Neymar surpreende Bruna Biancardi e traz amigas da namorada para Paris


Neymar preparou uma baita surpresa para Bruna Biancardi. Para comemorar o aniversário de 28 anos da namorada, o jogador levou cinco amigas da influencer para Paris. A homenagem do atacante brasileiro repercutiu nas redes sociais. Veja o vídeo acima.

A influencer fez questão de registrar o momento no seu Instagram.

– Olha quem está aqui agora! É a excursão da Bruna. Gente, tudo maluco. Ele (Neymar) fez essa surpresa, trouxe minha família, agora trouxe minhas amigas. Agora estamos aproveitando o dia com todo mundo. Maravilhoso, estou muito feliz – contou Bruna nos stories.

A influencer também publicou uma foto ao lado das amigas em frente a Torre Eiffel com a legenda “aguenta coração”.

Neymar e Bruna Biancardi
© Casal assumiu o romance em janeiro deste ano (Foto: Divulgação/Instagram) Neymar e Bruna Biancardi

O aniversário de Bruna Biancardi foi dia 15 de abril. Neymar também presenteou a namorada com camisas do PSG e Seleção Brasileira. Os dois estão juntos desde agosto de 2021, mas resolveram assumir o romance em janeiro deste ano.

 

Delegados de PF programam paralização e insinuam que Bolsonaro é marqueteiro político

Na esteira da insatisfação das categorias das forças federais com a demagogia do presidente Jair Bolsonaro em prometer aumento salarial não cumprido, os delegados federais soltaram uma dura nota – a mais crítica desde o início do Governo do Capitão – indicando um rompimento do apoio ao chefe da nação. Entre os pontos da nota oficial, a corporação vai fazer o dever de casa a seu jeito, com um freio nas atividades: “redução de produtividade nas atividades administrativas de fiscalização”.

A Associação Nacional dos Delegados de PF também orientou a classe a não aceitar viagens em missões sem o prévio acordo de reembolso de diárias – que de praxe são pagas após a missão. Outro ponto mais duro da nota está ao fim do texto: “os policiais da União não se manterão inertes diante do uso da valorização da segurança pública e da excelente imagem da Polícia Federal como ferramenta publicitária e de marketing político”.

A ADPF prevê a paralisação das atividades e operação-padrão a partir do dia 2 de maio. A Coluna apurou que, em documento que circula internamente, os delegados incentivam os pares a promoverem atos de protestos nas superintendências e em eventos públicos ligados à instituição, com faixas e cartazes. Também a usarem as redes sociais das entidades classistas para cobrar posição concreta do Governo sobre a valorização das carreiras.

A partir de maio, os policiais vão passar a cobrar publicamente o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres – ele um delegado federal licenciado – sobre a prometida reestruturação da carreira que Bolsonaro esboçou em medida provisória que não saiu da mesa presidencial.

De dois anos para cá, a lua de mel de Bolsonaro com a PF, que começou na campanha eleitora, entrou em crise. O caso piorou junto a delegados, em especial, diante do público afastamento e exoneração de alguns deles que investigaram amigos da família Bolsonaro por suspeitas de maracutaias.

Delegados de PF programam paralisação e insinuam que Bolsonaro é marqueteiro político

Fonte: palavra Pb

Brasil esquartejado

 

Não seja o de hoje. Não suspires por ontens… Não queiras ser o de amanhã. Faze-te sem limites no tempo.

Cecília Meireles

Escrevemos há anos, séculos; temos a mania de escrever sobre aquilo que pensamos e achamos que conhecemos. Mesmo a história mais inventada e imaginada tem o pé numa criação íntima. Claro que cada um tem um critério criativo e, nas nossas vidas, as possibilidades são infinitas. Existimos por isso e para isso. Nosso limite é o que pensamos ser o que é, ou, pelo menos, o que pensamos entender, ou não. Simples.

Mas a realidade hoje nos surpreende e nos assusta a todo instante. São cada vez mais agentes na mídia, ou da mídia, que existem como se o mundo fosse criado com parâmetros difíceis de definir. Os exemplos se multiplicam.

Ainda agora, um youtuber político do Rio de Janeiro, que virou político por conta da superexposição, ganhou quase 300 mil seguidores no dia seguinte à notícia do envolvimento de seu nome em um grande escândalo criminal! E olhe que é um desses casos que faria corar qualquer um antigamente: estupro, assédio sexual e crianças envolvidas. O caos! Embora o cidadão tenha perdido alguns grandes patrocínios, pois as empresas naturalmente se retraem, o número de seguidores segue crescendo nas redes sociais. Mais de 300 mil em um único dia!

Esse é um fenômeno instigante. Para quem falar? O que falar? Nas disputas fratricidas que ocorrem na definição necessária entre as correntes políticas, como se posicionar quem não faz política partidária? Ou mesmo quem faz e, até por isso, tem que se mostrar ante as questões mais sensíveis para a sociedade. Eu, erroneamente, pensava que a angústia era, de alguma maneira, fácil de resolver: seria só se posicionar contra a morte, contra a apologia à tortura, contra a misoginia, contra o racismo e contra a violência …. Meu Deus, é tão óbvio que dói! Mas essa não é a realidade.

Se fosse um jogo de futebol comum, do interior de Minas Gerais, desses em que um dos meninos é o dono da bola, todos saberiam, antes de começar, o resultado da partida. É assim que se fazia o futuro bastante previsível. Mas, atualmente, o dono da bola no perigoso campo da comunicação de massa está em estranhas mãos. Quem joga dentro das 4 linhas do campo, seguindo as regras e obedecendo o que diz a Constituição, tem muito pouco espaço para crescer e para ser lido fora da sua bolha.

Perdemos o debate para estrategistas, robôs e fantoches. Não existe mais a necessidade do aprofundamento nos temas vitais, para depois, em uma conversa aberta, expor as ideias e fazer o convencimento. Os que detêm o poder de falar para milhões de seguidores precisam só de um texto de 144 caracteres produzido por uma equipe que acompanha as tendências do momento. É um embate desigual. É como se você, em uma discussão, se preocupasse em conhecer todos os ângulos de um problema, lendo e discutindo os prós e os contras, e fosse nocauteado por quem sequer sabe qual é o problema, mas que conseguiu acertar um gancho no seu queixo, orientado por um marqueteiro sábio em criar fake news e realidades virtuais.

Muitas vezes, sinto que vivemos em um mundo paralelo ao constatar os personagens repugnantes que seguem ocupando espaços colossais. Não são alguns idiotas, são milhares seguidos por milhões! O direitista Nelson Rodrigues acertou quando afirmou que “Os idiotas vão tomar conta do mundo; não pela capacidade, mas pela quantidade. Eles são muitos”.

No mundo real, no qual perder o discurso significa a perpetuação dos fascistas no poder, a nossa responsabilidade é enorme. Como enfrentar esse discurso sem ética e sem limites dentro da ética e dos limites humanistas? Parece simples, mas hoje esse é um dos nossos grandes dilemas.

Não adianta a ilusão de que basta falar a verdade e ela prevalecerá. Não podemos nos dar o luxo de acreditar que o homem médio é bom e saberá de que lado está o justo e o correto. Essa não é a realidade. Foi com base em verdades inventadas e mentiras repetidas que os crápulas chegaram ao poder. Basta ver a balela do kit gay das últimas eleições; era tão ridículo que, no início, nós rimos e desprezamos a força destrutiva de uma história tão absurda. Agora, dá para entender a fixação dos “criativos” marqueteiros ao ver o exército comprar prótese peniana, viagra e leite condensado, como se fosse o atual governo uma orgia permanente. E é.

A criatividade mórbida não tem limite. Recentemente, um desses idiotas postou nas redes sociais que a China, a Coreia do Norte e eu tínhamos uma mala com poderes de fazer o acompanhamento dos passos do presidente da República e de outras autoridades. Algo inimaginável! A história viralizou e eu recebi conselhos para rebatê-la. Preferi seguir um ensinamento da minha Patos de Minas, “fama de comedor, poderoso e valente a gente não desmente”. Afinal, estavam me comparando a duas potências nucleares! Mas o fato é que até hoje esse absurdo está rodando na mídia.

Lembro-me do nosso caboclo, Manoel de Barros: “Ando muito completo de vazios. Meu órgão de morrer me predomina. Estou sem eternidades”.

Neste ano, teremos a eleição mais importante da história do Brasil. Até porque poderá ser a última.

Se esse governo fascista se reeleger, ele completará a estratégia de acabar com todas as conquistas humanistas que incorporamos nas últimas décadas. Será o império da barbárie e do caos. Nossa cultura, nossa arte, nossa saúde, nossa educação e nossa segurança, tudo isso passará por uma completa aniquilação. O Brasil será a cara desse grupo que está no governo. Seguiremos cada vez mais ridicularizados mundo afora e expostos à fome e à miséria aqui dentro.

Claro que um pequeno grupo manterá os incontáveis privilégios à custa de 20 milhões de famélicos, de um desemprego de 11,2% da população e de 116 milhões de brasileiros em insegurança alimentar – aqueles que não têm a certeza se irão comer o suficiente no final do dia.

O que significam esses dados no mundo virtual da comunicação de massa? São só números a serem manipulados. A fome, que, para o faminto, dói fisicamente, não é sentida por aqueles que criam a realidade e definem as prioridades. E aí voltamos à angústia que virou nossa frequente companhia: como enfrentar o mundo paralelo no qual esses seres repugnantes transitam sem ter que pisar na mesma lama que eles?

Parece que entramos em um ringue de luta livre, no qual vale tudo, mas nos deram a instrução de ficar dançando balé clássico. Se fosse só por cada um de nós, o mais fácil seria descermos do ringue e abandonarmos a luta, pois não nos dispomos a usar os mesmos métodos. Mas, se desistirmos, deixaremos milhões de pessoas dentro desse ringue sendo nocauteadas a todo instante. É como um estupro coletivo. Um Brasil todo sendo esquartejado.

Não temos outra opção a não ser resistir. Sem usar os golpes baixos, mas, socorrendo-me do eterno Pessoa, no Poema em linha reta, “Eu, que quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado para fora da possibilidade do soco.”.

Já se faz a hora de não nos agacharmos mais.

Fonte: Poder 360.

Campos Neto diz que BC pode aumentar juros até que desinflação se consolide

Campos Neto diz que BC pode aumentar juros até que desinflação se consolide
Segundo o presidente da autoridade monetária, a taxa Selic pode subir um ponto percentual na próxima reunião do Copom

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que o Copom está pronto para continuar a aumentar a taxa básica de juros “até que o processo de desinflação se consolide”.

Segundo a Folha, Campos Neto disse, durante reuniões organizadas pelo Bank of America e pela XP Investimentos, que é preciso “serenidade” para avaliar o tamanho e a duração dos choques atuais.

O presidente do BC voltou a comentar as expectativas de que a taxa Selic suba 1 ponto percentual em sua próxima reunião. Hoje, ela está em 11,75%.

“O Copom ressalta que seus futuros passos de política monetária poderão ser ajustados para garantir a convergência da inflação para suas metas e dependerá da evolução da atividade econômica, no balanço de riscos e nas expectativas e projeções de inflação para o horizonte relevante à política monetária.”

Fonte: o antagonista

Bolsonaro batiza novos caças da Força Aérea Brasileira

Bolsonaro batiza novos caças da Força Aérea Brasileira
A FAB recebeu dois caças F-39 Gripen evento nesta sexta; para a sorte de todos os presentes, o presidente não discursou na cerimônia

Jair Bolsonaro (foto) participou há pouco de uma cerimônia no Rio de Janeiro em alusão ao Dia da Aviação de Caça. O evento marcou a incorporação das aeronaves F-39 Gripen, recém-chegadas ao Brasil, à Força Aérea Brasileira.

O presidente realizou o batismo dos caças, abrindo (com bastante dificuldade)um espumante e despejando sobre as aeronaves, como é tradição.

Para a sorte de todos os presentes, Bolsonaro não discursou no evento.

Também estavam presentes o governador do Rio, Cláudio Castro, e os ministros Anderson Torres, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, Carlos França, Ronaldo Bento, Paulo Alvim e Augusto Heleno.

Fonte: o antagonista