Dona do Google fecha 2021 com US$ 76 bilhões de lucro

 

A Alphabet, dona do Google, fechou o ano de 2021 com receita de US$ 257,637 bilhões (41% superior a 2020) e lucro líquido de US$ 76,033 bilhões (alta de 89% com relação ao ano anterior). O valor foi impulsionado pela venda de publicidade e pelo crescimento do Google Cloud, serviço de armazenamento em nuvem. Eis a íntegra(123 KB) dos resultados divulgados na 3ª feira (1º.fev.2022).

No 4º trimestre de 2021, a empresa teve lucro líquido de US$ 20,642 bilhões. O valor é 35,5% superior ao registrado no mesmo período de 2020. O lucro por ação ficou em US$ 30,69, superando os US$ 22,30 do último trimestre de 2020. A receita da Alphabet foi de US$ 75,325 bilhões nos últimos 3 meses do ano passado, 32% acima do registrado no mesmo período de 2020.

Ruth Porat, CFO da Alphabet, afirmou que o crescimento da receita reflete “a ampla força dos gastos de anunciantes e a forte atividade on-line do consumidor, bem como o crescimento contínuo e substancial da receita do Google Cloud”.

As receitas obtidas com venda de publicidade cresceram no 4º trimestre de 2021 em comparação com o mesmo período do ano anterior. No YouTube, passaram de US$ 6,885 bilhões para US$ 8,633 bilhões –crescimento de 25,4%. No Google, de US$ 46,199 bilhões para US$ 61,239 bilhões –alta de 35,5%.

O Google Cloud teve faturamento de US$ 5,54 bilhões no último trimestre do ano passado, alta de 44,6% em relação ao mesmo período de 2020.

Sundar Pichai, CEO da empresa, também destacou o crescimento da venda de publicidade a falou dos investimentos em tecnologias de inteligência artificial. Segundo ele, esses produtos criam “experiências extraordinárias e úteis para pessoas e empresas”.

AÇÕES

A Alphabet informou que o Conselho de Administração aprovou o desdobramento de ações de 20 por um. A medida ainda precisa do aval dos acionistas. Se aprovado, o desdobramento será feito na forma de dividendo de ações especial único em cada ação da classe A, classe B, e ações classe C.

Cada um dos acionistas receberá, depois do fechamento dos negócios, dividendo de 19 ações adicionais da mesma classe das que já obtinha.

Fonte: Poder 360

Auxílio Brasil: governo divulga calendário de condicionalidades

O Ministério da Cidadania divulgou as datas dos acompanhamentos das condicionalidades de saúde e educação para o recebimento do Auxílio Brasil em 2022. A permanência das famílias no programa social é condicionada a exigências como frequência escolar de crianças e jovens e acompanhamento médico.

Segundo o governo federal, “o objetivo das condicionalidades do Programa é garantir a oferta das ações básicas, e potencializar a melhoria da qualidade de vida das famílias e contribuir para a sua inclusão social”.

O calendário foi publicado na edição desta 4ª feira (2.fev.2022) do Diário Oficial da União. Eis a íntegra (72 KB).

SAÚDE

Famílias beneficiárias do Auxílio Brasil deverão ter acompanhamento médico para permanecer no programa. O Ministério da Saúde é o órgão responsável pelo acompanhamento e pela fiscalização do cumprimento da condicionalidade de saúde.

De acordo com as regras divulgadas pelo governo, a agenda do Auxílio Brasil no SUS(Sistema Único de Saúde) inclui:

  • observância do calendário nacional de vacinação instituído pelo Ministério da Saúde”;
  • acompanhamento nutricional de crianças com menos de 7 anos;
  • pré-natal de gestantes.

São realizadas duas consultas por ano (uma por semestre) para atestar a elegibilidade:

EDUCAÇÃO

Ao MEC (Ministério da Educação) cabe acompanhar o cumprimento dos critérios da área de educação. Da mesma forma que com a saúde, o descumprimento impacta o benefício da família.

Entre as exigências está a frequência escolar mínima:

  • de 60% para beneficiários de 4 e 5 anos;
  • de 75% para beneficiários de 6 a 15 anos;
  • de 75% para beneficiários de 16 a 20 anos incompletos matriculados na educação básica.

Eis o calendário de coleta e registro dos dados pelo MEC:

DESCUMPRIMENTO

A instrução normativa também estipula datas para os casos em que as condicionalidades foram descumpridas em 2021 e para recursos:

De acordo com o texto, as datas “poderão sofrer alterações em decorrência da situação de pandemia provocada pela Covid-19”.

Fonte: poder 360

Senador incluirá corte no imposto do diesel em texto do ICMS

O relator dos projetos sobre preços de combustíveis no Senado, Jean Paul Prates(PT-RN), afirmou na 3ª (1º.fev.2022) que incluirá no texto que mexe no ICMS uma autorização para que o governo reduza ou zere impostos federais sobre o diesel.

A ideia do líder da Minoria no Senado é ganhar tempo e evitar a “confusão” –segundo ele– que o Executivo poderia gerar com uma 3ª proposta. “É uma oferta. Pode não ser aceita. Pode ser que o governo assim mesmo possa atropelar com uma PEC”, disse.

Em live do banco Credit Suisse na 3ª, o ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu a ideia do governo de apresentar uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) para cortar impostos federais sobre o diesel. Custo anual: até R$ 20 bilhões.

Um dos textos sob relatoria de Prates cria uma conta de compensação para o governo acionar em períodos de alta dos preços. O outro muda a cobrança de ICMS para um valor em reais por metro cúbico ou por litro, reajustado com intervalo de 6 em 6 meses — segundo a versão que o senador pretende apresentar na volta do Senado às atividades.

Hoje, a periodicidade dos reajustes é quinzenal e a alíquota do ICMS sobre combustíveis é uma porcentagem do preço final.

Em entrevista a jornalistas, o senador petista disse que os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), discutiriam os projetos em reunião sobre as pautas do Congresso na volta do recesso, a partir desta 4ª (2.fev).

O PLP 11/2020, que muda a cobrança de ICMS sobre combustíveis, teve origem na Câmara e, como deve sofrer mudanças no Senado, terá de voltar para análise dos deputados. Já o PL 1.472/2021, da conta de compensação, teve origem na Casa Alta e, se aprovado, também seguirá para a Câmara.

Governadores

Prates diz que não há “entraves”, e, sim, “dúvidas” dos governadores sobre o projeto do ICMS. As perguntas são, em geral, sobre perdas de arrecadação.

Os chefes de Executivos estaduais aceitam conversar sobre mudanças sobre o imposto, desde que acompanhadas de outras medidas como a conta de compensação. Também chamam a Petrobras a participar da discussão.

Além de fazer um meio-campo na conturbada relação do presidente Jair Bolsonaro (PL) e seu governo com os governadores, Prates tem conversado atores do mercado de combustíveis e representantes de consumidores.

Entenda os projetos

Atualmente, cada Estado estipula sua alíquota de ICMS. Esse percentual incide sobre a média dos preços de cada combustível no Estado, calculada a cada 15 dias.

O projeto aprovado pela Câmara determina que os Estados estabeleçam um valor fixo anual a ser cobrado de ICMS por litro ou metro cúbico de combustível vendido.

Também fixa um teto para essa tarifa: não pode ser maior que seria a alíquota de ICMS aplicada sobre a média do preço do combustível nos 2 anos anteriores no Estado.

Ou seja: se um Estado tem ICMS de 20% para a gasolina, e o litro do produto custou em média R$ 5 nos 2 anos anteriores, a tarifa do ano será de no máximo R$ 1 por litro.

Prates quer fazer ajustes tanto no tempo de apuração da média do preço de combustível que definirá o teto para o valor do ICMS quanto na periodicidade do reajuste.

Propõe que se considere a média do preço do combustível nos últimos 6 meses, fazendo o reajuste do valor fixo depois desse mesmo intervalo.

Se aplicar 2 anos, vai pegar 2 anos de alta dos preços e congelar isso [como referência do valor do ICMS] para frente”, afirmou. “Perpetua para frente um passado muito longo.

Conta de compensação

Já o PL 1.472, aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos do Senado no início de dezembro, aponta uma série de fontes de receitas para o governo federal custear um programa de estabilização dos preços cobrados pelas refinarias e importadores de combustíveis das distribuidoras.

Na versão original do texto, a principal fonte seria um imposto sobre a exportação de petróleo. Ao assumir a relatoria, Prates desidratou esse ponto e priorizou fontes de recursos beneficiadas pela alta do dólar e dos preços internacionais de combustíveis:

  • dividendos da Petrobras devidos à União;
  • participações especiais da União em partilhas e concessões de exploração;
  • royalties do petróleo;
  • reservas internacionais do Banco Central.

Segundo o senador, os ministérios de Minas e Energia e da Economia deverão estabelecer metas para a redução dos preços de cada combustível e colocar dinheiro suficiente em uma conta de compensação abastecida por essas fontes.

“[O governo vai] bancar a diferença entre o que o mercado vai pagar para o refinador ou para o importador e o preço que vai ser pago pelo consumidor final no Brasil. Como se fosse uma espécie de subsídio ao consumidor, não necessariamente ao produtor”, explica.

Ou seja, refinarias e importadores terão de se qualificar, uma vez que comprovarem os preços praticados à ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), para receber uma espécie de bônus.

Fonte: Poder 360.

EUA incluem Brasil em lista de destinos de risco para covid

O CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos) incluiu o Brasil na lista de países com risco “muito alto” para a covid-19. Em comunicadoemitido na 2ª feira (31.jan.2021), o órgão de saúde contraindicou viagens de cidadãos norte-americanos para o país.

Além do Brasil, outras 11 localidades foram incluídas na lista de risco. São elas: Anguila, Chile, Equador, Guiana Francesa, Kosovo, México, Moldova, Paraguai, São Vicente e Granadinas, Cingapura e Filipinas.

Ao todo, os EUA desaconselham viagens para 128 países e territórios consideradas de alto risco para o contágio de covid-19.

CLASSIFICAÇÃO

Autoridades de saúde dos EUA usam um sistema de 4 níveis para classificar os destinos internacionais quanto ao risco de exposição ao coronavírus:

  • nível 1 – risco baixo: a recomendação é estar totalmente vacinado antes de viajar;
  • nível 2 – risco moderado: quem não estiver vacinado e for paciente de risco para a covid deve evitar viagens não essenciais;
  • nível 3 – risco alto: todos os cidadãos norte-americanos devem evitar viagens não essenciais a esses países;
  • nível 4 – risco muito alto: pessoas são orientadas a não viajar.

Para elaborar as recomendações, o CDC usa dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) e outras fontes oficiais. As localidades que não divulgam dados são classificadas como de nível 4.

COVID NO BRASIL

O Ministério da Saúde confirmou 284 novas mortes por covid-19 no Brasil na 2ª feira (31.jan). Foram registrados 77.947 novos casos de covid nas últimas 24h no país.

A média móvel de mortes voltou a ficar acima de 200 nesta semana depois de mais de 40 dias abaixo da média. A curva apresenta tendência de alta com uma variação de 253% em relação há duas semanas.

A média móvel de casos indica 185.593 registros por dia, maior número desde o começo da pandemia. Os dados mostram uma tendência de alta com uma variação de 174% em relação a duas semanas atrás. A alta vem sendo registrada desde o dia 30 de dezembro de 2021.

Hoje, o Brasil ocupa a 12ª posição do ranking mundial de mortes por milhão de habitantes, com 2.940. A lista é liderada pelo Peru, com 6.160 mortes por milhão.

Fonte: Poder 360

Novo presidente da OAB critica negacionismo, vê ‘câncer’ em fake news e cobra eleição ‘limpa e justa’

Eleito como candidato único para um mandato de três anos, o advogado José Alberto Simonetti, 43 anos, do Amazonas, toma posse nesta terça-feira (1º) como sucessor de Felipe Santa Cruz na presidência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Beto Simonetti, como é conhecido no meio jurídico, foi eleito nesta segunda (31) com 77 votos favoráveis, dois brancos e um voto nulo.

Formado em direito pela Universidade Nilton Lins e pós-graduado em direito penal e em processo penal pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Simonetti diz defender a vacinação como forma de conter a expansão da Covid e se coloca como defensor da ciência e crítico do negacionismo.

“Defender a ciência é defender a Constituição e se posicionar contra o negacionismo”, afirmou. “Está provado que a vacina é o caminho da salvação”.

Simonetti se posiciona “ferrenhamente” a favor da liberdade de expressão, mas classifica as chamadas “fake news” como um “câncer para a democracia brasileira”.

O novo presidente da OAB afirmou que a entidade terá um observatório para o acompanhamento das eleições e que pretende obter de candidatos à Presidência em 2022 o compromisso de uma disputa limpa e justa.

“Todas as vezes e cada vez que alguma instituição brasileira e os poderes recebam críticas ou ataques que extrapolem a liberdade de expressão – não com isso querendo tolher a liberdade de expressão, porque é algo que eu defendo ferrenhamente – a OAB se posicionará em prol da defesa dos poderes e das instituições em geral como forma de cumprir o seu papel institucional e o seu papel histórico.”

“Vivemos uma democracia madura. Passou um período de transição desde a redemocratização do Brasil. Essa Constituição Cidadã de 1988 repaginou a democracia brasileira. Portanto, eu não acho que o Brasil corra riscos de retrocesso. É claro que há alguns excessos aí – e não sou eu que digo isso, a sociedade sente – que há excessos de todos os lados. Nós vivemos infelizmente um momento muito turbulento, muito truculento da nossa história. Mas eu não acredito num retrocesso, de verdade.”

“O líder de qualquer nação – para que ele possa conduzir bem a nação e liderar o país – tem que ter equilíbrio. E não estou falando que há um desequilíbrio. Não estou aqui imputando a ninguém desequilíbrio, que fique muito claro. Mas eu acho que para cumprir bem o papel de líder, não só da nação, mas qualquer líder, há de ser ponderado.”

“O STF é um tribunal em que temos 11 entidades. São 11 ministros que se atêm à Constituição. Quem se atém à Constituição não erra. As soluções para os problemas estão nela. Por mais que seja antipática a decisão tomada pelo Supremo, eles estão se atendo ao cumprimento irrestrito da Constituição.”

“Ninguém é procurador-geral da República à toa. Eu acho que o procurador-geral, doutor Augusto Aras, é alguém muito preparado, competente, e sobretudo responsável. Portanto, tem ampla legitimidade para representar a PGR neste país. Chega com a legitimidade da aprovação do Congresso Nacional e acredito que seja um homem atento às responsabilidades do cargo.”

“Fake news são um câncer para a democracia brasileiro. Fake news vieram para ludibriar, enganar, fazer movimentos na sociedade de forma a mudar a opção de voto, opções ideológicas. Então, eu acho que o combate às fake news nós temos que fazer sim. Nós temos que fazer, sim, um trabalho preventivo com comprometimento de todos esses que pretendem ou almejam de alguma forma serem eleitos para cargos nas próximas eleições.”

“A Ordem terá um observatório para as eleições, composto por grandes nomes da advocacia brasileira, e nós faremos certamente uma proposta de combate preventivo às fake news, colhendo inclusive dos candidatos – especialmente aqueles que se candidatarem à presidência da República – o compromisso de um pleito equilibrado, de um pleito não agressivo, de um pleito sem propagação de fake news e que seja limpo, justo e honesto, de forma que o povo brasileiro possa exercer a cidadania no voto, sem ser governado por qualquer notícia falsa que leve a mudar o futuro da escolha de nossas lideranças políticas.”

“A prisão em segunda instância é um retrocesso diante do cenário processualístico penal brasileiro. Hoje, nós temos a competência do Congresso e quem legisla é o Congresso. Nós temos normas vigentes que não foram revogadas. Tirar daquele que é acusado o direto de recorrer até sua última instância e ter contra si declarada sentença condenatória transitado em julgado, eu acho que isso é retrocesso. Defendo a manutenção da possibilidade [de recurso], em respeito à Constituição, que fala em presunção de inocência.”

“Defendo de forma intransigente a saúde, o direito a saúde e eu escolho a ciência. Ouvi grandes especialistas do Brasil que asseguram que a vacina é eficaz para as crianças. Defendo e pretendo que essa nova gestão defenda também a saúde. Defender neste caso a ciência é defender a Constituição e se posicionar contra o negacionismo. Nós temos presenciado no Brasil que o que tem salvado vidas é o protocolo vacinal. Está provado que a vacina é o caminho da salvação, caminho para que possamos suplantar essa tragédia. Sou contra o negacionismo, defensor da ciência e da Constituição.”

“Sou peremptoriamente defensor da liberdade de imprensa. A regulação da mídia vejo com muitas cautelas. Eu tenho que ser contundente nisso: você calar a mídia é desinformar a sociedade. Essa é uma pauta que, se nos for trazida, a Ordem embarcará, sem sombra de dúvidas, para defender as liberdades. Vivemos em um país mais livre. Queremos que seja cada dia mais livre. Sou contra a regulação da mídia.”

“A nova Lei de Abuso de Autoridade criminaliza a violação de prerrogativas. Ela é uma própria ação para a advocacia, para o livre exercício da advocacia. Traz independência, mais independência ao advogado nos seus atos, nas suas falas, nas suas petições. Tudo isso nasce com todos os fatos que nós presenciamos inclusive na história recente, de desrespeito a advogados e advogadas brasileiras. Portanto eu considero um grande avanço da legislação.”

“Os critérios de aprovação de novos cursos não atendem ao ideal. A Ordem quer ter maior protagonismo nisso. Já fomos ao MEC e não fomos ouvidos. Queremos quarentena dos novos cursos de direito, como foi nos cursos de medicina. Hoje nos manifestamos como órgão de passagem quanto à criação de novos cursos, e alertamos quanto à incapacidade de 99% dos cursos que são aprovados. Há de haver uma reformulação nos critérios de concessão de novos cursos. Queremos participar para colaborar.”

“Não acho que há exagero, ao passo que temos legislação que prevê determinados recursos. É obrigação do advogado, que tem que usar todos os mecanismos legais para que possa reverter condenação considerada injusta. Não há exagero, pelo contrário. Advogado que exerce a amplitude da defesa, independentemente da quantidade de recursos, está cumprindo com brilhantismo seu mister.”
Fonte: g1