Rogério Marinho, o nosso POSTO BR, vem mudando a cara do RN e do Brasil

A competência política e administrativa do norte- rio-grandense, Rogério Marinho, vem possibilitando a conclusão de obras importantes para o país voltar a crescer com sustentabilidade.

O primoroso gerenciamento de Marinho tem respeitado o teto de gastos e mostrado atenção ao princípio da economicidade.

Em Brasília, senadores, deputados federais, governadores e prefeitos, veem na figura do Ministro do Desenvolvimento Regional-MDR, a garantia que a palavra dada será cumprida em seus Estados.

O presidente Bolsonaro está muito satisfeito com a atuação de Rogério Marinho e já tratou de espantar os boatos de mudança nessa pasta.

Em conversa com amigos, Rogério Marinho disse que se dependesse da vontade de sua família, ele já estaria trabalhando na iniciativa privada.

Mas o momento é de união e de ajudar o Brasil a atravessar essa crise sanitária. Rogério não está sozinho, nessa luta para concluir obras importantes pelo Brasil a fora, tem o potiguar, cerro-coraense, Alessandry Macedo de Medeiros, um profissional respeitado, um técnico por excelência com experiência em várias áreas, eles estão sempre à disposição para servir o povo do RN.

O nosso Estado está bem assistido, tem dois ministros fortes, Fábio Faria, das Comunicações, e nosso Marinho, como chama o presidente Bolsonaro.

Gilson Moura

Allyson Bezerra apresentará calendário de pagamento do servidor em fevereiro

Servidor Público de carreira, o Prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, não para de trabalhar por sua gente.

O estilo do jovem administrador vem sendo comentado em todo Estado e principalmente pelos Mossoroenses.

Allyson Bezerra, tem uma energia e uma disposição que vem surpreendendo os colegas prefeitos.

Dentro dessa nova linha de trabalho, a sua equipe resolveu implementar o seu mesmo ritmo. A prova maior desse compromisso veio na questão salarial, ou seja, respeitar o funcionalismo público e colocar a remuneração em dia.

Para isso, o Secretário Municipal de Administração, Kadson Eduardo, já anunciou que no próximo mês, servidores e fornecedores da Prefeitura terão um calendário de pagamentos.

O prefeito Allyson Bezerra, irá anunciar até o dia 22 de fevereiro, o novo calendário com as datas de pagamento dos salários atrasados dos servidores e também fornecedores.

Gilson Moura

Vereador Éder Queiroz fala pouco e mostra trabalho. A obra de urbanização do litoral chegou

 

Antes do primeiro discurso como vereador, Éder Queiroz já mostra a população de Parnamirim, o que é ser um parlamentar atuante.

Desde que terminou a campanha eleitoral, Éder Queiroz, de forma incansável não sossegou e já está batendo a porta dos secretários e também do prefeito Taveira em busca de melhorias para o litoral.

Visitou o hospital e Unidades Básicas de Saúde, conversou com lideranças comunitárias e foi junto ao povo reafirmar o compromisso de continuar trabalhando por Parnamirim.

Graças ao seu trabalho, a boa notícia veio logo cedo, com o início das obras de urbanização da orla da Praia de Pirangi.

Os serviços serão executados por meio da Secretaria Municipal de Obras Públicas e Saneamento (SEMOP), com recursos do Governo Federal, com contrapartida do município. O orçamento será no valor de R$ 1,58 milhão, para realizar 570 metros de benfeitorias ao longo de toda orla de Pirangi.

O trabalho terá duração de seis meses, e a obra compreende calçadão, ciclovia, vias com acessibilidade e iluminação em LED.

O vereador Éder Queiroz, acordou cedo e resolveu bater literalmente o ponto na secretaria de obras do município e só saiu junto com o secretário, João Albérico Jr, para ver de perto as máquinas funcionando.

“Isso dará mais conforto, segurança e qualidade de vida aos moradores e veranistas. Além de atrair novos olhares para o turismo e empreendedorismo local”, ressaltou João Albérico Júnior, o titular da secretaria de obras que junto com vereador deram início a obra no litoral.

Segundo o vereador, nos últimos dias, foram de muitas reuniões de trabalho para o início dessa obra que irá mudar a paisagem e também a infraestrutura do nosso litoral.

“Gostaria de gradecer ao prefeito Taveira, pois a população já aguardava essa obra a mais 20 anos e hoje ela chegou. Um dia que irá ficar guardado em minha memória, pois esse benefício ao chega ao povo com força de nosso mandato e principalmente pela sensibilidade do governo municipal que vem cumprindo os compromissos assumidos durante a campanha eleitoral”, ressaltou o vereador emocionado ao ver seu trabalho ser reconhecido pela população.

Éder disse ainda que “essa ação chegou antes do meu primeiro discurso como representante do povo”.

Prefeito Juninho Alves luta por emprego para o povo de Caraúbas

O Prefeito de Caraúbas, Juninho Alves, não brinca de administrar a sua Cidade e ao lado do secretário de Planejamento e Desenvolvimento Econômico do município, Edson Moraes, correram para Natal, onde se reuniram com o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Norte, Jaime Calado e com secretário adjunto, Sílvio Torquato.

Na pauta, a busca para organizar a viabilidade da instalação de um Distrito Empresarial no município de Caraúbas.

“Iniciar o ano com boas notícias sempre animam, e com um fator positivo para o incremento na economia da cidade, deixa qualquer gestor mais entusiasmado ainda, pincipalmente quando se fala de emprego e renda para o povo”, disse o Prefeito.

Segundo ele, a parte da Prefeitura será organizar em parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas de Caraúbas (CDL) e a Câmara de Vereadores um levantamento de quantas empresas desejam participar desse novo modelo empresarial que trará mais desenvolvimento para toda região.

Ele classificou a reunião como uma das mais importantes para o empresariado e principalmente para os cidadãos.

“Quando se fala na geração de emprego e renda para o nosso município não mediremos esforços, pois os empregos são esperados e estou empenhando em atrair novos negócios que possam melhorar a vida de nossa gente”, concluiu o Gestor.

Vereador Eder Queiroz busca melhorias para Saúde do Povo do Litoral

Tão logo tomou posse como vereador de Parnamirim, o parlamentar Eder Queiroz (PSC), também conhecido como o “Liso do Litoral “, visitou o hospital Regional Dr. Márcio Marinho e as Unidades Básicas de Saúde do litoral (UBS), nos quais buscou informações a respeito da falta de médicos, materiais hospitalares, dentre outros insumos, junto as gestões administrativas do hospital e das UBS.

Depois do Raio X das unidades de saúde, Queiroz marcou uma audiência com a secretária de saúde,  Dra. Terezinha Rêgo para falar das suas reivindicações que vão trazer melhorias para a vida da população que reside no litoral de Parnamirim.

As visitas “In loco” também servem para o vereador preparar um diagnóstico da real situação das unidades de saúde Pública do Litoral, e através de requerimentos e proposições parlamentares, vai buscar junto ao Poder Executivo soluções para sanar e aprimorar um atendimento digno à População do Litoral.

Bolsonaro: ‘O que a Ford quer? Faltou dizer a verdade. Querem subsídios’

O presidente Jair Bolsonaro comentou com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada sobre a saída da Ford do Brasil depois do fechamento de três montadoras. Além de lamentar a perda de empregos, o presidente destacou que a empresa omitiu que queria dinheiro público para continuar no país, “Faltou a Ford dizer a verdade. Querem subsídios”.

“Vocês querem que continuem dando vinte bilhões de reais para eles, como fizeram nos últimos anos? Dinheiro de vocês, do imposto de vocês?”, questionou Bolsonaro. “Deu lucro, o cara fica. Não deu lucro, o cara não produz mais aquilo, fecha”, acrescentou.

O presidente também destacou que o país tem apresentado melhora no mercado formal de trabalho e citou os 414.556 postos de emprego criados no país em novembro de 2020, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

A decisão da Ford de encerrar produção de veículos no Brasil foi anunciada na segunda-feira, 11. Entre os motivos apontados pela empresa está o cenário econômico nacional agravado pela pandemia. Cerca de cinco mil empregos serão perdidos.

Veja

Morre Maguito Vilela, prefeito de Goiânia (GO), vítima da Covid-19

O prefeito licenciado de Goiânia (GO), Maguito Vilela (MDB), 71, morreu na madrugada desta quarta-feira (13) no Hospital Israelita Albert Einstein, onde estava internado em razão de complicações decorrentes da Covid-19. Ele enfrentava as complicações desde o dia 22 de outubro do ano passado, quando foi internado.

Segundo informações de sua equipe de comunicação, uma infecção pulmonar foi diagnosticada na semana passada e Maguito não resistiu.

O corpo do prefeito será levado de São Paulo para Goiás e ele deve ser sepultado em Jataí, sua cidade natal.

Maguito tomou posse na no dia 1º de janeiro com assinatura eletrônica na UTI (unidade de terapia intensiva) do hospital. Uma hora e meia depois, o vice-prefeito, Rogério Cruz (Republicanos), assumiu o governo interinamente e participou da transmissão do cargo. Após Maguito ter sido empossado, a equipe de transição solicitou afastamento dele para tratamento de saúde por tempo indeterminado.

FolhaPress

Gabriel César se declara oposição

O vereador Gabriel César do PSL, entrou em contato com o blog e deixou claro que permanecerá na oposição ao lado da vereadora Fativan Alves.

Gabriel César, andou dizendo aos correligionários que iria fazer uma oposição light, ou seja, os projetos de interesse da população, ele votará a favor e aqueles projetos que forem apenas de interesse do executivo, ele votaria contra.

Gabriel informou que irá se manter firme na oposição, pois foi nesse campo político aonde recebeu os votos para se vitória.

José Dirceu diz que não dá para esperar até 2022; é preciso ‘impedir’ que Bolsonaro continue no governo ainda este ano

José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil do governo Lula e cofundador do Partido dos Trabalhadores (PT), defendeu a remoção de Jair Bolsonaro do poder ainda em 2021.

“Não podemos esperar por 2022 para derrotar este desgoverno. Nossa tarefa principal, em 2021, é remover Bolsonaro do cargo de presidente, de forma legal e constitucional, e mobilizar o país para a vacinação e para um plano de emergência que evite uma catástrofe social já às nossas portas com o aumento do desemprego, da pobreza, da inflação e fim do auxilio emergencial”.

Segundo ele, é preciso ‘impedir’ a ‘marcha acelerada’ do governo.

“Não há mais dúvidas. Bolsonaro e seu bando não podem e não devem continuar governando o Brasil. É preciso impedir a marcha acelerada do governo em direção ao suicídio nacional”, disse, em análise no site Poder 360.

De acordo com Dirceu, o objetivo é “barrar todas suas iniciativas no Parlamento e recorrer ao Judiciário para obrigá-lo a vacinar a população e respeitar a Constituição, impedir que continue aparelhando as instituições e que venha a controlar a mesa das duas casas legislativas”.

E acrescentou:

“É necessário unir todos os democratas, progressistas, nacionalistas na luta contra Bolsonaro e constituir, desde já, uma Frente Popular de esquerda para organizar a resistência popular, lutar pela vacinação pública e gratuita, pelo auxílio emergencial, por um plano de investimentos para criar empregos e renda e para disputar as eleições presidenciais em 2022”.

Histórico de prisões

Braço forte de Lula e do PT, Dirceu tem um longo histórico de prisões.

A primeira ocorreu em novembro de 2013, depois de ter sido condenado por corrupção ativa pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no caso conhecido como mensalão.

Em outubro de 2014, o mesmo STF concedeu habeas corpus para que ele cumprisse o restante da pena em casa.

Em agosto do ano seguinte, foi parar na cadeia mais uma vez, acusado pela 17ª fase da Operação Lava Jato de receber propina por meio de sua empresa, JD Consultoria e Assessoria Ltda.

Em maio de 2017, porém, o Supremo concedeu liberdade ao ex-ministro e ele voltou para casa usando tornozeleira eletrônica.

Em maio de 2018, porém, ele foi parar na prisão novamente, após ser condenado a quase 31 anos de prisão em segunda instância, pela corrupção envolvendo a JD Consultoria. Permaneceu aproximadamente um mês em reclusão, mas obteve liberdade depois de um habeas corpus concedido novamente pela Suprema Corte para que a prisão não se desse antes do esgotamento da análise de recursos nas demais instâncias.

Decreto de Trump bane transações com aplicativos chineses, incluindo Alipay

Washington – O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou nesta terça-feira (5) uma ordem executiva proibindo transações com oito aplicativos de software chineses, incluindo o Alipay do Ant Group, disse um alto funcionário do governo, aumentando as tensões com Pequim antes do presidente eleito Joe Biden assumir o cargo.

A decisão atribui ao Departamento de Comércio a definição de quais transações serão proibidas de acordo com a diretiva e tem como alvo o QQ Wallet da Tencent e o aplicativo de pagamentos do WeChat. A medida visa reduzir a ameaça aos americanos representada por aplicativos de software chineses, que têm grandes bases de usuários e acesso a dados confidenciais, disse a pessoa.

(Reuters)

Folhapress

Em votação apertada, PT decide apoiar Baleia Rossi, candidato de Maia, na eleição da Câmara

A bancada do PT, a maior da Câmara, com 52 deputados, decidiu nesta segunda-feira (4) apoiar a candidatura de Baleia Rossi (MDB-SP) ao comando da Casa. Baleia é o candidato do atual presidente, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Em reunião da bancada feita por videoconferência, a maioria do partido votou pelo apoio ao candidato emedebista. Segundo relatos feitos à Folha, foram 27 votos a favor e 23 por uma candidatura própria ou por mais tempo para discussão.

A ideia é que o anúncio do apoio seja feito em conjunto com outros partidos de oposição, como PSB e PDT. A expectativa é de que seja feito até esta terça-feira (5).

Este é Baleia Rossi
Este é Baleia Rossi

Com a decisão do PT, Baleia conta agora com o apoio de um conjunto de partidos que soma 290 parlamentares. O seu principal adversário, Arthur Lira (PP-AL), candidato do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), tem o respaldo de siglas que totalizam 204 parlamentares.

Para vencer a eleição, marcada para o início de fevereiro, é necessário ter o apoio mínimo de 257 parlamentares. A sinalização de apoio não significa a adesão completa da bancada da sigla à chapa eleitoral.

Isso porque elas só se tornam oficiais após o registro da candidatura, na véspera da votação, e podem mudar de postura até lá. Além disso, o voto é secreto, podendo haver traições de deputados à decisão oficial da bancada.

Com a decisão, a expectativa é de que o PT indique o primeiro vice-presidente ou o primeiro secretário na chapa de Baleia. O acordo interno é para que o nome escolhido não seja da tendência Construindo um Novo Brasil, já que o posto de líder da legenda já é hoje ocupado pelo grupo majoritário.

No bloco de apoio ao candidato do MDB, o PT era a sigla que apresentava mais resistências internas ao acordo. Para integrantes do partido, Baleia precisava ser mais enfático no compromisso de que respeitará o princípio da proporcionalidade na distribuição de cargos e a convocação de ministros do governo Bolsonaro.

Além disso, integrantes da bancada petista se irritaram no final do ano passado com declarações de Maia em entrevista à Folha.

O atual presidente da Câmara afirmou que o bloco de apoio a Baleia é um sinal forte sobre uma aliança de partidos de esquerda e centro para a eleição presidencial de 2022. ​O PT, no entanto, já deixou claro que pretende lançar candidatura própria para a sucessão de Bolsonaro.

Em encontro promovido com Baleia, na semana passada, partidos de oposição entregaram uma carta com compromissos que esperam que sejam adotados pelo candidato caso ele seja eleito. Segundo deputados presentes, o candidato demonstrou disposição de cumpri-los.

Um deles é se posicionar contra “ataques autoritários” de Bolsonaro “que façam apologia da ditadura, da tortura e do arbítrio” e “não pautar projetos de cunho antidemocrático”.

O documento também defende que sejam apreciados decretos legislativos “que visem a impedir que o Poder Executivo exorbite ou desvie de seu poder regulamentar para driblar, esvaziar ou burlar leis”.

O texto ainda defende que o novo presidente paute projetos que garantam o acesso de todos à vacina contra o coronavírus e ressalta a necessidade de combater “práticas autoritárias e desestruturantes” empreendidas pela gestão atual.

Bolsonaro pula no mar para encontrar com banhistas, que depois xingam Doria

O presidente Jair Bolsonaro pulou no mar nesta 6ª feira (1º.jan.2020) para encontrar com banhistas na Praia Grande, reduto popular no litoral paulista. O presidente está passando os feriados de final de ano no Guarujá, município próximo. Com a praia lotada, pessoas se aglomeraram ao redor do presidente dentro da água. Os apoiadores gritaram “mito” e ofensas ao governador de São Paulo, João Doria.

A comitiva presidencial estava em um barco navegando paralelamente à costa acenando para a população. Em certo momento, o presidente entra na água acompanhado de seus seguranças e nada até onde estava a maior quantidade de pessoas. Ao fim do encontro, Bolsonaro nadou de volta para a embarcação.

Quando Bolsonaro deixou o local, era possível ouvir alguns banhistas gritando: “Ei, Doria, vai tomar no cu”. O presidente publicou o vídeo em seus perfis nas redes sociais, mas o trecho da ofensa foi cortado.

Assista ao vídeo que Bolsonaro postou (2min38s), sem as ofensas a Doria:

 

 

Agora, assista ao vídeo completo, incluindo as ofensas a Doria na parte final (2min10s):

 

O governador de São Paulo usou sua conta no Twitter para responder à publicação. Disse que o presidente gosta mesmo “cheiro da morte, do cheiro da pólvora e do cheiro do dinheiro das rachadinhas”. Além disso, responsabilizou a gestão do presidente pelas mais de 190 mil mortes por covid-19 no Brasil e cobrou: “Trabalhe mais e fale menos”.

Depois, o secretário especial de Comunicação do Ministério das Comunicações, Fábio Wajngarten, também foi ao Twitter para provocar Doria. Ele criticou o enrijecimento das medidas restritivas contra a covid-19 decretadas pelo governador e sua viagem à Miami de férias, que depois foi cancelada pelo tucano.

Na véspera de Natal, Doria teve que se desculpar pela viagem. Doria cancelou a licença de 10 dias após o vice-governador, Rodrigo Garcia (DEM), ter sido diagnosticado com covid-19 em 23 de dezembro. Ele ocuparia o cargo como interino.

Um dia antes, o governo paulista anunciou o retorno à fase vermelha de restrições de atividades, de 25 a 27 de dezembro e de 1º a 3 de janeiro de 2021. Apenas serviços essenciais como transporte, saúde, padarias, mercados e farmácias poderão funcionar nessas datas.

O Executivo paulista também comunicou que nenhuma região deverá retornar à fase verde –a penúltima na escala de abrandamento– durante o mês de janeiro.

Congresso derruba menos vetos de Bolsonaro em 2020, mas posterga 27

Fachada do Congresso Nacional. Brasilia, 26-10-2018Foto: Sérgio Lima/Poder 360

O Congresso derrubou 14,3% dos vetos de Jair Bolsonaro que analisou em 2020. No ano anterior foram 24,4%. Os vetos mantidos passaram de 62,22% para 71,43%.

O presidente da República pode vetar trechos ou a íntegra de projetos aprovados pelo Legislativo. O Congresso, porém, pode não aceitar. Para rejeitar um veto e restituir a redação do projeto aprovado é necessário ter maioria absoluta dos votos tanto na Câmara quanto no Senado.

Trata-se de um processo que causa atritos entre o Legislativo e o Executivo. Quanto pior a relação entre Planalto e Congresso, maior costuma ser a propensão dos congressistas a derrubar vetos.

Em 2020 o Planalto se aproximou do Centrão e se aliou a políticos experientes como Arthur Lira (PP-AL) e Ricardo Barros (PP-PR). Também ofereceu cargos e influência sobre recursos federais a congressistas.

Bolsonaro abraça Arthur Lira na posse do ministro das Comunicações, Fábio FariaSérgio Lima/Poder360 – 17.jun.2020

A seguir, os resultados das votações dos vetos de Jair Bolsonaro em 2019 e 2020. Não foram computados os vetos de Michel Temer analisados em 2019 e nem os de Bolsonaro que ainda não foram deliberados.

Foram 27 os vetos de 2020 que terminaram o ano sem análise. Ainda, há o veto ao Pacote Anticrime. Ele é de 2019 e ainda não foi analisado. Fez aniversário em 24 de dezembro. Há vetos, entretanto, que foram publicados depois do início do recesso congressual.

É o caso do veto à  LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias). Bolsonaro vetou o impedimento de contingenciamento –bloqueio temporário de recursos– de uma série de ações, como combate à pandemia de covid-19, à violência contra mulher e à pobreza, e do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).

 

 

Desde 2014, os 2 anos em que o Congresso deixou mais vetos sem análise foram sob o governo de Jair Bolsonaro. Em 2020, durante a pandemia, o percentual de vetos que ficou para o ano seguinte chegou a 41%.

Os 2 anos do atual presidente à frente do Planalto são também os com maiores números absolutos de vetos cujas análises ficaram para o os anos posteriores. Foram 17 em 2019 e 23 em 2020.

O levantamento do Poder360 começa a contagem em 2014 porque foi o 1º ano completo depois de uma mudança na tramitação dos vetos. Foi quando essas matérias começaram a “trancar a pauta” do Congresso depois de 30 dias de sua chegada –ou seja, impedir que outras propostas fossem analisadas.

Uma explicação possível para a disparada no percentual de vetos sem análise em 2020 é a pandemia. Houve uma mudança na tramitação para reduzir os riscos de contágio pelo coronavírus nas votações. Senadores e deputados passaram a fazer as análises remotamente.

Ainda, houve falta de acordo em diversos momentos do ano. Sessões que estavam convocadas foram adiadas. O presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), procurava minimizar os atritos com o governo. Assim, as matérias se acumularam. Eis alguns exemplos:

Poder 360

Bolsonaro recebeu 23 executivos de mídia e 7 jornalistas em 2 anos de governo

Desde que assumiu a Presidência da República, em janeiro de 2019, o presidente Jair Bolsonaro recebeu 23 executivos ou donos de empresas de comunicação em 32 encontros e reuniões no Planalto e no Alvorada. A Record foi a mais representada: 12 vezes, em 6 ocasiões.

Em 2020 houve uma redução drástica das reuniões com os executivos de mídia. Dos 32 encontros, somente 2 foram no ano passado. Os dados são de levantamento produzido pelo Poder360 com base na agenda do presidente –que às vezes não inclui todas as suas reuniões.

Um dos encontros realizados em 2020 foi em 2 de junho, quando Bolsonaro se com Johnny Saad, presidente do Grupo Bandeirantes. A reunião foi realizada dias depois da divulgação da reunião ministerial na qual a Band foi citada. O encontro não foi registrado na agenda. É possível que outras reuniões tenham ocorrido e que tenham ficado em sigilo.

Já o outro 2º encontro do presidente com 1 executivo de mídia foi com Marcelo de Carvalho, vice-presidente da RedeTV, em 5 de agosto, no Planalto.

O dono do site Terça Livre, Allan dos Santos, foi o executivo de mídia mais recebido por Bolsonaro, em 4 ocasiões. Em 1 dos encontros com Bolsonaro, Allan dos Santos esteve com sua família:

Foto publicada por Allan dos Santos no Instagram em 21 de agosto de 2019 com a legenda: “Visitando o amigo @jairmessiasbolsonaro com a família toda”Reprodução/Instagram – 21.ago.2019|

O site Terça Livre é conhecido por fazer publicações favoráveis ao governo. Em 1º fevereiro de 2020, a Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social) da Presidência da República negou que o jornalista receba dinheiro para defender Bolsonaro em suas plataformas digitais. Em 27 de maio, Allan foi 1 dos alvos de mandados de busca e apreensão da Polícia Federal no inquérito do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre fake news e ataques contra os ministros do Supremo.

Além de Saad e Allan dos Santos, os executivos que estiveram com Bolsonaro duas vezes ou mais foram:

  • José Roberto Maciel. presidente do SBT: 3
  • Luiz Cláudio Costa, presidente da Rede Record: 3 vezes.
  • Marcelo de Carvalho, vice-presidente da RedeTV: 3 vezes;
  • Marcos Vinícius, CEO da Rede Record: 3 vezes;
  • Silvio Santos, dono do SBT: 3;
  • Amilcare Dallevo Jr., presidente da RedeTV: 2;
  • Douglas Tavolaro, CEO da CNN Brasil: 2;
  • Edir Macedo, dono da Record: 2;
  • Marcio Novaes, presidente da Associação Brasileira de Rádio e Televisão: 2.

Leia aqui quem se reuniu com Bolsonaro e quando.

ENCONTROS INFORMAIS COM A MÍDIA

Bolsonaro também teve encontros informais com representantes de mídia. Eis abaixo:

  • 4.jul.2019 – recebeu 12 integrantes do grupo “YouTubers de Direita” –assim também foram chamados em agenda oficial. O encontro foi realizado por intermédio da senadora Soraya Thronicke (PSL-MS).

Youtubers foram recebidos pelo presidente Jair Bolsonaro no Palácio do PlanaltoMarcos Corrêa/Planalto – 4.jul.2019

  • 10.out.2019 – visitou a sede do jornal Estado de S. Paulo, na capital paulista. No encontro, Bolsonaro falou em “casamento com o jornal” e recebeu de presente, emolduradas, as palavras cruzadas feitas por ele e publicadas no jornal de 1971 a 1976.

Bolsonaro e Francisco Mesquita Neto, diretor-presidente do Grupo EstadoMarcos Corrêa/PR – 10.out.2020

  • 3.fev.2020 – recebeu 1 microfone em sua homenagem da Band. O presidente Jair Bolsonaro diz ser ouvinte da Rádio Bandeirantes desde a década de 1960.

O presidente Jair Bolsonaro recebe o microfone das mãos do presidente da TV Band, Johnny SaadPlanalto – 3.fev.2020

  • 22.jun.2020 – participou do lançamento do canal AgroMais, da TV Band.

Bolsonaro no lançamento do canal Agro Mais, da TV Band. Na foto, Johnny Saad discursaMarcos Corrêa/Planalto – 22.jun.2020

  • 25.nov.2020 – visitou a redação da CNN Brasil, localizada na Avenida Paulista, em São Paulo. Foi recepcionado por executivos de jornalismo da emissora, que lhe mostraram as instalações que mantêm a canal por assinatura no ar desde março de 2020.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, e Douglas Tavolaro, CEO e sócio-fundador da emissora (à esq.)Alan Santos/PR – 25.nov.2020

Segundo a CNN, a conversa foi pautada por temas políticos, econômicos e sociais, além de abordar os planos do Executivo para 2020 e 2021. Dentre os membros da emissora presentes no encontro, estavam o CEO e sócio-fundador, Douglas Tavolaro, e o diretor de Jornalismo, Américo Martins.

O fundador do SBT está isolado em sua residência como precaução em relação à pandemia da covid-19. Silvio está no grupo de maior risco da doença por conta de sua idade avançada. Mesmo assim, tanto ele quanto Bolsonaro não utilizavam máscaras. O mandatário já contraiu o coronavírus, mas já há caso comprovado de reinfecção no país.

 

 

REUNIÕES COM JORNALISTAS

Desde janeiro de 2019, Bolsonaro também recebeu 7 jornalistas individualmente no Planalto, em 14 ocasiões, não necessariamente para dar entrevista. Alexandre Garcia (ex-Globo e hoje youtuber solo) foi quem mais reuniu-se com o presidente: 6 vezes. Em seguida estão Heraldo Pereira (2) e Ratinho (2).

Em 2020, Bolsonaro se afastou e houve uma redução nos encontros com a mídia. Só recebeu Garcia –que participou da reunião de escolha de Regina Duarte para a Cultura– e Orlando Brito (Os Divergentes), fotógrafo agredido em ato pró-governo.

CÁFÉS COM JORNALISTAS

Em 2019, Bolsonaro ofereceu 7 cafés da manhã para integrantes da mídia no Palácio do Planalto. Recebeu 114 repórteres, colunistas, editores e apresentadores. É 1 recorde em relação a todos os presidentes da República anteriores.

Nos encontros, os jornalistas não puderam gravar o áudio nem fazer imagens, mas foram liberados a fazer anotações sobre o que foi dito. O Planalto grava tudo, em áudio e vídeo. As imagens são divulgadas depois.

Eis a data de cada 1 dos eventos:

Com o aumento no conflito com a mídia, o presidente não promoveu encontros em grupo com os jornalistas em 2020.

Poder360 preparou 1 infográfico com os principais dados sobre os cafés já realizados. Diferentemente do que acontece com as entrevistas exclusivas, o Grupo Globo até então foi o que mais teve profissionais convidados pelo presidente. Foram 20 profissionais de diferentes veículos do grupo:

Além do café da manhã com jornalistas, em 22 de agosto de 2019, o presidente reuniu-se com 50 pessoas ligadas a associações e a veículos de mídia da região Sul no Palácio do Planalto. O encontro foi organizado pela Acaert (Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão).

O presidente Jair Bolsonaro em café da manhã com 50 pessoas ligadas a associações e a veículos de mídia da região SulMarcos Corrêa/Planalto – 22.ago.2019

Em 2020, o presidente também realizou uma audiência em 7 de outubro com representantes de mídia do Grupo RIC, da Rede Pampa de Comunicação, do Grupo Massa, do Grupo ND de Comunicação e sindicatos e associações do Rio Grande do Sul. O ministro das Comunicação, Fábio Farias, estava presente.

Audiência do presidente Jair Bolsonaro e o ministro Fábio Faria com executivos de mídia do Rio Grande do Sul (Marcos Corrêa/PR

Audiência do presidente Jair Bolsonaro e o ministro Fábio Faria com executivos de mídia do Rio Grande do Sul (Marcos Corrêa/PR

Eis quem participou:

  • Marcello Corrêa Petrelli, presidente Executivo do Grupo RIC Santa Catarina;
  • Alexandre Gadret, presidente da Rede Pampa de Comunicação;
  • Ana Paula Schmidt Melo, presidente do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de Santa Catarina;
  • Antônio Cioni, diretor de Comunicação do Grupo Massa;
  • Christina Gadret, diretora-geral da Rede Pampa e Presidente do Sindicato das Empresas de Rádio e TV do Rio Grande do Sul;
  • Eduardo Petrelli, diretor-operacional do Grupo RIC de Comunicação – PR;
  • Gabriel Massa presidente do Grupo Massa;
  • Leonardo Petrelli Neto, presidente Executivo do Grupo RIC de Comunicação – PR;
  • Mario José Gonzaga, diretor de Marketing do Grupo ND de Comunicação – SC;
  • Marise Westphal Hartke, ex-presidente do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de Santa Catarina e ex-presidente da Associação Catarinense das Emissoras de Rádio e Televisão;
  • Ranieri Bertoli, ex-presidente da Associação Catarinense das Emissoras de Rádio e Televisão;
  • Silvano Silva, presidente da Associação Catarinense das Emissoras de Rádio e Televisão.

Poder 360

Bolsonaro deu 135 entrevistas exclusivas desde a posse; Jovem Pan é a mais atendida

O presidente Jair Bolsonaro concedeu 135 entrevistas exclusivas desde que assumiu o Planalto, em 1º de janeiro de 2019. Apesar de ser crítico à imprensa, falou a 54 veículos de comunicação e 7 canais no YouTube. No total, 91 pessoas tiveram a oportunidade de entrevistá-lo com exclusividade.

A TV é o canal de comunicação predileto do presidente. Foram 72 entrevistas a programas e telejornais do Brasil e de outros países. Em seguida, o presidente falou mais a emissoras de rádios: 34 vezes até 21 de dezembro de 2020.

Os dados são de levantamento produzido pelo Poder360 com base na agenda do presidente e divulgações das entrevistas na mídia.

Em 2020, a Jovem Pan tornou-se o veículo a favorito de Bolsonaro. A emissora de rádio, que só havia entrevistado o presidente duas vezes em 2019, chegou à marca de 28 exclusivas com Bolsonaro.

Os apresentadores e comentaristas do programa “Os Pingos nos Is”, da Jovem Pan, entrevistaram o presidente 25 vezes em 2020. Dessas, 23 foram durante a tradicional live do presidente realizada nas quintas-feiras, as quais o veículo passou a transmitir ao vivo no YouTube. As outras duas entrevistas foram por telefone. O chefe do Executivo também falou uma ao programa “Pânico” da emissora.

“Vão lá escutar o finalzinho agora do ‘Os Pingos nos Is’. O Augusto Nunes e sua equipe, eles fazem sempre uns comentários que são muito bem-vindos e esclarecedores. Quando a gente tem alguma falha aqui [sobre o que foi dito na live], eles corrigem lá. A intenção [do programa ‘Os Pingos nos Is’] é sempre corrigir, fazer críticas construtivas e também elogiar, que eles têm elogiado bastante a nossa live”, disse o presidente no fim da transmissão em 10 de dezembro.

Augusto Nunes, jornalista da Jovem Pan que só havia entrevistado o presidente duas vezes em 2019, fechou 2020 com 27 exclusivas com Bolsonaro. Seus colegas no “Os Pingos nos Is” vêm em seguida no ranking: José Maria Trindade (25); Vitor Brown (23); Guilherme Fiuza (21). Depois, José Luiz Datena (11), da Band; Leandro Magalhães (10), da CNN; e Tiago Nolasco (7), da TV Record, foram os que mais entrevistaram.

Saiba quem mais entrevistou Bolsonaro nestes 2 anos de governo por meio de comunicação:

Em 2020, Bolsonaro concedeu 12,5% entrevistas a menos que no mesmo período de 2019. Foram 63 entrevistas exclusivas em 2020 –9 a menos que em 2019

Depois da Jovem Pan, o 2º veículo que teve mais acesso ao presidente em 2020 foi a CNN. O jornalista Leandro Magalhães conseguiu 10 exclusivas com Bolsonaro. Nem todas as entrevistas foram em vídeo ou por telefone e exibidas na TV. Foram informações que o jornalista noticiou com exclusividade após falar por algum meio com o presidente.

 

 

Record e o SBT, emissoras que mais tiveram acesso a Bolsonaro em 2019, reduziram significativamente o número de acesso ao chefe do Executivo. A emissora do bispo Edir Macedo o entrevistou 3 vezes, enquanto a empresa de Silva Santos, apenas duas.

A TV é a plataforma para qual o presidente mais falou: 72 vezes, sendo 27 em 2020. Porém, devido à Jovem Pan, as entrevistas a rádios dispararam em 2020. Passaram de 5 em 2019 para 29 no ano passado.

A última entrevista concedida pelo presidente não foi a um jornalista. Foi ao seu próprio filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). O político tem um canal no YouTube e entrevista autoridades do governo.

Na conversa, realizada no Palácio da Alvorada, Eduardo não chama Bolsonaro de pai, somente de “presidente“.

Assista (46min46seg):

 

 

Além das entrevistas exclusivas a veículos, em 7 de julho, quando anunciou que foi diagnosticado com covid-19, o presidente só permitiu a entrada da TV Brasil, da CNN e da Record no Palácio da Alvorada.