Agripino, Kátia e Carol Pires eram só alegria com o resultado eleitoral do DEM em Parnamirim

A vice-prefeita eleita, Kátia Pires, programou uma visita ao líder político, José Agripino para apresenta o resultado eleitoral do Democratas (DEM) em Parnamirim.

O encontro aconteceu na residência do ex-senador, contou com a presença da filha da vice-prefeita, a vereadora eleita, Carol Pires, que mostrou ao presidente do DEM um planejamento de trabalho no legislativo, a fim de fortalecer a legenda, dando um espaço maior aos jovens, especialmente no campo político-eleitoral.

Kátia Pires aproveitou a oportunidade para apresentar o quadro atual da política local, José Agripino, anfitrião, atualizou os assuntos na esfera nacional.

A conversa entre os três políticos foi considerada proveitosa. Agripino ficou bastante satisfeito com o trabalho realizado por Kátia e Carol Pires, na terceira maior cidade do RN.

Só lembrando que o DEM comanda a Câmara, Senado Federal e ainda tem na figura de ACM Neto, atual prefeito de Salvador, um nome forte para encabeçar uma chapa para Presidência da República.

Agripino, Kátia e Carol eram só alegria, quando o assunto é o futuro dos Democratas em 2022 e 2024.

Executivo da AstraZeneca minimiza erro na dose em testes da vacina de Oxford

O executivo da AstraZeneca Mene Pangalos minimizou 1 erro de dosagem cometido na fase 3 de estudos clínicos da vacina contra a covid-19 desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford.

Por erro de fabricação, alguns voluntários receberam meia dose do imunizante em vez de uma dose completa, como era planejado. A alteração de dosagem foi identificada quando 1 investigador notou que os participantes não tinham resposta inflamatória à injeção.

A farmacêutica e a Oxford, então, incluíram o regime de meia dose no estudo e comunicaram a alteração aos órgão reguladores de Reino Unido, Estados Unidos e União Europeia.

Não vou fingir que não é 1 resultado interessante, porque é, mas definitivamente não o entendo e não acho que nenhum de nós entenda”, disse Mene Pangalos, vice-presidente executivo de pesquisa biofarmacêutica da AstraZeneca, citado pelo Wall Street Journal. “Foi uma surpresa para nós”.

 

A AstraZeneca e a Universidade de Oxford anunciaram na 2ª feira (23.nov.2020) que o imunizante tem de 62% a 90% de eficácia. A taxa mais alta foi alcançada quando os participantes receberam meia dose da vacina e, 1 mês depois, uma dose completa. Quando foram aplicadas duas doses completas, também com 1 mês de diferença entre elas, a eficácia caiu para 62%.

Pesquisadores de Oxford disseram na 2ª feira (23.nov) que a dose mais baixa pode ter sido mais eficaz porque reflete com mais precisão a resposta imunológica natural aos vírus. Afirmaram, no entanto, que teriam que investigar as descobertas para saber com certeza.

Segundo Pangalos, “o erro é realmente irrelevante”. “Qualquer que seja a forma de corte dos dados –mesmo que você acredite apenas nos dados de dose completa, dose total, ainda temos eficácia que atende aos limites para aprovação [por parte de órgãos reguladores dos Estados Unidos e da União Europeia] com uma vacina que é mais de 60% eficaz”.

O executivo falou que os pesquisadores da AstraZeneca e da Oxford receberam os dados no último fim de semana. Explicou que estão trabalhando para publicá-los em 1 jornal científico para que possam ser revisados por outros cientistas. “A maneira certa de publicar e documentar os resultados é em uma revista científica. Todos esses dados serão publicados na próxima semana ou pouco depois”, disse.

Poder 360.

Partidos nanicos perdem força e elegem só 1,1% dos vereadores em 2020

Eleitores e mesários usando equipamentos de segurança e álcool gel em seção de votação nas eleições municipais em Valparaiso (GO), durante a pandemia da COVID-19 Sérgio Lima/Poder360 15.11.2020

Os números das eleições municipais de 2020 mostram declínio de partidos pequenos no número de vereadores eleitos. Elas indicam que a redução no número de siglas, 1 dos objetivos das últimas mudanças no sistema político (cláusula de desempenho e proibição de coligações proporcionais), pode estar em andamento.

Dos 32 partidos que lançaram candidatos a vereador neste ano, os 10 que menos elegeram conseguiram 1,1% das cadeiras das Câmaras Municipais. É menos do que metade do percentual atingido pelas 10 siglas de pior desempenho em 2016: 2,4%.

 

Levantamento do Poder360 mostra que 2012 foi o momento quando os partidos pequenos tiveram mais sucesso. Naquele ano, as 10 menores legendas elegeram 4,4% dos vereadores. Os dados foram analisados a partir de 2004, ano mais antigo com informações completas no repositório de dados do TSE.

Pela 1ª vez desde 2004 ano houve 4 legendas que lançaram candidatos, mas não elegeram ninguém. São elas: PCB, PSTU, PCO e a novata UP. Em 2016 foram duas as siglas que não elegeram ninguém, maior número até então.

Ao mesmo tempo, as 10 siglas que mais elegeram vereadores tiveram 74,6% dos eleitos neste ano. Em 2016, eram 71,7%.

MDB e PSDB elegeram menos candidatos aos Legislativos municipais neste ano. A perda no pelotão de cima, no entanto, foi mais que compensada por 1 aumento de eleitos de outros partidos médios e grandes, como DEM, PP e PSD.

CONTEXTO

As eleições de 2020 foram as primeiras sem coligações para cargos proporcionais. Ou seja, os partidos precisaram obter sozinhos (e não em coligação) votos para atingir o quociente partidário. Só ultrapassando essa barreira podem eleger 1 representante.

Também está em vigor a cláusula de desempenho, que inibiu o fenômeno dos puxadores de votos. Para ocupar uma das cadeiras ganhas pelo partido na Câmara Municipal, o candidato precisa ter ao menos 10% do número de votos relativo a essa vaga. Além disso, como a cláusula dificulta o acesso de legendas pequenas à Câmara dos Deputados, ela também afeta o financiamento dessas siglas. A lei eleitoral condiciona a distribuição de dinheiro público ao desempenho nas eleições para deputados.

A cláusula de desempenho foi aprovada em 2015. Antes disso, o Supremo Tribunal Federal derrubou, no ano de 2006, a cláusula de barreira aprovada em 1995. Caso a decisão do Tribunal tivesse sido outra, o país teria menos partidos com representados no Legislativo.

Uma quantidade elevada de partidos no Legislativo, seja federal, estadual ou municipal, faz com que sejam necessárias negociações políticas “no varejo”. A ideia por trás da regra é que, quando as siglas são menos numerosas, as articulações políticas são mais simples.

 

DOMÍNIO REGIONAL

A maior concentração nos principais partidos pode ser vista nos Estados. Em 2016 houve 3 casos em que uma sigla elegeu mais 20% dos vereadores dentro de 1 Estado. Em 2020, o fenômeno aconteceu 12 vezes.

Caso interessante é do Rio Grande do Sul. Lá, tanto em 2020 quanto em 2016, duas legendas ultrapassaram essa marca: MDB e PP.

Nenhum partido chegou perto de fazer 20% dos vereadores em nível nacional. O MDB foi quem mais elegeu em 2020. Seus 7.310 vereadores equivalem a 12,62% do total de eleitos do país.

Leia nesta tabela as informações referentes às eleições deste ano e nesta às eleições passadas. O Poder360 puxou os dados relativos a 2020 do sistema do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesta 3ª feira (24.nov.2020). O arquivo sobre 2016 está disponível no repositório de dados o Tribunal.

Em 15 Estados o posto de partido com mais vereadores mudou de mãos. O MDB perdeu 5. Tinha 13 em 2016 e passou para 8. Quem mais ganhou foi o DEM: foi de nenhum para 4.

Mesmo com a queda no número de vereadores nacionalmente, o MDB continua sendo o partido que lidera o número de eleitos em Câmaras Municipais de mais Estados (8 no total). O mapa a seguir mostra quais partidos detém mais vereadores em quais lugares.

A fatia que o partido com mais vereadores domina, porém, varia bastante. Enquanto o MDB tem 28,46% em Santa Catarina, o partido com mais vereadores do Rio de Janeiro, o DEM, tem apenas 8,19% do total de eleitos. Ou seja, o Estado tem fragmentação muito maior. O mapa interativo a seguir mostra Estado por Estado.

Poder 360.

Bolsa fecha acima de 110 mil pontos pela primeira vez desde fevereiro

taxas de câmbio do euro e do dólar americano são vistas em uma placa eletrônica, pregão da B3 Stock Exchange em São Paulo,

Em mais um dia de euforia no mercado financeiro, a bolsa de valores superou a marca de 110 mil pontos pela primeira vez desde o fim de fevereiro. O dólar caiu para o menor nível em seis dias, após oscilar durante a sessão.

O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta quarta-feira (25) aos 110.230 pontos, com alta de 0,4%. O indicador alternou momentos de alta e de baixa na maior parte da sessão, até firmar a tendência de ganho nas duas últimas horas de negociação. O índice está no nível mais alto desde 21 de fevereiro, quando tinha fechado em torno dos 113 mil pontos.

No mercado de câmbio, o dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 5,32, com recuo de R$ 0,0551 (-1,03%). A cotação abriu em leve alta, mas passou a cair ainda durante a manhã. Na mínima do dia, por volta das 15h15, a moeda norte-americana chegou a ser vendida a R$ 5,30.

O dólar caiu em relação às moedas dos principais países emergentes e manteve o movimento após a divulgação da ata da reunião mais recente do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano).

O órgão defende a manutenção de recursos para financiar as ferramentas de apoio à economia, especialmente depois de a Secretaria do Tesouro norte-americano anunciar o encerramento de alguns dos principais programas no fim do ano.

Mais injeções de dólares na economia norte-americana diminuem a demanda pela moeda norte-americana em todo o planeta. Países com alta volatilidade na moeda, como o Brasil, são beneficiados com a redução do dólar.

A indicação da ex-presidente do Fed Janet Yellen para a Secretaria do Tesouro a partir de 2021 também foi bem recebida pelos investidores, por indicar que as políticas monetária e fiscal dos Estados Unidos atuem de forma coordenada para recuperar o país da crise provocada pela pandemia da covid-19.

As informações são da Agência Brasil.

PL do senador Eduardo Braga (MDB) aumenta controle social com a criação de rastreamento de vacinas e carteira digital de vacinação

Um projeto de lei apresentado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) cria processos de rastreamento de vacinas e soros no Sistema Único de Saúde (SUS) e uma carteira digital de vacinação.

Um dos objetivos do PL 5.217/2020 é aprimorar ainda mais as ações de fiscalização e de controle e monitoramento das vacinas. O projeto também acrescenta ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) a carteira digital de vacinação.

O rastreamento se refere à cadeia de movimentação dos produtos utilizados no programa, da origem ao consumo, abrangendo as etapas de fabricação, importação, distribuição, transporte, armazenagem e dispensação.

A carteira de vacinação digital conterá a identificação do portador, as vacinas e os soros aplicados e pendentes, os fabricantes e lotes das vacinas e dos soros utilizados e os eventuais efeitos colaterais identificados.

O parlamentar disse que as medidas do PL serão fundamentais para aumentar o controle social.

Fonte: Agência Senado.

Conexão política.

Migração para serviços em nuvem é caminho sem volta para setor público

Adisseminação de tecnologias que expandiram o alcance e a velocidade das conexões de internet conduz o mundo –residências, empresas, governos– a uma transição acelerada. O modelo de TI (tecnologia da informação) está cada vez mais baseado em serviços em nuvem –redes de servidores de acesso remoto espalhados pelo mundo e acessíveis de qualquer lugar.

O movimento que começou com as bases de dados agora engloba cada vez mais plataformas, softwares e ferramentas de manipulação e análise.

Essa migração já está em estágio avançado no setor privado, entretanto, o setor público ainda encontra dificuldades para se adaptar aos novos tempos. Questões como burocracia lenta, funcionários sem treinamentos periódicos e regras institucionais desatualizadas são alguns dos motivos para essa defasagem.

São essas questões que serão colocadas em debate no evento Google Cloud Public Sector Summit, promovido pelo Google Cloud e apoiado pela AX4B.

Uma vez que o processo de transformação do modelo de TI para serviços e estrutura em nuvem é inevitável, será cada vez mais necessário que os órgãos públicos dialoguem com empresas especializadas para encontrar soluções de implantação da tecnologia e aumento da segurança e eficácia do manejo de dados.

MAIOR SEGURANÇA E CONTROLE DOS DADOS

A principal vantagem da nuvem é a segurança de armazenamento e redução de riscos devido à maior automatização, que diminui as possibilidades de erros ao longo do processo. Problemas como falhas em discos rígidos, panes ou até furtos, comuns em sistemas de armazenamento tradicionais e que podem desencadear uma série de outras dores de cabeça, não representam uma ameaça na tecnologia da nuvem.

As políticas de segurança de dados das empresas que oferecem esse serviço garantem um cuidado rigoroso com o material processado, como autenticação e criptografia. Além disso, as empresas mantêm uma equipe especializada em segurança digital e operam com a tecnologia mais avançada disponível no mercado.

SERVIÇO VAI ALÉM DO ARMAZENAMENTO

Além da segurança, esse modelo de TI inclui plataformas de controle e gerenciamento de dados que dispensam a necessidade de compra de licenças e manutenção de softwares e hardwares.

Juntar ferramentas de armazenamento e gerenciamento em um mesmo serviço torna esse modelo mais barato e prático que as tecnologias anteriores. Os dados ficam acessíveis em qualquer local, para diferentes dispositivos (tablets, celulares etc.) e sistemas, como Windows, iOS ou Linux, e de forma rápida através de servidores espalhados pelo mundo e conectados em rede.

Essa maior praticidade, que oferece total controle dos dados, pode trazer mudanças de grande impacto para a forma como o poder público utiliza e trabalha os próprios dados do sistema. O recente ataque ao STJ, por exemplo, mostrou a importância de atualizar os sistemas de armazenamento de dados no serviço público.

Em meio à pandemia da covid-19 e à disseminação do trabalho remoto, as facilidades que a nuvem oferece são cada vez mais indispensáveis. A previsão é que, com a chegada da tecnologia 5G, esse processo se acelere ainda mais. Consultorias famosas, como a Gideon Gartner, estipulam que 75% de todos os bancos de dados do mundo migrarão para serviços em nuvem até 2023.

GOOGLE CLOUD PUBLIC SECTOR SUMMIT

Nos dias 8 e 9 de dezembro, representantes governamentais de diversos países se reunirão no evento global digital Google Cloud Public Sector Summit (Cúpula do Setor Público do Google Cloud) para discutir o uso de novas tecnologias para melhoria do controle, manipulação e segurança do armazenamento de dados dentro do setor público.

O evento é apoiado pela AX4B, empresa especialista em gestão, software e serviços, parceira da Google Cloud e conta com mais de 40 sessões internacionais, interações com especialistas e soluções Google Cloud para o setor governamental e de educação. Inscreva-se.

Serviço:
Quando: 
8 e 9 de dezembro.
Inscrição: https://cloudonair.withgoogle.com/events/public-sector-summit-br
Programação e informações: 
https://cloudonair.withgoogle.com/events/public-sector-summit

Poder 360.

Vandilma perde no TRE e Gabriel César continua vereador em Parnamirim

A corte do Tribunal Regional Eleitoral, decidiu que os votos da vereadora Vandilma não serão contabilizados e manter o indeferimento de seu registro de candidatura. Veja o acórdão dos juízes eleitorais.

 

Recurso Eleitoral Nº 0600459-35
Número único: 0600459-35.2020.6.20.0050Julgado
Origem: Parnamirim / RN
Decisão: Acordam os juízes do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte, à unanimidade de votos, em consonância com o parecer da Procuradoria Regional Eleitoral, em conhecer e desprover o recurso, de modo a manter o indeferimento do registro de candidatura de que cuidam os autos, nos termos do voto do relator.

Acórdão publicado em sessão. Anotações e comunicações
Assunto: Inelegibilidade – Rejeição de Contas Públicas. Impugnação ao Registro de Candidatura. Registro de Candidatura – RRC – Candidato.

Cargo – Vereador
Relator(a): Juiz Fernando de Araujo Jales Costa
Recorrente:
Vandilma Maria de Oliveira
Recorrido:
Ministerio Publico Eleitoral

Colisão no interior de SP entra para a história como uma das maiores tragédias rodoviárias do país

A colisão entre um caminhão e um ônibus no interior de SP que deixou ao menos 41 mortos entra para a história como uma das maiores tragédias rodoviárias do Brasil.

O incidente ocorreu na manhã desta quarta-feira (25) entre Taguaí e Taquarituba, na rodovia Alfredo de Oliveira Carvalho, por volta das 7h, após o ônibus, que transportava funcionários de uma empresa, bater no caminhão que trafegava em sentido oposto.

Esse elevado número de mortes em um único evento rodoviário não é comum e costuma ocorrer justamente em casos que envolvem ônibus.

A última grande tragédia no estado de São Paulo ocorreu em 2016, quando um ônibus que levava estudantes tombou em uma pedra e capotou na rodovia Mogi-Bertioga e 18 pessoas morreram. Em 2016, o resultado da perícia apontou falha nos freios e falta de manutenção. O ônibus, da União do Litoral, era fretado pela Prefeitura de São Sebastião para fazer o trajeto da cidade do litoral norte até a Universidade de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo.

Um dos maiores incidentes rodoviários da história ocorreu também em São Paulo, há 60 anos, também com estudantes. O evento ficou conhecido como Tragédia do Rio Turvo, quando um ônibus, que levava alunos de uma escola de São José do Rio Preto até Barretos, caiu de uma ponte no rio, e 59 das 64 pessoas que estavam no veículo morreram. Todos os anos uma missa é feita para lembrar as vítimas da tragédia.

Também no estado de São Paulo ocorreu outra grande tragédia há 22 anos. Em setembro de 1998, próximo à cidade de Araras (SP), 55 pessoas morreram após um caminhão carregado de combustível tombar e explodir.

Dois ônibus que levavam romeiros de Anápolis (GO) tentaram atravessar a fumaça e também foram atingidos pelo fogo, além de um caminhão que levava bebidas. A maioria morreu carbonizada ou pela inalação de fumaça do incêndio. A cidade de Anápolis tem hoje uma Praça dos Romeiros, em homenagem às vítimas da tragédia.

Além desses eventos, dez anos antes, em 1988, dois ônibus colidiram na altura de Paranapanema (SP). Um dos veículos caiu de uma ribanceira na represa de Jumirim e 39 pessoas morreram.

Naquele mesmo ano, um caminhão pau-de-arara capotou e caiu em um precipício em Cachoeira (BA) e 67 romeiros morreram.

Em 1987, a colisão entre dois ônibus e um carro na BR-040, que liga Belo Horizonte ao Rio, deixou 62 pessoas mortas, todos eram romeiros.

Neste ano, 4.085 pessoas foram vítimas do trânsito no estado de São Paulo de janeiro a outubro, menos que os 4.514 do ano passado no mesmo período. O principal fator de queda dessa número, no entanto, foi a pandemia de Covid-19, que retirou gente das ruas, já que até março, antes das medidas de distanciamento social, a tendência era de alta.

Morre Diego Maradona aos 60 anos, diz jornal argentino

Morreu na tarde desta quarta-feira (25) Diego Armando Maradona, aos 60 anos. A informação foi divulgada por veículos de imprensa da Argentina. Campeão da Copa do Mundo de 1986 com a seleção do país, foi um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos.

Segundo o jornal Clarín, Maradona teve uma parada cardiorrespiratória em casa, em Tigre, na região de Buenos Aires, onde estava desde que passou por um procedimento cirúrgico na cabeça mais cedo neste mesmo mês de setembro.

Folhapress

Operação da PF investiga fraudes e desvio de dinheiro na Paraíba e RN

Foto: Reuters/Sergio Moraes

Segundo a PF, os contratos giram em torno de R$ 54 milhões. “Há indícios de superfaturamento dos contratos, atos de corrupção passiva e ativa, e de lavagem de dinheiro mediante a utilização de contas bancárias de empresas interpostas para dissimulação de movimentações financeiras”, informou a PF em nota.

Na ação, estão sendo cumpridos 15 mandados de busca e apreensão nas cidades de João Pessoa, Araruna (PB) e em Parnamirim (RN), além de ordens de indisponibilidade de bens e afastamento de 4 servidores públicos federais de suas funções. No total 70 policiais federais e de sete auditores da Controladoria-Geral da União participam da operação.

Agência Brasil

China acusa Eduardo Bolsonaro de ameaçar suas relações com Brasil

Foto: Romulo Serpa/Agência CNJ/Divulgação

Em uma nota pública divulgada na noite desta terça-feira 24, a Embaixada da China no Brasil acusou o deputado Eduardo Bolsonaro de ameaçar as relações entre Pequim e Brasília com declarações “infundadas”. Segundo a representação diplomática, o governo chinês utilizou canais diplomáticos para realizar uma queixa formal.

Nas redes sociais, o deputado afirmou que o governo brasileiro declarou apoio a uma “aliança global para um 5G seguro, sem espionagem da China”. A mensagem foi postada na segunda-feira 23, mas apagada nesta terça.

“O governo Jair Bolsonaro declarou apoio à aliança Clean Network, lançada pelo governo Donald Trump, criando uma aliança global para um 5G seguro, sem espionagem da China”, escreveu Eduardo Bolsonaro. “Isso ocorre com repúdio a entidades classificadas como agressivas e inimigas da liberdade, a exemplo do Partido Comunista da China”, disse ainda o deputado, que é presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara.

Em nota, a Embaixada da China afirmou que a declaração “é totalmente inaceitável” e que manifesta “forte insatisfação e veemente repúdio a esse comportamento”.

“Na contracorrente da opinião pública brasileira, o deputado Eduardo Bolsonaro e algumas personalidades têm produzido uma série de declarações infames que, além de desrespeitarem os fatos da cooperação sino-brasileira e do mútuo benefício que ela propicia, solapam a atmosfera amistosa entre os dois países e prejudicam a imagem do Brasil”, diz o comunicado.

A representação diplomática disse ainda que as declarações de Eduardo Bolsonaro seguem “os ditames dos Estados Unidos de abusar do conceito de segurança nacional para caluniar” o país asiático e cercear as atividades de empresas chinesas.

A briga pelo monopólio da tecnologia 5G mundial está no centro da guerra comercial entre China e Estados Unidos. O governo americano alega que a tecnologia oferecida pela chinesa Huawei representa uma ameaça à segurança nacional nas nações que a adotam, pela proximidade da empresa com o governo de Pequim, e protagoniza uma campanha para influenciar seus aliados a escolher tecnologias alternativas.

Além da Huawei, as outras grandes empresas que oferecem serviços de 5G semelhantes ao chinês são a sueca Ericsson, a finlandesa Nokia e a sul-coreana Samsung – não há nenhuma empresa americana que disputa o monopólio no mesmo patamar.

Alvo de lobby de ambas as nações, o Brasil foi colocado em uma posição delicada na disputa. A Huawei deixa claro seu interesse em participar da implantação da tecnologia no país. Porém, ao mesmo tempo em que tenta conservar os laços com a China – o maior parceiro comercial brasileiro – o governo de Jair Bolsonaro também força uma aproximação com os Estados Unidos.

O Brasil prepara um leilão para escolher empresas que vão instalar a rede de telefonia 5G no país. O evento deve acontecer em 2021.

Em entrevista a VEJA em agosto, o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, negou que as declarações de Eduardo Bolsonaro e outras autoridades brasileiras pudessem prejudicar “o quase meio século de relações diplomáticas” entre as duas nações.

“Forças antichinesas nos Estados Unidos têm criado uma rivalidade ideológica de forma deliberada, pressionando outros países a tomar partido dos interesses americanos”, disse. “No entanto, nenhuma nação que possua consciência e espírito independente cairá nessa manobra”.

Nesta terça, o ministro das Comunicações, Fábio Faria, foi questionado sobre as declarações de Eduardo Bolsonaro. Jornalistas perguntaram ao ministro se o Brasil entrou na aliança Clean Network a fim de evitar a espionagem chinesa, como havia afirmado o deputado. Faria não quis responder e disse apenas: “Liga para o Eduardo”.

Veja

Governo não gasta verba da pandemia para profissionais de saúde, hospitais e alimentos

Foto: Reprodução Folhapress

Em pouco mais de oito meses de pandemia do novo coronavírus, o governo Jair Bolsonaro (sem partido) deixou de gastar dinheiro reservado para contratar médicos, reestruturar hospitais, comprar testes de Covid-19 para presídios e fomentar agricultura familiar para doação de alimentos. As informações constam de relatórios da Câmara.

A consultoria de Orçamento da casa lista pelo menos dez ações da gestão Bolsonaro que não avançaram, apesar da abertura imediata de créditos extraordinários. A verba foi liberada por meio de MPs (medidas provisórias).

Os relatórios com a execução orçamentária dos gastos previstos para o combate à Covid-19 trataram, além das ações nas regiões fortemente afetadas pela pandemia, de infraestrutura de hospitais universitários, com finalidade de criação de novos leitos, e hospitais de campanha em presídios.

Os créditos foram gerados dentro do chamado orçamento de guerra. Com ele, há flexibilização das regras fiscais até 31 de dezembro, prazo do estado de calamidade pública decretado em razão da pandemia do novo coronavírus.

No orçamento de guerra, a pandemia conta com gastos específicos, sem as amarras habituais para a criação de uma despesa. Assim, MPs foram editadas para garantir créditos a diferentes ministérios e órgãos do governo.

O gasto mais expressivo e conhecido do período é o auxílio emergencial, que já soma R$ 275,4 bilhões. Porém, em outras frentes, o governo não conseguiu gastar o dinheiro destinado para mitigar os efeitos da crise de saúde.

Uma MP em maio destinou dinheiro para o Ministério da Saúde contratar 5.000 profissionais por tempo determinado. Eles deveriam atuar em áreas mais impactadas pela pandemia.

O relatório mais recente da Câmara dos Deputados, com dados até o dia 20 de novembro, mostra que apenas 4,6% do dinheiro foi efetivamente gasto.

A pasta ficou autorizada a gastar R$ 338,2 milhões com a medida. Os pagamentos feitos não chegaram a R$ 16 milhões.

Na justificativa da MP, o ministro Paulo Guedes (Economia) afirmou que os gastos se restringiriam ao período de calamidade pública. O texto deixou de ser apreciado pelo Congresso e perdeu a eficácia em setembro.

Em nota, o Ministério da Saúde disse que as contratações de profissionais foram feitas a partir de demandas de estados e municípios, sem especificar quantas e o valor gasto.

Esses pedidos devem atender a critérios como a existência de novos leitos para Covid-19 e uma ocupação de UTIs superior a 70%. “É necessário que a localidade justifique não ter a possibilidade de contratação por meios próprios”, afirma.

Já a EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares) tem garantidos, desde abril, R$ 70 milhões. O dinheiro foi destinado para reestruturar os prédios dos hospitais universitários para a abertura de novos leitos na pandemia.

A verba também deveria ser usada para a compra de equipamentos médicos. Até agora, foram gastos R$ 17,1 milhões.

Segundo a estatal, a execução orçamentária ocorre de acordo com a demanda dos hospitais. “Para a liberação e o empenho dos recursos, é avaliado previamente se a destinação dos itens a serem adquiridos será efetivamente para o combate à pandemia. Processos de compras tramitam na EBSERH”, afirmou a empresa, em nota.

Para os presídios brasileiros, onde a Covid-19 já matou 121 detentos e 89 agentes penitenciários, segundos dados do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), foram autorizados R$ 17,2 milhões para a compra de testes rápidos, a estruturação de hospitais de campanha, a aquisição de aparelhos de saúde e os serviços de telemedicina.

Os relatórios da Câmara mostram que o dinheiro é oriundo de uma MP de maio. No entanto, apenas R$ 2.400 foram efetivamente pagos, via Funpen (Fundo Penitenciário Nacional).

O Depen (Departamento Penitenciário Nacional) disse, em nota, que uma primeira MP, no valor de R$ 49 milhões, permitiu a compra de EPIs (equipamentos de proteção individual) e testes para os presídios.

Folhapress

Com recursos da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, Parnamirim terá a primeira Orquestra de Jazz Sinfônica do RN

Fotos: Divulgação

Um fato mundial é que o ano de 2020 não está sendo fácil. Das muitas cores, a do pesar ainda prevalece. Diante desta dura realidade, recorrer à arte ainda soa como um dos bálsamos para o alívio e aconchegar-se nas mais variadas vertentes de sua leveza, continua trazendo esperança de que os dias poderão ser melhores. A música, em todo seu potencial criativo, como parte das conexões humanas propulsoras e flexíveis, reúne desta vez, sob a regência do maestro português mais potiguar de todos, Eugénio Graça, 50 músicos que irão compor a Parnamirim Jazz Sinfônica (PJS), orquestra jazzística pioneira no estado do Rio Grande do Norte (RN). Assim, em uníssono na cidade que primeiro acolheu o estilo musical no RN, nos mais belos improvisos e arranjos, o grupo foi criado, neste mês de novembro, com recursos da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc.

A orquestra Parnamirim Jazz Sinfônica (PJS), de gestão privada, a cargo da EG Consultoria Musical, tem por objetivo a geração de renda e a atividade artística para músicos e demais profissionais da cultura e do espetáculo. Segundo o idealizador, maestro Eugénio Graça, o repertório passeia pelas sonoridades únicas do jazz, balanceadas com timbres eruditos, resgatando a relação de Parnamirim com o gênero, que foi trazido para a região por americanos, na época da Segunda Guerra Mundial, quando foi abraçado com recepção calorosa pelos amantes das edições do “For All”, realizadas na base militar do local.

Ainda segundo o maestro, o projeto realizará um intensivo trabalho de resgate das tradições das orquestras de rádio e televisão que fizeram sucesso entre os anos 1930 e 1970, se propondo a dar roupagem sinfônica à música jazz, popular brasileira e universal.

Formação

Extrair uma sonoridade ímpar e apaixonante. Com esse intuito, estão reunidos 50 músicos, contando com a direção artística e a regência do maestro Eugénio Graça; a orquestra erudita, em seus moldes tradicionais, será ligada a uma Big Band. O resultado dessa sonoridade, com direito a jazz, samba, frevo, bossa nova, Música Popular Brasileira (MPB), rock e erudito, conferirá protagonismo na criação de uma nova estética de performance orquestral com fundamento em arranjos contemporâneos e, exclusivamente, elaborados para a Parnamirim Jazz Sinfônica. A orquestra pretende atrair o público com a combinação única dos timbres clássicos, modernos, jazzísticos e da junção artística entre a orquestra e convidados solistas internacionais, nacionais, regionais e locais. A Parnamirim Jazz Sinfônica conta, ainda, com o reconhecimento e apoio da Prefeitura de Parnamirim, por meio da Fundação Parnamirim de Cultura.

Carrefour anuncia doação de R$ 25 milhões após distribuir R$ 482 milhões a acionistas

Foto: Reprodução Folhapress

No mesmo dia em que anunciou a instituição de um fundo de R$ 25 milhões para fomentar ações de combate ao racismo no Brasil, nesta segunda-feira (23), o Carrefour pagou a segunda e última parcela dos lucros distribuídos pela empresa a seus acionistas neste ano. Eles receberam R$ 482 milhões ao todo. O grupo francês que controla a rede de supermercados teve direito a R$ 345 milhões e a Península, da família do empresário Abílio Diniz, ficou com outros R$ 37 milhões.

O Carrefour promete apresentar nesta quarta (25) os critérios que adotará na distribuição do dinheiro do novo fundo, anunciado como resposta à onda de indignação causada pela morte de Beto Freitas, espancado e asfixiado por seguranças de uma loja do supermercado em Porto Alegre, na quinta (19).

A empresa diz que doará também os resultados obtidos com suas vendas em todas as lojas do país na sexta (20). No ano passado, o Carrefour lucrou R$ 1,98 bilhão no Brasil. Neste ano, os resultados contabilizados nos primeiros nove meses indicam uma alta de 49,6% nos lucros da rede.

As maiores companhias americanas se comprometeram com doações significativas nos Estados Unidos após a morte de George Floyd, homem negro asfixiado por um policial em maio. Informações de 58 empresas compiladas pelo site Axios indicaram compromissos de US$ 3,3 bilhões até setembro.

O Walmart, maior rede de supermercados dos EUA, prometeu investir US$ 100 milhões em iniciativas focadas na promoção da equidade racial nos próximos cinco anos. O atacadista Costco destinou US$ 25 milhões a instituições financeiras lideradas por negros e comunidades locais. A Target anunciou doação de US$ 10 milhões.

Para Giovanni Harvey, presidente do conselho deliberativo do Fundo Baobá, que apoia projetos de promoção da equidade racial, o mais importante não é o dinheiro do Carrefour. “Eles precisam dizer o que vão fazer na operação para que isso não se repita”, diz. “Deveriam buscar medidas com impacto real no sistema de varejo do Brasil.”

Folhapress