Mourão diz que posição do governo sobre eleições americanas é ‘neutra’

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, disse que o relacionamento entre Brasil e Estados Unidos seguirá adiante “com as mesmas ligações”.

Segundo Mourão, os acordos continuarão mesmo se Joe Biden vencer.

“O relacionamento do Brasil com EUA é de Estado para Estado, independente do governo que estiver lá. Óbvio que cada governo tem as suas prioridades, suas características, mas no conjunto da obra vamos continuar com as mesmas ligações.”

Sobre o tema, Mourão alega que a fala de Bolsonaro é “opinião pessoal”, ainda que o PR fale “pelo governo”.

“Ah, isso é bobagem, opinião pessoal dele. Se bem que quando o presidente fala, ele fala por todos, pelo governo”, justificou.

Caso as eleições americanas sejam questionadas a ponto de aderir uma judicialização, Mourão defendeu ‘neutralidade’.

Conexão política.

Nos EUA, Barroso diz que país vive ‘clima de polarização semelhante ao Brasil’

Conforme noticiado pelo Conexão Política, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, está em solo norte-americano para acompanhar as eleições presidenciais.

Ele atuará como observador do pleito que escolherá o próximo mandatário do país: Donald Trump ou Joe Biden.

Em publicação no Twitter, Barroso afirmou ter presenciado “clima de polarização” nos Estados Unidos.

O ministro inclusive, chegou a comparar a situação com o Brasil. Apesar disso, relatou que “tudo estava tranquilo” nos locais que visitou.

“Como observador convidado, hoje visitei três locais de votação no estado de Maryland e outro na capital, Washington, D.C. Embora o processo eleitoral dos Estados Unidos seja bem diferente do nosso, o clima de polarização que encontrei aqui se assemelha ao que temos experimentado no Brasil nos últimos anos. Apesar disso, tudo estava tranquilo nos locais que visitei”, escreveu.

E acrescentou: “Torço para que o ambiente continue pacífico até o final da apuração. Dentro de 12 dias, teremos nossas próprias eleições municipais. Por aqui estamos vendo um recorde de comparecimento às urnas. Vamos torcer para que o mesmo se passe no Brasil.”

O Conexão Política entrou em contato com o TSE para solicitar detalhes sobre os custos e despesas da missão internacional de Luís Roberto Barroso.

Em resposta, a Corte informou que as informações acerca dos valores são publicados no site da Transparência “em um relatório mensal no mês seguinte ao do pagamento”.

Deste modo, segundo o tribunal, “as diárias pagas em outubro serão publicadas em novembro e as de novembro, em dezembro”.

Conexão política.

Senado aprova autonomia do Banco Central; texto vai à Câmara dos Deputados

O Senado aprovou por 56 a 12 nesta 3ª feira (3.nov.2020) o projeto que dá autonomia ao BC (Banco Central). O texto define mandato fixo de 4 anos para o presidente e os diretores da autoridade monetária. A matéria agora vai para a Câmara dos Deputados.

Eis 1 resumo do que muda:

  • começo de mandato – será sempre no 1º dia útil do 3º ano de cada governo;
  • criação de mandatos – o período de permanência do presidente e dos diretores será de 4 anos. Hoje não há prazo definido;
  • possibilidade de recondução – o presidente e os diretores do BC poderão ser reconduzidos só uma vez aos respectivos cargos.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), discursou no plenário destacando a importância do projeto e da relevância histórica da votação que se iniciaria dali a alguns minutos.

“O Parlamento e a sociedade brasileira vêm debatendo esse tema há quase 30 anos, e acredito que estamos maduros para dar esse passo gigante na nossa inserção internacional. Será mais uma demonstração de maturidade política e de força da nossa democracia. É 1 passo que vai nos colocar no nível de governança monetária das economias desenvolvidas no mundo”.

“Um modelo de Banco Central independente ou, mais especificamente, com autonomia operacional vem se mostrando, ao longo dos anos, como o mais eficiente para se obter e manter o controle da inflação no longo prazo, com os menores custos para a sociedade”, declarou.

O governo enviou 1 projeto à Câmara, mas o do Senado ganhou força. Em visita ao senador Plínio Valério (PSDB-AM), autor do texto, o atual presidente do BC, Roberto Campos Neto, manifestou apoio ao projeto.

Entenda o que dizem os textos:

Pela versão aprovada, não há quarentena anterior ao mandato no BC e há o dispositivo, de 6 meses, ao se desligar do BC. O presidente ou diretores, ao saírem de seus postos, não poderão “participar do controle societário ou exercer qualquer atividade profissional direta ou indiretamente, com ou sem vínculo empregatício, junto a instituições do Sistema Financeiro Nacional”.

 

A votação da proposta pode ser 1 alento para o mercado financeiro –pessimista com o andamento das reformas. Na avaliação dos operadores do mercado, a autonomia do BC aumenta a credibilidade do Brasil. Ficam mais seguros que o banco trabalhará sem se preocupar com “custos” políticos.

Hoje, o Brasil é 1 dos poucos países que adotam o regime de metas de inflação, cuja diretoria de Banco Central não tem mandato fixo. A oposição acha que a proposta é uma perda de poder do presidente da República.

DISCUSSÃO ANTIGA

Esse debate não é novo. Foi abordado fortemente nas eleições de 2014, por exemplo. Marina Silva, então candidata à presidência pelo PSB, afirmou que a autonomia do BC foi “corroída” no governo Dilma Rousseff (PT) –acusada de interferir na redução dos juros.

Dilma disse na época que não achava necessária a autonomia do banco. Afirmou na campanha que tornar o BC independente é tirar dos eleitos pelo povo, como o presidente e os congressistas, as decisões sobre a política econômica para “entregá-las aos bancos”. Seu partido, o PT, ate hoje resiste à ideia.

Liberal, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse estar otimista com aprovação do projeto, uma das prioridades do governo no Congresso. É 1 “capítulo decisivo da história brasileira”, afirma. “Com inflação baixa, juros são baixos, investimentos privados acontecem, trabalhadores não perdem poder de compra, não precisa de correção salarial”.

Em outros países, a independência das autoridades monetárias é bastante consolidada. O Federal Reserve (Banco Central norte-americano) é presidido por 1 nome indicado pelo chefe do Executivo. O mandato é de 4 anos para o cargo, que pode ser renovado. O presidente dos EUA não tem poder para depor o mandatário do banco. O Senado e a Câmara devem autorizar.

O BCE (Banco Central Europeu), administrador do euro, tem autonomia. Trabalha em conjunto com os bancos centrais dos países que fazem parte da Zona do Euro. Também têm autonomia os bancos centrais da Inglaterra, do Chile e do México, por exemplo.

Poder 360.

Abidene anuncia apoio a Nilda e racha o PSC em Parnamirim

O vereador Abidene Salustiano resolveu tomar sua decisão, passou a apoiar a candidatura da professora Nilda. O restante do grupo formado por Léo Lima, Ari Ricardo, Wolney França e Éder Queiroz, que figuram em boa colocação nas últimas pesquisas, não acompanharam o primeiro suplente de deputado estadual. Pessoas próximas a Abidene relatam que a sua intenção era ficar neutro nesse processo, mas foi convencido por aliados de Nilda a tomar o remédio amargo e cair de cabeça na campanha da oposição a Taveira. O clima entre os dois azedou, quando o coronel lhe comunicou que preferia Kátia Pires para ser sua vice. O sentimento de revolta tomou conta de alguns integrantes do partido, mas foi contido momentaneamente. Taveira e Abidene voltaram a conversar pessoalmente, porém no final, o suplente não ficou satisfeito com as últimas conversas, resolveu desembarcar ao lado daqueles que pretendia combater se tivesse sido escolhido candidato a vice. Agora, resta contabilizar os números dessa adesão, saber se Nilda irá aumentar sua performance nas próximas pesquisas eleitorais e claro, se esse caminho, o levará ao reino do céu.

Fanatismo e consequências

 

João Medeiros Filho
Segundo os autores do “Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa”, o verbete fanatismo aparece registrado em 1769, apesar do adjetivo fanático já existir, desde a antiguidade. De acordo com os latinistas, dentre eles, o professor Ernesto Faria, fanatismo deriva do substantivo latino “fanum” (templo, santuário), acrescido de “actus” (ato, ação). No Primeiro Livro dos Reis, podemos encontrar a expressão: “Assim Salomão construiu um templo [fanum]” cf. 1Rs 11, 7). Desse étimo provém igualmente “pro+fanum”, ou seja, aquele ou aquilo que está antes do santuário, não consagrado e santificado. Por conseguinte, profanar adquiriu o significado de desrespeitar o sagrado. Na mitologia romana, os templos dedicados a Marte e Júpiter chamam-se: “Fanum Martis e Fanum Iovis”. Posteriormente, com o mesmo vocábulo foram denominados os conventos e mosteiros gauleses e germânicos. Portanto, infere-se que no princípio o termo estava ligado a fatos e realidades religiosas. Primitivamente, fanatismo era o exagero e o apego desmedido à religião ou às coisas sacras. Depois, tomou a acepção de partidarismo exclusivista, adesão automática e cega a um sistema ou doutrina, dedicação excessiva a alguém ou algo.
Os especialistas em ciências sociais, políticas e da religião afirmam que esse fenômeno acha-se em alta, no Brasil de hoje. Nas redes sociais, nos encontros de família etc, os brasileiros estão cada vez mais divididos, por conta de seu envolvimento com religião e política. As pessoas não aceitam debater ideias, querem o monólogo, tornando-se radicais, intolerantes, incapazes de escutar e respeitar o outro. Os psiquiatras dizem ser fácil reconhecer os fanáticos. Em geral, são detentores de entusiasmo militante, enorme impulsividade, forte brilho no olhar, obstinação nos argumentos e crenças. Carecem de objetividade, coerência, visão conjunta, capacidade de diálogo e tendem a ser impositivos. Acreditam possuir um saber próprio e superior, bem como uma “verdade” que deve ser infligida aos outros. Não desejam apenas convencer alguns, mas “salvar” a todos. Pensam que conhecem todas as necessidades humanas e revestem-se de um “altruísmo” peculiar. Os terroristas e radicais pretenderam mostrar ao mundo que só eles sabem o que é certo, justo e bom para a humanidade. Trata-se de moralistas obcecados. Consideram-se os únicos corretos. Daí, afloram a intransigência, o radicalismo e a impaciência.
Verifica-se que o Brasil vive momentos intensos de fanatismo político. Seus frutos e consequências bem visíveis são rotulação, ofensas e xingamentos. Deparamo-nos com estereótipos, resultantes da radicalização da cena social, disputa política e do incipiente ódio e luta de classes. Há chavões que se tornaram verdadeiros insultos, tentando calar os adversários nas discussões ou mensagens eletrônicas. Seu fruto maior é a agressividade. Já no século XIX, Gustave Le Bon, em sua “Psicologia das Multidões”, atentava para a postura bizarra de “… grupos formando uma espécie de mentalidade única e irracional. Em seu comportamento carregado de fanatismo acumulam estupidez, em vez de discernimento.” Formam convicções inabaláveis, que denotam ausência de reflexão. Alimentam paixões tangidas por fortes emoções, conclusões superficiais, atitudes ilógicas e inconsequentes. Há também uma onda de fundamentalismo religioso, destoando da abertura e do ecumenismo do Evangelho.
Os fanáticos rompem os laços de solidariedade, fraternidade e aniquilam o respeito ao outro. Vivem a solidão coletiva e têm a consciência crítica deformada. Tornam-se números na massa, capazes de perpetrar atrocidades. O que prevalece é o seu pensamento ou crença. A partir daí, vale tudo para destruir o outro. Agem de forma obstinada e previsível. Rechaçam o contraditório, pois acreditam ser donos da única verdade. Isto acarreta consequências graves, pois gera intolerância, estimula o ódio e se difunde como ideologia dominante. Ao ignorar opiniões contrárias, aderem cegamente a partidos, doutrinas e sistemas. Caminham na contramão do Evangelho, menosprezando Cristo, que valorizava o diálogo. São emblemáticos os encontros do Mestre – narrados pelos evangelistas – com a samaritana, o jovem rico e Zaqueu. Jesus não impôs, mas propôs, mostrando que sua doutrina é um convite e jamais uma obrigação. Assim pregava: “Se queres ser perfeito…” (Mt 19, 21), ou então, “Vim, não para condenar, mas para salvar” (Jo 12, 47). Um Brasil intolerante e exacerbado será uma nação anticristã, negando suas origens, cultura e tradições.

João Medeiros Filho

Fiocruz prevê início da vacinação contra covid-19 até março de 2021

A presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade, espera que comece até março do ano que vem a imunização contra a Covid-19 com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca. A Fiocruz assinou um acordo, em agosto, para transferência de tecnologia e produção dessa vacina no Brasil. Segundo Nísia, a produção deve começar entre janeiro e fevereiro. 

“A nossa expectativa é que possamos encaminhar todo esse processo da vacina que precisa ter a validação da pesquisa. Entre os meses de janeiro e fevereiro estaremos iniciando a produção. Todo trabalho acompanhado pela agência Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] e, assim, temos toda a esperança que possamos, no primeiro trimestre de 2021, iniciar esse processo de imunização, como um dos instrumentos importantes para que nós possamos lidar com essa pandemia e todos os impactos na nossa sociedade”, disse Nísia.

Cerimônia

Diário do poder.

Fabio Faria toca Comunicações, ajuda na articulação e acumula reconhecimento

No governo “Geni” de Bolsonaro, criticado por seus desacertos e crises desnecessárias, a exceção é o Ministério das Comunicações chefiado por Fábio Faria desde 17 de junho.

Sua atuação agrada ao presidente e Congresso, por se empenhar no entendimento entre os dois poderes, e arranca elogios até do setor privado.

“Finalmente o País tem um ministro das Comunicações”, diz Flávio Lara Resende, presidente da prestigiosa Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão). A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Diário do poder.

França bate recorde de novos casos de Covid-19

Recém-confinada pela segunda vez, a França bateu o recorde de novos casos registrados de Covid-19 nas últimas 24 horas:  52.258.

O número de mortos de ontem para hoje chegou a 416.

O total de infectados desde o início da pandemia alcançou 1.466.433 e o de mortos, 37.435.

As UTIs já estão cheias em vários lugares do país. Há 3.930 pessoas em estado grave nos hospitais.

Em números absolutos, a França é atualmente o epicentro da pandemia.

 

ANÁLISE | Em disputa acirrada, Fortaleza é mais uma capital que pode sair das mãos da esquerda

O Conexão Política vem registrando a forte disputa eleitoral no cenário municipal deste ano.

A esquerda, que por décadas dominou muitos estados, capitais e cidades gerais, se vê cada vez mais acuada e sem representantes que consolidem a agenda progressista no país.

A ‘guinada’ contra os tradicionais partidos da esquerda começou com força nas eleições de 2016.

Não há como falar nessa mudança sem citar o cenário da capital do Rio de Janeiro em 2016, que elegeu Marcelo Crivella.

Com uma ampla vantagem sobre Marcelo Freixo (PSOL-RJ), Crivella cravou 59,36% e saiu vitorioso no segundo turno.

O resultado faz parte da onda conservadora que começa a crescer no Brasil, incluindo o Rio de Janeiro. Neste cenário, em específico, a expressiva vitória de Marcelo Crivella, foi impulsionada pelo eleitorado evangélico, que representa um terço dos quase 4,9 milhões de votantes da capital fluminense.

Além disso, os fortes escândalos de corrupção contra figuras da esquerda brasileira enfraqueceram mais e mais o palanque progressista.

Não só isso, a população passou a ter uma maior consciência do que realmente prega o progressismo. Dessa forma, os pilares do conservadorismo foram ganhando forma, voz e figuras eleitas.

O efeito pode se repetir em Fortaleza

A influência da família Ferreira Gomes no estado do Ceará pode estar com os dias contados.

O cenário das eleições municipais deste ano aponta para uma mudança significativa na capital Fortaleza.

Ciro e Cid, que por muitos anos conseguiram emplacar vários nomes aliados na capital cearense, agora parecem ter diminuído a força.

De acordo com um levantamento do Datafolha, divulgado na última quarta-feira (28), o candidato do PDT tem 22% das intenções de voto, representando um empate técnico com e Luizianne Lins (PT), que aparece com 19%.

A surpresa no cenário é o nome do Capitão Wagner. Apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro, o candidato do PROS lidera com 31%.

Se os rumos eleitorais continuarem navegando nesse sentido, a vitória de Wagner representará uma verdadeira derrota da esquerda em Fortaleza. Consequentemente, o mesmo deverá se repetir no páreo de 2022.

Conexão política.

Vaticano diz que fala do papa sobre união gay foi tirada de contexto

O Vaticano declarou em comunicado que os comentários do papa Francisco sobre a união entre homossexuais foram tirados do contexto e não sinalizaram uma mudança na doutrina da Igreja sobre homossexuais ou apoio ao casamento do mesmo sexo. O documento foi enviado a embaixadores da Santa Sé em todo o mundo, na última semana e veio a público nesta 2ª feira (2.nov.2020).

De acordo com o comunicado, a fala de Francisco foi editada, dando a entender que ele apoiava a união entre homossexuais. O Vaticano afirma que o que ele quis dizer era que essas pessoas têm o direito de serem aceitos pelas respectivas famílias, como filhos e irmãos.

A polêmica fala do papa Francisco consta em 1 documentário lançado em Roma, no mês de outubro. No filme, que mostra vários aspectos da personalidade do papa, aparece 1 trecho em que ele defenderia a criação de leis para permitir a união civil entre homossexuais.

As pessoas homossexuais têm direito de estar em uma família. Elas são filhas de Deus e têm direito a uma família. Ninguém deverá ser descartado ou ser infeliz por isso (…) O que precisamos criar é uma lei de união civil. Dessa forma eles são legalmente contemplados. Eu defendi isso”, diz Francisco em trecho do filme.

O comunicado diz que 2 respostas separadas foram editadas para parecer apenas 1, deixando o contexto e as perguntas de fora do vídeo. A Santa Sé defende que o papa expressou ser contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, segundo a nota. A Igreja ensina que “tendências homossexuais” não são pecado, mas “atos homossexuais” são e que gays devem ser tratados com respeito.

A frase em que Francisco diz “é uma incongruência falar em casamento homossexual” teria sido cortada. “É evidente que o papa Francisco estava se referindo a certas medidas governamentais, não à doutrina da Igreja, reafirmada por ele diversas vezes ao longo dos anos“, diz a nota.

Poder 360.

Toffoli elogia Aras: “Ele não faz pirotecnia”

Na videoconferência em que atacou Sergio Moro e a Lava Jato, o ministro Dias Toffoli elogiou o procurador-geral da República Augusto Aras.

Segundo o ministro do STF, Aras “fez acordos de colaboração premiada que já recuperaram mais valores para o Estado brasileiro do que todas as operações ocorridas no passado, incluindo a Lava Jato. Só que ele não faz pirotecnia, não faz propaganda disso”.

“Por que um promotor, um delegado, um juiz tem que fazer propaganda? Atua nos autos, condena. Não precisa fazer pirotecnia e estardalhaço. Não está na lei penal a humilhação e a execração domo pena.”

O antagonista.

ÚLTIMAS – Manifestantes contra obrigatoriedade da vacina da covid-19 começam a chegar à Avenida Paulista

Marcado para às 14h de hoje, o local já segue com bastante movimento.

As pessoas começam chegar aos pouco. A previsão é de que os manifestantes ocupem alguns quarteirões da Paulista.

O deputado estadual Douglas Garcia (PTB-SP) é um dos organizadores do evento.

O grupo protestará também contra medidas do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que defende a obrigatoriedade do imunizante fabricado pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac Biotech.

Conexão política.

Relações governamentais: As pautas do Congresso e o agronegócio, por André Oliveira e Giovani Menicucci

68% já viram ou ouviram propaganda de candidatos a prefeito

 

 

59% afirmam já terem escolhido candidato a prefeito