A prefeita de Parnamirim Nilda Cruz autorizou a antecipação de 40% do décimo-terceiro de todos os servidores municipais efetivos, entre ativos e pensionistas. O pagamento foi creditado hoje (12) e demonstra o compromisso da atual gestão com o respeito e a valorização dos servidores, além de total atenção à responsabilidade fiscal.
“Só existe boa gestão, com servidores respeitados e motivados, e a antecipação de parte do décimo é mais um gesto que comprova nosso compromisso com os servidores, e ainda ajuda a movimenta a economia em todo o município” declarou a Prefeita Nilda.
Na tarde desta quarta-feira (11/06), a Câmara Municipal de Parnamirim deu mais um passo significativo para cumprir o Objetivo 12 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). Através da coleta e destinação de materiais recicláveis para a Associação Ambiente em Movimento, especializada em agentes ambientais, a Câmara reafirma seu compromisso em contribuir para uma Parnamirim mais limpa e sustentável.
A vereadora Rárika Bastos destacou a relevância dessa iniciativa, afirmando que “esta parceria representa um avanço no respeito ao meio ambiente e à sustentabilidade. É uma demonstração clara do empenho da Câmara Municipal em transformar Parnamirim em uma cidade mais limpa e consciente sobre a importância da preservação ambiental.”
O presidente da Câmara, vereador Dr. César Maia, também ressaltou a importância da coleta seletiva. Ele afirmou: “Estamos realizando entregas não apenas de lixo reciclável, mas também de materiais inservíveis e lixo eletrônico, essa ação é vital para promover uma economia circular e minimizar os impactos ambientais.”
Com essa iniciativa, a Câmara Municipal de Parnamirim se posiciona como um exemplo de comprometimento com a sustentabilidade e o desenvolvimento responsável, contribuindo efetivamente para um futuro mais sustentável para todos.
ODS
O 12º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável busca promover o uso consciente dos recursos do planeta, incentivando a redução do desperdício, o reaproveitamento de materiais e a produção sustentável, para que possamos viver bem hoje sem comprometer o futuro das próximas gerações. Algumas das 11 metas incluem: Reduzir pela metade o desperdício de alimentos até 2030; Gerenciar de forma ambientalmente adequada os produtos químicos e resíduos, minimizando seus impactos na saúde humana e no meio ambiente; Reduzir significativamente a geração de resíduos, por meio da prevenção, redução, reciclagem e reuso; Estimular práticas sustentáveis nas empresas, especialmente as grandes e transnacionais; e Promover educação e conscientização para o consumo sustentável.
O engajamento da população de Natal com a construção de uma sociedade mais justa se traduziu em números expressivos este ano. A destinação de parte do Imposto de Renda por contribuintes da capital potiguar resultou na arrecadação de R$1.244.946,61 para os fundos municipais que atendem públicos em situação de vulnerabilidade.
Desse montante, R$641.346,81 foram destinados ao Fundo Municipal de Apoio à Política da Pessoa Idosa (FUMAPI), e R$603.599,80 ao Fundo da Infância e Adolescência (FIA). Os valores ultrapassam os registrados no ano anterior, quando o total arrecadado foi de R$868.047,72, demonstrando o crescimento da consciência cidadã e a confiança da população em mecanismos de participação direta na política pública.
Destinação sem custo, com grande impacto social
A possibilidade de destinar até 6% do imposto de renda a fundos municipais é prevista por lei federal e não representa nenhum custo adicional para o contribuinte. Ao fazer a destinação no momento da declaração, o cidadão escolhe aplicar parte do valor devido em ações sociais locais, ao invés de deixar que 100% vá automaticamente para o Tesouro Nacional.
“Estamos falando de uma ferramenta extremamente poderosa de participação cidadã. Cada centavo destinado representa um ato de compromisso coletivo com o cuidado, com a inclusão e com o futuro. Quando o contribuinte escolhe destinar seu imposto a um fundo municipal, ele está dizendo: ‘eu acredito no poder da transformação social’. Esses recursos viabilizam projetos que garantem direitos, acolhem, educam, protegem e criam novas oportunidades para crianças, adolescentes e idosos. É um movimento de empatia, mas também de política pública na prática”, afirmou a secretária da SEMTAS, Nina Souza.
Recursos que viram direitos
O dinheiro arrecadado por meio da destinação do IR é aplicado em projetos aprovados pelos Conselhos Municipais de Direitos, garantindo transparência e foco nos reais interesses das populações atendidas. As ações contemplam áreas como educação, esporte, cultura, lazer, saúde, proteção contra violações e fortalecimento de vínculos familiares e comunitários.
No caso do Fundo da Infância e Adolescência, são apoiadas iniciativas que promovem o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes, especialmente aqueles em situação de vulnerabilidade ou risco social. Já o FUMAPI financia ações voltadas ao envelhecimento ativo, à valorização da pessoa idosa, à prevenção de violações de direitos e à inclusão social da população idosa.
“É importante que a população saiba que esses recursos não ficam parados. Eles se tornam realidade em projetos que chegam nas comunidades, nos centros de convivência, nas instituições que atuam na linha de frente da proteção social. A destinação do imposto de renda é uma forma concreta de fazer a diferença. E cada vez mais pessoas estão compreendendo isso”, concluiu Nina Souza.
Caminho aberto para a transformação
A expectativa para os próximos anos é de que mais contribuintes façam uso dessa ferramenta e que os fundos municipais sigam fortalecidos como instrumentos de execução de políticas públicas de alto impacto social.
Para o presidente do Conselho Municipal da Pessoa Idosa, Romildo Martins, os resultados de 2025 evidenciam o potencial transformador desse modelo de financiamento: “O Fundo Municipal da Pessoa Idosa de Natal é um importante instrumento para a execução de projetos sociais complementares aos serviços de assistência social executados pelo Município. Em 2025 batemos recorde na arrecadação através do Imposto de Renda e estamos com edital aberto no valor de R$1.000.000,00 para beneficiar até 15 projetos sociais”.
“É uma alegria imensa ver que, este ano, conseguimos uma arrecadação tão significativa. Isso mostra que a população de Natal está cada vez mais consciente do seu papel na construção de uma rede de proteção forte e comprometida com quem mais precisa”, disse a presidente do conselho municipal dos direitos da Criança e do Adolescente ( Comdica), Ana Paula Mafra.
Natal segue mostrando que a solidariedade e a cidadania ativa são caminhos viáveis e transformadores. Quando o imposto encontra o propósito, o resultado é mais do que arrecadação: é inclusão, é justiça social, é futuro.
A exposição “Sertão em Prosa e Cantoria”, que reúne o livro Luiz Gonzaga, 110 Anos do Nascimento, de Paulo Wanderley, e objetos típicos do sertão nordestino, foi inaugurada nesta quarta-feira (11) na Biblioteca Municipal Elienai Cartaxo, em Parnamirim.
Promovida pela Prefeitura de Parnamirim, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SME), a iniciativa segue até o fim do mês e tem como objetivo valorizar a cultura nordestina entre os estudantes da rede pública.
Alunos do 6º ano da Escola Municipal Joana Alves participaram da abertura da exposição, onde assistiram a uma apresentação musical e acompanharam a explanação sobre o livro feita pelo poeta, repentista e músico José Acaci. Os estudantes também puderam contemplar os objetos expostos, que ajudam a contar a história do sertão e de seus personagens.
A obra Luiz Gonzaga, 110 Anos do Nascimento é considerada a mais completa sobre o cantor e compositor pernambucano, conhecido como o Rei do Baião. O livro se destaca por sua proposta interativa: são mais de 1.500 QR Codes que permitem ao leitor acessar conteúdos digitais, como notícias antigas, áudios, fotografias, gravações de shows, informações e depoimentos do próprio Luiz Gonzaga.
O presidente da Câmara Municipal de Parnamirim, Dr. César Maia, recebeu nesta semana representantes do bairro de Nova Parnamirim, que celebra 36 anos de existência em 2025. Durante a reunião, foi discutida a organização da corrida de rua “Parnarun”, que será realizada no dia 12 de julho, como parte das comemorações pelo aniversário do bairro.
Estiveram presentes no encontro o vereador Léo Lima e os representantes comunitários Deni Marinho, Josi Matos e Marcílio Sena, todos engajados na construção de um evento que una esporte, cidadania e valorização da história local.
Dr. César Maia destacou a relevância de ações como a Parnarun para aproximar o poder público da população. “Nova Parnamirim é um bairro de grande importância para o município. Apoiar essa corrida é reconhecer o esforço da comunidade e incentivar a participação ativa da população nas comemorações e nas decisões que impactam sua realidade”, afirmou o presidente.
A Parnarun promete movimentar moradores e corredores de toda a cidade, celebrando mais de três décadas de crescimento, identidade e pertencimento em Nova Parnamirim. Informações sobre inscrições e detalhes do percurso serão divulgadas em breve.
Morreu nesta quarta-feira, aos 97 anos, Maria de Lourdes Alves Dias. Casada com o deputado José Dias, mãe do procurador federal Marcelo Alves Dias, e avó de João, Diúda, como é conhecida, era a única ainda viva, dos 8 irmãos do ex-governador e ex-ministro Aluízio Alves. Ela era a número 8, dos 9 irmãos: Maristela, Neusa, Aluízio, Garibaldi, Expedito, José Gobat, Madre Carmem Alves, Lourdes e Agnelo.
Da família tradicional da política potiguar com muitos mandatos, Diúda era os ouvidos e conselhos de todos durante anos. Decisões políticas importantes tomadas pelos mais antigos da família passavam por Diúda, conhecida pelo pulso forte e sem ‘papas na língua’, em muitas situações foi a última palavra.
Diúda estava em casa há bastante tempo em uma UTI montada para evitar saídas para hospital. Nos últimos meses perdeu a lucidez. A família estava sempre perto. Nesta quarta-feira ela se foi. O velório de Diúda terá início às 13h, no Morada da Paz, em Emaús, onde o corpo será sepultado às 19h.
O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, participou nesta terça-feira (10), de reunião com a Frente Nacional dos Prefeitos e Prefeitas (FNP), em Brasília-DF, para discutir temas importantes para os municípios brasileiros como segurança pública, reforma tributária e gestão pública. A reunião foi comandada pelo presidente da FNP e prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes.
‘’Estivemos ao lado dos prefeitos tratando de temas fundamentais para as cidades, uma oportunidade também de trocar experiências e se conectar com os municípios’’, pontuou Allyson, que é vice-presidente de Gestão Pública e Inovação da Frente Nacional dos Prefeitos.
Após a reunião, o prefeito Allyson e os demais prefeitos foram recebidos no Congresso Nacional pelo presidente e senador Davi Alcolumbre. ‘’Na oportunidade, o senador Davi Alcolumbre apresentou a temática discutida a todos os senadores’’, explicou o gestor mossoroense.
Allyson enfatizou também o fortalecimento do diálogo com os municípios. ‘’É um importante momento de elevar o nome de Mossoró, evidenciar nossa cidade, a gestão que estamos fazendo, o diálogo e a conexão com as grandes cidades do Brasil, Mossoró é uma cidade que cada vez mais está investindo e olhando pra frente pra gerar desenvolvimento’’, concluiu o prefeito Allyson.
O prefeito de Mossoró participou do encontro ao lado de prefeitos de capitais e de outras grandes cidades, como os prefeitos Ricardo Nunes (São Paulo/SP), Sebastião Melo (Porto Alegre/RS), Bruno Reis (Salvador/BA), Eduardo Pimentel (Curitiba/PR), Eduardo Braide (São Luís/MA) e outros.
As transformações no cenário clerical de Parnamirim já estão em curso. O novo pároco da cidade, Padre Paulo Henrique, assumiu com entusiasmo a missão de conduzir a comunidade católica da terceira maior cidade do Rio Grande do Norte. Já instalado na casa paroquial, ele começa a imprimir seu jeito próprio de liderar, com sensibilidade pastoral e espírito de renovação. As mudanças estão sendo estudadas e, em breve, devem ser anunciadas.
Mas um detalhe curioso vem chamando a atenção dos fiéis: a rivalidade esportiva entre os dois religiosos. Padre Murilo é torcedor apaixonado pelo ABC, enquanto Padre Paulo é declaradamente Americano, ou América, para os mais tradicionais.
E assim, entre celebrações e evangelizações, permanece a brincadeira fraterna: somos todos irmãos em Cristo, mas no futebol… seguimos em lados diferentes.
Atualmente no Brasil, o brado de Dom Paulo Evaristo, Cardeal Arns – “Brasil, tortura e censura, nunca mais” – agoniza. Deseja-se repetir a tristeza do passado? Despreza-se o ensinamento bíblico: “O que detestas que te façam, não o faças a ninguém” (Tb 4, 15). É deplorável ver as vítimas de ontem, convertidas nos algozes de hoje. A censura é guardiã de privilégios, exceções e interesses. Impor a mordaça à mídia “et alii” será a solução para os graves problemas brasileiros? Sob o manto da proteção à verdade, impõem-se normas, cujo objetivo sub-reptício consiste em intimidar e calar quem ousa divulgar opiniões e medidas contra abusos e iniquidades. “O que é a verdade?”, perguntou Pilatos a Cristo (Jo 18, 38). Com a regulação busca-se proteger a inocência de vulneráveis ou a fraqueza ético-moral de dirigentes? Quando faltam firmeza de argumentação e poder de convencimento, lança-se mão do autoritarismo e da força. Dignitários lutam por uma nova imunidade: a isenção de críticas (inexistente na Carta Magna). Rechaçam juízos de valor sobre suas palavras e ações. Uns são sorrateiros; outros advogam freneticamente a censura, a partir de seus parâmetros. “Quantum mutatus ab illo” (como as coisas mudaram), dizia Virgílio na Eneida, hoje um desconhecido, pois não se estuda mais o belo idioma do Lácio.
Há operadores da política e da justiça que falam em democracia e estado democrático de direito. Referem-se a tais valores, não como pensa a maioria, e sim um grupo. As ideologias (de ambas as vertentes) se encontram, não nas ideias, mas no “modus operandi” coercitivo e intimidatório. Falas fora de contexto e narrativas construídas têm revoltado, dividido e causado ingente mal-estar social. Uns lutam, a todo custo, para ver rapidamente o enterro daquilo que pode mostrar o lixo da “res publica”. O intento de conter a mídia e atemorizá-la caminha nessa direção. Tenta-se inibir qualquer ação contra os que manipulam de forma antiética a gestão e a política nacional. Há a desculpa de proteger a verdadeira informação, como se os cidadãos do Bem fossem incapazes de discernir ou perceber as iniquidades. Camufla-se o plano de defender somente os próprios interesses, não os da sociedade. Assim, grassam a corrupção e a impunidade no país. “Transbordam de ambição seus corações. Zombam, falam com malícia. E com arrogância ameaçam. Assim são os maus…, que com escárnio só fazem aumentar o seu poder” (Sl 73/72, 7-8;11), desabafa o salmista.
Regular a imprensa e as redes sociais é álibi para outros projetos e intenções abscônditas. Inegavelmente, nas plataformas veiculam-se difamações, calúnias, ódio, preconceitos, intolerância etc… Entretanto, já existem diplomas legais para coibir tais vilezas. É mais fácil proibir que educar. Ensinam-se lições sobre o uso dos meios de comunicação nas escolas? Isso é também dever e missão das famílias, do Estado e das igrejas. Acaso, propostas de regulação, como eufemismo de censura, não ferem direitos basilares, previstos na Constituição vigente? Pensa-se na criação de órgãos censores (quem os qualificou como detentores de toda a verdade?) para salvaguardar a “soi-disant” honra de alguns, que se julgam pública e socialmente inatacáveis ou infalíveis. Quem estará apto a determinar o justo limite das coisas, o Estado e seus organismos ou os próprios interessados (cidadãos)? Parece haver o propósito de colocar as redes e os indivíduos sob o jugo estatal, caminho trilhado por países ditatoriais e autoritários. O que diria o jurista Sobral Pinto, defensor de tantas vítimas das sanhas repressivas de outrora?
No Brasil da atualidade, a mídia e as redes sociais podem tornar-se instrumento para ajudar a conter a cultura da corrupção e da impunidade. É abominável que, com a desculpa e o pretexto de punir os “cibercrimes”, a mídia seja ameaçada, ao se insurgir contra as regalias de ímprobos e inescrupulosos. Cabe contestar os abusos nas plataformas. Mas, isso deve acontecer com respeito aos direitos fundamentais, sobretudo à verdadeira liberdade de expressão (e não ao seu simulacro), previstos na Carta Magna de 1988. Verifica-se não a tentativa de combater as supostas transgressões, mas a sede de um artifício “legal” para afastar o que incomoda os iníquos e corruptos. “Até quando, ó Deus, os ímpios triunfarão e haverão de proferir palavras de afronta?” (Sl 94/93, 3-4).
Em uma importante vitória, o jornalista Isaac Samir obteve a extinção de uma pena privativa de liberdade de 4 meses e 5 dias de detenção, inicialmente em regime aberto. A decisão foi proferida pelo magistrado Marcos José Sampaio de Freitas Júnior no processo nº 5000042-74.2025.8.20.0124.
Decisão do magistrado
O magistrado acolheu o pedido do jornalista e declarou extinta a pena, conforme trecho da decisão:
“Pelo exposto, e por tudo que consta nos autos, declaro extinta a pena de Isaac Samir de Oliveira nos termos do art. 66, II, da Lei de Execução Penal, sem prejuízo da possível busca da vítima pela satisfação do seu direito a indenização pelas vias ordinárias.”
O União JP conquistou o título da 1ª edição da Liga de Futsal Feminino de Parnamirim. Em um duelo bastante disputado, realizando neste domingo (08), no Ginásio de Emaús, a equipe bateu o União FC por 1 x 0 e levantou a taça. O gol da partida foi marcado pela atleta Maria, que também foi escolhida como a melhor jogadora do campeonato. O terceiro lugar da competição ficou com a equipe Estrelas. A prefeita de Parnamirim, Nilda Cruz, acompanhou a rodada final ao lado do secretário municipal de Esporte, Bira Marques.
“O esporte em Parnamirim voltou a ser valorizado. A Liga de Futsal Feminino foi um grande sucesso. Tivemos disputas intensas e nossas atletas mostraram muita competência e talento. É compromisso da nova gestão da Prefeitura fortalecer o segmento esportivo da nossa cidade, promovendo e apoiando eventos em diversas modalidades. Esporte é saúde, qualidade de vida, entretenimento, também ajuda a movimentar a economia, enfim, os benefícios são inúmeros e vamos seguir fortalecendo as políticas públicas nessa área estratégica”, disse a prefeita.
A Liga de Futsal Feminino contou com a participação de 12 equipes de diversos bairros da cidade em dois grupos. Além de troféu e medalhas, a grande campeã da competição levou para casa uma premiação no valor de R$ 5 mil. O vice-campeão ficou com R$ 1.500 e a terceira colocada ganhou R$ 500 reais.
O Pingo da Mei Dia, que abriu os festejos do Mossoró Cidade Junina 2025, reuniu mais de 250 mil pessoas no último sábado, 7 de junho, no Corredor Cultural. O ponto alto do evento foi o show do cantor potiguar Xand Avião, que garantiu a animação do público que lotou a avenida.
O número foi contabilizado pela organização do evento. As equipes de engenharia da Prefeitura trabalharam em conjunto com as equipes de comunicação para chegarem ao resultado. Foram utilizados drones ao longo do percurso e os dados fotográficos aéreos foram analisados por engenheiros que chegaram ao total de público.
O sucesso do evento foi total. Na segurança, não houve nenhum registro grave de violência. O Pingo da Mei Dia contou com a presença de mais de 1.500 agentes de segurança, incluindo a Polícia Militar, Civil, Polícia Penal, Bombeiros Militares e Civis, brigadistas, Polícia Rodoviária Estadual, Polícia Federal, agentes de trânsito, ITEP, Guarda Civil Municipal e segurança privada.
Atrações musicais
O Pingo da Mei Dia contou, pela primeira vez na história, com 7 trios elétricos, que percorreram o Corredor Cultural.
Além de Xand Avião, abrilhantaram o evento, o cantor baiano Léo Santana, a banda potiguar Grafith, Felipe Amorim, Dan Ventura, Banda Inala, Forró dos Três, Giannini, Nataly Vox, Forró com Ela, Alinne Reis, Nilson Viana, Caroline Melo e Darlan Dias.
O evento também contou com grande participação da imprensa de todo o estado. Importantes emissoras de TV transmitiram e cobriram o evento, como Band, Record e SBT, além de emissoras locais como TCM.
Na imprensa nacional corre a notícia de que está sendo articulado, pelos presidentes do Senado e Câmara dos Deputados, um projeto de lei que visa especificamente “diminuir penas dos réus de menor importância e aumentar punição a líderes de tentativa de golpe em 8 de janeiro de 2023” no Brasil (g1). A principal medida seria “criar um novo tipo penal para punir aqueles que foram influenciados por uma multidão para praticar atos contra o Estado Democrático de Direito – o que aliviaria as penas dos que veem como ‘massa de manobra’ que vandalizou as sedes dos Poderes, mas não planejou” (Folha de São Paulo/UOL).
Recordo-me haver estudado, quando aluno de direito na Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN, o apelidado “crime praticado por multidão”, previsto no nosso Código Penal como circunstância atenuante genérica na dosimetria da pena: “Art. 65: São circunstâncias que sempre atenuam a pena: III – ter o agente: e) cometido o crime sob a influência de multidão em tumulto, se não o provocou”.
Para além das lições dos professores de então, registro aqui a admoestação do grande E. Magalhães Noronha (e como escreviam bem esses penalistas de outrora), no seu curso “Direito Penal” (Editora Saraiva, 1990), sobre a questão: “É a multidão um agregado, uma reunião de indivíduos, informe e inorgânico, surgido espontaneamente e também espontaneamente desaparecendo. Levada a multidão pelo paroxismo do ódio, vingança, amor etc., chega a excessos inauditos, atemorizando seus próprios componentes ou integrantes. Possui ela como que uma alma, que não resulta da soma das que a compõem, mas, na realidade, da adição das qualidades negativas, dos defeitos, dos sentimentos primitivos que residem em todo homem. É a multidão dirigida por essa alma e entrega-se a excessos. Frequentemente é o duce, no dizer dos italianos, o meneur, na expressão dos franceses, que provoca a eclosão, o tumulto; porém, desencadeada a tempestade, precipitando-se cega, desordenada e arrasadora, nem mais ele a pode deter. É fácil lembrar-se do estouro da boiada, tão magistralmente descrito por Euclides da Cunha e Rui Barbosa, dois gigantes da pena no Brasil. Sob a influência da multidão, deixa o indivíduo de ser o que ordinariamente é, ocorrendo, então, o rompimento de outros sentimentos, de outras forças que traz em si. Na multidão delinquente existe o que se chama moral de agressão: cada um procura não ficar aquém do outro no propósito delituoso”.
Compreende-se, assim, a razão de se querer atenuar a pena in casu – falo dos infames eventos de 8 de janeiro de 2023. Levar-se-á em consideração que a faculdade de pensar e ponderar, em muitos dos ali envolvidos nos atos criminosos, ficou debilitada. Muitos não agiram por si, mas, sim, imitando o comportamento violento uns dos outros, assim como impelidos e sugestionados por terceiros não tão desavisados assim. Quase hipnotizados ou sonambulizados, como já descrevia Gabriel Tarde em “A opinião e as Massas” (“L’Opinion et la Foule”, 1901). Desde já afirmo que o projeto de lei em questão tem, em princípio, a minha simpatia cidadã.
Entretanto, se situações de “estouro da boiada”, frequentemente espontâneas e inconscientes, podem dar uma explicação – e, pela lei, uma atenuação na pena – para o fato imitativo/criminoso multitudinário, o caso do 8 de janeiro de 2023 tem circunstâncias peculiares que merecem nossa reflexão sob um outro prisma: o do chamado erro no “pensamento ou decisão de grupo”. Não se tratou ali de multidão ou de agregado de indivíduos informe surgido espontaneamente, como seria o caso, por exemplo, de crimes multitudinários acontecidos em meio a um violento tumulto de torcidas em um jogo de futebol (lesão corporal, dano etc.). Muitos dos envolvidos no 8 de janeiro, quase todos talvez, já “vivandeiravam” nas portas dos quartéis pedindo não sabiam eles bem o quê. Havia uma boa dose de organização e perenidade naquele agrupamento de pessoas. Isso é fato.
Se, à moda de Shakespeare, tal qual Shylock, os envolvidos tiveram “mais justiça do que desejavam”, foi também porque, quase “sonambulizados”, como grupo, tomaram decisões muito erradas. E é sobre essas decisões de grupo que falaremos na semana que vem.
Marcelo Alves Dias de SouzaProcurador Regional da RepúblicaDoutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCLMembro da Academia Norte-rio-grandense de Letras – ANRL
O Mercado Público de Santos Reis recebeu, neste sábado (7), uma exposição com trabalhos de artesãs cadastradas pela Prefeitura de Parnamirim. A iniciativa, vai acontecer sempre no primeiro sábado de cada mês e tem como objetivo fortalecer a economia criativa e dar maior visibilidade aos artistas locais.
Atualmente, cerca de 130 artesãos estão cadastrados na Coordenadoria do Trabalho, vinculada à Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMAS), e recebem apoio para participar de feiras e eventos diversos.
Entre os itens expostos ao público neste sábado (7) estavam roupas e acessórios de crochê, peças confeccionadas com fio de malha, roupas para bonecas e uma variedade de artigos temáticos para o período junino.
Para a artesã Maria de Lourdes Silva, a ação vai além de uma simples feira. “É uma ideia bacana, mais uma conquista para a gente. Um espaço ideal para vender e divulgar o trabalho dos artesãos do município”, afirmou.
Teve início nesta quinta-feira (05), no Centro de Convenções de Natal, o 8º Congresso da Liga Contra o Câncer, o maior evento sobre saúde oncológica das regiões Norte e Nordeste do Brasil. Com mais de 3.300 participantes inscritos, o congresso reafirma o compromisso da Liga com a educação, a pesquisa e a inovação na área da saúde, promovendo atualização técnica e fomentando soluções para os desafios oncológicos contemporâneos.
“O Congresso foi pensado para discutir caminhos que permitam ampliar o acesso à saúde, garantindo cuidado digno para mais pessoas. Vamos abordar desde a gestão inteligente de recursos até a promoção da educação continuada nas equipes multiprofissionais. A tecnologia e a ciência são aliadas fundamentais para oferecer tratamentos mais eficazes, personalizados e humanizados”, destaca o superintendente da Liga, Dr. Roberto Magnus Duarte Sales.
A abertura do evento contou com a palestra magna da oncogeneticista Renata Sandoval, especialista em medicina de precisão do Hospital Sírio-Libanês e do Hospital da Criança José Alencar, que abordou os avanços tecnológicos no diagnóstico e tratamento personalizados, dentro do conceito de “Precisão em Saúde”.
Ao longo dos três dias, outros nomes de destaque também integram a programação, como o oncologista e ex-ministro da Saúde Nelson Teich, com formação executiva pela Harvard Business School, e o psicólogo e consultor em educação e desenvolvimento humano Rossandro Klinjey, professor visitante da Fundação Dom Cabral.
O primeiro dia do evento também apresentou múltiplas atividades simultâneas, distribuídas em arenas temáticas: Arena de Gestão, com debates sobre modelos de gestão eficientes e sustentáveis na saúde; Arena de Inovação, com a apresentação de tecnologias emergentes, como inteligência artificial, machine learning e Internet das Coisas aplicadas à área da saúde; e a Arena de Engenharia e Arquitetura, com reflexões sobre infraestrutura hospitalar e ambientes terapêuticos.
A programação incluiu ainda minicursos e simpósios sobre temas clínicos relevantes, como feridas oncológicas, radioterapia e cuidados paliativos, ministrados por especialistas nacionais e internacionais. Segundo a presidente do 8º Congresso e gerente de pesquisa clínica da Liga, Patrícia Cristina Pascoto de Moura, o evento foi planejado para conectar saberes e inspirar transformações:
“Criamos um espaço que estimula aprendizado, empatia e colaboração entre diferentes áreas, especialidades e territórios. Que este congresso nos desafie a pensar de forma inovadora, ouvir com sensibilidade e continuar transformando vidas por meio do cuidado”, afirmou Patrícia.
Durante a cerimônia de abertura, foi também apresentada a nova mascote da Liga: a Baleia Lili, símbolo da força da natureza aliada à ciência. As baleias inspiraram os pesquisadores por sua resistência ao câncer, atribuída a mecanismos genéticos naturais que evitam mutações e promovem reparo celular. Mais do que um mascote lúdico, ela representa os valores institucionais da Liga, como ciência, empatia e humanização do cuidado oncológico.
Sobre o Congresso
O 8º Congresso da Liga Contra o Câncer tem como tema central “Acesso, Gestão, Educação e Precisão em Saúde”, e reúne mais de 280 palestrantes e 50 expositores, promovendo debates em torno dos principais pilares que estruturam a transformação do setor. Com uma estrutura robusta, o evento ocupa 11 espaços físicos e realiza 10 programações simultâneas, consolidando-se como o maior congresso de saúde do Rio Grande do Norte e um dos cinco maiores do Norte e Nordeste do país.
Além das atividades científicas, o evento oferece simpósios satélites, exposições e networking com grandes marcas da indústria farmacêutica, além da introdução de novos temas como engenharia e arquitetura hospitalar. A estrutura do congresso foi pensada para promover a integração, a inovação e a troca de experiências entre os participantes.
A Liga Contra o Câncer atua há quase 76 anos como uma das principais referências nacionais em atenção oncológica filantrópica. Hoje, atende 65% da demanda oncológica do estado, sendo 70% voltada ao Sistema Único de Saúde (SUS