Ezequiel Ferreira coleciona vitórias e fecha a semana anunciando boas notícias para o Seridó

 


O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira, atento às necessidades do RN, Ezequiel participou, na cidade de Acari, de uma reunião com os prefeitos eleitos e reeleitos que formam a Associação dos Municípios da Microrregião do Seridó Oriental-AMSO.

Na ocasião, ouviu os gestores e já anunciou melhorias no abastecimento de água da região Seridó.

Esta semana, o deputado Ezequiel esteve em Brasília acompanhando o lançamento de um projeto de melhorias nos recursos hídricos que beneficiará os norte-rio-grandenses que sofrem com a seca e a estiagem.

É inegável que o seu eficiente trabalho, aliada a sua competência, articulação e o apoio do ministro Rogério Marinho garantirá ao RN a certeza de dias melhores.

TSE foi alertado para problemas de TI e falta de testes em totalização de votos, mostram documentos

Foto: Folhapress

Relatórios internos do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) mostram que a corte foi alertada para entraves em seu sistema de tecnologia da informação e até para a falta de testes no sistema da totalização de votos, que provocou atraso no primeiro turno das eleições deste ano.

Uma auditoria da Secretaria de Controle Interno do tribunal listou em maio dez problemas no desenvolvimento e manutenção de softwares da Justiça Eleitoral, que se arrastam desde 2016.

Entre eles estão a entrega de versão de software sem tempo hábil para testes, poucos interessados no desenvolvimento do sistema, falta de funcionários especializados e dificuldades em encontrar dados e informações.

Em outra frente, a comissão constituída pelo TSE para analisar o processo eletrônico de votação recomendou que o sistema de totalização de votos fosse testado. A sugestão não foi acatada pelo tribunal.

Os testes são realizados para a avaliação e busca de eventuais fragilidades da tecnologia, com o objetivo de implementar melhorias e reforçar a segurança.

A recomendação foi feita inicialmente nos testes realizados em 2016, e reiterada na edição 2017/2018.

O primeiro turno das eleições municipais deste ano foi marcado por uma série de falhas tecnológicas do tribunal. Houve um atraso inédito na divulgação dos resultados das eleições.

Em razão disso, técnicos do tribunal passaram esta semana testando o sistema e se preparando para o segundo turno, no domingo (29), sem ocorrências. O atraso aconteceu depois que o tribunal resolveu centralizar a contagem em Brasília, que antes era feita nos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais).

O TSE chegou a dizer que a mudança permitiria “ampliar a segurança do processo” e geraria economia aos cofres públicos, “na medida em que reduz a quantidade de equipamentos e de softwares necessários para a realização desse procedimento”.

No relatório final produzido pela comissão avaliadora do TPS (Teste Público de Segurança) de 2019, frisou-se que o tribunal não atendeu à recomendação de que os testes deveriam abranger os sistemas de totalização, operado por tecnologia fornecida pela empresa Oracle, e biometria.

A comissão é composta por dez integrantes, entre representantes do TSE, MPF (Ministério Público Federal), Congresso Nacional, OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Polícia Federal e acadêmicos.

Em resposta à comissão, o tribunal alegou que a sugestão não poderia ser aplicada “haja vista que o sistema RecBU (Sistema Recebedor de Boletim de Urna) estava sendo reescrito para as eleições de 2020 e que só estaria disponível para o TPS 2021”.

À Folha o TSE afirmou que “os trabalhos de centralização da totalização dos votos das eleições [de 2020] impediram a reescrita do referido sistema [RecBU] na linguagem Java, permanecendo em linguagem PL/SQL”.

Dessa forma, acrescentou o tribunal, para que o sistema de totalização “participe futuramente dos testes públicos de segurança, será necessário desenvolver uma solução que permita submeter sistemas na linguagem de programação adotada ao TPS”.

A corte afirmou ainda que as rotinas do sistema de totalização sofreram alterações por causa da centralização, uma vez que atuam sobre o próprio banco de dados de totalização.

Os sistemas de totalização e RecBU funcionam em paralelo a partir das 17h do dia da eleição, recebendo boletins de urna e totalizando-os.

Quanto à biometria, o TSE afirmou que o TPS é dado na quebra do sigilo do voto ou na troca de direcionamento do voto dado pelo cidadão. “Objetivos esses que não sofrem interferência da forma de identificação do eleitor, seja ela biométrica, seja por meio dos seus dados cadastrais.”

Em relação à auditoria interna sobre desenvolvimento de softwares e manutenção, a auditoria interna relatou que o TSE apresentou insuficiência no controle dos processos “Produs e MAgil” do tribunal. Os dois são metodologias de desenvolvimento de softwares, o primeiro unifica processos corporativos e o outro é para agregar práticas ágeis nos sistemas da corte.

O documento também alertou para divergências de interpretações relacionadas à metodologia usada para a execução das tarefas de TI, podendo gerar custos desnecessários na realização das atividades e dificuldade de avaliar o trabalho dos desenvolvedores, por parte dos gestores das unidades técnicas.

Folhapress

Itaú vende metade de suas ações do Carrefour após morte de João Alberto

Foto: Divulgação

Desde que João Alberto Silveira Freitas foi morto no estacionamento de uma unidade do Carrefour em Porto Alegre, muitos no mercado financeiro se perguntam sobre a confiabilidade da governança da empresa e sobre a manutenção dos investimentos em longo prazo na rede francesa. Pois, aparentemente, o Itaú já tomou a decisão de diminuir sua exposição ao Carrefour.

Somente na terça-feira, 24, o Itaú vendeu quase 8 milhões de ações das 17 milhões que detinha até aquela data, segundo dados coletados da Bloomberg. Restou 53% da posição. Segundo estes dados, o Itaú foi o único entre os maiores investidores do Carrefour a vender ações de forma tão expressiva após a morte de João Alberto.

Questionado sobre o motivo que levou a reduzir sua participação tão bruscamente, o Itaú preferiu não comentar. “Para preservar as estratégias de investimento e o melhor interesse dos nossos cotistas, a Itaú Asset Management não pode se manifestar sobre as operações dos fundos”.

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Reino Unido pede que agência avalie segurança da vacina da AstraZeneca

Foto: Felix Dlangamandla/Getty Images

O governo do Reino Unido solicitou formalmente que a agência reguladora de medicamentos e de saúde (da sigla em inglês MHRA) do país avalie a vacina desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford para um fornecimento temporário, assim que a farmacêutica enviar os dados de segurança, qualidade e eficácia necessários.

De acordo com o governo, a movimentação significa “um primeiro passo significativo” para a aprovação da vacina, caso ela atenda os pré-requisitos necessários. A avaliação contínua já esta em curso.

Em nota, o secretário de Saúde e Assistência Social Matt Hanckock afirmou que o governo trabalha para implantar a vacina tão logo ela seja aprovada. “Solicitamos formalmente ao regulador que avalie a vacina Oxford e da AstraZeneca, para entender os dados e determinar se ela atende a padrões de segurança rigorosos. Esta carta é um passo importante para implantar uma vacina o mais rápido possível com segurança”, disse.

A previsão do governo é que o medicamento esteja aprovado até o final de dezembro. O imunizante da Pfizer BioNTech é outra vacina que recebeu o pedido de avaliação por parte do governo.

Dados sobre eficácia

Nesta semana a AstraZeneca divulgou que seu imunizante apresentou eficácia de até 90% quando administrado em meia dose seguida por uma dose completa. Quando administradas duas doses, a eficácia apresentada foi de 62%. Desta forma, no agregado, a eficiência média foi de 70%. A descoberta da potência da administração fracionada, no entanto, se deu por um erro de dosagem, que levantou dúvidas sobre os protocolos de testes. Ontem, o CEO da AstraZeneca admitiu que pode iniciar uma nova rodada de testes internacionais para ratificar a descoberta.

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Como o aumento da taxa de desocupação se relaciona à retomada da economia

Indicadores econômicos servem como um termômetro da economia, e a melhora em diversos destes termômetros, como mostra reportagem de VEJA desta semana, aponta que a pior parte do choque causado pela pandemia do novo coronavírus ficou para trás. Porém, cada vez mais ficam claros os desafios para a retomada sustentável da economia, que passam por um estado menos burocrático. Parte desse desafio pelo aumento de produtividade é refletido no emprego, motor do desenvolvimento.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta sexta-feira, 27, a taxa de desocupação bateu 14,6% no terceiro trimestre do ano. No período encerrado em setembro, 14,1 milhões de pessoas estavam desempregadas.

Por mais mais que soe estranho, a explicação para o aumento da taxa de desemprego está diretamente ligada a recuperação da economia e, por isso, era esperada. Com atividades voltando a funcionar e os indicativos de melhora, mais gente passou a procurar emprego. A taxa de desocupação do IBGE considera desempregados somente aqueles que ativamente procuram por uma vaga. “Uma grande parte das pessoas ficaram sem sair de casa e estavam fora do mercado e, assim, elas não são contadas, Mas, com esse reaquecimento, muita gente decidiu voltar a procurar, vendo que há contratações sendo feitas. Com mais gente procurando emprego, o indicador de desocupação sobe”, explica Hélio Zylbestajn, professor da USP e pesquisador da Fipe.

A analista da Pnad Contínua, Adriana Berimguy, vai na mesma linha. Segundo ela, o aumento na taxa de desemprego reflete a flexibilização das medidas de isolamento social para controle da pandemia de Covid-19. “Houve maior pressão sobre o mercado de trabalho no terceiro trimestre. Em abril e maio, as medidas de distanciamento social ainda influenciavam a decisão das pessoas de não procurarem trabalho. Com o relaxamento dessas medidas, começamos a perceber um maior contingente de pessoas em busca de uma ocupação”, explica.

No período, a taxa de desocupação subiu em dez estados e ficou estável nos demais. As maiores taxas foram na Bahia (20,7%), em Sergipe (20,3%) e em Alagoas (20,0%). Já a menor foi registrada em Santa Catarina (6,6%). Os maiores crescimentos da taxa de desocupação foram registrados na Paraíba (4 p.p.), no Amapá (3,8 p.p.) e em Pernambuco (3.8 p.p.).

Os dados apontam que, por mais que haja retomada, o emprego é um dos grandes desafios a serem enfrentados. De acordo com a Pnad, o contingente de ocupados reduziu 1,1% na comparação com o segundo trimestre, totalizando 82,5 milhões de pessoas, o menor patamar da série histórica iniciada em 2012. Houve uma retração de 883 mil pessoas. Com isso, o nível de ocupação foi de 47,1%, também o menor da série, uma queda de 0,8 ponto percentual frente ao trimestre anterior (47,9%). Desde o trimestre encerrado em maio, o nível de ocupação está abaixo de 50%, o que aponta que menos da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no país.

Sinais de retomada

A maioria das atividades apresentou fechamento de vagas, mas houve reação de suas: A construção civil registrou aumento de 7,5%, o que representa 399 mil pessoas a mais trabalhando no setor. Já na agricultura a alta foi de 3,8%, com mais 304 mil trabalhadores. De acordo com a pesquisadora do IBGE, os dados da construção refletem um movimento de retomada que pode acontecer com outras atividades nos próximos meses. “A atividade da construção foi a que mais aumentou no período. Isso porque pedreiros ou outros trabalhadores conta própria, que tinham se afastado do mercado em função do distanciamento social, retornaram no terceiro trimestre com a reabertura das atividades e a demanda por pequenas obras, como reformas de imóveis”, explica Beringuy.

A retomada é lenta, mas é possível ver reação no mercado informal, que é o primeiro a voltar. A taxa de informalidade foi de 38,4% no trimestre encerrado em setembro, o que equivale a 31,6 milhões de pessoas sem carteira assinada (empregados do setor privado ou trabalhadores domésticos), sem CNPJ (empregadores ou empregados por conta própria) ou trabalhadores sem remuneração. No trimestre anterior, esse percentual foi 36,9%.

Outro indicador de emprego, o Caged, medido pelo Ministério da Economia, mostra aquecimento das contratações formais. Em outubro, houve a criação de quase 400 mil vagas formais, o maior dado desde 1992. Vale ressaltar, entretanto, que Caged e Pnad tem diferenças metodológicas e, por isso, não devem ser comparados. Enquanto o Caged compila dado de trabalhadores CLT admitidos e desligados em determinado mês, a Pnad realiza pesquisa domiciliar por amostragem e também leva em consideração o setor informal.

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Pela primeira vez, Trump diz que deixará Casa Branca com vitória de Biden

O presidente americano, Donald Trump, disse pela primeira vez nesta quinta-feira 26 que deixará a Casa Branca se Joe Biden for confirmado oficialmente como o vencedor das eleições, mas repetiu que pode nunca admitir a derrota.

Trump liderou uma empreitada sem precedentes ao contestar os resultados da eleição de 3 de novembro, espalhando teorias insanas sobre cédulas roubadas e lançando contestações legais sem fundamento que foram rejeitadas por tribunais de todo o país.

Ao responder às primeiras perguntas de jornalistas desde a eleição, o presidente chegou mais perto de aceitar que teria apenas um mandato antes da posse de Biden, em 20 de janeiro. Quando perguntado se deixaria a Casa Branca caso o Colégio Eleitoral confirme a vitória de Biden, Trump respondeu: “Certamente irei. E vocês sabem disso”.

Mas, “se o fizerem, terão cometido um erro”, afirmou, acrescentando que “será uma coisa muito difícil de admitir”. “Esta foi uma grande fraude”, declarou o republicano sobre o resultado da eleição, novamente sem fornecer qualquer evidência.

Durante a coletiva de imprensa nesta quinta, feriado de Ação de Graças, ele comparou a infraestrutura de votação dos Estados Unidos à “de um país do terceiro mundo”.

Mais cedo, no Twitter, o governante afirmou que “esta foi uma eleição 100% manipulada”. Na quarta-feira, incentivou seguidores do partido a “reverter” os resultados.

Falta de provas

O presidente eleito Biden disse na quarta-feira que os americanos “não aceitarão” tentativas de sabotar o resultado da eleição. Com sua relutância em ceder a Biden, Trump, que quebrou inúmeras regras em seus quatro anos no cargo, parece estar moldando seu terreno político.

Apoiadores do presidente de 74 anos sugerem que ele já está considerando anunciar que se candidatará à presidência em 2024.

Entre suas várias reclamações sobre as eleições está a de que as urnas removeram deliberadamente milhões de seus votos, apesar das autoridades eleitorais dos Estados Unidos afirmarem que foram as eleições “mais seguras” da história do país.

Após pressão de líderes influentes de seu partido, Trump acabou dando avalo para iniciar oficialmente a transição para a mudança de comando, o que implica permitir que Biden tenha acesso a todas as informações de que precisa.

Já Biden apresentou oficialmente suas equipes para a diplomacia e segurança nacional e disse que “a América está de volta, pronta para liderar o mundo.” “Esses servidores públicos restaurarão a liderança moral e global da América”, garantiu o líder democrata de 78 anos, ao apresentar os colaboradores.

Biden disse que em seus primeiros 100 dias na Casa Branca se dedicará a combater a crise da Covid-19, eliminando as políticas de Trump que considera “prejudiciais” ao meio ambiente e propondo leis que ofereçam a milhões de residentes sem documentos um caminho para a cidadania.

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Diretora-geral do Senado fará doutorado de R$ 200 mil pago pela Casa

A diretora-geral do Senado, Ilana Trombka, fará 1 curso de doutorado em administração de empresas na FGV (Fundação Getulio Vargas), em São Paulo, pagos pela Casa legislativa. As aulas custarão R$ 200 mil. A informação foi divulgada pelo portal Metrópoles.

A despesa foi autorizada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).  Eis a íntegra do ofício que autorizou o pagamento do curso:


Documento de 13 de novembro de 2020 em que Davi Alcolumbre autoriza Ilana Trombka a fazer mestrado. O arquivo foi publicado pelo site MetrópolesReprodução


Ilana continuará a receber o salário de R$ 44.600 brutos durante os 2 anos de duração do curso, que começa em 2021. Conforme o ofício que autorizou o pagamento das aulas, ela deverá manter as atividades no Senado, sem se afastar.

FUNÇÕES ADMINISTRATIVAS

Segundo o portal do Senado, a diretoria geral da Casa deve coordenar e supervisionar a gestão administrativa. Ilana é subordinada direta da Mesa Executiva e do presidente, Davi Alcolumbre, enquanto ele liderar os senadores.

Entre as funções, deve “prover o Senado Federal com métodos, técnicas e ferramentas de governança corporativa e gestão estratégica; prover e integrar o suporte administrativo e logístico às atividades parlamentares e legislativas e aos órgãos da estrutura geral do Senado Federal de acordo com as políticas, as normas legais e regulamentares e as deliberações da Comissão Diretora e do Comitê de Governança Corporativa e Gestão Estratégica”.

O QUE DIZ O SENADO

Em nota, o Senado informou que as aulas de aperfeiçoamento se justificam porque “são essenciais para a gestão e administração do Senado e compatíveis com a função desempenhada pela servidora”.

Leia o posicionamento na íntegra:

“Cabe registrar que a atividade de capacitação em comento trata-se de Doutorado profissionalizante e, segundo o órgão técnico desta Casa Legislativa, o curso de Doutorado em Administração da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP) visa fornecer ao corpo diretivo da Casa conhecimentos relativos a processos de transformações nas organizações.

Como se observa, esses conhecimentos são essenciais para a gestão e administração do Senado e compatíveis com a função desempenhada pela servidora. Respaldada no art. 59 do Anexo IV do Regulamento Administrativo do Senado Federal (resolução n° 13/2018), uma vez que a servidora realizará o programa de doutorado concomitante ao desempenho das atividades do seu cargo, não necessitando se afastar do Senado Federal.

O programa de doutorado tem duração de 36 (trinta e seis) a 48 (quarenta e oito) meses e os custos serão divididos em 36 parcelas mensais no decorrer da capacitação.

Por fim, ressaltamos que a capacitação em tela, além de seguir os ditames preconizados na Lei n° 8.666/1993 e no Regulamento Administrativo do Senado Federal, foi objeto de análise técnica do Comitê Científico-Pedagógico e análise jurídica da Advocacia do Senado, recebendo parecer favorável de ambas as áreas”.

ILANA PREFERE NÃO SE PRONUNCIAR

A diretora-geral foi procurada para comentar o caso, mas informou que não irá se pronunciar a respeito.

Poder 360.