O vereador Gabriel César do PSL, entrou em contato com o blog e deixou claro que permanecerá na oposição ao lado da vereadora Fativan Alves.
Gabriel César, andou dizendo aos correligionários que iria fazer uma oposição light, ou seja, os projetos de interesse da população, ele votará a favor e aqueles projetos que forem apenas de interesse do executivo, ele votaria contra.
Gabriel informou que irá se manter firme na oposição, pois foi nesse campo político aonde recebeu os votos para se vitória.
José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil do governo Lula e cofundador do Partido dos Trabalhadores (PT), defendeu a remoção de Jair Bolsonaro do poder ainda em 2021.
“Não podemos esperar por 2022 para derrotar este desgoverno. Nossa tarefa principal, em 2021, é remover Bolsonaro do cargo de presidente, de forma legal e constitucional, e mobilizar o país para a vacinação e para um plano de emergência que evite uma catástrofe social já às nossas portas com o aumento do desemprego, da pobreza, da inflação e fim do auxilio emergencial”.
Segundo ele, é preciso ‘impedir’ a ‘marcha acelerada’ do governo.
“Não há mais dúvidas. Bolsonaro e seu bando não podem e não devem continuar governando o Brasil. É preciso impedir a marcha acelerada do governo em direção ao suicídio nacional”, disse, em análise no site Poder 360.
De acordo com Dirceu, o objetivo é “barrar todas suas iniciativas no Parlamento e recorrer ao Judiciário para obrigá-lo a vacinar a população e respeitar a Constituição, impedir que continue aparelhando as instituições e que venha a controlar a mesa das duas casas legislativas”.
E acrescentou:
“É necessário unir todos os democratas, progressistas, nacionalistas na luta contra Bolsonaro e constituir, desde já, uma Frente Popular de esquerda para organizar a resistência popular, lutar pela vacinação pública e gratuita, pelo auxílio emergencial, por um plano de investimentos para criar empregos e renda e para disputar as eleições presidenciais em 2022”.
Histórico de prisões
Braço forte de Lula e do PT, Dirceu tem um longo histórico de prisões.
A primeira ocorreu em novembro de 2013, depois de ter sido condenado por corrupção ativa pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no caso conhecido como mensalão.
Em outubro de 2014, o mesmo STF concedeu habeas corpus para que ele cumprisse o restante da pena em casa.
Em agosto do ano seguinte, foi parar na cadeia mais uma vez, acusado pela 17ª fase da Operação Lava Jato de receber propina por meio de sua empresa, JD Consultoria e Assessoria Ltda.
Em maio de 2017, porém, o Supremo concedeu liberdade ao ex-ministro e ele voltou para casa usando tornozeleira eletrônica.
Em maio de 2018, porém, ele foi parar na prisão novamente, após ser condenado a quase 31 anos de prisão em segunda instância, pela corrupção envolvendo a JD Consultoria. Permaneceu aproximadamente um mês em reclusão, mas obteve liberdade depois de um habeas corpus concedido novamente pela Suprema Corte para que a prisão não se desse antes do esgotamento da análise de recursos nas demais instâncias.
Washington – O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou nesta terça-feira (5) uma ordem executiva proibindo transações com oito aplicativos de software chineses, incluindo o Alipay do Ant Group, disse um alto funcionário do governo, aumentando as tensões com Pequim antes do presidente eleito Joe Biden assumir o cargo.
A decisão atribui ao Departamento de Comércio a definição de quais transações serão proibidas de acordo com a diretiva e tem como alvo o QQ Wallet da Tencent e o aplicativo de pagamentos do WeChat. A medida visa reduzir a ameaça aos americanos representada por aplicativos de software chineses, que têm grandes bases de usuários e acesso a dados confidenciais, disse a pessoa.
Em reunião da bancada feita por videoconferência, a maioria do partido votou pelo apoio ao candidato emedebista. Segundo relatos feitos à Folha, foram 27 votos a favor e 23 por uma candidatura própria ou por mais tempo para discussão.
A ideia é que o anúncio do apoio seja feito em conjunto com outros partidos de oposição, como PSB e PDT. A expectativa é de que seja feito até esta terça-feira (5).
Este é Baleia Rossi
Com a decisão do PT, Baleia conta agora com o apoio de um conjunto de partidos que soma 290 parlamentares. O seu principal adversário, Arthur Lira (PP-AL), candidato do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), tem o respaldo de siglas que totalizam 204 parlamentares.
Para vencer a eleição, marcada para o início de fevereiro, é necessário ter o apoio mínimo de 257 parlamentares. A sinalização de apoio não significa a adesão completa da bancada da sigla à chapa eleitoral.
Isso porque elas só se tornam oficiais após o registro da candidatura, na véspera da votação, e podem mudar de postura até lá. Além disso, o voto é secreto, podendo haver traições de deputados à decisão oficial da bancada.
Com a decisão, a expectativa é de que o PT indique o primeiro vice-presidente ou o primeiro secretário na chapa de Baleia. O acordo interno é para que o nome escolhido não seja da tendência Construindo um Novo Brasil, já que o posto de líder da legenda já é hoje ocupado pelo grupo majoritário.
No bloco de apoio ao candidato do MDB, o PT era a sigla que apresentava mais resistências internas ao acordo. Para integrantes do partido, Baleia precisava ser mais enfático no compromisso de que respeitará o princípio da proporcionalidade na distribuição de cargos e a convocação de ministros do governo Bolsonaro.
Além disso, integrantes da bancada petista se irritaram no final do ano passado com declarações de Maia em entrevista à Folha.
O atual presidente da Câmara afirmou que o bloco de apoio a Baleia é um sinal forte sobre uma aliança de partidos de esquerda e centro para a eleição presidencial de 2022. O PT, no entanto, já deixou claro que pretende lançar candidatura própria para a sucessão de Bolsonaro.
Em encontro promovido com Baleia, na semana passada, partidos de oposição entregaram uma carta com compromissos que esperam que sejam adotados pelo candidato caso ele seja eleito. Segundo deputados presentes, o candidato demonstrou disposição de cumpri-los.
Um deles é se posicionar contra “ataques autoritários” de Bolsonaro “que façam apologia da ditadura, da tortura e do arbítrio” e “não pautar projetos de cunho antidemocrático”.
O documento também defende que sejam apreciados decretos legislativos “que visem a impedir que o Poder Executivo exorbite ou desvie de seu poder regulamentar para driblar, esvaziar ou burlar leis”.
O texto ainda defende que o novo presidente paute projetos que garantam o acesso de todos à vacina contra o coronavírus e ressalta a necessidade de combater “práticas autoritárias e desestruturantes” empreendidas pela gestão atual.
O presidente Jair Bolsonaro pulou no mar nesta 6ª feira (1º.jan.2020) para encontrar com banhistas na Praia Grande, reduto popular no litoral paulista. O presidente está passando os feriados de final de ano no Guarujá, município próximo. Com a praia lotada, pessoas se aglomeraram ao redor do presidente dentro da água. Os apoiadores gritaram “mito” e ofensas ao governador de São Paulo, João Doria.
A comitiva presidencial estava em um barco navegando paralelamente à costa acenando para a população. Em certo momento, o presidente entra na água acompanhado de seus seguranças e nada até onde estava a maior quantidade de pessoas. Ao fim do encontro, Bolsonaro nadou de volta para a embarcação.
Quando Bolsonaro deixou o local, era possível ouvir alguns banhistas gritando: “Ei, Doria, vai tomar no cu”. O presidente publicou o vídeo em seus perfis nas redes sociais, mas o trecho da ofensa foi cortado.
Assista ao vídeo que Bolsonaro postou (2min38s), sem as ofensas a Doria:
Agora, assista ao vídeo completo, incluindo as ofensas a Doria na parte final (2min10s):
O governador de São Paulo usou sua conta no Twitter para responder à publicação. Disse que o presidente gosta mesmo “cheiro da morte, do cheiro da pólvora e do cheiro do dinheiro das rachadinhas”. Além disso, responsabilizou a gestão do presidente pelas mais de 190 mil mortes por covid-19 no Brasil e cobrou: “Trabalhe mais e fale menos”.
Depois, o secretário especial de Comunicação do Ministério das Comunicações, Fábio Wajngarten, também foi ao Twitter para provocar Doria. Ele criticou o enrijecimento das medidas restritivas contra a covid-19 decretadas pelo governador e sua viagem à Miami de férias, que depois foi cancelada pelo tucano.
Na véspera de Natal, Doria teve que se desculpar pela viagem. Doria cancelou a licença de 10 dias após o vice-governador, Rodrigo Garcia (DEM), ter sido diagnosticado com covid-19 em 23 de dezembro. Ele ocuparia o cargo como interino.
Um dia antes, o governo paulista anunciou o retorno à fase vermelha de restrições de atividades, de 25 a 27 de dezembro e de 1º a 3 de janeiro de 2021. Apenas serviços essenciais como transporte, saúde, padarias, mercados e farmácias poderão funcionar nessas datas.
O Executivo paulista também comunicou que nenhuma região deverá retornar à fase verde –a penúltima na escala de abrandamento– durante o mês de janeiro.
Fachada do Congresso Nacional. Brasilia, 26-10-2018Foto: Sérgio Lima/Poder 360
O Congresso derrubou 14,3% dos vetos de Jair Bolsonaro que analisou em 2020. No ano anterior foram 24,4%. Os vetos mantidos passaram de 62,22% para 71,43%.
O presidente da República pode vetar trechos ou a íntegra de projetos aprovados pelo Legislativo. O Congresso, porém, pode não aceitar. Para rejeitar um veto e restituir a redação do projeto aprovado é necessário ter maioria absoluta dos votos tanto na Câmara quanto no Senado.
Trata-se de um processo que causa atritos entre o Legislativo e o Executivo. Quanto pior a relação entre Planalto e Congresso, maior costuma ser a propensão dos congressistas a derrubar vetos.
Bolsonaro abraça Arthur Lira na posse do ministro das Comunicações, Fábio FariaSérgio Lima/Poder360 – 17.jun.2020
A seguir, os resultados das votações dos vetos de Jair Bolsonaro em 2019 e 2020. Não foram computados os vetos de Michel Temer analisados em 2019 e nem os de Bolsonaro que ainda não foram deliberados.
Foram 27 os vetos de 2020 que terminaram o ano sem análise. Ainda, há o veto ao Pacote Anticrime. Ele é de 2019 e ainda não foi analisado. Fez aniversário em 24 de dezembro. Há vetos, entretanto, que foram publicados depois do início do recesso congressual.
É o caso do veto à LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias). Bolsonaro vetou o impedimento de contingenciamento –bloqueio temporário de recursos– de uma série de ações, como combate à pandemia de covid-19, à violência contra mulher e à pobreza, e do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).
Desde 2014, os 2 anos em que o Congresso deixou mais vetos sem análise foram sob o governo de Jair Bolsonaro. Em 2020, durante a pandemia, o percentual de vetos que ficou para o ano seguinte chegou a 41%.
Os 2 anos do atual presidente à frente do Planalto são também os com maiores números absolutos de vetos cujas análises ficaram para o os anos posteriores. Foram 17 em 2019 e 23 em 2020.
O levantamento do Poder360 começa a contagem em 2014 porque foi o 1º ano completo depois de uma mudança na tramitação dos vetos. Foi quando essas matérias começaram a “trancar a pauta” do Congresso depois de 30 dias de sua chegada –ou seja, impedir que outras propostas fossem analisadas.
Uma explicação possível para a disparada no percentual de vetos sem análise em 2020 é a pandemia. Houve uma mudança na tramitação para reduzir os riscos de contágio pelo coronavírus nas votações. Senadores e deputados passaram a fazer as análises remotamente.
Ainda, houve falta de acordo em diversos momentos do ano. Sessões que estavam convocadas foram adiadas. O presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), procurava minimizar os atritos com o governo. Assim, as matérias se acumularam. Eis alguns exemplos:
Desde que assumiu a Presidência da República, em janeiro de 2019, o presidente Jair Bolsonaro recebeu 23 executivos ou donos de empresas de comunicação em 32 encontros e reuniões no Planalto e no Alvorada. A Record foi a mais representada: 12 vezes, em 6 ocasiões.
Em 2020 houve uma redução drástica das reuniões com os executivos de mídia. Dos 32 encontros, somente 2 foram no ano passado. Os dados são de levantamento produzido pelo Poder360 com base na agenda do presidente –que às vezes não inclui todas as suas reuniões.
Um dos encontros realizados em 2020 foi em 2 de junho, quando Bolsonaro se com Johnny Saad, presidente do Grupo Bandeirantes. A reunião foi realizada dias depois da divulgação da reunião ministerial na qual a Band foi citada. O encontro não foi registrado na agenda. É possível que outras reuniões tenham ocorrido e que tenham ficado em sigilo.
Já o outro 2º encontro do presidente com 1 executivo de mídia foi com Marcelo de Carvalho, vice-presidente da RedeTV, em 5 de agosto, no Planalto.
O dono do site Terça Livre, Allan dos Santos, foi o executivo de mídia mais recebido por Bolsonaro, em 4 ocasiões. Em 1 dos encontros com Bolsonaro, Allan dos Santos esteve com sua família:
Foto publicada por Allan dos Santos no Instagram em 21 de agosto de 2019 com a legenda: “Visitando o amigo @jairmessiasbolsonaro com a família toda”Reprodução/Instagram – 21.ago.2019|
O site Terça Livre é conhecido por fazer publicações favoráveis ao governo. Em 1º fevereiro de 2020, a Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social) da Presidência da República negou que o jornalista receba dinheiro para defender Bolsonaro em suas plataformas digitais. Em 27 de maio, Allan foi 1 dos alvos de mandados de busca e apreensão da Polícia Federal no inquérito do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre fake news e ataques contra os ministros do Supremo.
Além de Saad e Allan dos Santos, os executivos que estiveram com Bolsonaro duas vezes ou mais foram:
José Roberto Maciel. presidente do SBT: 3
Luiz Cláudio Costa, presidente da Rede Record: 3 vezes.
Marcelo de Carvalho, vice-presidente da RedeTV: 3 vezes;
Marcos Vinícius, CEO da Rede Record: 3 vezes;
Silvio Santos, dono do SBT: 3;
Amilcare Dallevo Jr., presidente da RedeTV: 2;
Douglas Tavolaro, CEO da CNN Brasil: 2;
Edir Macedo, dono da Record: 2;
Marcio Novaes, presidente da Associação Brasileira de Rádio e Televisão: 2.
Bolsonaro também teve encontros informais com representantes de mídia. Eis abaixo:
4.jul.2019 – recebeu 12 integrantes do grupo “YouTubers de Direita” –assim também foram chamados em agenda oficial. O encontro foi realizado por intermédio da senadora Soraya Thronicke (PSL-MS).
Youtubers foram recebidos pelo presidente Jair Bolsonaro no Palácio do PlanaltoMarcos Corrêa/Planalto – 4.jul.2019
10.out.2019 – visitou a sede do jornal O Estado de S. Paulo, na capital paulista. No encontro, Bolsonaro falou em “casamento com o jornal” e recebeu de presente, emolduradas, as palavras cruzadas feitas por ele e publicadas no jornal de 1971 a 1976.
Bolsonaro e Francisco Mesquita Neto, diretor-presidente do Grupo EstadoMarcos Corrêa/PR – 10.out.2020
3.fev.2020 – recebeu 1 microfone em sua homenagem da Band. O presidente Jair Bolsonaro diz ser ouvinte da Rádio Bandeirantes desde a década de 1960.
O presidente Jair Bolsonaro recebe o microfone das mãos do presidente da TV Band, Johnny SaadPlanalto – 3.fev.2020
22.jun.2020 – participou do lançamento do canal AgroMais, da TV Band.
Bolsonaro no lançamento do canal Agro Mais, da TV Band. Na foto, Johnny Saad discursaMarcos Corrêa/Planalto – 22.jun.2020
25.nov.2020 – visitou a redação da CNN Brasil, localizada na Avenida Paulista, em São Paulo. Foi recepcionado por executivos de jornalismo da emissora, que lhe mostraram as instalações que mantêm a canal por assinatura no ar desde março de 2020.
O presidente da República, Jair Bolsonaro, e Douglas Tavolaro, CEO e sócio-fundador da emissora (à esq.)Alan Santos/PR – 25.nov.2020
Segundo a CNN, a conversa foi pautada por temas políticos, econômicos e sociais, além de abordar os planos do Executivo para 2020 e 2021. Dentre os membros da emissora presentes no encontro, estavam o CEO e sócio-fundador, Douglas Tavolaro, e o diretor de Jornalismo, Américo Martins.
O fundador do SBT está isolado em sua residência como precaução em relação à pandemia da covid-19. Silvio está no grupo de maior risco da doença por conta de sua idade avançada. Mesmo assim, tanto ele quanto Bolsonaro não utilizavam máscaras. O mandatário já contraiu o coronavírus, mas já há caso comprovado de reinfecção no país.
REUNIÕES COM JORNALISTAS
Desde janeiro de 2019, Bolsonaro também recebeu 7 jornalistas individualmente no Planalto, em 14 ocasiões, não necessariamente para dar entrevista. Alexandre Garcia (ex-Globo e hoje youtuber solo) foi quem mais reuniu-se com o presidente: 6 vezes. Em seguida estão Heraldo Pereira (2) e Ratinho (2).
Em 2020, Bolsonaro se afastou e houve uma redução nos encontros com a mídia. Só recebeu Garcia –que participou da reunião de escolha de Regina Duarte para a Cultura– e Orlando Brito (Os Divergentes), fotógrafo agredido em ato pró-governo.
CÁFÉS COM JORNALISTAS
Em 2019, Bolsonaro ofereceu 7 cafés da manhã para integrantes da mídia no Palácio do Planalto. Recebeu 114 repórteres, colunistas, editores e apresentadores. É 1 recorde em relação a todos os presidentes da República anteriores.
Nos encontros, os jornalistas não puderam gravar o áudio nem fazer imagens, mas foram liberados a fazer anotações sobre o que foi dito. O Planalto grava tudo, em áudio e vídeo. As imagens são divulgadas depois.
Com o aumento no conflito com a mídia, o presidente não promoveu encontros em grupo com os jornalistas em 2020.
O Poder360 preparou 1 infográfico com os principais dados sobre os cafés já realizados. Diferentemente do que acontece com as entrevistas exclusivas, o Grupo Globo até então foi o que mais teve profissionais convidados pelo presidente. Foram 20 profissionais de diferentes veículos do grupo:
Além do café da manhã com jornalistas, em 22 de agosto de 2019, o presidente reuniu-se com 50 pessoas ligadas a associações e a veículos de mídia da região Sul no Palácio do Planalto. O encontro foi organizado pela Acaert (Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão).
O presidente Jair Bolsonaro em café da manhã com 50 pessoas ligadas a associações e a veículos de mídia da região SulMarcos Corrêa/Planalto – 22.ago.2019
Em 2020, o presidente também realizou uma audiência em 7 de outubro com representantes de mídia do Grupo RIC, da Rede Pampa de Comunicação, do Grupo Massa, do Grupo ND de Comunicação e sindicatos e associações do Rio Grande do Sul. O ministro das Comunicação, Fábio Farias, estava presente.
Audiência do presidente Jair Bolsonaro e o ministro Fábio Faria com executivos de mídia do Rio Grande do Sul (Marcos Corrêa/PR
Audiência do presidente Jair Bolsonaro e o ministro Fábio Faria com executivos de mídia do Rio Grande do Sul (Marcos Corrêa/PR
Eis quem participou:
Marcello Corrêa Petrelli, presidente Executivo do Grupo RIC Santa Catarina;
Alexandre Gadret, presidente da Rede Pampa de Comunicação;
Ana Paula Schmidt Melo, presidente do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de Santa Catarina;
Antônio Cioni, diretor de Comunicação do Grupo Massa;
Christina Gadret, diretora-geral da Rede Pampa e Presidente do Sindicato das Empresas de Rádio e TV do Rio Grande do Sul;
Eduardo Petrelli, diretor-operacional do Grupo RIC de Comunicação – PR;
Gabriel Massa presidente do Grupo Massa;
Leonardo Petrelli Neto, presidente Executivo do Grupo RIC de Comunicação – PR;
Mario José Gonzaga, diretor de Marketing do Grupo ND de Comunicação – SC;
Marise Westphal Hartke, ex-presidente do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de Santa Catarina e ex-presidente da Associação Catarinense das Emissoras de Rádio e Televisão;
Ranieri Bertoli, ex-presidente da Associação Catarinense das Emissoras de Rádio e Televisão;
Silvano Silva, presidente da Associação Catarinense das Emissoras de Rádio e Televisão.
O presidente Jair Bolsonaro concedeu 135 entrevistas exclusivas desde que assumiu o Planalto, em 1º de janeiro de 2019. Apesar de ser crítico à imprensa, falou a 54 veículos de comunicação e 7 canais no YouTube. No total, 91 pessoas tiveram a oportunidade de entrevistá-lo com exclusividade.
A TV é o canal de comunicação predileto do presidente. Foram 72 entrevistas a programas e telejornais do Brasil e de outros países. Em seguida, o presidente falou mais a emissoras de rádios: 34 vezes até 21 de dezembro de 2020.
Os dados são de levantamento produzido pelo Poder360 com base na agenda do presidente e divulgações das entrevistas na mídia.
Em 2020, a Jovem Pan tornou-se o veículo a favorito de Bolsonaro. A emissora de rádio, que só havia entrevistado o presidente duas vezes em 2019, chegou à marca de 28 exclusivas com Bolsonaro.
Os apresentadores e comentaristas do programa “Os Pingos nos Is”, da Jovem Pan, entrevistaram o presidente 25 vezes em 2020. Dessas, 23 foram durante a tradicional live do presidente realizada nas quintas-feiras, as quais o veículo passou a transmitir ao vivo no YouTube. As outras duas entrevistas foram por telefone. O chefe do Executivo também falou uma ao programa “Pânico” da emissora.
“Vão lá escutar o finalzinho agora do ‘Os Pingos nos Is’. O Augusto Nunes e sua equipe, eles fazem sempre uns comentários que são muito bem-vindos e esclarecedores. Quando a gente tem alguma falha aqui [sobre o que foi dito na live], eles corrigem lá. A intenção [do programa ‘Os Pingos nos Is’] é sempre corrigir, fazer críticas construtivas e também elogiar, que eles têm elogiado bastante a nossa live”, disse o presidente no fim da transmissão em 10 de dezembro.
Augusto Nunes, jornalista da Jovem Pan que só havia entrevistado o presidente duas vezes em 2019, fechou 2020 com 27 exclusivas com Bolsonaro. Seus colegas no “Os Pingos nos Is” vêm em seguida no ranking: José Maria Trindade (25); Vitor Brown (23); Guilherme Fiuza (21). Depois, José Luiz Datena (11), da Band; Leandro Magalhães (10), da CNN; e Tiago Nolasco (7), da TV Record, foram os que mais entrevistaram.
Saiba quem mais entrevistou Bolsonaro nestes 2 anos de governo por meio de comunicação:
Em 2020, Bolsonaro concedeu 12,5% entrevistas a menos que no mesmo período de 2019. Foram 63 entrevistas exclusivas em 2020 –9 a menos que em 2019
Depois da Jovem Pan, o 2º veículo que teve mais acesso ao presidente em 2020 foi a CNN. O jornalista Leandro Magalhães conseguiu 10 exclusivas com Bolsonaro. Nem todas as entrevistas foram em vídeo ou por telefone e exibidas na TV. Foram informações que o jornalista noticiou com exclusividade após falar por algum meio com o presidente.
A Record e o SBT, emissoras que mais tiveram acesso a Bolsonaro em 2019, reduziram significativamente o número de acesso ao chefe do Executivo. A emissora do bispo Edir Macedo o entrevistou 3 vezes, enquanto a empresa de Silva Santos, apenas duas.
A TV é a plataforma para qual o presidente mais falou: 72 vezes, sendo 27 em 2020. Porém, devido à Jovem Pan, as entrevistas a rádios dispararam em 2020. Passaram de 5 em 2019 para 29 no ano passado.
A última entrevista concedida pelo presidente não foi a um jornalista. Foi ao seu próprio filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). O político tem um canal no YouTube e entrevista autoridades do governo.
Na conversa, realizada no Palácio da Alvorada, Eduardo não chama Bolsonaro de pai, somente de “presidente“.
Assista (46min46seg):
Além das entrevistas exclusivas a veículos, em 7 de julho, quando anunciou que foi diagnosticado com covid-19, o presidente só permitiu a entrada da TV Brasil, da CNN e da Record no Palácio da Alvorada.
Há chegada de 2021, traz também a posse dos eleitos em 2020, no legislativo e no executivo.
O prefeito Taveira, aos 63 anos, um ano mais velho quê há cidade, irá governar Parnamirim pela segunda vez.
Na câmara, o jovem advogado, Wolney França, irá presidir e tendo que administrar um colegiado formado por 18, dos quais, obteve 17 votos dos seus pares, Fativan Alves se absteve de votar.
O legislativo sofreu a maior renovação de sua história.
O clima é de uma aparente tranquilidade, principalmente no executivo, em que o prefeito Taveira tem na figura de Wolney um aliado fortíssimo.
O novo presidente do legislativo não esconde sua ligação política, mas tem deixado claro que não abrirá mão da independência e manterá a harmonia entre os poderes.
O prefeito confidenciou, para alguns aliados, que quando Wolney sentar na cadeira de presidente será obrigado a manter a transparência total no legislativo e será necessário também promover algumas mudanças regimentais, especialmente no âmbito da lei orgânica do município para poder governar em sintonia com os órgãos de controle.
Taveira já falou com o futuro presidente e garantiu o apoio necessário para ajudar no que for preciso, sobretudo para Wolney não ter problemas na sua passagem na gestão do legislativo.
Com esse cuidado, só teremos boas notícias, em 2021, 2022 e 2024, tudo seja repleto de esperança, forças e conquistas na cidade trampolim da vitória.
Os poderes executivo e legislativo já estão concluindo as relações dos servidores que serão exonerados no dia 31 de dezembro.
A lista vai do mais simples servidor aos cargos mais elevados. O retorno de alguns nomes só acontecerá após a análise da nova composição política do legislativo e também do alinhamento político com o coronel.
Ele não esconde de ninguém que só fechará o novo grupo de apoio depois do carnaval.
Já no legislativo, o futuro presidente da câmara, Wolney França, por força de lei, irá
realizar as nomeações em janeiro de 2021. Sem as tradicionais programações do réveillon, as atenções se voltam agora para quem irá sobreviver ao diário oficial que alguns observadores políticos, já estão chamando de diário do apocalipse…
Já não basta a nova cepa do corona, agora tem o apocalipse, my God, será o fim do mundo para alguns?
Wellington Dias (PT), coordenador do Fórum de Governadores e presidente do Consórcio Nordeste, pediu ao governo federal a prorrogação do decreto de calamidade pública.
Dias participou há pouco de reunião com representantes do Ministério da Saúde.
A proposta busca prorrogar o decreto por mais seis meses, para viabilizar a continuidade do pagamento do auxílio emergencial e de outros programas para preservar empregos.
“No Brasil, estamos vivendo uma situação de SOS. Por isso, a emissão de medida provisória tem a nosso apoio para a prorrogação tanto da calamidade e também para garantir mecanismo seguro e ágil para a Anvisa garantir validação de vacinas que já foram aprovadas em agências reguladoras, como na Argentina e no Reino Unido”, disse o governador.
O suplente de deputado estadual Jacó Jácome, já andou arrumando as gavetas para deixar a SEMAS – Secretaria de Assistência Social de Parnamirim.
A passagem repentina do filho de Jacome não foi das melhores e o jovem pretende se dedicar à carreira de médico.
Jacó veio cumprir uma missão e ocupar um espaço que tradicionalmente fica com o seguimento religioso, antes ocupado pela vice Elienai Cartaxo, que abandonou o grupo de Taveira para ser vice ao lado de Nilda na oposição.
O comentário no meio político é que dessa vez a indicação para pasta será uma pessoa de confiança da primeira dama Alda Lêda, e dois nomes estão na mesa do prefeito, a competente Kátia Soares, que já conhece todo desenrolar dos trâmites da gestão pública e também é da confiança do casal Taveira e Lêda, e a jovem Frankilandia que circula bem na casa dos Taveiras.
Alda confia nas duas, mas o que deve prevalecer, é a competência administrativa para tocar uma Secretaria tão complexa como a Assistência Social.
Um empresário e professor, será o novo secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo do Município de Parnamirim.
A recém criada secretaria já tem um nome certo para ocupar a pasta. Trata-se do empresário e professor, Daniel Américo, que além de ser um empreendedor no área da educação, também tem experiência na gestão pública.
Daniel Américo chega ao governo Taveira como um dos representantes do empresariado local, foi um dos coordenadores da campanha de reeleição do prefeito Taveira e goza da confiança do chefe do executivo.
Veja o perfil do futuro secretário:
Daniel Américo tem 40 anos de idade, casado com Lígia e tem 2 filhos.
É professor de Física formado pela UFRN e atuou em várias escolas de Parnamirim e do RN tais como: Hipócrates e Objetivo.
Começou a trabalhar bem jovem quando abriu o Cursinho Sistema, que depois virou Sistema Colégio e Curso.
Daniel Américo é atualmente um dos diretores da CDL de Parnamirim e foi Secretário de Cultura, Turismo e Meio Ambiente de Vera Cruz/RN, cidade natal de sua esposa.
Com essa nomeação, Taveira cumpri um compromisso com o setor produtivo e também com o turismo da cidade, que estava órfão de um representante que falasse a linguagem do empreendedorismo e do mercado.
A expectativa é quê com há chegada de Daniel o Município possa atrair novas empresas, criar novos empregos e a nova Secretaria fomentar o Turismo local gerando renda e oportunidade para os parnamirinenses.
Brutalmente assassinada na frente das três filhas pelo ex-marido, a juíza Viviane Vieira do Amaral Arronezi, de 45 anos, pode virar nome de logradouro público. Prefeito interino do Rio após a prisão de Marcelo Crivella (Republicanos), o presidente da Câmara dos Vereadores da capital fluminense, Jorge Felippe (DEM), disse ter feito a solicitação de homenagem.
“Pedi que a Viviane seja homenageada com nome de logradouro público. O feminicídio que a vitimou na véspera de Natal é repulsivo e causa muita indignação. Precisamos estabelecer marcos contra esse tipo de violência. Desejamos e pedimos a Deus que conforte o coração de suas filhas”, escreveu Jorge Felippe.
Viviane foi assassinada, na véspera de Natal, a facadas pelo ex-marido, o engenheiro Paulo José Arronezi, de 52 anos, preso em flagrante. Ele teve a prisão temporária convertida em preventiva e foi encaminhado para um presídio do Rio.
Um vídeo mostra as filhas do casal pedindo ao pai que ele pare de esfaquear a mãe. No carro do engenheiro foram encontradas três facas. Viviane Vieira trabalhava como juíza há quinze anos e estava lotada na 24ª Vara Cível da Capital.
Ao tentar defender o voto impresso, Jair Bolsonaro deu uma informação falsa sobre a eleição para a presidência da Câmara dos Deputados.
O presidente disse que a eleição na Câmara é feita “no papelzinho”. Na verdade, o processo de escolha é eletrônico desde 2007.
“O que é comum na Câmara, não sei como está agora. As eleições na Mesa [Diretora], para presidente, é no papelzinho. Não sei como vai ser esta agora”, disse a apoiadores no Palácio da Alvorada.
O sistema eletrônico foi instituído pela Câmara em 2006 e foi usado pela primeira vez no ano seguinte, quando Arlindo Chinaglia (PT) foi eleito presidente da Casa.
Segundo a Folha, o presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT) defendeu à época a votação eletrônica em uma resolução.
“Na recente eleição para a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados verificou-se, além do tumulto no processamento eleitoral, um enorme lapso de tempo —mais de duas horas— entre a constituição da Mesa apuradora, a constrangedora fila indiana e a apuração (…). Esse sistema de votação por cédula, escrutínio secreto e contagem manual dos votos é superado, porque arcaico, quando a própria Casa dispõe de sofisticado sistema eletrônico que poderá ser adaptado a qualquer tipo de eleição.”