O secretário de Habitação e Regularização Fundiária de Parnamirim, Rogério Santiago, foi um dos entrevistados do programa A Voz da Liberdade desse sábado (6), apresentado pelos jornalistas Gilson Moura e Rannier Lira. A conversa foi tranquila e abordou diversos temas, dentre eles a administração pública do município e sua pré-candidatura a prefeito.
Rogério afirma que não caiu de para quedas em Parnamirim e que já possui um longo histórico na gestão pública. Segundo o secretário, o fato de seu nome ter sido citado para possível candidato a prefeito em 2014, é fruto de um grande trabalho desenvolvido durante mais de vinte anos.
Na Caixa Preta, ele disse SIM para as religiões de matriz africana, demonstra que tem um coração hospitaleiro para qualquer tipo de crença. “Acredito que fui o primeiro até agora, enquanto vereador, a fazer movimentações para que essa classe tivesse mais visibilidade em nossa cidade. Apesar de ser católico, respeito e digo SIM para qualquer tipo de religião”, comentou .
Veja AQUI a entrevista na íntegra e saiba qual foi a resposta do secretário no quadro Cadeira Elétrica, quando um ouvinte perguntou como ficou sua relação com o ex-vereador Thiago Cartaxo após romper com grupo o qual pertencia e apoiar a reeleição do prefeito Taveira.
Neste sábado, o presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN), deputado Ezequiel Ferreira de Souza, foi entrevistado na Liberdade FM, ele falou sobre a política norte-rio-grandense, e destacou a boa relação da ALRN com os poderes executivo e judiciário, o crescimento da ALRN no cenário nacional, em especial, as premiações da UNALE, a parceria com outras Casas Legislativas do país, a realização de dois concursos e os avanços na publicização dos serviços prestados ao povo do RN.
O presidente da ALRN também comentou sobre a significativa mudança na bancada legislativa, enfatizou que Parnamirim está bem representada pelo deputado Taveira Jr, além disso reforçou que ALRN está à disposição para auxiliar os parlamentares municipais e o prefeito Taveira no que for necessário para o desenvolvimento da Cidade Trampolim da Vitória.
Durante a entrevista, o deputado Ezequiel participou da dinâmica da caixa preta em que são sorteados alguns nomes de cidadãos potiguares e o entrevistado diz sim ou não, aos que disser sim faz uma jutificativa da escolha, aos que disser não, permanece em sigilo.
Assim para a maioria dos nomes sorteados (Padre Murilo, Governadora Fátima Bezerra, Presidente Lula, Vereador Italo, Vice-governador Walter ALves, vereador Wolney França, Prefeito Taveira, etc), Ezequiel disse sim, o que demonstra uma excelente relação deste exímio parlamentar com os diferentes segmentos da sociedade potiguar. Ao fim da entrevista, o deputado Ezequiel Ferreira ouviu uma emocionante mensagem do Padre João Medeiros, ex-pároco de Jucurutu e amigo pessoal do presidente, ressaltando a brilhante atuação de Ezequiel na vida pública e felicitando-o pelo seu natalício, fechando com chave de ouro a entrevista e o programa a voz da liberdade.
A Liberdade FM registra publicamente seus votos de estima e admiração ao deputado Ezequiel Ferreira e a mais profunda gratidão pela atenção e amizade. Veja a entrevista na íntegra AQUI.
Luciano Hang, da Havan, em cerimônia em Brasília em 2022. Imagem de arquivo 21/10/2022REUTERS/Ueslei Marcelino
O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou nesta quinta-feira (4), por maioria, a cassação dos mandatos do prefeito e vice-prefeito de Brusque (SC), Ari Vequi (MDB) e Gilmar Doerner (DC), por abuso de poder econômico. Eles foram eleitos em 2020.
A Corte entendeu que propagandas e publicações nas redes sociais do empresário Luciano Hang, usando da estrutura e dos funcionários das Lojas Havan, desequilibraram o pleito e prejudicaram os adversários. Com a cassação, eles ficam inelegíveis por 8 anos.
O TSE também determinou a inelegibilidade por 8 anos de Luciano Hang. O prazo vai até 2028, pois é contado a partir de 2020, ano da eleição municipal em que o caso se deu. A decisão manda comunicar o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Santa Catarina “para imediato cumprimento” e para “adoção das providências cabíveis”.
Conforme o Código Eleitoral, após o trânsito em julgado (quando não cabem mais recursos) da decisão que cassou o mandato, devem ser realizadas eleições suplementares para a escolha dos substitutos. Como a cassação se deu antes dos últimos 6 meses do mandato, a eleição será direta pela população, e não indireta.
O placar foi 5 a 2. A corrente vencedora foi liderada pelo ministro Alexandre de Moraes, que foi seguido por Cármen Lúcia, Benedito Gonçalves, Sérgio Banhos e Carlos Horbach. Os ministros Ricardo Lewandowski (já aposentado) e Raul Araújo ficaram vencidos. Lewandowski havia votado em abril do ano passado, quando o caso foi interrompido por pedido de vista (mais tempo para análise) de Moraes.
A Corte analisou um recurso do PT contra decisão que havia negado andamento a um recurso em que a sigla contestou decisão do TRE-SC. A Corte local entendeu que não houve abuso de poder econômico. O caso refere-se a publicações nas redes sociais feitas por Hang, que é dono das redes de lojas Havan. Em vídeos e postagens, inclusive durante o período eleitoral de 2020, Hang incentivou a candidatura de Vequi e publicou conteúdos contrários aos partidos tidos como “de esquerda”.
Segundo o voto de Moraes, houve “reiterada prática” do uso do interior das Lojas Havan, “ostensiva exibição” em camisetas, avião e caminhão da logomarca da empresa, participação dos candidatos em vídeos e exibição de entrevistas com funcionários das Lojas Havan vídeos “inseridos em nítido contexto eleitoral”.
“Verifica-se a existência de um modus operandi comum nas postagens impugnadas, iniciado no período crítico da campanha, que, por meio do emprego de logomarcas e da estrutura das Lojas Havan, evidencia uma atuação estável da pessoa jurídica no processo eleitoral, tendo em vista a utilização de estratégia organizada visando a ‘esvaziar’ as candidaturas adversárias e a obter apoio aos candidatos Recorridos”, disse Moraes.
“A sucessão de comportamentos retratados nos autos revela clara situação do abuso do poder econômico, consubstanciado na indevida utilização, de forma ostensiva, da estrutura da pessoa jurídica no âmbito da disputa eleitoral, com a finalidade de prejudicar os candidatos adversários e gerar benefício aos candidatos Recorridos”.
O ministro ainda afirmou que o comportamento no caso “reveste-se de inegável gravidade, revelando-se apto a comprometer a lisura e a normalidade do pleito eleitoral”. A CNN procurou as defesas de Hang e do prefeito de Brusque, Ari Vequi. Ambos responderam em nota. Veja abaixo:
Nota da defesa do prefeito Ari Vequi
Em nota, a defesa do prefeito Ari Vequi disse que continuará “a busca para que a vontade do povo de Brusque expressa nas urnas prevaleça”. Também disse que o resultado das eleições em que o candidato vitorioso “fez praticamente o dobro da votação do segundo colocado não foi mencionado em momento algum durante o julgamento.”
Nota Luciano Hang
Brusque é um exemplo para o nosso país. Uma cidade com pleno emprego, que acolhe milhares de pessoas de todo o Brasil em busca de oportunidades, possui a cultura empreendedora, apresenta bons índices na segurança pública e ótima qualidade de vida.
Como cidadão, que nasceu e mora em Brusque, manifestei a minha liberdade de expressão, expondo aquilo que achava mais apropriado para que nossa cidade continuasse seguindo nesse caminho.
Por fim, foi o povo que escolheu pela continuidade da geração de empregos e da qualidade de vida em Brusque.
Respeito o Tribunal Superior Eleitoral, mas tenho a convicção de que nada fiz de errado, pois sei que apenas manifestei a minha opinião como qualquer cidadão.
O prefeito de Natal Álvaro Dias (Republicanos) sancionou a lei que condiciona a venda de combustíveis inflamáveis em galões à apresentação e arquivamento de cópia de documento de identificação com foto. A informação foi publicada na edição desta quarta-feira (3), do Diário Oficial do Município.
Conforme trecho, “o comprador, no ato da compra, obrigatoriamente, declarará seu CPF para inserção na nota fiscal, bem como, informará seu endereço juntamente com ponto de referência, e/ou telefone para contato”, diz.
De acordo com o texto, o vendedor de combustível deve arquivar cópia do documento apresentado pelo comprador, bem como seu endereço e telefone para contato.
A Polícia Federal investiga uma fraude que teria concedido cartão de vacinação para pessoas que não se imunizaram contra a covid, entre eles, Bolsonaro.
Estão sendo cumpridos 16 mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão preventiva em Brasília e no Rio de Janeiro. Bolsonaro foi intimado a ir depor ainda hoje na Polícia Federal.
O celular do ex-presidente e de Michelle foram apreendidos pela PF, mas a ex-primeira-dama nega que tenham levado seu aparelho. Ela fez uma postagem nas redes sociais. Bolsonaro disse que não negou colocar a senha no celular, alegando que seu aparelho não tem senha.
Mais cedo, também havia sido divulgado que ele e Michelle tinham se recusado a informar as senhas para desbloqueio dos aparelhos. Os mandados foram autorizados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Um dos principais ajudantes de ordens de Bolsonaro durante a presidência, o tenente-coronel Mauro Cid, foi preso nesta manhã. Também foram presos o PM Max Guilherme Machado de Moura, Sérgio Rocha .
Ação da PF ocorre dentro de inquérito das milícias digitais
Segundo a PF, a apuração indica que o objetivo das falsificações seria “manter coeso o elemento identitário em relação a suas pautas ideológicas”, além de “sustentar o discurso voltado aos ataques à vacinação contra a covid-19”.
Os fatos investigados configuram em tese os crimes de infração de medida sanitária preventiva, associação criminosa, inserção de dados falsos em sistemas de informação e corrupção de menores, disse a corporação. A ação da PF recebeu o nome de Operação Venire, que veio da expressão “Venire contra factum proprium” (Vir contra seus próprios atos).
A PF afirmou que esse um princípio base do Direito Civil e do Direito Internacional, que veda comportamentos contraditórios de uma pessoa.
Errata: este conteúdo foi atualizado O coronel do Exército Marcelo Costa Câmara não foi preso, mas sim alvo de busca e apreensão. A informação dos presos foi corrigida e atualizada.
O presidente da Câmara Municipal de Parnamirim e futuro presidente da Fecam, Wolney França, ficou frente a frente dos jornalistas Gilson Moura e Ranier Lira. A principal pauta da entrevista foi a sucessão do prefeito Taveira em 2024 e também sua viagem à Brasília para a marcha dos vereadores. O bate papo rolou suave sobre outros temas administrativos e a política não poderia ficar de fora.
Na caixinha de surpresa, Wolney deixou claro a sua disposição de continuar ao lado do prefeito Taveira e reafirmou seu compromisso com o projeto do deputado estadual Taveira jr, com quem mantém uma relação de amizade de vários anos.
O presidente da câmara, deu sim para quase todo mundo, mas quando chegou a hora de avaliar a administração do ex-prefeito Maurício Marques, Wolney disse NÃO e justificou que a forma como foi conduzida a gestão do antecessor de Taveira, não merecia aplausos.
Sobre o processo sucessório em 2024, Wolney França afirmou que estará junto com o coronel, mas espera ser o escolhido para ser o nome que irá sucedê-lo na cadeira de prefeito da terceira maior cidade do estado.
Em livro de memórias, o dono de maior construtora brasileira revela os intestinos da operação comandada pelos dois maiores canalhas da vida pública nacional: Sérgio Moro e Deltan Dallagnol
O empresário Emílio Odebrecht acusa a força-tarefa da Lava Jato de criar uma “fábrica de delações” para forjar provas. Em um livro de memórias, ele relata que o grupo das investigações que atingiram as grandes empreiteiras do País incentivava blitz de madrugada nas celas dos executivos da construtora Odebrecht na Polícia Federal, em Curitiba, para, segundo ele, humilhar os prisioneiros, forçar depoimentos e, assim, manter um fluxo de operações.
A revelação é dono da principal construtora brasileira sobre a operação liderada pelo então juiz Sergio Moro, hoje senador, e o procurador Deltan Dallagnol, eleito deputado federal e que resultou na prisão de Marcelo Odebrecht, filho do autor do livro, e mais quatro diretores da empresa.
Emílio argumenta que, na enxurrada de material sobre a Lava Jato não teve espaço para dar sua versão completa sobre a operação que provocou um “apagão” de contratos na empresa, bloqueio de recursos e fechamento de canteiros de obras. Procurado, o senador Moro disse que não comentaria o teor do livro.
O próprio Emílio foi alvo da operação. O empresário foi condenado por lavagem de dinheiro, assinou um acordo de delação premiada, mas a ação foi anulada por erros processuais e pela parcialidade de Moro e o caso deve ser prescrito. Não houve cumprimento da pena prevista no acordo de prisão domiciliar.
Ao longo de 320 páginas, “Uma guerra contra o Brasil, como a Lava Jato agrediu a soberania nacional, enfraqueceu a indústria pesada brasileira e tentou destruir o grupo Odebrecht” acusa Moro de promover “tortura psicológica” e cometer erros jurídicos para garantir sentenças rápidas. Numa delas, segundo Emílio, o juiz chegou a dar a sentença apenas três minutos após receber uma apelação de 1.400 páginas enviada pela defesa dos presos. A condenação de Marcelo ocorreu apenas nove meses após a prisão.
O empresário escreve que Moro violou direitos fundamentais durante os processos contra seu filho. Emílio diz que houve excesso, em especial, com a divulgação de uma conversa de uma neta de 14 anos, filha de Marcelo, e a mãe. O diálogo viralizou na internet.
Emílio avalia que Moro foi “cínico” e não teve “escrúpulos” ao tentar justificar que o telefone da menina não foi interceptado, mas o do pai, sim, além dos aparelhos de terceiros que conversavam com Marcelo. “Mas o que o juiz não explicou foi por que, sendo o responsável pela guarda daquelas gravações, decidiu torná-las públicas”, criticou, “submetendo a criança à execração que se viu, principalmente nas redes sociais.”
No livro publicado pela Topbooks Editora, do Rio, Emílio coloca a Odebrecht na condição de vítima da Lava Jato, mas sem vitimismo. Ele abre o jogo e aponta erros próprios, mas diz que eles não justificam o sistema de apuração da força-tarefa. “Eu apenas cumpri a promessa que no livro faço aos leitores: ser sincero, franco e definitivo sobre o que vi, senti, compreendi e sofri na Lava Jato e com suas consequências”, disse ao Estadão.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve assinar nos próximos dias a Medida Provisória (MP) para instituir o salário mínimo de R$ 1.320 este ano. A informação foi dada na noite desta quinta-feira (27) pelo ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que participou de uma reunião do presidente com representantes das centrais sindicais, no Palácio da Alvorada. A MP tem efeito imediato, mas precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias.
Marinho também anunciou que o governo vai enviar um projeto de lei para retomar a política de valorização real do salário mínimo, que vigorou ao longo dos governos petistas. Ela vai assegurar a recomposição da inflação, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior mais o percentual de crescimento do PIB de dois anos anteriores. Ou seja, em 2024, se estiver em vigor, o reajuste será o INPC de 2023 mais o percentual de crescimento do PIB de 2022.
“A política de recuperação e valorização permanente do salário mínimo irá por projeto de lei. Tem este ano para tramitar e a primeira validade será janeiro do ano seguinte [2024], considerando a reposição da inflação acrescida do PIB consolidado, ou seja, de dois anos anteriores. Esse é o resultado da conversa de hoje”, disse Marinho a jornalistas na residência oficial.
Nesta sexta-feira (28), após compromissos em Brasília pela manhã, Lula embarca para São Paulo, onde deve passar o fim de semana. Segundo Luiz Marinho, ele deve participar do ato do Dia do Trabalhador, no dia 1º de maio, no Vale do Anhangabaú, na capital paulista, organizado pelas centrais sindicais.
O valor de R$ 1.320 já havia sido anunciado por Lula em fevereiro, quando ele confirmou que o reajuste deveria entrar em vigor em maio. Na mesma ocasião, segundo Lula, deve ser divulgada a nova faixa de isenção do Imposto de Renda, que passará de R$ 1.903,98 para R$ 2.640.
Atualmente, o salário mínimo está em R$ 1.302, conforme medida provisória editada em meados de dezembro pelo governo anterior. Esse valor considera a variação da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), acrescido de ganho real de aproximadamente 1,4%.
Entretanto, o valor aprovado pelo Congresso Nacional no Orçamento Geral da União de 2023 é de R$ 1.320, mas, para entrar em vigor, depende justamente uma nova MP do Executivo, que agora será assinada.
Em março de 2023, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas no país deveria ter sido de R$ 6.571,52, ou 5,05 vezes o mínimo de R$ 1.302,00, de acordo com cálculos do Departamento Intersindical de Estudos e Estatísticas Socioeconômicas (Dieese). No Brasil, o salário mínimo é referência para cerca de 60,3 milhões de trabalhadores e aposentados.
O Presidente Eleito da FECAM/RN, vereador Wolney França, se reuniu com vereadores do Rio Grande do Norte durante a tarde desta terça-feira (25) na Câmara dos Deputados, em Brasília. O encontro contou com a presença de seis Deputados Federais do RN.
Representando a FECAM/RN na mesa de condução, Wolney enfatizou a importância do momento para o desenvolvimento dos municípios. “Este é mais um momento de fazer esse alinhamento entre a vereança e os parlamentares da Bancada Federal. Isso já acontece no Rio Grande do Norte, mas é importante de ser feito aqui em Brasília também”, afirmou Wolney, que também é presidente da Câmara Municipal de Parnamirim.
Estiveram presentes na reunião os Deputados Federais Benes Leocádio, Paulinho Freire, Sargento Gonçalves, Girão, Mineiro e Robinson Faria. Mais de 400 vereadores potiguares são esperados em Brasília nesta semana para participarem da Marcha dos Vereadores.
O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), deve colocar em votação nesta semana o projeto de lei das fake news.
Lira diz que pretende votar um pedido de urgência (ou seja, para que ele seja levado ao plenário) e, possivelmente, o próprio mérito da proposta.
Tudo isso dependerá das negociações que o relator do projeto, o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), terá com líderes da Casa nos próximos dias.
O governo federal já apresentou, recentemente, uma série de sugestões ao relator para que pudessem ser analisadas e, eventualmente, incorporadas ao texto.
A proposta é polêmica por estabelecer regras em um ambiente ainda nebuloso: as redes sociais e serviços de mensagens.
Uma dessas regras, por exemplo, envolve a retirada imediata da internet de conteúdos que possam causar dano iminente de difícil reparação ou que violem direitos de criança e adolescentes, em resposta aos recentes ataques em escolas em todo o país.
A proposta também deve prever que as chamadas “big techs”, como Meta e Alphabet, que controlam plataformas como Facebook e Google, respectivamente, a manter sedes no Brasil. A medida tem como objetivo obrigar as empresas a responderem judicialmente no país.
Ao contrário de outras propostas tidas como prioritárias na agenda da Câmara, como o novo regime fiscal e a reforma tributária, o projeto das fake news não deve ter a tramitação prejudicada pela instabilidade política recente pela qual o governo Lula passa, segundo líderes partidários e aliados de Lira ouvidos pela CNN sob reserva.
O presidente da Câmara insiste que a votação da proposta será feita nesta semana, com um “debate amplo e claro”.
Os ruídos políticos do governo se intensificaram após a CNN divulgar, com exclusividade, imagens do circuito interno do Palácio do Planalto durante a invasão de 8 de janeiro.
O general Gonçalves Dias, então ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), estava no local e foi filmado interagindo com invasores, retirando-os do terceiro andar do Planalto, onde fica o gabinete presidencial. O episódio culminou na demissão de Dias do GSI.
Neste sábado (22), o programa A Voz da Liberdade, apresentado por Gilson Moura e Rannier Lira, na Liberdade FM, entrevistou a vice-prefeita de Parnamirim e pré-candidata à prefeitura desse município, Kátia Pires.
Durante a entrevista ela afirmou, com todas as letras, que sua bandeira principal será baseada em dois dos seus principais projetos durante o seu mandato. A luta em defesa das mulheres, enfatizando a participação na política, a proteção e garantia dos seus direitos e a capacitação para geração de renda, é um deles.
Outro importante projeto será a educação. “Minha prioridade é cuidar das mulheres, das crianças e da educação que deve ser tratada com importância em qualquer lugar”, disse.
Kátia deixou bem claro que está confiante e que espera o apoio de Taveira. Porém manifestou sua lealdade, dizendo que pretende caminhar junto ao grupo, seja qual for o resultado da escolha do prefeito. “ As pesquisas falarão! Entendo que fazemos parte de um grupo. Aconteça o que acontecer, estaremos juntos sim!”, comentou.
O senador Sergio Moro (União-PR) – Lucio Tavora/Xinhua
A PGR (Procuradoria-Geral da República) pediu hoje ao STF (Supremo Tribunal Federal) que o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) seja condenado à prisão por suposta prática de calúnia contra o ministro do Supremo Gilmar Mendes.
Na última sexta-feira (14), circulou um vídeo nas redes sociais em que o senador e ex-juiz da Lava-Jato aparece rindo e fala em “comprar um habeas corpus do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes”.
Em um trecho do vídeo, o ex-ministro da Justiça diz: “Isso é fiança do instituto, para comprar um habeas corpus do Gilmar Mendes.” Lindôra Maria Araújo, vice-procuradora-geral da República, diz na denúncia que o senador cometeu crime de calúnia contra o ministro do STF, ao sugerir que o magistrado pratica corrupção passiva.
O denunciado SERGIO FERNANDO MORO emitiu a declaração em público, na presença de várias pessoas, com o conhecimento de que estava sendo gravado por terceiro, o que facilitou a divulgação da afirmação caluniosa, que tomou-se pública em 14 de abril de 2023, ganhando ampla repercussão na imprensa nacional e nas redes sociais da rede mundial de computadores.”
A PGR (Procuradoria-Geral da República) pediu hoje ao STF (Supremo Tribunal Federal) que o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) seja condenado à prisão por suposta prática de calúnia contra o ministro do Supremo Gilmar Mendes.
Por isso, o órgão pede que Moro seja condenado e perca o mandato, caso a pena aplicada seja superior a quatro anos de prisão. A ministra Cármen Lúcia será a relatora do caso no STF. A assessoria de Moro afirmou que a fala “foi retirada de contexto, tanto que foi divulgado só um fragmento, e não contém nenhuma acusação contra ninguém”.
O ex-presidente Jair Bolsonaro é alvo de 16 ações de investigação por abuso de poder político e econômico. A que será julgada em breve pela Corte Eleitoral trata da reunião que ele teve com embaixadores para atacar o sistema eleitoral no país.
A reportagem de capa da nova edição de Crusoé, assinada por Wilson Lima, mostra quais são as chances de Jair Bolsonaro se tornar inelegível no julgamento do Tribunal Superior Eleitoral.
“Como na vida, timing é tudo e o TSE passará por uma troca de cadeiras nas próximas semanas, que pode influenciar o resultado dessa ação, considerada uma das mais importantes da história recente do Tribunal.
Hoje, já há uma cadeira vaga, a do ex-ministro Ricardo Lewandowski. Dos outros seis ministros titulares, três são apontados como votos que tendem a acompanhar a manifestação de Gonet: além do já mencionado Benedito Gonçalves, o presidente do Tribunal, Alexandre de Moraes, e a ministra Cármen Lúcia.
Assim, seria necessário apenas mais um voto pela condenação de Bolsonaro.”
O vereador e pré-candidato à prefeitura de Parnamirim, Vavá Azevedo, foi o convidado desse sábado (15), do programa “A Voz da Liberdade”, apresentado por Gilson Moura e Rannier Lira, na Liberdade FM.
Vavá comentou sobre um grande desejo que sempre esteve presente em sua vida: o de prestar serviços ao povo. Até confessou que não realizou o grande sonho de ser policial militar, mas hoje se sente realizado em poder servir à população de outra forma, até mais abrangente.
No quadro “Cadeira Elétrica”, respondendo à pergunta de um ouvinte, Vavá Azevedo afirmou que está confiante na caminhada e são grandes e positivas as expectativas em relação à sua pré-candidatura. Porém, confirmou que promete ser verdadeiro e fiel apoiando a decisão do líder Taveira, e que em hipótese alguma irá contrariá-lo caso seu nome não seja indicado para o tabuleiro político de 2024. Só nos resta aguardar para ver as cenas dos próximos capítulos.
O vereador finalizou agradecendo pela oportunidade de estar prestando contas à população sobre seu mandato e de falar a respeito de sua possível candidatura em 2024. Disse também que a participação do povo sempre é fundamental em seu mandato. “A colaboração de todos é o que me motiva cada vez mais para trabalhar em defesa da nossa cidade Parnamirim”, falou.
Confira abaixo a entrevista de Vavá Azevedo e saiba para quem ele disse não na Caixa Preta!
A relação entre o policial reformado Wendel Lagartixa e o deputado federal Sargento Gonçalves azedou novamente nesta terça-feira 11. Após fazerem as pazes, o clima entre eles esquentou de novo e Wendel voltou a tecer duras críticas ao mandatário, afirmando que não quer mais ter nenhuma relação política com o parlamentar.
A nova contenda entre eles foi exposta enquanto Wendel gravava um vídeo na Rua Tenente Souza, no Bairro Pajuçara, Zona Norte de Natal. A via costuma alagar após chuvas intensas como as que caíram no último fim de semana na capital. O problema se arrasta por décadas e permanece sem solução. A água que fica empoçada na rua invade as casas e deixa os moradores ilhados.
“Sargento Gonçalves não liga para a gente, nós falamos tanto com o senhor, sargento, conversamos com o senhor. O que custa o senhor ligar para o meu telefone e perguntar ou… não, não tenho não, mas segura aí que a gente vai ver o que a gente poder fazer. Eu não vou poupar mais comentários para o senhor também, porque o senhor de certa forma foi eleito e o povo me cobra”, disse Lagartixa no vídeo.
Wendell foi eleito em 2022 o deputado estadual mais votado do Rio Grande do Norte, com mais de 88 mil votos. Porém, por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tornou-se inelegível. O tribunal entendeu que Lagartixa havia sido condenado por crime hediondo e, assim, deveria ficar inelegível por oito anos.
“Ele, Sargento Gonçalves, tá cagando e andando para o que a gente está fazendo. A gente conversa, mas politicamente eu não quero mais papo, eu não tenho cara para estar recebendo cobrança de ninguém por causa de Sargento Gonçalves. Eu quero dizer a vocês que eu não tenho mais nada com ele. Eu apaziguei, mas não tem como segurar isso”, declarou.
Lagartixa disse ainda que quer seguir seu caminho político longe do deputado federal. “Quero que o povo do Rio Grande do Norte, a partir de hoje, saiba que com o Sargento Gonçalves eu não tenho acordo político nenhum mais. Quem quiser ficar com raiva fique, mas eu não vou guardar o que eu sinto por causa de Sargento Gonçalves. Eu quero é que ele siga o caminho dele politicamente e eu vou seguir o meu”.
Em fevereiro desse ano os ex-amigos também haviam se desentendido politicamente. A discussão entre eles se deu após Lagartixa reclamar de um suposto distanciamento do Sargento em relação a ele. Wendel chegou a compartilhar áudios de uma conversa particular entre eles e justificou que sua atitude se deu apenas porque Gonçalves não o procurava para falar sobre as ações do mandato nem para perguntar como ele estava. Naquela ocasião, após a contenda Wendel pediu perdão e eles fizeram as pazes.