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Programa de incubação do Metrópole Parque abre inscrições para novas startups

O Parque Tecnológico Metrópole Digital (Metrópole Parque) abriu um novo ciclo de inscrições para seu programa de incubação e pré-incubação de empresas. O processo segue com formação de ciclos de avaliação até 28 de dezembro, oferecendo oito vagas, todas na modalidade remota (não residente).

A seleção segue as diretrizes do Edital Nº 01/2025. As inscrições podem ser realizadas mediante formulário on-line disponível no site do Metrópole Parque. Após o preenchimento, será gerada uma Guia de Recolhimento da União (GRU), com taxa de R$ 100.

Para a etapa de pré-incubação, podem se inscrever empreendedores que ainda não possuam empresas formalizadas e que tenham um protótipo funcional com potencial para se tornar um negócio de tecnologia de informação.

Já na etapa de incubação, podem se inscrever empresas formalizadas que possuam produto ou serviço em fase de comercialização no mercado. As startups também devem apresentar produtos ou serviços inovadores na área de TI, comprovando faturamento.

Uma vez selecionados, os empreendedores passam a integrar o programa de incubação do Metrópole Parque. A associação não residente garante o acesso, de maneira remota, aos benefícios da

incubadora, como consultorias, assessorias e suporte técnico, não abrangendo a instalação física da empresa na sede do Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN).

Seleção

O processo é organizado em ciclos de avaliação. Após a confirmação do pagamento da primeira inscrição, será iniciado um prazo de 15 dias corridos para que novos projetos submetidos sejam avaliados em conjunto no respectivo ciclo de avaliação, respeitando o limite de vagas de cada etapa do programa.

As propostas inscritas passarão por duas etapas: análise documental e avaliação da proposta. Na primeira, será verificado se os candidatos atendem aos requisitos do edital. Já na segunda, uma comissão de especialistas analisará a formação e a disponibilidade dos empreendedores, além do potencial de mercado da solução ou negócio apresentado.

Para mais informações, acesse o edital completo no site do Metrópole Parque.

Extremoz busca parceria com Agência Espacial Brasileira para fomentar ciência e tecnologia entre jovens

A Prefeitura de Extremoz, por meio da Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer, realizou nesta quinta-feira (21) uma visita ao Centro Vocacional Tecnológico (CVT), unidade da Agência Espacial Brasileira (AEB). A comitiva foi acompanhada por Paula Santos, que presta assessoria técnica à pasta, e contou também com a presença do subsecretário de Juventude, Marcos Filho.

O CVT é um espaço inovador dedicado à ciência, tecnologia e exploração espacial, com atividades que exploram planetas, foguetes, satélites e outros elementos do universo. O ambiente foi criado para aproximar os jovens do conhecimento científico, despertando a curiosidade e incentivando vocações na área da tecnologia.

Segundo a Secretaria, iniciativas como essa são fundamentais para fortalecer a educação e preparar a juventude para os desafios do futuro.

“Essa visita foi extremamente importante para que possamos construir parcerias que tragam oportunidades reais para nossos jovens. A ciência e a tecnologia são áreas estratégicas, que abrem portas para novas gerações e contribuem para o desenvolvimento do nosso município”, destacou o subsecretário Marcos Filho.

A visita reforça o compromisso da Prefeitura em promover educação de qualidade, aliada à inovação e à geração de novas oportunidades para os jovens de Extremoz, alinhando o município às tendências globais de conhecimento e tecnologia.

Parnamirim e FIERN debatem projeto para transformar antigo aeroporto em polo de inovação tecnológica

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN) e a Prefeitura de Parnamirim serão parceiros na criação do Parque Tecnológico Parnamirim Aeroporto Digital. Nesta semana o presidente da FIERN, Roberto Serquiz, recebeu a prefeita Nilda Cruz e secretários municipais, na Casa da Indústria, para uma reunião sobre o projeto, que busca transformar o antigo aeroporto da cidade em um polo de inovação.

De acordo com Serquiz, o Sistema FIERN tem muito a contribuir com o projeto. “Temos um cenário de diversos projetos e atividades com ligação direta com o mundo digital, sobretudo em um momento de transição da indústria 4.0 para a indústria 5.0, com inteligência artificial e os potenciais que essas tecnologias podem integrar a esse projeto.”

O presidente da FIERN destacou o trabalho do Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER) em pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias para a indústria, bem como o trabalho do SESI-RN com robótica educacional. “A proposta do parque tecnológico está dentro do nosso escopo de missão, portanto aceitamos o convite e vamos participar desse trabalho preliminar de planejamento e evoluir, sempre pensando naquilo que for realmente beneficiar e promover a nossa indústria.”

A prefeita de Parnamirim, Nilda Cruz, ressalta a importância da parceria com a FIERN para o sucesso do projeto. “Foi uma reunião muito importante, um pontapé inicial para fortalecer a parceria com a Federação das Indústrias para aliar a tecnologia com ideias inovadoras e empreendimentos que venham fortalecer a geração de emprego e renda na nossa cidade.”

O secretário de Planejamento de Parnamirim, Kelps Lima, explica que o projeto ainda está em planejamento e a expectativa da prefeitura é unir diversos parceiros para enriquecer os trabalhos. “A expectativa é formatar o projeto, criar um grupo de trabalho para conhecer outros parques semelhantes e consolidar um plano de negócios”, completa.

No último mês de maio, a Prefeitura de Parnamirim e a Aeronáutica assinaram uma parceria para a criação do parque tecnológico. A ideia é reunir startups, centros de pesquisa, empresas de tecnologia e instituições de ensino, com ênfase em soluções ligadas à área aeronáutica — aproveitando a vocação histórica do município.

Também participaram do encontro o diretor 1º tesoureiro da FIERN, Djalma Júnior; o diretor 2º tesoureiro, Airton Torres; o diretor 2º secretário, Etelvino Patrício; a coordenadora de Relações Institucionais e com o Mercado da FIERN, Ana Adalgisa Dias; a superintendente do SESI-RN, Danielle Mafra; a secretária de Educação de Parnamirim, Eliza Brito; e o ex-presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), Carlos Moura.

Kelps abre caminho para Prefeita Nilda implantar o Parque Tecnológico de Parnamirim

O secretário de Finanças de Parnamirim, Kelps Lima, mais uma vez demonstra visão inovadora na gestão pública ao apresentar à prefeita Nilda Cruz o projeto do Polo Tecnológico do município. A proposta representa um avanço estratégico para o desenvolvimento local, criando as condições necessárias para a instalação de startups, centros de pesquisa, empresas de base tecnológica e instituições de ensino.

O projeto, idealizado por Kelps e prontamente acolhido pela prefeita Nilda e demais parceiros institucionais, está voltado especialmente para a inovação no setor aeronáutico, área em que Parnamirim já possui tradição e vocação natural. Além disso, outras áreas do conhecimento e da tecnologia também terão espaço no polo, fomentando um ambiente voltado à criatividade, geração de empregos qualificados e transformação social.

A iniciativa marca um passo ousado e necessário rumo ao fortalecimento da economia local por meio da ciência, tecnologia e inovação. A prefeita já oficializou o início de uma nova etapa para o município, simbolizando uma ponte entre o passado glorioso e o futuro promissor.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Parnamirim ficou conhecida mundialmente como o “Trampolim da Vitória”, ponto estratégico das operações militares aliadas. Agora, esse mesmo solo histórico se prepara para sediar um centro de excelência em tecnologia e conhecimento. A condução desse novo momento ficará a cargo do secretário Kelps Lima, que assumiu o compromisso de liderar com empenho e responsabilidade a implantação do Polo Tecnológico da cidade.

PARNAMIRIM E AERONÁUTICA FIRMAM PARCERIA HISTÓRICA PARA INSTALAÇÃO DE PARQUE TECNOLÓGICO NO ANTIGO AEROPORTO

Em uma reunião concorrida na Base Aérea de Parnamirim, a prefeita Professora Nilda firmou, nesta sexta-feira (09/05), uma parceria estratégica com a Aeronáutica para a criação do Parque Tecnológico Parnamirim Aeroporto Digital, no espaço do antigo aeroporto da cidade. O projeto representa um passo ousado rumo ao desenvolvimento econômico e à inovação em Parnamirim.

Ao lado da comandante da Base Aérea e do secretário de Planejamento, Kelps Lima — que coordena a iniciativa —, a prefeita oficializou o início de uma nova etapa para o município, conectando passado e futuro. Durante a Segunda Guerra Mundial, a cidade ganhou destaque mundial como o “Trampolim da Vitória”, ponto estratégico das operações militares aliadas. Agora, a mesma base histórica se prepara para abrigar um polo de tecnologia e conhecimento.

 

“Estamos dando um passo firme e ousado rumo ao futuro. Nosso sonho é fazer com que o nome de Parnamirim volte a ecoar no mundo, agora como uma cidade inteligente, inovadora e conectada às novas economias”, declarou a prefeita Nilda.

A parceria prevê o uso planejado da área para a instalação de startups, centros de pesquisa, empresas de tecnologia e instituições de ensino — com destaque para projetos voltados à inovação na área aeronáutica, aproveitando a vocação natural da cidade e sua relação histórica com a aviação. Startups de outras áreas também farão parte do ambiente, que será voltado à criatividade, à geração de emprego e à transformação social.

Também participaram da reunião o Coronel Sérgio Roberto Rodrigues Silva, comandante do Esquadrão de Comando; o Capitão Burton Monteiro de Gois Júnior, assessor de Relações Institucionais da BANT; e o Tenente-Coronel Eduardo Maia Arantes, presidente do Grupo de Trabalho Via Verde.

Agência Ratts Ratis lança Pickleball no RN com total sucesso

A estratégia de lançamento da rede de arenas Pickleball Center, planejada pela agência Ratts Ratis, foi um sucesso. Os mais de 1 milhão de views, mais de 400 leads qualificados gerados e 23 mil visitas em apenas 14 dias, tiveram como resultado uma alta demanda e procura pelo novo esporte. Antes mesmo da inauguração, já tinham 140 alunos pre-matriculados, e todos o horários de degustação projetados lotaram, da segunda (14) até a segunda seguinte (21), abrindo todos os dias do feriadão, com quadras lotadas do início ao fim do dia.

O Pickleball é o esporte que mais cresce nos Estados Unidos atualmente, uma mistura de tênis de quadra, tênis de mesa e badminton, praticado em quadras de piso cobertas. É fácil de aprender, envolvente e democrático, ideal para quem busca saúde, lazer e uma experiência social única. A primeira arena da rede Pickleball Center funciona na avenida Amintas Barros, quase na esquina com a avenida Rui Barbosa, por trás da Drogasil. “Recebemos um desafio de Leonardo Melo (foto), o de introduzir o esporte no RN, e pelos números alcançados acho que a Ratts Ratis cumpriu sua missão, mas ainda tem muito trabalho pela frente, e este esporte vai conquistar o norte-rio-grandense” comentou Pedro Ratts, diretor da agência.

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Superbactérias brasileiras: UFRN cria consórcio que “devora” óleo tóxico

A pesquisa, publicada na revista Journal of Hazardous Materials, desenvolveu o consórcio microbiano MC1, formado por quatro espécies de bactérias que atuam de forma complementar, cada uma responsável por enzimas específicas no processo de degradação. A premissa do estudo surgiu para apresentar uma nova alternativa a um dos principais desafios da biotecnologia ambiental: nenhuma espécie de bactéria, sozinha, consegue degradar todos os compostos presentes em uma mistura complexa de hidrocarbonetos.
A pesquisa revelou que o MC1 apresenta um processo de degradação eficiente, com redução significativa do conteúdo de hidrocarbonetos em resíduos industriais e potencial para aplicação em larga escala. Segundo a pesquisadora Lucymara Fassarella, do DBG, os resultados da pesquisa podem orientar futuras estratégias para tratamento e recuperação de ambientes contaminados, inclusive com possibilidades de reutilização da água. 
“O impacto social é significativo, pois a pesquisa oferece uma solução sustentável e econômica para o tratamento de resíduos oleosos, que são altamente tóxicos e prejudiciais ao meio ambiente”, explicou Lucymara, destacando o papel da diversidade microbiana como recurso estratégico na redução da contaminação ambiental.
O diferencial do MC1 está na flexibilidade metabólica. Análises metatranscriptômicas revelaram que o consórcio ativa rapidamente genes ligados à adaptação ao ambiente tóxico e à degradação de compostos perigosos, como benzeno e naftaleno. Um dos genes em destaque, o AlkB — que codifica a enzima Alk1-monooxigenase — apresentou aumento de atividade nas últimas etapas do processo, reforçando a eficiência do consórcio na descontaminação.
De acordo com Lucymara, o próximo passo da pesquisa é aprofundar os estudos sobre as funções das proteínas hipotéticas identificadas e otimizar as condições de cultivo para maximizar a eficiência do consórcio em diferentes tipos de resíduos. Além disso, há interesse em explorar a aplicação do MC1 em escala industrial, abrindo caminho para uma solução mais limpa e sustentável para o meio ambiente.

Meta remove filtros do Instagram; veja o que muda

Os efeitos e filtros de realidade aumentada criados por usuários serão retirados do Instagram na última terça-feira (14). A decisão acontece com o encerramento da plataforma Meta Spark, de ferramentas e conteúdos para terceiros.

O estúdio possibilitava que criadores de conteúdo desenvolvessem filtros personalizados para marcas e projetos pessoais, gerando receita e ampliando o alcance. Diante da atualização, apenas efeitos criados pela própria Meta continuarão disponíveis ao público.

Em agosto, quando a medida foi anunciada, a Meta disse que a decisão faz parte de esforços para priorizar os produtos que “atenderão melhor às necessidades futuras” dos consumidores e clientes empresariais.

“Quando lançamos a plataforma há sete anos, a realidade aumentada era uma novidade para a maioria dos usuários. Desde então, a imaginação, inovação e criatividade de nossa comunidade de criadores de RA expandiram o alcance da tecnologia para centenas de milhões de pessoas nas plataformas da Meta”, mencionou a empresa em nota.

Os usuários do Spark e dos efeitos de realidade aumentada de terceiros poderão continuar utilizando essas ferramentas em nossos aplicativos até esta terça-feira (14). Saiba como salvar os filtros antes da retirada total de efeitos da rede social.

www.diariodorn.com.br

PARCERIA DE SUCESSO: Fest Bossa & Jazz contrata a agência RATTS RATIS

Foto: Divulgação

O renomado Fest Bossa & Jazz contratou a agência Ratts Ratis para tocar o seu marketing e divulgação. O festival tem 15 anos de história e 30 edições realizadas desde 2010, com público somado de mais de 500 mil pessoas e mais de 360 atrações musicais locais, regionais, nacionais e internacionais, em lineups que contemplam estilos como Jazz, Blues, Soul, Choro, Bossa Nova e música instrumental, com acesso gratuito.

A primeira edição do Fest Bossa & Jazz aconteceu em 2010 em Natal/RN e seu contínuo crescimento fez com que este se tornasse um dos mais importantes eventos dentro do calendário cultural anual do Rio Grande do Norte. A partir de 2011 o Festival passou a acontecer também na praia de Pipa e em 2015 tornou-se um circuito chegando até São Miguel do Gostoso e no ano seguinte a Mossoró. O evento foi recentemente reconhecido como Patrimônio Cultural, Turístico Imaterial do Estado do Rio Grande do Norte, por meio da Lei 11.706 de 10/04/2024.

“Contar com a parceria da Ratts Ratis neste momento do Fest Bossa & Jazz é um divisor de águas, afinal a agência é conduzida por um empresário que também é músico, isto faz toda a diferença e nos traz tranquilidade e muita felicidade por ter firmado esta parceria; seja bem-vindo ao Fest Bossa & Jazz Pedro Ratts, pela larga experiência em marketing estratégico que possui e pela criatividade em tudo o que faz” pontuou Juçara Figueiredo, produtora e diretora do festival.

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RATTS RATIS: a agência que mais cresceu em 2024

O ano de 2024 foi um excelente ano para a equipe da agência de marketing e propaganda Ratts Ratis, a agência que mais cresceu no mercado este ano. Além de inaugurar uma nova e bela sede na avenida Rui Barbosa, com o maior estúdio de podcast do mercado, a Ratts Ratis conquistou diversos novos clientes. Entre eles estão a Rede Potiguar de Supermercados, o Pickleball Center, a Mega Cola e todos os hotéis do Grupo Camar: Nanii, 9006, Reserva Madeiro, Premium Flat, Easy Suítes e Uhane Villas.

E a agência voltou a atender o Grupo Pirâmide, que vai lançar três grandes empreeendimentos em 2025. Segundo o diretor da agência, publicitário Pedro Ratts “a nova sede nos trouxe novas energias, atualizamos e aperfeiçoamos nosso formato de atendimento e entrega, e já estamos colhendo os frutos, fechando 2024 como o melhor dos últimos cinco anos na agência” comentou Ratts.

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Câmara de Parnamirim vence premiação de inovação em gestão pública em duas categorias

A Câmara de Parnamirim finaliza 2024 recebendo mais um prêmio: o de inovação em gestão pública. Dois projetos – idealizados por servidores da Casa Legislativa – foram vencedores, em categorias diferentes,  da  2º edição do iNOVARN. A premiação ocorrerá na próxima sexta-feira (13), dentro do 17º Congresso de Gestão Pública do Rio Grande do Norte (CONGESP-RN).

Das três categorias existentes, a Câmara venceu em duas. Em “Ideia”, a Casa Legislativa foi a vencedora com o projeto “Gamificação do Processo Legislativo Brasileiro”. A iniciativa tem o propósito de melhorar a compreensão da sociedade brasileira acerca da importância e atuação do Poder Legislativo, e foi idealizado pelo jornalista Fernando Hippólyto, da Assessoria de Comunicação da Casa Legislativa.

Na categoria “Projeto em Execução”, a Câmara Municipal de Parnamirim foi premiada pelo projeto “Câmara Sustentável”, que reúne diversas ações e iniciativas alinhadas à Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P). Desde 2021, a Casa Legislativa integra essa iniciativa do Ministério do Meio Ambiente (MMA), que visa incentivar a adoção de práticas sustentáveis nas instituições públicas. O projeto foi escrito e é liderado pela administradora Dalliane Pires, do Núcleo de Desenvolvimento Institucional. contando com o apoio direto da equipe e de toda a instituição para sua efetiva implementação.

“Mais uma vez, a Câmara de Parnamirim posiciona-se na vanguarda da modernização legislativa, contribuindo para a eficiência do serviço público e valorização dos servidores efetivos”, ressaltou o Presidente da Casa, Wolney França.

O iNOVARN objetiva reconhecer e incentivar os projetos de inovação desenvolvidos no âmbito da administração pública para promover soluções criativas e eficientes dos problemas públicos, por meio de políticas públicas, e desafios contemporâneos, dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário das esferas estadual e municipal do Rio Grande do Norte. O propósito é desenvolver soluções inovadoras em projetos com instituições do Governo do RN para que o serviço público possa responder com mais eficiência às demandas dos cidadãos.

Foguete lançado do RN leva cartas de jovens estudantes ao espaço

Foguete lançado do RN leva cartas de jovens estudantes ao espaço

A Força Aérea Brasileira (FAB) realizou, na última sexta-feira (29), o lançamento de um foguete suborbital no Centro de Lançamento da Barreira do Inferno, em Parnamirim. O foguete levou mais de mil cartas de estudantes de escolas públicas com sonhos, ideais e aspirações para o futuro.

As mensagens dos estudantes voltarão à Terra depois de cruzar a atmosfera e ficarão depositadas no Oceano Atlântico. A iniciativa deu oportunidade aos alunos da rede pública de ensino de Natal, Parnamirim, São José de Mipibu e João Câmara de refletir sobre o que desejam para as próximas gerações.

O lançamento faz parte da Operação Potiguar, que envolve cerca de 300 pessoas entre militares e civis.

O foguete que será lançado possui 8 metros de comprimento, pesa 1,5 tonelada, sendo 900 quilos de combustível, e alcançará uma altitude de 150 km em cerca de 3 minutos. Ele é inteiramente desenvolvido com tecnologia nacional.

O lançamento marca a retomada da atividade do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno, que não realizava lançamentos de foguetes desse porte há 13 anos.

De acordo com Christiano Pereira Haag, diretor da Barreira do Inferno, a operação é um passo significativo para o avanço das capacidades espaciais do Brasil.

www.96fm.com.br

Sucesso: SpaceX cumpre desafio de “empurrar” a estação espacial

Periodicamente, a Estação Espacial Internacional precisa de uma “forcinha” para ajuste de órbita (Imagem: Dima Zel/Shutterstock)

NASA informou que uma manobra realizada pela SpaceX para, literalmente, “empurrar” a Estação Espacial Internacional (ISS) foi realizada com sucesso na última sexta-feira (8).

Para executar a missão, a empresa de Elon Musk usou uma cápsula de carga Dragon que estava acoplada ao laboratório orbital acionando seus motores por pouco mais de 12 minutos. Todo o procedimento foi monitorado por cientistas da NASA.

Teste ocorreu como o esperado

Os dados coletados durante a manobra mostraram que o experimento foi bem sucedido e que poderá ser repetido no futuro, o que deve significar uma ampliação da parceria entre a NASA e a SpaceX. A ideia é utilizar este mesmo mecanismo em 2030, quando a ISS será “derrubada” no oceano.

Para isso, a empresa vai usar uma Dragon modificada com mais de 40 propulsores. A nave convencional conta com apenas 16. Lembrando que a SpaceX também foi escolhida para desenvolver e construir o veículo Deorbit, que será usado para desorbitar a estação espacial, trazendo-a com segurança para a Terra.

Periodicamente, a Estação Espacial Internacional precisa de uma “forcinha” para ajuste de órbita (Imagem: Dima Zel/Shutterstock)

Por que foi preciso “empurrar” a ISS?

  • A estação espacial orbita a Terra a cerca de 400 km de altitude.
  • O problema é que a estrutura perde altitude gradualmente em função do arrasto das moléculas da atmosfera.
  • Isso significa que é necessário “empurrá-la” para uma altitude maior de vez em quando.
  • Este trabalho normalmente era executado pelas espaçonaves russas Soyuz.
  • No entanto, em função da invasão da Rússia à Ucrânia e dos planos de Moscou de criar sua própria estação espacial, a NASA começou a procurar outras alternativas.
  • A agência já havia testado o procedimento com uma nave de carga Cygnus, da Northrop Grumman, em 2022, mas a missão foi abortada em poucos segundos.

Fonte: www.olhardigital.com.br

UFRN desenvolve nova formulação de combustível para foguetes e mísseis

Gasolina, querosene de avião e propelente são três espécies de um mesmo “assunto”. Pela afirmação, e tomando o conhecimento do senso comum a respeito da primeira palavra, a injunção de que são tipos de combustível é facilitada. No segundo nome, já há a indicação de para qual transporte é o uso. Mas, e o propelente, o que é? E por que vamos falar dele?

Bom, propelentes são materiais energéticos que apresentam a característica específica de liberar alta quantidade de energia durante o seu uso. Eles são responsáveis pela propulsão de um determinado material. No caso, são combustíveis usados em mísseis e foguetes que, quanto mais energia liberam, melhor será. E, para aumentar essa quantidade de “força”, uma alternativa é o investimento em pesquisas. É aqui que o assunto fica mais interessante.

Do tema, uma novidade surgiu neste mês de outubro em uma pesquisa na UFRN: a criação de uma nova formulação propelente para foguetes e mísseis, envolvendo o emprego de uma liga metálica, em forma de pó. Com a alteração da composição do combustível e diferentes proporções entre as substâncias, constatou-se que todas as formulações combustionam com facilidade, de forma contínua, deixando, em todos os casos, um resíduo sólido com menos de um por cento da massa de propelente empregada.

“Os resultados encontrados atestam a viabilidade do emprego das ligas metálicas alumínio-magnésio-lítio, ou Al-Mg-Li, combinadas com azida de sódio, como combustíveis na produção/preparação de propelentes sólidos para foguetes ou mísseis”, afirma Robson Fernandes de Farias. Cientista responsável pela pesquisa, ele circunstancia que é comum a utilização de ligas de alumínio na indústria aeroespacial como material estrutural, tendo sido constantemente melhoradas ao longo do século passado e constituindo, presentemente, cerca de 80% do peso das aeronaves modernas.

O combustível é usado na forma sólida – Foto: Cícero Oliveira – UFRN

Antes de entrarmos nos pormenores da pesquisa, é pertinente falarmos de algumas minúcias dos propelentes. Usados no formato sólido — ao contrário da gasolina —, o propelente é resultante da mistura de um combustível, de um oxidante e de um aglutinante. Num foguete ou míssil, a proporção é variável entre os três ‘pilares’ e obedece às funções de cada um para se chegar à ‘explosão’. O aglutinante, por exemplo, deve, preferencialmente, facilitar a processabilidade do propelente, sendo, no mundo ideal, também uma substância combustionável.

Voltando aos pormenores, Robson Farias salienta que o propósito da pesquisa é obter novas formulações propelentes, explorando-se a capacidade da azida de sódio de atuar como composto gerador de gases, bem como a subsequente combustão do sódio metálico formado. Esse gás ‘residual’ é o N₂, um gás inerte, que não toma parte no efeito estufa, o que acaba se traduzindo também é um valor para o propelente criado. Isso tudo em um contexto no qual o emprego de ligas metálicas combinadas com compostos inorgânicos geradores de gás é uma via promissora a ser explorada.

Durante o tempo de estudo, o professor do Instituto de Química ‘criou’ duas formulações, ambas preparadas mediante acréscimo do aglutinante à mistura oxidante-liga metálica, até a obtenção de uma pasta uniforme e viscosa, considerando-se as faixas de percentuais escolhidas. Os testes de queima (combustão) foram efetuados empregando-se massas menores do que um quilo do propelente, acondicionadas em minifoguete cilíndrico, de aço inox. “O propelente em si já está finalizado. Nesse caso, não há que falar-se exatamente em protótipo, mas em uma formulação já acabada. Prosseguimos em nossas pesquisas na área de propelentes químicos, e novos pedidos de patente estão previstos para um futuro próximo”, frisa Robson Farias.

Assim como outros existem em um passado próximo. Com expertise ampla na área, este não é o primeiro pedido de patenteamento capitaneado pelo pesquisador. São exemplos o desenvolvimento anterior de um novo combustível espacial, a partir da utilização de um aglutinante “diferenciado” na formulação do propelente (Novo combustível aeroespacial), bem como o depósito que trazia a solução para uma desvantajosa relação entre combustível e oxidante nos propelentes sólidos (Novas “gasolinas” para foguetes e mísseis).

“Todas têm aplicação no setor de defesa, empregados na indústria aeroespacial, o que envolve veículos lançadores de satélite, e que se traduzem em tecnologia nacional capaz de diminuir a dependência tecnológica do exterior”, coloca o docente. Dessa última, depositada no último mês de outubro e denominada “Ligas metálicas alumínio-magnésio-lítio combinadas com azida de sódio como combustíveis na preparação de propelentes sólidos para foguetes e mísseis”, há a expectativa de ser mais um caminho científico para o aproveitamento de recursos energéticos. Robson pontua também que a temática geral na qual se insere a patente foi abordada por ele no livro Chemistry of Modified Oxide and Phosphate Surfaces: Fundamentals and Applications, especificamente no capítulo Oxides and phosphates in the formulation of new solid propellants for rockets and missiles.

Propulsão, propelente, propagar

Os hominídeos se tornaram humanos quando aprenderam a usar a combustão a seu favor. Embora a afirmação tenha contornos de inabitualidade, é defendida por cientistas como o antropólogo britânico Richard Wrangham, o qual remete a um momento bem mais rudimentar do que o vivenciado na contemporaneidade, quando o calor do fogo produzido pela queima da madeira era direcionado para obtenção de conforto térmico, cozimento de alimentos e fabricação de utensílios de cerâmica, ferramentas e armas.

A informação abre um paper cuja autoria Robson divide com o também professor da UFRN, George Santos Marinho. Nele, sabemos que o uso de combustíveis sólidos para propulsão se incorporou à história da ciência e tecnologia dos foguetes por volta do século XIII, quando os chineses desenvolveram artefatos (recreativos e bélicos) movidos à reação devido à queima da pólvora. Igualmente, conhecemos que, dentro das limitações técnicas existentes no início da década de 1930, entusiastas do voo espacial deduziram que levar artefatos do solo à órbita terrestre requeria energia disponível mediante a combustão líquida. Desse entusiasmo, a pesquisa sobre propulsão líquida passa a ser conduzida sob sigilo militar, resultando nas famosas bombas V2, utilizadas durante a II Guerra Mundial.

Além disso, ainda que tentativas existam, a propulsão química mantém-se onipresente, sendo a única disponível para lançamento de artefatos aeroespaciais, como foguetes e mísseis, a partir do solo. Por fim, embora não contemple todo o conteúdo da publicação, distingue-se que, embora cada tipo de combustível (sólido ou líquido) apresente vantagens e desvantagens no tocante à propulsão química, os sólidos levam vantagem e, portanto, predominam, notadamente na área militar. Daí a relevância de acréscimos de formulações aos propelentes.

Portal da UFRN

UFRN cria software para auxiliar consumidor a reduzir custos no consumo de energia

Com as cobranças complementares na conta de energia e a bandeira tarifária vermelha no patamar 2, aplicada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), essa despesa vem gerando uma forte preocupação nas contas de consumidores em residências e empresas. Foi por isso que o aluno Paulo Ramon Oliveira, sob orientação do professor Max Chianca, ambos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), se reuniram para desenvolver um software capaz de auxiliar profissionais a identificar caminhos para uma melhor gestão do consumo de energia. O programa já recebeu registro de proteção industrial, concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

O projeto “Banco de dados relacional para a modelagem computacional do setor elétrico brasileiro em sistemas de gestão de ativos energéticos” surgiu a partir da experiência de Paulo Ramon no mercado, trazendo os conhecimentos para o Mestrado Profissional do curso de Engenharia Elétrica. A ideia foi criar uma solução automatizada para cálculos complexos envolvendo consumo de energia, a partir da orientação do professor Max Chianca.

“O software foi pensado para automatizar decisões que podem reduzir custos no consumo de energia. A ideia é oferecer uma ferramenta que analise dados complexos, como medições de tensão, energia ativa e demanda, ajudando a definir a melhor estratégia de consumo”, explica o docente e orientador do projeto, ressaltando a importância diante das mudanças de consumo e de cobrança existentes no Brasil.

No acréscimo gerado pela bandeira vermelha 2 neste mês de outubro, estão sendo cobrados R$ 7,877 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A justificativa apresentada pela ANEEL foi norteada pelo GSF (risco hidrológico) e o aumento do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD), influenciados pelas expectativas de baixa afluência nos reservatórios das hidrelétricas e pela elevação do preço do mercado de energia elétrica.

Na composição do valor a ser pago no fim do mês por uma indústria ou um estabelecimento comercial, está a tarifa de demanda. Segundo Max, essa cobrança é feita pela potência máxima consumida durante um período, o que pode variar conforme o perfil de consumo, e o software ajuda a definir as melhores estratégias de uso. “Se o valor da demanda contratada for muito baixo, a empresa paga multas e, se for muito alto, o custo será maior que o necessário. O software ajuda a calcular o valor ideal, evitando gastos desnecessários ou multas por excedente”, afirma.

Outra tarifa contemplada na elaboração da plataforma foi a excedente de reativos, voltada para grandes consumidores quando o fator de potência está fora da faixa aceitável, necessitando da implementação de bancos capacitores. No entanto, essa ação não pode ser realizada sem o devido estudo. Essa é a hora que o software entra em ação para determinar o valor e o tipo correto de potência reativa que deve ser instalado.

“É uma inovação que pode acelerar e otimizar o trabalho dessas empresas, facilitando a análise e a negociação com as concessionárias de energia”, explica Max Chianca, professor e orientador do software. Para que tudo isso tenha funcionalidade em longo prazo, a plataforma precisa continuamente ser atualizada com dados do consumo do cliente.

Apesar de a UFRN ter recebido o registro de proteção industrial concedido pelo INPI no dia 8 de outubro, o engenheiro Paulo Ramon ainda avalia quais são as melhores estratégias para lançar o produto ao mercado por meio de parcerias ou diretamente com empresas interessadas.

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