Bolsonaro recebe presidente de Portugal nesta 2ª feira, no Alvorada

Presidente da República, Jair Bolsonaro, recebe o Presidente da República de Cabo Verde, Jorge Carlos de Almeida Fonseca, em cerimônia oficial a ser realizada, Após o encontro será concedida uma declaração à imprensa, .Sérgio Lima/Poder360 30.07.2021

O presidente Jair Bolsonaro se reunirá nesta 2ª feira (2.ago.2021) com o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa. O encontro será realizado na residência oficial, no Palácio da Alvorada, às 12h.

Na semana passada, Bolsonaro recebeu o presidente de Cabo Verde, Jorge Fonseca, no Palácio do Planalto, e depois no Itamaraty, para um almoço. Tanto Fonseca quanto o presidente português vieram ao Brasil para participar da reabertura do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, no sábado (31.jul). Os 2 presidentes também estiveram na posse de Bolsonaro, em 2019.

Para uma visita individual e fora da agenda de blocos econômicos, Marcelo Rebelo de Sousa é o 6º presidente a ser recebido por Bolsonaro. Assim como as viagens internacionais, os encontros bilaterais foram afetados pela pandemia de covid-19 na gestão de Bolsonaro.

O recordista de encontros com o presidente é o chefe de Estado do Paraguai, Mario Abdo Benítez, que compareceu à posse de Bolsonaro e se encontrou presencialmente com o atual chefe do Executivo outras 3 vezes.

Na lista de visitas está também a de Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela e autoproclamado presidente interino do país. Em janeiro de 2019, Bolsonaro reconheceu Guaidó como presidente do país.

Leia a lista de chefes de Estado e governos com quem Bolsonaro se reuniu no Brasil durante seu governo:

Fonte: Poder 360.

Uma história de sucesso a frente da Assistência Social. Kátia Soares um exemplo humanidade e profissionalismo

 


Depois de vários anos sendo uma verdadeira Cirineu, aquele(a) que ajuda, carregando nas costa a pasta da Assistência Social, a servidora Kátia Soares foi exonerada pelo prefeito Taveira. Por muitos anos, ela não poupou esforços para servir ao povo parnamirinense com profissionalismo, competência, empatia e humanidade. Kátia é uma servidora abnegada e só pensa em ajudar ao próximo. Na vida, infelizmente, nem sempre recebe-se na mesma proporção. O coronel alega que o motivo da exoneração de Kátia foi a incompatibilidade em relação ao vínculo empregatício, visto que a Kátia é professora concursada de São José de Mipibu e estava exercendo suas atividades, por meio de uma parceria entre os municípios. A verdade é que Parnamirim perdeu uma profissional de excelência no campo da Assistência Social. Em suas redes sociais, Kátia Soares escreveu sobre o encerramento do seu ciclo na secretaria.
“Todo ciclo tem começo, meio e fim, e hoje chegou o meu na política pública de Assistência Social do Município de Parnamirim. Saindo com a consciência do dever cumprido e com a certeza que dei o meu melhor para que está andasse conforme a sua preconização. Foram 16 anos de muitos desafios, lutas diárias e dedicação quase que exclusiva, mas de momentos maravilhosos, pois quando o trabalho é feito com amor as dificuldades não são obstáculos intransponíveis. Assisti o SUAS nascer com sua tipificação e aprendi como se constrói uma política cheias de normativas, decretos, Leis, portarias…de uma hora para outra foi necessário se fazer um reordenamento e tudo deu certo… Só tenho a agradecer pelo aprendizado e pela oportunidade de está ao longo desses 16 anos na Política de Assistência Social do Município, a qual ocupei vários cargos e cada um foi abraçado com amor e dedicação. Gratidão especial a todos que ao longo desses anos tive a honra e prazer em trabalhar e aprender…ganhei grandes amigos que levo para a vida, a COMUNIDADE que sempre me abraçou com amor e carinho meu muito obrigada e gratidão.
Estamos neste plano para servi e acolher e continuarei trabalhando com o mesmo objetivo, para o outro e pelo outro, pois sozinhos somos muito pequenos.”

 

Ouro no surfe em Tóquio, Ítalo Ferreira desembarca em Natal: ‘Só quero ir para casa’


O campeão desembarcou em Natal pouco antes das 2h. De lá, ele mesmo pegou um carro e saiu dirigindo rumo a Baía Formosa,cidade onde mora com a família a 95 km da capital potiguar.

Antes de pegar estrada, o surfista conversou no aeroporto com jornalistas, com fãs e posou para fotos. Ítalo mostrou a medalha, disse estar muito feliz, mas admite que ainda está se dando conta da magnitude da conquista.

“Estou meio perdido com o que está acontecendo, mas estou bem feliz com o meu trabalho, me dediquei bastante para o resultado”, completou.

Caminho do ouro: veja a trajetória de Italo Ferreira nas Olimpíadas
Caminho do ouro: veja a trajetória de Italo Ferreira nas Olimpíadas

Ítalo conquistou o ouro olímpico — o primeiro e, por enquanto, único do Brasil em Tóquio — na madrugada de terça-feira ao vencer na final o japonês Kanoa Igarashi. O surfe estreou em Olimpíadas neste ano. Assista ao VÍDEO acima.

Os títulos, prêmios e o reconhecimento profissional não fizeram Italo Ferreira sair de Baía Formosa. É na pequena cidade com pouco mais de 9 mil habitantes que ele vive até hoje.

Após as temporadas de competições é pra lá que ele sempre volta. “Aqui é um lugar especial, é onde tudo começou. Surfar aqui no Pontal é sempre espetacular. O mar é muito bom e as ondas são sensacionais”, disse o surfista em 2015.

A família e os amigos de infância também continuam por lá. No início do ano, Ítalo anunciou que pretende criar um institutopara ajudar crianças do município que se inspiram nele a também seguirem no surfe. A sede deverá ser a casa onde ele morava com a avó, que atualmente é uma pousada da família.

Na terça, os moradores da cidade saíram às ruas ainda durante a madrugada e amanheceram comemorando o primeiro ouro olímpico do surfe nas Olimpíadas. Também o primeiro conquistado por um potiguar.

Depois do ouro de Ítalo, cresceu o interesse na internet por Baía Formosa, e o setor do turismo pretende usar a visibilidade para atrair mais pessoas. Há cerca de 30 pousadas no município.

Fonte: G1 RN

Bolsonaro diz que, se pedir, reúne 1 milhão de pessoas na avenida Paulista


O presidente Jair Bolsonaro disse que consegue convocar uma manifestação de apoio ao seu governo reunindo mais de 1 milhão de pessoas na avenida Paulista, em São Paulo. A declaração foi feita em livesemanal transmitida pelo seu perfil nas redes sociais.

“Eu tenho certeza, se eu pedir ao povo no dia tal, comparecer na [avenida] Paulista em São Paulo, que é o município mais tenso do Brasil, vai comparecer 1 milhão de pessoas lá”, declarou.

O mandatário comentava sobre o apoio da população ao voto impresso nas eleições. “Se a demonstração popular não sensibilizar as autoridades do Brasil, o que podemos esperar? Que o povo se revolte? Nós queremos isso?”.

Bolsonaro também disse que a vacinação contra a covid-19 não deve ser obrigatória, e que se o Congresso Nacional aprovasse tal determinação, vetaria. “Quase nada tem que ser obrigatório no Brasil”, disse.

O presidente ainda falou que será o último a se vacinar. “[Depois que] todos se vacinaram, eu vou lá me vacinar”.

Fraudes

A live teve o objetivo de demonstrar supostas provas de fraudes nas eleições. Bolsonaro utilizou a maior parte de sua exposição para fazer críticas a opositores, ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e para defender a adoção do voto impresso.

Diferente do que disse que faria, o chefe do Executivo mudou o tom e não falou em “provas” que antes havia mencionado para indicar as supostas fraudes nas eleições anteriores. Disse que há “indícios fortíssimos ainda em fase de aprofundamento que nos levam a crer que temos que mudar esse processo eleitoral”. E completou: “Não temos provas, vamos deixar bem claro, mas indícios“.
Fonte: poder 360.

Decreto autoriza que shoppings, cinemas, teatros e igrejas funcionem com 75% da capacidade em Natal

A Prefeitura de Natal autorizou que shoppings, teatros, cinemas e igrejas funcionem com 75% da capacidade máxima. A medida foi publicada em decreto na edição desta quarta-feira (28) do Diário Oficial do Município (DOM).

De acordo com o município, essa reabertura aconteceu devido à queda da ocupação de leitos na capital. Segundo o Regula RN, na Grande Natal a ocupação é de 43% nesta quarta.

A mesma determinação vale para realização de reuniões corporativas, como treinamentos, seminários, cursos, simpósios e palestras, em auditórios e salões, localizados em instituições públicas e privadas, inclusive empresas e hotéis, além de realização de sessões solenes de colação de grau.

A partir de 19 de agosto, todos esses estabelecimentos poderão funcionar com 100% da sua capacidade máxima de ocupação, segundo decreto municipal.

“O momento continua sendo de união de esforços. Vamos caminhar olhando pra frente e sair, aos poucos, dessa situação com responsabilidade. As ações da Prefeitura sempre são direcionadas de acordo com o baixo índice de leitos ocupados nos nossos hospitais”, disse o prefeito Álvaro Dias (PSDB).

O comércio “de porta para a rua”, as galerias comerciais e os centros comerciais continuam autorizados a funcionar das 7h às 20h, de segunda-feira a sábado. Já os centros de artesanato ficam abertos das 07h às 22h todos os dias da semana, inclusive domingos e feriados.

Os supermercados, hipermercados e atacarejos, bem como suas respectivas galerias comerciais estão permitidos a funcionar das 7h às 22h, todos os dias da semana, domingos e feriados.

Os buffets, casas de recepções e eventos, salões de festas, associações e clubes sociais poderão funcionar com o número de 200 pessoas presentes simultaneamente, atingindo a marca de 25% do limite de ocupação da área, segundo o novo decreto.

O decreto do Governo do RN, no entanto, permite atualmente eventos com 150 pessoas, inclusive na capital Natal. A referência usada pelo governo do estado é o indicador da pandemia – a capital está em zona verde, com índices mais seguros de transmissão, internação e morte por Covid.

De acordo com o decreto da prefeitura, a partir de 5 de agosto, o limite avança para 400 pessoas; em 19 de agosto para 600 pessoas; em 2 de setembro para 800 pessoas. Em 16 de setembro, o limite será o da capacidade máxima de ocupação do estabelecimento.
Fonte: G1 RN

Bolsonaro deu 1.682 declarações falsas ou enganosas em 2020, diz relatório

Entrevista coletiva do presidente eleito Jair Bolsonaro, sobre a reforma da previdência, meio ambiente, Onyx., no CCBB. Brasilia, 04-11-2018. Foto: Sérgio Lima/Poder360

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) emitiu 1.682 declarações falsas ou enganosas em 2020, uma média de 4,3 por dia. Os dados são do The Global Expression Report 2021, relatório produzido pela organização Artigo 19 sobre a liberdade de expressão no mundo, lançado nesta 5ª feira (29.jul.2021). Eis a íntegra do relatório, em inglês (10 MB).

Além disso, no ano passado, a organização registrou 464 declarações públicas feitas pelo Presidente da República, seus ministros ou seus assessores, contendo ataques diretos a jornalistas ou deslegitimando o trabalho da mídia.

Segundo o estudo, em 5 anos, o Brasil deixou de ser um dos países com maior pontuação do mundo em liberdade de expressão para ser considerado uma nação em crise de democracia e com a liberdade de expressão “restrita” -classificação que o país alcançou pela 1ª vez em 2019.

Deslize o cursor sobre a linha para ver a pontuação:

Um dos pontos que mais colaborou para a queda da pontuação brasileira foi a questão do acesso à informação no país. “A estrutura de acesso à informação foi desorganizada no Brasil pelo governo. Ao mesmo tempo, campanhas de desinformação foram realizadas, inclusive durante a pandemia”, afirma Denise Dora, diretora-executiva da Artigo 19 no Brasil e na América Latina, ao Poder360.

De acordo com o relatório, 35% dos pedidos de informação feitos durante o governo Bolsonaro foram respondidos com informações incorretas, 25% com desinformação intencional, 20% com censura de informações e 5% com informações parciais. Só 15% dos pedidos foram respondidos de forma completa.

No ranking mundial de liberdade de expressão, o Brasil ocupa a posição 85 entre 160 países. Dez anos atrás, o país tinha a nota 89 e era um dos com pontuação mais alta no ranking. Agora, nações como a Hungria e a Indonésia estão em posições melhores que a do Brasil.

REDES SOCIAIS E AUTORITARISMO

Dora afirma que o cenário no Brasil seguiu um padrão similar ao de países com líderes autoritários. Ela afirma ainda que Bolsonaro demonstra comportamentos similares a esses líderes, como não respeitar as instituiçõesdemocráticas ou a diversidade.

No Brasil, o presidente usou de sua autoridade para propagar informações inverídicas, inclusive durante a pandemia. O que piorou ainda mais a situação.

O estudo da Artigo 19 afirma que 2020 foi a “tempestade perfeita” no país: “populismo autocrático, desinformação, desigualdade aguda e controle tecnológico”. Nesse sentido, as redes sociais tiveram um grande impacto negativo na liberdade de expressão.

Apesar de ter características que facilitam a liberdade de expressão e terem origem na ideia de que todos poderiam se expressar, as redes sociais têm outro perfil atualmente, segundo Dora. “Esse espaço foi colonizado por grupos de ódio, que se movimentam e organizam para praticar agressões.

Os ataques são alimentados nas redes por algoritmos, que muitas vezes impulsionam conteúdos violentos porque eles provocam mais reações. Nesse cenário, desinformação e discursos de ódio conseguem se multiplicar.

No Brasil, o contexto é o mesmo. Mas os discursos violentos nas redes sociais e a desinformação são usados pelo governo. O estudo chama a atenção para o fato do presidente Bolsonaro usar as mídias para defender a cloroquina -medicamento sem eficácia contra a covid-19, mas apoiado pelo presidente ao menos 28 vezes apenas em 2020.

E, além da desinformação, o estudo afirma que a população brasileira sofre tentativas de ser silenciada, no que Dora classifica como uma “perseguição”. O uso da Lei de Segurança Nacional pelo governo Bolsonaro é indicado como uma das formas que o governo utilizou para enfraquecer a liberdade de expressão.

O uso de uma lei de segurança nacional implica dizer que há um inimigo público. Quem é o inimigo? Porque a lei está sendo utilizada contra jornalistas, ativistas, contra o povo”, diz Dora.
Fonte: Poder 360

TSE estuda proposta para fuso horário único para as eleições de 2022

Fachada do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Foto: Sérgio Lima/PODER 360.

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) estuda editar uma portaria para acabar com a diferença de fusos horários em locais de votação nas diversas regiões do País. A proposta ainda deve ser pacificada entre os 7 integrantes da Corte Eleitoral e visa implantar a medida já nas eleições de 2022.

Hoje, as eleições são realizadas das 8h às 17h seguindo os horários locais de cada região. Por isso, o Acre termina de votar 2 horas depois de São Paulo, em razão do fuso horário do Estado.

A ideia agora é unificar todas as regiões no mesmo fuso, de acordo com o Horário de Brasília.

Para isso, algumas regiões deverão começar a votar um pouco mais tarde, enquanto outras começarão mais cedo. O objetivo é que todos os Estados concluam as eleições no mesmo horário. O objetivo é evitar teorias conspiratórias deflagradas por grupos políticos.

Proposta semelhante foi apresentada pelo Ministro Gilmar Mendes antes de deixar a presidência do TSE, no início de 2018. Na ocasião, o magistrado disse que a medida evitaria a “celeuma” causada pela demora na conclusão da apuração em razão do fuso horário do Acre.

A mudança, porém, foi rejeitada por 6 votos a 1. Na ocasião, a ministra Rosa Weber, que viria a assumir a presidência do tribunal durante o pleito de 2018, afirmou que a mudança poderia trazer dificuldades e eventuais prejuízos à organização das eleições. Um dos empecilhos seria o fato do Acre ter que abrir as seções eleitorais às 6h.

Fonte: poder 360.

Ideia de Guedes não decola e pasta de Onyx será do Trabalho, não do Emprego

Presidente Jair Bolsonaro participa da cerimonia de assinatura de concessão de energia, no Palácio do Planalto. Brasilia, 25-03-2019. Foto: Sérgio Lima/PODER 360

O ministro da Economia, Paulo Guedes, vinha chamando de Ministério do Emprego a pasta que foi entregue a Onyx Lorenzoni. Porém, o nome não emplacou. Ao oficializar a reforma ministerial, o governo de Jair Bolsonaro preferiu manter Trabalho e Previdência para não restringir a atuação da área e não conflitar com a legislação trabalhista.

De acordo com o artigo 3º da CLT(Consolidação das Leis do Trabalho), a relação de emprego existe quando há a prestação de serviços de natureza não eventual ao empregador, sob a dependência deste e mediante salário. Já a relação de trabalho ocorre quando um desses requisitos não é preenchido. Informais e autônomos, portanto, são trabalhadores e não empregados.

Na escolha do nome do novo ministério, havia dúvida no governo. Os defensores do Ministério do Emprego entendem que o termo trabalho está associado a regras obsoletas. Porém, prevaleceu o entendimento da CLT e o nome tradicional, Ministério do Trabalho.

A avaliação foi de que Trabalho é um termo mais amplo, enquanto Emprego seria associado apenas aos vínculos formais. A ideia foi abranger todos os tipos de trabalhadores, como informais, autônomos, profissionais liberais, microempreendedores, estagiários e aprendizes.

Os trabalhadores que não têm um vínculo de emprego formal são o principal foco das políticas de emprego em desenvolvimento no governo. O Ministério da Economia desenhou um programa de qualificação profissional que busca incluir os jovens desempregados e os trabalhadores informais no mercado formal. O programa vem sendo chamado de BIP (Bônus de Inclusão Produtiva) e BIQ (Bônus de Incentivo à Qualificação) e será lançado pelo ministro do Emprego, Onyx Lorenzoni.

O Ministério do Emprego e Previdência foi criado a partir da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia para acomodar Onyx Lorenzoni na reforma ministerial promovida pelo presidente Jair Bolsonaro com o intuito de entregar a Casa Civil a Ciro Nogueira (PP-PI), do Centrão. O desmembramento do Trabalho vai reduzir o orçamento e o poder da pasta comandada por Guedes. Porém, o chefe da equipe econômica diz que está alinhado a Onyx Lorenzoni.

Fonte: poder 360

Paraísos fiscais são os principais destinos de investimento brasileiro

Moedas, dinheiro, Real. Brasilia, 03-09-18. Foto: Sérgio Lima/Poder360

Os países considerados paraísos fiscais –aqueles que têm vantagens tributárias para empresas e pessoas físicas– são os principais destinos de investimento direto brasileiro em participação no capital externo. Dos top 5 recebedores, 3 apresentam esses benefícios.

Os dados foram divulgados na 3ª feira (27.jul.2021) pelo BC (Banco Central). Eis a íntegra do documento (39 KB).

Ilhas Cayman, Ilhas Virgens Britânicas e Bahamas estão entre os principais destinos. Somam US$ 271,1 bilhões de estoque em investimento. Representam 45% de tudo o que saiu do país quando considerado o investimento direto em participação de capital externo.

Como indica o quadro acima, Holanda e EUA não são considerados paraísos fiscais, mas isso deve ser relativizado. Há casos (para determinados setores) em que as condições se assemelham aos benefícios do Caribe. O Estado norte-americano de Delaware, por exemplo, oferece condições quase idênticas às de paraísos fiscais.

Ao considerar o top 10 destinos, houve investimentos de US$ 366,9 bilhões, sendo que 59% (ou US$ 216,3 bilhões) são para países com vantagens tributárias. Eis a lista dos que estão nas 10 primeiras posições:

  • Ilhas Cayman: US$ 69,7 bilhões;
  • Ilhas Virgens Britânicas: US$ 60,5 bilhões;
  • Bahamas: US$ 53,5 bilhões;
  • Luxemburgo: US$ 23,5 bilhões;
  • Panamá: US$ 9,1 bilhões.

Os ativos de empresas e pessoas físicas no exterior somaram US$ 558,4 bilhões em 2020, segundo o Banco Central. Subiu 5,5% em comparação com 2019. Estão na lista os investimentos em ações, empresas, títulos, imóveis, moedas e depósitos. Deste total, 74% é investimento direto em participação de capital no exterior para empresas que possuem subsidiárias fora do país. Aumentou 6,9% em comparação a 2019.

O estoque de investimentos nos países de paraísos fiscais que estão no top 10 destinos recuou de R$ 221,3 bilhões em 2019 para R$ 216,4 bilhões em 2020, uma queda de 2,19%.
Fonte: poder 360.

Bolsonaro oficializa reforma ministerial

Jair Bolsonaro durante a posse do novo ministro da Educação, o economista Abraham Weintraub, no Pal.acio do Planalto. Brasilia, 09Abr2019.Foto: Sérgio Lima/PODER 360

A reforma ministerial realizada pelo presidente Jair Bolsonaro foi oficializada com a publicação das mudanças no DOU (Diário Oficial da União) desta 4ª feira (28.jul.2021). Eis as íntegras das nomeações para: Casa Civil (36 KB), Secretaria Geral da Presidência (36 KB) e Ministério do Emprego e da Previdência Social (36 KB).

Como anunciado, o senador Ciro Nogueira(PP-PI) assume a Casa Civil no lugar do general Luiz Eduardo Ramos. O general, por sua vez, foi realocado para a Secretaria Geral da Presidência, onde antes estava Onyx Lorenzoni. Por fim, Onyx ficará à frente do novo Ministério do Emprego e da Previdência Social, que será um desmembramento do Ministério da Economia.

Com a nomeação, Bolsonaro coloca na Casa Civil, 2 anos e meio depois de tomar posse, um político. Ciro Nogueira é visto como um dos mais fiéis senadores ao Palácio do Planalto. Sua principal principal função será fazer articulações com o Congresso.

A Câmara dos Deputados está atendida hoje com várias posições dentro do governo, além de contar com a boa relação entre Bolsonaro e o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL).

Já no Senado, apesar do entendimento entre Bolsonaro e o presidente Rodrigo Pacheco(DEM-MG), há pouca interlocução –a CPI da Covid é um dos exemplos mais marcantes. A ida de Ciro Nogueira para a Casa Civil visa tentar resolver esse problema, reduzindo ainda mais a chance da abertura de um processo de impeachment contra o presidente.

Agora, já são 4 os ministérios que têm membros do centrão com líder. Além de Ciro Nogueira, o bloco conta com os deputados João Roma (Republicanos-BA) na Cidadania, Fábio Faria (PSD-RN) nas Comunicações e Flávia Arruda (PL-DF) na Secretaria de Governo.

CIRO NOGUEIRA

Ciro Nogueira é senador, presidente do PP e um dos alvos da Lava Jato. Em 2017, declarou apoio a Lula e ao PT nas eleições e já chamou Bolsonaro de “fascista”.

Aos 52 anos, Ciro Nogueira está em seu 2º mandato como senador. Antes, foi deputado federal por 4 termos consecutivos.

Em 26 anos no Congresso, ele teve 2 projetos convertidos em lei e sancionados pelo governo federal: 1 dos projetos garantia a identificação genética para condenados por crime de violência; o outro, que alterou o Código Penal, estava relacionado com o crime de incitação ao suicídio.

GENERAL RAMOS

Bolsonaro disse nessa 3ª feira (27.jul) que o general tinha dificuldade com o “linguajar” dos congressistas.

Em público, Ramos nega que tenha se chateado com a nomeação de Ciro. Nos bastidores, está desolado com a perda do cargo de chefe da Casa Civil. Atribui sua queda a José Vicente Santini, secretário-executivo de Onyx Lorenzoni e que atua como nos bastidores para articulação política do Planalto.

NOVO MINISTÉRIO

O novo Ministério do Emprego e Previdência terá pelo menos 202 vagas com poder de decisão, que devem ser usadas para indicações políticas. A equipe técnica responsável pelas áreas trabalhista e previdenciária, no entanto, deve ser mantida. Ao todo, são cerca de 60 vagas.

Os 6 cargos da Dataprev (estatal de processamento de dados do governo) também devem permanecer com as mesmas pessoas. No entanto, não há garantia de que os nomes atuais fiquem em seus postos. A expectativa é que as outras vagas do novo ministério acomodem aliados de Bolsonaro, em especial indicados do Centrão.

A recriação do Ministério do Emprego e da Previdência Social pode tirar 85% do orçamento da Economia, do ministro Paulo Guedes.

REAÇÃO

Políticos governistas receberam publicamente a notícia de forma mais discreta. Membros da oposição, por outro lado, criticaram as escolhas de Bolsonaro. Saiba o que disseram os políticos que se posicionaram publicamente sobre a reforma.
Fonte: poder 360.

Inscrições para o Fies do segundo semestre começam nesta terça-feira (27)

Fundo de Financiamento Estudantil,Fies

As inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do segundo semestre de 2021 começam hoje (27). Candidatos interessados podem efetuar a inscrição por meio do portal do programa até a próxima sexta-feira (30).

Estudantes que realizaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir da edição de 2012 podem pleitear uma bolsa no programa de financiamento deste ano. Os alunos devem ter média mínima de 450 pontos e nota superior a zero na redação do exame.

O Fies tem por objetivo conceder financiamento a estudantes em cursos superiores particulares, com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação e ofertados por instituições aderentes ao programa.

Fonte: O Facho de grossos.
Agência Brasil

BOMBA: Biden deve renunciar em breve, diz ex-médico da Casa Branca


O deputado republicano e ex-médico oficial da Casa Branca, Ronny Jackson, afirmou durante entrevista à Fox News que acredita que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, “irá renunciar” ou “será obrigado a renunciar” ao seu mandato.

Conforme dito pelo parlamentar, Biden estaria com as faculdades mentais “em declínio”.

“Há algo sério acontecendo com este homem no momento. Eu acho que ele irá renunciar, ou [que] eles o convencerão a renunciar à Presidência, em um futuro breve, por questões de saúde. Ou eles terão que usar 25º emenda para se livrar deste homem”, declarou.
Fonte: terra Brasil notícias.

Ex-mulher do DJ Ivis revela que está sendo ameaçada de morte

“Eu não estou bem”. Com esta frase, Pamella Holanda, ex-mulher do DJ Ivis, conversou com seus seguidores na tarde deste sábado, 17. Através de um textão em seus stories, ela falou sobre a filha, a saída de casa e de ameaças de morte que estaria sofrendo.

A Polícia Civil do Ceará abriu investigação sobre a agressão sofrida por Pamella e o DJ foi preso e transferido para um presídio da capital.

“Oi gente, obrigada pelas mensagens, pela preocupação de todos comigo e com a Mel. Eu não estou bem, mas a Mel está, e isso é o que me fortalece. Eu quero muito dar isso por encerrado. Eu preciso e quero seguir minha vida. De verdade, preciso…Eu não posso viver revivendo isso, recontando…Me explicando. Eu entendo que as pessoas gostam de transparência, e nesse momento preciso ser até para seguir em paz”, começou ela.

Pamella também defendeu a mãe, após especulações de que ela receberia dinheiro do DJ para ser conivente com as agressões que a filha sofria: “Minha mãe não recebia 1 centavo do então meu ex-companheiro para ser conivente com as agressões, pelo amor de Deus. Que absurdo! Que espécie de mulher seria ela?”.

Pamella deixou a casa em que morava em Fortaleza, segundo ela, porque a construtora pediu de volta, já que o pagamento estava atrasado. “Eu retirei ontem todas as minhas coisas e as da minha filha da casa em que morávamos porque a construtora pediu porque por falta de pagamento eu não poderia estar mais lá. Então em hipóteses alguma podem dizer que eu estava com ele por interesse, por comodidade ou qualquer justificativa que ponha em questão meus valores e princípios. Seria muito mais fácil estar num ‘palácio’, do que ter a coragem de dar um ponto final numa vida de aparências”, desabafou.

A influenciadora e arquiteta Pamella Gomes de Holanda, de 27 anos,a ainda disse que está sendo ameaçada após a divulgação dos vídeos em que é agredida pelo DJ com socos, tapas e chutes.

“Quero que entendam que eu não estou bem, eu tenho sofrido ameaças de morte, já li, inclusive de outras mulheres, que mereço passar fome. Eu e minha filha. Eu preciso de paz”.

Antes de ser preso na última quarta-feira (14), DJ Ivis, investigado por lesão corporal após agredir a mulher, Pamella Holanda, pediu desculpas em vídeo.

Fonte: últimas notícias do Brasil.

São Paulo tende a dificultar reeleição de Bolsonaro

Presidente Jair Bolsonaro com indios durante cerimonia de hastiamento da bandeira nacional em frente | Sérgio Lima/Poder360 18.02.2020

O presidente Jair Bolsonaro carece de políticos que o apoiem em São Paulo. Certamente ele tem aliados no Estado. Só que não são muitos. Nem muito fortes.

Para piorar as coisas para Bolsonaro, são muitos os seus ex-amigos entre os eleitos por paulistas. Dos 20 principais políticos com quem ele rompeu, a maior parte é de São Paulo: 7 no total. Um deles é o governador João Doria (PSDB). Ele atraiu para seu partido o deputado Alexandre Frota (155 mil votos, 17º nas urnas em 2018).

A deputada Joice Hasselmann (1,08 milhão de votos, 2ª nas urnas) continua no PSL. Mas em conflito com Bolsonaro e seus apoiadores desde setembro de 2019. Disseno domingo (25.jul.2021), sem citar nomes, suspeitar que desafetos a tenham agredido quando estava inconsciente em casa. É uma amostra do grau de animosidade que se construiu entre o presidente e seus ex-apoiadores.

O falecido senador Major Olímpio (PSL), que teve 9 milhões de votos, foi outra guinada. A inimizade construída tem agravantes para a imagem de Bolsonaro: o senador, crítico da ação do governo na pandemia, morreu de covid. E era um policial militar. Isso tende a prejudicar o presidente em um grupo no qual normalmente ele tem apoio com facilidade.

Pode-se argumentar que Bolsonaro é que ajudou todas essas pessoas a serem eleitas em 2018. Só que em 2022 a situação será outra. Ele não é um presidente popular: 62% dos brasileiros desaprovam seu governo e 32% o aprovam segundo o PoderData. Seria ótimo para ele ter a seu lado um candidato forte ao governo do Estado.

Candidato de fora ao governo

A aposta de Bolsonaro até agora para o governo paulista é o ministro Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), reconhecidamente um excelente quadro técnico. Nunca se candidatou a um cargo eletivo. E não é paulista.

A cidade de São Paulo elegeu prefeito em 1996 um carioca estreante na política: Celso Pitta. Só que ele herdou os votos de Paulo Maluf, extremamente popular na época. Além disso, não se pode tomar a capital pelo Estado. Jânio Quadros, eleito em 1954, é o mais recente governador de fora. Nasceu em Campo Grande, mas formou-se na Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo). Foi eleito vereador e depois prefeito da capital.

Bolsonaro fez o percurso inverso: nasceu em São Paulo, mas formou-se pela Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende (RJ). Fez carreira política no Rio. Ser derrotado no Estado onde nasceu e foi criado é um risco real em 2022.

Mais do que isso, perder em São Paulo pode lhe custar a permanência no cargo. O Estado tem 21,7% dos eleitores do país. Se fosse uma região autônoma, ficaria em 2º lugar, atrás do Nordeste (26,8%), mas à frente do conjunto dos outros 3 Estados do Sudeste (21,1%). Em seguida vêm as regiões Sul (14,7%), Norte (7,9%) e Centro-Oeste (7,4%).

Em 2018, Bolsonaro ganhou com folga nos Estados do Sudeste, com 24 milhões de votos no 1º turno. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem na região 40% das intenções de voto, segundo o PoderData. Bolsonaro tem 26%. São cerca de 8 milhões de votos a menos do que teve em 2018.

Em Minas e no Rio, Bolsonaro conta com governadores que o apoiam e que buscam ser reeleitos. É uma situação muito diferente da de São Paulo. Ter apoio no Estado seria, portanto, ainda mais importante.

No Nordeste, a situação de Bolsonaro é difícil faz tempo. Tem 19% das intenções de voto. Lula tem 59%. Mas no Nordeste o atual presidente perdeu em 2018 e ainda assim venceu a eleição. É grande a chance de que chegue atrás novamente. Só que ser reeleito perdendo no Nordeste e no Sudeste, que concentram em conjunto 70% dos eleitores, é algo bastante improvável. Não há precedente na história recente: o vitorioso sempre fica na frente em uma das duas regiões. Ou em ambas.

Estamos a 15 meses das eleições presidenciais. Muita coisa pode mudar até lá. A economia tende melhorar, e, com isso, as chances de reeleição de Bolsonaro. Mas esse quadro não é garantido. Se não tomar muito cuidado, inclusive com quem o apoiará e terá seu apoio, Bolsonaro poderá ser o 1º presidente a tentar ser reeleito sem sucesso desde que a reeleição foi aprovada, em 1997.
Fonte: poder 360.

Entidade define lista sêxtupla para sucessão de Mendonça na AGU

Cerimonia de posse do novo ministro da Justiça, André Mendonça, no Palácio do Planalto.Sérgio Lima/Poder360 29.042020

O Forvm (Fórum Nacional da Advocacia Pública Federal) divulga nesta 3ª feira (27.jul.2021) a lista sêxtupla para o cargo de advogado-geral da União. Atualmente, o posto é ocupado por André Mendonça, que foi indicado ao STF (Supremo Tribunal Federal) pelo presidente Jair Bolsonaro.

O Poder360 teve acesso antecipado aos 6 nomes. Os mais votados foram os procuradores da Fazenda Nacional, Fabrício Da Soller, Claudia Aparecida de Souza Trindade e Rogério Campos e os advogados da União, Vinicius Torquetti Domingos Rocha, Izabel Vinchon Nogueira de Andrade e Arthur Cerqueira Valério.

A lista será encaminhada a Bolsonaro nesta 3ª feira (27.jul). Assim como na escolha do procurador-geral da República, Bolsonaro não é obrigado a se ater à lista. O presidente pode nomear qualquer cidadão com mais de 35 anos que tenha “notável saber jurídico” e “reputação ilibada”, inclusive os que não são advogados da União ou procuradores da Fazenda.

Conheça os mais votados:

Advogados da União:

  • Izabel Vinchon Nogueira de Andrade– advogada da União desde fevereiro de 2000, é especialista em direito processual civil e direito eleitoral;
  • Vinicius Torquetti Domingos Rocha – ingressou na carreira de advogado da União em outubro de 2006. É especialista em direito administrativo e gestão pública;
  • Arthur Cerqueira Valério – é consultor-geral da União.

Procuradores da Fazenda

  • Fabrício Da Soller – é advogado-geral da União substituto e secretário-geral da Consultoria. Atuou como procurador-geral da Fazenda Nacional;
  • Claudia Aparecida de Souza Trindade– é doutora em direito econômico e financeiro pela USP. Integra o Grupo Tributos;
  • Rogério Campos – é diretor de Programa da Previdência, Trabalho e Assistência Social da Secretaria Executiva do Ministério da Economia.

LISTA

A lista é coordenada pelo Forvm (Fórum Nacional da Advocacia Pública Federal), que é formado pelo Sinprofaz (Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional), pela Anajur (Associação Nacional dos Membros das Carreiras da Advocacia-Geral da União) e pela Anauni (Associação Nacional dos Advogados da União).

O processo eleitoral foi realizado em etapas. Primeiro foram escolhidos 10 advogados da União e 11 procuradores da Fazenda Nacional. Dessa lista, são escolhidos, em uma 2ª votação, 3 advogados da União e 3 procuradores da Fazenda Nacional.

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Fonte: poder 360.