Sextoooou. Há judas em Parnamirim?

A malhação de Judas ou a queima de Judas é uma tradição vigente em diversas comunidades católicas e ortodoxas, foi introduzida na América Latina pelos espanhóis e portugueses. Esse rito tradicional é realizado em diversos outros países, sempre no Sábado de Aleluia, simbolizando a morte de Judas Iscariotes, o traidor de Jesus. Aqui, em Parnamirim, todos os anos, um personagem é escolhido para simbolizar o Judas. Nesse período, a população identifica uma pessoa com ações de traição semelhante a Judas, seja na política ou na vida real, depois de escolhido, em praça pública, ‘senta-se o malho no Judas”. Este ano, quem será o Judas de Parnamirim? Será um homem ou uma mulher? Os detalhes desse episódio serão apresentados no sábado de aleluia, acompanhem essa série!

 

Sextoooou. Há judas em Parnamirim?

A malhação de Judas ou a queima de Judas é uma tradição vigente em diversas comunidades católicas e ortodoxas, foi introduzida na América Latina pelos espanhóis e portugueses. Esse rito tradicional é realizado em diversos outros países, sempre no Sábado de Aleluia, simbolizando a morte de Judas Iscariotes, o traidor de Jesus. Aqui, em Parnamirim, todos os anos, um personagem é escolhido para simbolizar o Judas. Nesse período, a população identifica uma pessoa com ações de traição semelhante a Judas, seja na política ou na vida real, depois de escolhido, em praça pública, ‘senta-se o malho no Judas”. Este ano, quem será o Judas de Parnamirim? Será um homem ou uma mulher? Os detalhes desse episódio serão apresentados no sábado de aleluia, acompanhem essa série!

União Brasil costura apoio a Jair Bolsonaro

 

Acordo que garantiu comando da CCJ à União Brasil pode abranger presidência da Câmara em 2023, Petrobras e apoio a Bolsonaro no segundo turno.

Elmar Nascimento disse a O Antagonista que Luciano Bivar, caso não seja aceito como cabeça de chapa do centro democrático, poderá lançar uma chapa “puro sangue”, tendo possivelmente Sergio Moro como vice.

Trata-se de uma tentativa de desviar a atenção do público para a negociação fechada com Arthur Lira para a União comandar a CCJ, comissão mais cobiçada da Câmara, além das importantes comissões de Educação e Minas e Energia.

O acordo com Lira pode ser mais amplo e mais ambicioso, envolvendo a presidência da Câmara a partir de 2023 e o controle da Petrobras, passando pelo apoio a Jair Bolsonaro no segundo turno.

No ano passado, logo depois de Moro se filiar ao Podemos, Renata Abreu passou a considerar em conversas internas uma aliança com a União, tendo Bivar como vice. Júnior Bozzella defendia a ideia, que parecia fora do tom, ressaltando a capacidade de articulação do cacique.

Bivar é, de fato, bastante articulado.

Fonte:  O Antagonista