Um motociclista sofreu uma queda de cima de um viaduto na região metropolitana de Natal, após se envolver em um acidente de trânsito na terça-feira (20). Imagens registradas no local mostram a vítima caída na área inferior à estrutura da via, enquanto populares e motoristas que passavam pelo trecho param para prestar os primeiros socorros e acionar o atendimento de emergência.
De acordo com relatos preliminares colhidos no local, o condutor perdeu o controle da motocicleta na pista elevada, resultando na queda. O tráfego na região registrou lentidão devido à interrupção parcial e à curiosidade de motoristas. Equipes de segurança e resgate foram acionadas para prestar o atendimento necessário à vítima e controlar o fluxo de veículos. As circunstâncias exatas do acidente seguem sob apuração.
A corrida presidencial no segundo turno segue marcada pelo forte equilíbrio e por uma disputa aberta voto a voto. A pesquisa do instituto Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira (21), mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) numericamente à frente, com 51,1% dos votos válidos contra 48,9% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Como a margem de erro da pesquisa é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, a diferença de dois pontos entre os presidenciáveis aponta um cenário de empate técnico.
A vantagem de 2,2 pontos percentuais do candidato do PL sobre o petista nos votos válidos também permanece dentro da margem de erro de 2,5 pontos, o que impede indicar uma liderança consolidada a poucos dias da eleição.
Votos Totais e Indecisos
No cenário de votos totais, o percentual de eleitores que pretendem anular, votar em branco ou que ainda não definiram sua escolha representa uma parcela decisiva para o desfecho da eleição:
Flávio Bolsonaro (PL):48,0%
Lula (PT):46,0%
Branco / Nulo: 3,4%
Não sabe / Não respondeu: 2,6%
Somados, brancos, nulos e indecisos chegam a 6% do eleitorado. O dado confirma que a conquista desse contingente não alinhado será o fator determinante para definir o próximo presidente do Brasil nesta reta final de campanha.
A pesquisa foi realizada pelo instituto Meio/Ideia entre os dias 15 e 19 de outubro de 2026. O levantamento ouviu 1.500 eleitores e apresenta uma margem de erro máxima de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está devidamente cadastrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número de registro BR-08251/2026.
A disputa pela governança do Rio Grande do Norte caminha para uma reta final extremamente competitiva. Segundo levantamento do instituto DataTrends, Allyson Bezerra aparece numericamente à frente na corrida pelo segundo turno, somando 49% das intenções de voto total. O candidato Cadu de Lula vem logo em seguida, com 46%.
Com uma diferença de três pontos percentuais separando os dois candidatos, o cenário reflete uma disputa acirrada. Considerando a margem de erro máxima de 2,83 pontos percentuais, Allyson e Cadu estão empatados tecnicamente.
Na contagem geral, o grupo de indecisos e votos brancos ou nulos soma 5% do eleitorado, confira os dados abaixo:
Allyson Bezerra: 49%
Cadu de Lula: 46%
Branco / Nulo: 3%
Não sabe / Não respondeu: 2%
A pesquisa do instituto DataTrends foi realizada entre os dias 16 a 18 de outubro e contou com 1.200 entrevistas. A margem de erro é de 2,83 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95% e o levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral com o número: RN-01690/2026 e BR-07585/2026
Com 29,89% dos seus trabalhadores formais submetidos à escala 6×1, o Rio Grande do Norte possuiu a quarta maior proporção do Nordeste de profissionais nessa jornada. Os dados, com base no balanço do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), revelam que 141,4 mil dos 473,7 mil trabalhadores com carteira assinada no estado serão diretamente impactados pela recente transição legislativa que estabelece dois dias de descanso semanal e reduz gradualmente a jornada para o teto de 40 horas.
O índice potiguar supera a média da Região Nordeste, que é de 28,50%. No ranking regional, o estado fica atrás apenas de Alagoas (32,9%), Bahia (32,52%) e Sergipe (30,9%). Em âmbito nacional, 14,7 milhões dos 44,5 milhões de empregados sob o regime da CLT cumpriam a rotina de seis dias de trabalho para um de folga equivalente a 33,2% do mercado formal do país.
Subnotificação e o Impacto no Setor Informal
Especialistas alertam que a extensão real da escala de trabalho no estado é ainda maior. Segundo a auditora-fiscal do trabalho e chefe da Fiscalização no RN, Rossana Nunes Chaves, em entrevista ao jornal Tribuna do Norte, os indicadores oficiais do MTE captam apenas a realidade da carteira assinada. “Esses números refletem exclusivamente o mercado de trabalho formal. O contingente real de pessoas submetidas à escala 6×1 é expressivamente maior quando consideramos os trabalhadores informais, autônomos e sem registro, que não entram nas estatísticas do estudo”, observa Rossana.
A auditora aponta que as maiores concentrações da jornada 6×1 estão em setores estratégicos para a economia do RN: transporte aéreo (53,2%), alojamento e hotelaria (52%), alimentação (47,1%) e comércio varejista em geral (42,2%).
Como a economia potiguar tem forte apelo no turismo, gastronomia e varejo, esses segmentos precisarão passar por um intenso planejamento operacional para reorganizar turnos e manter o atendimento contínuo exigido pelas atividades.
Qualidade de Vida, Saúde e Produtividade
O supervisor técnico do Dieese no Rio Grande do Norte, Ediran Teixeira, ressalta o peso que a medida representa para a mão de obra local. “Temos, proporcionalmente, mais trabalhadores na escala 6×1 no RN do que estados vizinhos como o Ceará”, destaca.
Para o economista, a transição para dois dias de descanso semanal tende a trazer benefícios estruturais tanto para a vida pessoal do trabalhador quanto para as empresas. “Os trabalhadores com mais tempo para descansar e se qualificar estarão mais aptos para produzir e gerar valor para as empresas”, conclui Ediran.