Seharf realiza assembleia com futuros moradores do Irmã Dulce I

 


A Prefeitura de Parnamirim, por meio da Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária (Seharf), a Caixa Econômica Federal e a Funcern realizaram na manhã desta sexta-feira (18), na Escola Municipal Profª Ivanira Paisinho, uma assembleia com os futuros moradores do residencial Irmã Dulce I. O encontro serviu para tratar de temas do universo da vida em comunidade, como a escolha do síndico, os parâmetros e regras de convivência no condomínio e o sorteio dos apartamentos.

Depois de entregues as unidades II e III do mesmo empreendimento, o Irmã Dulce I está na iminência de também ser entregue. O trabalho coordenado entre o executivo municipal, Caixa e Funcern deve contemplar os futuros moradores com o sonho da casa própria muito em breve. A Funcern é a empresa contratada pela Prefeitura de Parnamirim para realizar os Projetos de Trabalho Social (PTS) junto às famílias que, na prática, orientam os beneficiários sobre as normas de boa convivência condominial.

As etapas que antecedem a entrega das chaves vão sendo cumpridas, até que os imóveis sejam enfim entregues. Os próximos passos são de responsabilidade da administração do condomínio, empresa contratada para tal e da equipe de representantes dos futuros moradores:

  • Requisição das certidões em cartório para possibilitar a entrada na Receita Federal e a aquisição do CNPJ próprio do condomínio.
  • Com o cadastro devidamente pronto, será possível formalizar o convênio com as concessionárias Caern e Cosern, possibilitando as ligações de água e energia elétrica.

Geralmente após a realização dessas etapas, todas as exigências de abastecimento são atendidas, possibilitando a entrada da família nos imóveis.

Fonte: portal da prefeitura de Parnamirim.

Bolsonaro fecha os nomes que vão deixar o governo na reforma ministerial

Ano eleitoral: Esplanada terá nova reforma ministerial

O presidente Jair Bolsonaro fechou os nomes dos ministros que vão deixar o primeiro escalão até o fim do mês, quando haverá uma reforma ministerial. Esses ministros estão de saída do governo porque vão disputar uma vaga no Senado ou nos governos estaduais nas eleições de outubro e, pelas regras eleitorais, têm que se descompatibilizar dos atuais cargos.

Bolsonaro bateu o martelo das substituições em conversar com interlocutores próximos nos últimos dias, como o ministro Ciro Nogueira (Casa Civil).

Vão deixar o governo para se candidatar:

  • Tarcísio Freitas (Infraestrutura)
  • Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos)
  • João Roma (Cidadania)
  • Flávia Arruda (Secretária de Governo)
  • Tereza Cristina (Agricultura)
  • Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional)
  • Gilson Machado (Turismo)
  • Onyx Lorenzoni (Trabalho)
  • Braga Netto (Defesa), que deverá ser o vice de Bolsonaro nas eleições

Ano eleitoral: Esplanada terá nova reforma ministerial

A tendência na maioria das trocas é assumir a pasta algum executivo que já esteja na atual estrutura dos ministérios. É o caso, por exemplo, da Agricultura, em que o secretário-executivo, Marcos Montes, tem apoio da bancada ruralista.

Na Defesa, a mudança é considerada mais estratégica. Como antecipou o blog da Andréia Sadi, Bolsonaro estuda colocar o comandante do Exército, Paulo Sérgio Nogueira, à frente da pasta. Com isso, iria para o comando do Exército o atual comandante de Operações Terrestres da Força, general Freire Gomes, nome considerado alinhado ao bolsonarismo.

Em outros ministérios, ainda há indefinição sobre os substitutos, porque partidos aliados como o PP e o PL, sigla de Bolsonaro, querem ocupar mais espaço.

Fonte:  G1

Programa Viver realiza palestra sobre saúde da mulher

 

O Programa Viver – Envelhecimento Ativo e Saudável promoveu, nesta sexta-feira (18), na sede do Centro de Referência Especializado em Assistência Social (CREAS), uma palestra sobre a saúde da mulher com foco na terceira idade.

A iniciativa, que tem como foco inserir a pessoa idosa no contexto atual para um envelhecimento ativo e saudável, foi desenvolvida em parceria com o Grau Técnico. A ação levou à turma de 2022 e anos anteriores, informações sobre formas de prevenção, locais para exames e formas de como identificar sintomas do câncer de colo do útero e de mama, doenças mais prevalentes na terceira idade.

De acordo com Lourdes Silva, aluna do projeto, a palestra foi uma experiência muito satisfatória, na qual os alunos tiveram espaço para tirar dúvidas e obter informações precisas sobre os temas apresentados. Lourdes fez questão de deixar claro seu carinho pelo programa: “É a razão do meu viver”. Ela finaliza dizendo que tinha dificuldades com as novas tecnologias e através do programa e do professor Emanuel Ernane, teve acesso a um projeto que traz reconhecimento e aprendizado ao público desta faixa etária.

O programa continua a todo vapor e a próxima ação programada será uma aula de educação física na próxima sexta-feira (25), a partir das 8h30 (para turmas de 2022) e das 9h30 (para convidados), ambas no Parque Aluízio Alves.

O Programa Viver – Envelhecimento Ativo e Saudável funciona no Centro de Referência em Assistência Social (CREAS) de Parnamirim, que fica na Rua Aspirante Santos, 236, próximo ao CAdE e à Delegacia da Mulher, em Santos Reis. O contato utilizado para responder dúvidas é o 3644-8203 ou através do perfil no Instagram @programaviver5.

Texto: Hanna Araújo

Fonte: portal da prefeitura de Parnamirim.

De Churchill a Zelensky

 

É talvez o último dia da minha vida.
Saudei o Sol, levantando a mão direita.
Mas não o saudei, dizendo-lhe adeus,
Fiz sinal de gostar de o ver antes: mais nada.
(Pessoa, na pessoa de Caeiro)

Enquanto no Brasil nós observamos perplexos uma parcela considerável da população ainda apoiar este presidente –que já demonstrou ser absolutamente inepto para governar e que continua sua sina de desestruturar todas as conquistas democráticas do país–, o conflito na Ucrânia nos alerta que a barbárie pode ser maior.

O homem sempre pode superar-se na estupidez e na mediocridade. Uma batalha para ocupar um país independente com o opressor disposto a destruir toda a infraestrutura ucraniana e a matar quantos forem necessários: militares, civis, homens, mulheres e crianças. Não há critério ético na guerra.

Depois de 20 dias de intenso bombardeio, com 3 milhões de ucranianos fugindo do país de origem e buscando refúgio em quaisquer territórios que os acolham, a guerra mostra também seu lado tragicômico. O presidente Zelensky, um comediante que se elegeu na onda contra a política, tem a ousadia de reproduzir no Parlamento Inglês, por videoconferência, o famoso discurso de Winston Churchill na 2ª Guerra: “Vamos combatê-los no mar, no ar, nas florestas, nos campos e nas ruas… não vamos nos render”.

E o pior, foi aplaudido de pé pelos parlamentares ingleses! O detalhe é que ele foi aclamado antes e depois do discurso. Ou seja, provavelmente, não foi pelo que disse, mas pelo que hoje ele representa.

O mundo caminha perigosamente para uma guerra ampla e irrestrita, e os parlamentos aprovam o presidente da Ucrânia, que tem como estratégia de sobrevivência puxar a Europa para o palco da guerra. Parece que o mundo se esquece de que o aprofundamento desse conflito pode ter resultados inesperados. No início, a expectativa era que a dominação da Ucrânia levaria 3 dias. Passadas 3 semanas, a crise só aumenta e a esperança pela paz só diminui.

Os embargos impostos à Rússia, fortes e inéditos, transformam o país no mais sancionado do planeta. De acordo com as agências que rastreiam essas sanções, estão em vigor 5.532 medidas restritivas ao país e ao povo russo. Para efeito de comparação, as penalidades impostas ao Irã foram 3.616, à Síria 2.608, à Coreia do Norte 2.077, à Venezuela 510 e à Cuba 208.

Os russos vão sentir cada vez mais esse estrangulamento. Embora seja evidente que a situação do povo ucraniano é incomparavelmente mais dramática –pelas mortes de civis, pela destruição das cidades e da infraestrutura do país e pelos 3 milhões de refugiados que tiveram que abandonar seus lares–, a verdade é que também o povo russo vai sofrer com a barbárie.

Recorro-me a Mario Quintana, no poema Emergência:

Quem faz um poema abre uma janela.
Respira, tu que estás numa cela abafada, esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo – para que possas profundamente respirar.
Quem faz um poema salva um afogado.

Quanto a Putin, é provável que o que mais o incomode, na ilusão maluca de super-homem, seja ver seus amigos, ou sócios, bilionários perderem seus iates, suas propriedades na Europa e o direito de ingressar em alguns países.

Existem várias guerras dentro da guerra e, por incrível que pareça, muitos ganham com isso. Cada míssil, cada tanque e cada uniforme superequipado que vemos na televisão está fazendo a alegria dos mesmos grupos que se alimentam da indústria da guerra. Da mesma maneira que grandes empresas já se preparam para reconstruir as cidades ucranianas. São guerras distintas.

O pior é que no mundo globalizado não é possível dizer que esse conflito não é nosso, todos sofremos as consequências. Até mesmo abalos psicológicos, pois é impossível ver, ao vivo, tanta desgraça reunida sem que isso nos afete. O brasileiro, que se tornou insensível com a guerra diária dentro do país, acompanha perplexo a situação ucraniana. O aumento abissal da pobreza nas grandes cidades brasileiras, com um número cada vez maior de pessoas dormindo na rua, os 20 milhões de famélicos, o estratosférico aumento do gás, da gasolina e do custo de vida fazem da vida no Brasil um permanente estado de guerra.

Para os que persistem, resta o consolo da necessidade da resistência. Não deixar que a força colossal das imagens do conflito na Ucrânia nos tire dos nossos sonhos, que são essenciais. Não se pode viver em constante estado de alerta, de medo e de apatia. Esse desânimo nos joga para a imobilidade e nos impede de existir e de viver. Entre um míssil caindo em um prédio e uma casa sendo explodida, tudo nos impacta, mas, ainda que abatidos e arrasados, vamos fazer um esforço para vencer a nossa guerra diária.

Enquanto nos fragilizamos, eles “passam as boiadas” e destroem o que resta de Brasil. A fumaça tóxica que vem do desmantelamento do país não pode nos cegar. Devemos nos lembrar de que eles, os bárbaros, não se abatem com a barbárie, pois vivem e se alimentam dela.

Vamos encontrar forças para tirar as vendas que nos impedem de ver a luz e, no meio do caos, vamos voltar a acreditar que sairemos desse inferno e ainda teremos nosso Brasil de volta. Essa é uma guerra nossa e só nos resta vencê-la, não existe alternativa. E depende de nós. Lembrando Manoel de Barros, “Eu sustento com palavras o silêncio do meu abandono”.

Fonte: Poder 360

Pico da ômicron no Brasil é menos de 1/3 do auge de mortes

O momento mais letal desde a chegada da ômicron no Brasil foi 12 de fevereiro. O país registrou média móvel de 893 mortes pela covid-19. A pior fase da pandemia, em 11 de abril de 2021, foi mais que o triplo disso (3.112).

O pico da variante no mundo foi em 9 de fevereiro. O dado desse dia apresenta 75% da letalidade do pior momento global da pandemia, em 26 de janeiro de 2021. No Brasil, a letalidade representa 29% da fase mais drástica. Só 18 países tiveram um desempenho melhor que o Brasil durante a ômicron.

O Poder360 examinou os dados de 89 países com, no mínimo, 1 milhão de habitantes e ao menos 1 vítima por milhão durante o pico da ômicron. Foi usada a estatística de média móvel de 7 dias das mortes por covid-19 proporcionais à população de cada país (por milhão de moradores). Os números foram consultados na plataforma Our World in Data.

A ômicron causou o maior número diário de mortes por covid-19 em 12 países: Finlândia, Nova Zelândia, Coreia do Sul, Hong Kong, Dinamarca, Noruega, Sudão, Japão, Israel, Grécia, Haiti e Austrália.

Mas o auge da maioria dos países foi em 2021. Das 89 nações analisadas pelo Poder360, 61 enfrentaram sua pior fase no ano passado. Novembro (10 países), agosto (8) e abril (8, incluindo Brasil) foram os meses que concentraram mais picos da pandemia entre as nações.

Até ontem, o Brasil teve 724 dias desde o início da crise sanitária em que foi possível calcular a média móvel de mortes. Em 80% desse tempo, a situação de mortalidade foi pior que a atual.

O virologista ​​José Eduardo Levi atribuiu a menor letalidade da ômicron no Brasil em comparação com outros países ao fato de quando a variante chegou no país, a maioria das pessoas não-vacinadas eram os mais jovens. Já nos outros países, segundo ele, os não-vacinados são indivíduos de todas as idades. “Inclusive da faixa etárias superiores onde a mortalidade é sempre maior”, declarou.

Fonte: poder 360.