável pela produção da CoronaVac, desenvolvida em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. Os insumos devem ser importados da China. A liberação da importação pelo país chinês ainda está em negociação.

Já a Fiocruz coordena a produção da vacina desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford. Devem vir da Índia 2 milhões de doses do imunizante.

O governo enfrentava dificuldades para a importação desse lote, mas a Índia deu sinal verde nesta 5ª feira (21.jan).

No mundo, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), há 61 vacinas sendo testadas em humanos e 172 em fases pré-clínicas, ou seja, sendo testadas em animais.

VACINAÇÃO X BOLSONARO

PoderData mostra ainda que entre os que avaliam o trabalho do presidente Jair Bolsonaro como “ótimo” ou “bom”, 67% afirmam que tomariam alguma vacina contra a covid-19. A taxa teve variação positiva em relação ao último levantamento. Há 15 dias, era de 65%.

Nesse grupo, os que rejeitam o imunizante oscilou de 24% para 20%.

Bolsonaro minimiza a importância da vacinação para prevenir a contaminação pelo coronavírus. Em 23 de dezembro afirmou ainda que recebeu a melhor vacina: o vírus”, acrescentando, segundos depois: “Sem efeito colateral”. Em outras oportunidades, também disse que não tomaria a vacina contra covid-19, porque já foi infectado.

Entre os que rejeitam o desempenho de Bolsonaro na Presidência (acham “ruim” ou “péssimo”), 85% afirmam que devem tomar o imunizante. Os que não pretendem são apenas 6%.

Poder 360.

Vacinas da Índia devem chegar ao Brasil nesta 6ª feira, diz Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde afirmou na tarde desta 5ª feira (21.jan.2021) que 2 milhões de doses da vacina AstraZeneca/Oxford devem chegar ao Brasil no fim da tarde desta 6ª feira (22.jan.2021).

Em nota, a pasta disse que “a carga vinda da Índia será transportada em voo comercial da companhia Emirates ao aeroporto de Guarulhos e, após os trâmites alfandegários, seguirá em aeronave da Azul para o aeroporto internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro”.

Mais cedo, o secretário de Relações Exteriores da Índia, Harsh Vardhan Shringla, havia informado em entrevista à Reuters, que o governo da Índia liberou as exportações comerciais de vacinas contra a covid-19.

“O fornecimento das quantidades comercialmente contratadas também começará a partir de 6ª feira, começando pelo Brasil e Marrocos, seguidos pela África do Sul e Arábia Saudita”, disse.

Após a divulgação da informação, o presidente Jair Bolsonaro cumprimentou o ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores) pela importação das doses.

Meus cumprimentos ao Ministro Ernesto Araújo e servidores do Itamaraty pelo trabalho realizado”, disse em publicação em seu perfil no Facebook.

IMPASSES

A vacina desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, produzida na Índia, era a principal aposta do governo Bolsonaro para o início da vacinação no Brasil. O imunizante recebeu autorização da Anvisa para o uso emergencial no domingo (17.jan.2021).

A administração federal vinha, no entanto, enfrentando dificuldades diplomáticas para viabilizar a chegada do imunizante. A vacinação, então, começou com a CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a empresa chinesa Sinovac.

O governo chegou a adesivar o avião da companhia Azul que buscaria as vacinas na Índia em 14 de janeiro. Na data, no entanto, o Ministério da Saúde afirmou que a partida do avião havia sido “reprogramada em algumas horas por questões logísticas internacionais”.

Também no dia 14, o governo indiano informou que ainda não tinha previsão de quando autorizaria o fornecimento dos imunizantes a outros países, incluindo o Brasil.

O ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores) telefonou para o chanceler indiano Subrahmanyam Jaishankar no mesmo dia. Jaishankar manifestou a intenção de atender ao pedido brasileiro “nos próximos dias”, mas não indicou uma data para que as doses da vacina fossem liberadas.

O chanceler indiano atribuiu o atraso na liberação a “problemas logísticos” decorrentes das dificuldades de conciliar o início da campanha de vacinação no país de mais de 1,3 bilhão de habitantes ao fornecimento de imunizantes para outras nações.

Na 3ª feira (19.jan), o governo da Índia informou que começaria a enviar as vacinas produzidas no país para uma lista de nações vizinhas e parceiras a partir de 4ª feira (20.jan). O Brasil não apareceu na relação inicial de nomes.

Poder 360.