Morreu hoje, aos 59 anos, de Covid-19, o general da reserva Carlos Roberto Pinto de Souza, diretor de Avaliação da Educação Básica do Inep, que coordena o Enem.
Ele estava em tratamento em Curitiba desde dezembro.
O exame está marcado para o próximo domingo e há pressão pelo adiamento.
Abaixo, a nota de pesar do Inep:
“O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) manifesta profundo pesar pelo falecimento de Carlos Roberto Pinto de Souza, diretor de Avaliação da Educação Básica do órgão desde agosto de 2019. O diretor faleceu na tarde desta segunda-feira, 11 de janeiro, em Curitiba (PR).
Carlos Roberto tinha doutorado em Altos Estudos Militares e foi Comandante do Centro de Comunicação e Guerra Eletrônica do Exército Brasileiro. À frente da Diretoria de Avaliação da Educação Básica, coordenou as equipes envolvidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros (Celpe-Bras), Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), entre outros. O diretor participou ativamente da concepção do Enem Digital e do Novo Saeb, principal projeto a que se dedicava nos últimos meses.
A presidência do Inep, em nome de todos os seus colaboradores, agradece o trabalho desempenhado com dedicação, entusiasmo, responsabilidade e senso ético pelo diretor Carlos Roberto. Seu nome estará registrado na história do Inep.”
A estratégia do marqueteiro João Doria não resistiu aos números finais da eficácia da Coronavac, 50,3%, um sopro acima do mínimo exigido e a anos-luz dos 98% alardeados pelo próprio governador de São Paulo em setembro.
O resultado final foi visto como real motivo para os inúmeros adiamentos no anúncio da taxa e para a demora no envio de dados dos estudos clínicos solicitados pela Anvisa para conceder uso emergencial. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Há dias, os 78% já haviam sido considerados um fracasso e Dória sequer deu entrevista, outrora tão frequentes, em seu show do meio-dia.
Ao enfrentar a realidade de apenas 50% de eficácia, restou ao governo de SP a incrível boa vontade dos jornalistas para justificarem o fiasco.
Questionado sobre se manteria a compra de 100 milhões de doses do imunizante, o Ministério da Saúde optou por não responder.
Tão logo tomou posse como vereador de Parnamirim, o parlamentar Eder Queiroz (PSC), também conhecido como o “Liso do Litoral “, visitou o hospital Regional Dr. Márcio Marinho e as Unidades Básicas de Saúde do litoral (UBS), nos quais buscou informações a respeito da falta de médicos, materiais hospitalares, dentre outros insumos, junto as gestões administrativas do hospital e das UBS.
Depois do Raio X das unidades de saúde, Queiroz marcou uma audiência com a secretária de saúde, Dra. Terezinha Rêgo para falar das suas reivindicações que vão trazer melhorias para a vida da população que reside no litoral de Parnamirim.
As visitas “In loco” também servem para o vereador preparar um diagnóstico da real situação das unidades de saúde Pública do Litoral, e através de requerimentos e proposições parlamentares, vai buscar junto ao Poder Executivo soluções para sanar e aprimorar um atendimento digno à População do Litoral.
O MDB, maior bancada do Senado com 15 membros, confirmou nesta 3ª feira (12.jan.2021) o nome de Simone Tebet (MDB-MS) como candidata da sigla à presidência da Casa. O partido decidiu entre Tebet e Eduardo Braga (MDB-AM), líder da bancada.
“A independência no comando do Legislativo é de fundamental importância nesse período de crise, em que o interesse público precisa estar acima de qualquer disputa ideológica e política na reconstrução da economia e na imunização universal e gratuita contra a covid-19”, disse a bancada em nota.
Veja o anúncio de Tebet como candidata (1min56s):
Tebet ainda não tem nenhum apoio oficial anunciado e começa com os 15 votos de sua própria bancada enquanto seu concorrente, Rodrigo Pacheco, se consolidou nas últimas semanas e está a 3 apoios de já ter virtualmente a quantidade necessária para vencer, que são 41 votos.
Mais cedo nesta 3ª feira (12.jan), Eduardo Braga já havia começado a avisar seus colegas de bancada que desistiria de concorrer pelo apoio do MDB dizendo que Tebet teria mais potencial de angariar votos fora da sigla.
“Achei uma grandeza bastante significativa do Eduardo Braga que reconheceu..o importante na vida da gente é a gente reconhecer as nossas limitações em determinados momentos”, disse Berger ao narrar contato de Braga.
Tradicionalmente, o presidente do Senado é da maior bancada. Para que isso não ocorra, são necessárias condições muito específicas, como as vistas na eleição de Alcolumbre, em 2019. Na ocasião, o MDB rachou em torno de Renan Calheiros e Simone Tebet e acabou optando pelo senador alagoano.
Como a votação para presidente é secreta, entretanto, há o risco de traições. O MDB chegou a ter 4 postulantes a candidato da sigla e, por mais que pregue discurso de união na bancada, esse cenário pode não se concretizar em 1º de fevereiro, data da eleição.
Pacheco conseguiu o apoio de mais 2 partidos na 2ª feira (11.jan) e chegou ao potencial de 28 votos na disputa. Na última semana, Pacheco fechou 3 apoios e se consolidou na dianteira da corrida eleitoral. Conta com a palavra de PSD (11), PT (6), DEM (5), Pros (3), Republicanos (2) e PSC (1).
O PL, que anunciou apoio ao mineiro nesta 3ª feira (12.jan), faz parte do bloco Vanguarda no Senado, que reúne DEM, PSC e PL.
Com PL e PP, que deve anunciar seu apoio nesta 4ª feira (13.jan), o nome apoiado pelo atual presidente Davi Alcolumbre (DEM-AP) e Jair Bolsonaro, chegaria a prováveis 38 votos e estaria a 3 votos de vencer o pleito (são necessários ao menos 41 votos para isso).
“É a primeira vez que vejo, desde o tempo em que estou aqui, que vejo uma eleição que está sendo discutida tão antes da hora. A eleição do Senado sempre foi muito diferente da eleição na Câmara. É uma eleição voto a voto, passo a passo, importa, sim, as bancadas, mas não podemos esquecer que aqui estamos falando de senadores acima, que são maiores, muitas vezes, que suas bancadas”, disse Tebet.
Assista ao 1º discurso da senadora como candidata (5min36s):
Tebet tem boa relação com o Podemos e o PSDB, que formaram bloco único para negociar durante a eleição. Juntos têm 16 votos, mas ainda não anunciaram um apoio oficial. Há uma corrente no Podemos que gostaria de ver Pacheco eleito, o que pode atrapalhar os planos da senadora de conseguir todos os votos do bloco.
Nesta 3ª feira o MDB filia mais 2 senadores: Rose de Freitas (ex-Podemos) e Veneziano Vital do Rêgo (ex-PSB). Por isso o ponto de partida de Tebet será de 15 votos, e Pacheco ficou 1 a menos na contagem.
Isso porque Ney Suassuna (Republicanos-PB) estava engrossando as fileiras de Pacheco, mas é suplente de Vital do Rêgo, que voltará a tempo da eleição e deve votar junto com seu novo partido.
O grupo independente “Muda, Senado” também pode render votos à Tebet, já que há uma forte rejeição ao presidente Jair Bolsonaro, que apoia Pacheco. Há ainda partidos de oposição, que falhou em agir como bloco único e rachou com o PT apoiando o nome de Alcolumbre.
“O jogo voltou à estaca zero. Estamos falando de 15 senadores, não estamos começando no vazio. Não estamos começando numa aventura…Estaremos dialogando e conversando com PSDB, Podemos, com o Cidadania, PSL, estou falando de partidos que não declararam apoio a nenhum candidato, começaremos por ele, mas, sim, procuraremos todas as bancadas, não só através dos líderes como dos seus senadores.”
ACENO A BOLSONARO
Apesar de já ter dito que apoia Rodrigo Pacheco para presidente do Senado, Tebet disse que o MDB procurará o presidente Jair Bolsonaro para conversar. Segundo ela, a independência pregada por sua campanha não significa oposição a Bolsonaro.
“A independência não significa oposição ao governo como muitos querem. A independência significa independência com harmonia para ajudar o governo nas pautas prioritárias do país. Significa uma independência harmônica a favor do Brasil, que precisa mais do que nunca da força do Senado Federal.”
A senadora disse ainda que o momento é de harmonia entre os poderes e que sua candidatura não visa tensões entre as instituições e que buscará uma agenda prioritária na economia em conjunto com o Executivo.
“Esse é um momento de harmonia. Ou nós entendemos que a independência significa harmonia ou nós vamos descontrair esse país. Nós temos agora que pensar em conjunto com o executivo uma pauta econômica prioritária, urgente, que precisa de uma aprovação mais do que relâmpago dentro daquilo que for consenso para que a gente possa voltar a retomada do desenvolvimento.”
AUXÍLIO EMERGENCIAL
Perguntada sobre uma possível manutenção do auxílio emergencial, que foi encerrado em dezembro de 2020, a senadora disse que essa agenda não é do MDB e sim um compromisso com o país.
“O auxílio emergencial, observando os critérios de responsabilidade fiscal, do limite de teto de gastos, ainda que com menor valor, tem que, sim, estar na agenda de qualquer candidato, para ser tratado com os líderes.”
Setor que tradicionalmente recebe atenção especial do governo por conta do valor agregado à economia e do impacto sobre o emprego, a indústria automotiva foi beneficiada com R$ 69,1 bilhões em incentivos fiscais da União entre 2000 e 2021, em valores corrigidos pela inflação.
Levantamento feito pela Folha a partir de dados da Receita Federal mostra que, embora tenha um número reduzido de empresas em atuação no país, o setor aparece na lista dos maiores gastos tributários do governo federal.
Para este ano, a conta estimada de incentivos federais para o setor automotivo está em R$ 5,9 bilhões, cerca de 2% de todos os benefícios concedidos pelo governo. O valor seria suficiente, por exemplo, para pagar mais uma parcela de R$ 300 do auxílio emergencial a aproximadamente 20 milhões de pessoas.
Em 2021, o governo estima que o total do chamado gasto tributário —quando abre mão de receber algum imposto ou contribuição— será de R$ 307,9 bilhões. Quase um quarto desse volume diz respeito ao Simples Nacional, programa que simplifica e reduz a cobrança para mais de 12 milhões de pequenas empresas.
Na lista de benefícios concedidos pelo governo federal e que são maiores do que os do setor automotivo, também aparecem a agricultura e agroindústria, setor altamente pulverizado, com R$ 32,7 bilhões em benefícios em 2021, ou 11% do total.
Logo abaixo, estão entidades sem fins lucrativos (R$ 29,3 bilhões), a Zona Franca de Manaus (R$ 24,2 bilhões), medicamentos e equipamentos médicos (R$ 14,4 bilhões) e a área de informática e automação (R$ 6,6 bilhões).
Além da ajuda federal, as montadoras também recebem benefícios dos governos regionais. Na guerra tributária travada com o objetivo de atrair a instalação dessas fábricas, estados oferecem descontos na cobrança de impostos dessas companhias, majoritariamente multinacionais com matriz instalada fora do Brasil.
Em São Paulo, que concentra parcela expressiva do parque industrial do país, a renúncia fiscal prevista pelo estado em 2021 para o setor automotivo é de R$ 343 milhões.
A indústria automobilística vive uma crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, que derrubou a venda de veículos no país. As vendas iniciaram processo de recuperação no segundo semestre de 2020, mas terminaram o acumulado do ano em queda.
Os emplacamentos de veículos leves e pesados caíram 26,2% em 2020 na comparação com 2019, segundo dados do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores). O resultado foi melhor do que o esperado pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).
A baixa mais recente do setor, com impacto relevante sobre o mercado nacional e sobre os empregos, foi anunciada pela Ford nesta segunda-feira (11). A montadora informou que, depois de um século em atuação no país, vai encerrar todas as atividades fabris no Brasil ainda neste ano.
O número de demissões pode chegar a 5.000 no país e na Argentina, mas o fim da produção dos veículos no Brasil também traz impacto negativo para o restante da cadeia, com empresas que hoje funcionam para atender demandas da Ford.
Serão fechadas as fábricas instaladas na Bahia, em São Paulo e no Ceará. Em 2019, a Ford já havia fechado uma fábrica em São Bernardo do Campo (grande São Paulo).
Além da Receita, a Folha pediu dados específicos de incentivos repassados à Ford em São Paulo, Ceará e Bahia. O único a fornecer a informação foi a Bahia, que afirma ter somado uma renúncia de R$ 948 milhões entre 2018 e 2020 para manter o funcionamento da fábrica da companhia no estado.
As políticas do Brasil para o setor já geraram embates inclusive em organismos internacionais. Em 2016, a OMC (Organização Mundial do Comércio) condenou o Inovar Auto, programa que exigia que as montadoras mantivessem parte da produção no país para usufruir de redução de IPI.
No fim de 2018, no encerramento do governo Michel Temer, foi aprovado e sancionado o Rota 2030, novo programa de estímulo à indústria automobilística para substituir o Inovar Auto, que deixou de existir.
O regime dá incentivos fiscais às montadoras e exige, como contrapartida, o desenvolvimento de novas tecnologias e pesquisas em eficiência energética.
Durante as gestões do PT, o governo também promoveu reduções de IPI para a compra de carros. O objetivo era estimular a economia e incentivar contratações no setor.
Para este ano, o custo do Rota 2030 está estimado em R$ 1,9 bilhão, enquanto o benefício regional deve ter uma renúncia de receitas de R$ 4 bilhões pelo governo federal.
Após o anúncio do fechamento das fábricas da Ford, membros do Ministério da Economia atribuíram a governos anteriores os problemas enfrentados pelo setor.
“Quando assumimos, a indústria vinha em frangalhos, apesar de bilhões gastos por governos anteriores. Temos reduzido o custo Brasil que herdamos, 22% do PIB. Mas a pandemia impediu que nossas ações surtissem efeito a tempo”, disse o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa.
Em texto publicado na Folha nesta terça, o economista e ex-ministro da Fazenda da gestão petista Nelson Barbosa rebateu as afirmações.
“Acho esta crítica injusta com Fernando Henrique e Antônio Carlos Magalhães [presidente da República e governador da Bahia, respectivamente, quando a fábrica de Camaçari foi instalada], que levaram a Ford para Bahia mediante fortes incentivos estaduais e federais”, disse. “O incentivo deve ser temporário, pois as empresas têm que andar com suas próprias pernas a partir de algum momento. Esta foi a lógica das políticas automotivas dos governos Lula e Dilma”.
Em nota, a Anfavea informou que focou esforços para sugerir uma política industrial de longo prazo e vem alertando o governo sobre a necessidade urgente aprovar reformas para reduzir o custo Brasil.
“A reforma mais fundamental é a tributária, que precisa num primeiro momento simplificar o caos tributário, e num segundo reduzir a carga de impostos que é uma das mais elevadas do mundo”, disse, sem comentar os incentivos recebidos pelo setor.
O presidente Jair Bolsonaro comentou com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada sobre a saída da Ford do Brasil depois do fechamento de três montadoras. Além de lamentar a perda de empregos, o presidente destacou que a empresa omitiu que queria dinheiro público para continuar no país, “Faltou a Ford dizer a verdade. Querem subsídios”.
“Vocês querem que continuem dando vinte bilhões de reais para eles, como fizeram nos últimos anos? Dinheiro de vocês, do imposto de vocês?”, questionou Bolsonaro. “Deu lucro, o cara fica. Não deu lucro, o cara não produz mais aquilo, fecha”, acrescentou.
O presidente também destacou que o país tem apresentado melhora no mercado formal de trabalho e citou os 414.556 postos de emprego criados no país em novembro de 2020, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
A decisão da Ford de encerrar produção de veículos no Brasil foi anunciada na segunda-feira, 11. Entre os motivos apontados pela empresa está o cenário econômico nacional agravado pela pandemia. Cerca de cinco mil empregos serão perdidos.
O prefeito licenciado de Goiânia (GO), Maguito Vilela (MDB), 71, morreu na madrugada desta quarta-feira (13) no Hospital Israelita Albert Einstein, onde estava internado em razão de complicações decorrentes da Covid-19. Ele enfrentava as complicações desde o dia 22 de outubro do ano passado, quando foi internado.
Segundo informações de sua equipe de comunicação, uma infecção pulmonar foi diagnosticada na semana passada e Maguito não resistiu.
O corpo do prefeito será levado de São Paulo para Goiás e ele deve ser sepultado em Jataí, sua cidade natal.
Maguito tomou posse na no dia 1º de janeiro com assinatura eletrônica na UTI (unidade de terapia intensiva) do hospital. Uma hora e meia depois, o vice-prefeito, Rogério Cruz (Republicanos), assumiu o governo interinamente e participou da transmissão do cargo. Após Maguito ter sido empossado, a equipe de transição solicitou afastamento dele para tratamento de saúde por tempo indeterminado.
A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (13) um prêmio acumulado de R$ 12 milhões.
As seis dezenas do concurso 2.334 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.
De acordo com a Caixa, o valor do prêmio principal, caso aplicado na poupança, renderia no primeiro mês mais de R$ 13 mil. O valor da aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.
A TV Ponta Negra, afiliada no RN do SBT, que foi comprada pelo grupo Hapvida, um importante gestor de plano de saúde do país, e que se tornou um grande Grupo de Comunicação no Nordeste, teve um novo capítulo nesse dia 12 de janeiro de 2021.
Isso porque o Mercado Publicitário, Político e o MUNDO jornalístico foi surpreendido pelo anúncio oficial do retorno do controle acionário da tv para a família do ex-senador Carlos Alberto de Sousa.
Para alguns amigos, Micarla sempre disse que reforçou suas orações com o propósito colocar sua família novamente no comando da emissora e a jornalista sempre deixou claro que DEUS iria realizar o que sempre foi o maior sonho de seu pai Carlos Alberto, pois este só descansou, quando Micarla em seu leito prometeu que sempre iria manter o patrimônio em poder de sua família.
Detalhe, dia 12 de janeiro de 2021, marcará a vida da família Sousa, pois DEUS deu duas vitórias grandiosas ao mesmo tempo.