Teste mostra eficácia de diferentes tipos de máscaras; assista

O Poder360 realizou um teste de eficácia de diferentes tipos de máscaras de proteção contra a covid-19. Com o avanço da variante ômicron, que tem maior taxa de transmissão do coronavírus, o uso de uma proteção de qualidade é o que se faz necessário.

Foram testadas as máscaras: PFF2/N95; PFF2/N95 com válvula; cirúrgica de TNT SMS; 100% algodão com duas camadas; tecido poliéster com uma camada; e de folha de papel scott duramax.

Este não é um teste científico. Trata-se apenas de uma demonstração simples de como cada máscara retém ou não um jato forte de ar, como num espirro, por exemplo.

Assista ao vídeo (3min14seg):

O vídeo produzido pelo Poder360demonstra a efetividade da proteção da PFF2/N95. A PFF2/N95 máscara possui 2 tipos de filtragem: mecânica, que faz com que as partículas de ar fiquem presas nas fibras da máscara; e eletrostática, que atrai partículas que escapam da mecânica. Além disso, permite um ajuste melhor ao rosto.

Análise conduzida pela Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), publicada na revista Aerosol Science and Technology, avaliou 227 modelos vendidos no Brasil e indica eficácia de 90% a 98% das máscaras PFF2/N95 na capacidade de filtrar de partículas do tamanho do coronavírus. Em 2º lugar, ficaram as cirúrgicas: de 80% a 90%. Por último, as de tecido, cuja a eficiência registrou média de 40% — variando de 15% a 70%, dependendo da quantidade de camadas de tecido (1 a 3).

Segundo a norma NBR 13698 da ABNT (íntegra — 481 KB), que trata sobre equipamento de proteção respiratória, a máscara brasileira, PFF2, tem proteção mínima de 94%.

Uma das vantagens da máscara PFF2/N95 é o fato de o modelo poder ser reutilizado. Além disso, se a máscara permanecer ajustada, não for manuseada e não sofrer nenhum dano, pode permanecer eficaz quando utilizada por até 8 horas seguidas.

O tempo de uso da proteção depende do nível de exposição do usuário ao vírus. Em caso de contato direto com pessoas infectadas pelo coronavírus, a recomendação do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos, é que a máscara seja descartada. A indicação do órgão sobre a reutilização é de no máximo por 5 vezes.

Fonte: poder 360.

Entenda como a Conta Covid impacta as tarifas de energia

Reajustes na bandeira vermelha 2 e nas tarifas de 4 regiões resultaram em alta no preço da conta de luz

O conjunto de empréstimos de quase R$ 15 bilhões repassados em 2020 e 2021 às distribuidoras de energia por meio da Conta Covid será pago pelos consumidores, por meio de encargo, até 2025. Os primeiros impactos das operações financeiras já começaram a ser sentidos nas tarifas. Na proposta da revisão tarifária da Light, por exemplo, a previsão é que o impacto em 2022 seja de 4,29%, segundo a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

A Conta Covid foi um socorro financeiro estruturado pelo Ministério da Economia e pelo Ministério de Minas e Energia e aprovado pela agência reguladora em 2020. No total, foram contratados R$ 14,8 bilhões para 61 empresas de energia (entre concessionárias e permissionárias). Os empréstimos serviram para cobrir o buraco financeiro causado pela queda no consumo de energia e aumento da inadimplência durante a pandemia do coronavírus.

Segundo a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia), responsável pela gestão da Conta Covid, os empréstimos representaram, para os consumidores, o adiamento e o parcelamento de impactos tarifários que teriam efeitos imediatos nas contas de energia. Com a medida, o custo dessas operações está sendo repassado nas contas de luz, desde o ano passado, por meio do grupo de despesas “encargos setoriais”, através do recálculo feito em cada processo de reajuste ou revisão tarifária.

Leia abaixo as principais informações sobre esses empréstimos e, ao final, os valores destinados a cada uma das distribuidoras.

  • Prazo — as distribuidoras pagarão cotas para saldar as dívidas durante 60 meses, com término em dezembro de 2025;
  • Juros — A taxa de juros dos contratos é de CDI (Certidão de Depósito Interbancário) + 2,8% ao ano. Se considerados ainda os custos financeiros operacionais, o total anual é de CDI + 3,79%;
  • Bancos — As instituições que concederam os empréstimos foram Bradesco BBI, Itaú BBA, BNDES, Santander, Banco do Brasil, Credit Suisse, Citibank, Safra, SMBC, Votorantim, Alfa, JP Morgan, BOCOM BBM, CCB, BTG Pactual e ABC Brasil.

Eis os valores repassados às distribuidoras de energia:

Os montantes descritos na tabela são os valores efetivamente emprestados. Não há como precisar qual será o valor total repassado a cada consumidor porque o CDI, que compõe o cálculo dos custos totais dos empréstimos, varia diariamente. Em 2020, por exemplo, o índice fechou acumulado em 2,75%. Em 2021, em 4,42%.

Fonte: poder 360.