Agripino, Kátia e Carol Pires eram só alegria com o resultado eleitoral do DEM em Parnamirim

A vice-prefeita eleita, Kátia Pires, programou uma visita ao líder político, José Agripino para apresenta o resultado eleitoral do Democratas (DEM) em Parnamirim.

O encontro aconteceu na residência do ex-senador, contou com a presença da filha da vice-prefeita, a vereadora eleita, Carol Pires, que mostrou ao presidente do DEM um planejamento de trabalho no legislativo, a fim de fortalecer a legenda, dando um espaço maior aos jovens, especialmente no campo político-eleitoral.

Kátia Pires aproveitou a oportunidade para apresentar o quadro atual da política local, José Agripino, anfitrião, atualizou os assuntos na esfera nacional.

A conversa entre os três políticos foi considerada proveitosa. Agripino ficou bastante satisfeito com o trabalho realizado por Kátia e Carol Pires, na terceira maior cidade do RN.

Só lembrando que o DEM comanda a Câmara, Senado Federal e ainda tem na figura de ACM Neto, atual prefeito de Salvador, um nome forte para encabeçar uma chapa para Presidência da República.

Agripino, Kátia e Carol eram só alegria, quando o assunto é o futuro dos Democratas em 2022 e 2024.

Executivo da AstraZeneca minimiza erro na dose em testes da vacina de Oxford

O executivo da AstraZeneca Mene Pangalos minimizou 1 erro de dosagem cometido na fase 3 de estudos clínicos da vacina contra a covid-19 desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford.

Por erro de fabricação, alguns voluntários receberam meia dose do imunizante em vez de uma dose completa, como era planejado. A alteração de dosagem foi identificada quando 1 investigador notou que os participantes não tinham resposta inflamatória à injeção.

A farmacêutica e a Oxford, então, incluíram o regime de meia dose no estudo e comunicaram a alteração aos órgão reguladores de Reino Unido, Estados Unidos e União Europeia.

Não vou fingir que não é 1 resultado interessante, porque é, mas definitivamente não o entendo e não acho que nenhum de nós entenda”, disse Mene Pangalos, vice-presidente executivo de pesquisa biofarmacêutica da AstraZeneca, citado pelo Wall Street Journal. “Foi uma surpresa para nós”.

 

A AstraZeneca e a Universidade de Oxford anunciaram na 2ª feira (23.nov.2020) que o imunizante tem de 62% a 90% de eficácia. A taxa mais alta foi alcançada quando os participantes receberam meia dose da vacina e, 1 mês depois, uma dose completa. Quando foram aplicadas duas doses completas, também com 1 mês de diferença entre elas, a eficácia caiu para 62%.

Pesquisadores de Oxford disseram na 2ª feira (23.nov) que a dose mais baixa pode ter sido mais eficaz porque reflete com mais precisão a resposta imunológica natural aos vírus. Afirmaram, no entanto, que teriam que investigar as descobertas para saber com certeza.

Segundo Pangalos, “o erro é realmente irrelevante”. “Qualquer que seja a forma de corte dos dados –mesmo que você acredite apenas nos dados de dose completa, dose total, ainda temos eficácia que atende aos limites para aprovação [por parte de órgãos reguladores dos Estados Unidos e da União Europeia] com uma vacina que é mais de 60% eficaz”.

O executivo falou que os pesquisadores da AstraZeneca e da Oxford receberam os dados no último fim de semana. Explicou que estão trabalhando para publicá-los em 1 jornal científico para que possam ser revisados por outros cientistas. “A maneira certa de publicar e documentar os resultados é em uma revista científica. Todos esses dados serão publicados na próxima semana ou pouco depois”, disse.

Poder 360.

Partidos nanicos perdem força e elegem só 1,1% dos vereadores em 2020

Eleitores e mesários usando equipamentos de segurança e álcool gel em seção de votação nas eleições municipais em Valparaiso (GO), durante a pandemia da COVID-19 Sérgio Lima/Poder360 15.11.2020

Os números das eleições municipais de 2020 mostram declínio de partidos pequenos no número de vereadores eleitos. Elas indicam que a redução no número de siglas, 1 dos objetivos das últimas mudanças no sistema político (cláusula de desempenho e proibição de coligações proporcionais), pode estar em andamento.

Dos 32 partidos que lançaram candidatos a vereador neste ano, os 10 que menos elegeram conseguiram 1,1% das cadeiras das Câmaras Municipais. É menos do que metade do percentual atingido pelas 10 siglas de pior desempenho em 2016: 2,4%.

 

Levantamento do Poder360 mostra que 2012 foi o momento quando os partidos pequenos tiveram mais sucesso. Naquele ano, as 10 menores legendas elegeram 4,4% dos vereadores. Os dados foram analisados a partir de 2004, ano mais antigo com informações completas no repositório de dados do TSE.

Pela 1ª vez desde 2004 ano houve 4 legendas que lançaram candidatos, mas não elegeram ninguém. São elas: PCB, PSTU, PCO e a novata UP. Em 2016 foram duas as siglas que não elegeram ninguém, maior número até então.

Ao mesmo tempo, as 10 siglas que mais elegeram vereadores tiveram 74,6% dos eleitos neste ano. Em 2016, eram 71,7%.

MDB e PSDB elegeram menos candidatos aos Legislativos municipais neste ano. A perda no pelotão de cima, no entanto, foi mais que compensada por 1 aumento de eleitos de outros partidos médios e grandes, como DEM, PP e PSD.

CONTEXTO

As eleições de 2020 foram as primeiras sem coligações para cargos proporcionais. Ou seja, os partidos precisaram obter sozinhos (e não em coligação) votos para atingir o quociente partidário. Só ultrapassando essa barreira podem eleger 1 representante.

Também está em vigor a cláusula de desempenho, que inibiu o fenômeno dos puxadores de votos. Para ocupar uma das cadeiras ganhas pelo partido na Câmara Municipal, o candidato precisa ter ao menos 10% do número de votos relativo a essa vaga. Além disso, como a cláusula dificulta o acesso de legendas pequenas à Câmara dos Deputados, ela também afeta o financiamento dessas siglas. A lei eleitoral condiciona a distribuição de dinheiro público ao desempenho nas eleições para deputados.

A cláusula de desempenho foi aprovada em 2015. Antes disso, o Supremo Tribunal Federal derrubou, no ano de 2006, a cláusula de barreira aprovada em 1995. Caso a decisão do Tribunal tivesse sido outra, o país teria menos partidos com representados no Legislativo.

Uma quantidade elevada de partidos no Legislativo, seja federal, estadual ou municipal, faz com que sejam necessárias negociações políticas “no varejo”. A ideia por trás da regra é que, quando as siglas são menos numerosas, as articulações políticas são mais simples.

 

DOMÍNIO REGIONAL

A maior concentração nos principais partidos pode ser vista nos Estados. Em 2016 houve 3 casos em que uma sigla elegeu mais 20% dos vereadores dentro de 1 Estado. Em 2020, o fenômeno aconteceu 12 vezes.

Caso interessante é do Rio Grande do Sul. Lá, tanto em 2020 quanto em 2016, duas legendas ultrapassaram essa marca: MDB e PP.

Nenhum partido chegou perto de fazer 20% dos vereadores em nível nacional. O MDB foi quem mais elegeu em 2020. Seus 7.310 vereadores equivalem a 12,62% do total de eleitos do país.

Leia nesta tabela as informações referentes às eleições deste ano e nesta às eleições passadas. O Poder360 puxou os dados relativos a 2020 do sistema do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesta 3ª feira (24.nov.2020). O arquivo sobre 2016 está disponível no repositório de dados o Tribunal.

Em 15 Estados o posto de partido com mais vereadores mudou de mãos. O MDB perdeu 5. Tinha 13 em 2016 e passou para 8. Quem mais ganhou foi o DEM: foi de nenhum para 4.

Mesmo com a queda no número de vereadores nacionalmente, o MDB continua sendo o partido que lidera o número de eleitos em Câmaras Municipais de mais Estados (8 no total). O mapa a seguir mostra quais partidos detém mais vereadores em quais lugares.

A fatia que o partido com mais vereadores domina, porém, varia bastante. Enquanto o MDB tem 28,46% em Santa Catarina, o partido com mais vereadores do Rio de Janeiro, o DEM, tem apenas 8,19% do total de eleitos. Ou seja, o Estado tem fragmentação muito maior. O mapa interativo a seguir mostra Estado por Estado.

Poder 360.

Bolsa fecha acima de 110 mil pontos pela primeira vez desde fevereiro

taxas de câmbio do euro e do dólar americano são vistas em uma placa eletrônica, pregão da B3 Stock Exchange em São Paulo,

Em mais um dia de euforia no mercado financeiro, a bolsa de valores superou a marca de 110 mil pontos pela primeira vez desde o fim de fevereiro. O dólar caiu para o menor nível em seis dias, após oscilar durante a sessão.

O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta quarta-feira (25) aos 110.230 pontos, com alta de 0,4%. O indicador alternou momentos de alta e de baixa na maior parte da sessão, até firmar a tendência de ganho nas duas últimas horas de negociação. O índice está no nível mais alto desde 21 de fevereiro, quando tinha fechado em torno dos 113 mil pontos.

No mercado de câmbio, o dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 5,32, com recuo de R$ 0,0551 (-1,03%). A cotação abriu em leve alta, mas passou a cair ainda durante a manhã. Na mínima do dia, por volta das 15h15, a moeda norte-americana chegou a ser vendida a R$ 5,30.

O dólar caiu em relação às moedas dos principais países emergentes e manteve o movimento após a divulgação da ata da reunião mais recente do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano).

O órgão defende a manutenção de recursos para financiar as ferramentas de apoio à economia, especialmente depois de a Secretaria do Tesouro norte-americano anunciar o encerramento de alguns dos principais programas no fim do ano.

Mais injeções de dólares na economia norte-americana diminuem a demanda pela moeda norte-americana em todo o planeta. Países com alta volatilidade na moeda, como o Brasil, são beneficiados com a redução do dólar.

A indicação da ex-presidente do Fed Janet Yellen para a Secretaria do Tesouro a partir de 2021 também foi bem recebida pelos investidores, por indicar que as políticas monetária e fiscal dos Estados Unidos atuem de forma coordenada para recuperar o país da crise provocada pela pandemia da covid-19.

As informações são da Agência Brasil.

PL do senador Eduardo Braga (MDB) aumenta controle social com a criação de rastreamento de vacinas e carteira digital de vacinação

Um projeto de lei apresentado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) cria processos de rastreamento de vacinas e soros no Sistema Único de Saúde (SUS) e uma carteira digital de vacinação.

Um dos objetivos do PL 5.217/2020 é aprimorar ainda mais as ações de fiscalização e de controle e monitoramento das vacinas. O projeto também acrescenta ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) a carteira digital de vacinação.

O rastreamento se refere à cadeia de movimentação dos produtos utilizados no programa, da origem ao consumo, abrangendo as etapas de fabricação, importação, distribuição, transporte, armazenagem e dispensação.

A carteira de vacinação digital conterá a identificação do portador, as vacinas e os soros aplicados e pendentes, os fabricantes e lotes das vacinas e dos soros utilizados e os eventuais efeitos colaterais identificados.

O parlamentar disse que as medidas do PL serão fundamentais para aumentar o controle social.

Fonte: Agência Senado.

Conexão política.

Migração para serviços em nuvem é caminho sem volta para setor público

Adisseminação de tecnologias que expandiram o alcance e a velocidade das conexões de internet conduz o mundo –residências, empresas, governos– a uma transição acelerada. O modelo de TI (tecnologia da informação) está cada vez mais baseado em serviços em nuvem –redes de servidores de acesso remoto espalhados pelo mundo e acessíveis de qualquer lugar.

O movimento que começou com as bases de dados agora engloba cada vez mais plataformas, softwares e ferramentas de manipulação e análise.

Essa migração já está em estágio avançado no setor privado, entretanto, o setor público ainda encontra dificuldades para se adaptar aos novos tempos. Questões como burocracia lenta, funcionários sem treinamentos periódicos e regras institucionais desatualizadas são alguns dos motivos para essa defasagem.

São essas questões que serão colocadas em debate no evento Google Cloud Public Sector Summit, promovido pelo Google Cloud e apoiado pela AX4B.

Uma vez que o processo de transformação do modelo de TI para serviços e estrutura em nuvem é inevitável, será cada vez mais necessário que os órgãos públicos dialoguem com empresas especializadas para encontrar soluções de implantação da tecnologia e aumento da segurança e eficácia do manejo de dados.

MAIOR SEGURANÇA E CONTROLE DOS DADOS

A principal vantagem da nuvem é a segurança de armazenamento e redução de riscos devido à maior automatização, que diminui as possibilidades de erros ao longo do processo. Problemas como falhas em discos rígidos, panes ou até furtos, comuns em sistemas de armazenamento tradicionais e que podem desencadear uma série de outras dores de cabeça, não representam uma ameaça na tecnologia da nuvem.

As políticas de segurança de dados das empresas que oferecem esse serviço garantem um cuidado rigoroso com o material processado, como autenticação e criptografia. Além disso, as empresas mantêm uma equipe especializada em segurança digital e operam com a tecnologia mais avançada disponível no mercado.

SERVIÇO VAI ALÉM DO ARMAZENAMENTO

Além da segurança, esse modelo de TI inclui plataformas de controle e gerenciamento de dados que dispensam a necessidade de compra de licenças e manutenção de softwares e hardwares.

Juntar ferramentas de armazenamento e gerenciamento em um mesmo serviço torna esse modelo mais barato e prático que as tecnologias anteriores. Os dados ficam acessíveis em qualquer local, para diferentes dispositivos (tablets, celulares etc.) e sistemas, como Windows, iOS ou Linux, e de forma rápida através de servidores espalhados pelo mundo e conectados em rede.

Essa maior praticidade, que oferece total controle dos dados, pode trazer mudanças de grande impacto para a forma como o poder público utiliza e trabalha os próprios dados do sistema. O recente ataque ao STJ, por exemplo, mostrou a importância de atualizar os sistemas de armazenamento de dados no serviço público.

Em meio à pandemia da covid-19 e à disseminação do trabalho remoto, as facilidades que a nuvem oferece são cada vez mais indispensáveis. A previsão é que, com a chegada da tecnologia 5G, esse processo se acelere ainda mais. Consultorias famosas, como a Gideon Gartner, estipulam que 75% de todos os bancos de dados do mundo migrarão para serviços em nuvem até 2023.

GOOGLE CLOUD PUBLIC SECTOR SUMMIT

Nos dias 8 e 9 de dezembro, representantes governamentais de diversos países se reunirão no evento global digital Google Cloud Public Sector Summit (Cúpula do Setor Público do Google Cloud) para discutir o uso de novas tecnologias para melhoria do controle, manipulação e segurança do armazenamento de dados dentro do setor público.

O evento é apoiado pela AX4B, empresa especialista em gestão, software e serviços, parceira da Google Cloud e conta com mais de 40 sessões internacionais, interações com especialistas e soluções Google Cloud para o setor governamental e de educação. Inscreva-se.

Serviço:
Quando: 
8 e 9 de dezembro.
Inscrição: https://cloudonair.withgoogle.com/events/public-sector-summit-br
Programação e informações: 
https://cloudonair.withgoogle.com/events/public-sector-summit

Poder 360.